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    TOTAL: 14152

Submissões Recentes

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Cartografia de risco geológico: Uberaba, MG
MORAES, Carla Cristina Magalhães de; SILVEIRA, Maria Cecília
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Mapa do conhecimento geológico do município de Juazeiro - BA
SANTOS, Frank Gurgel; ESPIRITO SANTO, Elias Bernard da Silva do; MEDEIROS, Vladimir Cruz de; ARAÚJO, Leonardo Brandão; SILVA, Márcio Antônio; VALLE, José Alberto Rodrigues do
Item
Geologia e recursos minerais do Médio Tapajós: estado do Pará: escalas 1:250.000 e 1:100.000
CHAVES, César Lisboa; VASQUEZ, Marcelo Lacerda; QUADROS, Marcos Luiz do Espírito Santo
A área do Projeto Geologia e Recursos Minerais do Médio Tapajós abrange seis folhas cartográficas na escala 1:100.000 (folhas Ilha Mambuaí - SB.21-X-A-IV, Uruá - SB.21-X-A-V, Rio Ratão - SB.21-X-C-I, Vila Planalto - SB.21-X-C-II, Cuiú-Cuiú - SB.21-X-C-IV e Cachoeira Seca - SB.21-X-C-V), localizadas no sudoeste do estado do Pará, na parte central do Escudo Brasil Central do Cráton Amazônico. Nessa área, o mapeamento geológico sistemático, cadastramento dos recursos minerais e a prospecção geoquímica na escala 1:100.000 resultaram em importantes avanços na caracterização das unidades litoestratigráficas existentes, bem como, na identificação de novas unidades litoestratigráficas e na melhoria da precisão cartográfica dos mapas geológicos gerados, mediante utilização de dados de campo, aerogeofísicos de precisão (magnetometria e gamaespectrometria) e de ferramentas de geoprocessamento em ambientes de Sistemas de Informações Geográficas (SIG), aplicadas durante o tratamento e integração de dados geológicos, geofísicos, cartográficos e de sensores remotos georreferenciados. Novos jazimentos foram cadastrados e os existentes, em sua maioria, foram revisitados e mais bem caracterizados. O avanço no conhecimento geológico da área mapeada permitiu aprimorar o entendimento sobre os eventos tectônicos que afetaram as rochas da região, na metade final do Paleoproterozoico. Além disso, os estudos realizados durante a execução deste projeto contribuíram com novos subsídios para aprimorar os modelos de evolução crustal e a caracterização do ambiente tectônico do Domínio Tapajós (DTJ), segmento importante da Província Tapajós-Parima, o qual vem sendo estudado por pesquisadores que atuam na região. Na área mapeada, localizada no norte do DTJ, foram distinguidos eventos ígneos paleoproterozoicos principalmente do período Orosiriano e um subordinado do Estateriano. O primeiro foi marcado pela colocação de granitoides calcioalcalinos (Complexo Cuiú-Cuiú) de arco magmático de 2033 a 2001 Ma, o Arco Magmático Cuiú-Cuiú. No estágio mais maduro deste arco magmático foram colocados granitoides calcioalcalinos a calcioalcalinos de alto K (granitos Rio Jamanxim e Moreira Gomes) e granitos alcalinos (Granito Piranheira) de 1997 Ma, além de granitos calcioalcalinos de alto K de 1989 e 1976 Ma (Suíte Creporizão). Os dados de isótopos de Nd das rochas ígneas do primeiro arco magmático do DTJ indicam uma acresção juvenil há ca. 2,1 Ga, com uma moderada participação de crosta mais antiga (mesoarqueana a sideriana) na etapa mais precoce do arco. Na etapa mais evoluída deste arco magmático esta interação crustal aumentou, mas a acresção juvenil aumentou para os magmas ácidos alcalinos e shoshoníticos. Uma bacia com fontes detríticas >1993 Ma (Formação Chapéu do Sol) provavelmente representa remanescentes de uma bacia deste arco. Rochas vulcânicas ácidas e intermediárias a básicas de 1896 a 1877 Ma, geradas a partir da extrusão e explosão de magmas ácidos calcioalcalinos a calcioalcalinos de alto K (formações Salustiano e Bom Jardim), contemporâneos a um magma ácido alcalino (Formação Moraes Almeida), formaram caldeiras vulcânicas bimodais que afloram na área mapeada. No topo dessas caldeiras foi depositada uma formação vulcanoclástica e sedimentar vulcanogênica (Formação Aruri). Granodioritos, granitos (Suíte Parauari) e gabros (Suíte Ingarana) calcioalcalinos a calcioalcalinos de alto K de 1904 a 1876 Ma intrudiram as rochas com idade >1976 Ma, e também as rochas mais antigas das caldeiras vulcânicas. Posteriormente, granitos alcalinos (Suíte Maloquinha) também intrudiram essas rochas. As rochas ígneas calcioalcalinos a calcioalcalinos de alto K, deste evento vulcano-plutônico, estão relacionadas à acresção no DTJ de um segundo arco magmático de margem continental, o Arco Magmático Tropas. Por outro lado, as rochas ígneas alcalinas podem ser relacionadas a uma grande província ígnea ácida (SLIP Uatumã), inicialmente instalada a leste do DTJ, no Domínio Iriri-Xingu (DIX), mas que avançou para o DTJ. Os isótopos de Nd têm sido usados para delimitar estes domínios. As rochas ígneas calcioalcalinas a calcioalcalinas de alto K do DTJ têm uma assinatura isotópica de Nd em que a acresção juvenil paleoproterozoica dos magmas ácidos mostra uma interação com crosta mais antiga maior do que a dos magmas intermediários a básicos. Para as rochas ígneas alcalinas, os magmas ácidos do DTJ mostram desde uma tênue acresção juvenil até uma forte interação com a crosta mais antiga. No DIX predomina uma forte interação com a crosta arqueana que aumenta em direção às áreas cratônicas a leste. Rochas de duas bacias sedimentares paleoproterozoicas afloram na área mapeada. São bacias com predomínio de arenitos e arcósios, subordinados siltitos e argilitos, além de raros conglomerados (Formação Coatá) depositados em sistemas fluviais, com subordinados leques aluviais e lagos de riftes continentais formados após o vulcanismo de ca. 1880 Ma. Predominaram fontes detríticas com >1846 Ma, com restrita fonte de 1976 Ma e até fontes de idades riacianas, neoarqueanas e mesoarqueanas que indicam fontes de rochas de embasamento soerguido. Intrusões subvulcânicas básicas de 1780 Ma (Diabásio Crepori) cortaram uma dessas bacias. São basaltos toleíticos continentais de um grande evento ígneo (Magmatismo Avanavero) relacionado a distensão e fragmentação de um supercontinente no Estateriano. Outras intrusões de rochas básicas afloram na área do projeto. Um corpo máfico de 1192 Ma (Troctolito Cachoeira Seca), que representa magmas basálticos alcalinos a toleíticos, está relacionado a um evento de distensão intracratônica no Esteniano. Enxames de diques (Diabásio Cururu) cortam a maioria das rochas proterozoicas do DTJ. Estes diabásios representam magmas de basaltos toleíticos continentais correlatos a um evento ígneo de ca. 200 Ma (Magmatismo Penatecaua), relacionado à abertura da parte central do Oceano Atlântico. Formações sedimentares paleozoicas afloram ao norte da área mapeada. Os arenitos, conglomerados, siltitos e folhelhos destas formações constituíram sistemas deltaicos e marinhos glaciais, formados no Devoniano e Carbonífero da Bacia do Amazonas. Grandes coberturas lateríticas foram mapeadas na área do projeto, localizadas no topo de corpos básicos (Troctolito Cachoeira Seca) e graníticos (Granito Montanha), formadas por processos intempéricos entre o Neógeno e o Quaternário. Depósitos de terraços aluvionares e aluvionares modernos, mapeados nas bacias dos rios Tapajós, Jamanxim e nos seus interflúvios foram formados, respectivamente, no Pleistoceno e Holoceno. As falhas que controlaram a colocação dos granitoides de 2033 a 1976 Ma devem ter sido obliteradas por intrusões posteriores, mas a orientação NNW-SSE, NW-SE e WNW-ESE dos batólitos de granitos de ca. 1997 Ma e dos granitos de 1989 e 1976 Ma, sugere uma relação com a tectônica transcorrente sinistral do primeiro evento compressivo do DTJ. As falhas transcorrentes, de orientação NW-SE e as componentes de orientações NE-SW, WNW-ESE e E-W, mapeadas na área do projeto, foram as que controlaram as intrusões ígneas de 1904 a 1867 Ma e as caldeiras vulcânicas de 1896 a 1877 Ma. Esta tectônica transcorrente, relacionada ao segundo evento compressivo do DTJ, foi seguida por uma tectônica extensional, de orientação E-W, que controlou a formação das bacias sedimentares paleoproterozoicas formadas entre 1846 e 1780 Ma. Contudo, as falhas normais que controlaram estas bacias foram reativadas por uma tectônica transcorrente. Na área mapeada predominam depósitos magmático-hidrotermais de ouro e metais de base. Na parte sul, tem depósitos relacionados às intrusões de granitos da Suíte Parauari (Distrito Cuiú-Cuiú) e relacionados à intrusão de gabros na parte oeste (Gabro Jutaí). No centro da área mapeada há depósitos epitermais de alta (Botica, V3) e baixa sulfetação (Chapéu do Sol, V6). Outras caldeiras vulcânicas mapeadas neste projeto podem hospedar depósitos epitermais, assim como os garimpos de ouro a norte do distrito Cuiú-Cuiú, que têm potencial para depósitos de ouro relacionados às intrusões graníticas. Depósitos aluvionares de cassiterita têm sido explorados na área do projeto, inclusive um depósito na parte leste com recursos estimados na década de 1980. Aluviões desses depósitos geralmente drenam granitos da Suíte Maloquinha, com geoquímica prospectiva indicando áreas com potencial para Sn e Nb-Ta em anomalias e indícios associados a esses granitos. A prospecção geoquímica também mostrou o potencial para diamante nos arredores dos garimpos no noroeste da área do projeto e indícios de diamante no oeste e sul da área.
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Guia de procedimentos técnicos para exploração de diamantes : volume 1, amostragem para minerais pesados indicadores de kimberlito e diamantes
SILVA, Homero Braz; SILVEIRA, Francisco Valdir; PEREIRA, Rogério Silveira; CUNHA, Lys Matos; CABRAL NETO, Izaac; ARAÚJO, Débora; ALMEIDA, Vidyã Vieira de; NANNINI, Felix; COSTA, Vicente Sérgio; DOMINGOS, Nitzschia Regina Rodrigues
Este guia apresenta um conjunto abrangente de procedimentos técnicos voltados à exploração de diamantes em fontes primárias, com ênfase na amostragem de minerais pesados indicadores de kimberlito (MIK) e diamantes. O documento aborda desde as etapas iniciais de reconhecimento regional até as fases avançadas de detalhamento e follow-up, destacando a importância da representatividade das amostras e da correta seleção dos ambientes de coleta para garantir resultados confiáveis. Inicialmente, são discutidos os principais minerais indicadores — como ilmenita magnesiana, granada piropo, espinélio cromífero, diopsídio cromífero, olivina e diamante — juntamente com seus comportamentos durante o intemperismo e o transporte sedimentar. Essas informações são fundamentais para a interpretação da proveniência e para a identificação de potenciais fontes kimberlíticas. Em seguida, o guia descreve os diferentes tipos de amostragem empregados na exploração diamantífera brasileira, abrangendo materiais aluvionares, solos e rochas. São detalhados os métodos aplicáveis em cada ambiente, as vantagens de cada abordagem e as melhores práticas para a obtenção de concentrados representativos. Também são apresentadas considerações específicas sobre amostragem aluvionar de grande volume, sondagens (trado, rotativa, Banka e grande diâmetro) e procedimentos especializados destinados à caracterização petrográfica, geoquímica, geotécnica e à recuperação de microdiamantes. O documento enfatiza a necessidade de um planejamento integrado, que considere os objetivos do projeto, a geologia e geomorfologia da área, a densidade amostral, os volumes mínimos recomendados e os recursos logísticos disponíveis. A elaboração de mapas de planejamento, a seleção criteriosa das estações de coleta e o treinamento adequado das equipes são apontados como elementos essenciais para a eficácia do trabalho. Além disso, o guia discute procedimentos operacionais de rotina, como o uso de equipamentos, técnicas de medição de volume, limpeza de peneiras, classificação granulométrica, concentração manual e cuidados para evitar contaminação cruzada entre amostras. Também aborda questões ambientais e boas práticas de conduta em campo, reforçando a importância da responsabilidade socioambiental nas atividades de exploração mineral. Com linguagem clara e apoio em ilustrações esquemáticas, este guia se estabelece como uma referência técnica para profissionais que atuam na prospecção de diamantes, contribuindo para padronizar metodologias, aprimorar a qualidade das amostras e aumentar a eficiência dos programas de exploração no Brasil.
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Mapa do conhecimento geológico do município de Ouvidor - GO
SANTOS, Frank Gurgel; ESPIRITO SANTO, Elias Bernard da Silva do; MEDEIROS, Vladimir Cruz de; ARAÚJO, Leonardo Brandão; SILVA, Márcio Antônio; VALLE, José Alberto Rodrigues do