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dc.contributor.authorPAULA, Rodolfo Reis de-
dc.date.accessioned2014-07-28T18:51:13Z-
dc.date.available2014-07-28T18:51:13Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.citationPAULA, Rodolfo Reis de. Geologia estrutural das serras Curamalal e Bravard, porção oeste do cinturão móvel paleozóico Sierra de la Ventana, Argentina. Orientadora: Renata da Silva Schmitt. Rio de Janeiro, 2014. 1 CD-ROM. Dissertação (Mestrado em Geologia)-Instituto de Geociências, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2014.pt_BR
dc.identifier.urihttps://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/1284-
dc.descriptionDissertação Mestrado em Geologia
dc.description.abstractO presente trabalho apresenta novos dados geológicos adquiridos na porção oeste do cinturão móvel Sierra de la Ventana, localizada 550 Km a sul de Buenos Aires, Argentina. Geologicamente está inserida sobre a porção sul do Cráton Rio de La Plata. As rochas análogas a este cinturão gonduânico encontram-se nas Ihas Malvinas, na África do Sul, na Antártica e na Austrália. A Sierra de La Ventana é constituida por um embasamento meta-ígneo do fim do Neoproterozoico ao Cambriano, e rochas metassedimentares depositadas entre o Ordoviciano e o Permiano. Ambas unidades foram deformadas e metamorfisadas durante o Paleozoico Superior formando o orógeno Gondwanides. A analise das estruturas deformacionais permitiu a caracterização de duas fases de deformação na área. A primeira fase (D1) de caráter dúctil-rúptil, gerou dobras e falhas reversas NW-SE, concomitantemente a um metamorfismo de baixo grau com temperatura máxima em torno de 300°C, estimada pelas microestruturas de deformação em quartzo. Três clivagens metamórficas na escala microscópica foram descritas nos meta-pelitos, interpretadas como produto da primeira fase de deformação (D1). Nenhuma feição de redobramento foi observada na macro-escala. A partir da análise cinemática e do cálculo dos vetores de compressão s1, s2 e s3, foi possível reconhecer planos de falha que não se adequam ao regime de esforços vigentes durante a fase de deformação (D1), cuja a compressão tem orientação NE-SW. Por isso foram interpretados como pertencentes a uma segunda fase de deformação (D2), puramente rúptil e bem menos expressiva que a primeira fase (D1) com compressão de orientação NW-SE. A análise cinemática e dinâmica das estruturas das fases D1 e D2 indicam que ambas se desenvolveram em um regime de deformação coaxial, sem rotação. Houve uma mudança de quase 90° em torno do eixo X cartesiano no sentido anti-horário em relação a posição de s1 e s2 nas duas fases, e em torno de 30° no eixo Y também no sentido anti-horário em relação a s1 e s3. A ausência de estruturas intermediárias aos campos de tensão das fases D1 e D2, sugere que são fases deformacionais distintas.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsopenpt_BR
dc.subjectGEOLOGIA ESTRUTURALpt_BR
dc.subjectGEOTECTÔNICApt_BR
dc.subjectPETROLOGIApt_BR
dc.subjectGEOLOGIA REGIONALpt_BR
dc.subjectARGENTINApt_BR
dc.titleGeologia estrutural das serras Curamalal e Bravard, porção oeste do cinturão móvel paleozóico Sierra de la Ventana, Argentina.pt_BR
dc.typeDissertationpt_BR
dc.localRio de Janeiro
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