XXV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos (ISSN 2318-0358) 1 TEMPO DE RETORNO DE COTAS DE GRANDES CHEIAS E DO SISTEMA DE ALERTA HIDROLÓGICO EM SÃO SEBASTIÃO DO CAÍ / RS Francisco F. N. Marcuzzo1; Eber J. de Andrade Pinto2 RESUMO – É importante que cotas altas de interesse, principalmente em rios com Sistemas de Alerta Hidrológicos (SAH), estejam associados a períodos de recorrência do evento estudado, visando análise dos dados passados e a previsibilidade de acontecimentos de eventos futuros. O objetivo deste trabalho foi calcular e apresentar os períodos de retorno estimados para as cotas das maiores cheias registradas, e para as cotas de atenção, alerta, inundação e de inundação severa do rio Caí para o município de São Sebastião do Caí / RS. Estudou-se o ajuste das distribuições teóricas de probabilidade Log-Normal e Gumbel à série histórica das cotas máximas dupla leitura (7h00 e 17h00) de cada ano hidrológico, empregando o teste de aderência não paramétrico Kolmogorov-Smirnov, ao nível de 5 % de significância. A distribuição Log-Normal com momentos L foi a escolhida. Os tempos de retorno encontrados para as cotas de atenção (500 cm), alerta (700 cm) e de inundação (1.050 cm) do rio Caí, nas réguas do posto fluviométrico de Barca do Caí (87170000), ficaram no intervalo de 1 a 1,14 anos, e a de inundação severa (1.250 cm) foi de 2,2 anos. Para a maior cheia registrada em São Sebastião do Caí / RS, que foi de 1.470 cm em 24/09/2007, o tempo de retorno foi de 9,89 anos, com uma probabilidade desta cota ser igualada ou superada, em um ano qualquer, de 10,11 %. Palavras-Chave – Sistema de Alerta de Eventos Críticos, SACE, Análise de Frequência. 1. INTRODUÇÃO Para um bom entendimento da operação e monitoramento de um Sistema de Alerta Hidrológico (SAH), e na tentativa de previsibilidade futura de inundação, é fundamental que cotas de importância em rios estejam associados a Tempos de Retorno (TR), seja da própria cota ou de vazões associadas a essas cotas. O Sistema de Alerta de Eventos Críticos (SACE, https://www.sgb.gov.br/sace/) da bacia do rio Caí, considerando as informações disponíveis até 04/2023, há previsão de níveis para dois municípios: São Sebastião do Caí/RS (que é foco deste estudo) e Montenegro/RS. Segundo o relatório anual de 2020 (SILVA, 2020) e de 2022 (SILVA; MATOS, 2022) do Sistema de Alerta de Eventos Críticos (SACE) da bacia do rio Caí, o mesmo entrou em operação em no dia 17/09/2012, quando o SAH-Caí emitiu o seu primeiro boletim de alerta hidrológico, mantendo a sua operação ininterrupta até o presente momento da elaboração deste texto. Os autores também relatam que o Serviço Geológico do Brasil – SGB/CPRM deu início em 2009 aos estudos de concepção do Sistema de Alerta Hidrológico da Bacia do Rio Caí (SAH-Caí). Entre os anos de 2010 e 2011 foram realizadas as instalações dos primeiros equipamentos automáticos de medição de cotas, dotados de transmissão via GPRS (telefonia móvel), posteriormente, em 2018, os equipamentos de medição passam por modernização adotando a tecnologia de transmissão via satélite (GOES). Com isso, este estudo de análise de frequência local tem por objetivo apresentar e discutir os períodos de retorno estimados para as cotas das maiores inundações registradas, e, também, as cotas de atenção, alerta, inundação e de inundação severa do SAH do rio Caí, na localidade da estação fluviométrica Barca do Caí (87170000), no município de São Sebastião do Caí / RS, com as informações disponíveis até 2022. 1) SGB - Serviço Geológico do Brasil - Rua Banco da Província, 105 - Santa Teresa - Porto Alegre/RS - CEP 90.840-030, Tel.: (51) 3406-7300. francisco.marcuzzo@sgb.gov.br. 2) SGB - Serviço Geológico do Brasil - Avenida Brasil, 1731. Funcionários Belo Horizonte/MG - Brasil CEP 30140-002. Tel.: (31) 3878-0307. eber.andrade@sgb.gov.br. https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar http://lattes.cnpq.br/1923800998058989 http://lattes.cnpq.br/5066699058781569 https://www.sgb.gov.br/sace/ http://lattes.cnpq.br/1923800998058989 mailto:francisco.marcuzzo@sgb.gov.br http://lattes.cnpq.br/5066699058781569 mailto:eber.andrade@sgb.gov.br XXV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos (ISSN 2318-0358) 2 2. MATERIAL E MÉTODOS 2.1. Caracterização geral da região de estudo Na Figura 1, além da divisão territorial dos municípios, altimetria, classificação climática de Köppen-Geiger e distribuição espacial da precipitação média anual da bacia do rio Caí, que é parte integrante da sub-bacia 87 (MARCUZZO, 2017a,b), observa-se a localização das estações do Sistema de Alerta de Eventos Críticos (SACE) do Serviço Geológico do Brasil (SGB), sendo que as estações Barca do Caí (87170000) e Passo Montenegro (87270000), possuem previsão de cota (Quadro 1). As Figuras/Mapas deste trabalho em PDF, em alta resolução, além do material produzido e apresentado, e/ou utilizado em sua execução, pode ser baixado pelos links do Quadro 2. Figura 1 – Área territorial dos municípios, altimetria, classificação climática de Köppen-Geiger e distribuição espacial da precipitação média anual da bacia hidrográfica do rio Caí, além da localização das estações do SACE Caí. Quadro 1 – Cotas de atenção, alerta e inundação no SACE Caí, além da área de drenagem e altitude da estação. Código da Estação Nome da Estação Nome do Rio Atenção1 Alerta1 Inundação1 Inundação Severa2 Área de Drenagem3 Altitude3 ------------------------ Cota (cm) em 03/2023 ------------------------ ------ km² ----- ---- m ---- 87170000 Barca do Caí Caí 500 700 1.050 1.250 3.030 0,76 1Cotas utilizadas, no SACE do SGB, em março de 2023; 2Estudo publicado por Silva (2021); 3Inventário da Agência Nacional de Águas de 11/03/2023. Quadro 2 – Material produzido ou utilizado direta e/ou indiretamente como apoio, neste estudo, para baixar da internet. Material Endereços (“links”) para Baixar Utilizando o Navegador de Internet Figuras – Mapas da bacia do rio Caí e das áreas de drenagem das estações do SACE PNG: https://drive.google.com/drive/folders/1OKrOhLuslKCnpSMgJbLpU-hk_pIo39ec?usp=share_link PDF: https://drive.google.com/drive/folders/1adOoHeffYfz-jc_JyPWCGZvsGmDtfeBm?usp=share_link Planilha de aplicação do Tempo de Retorno de cotas em Barca do Caí e Passo Montenegro https://drive.google.com/drive/folders/1YARBbZiyAX-NEz5CZpQoPK5JDF08_Uj2?usp=share_link Apresentação deste trabalho em PDF https://drive.google.com/drive/folders/1OdIpzdNp56A1hsptrJlKserAC2B1vnZr?usp=share_link Localização das estações KMZ Google Earth https://drive.google.com/drive/folders/13q9yktT-sNqWfhhJ8zRm-LfkxlOXivmM?usp=share_link Diagramas unifilares da bacia do rio Caí (SB 87) https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/18953 e https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/15128 Dados deste estudo, delimitação, altimetria e demais informações da bacia do rio Caí https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/22930 e https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/22931 https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://drive.google.com/drive/folders/1OKrOhLuslKCnpSMgJbLpU-hk_pIo39ec?usp=share_link https://drive.google.com/drive/folders/1adOoHeffYfz-jc_JyPWCGZvsGmDtfeBm?usp=share_link https://drive.google.com/drive/folders/1YARBbZiyAX-NEz5CZpQoPK5JDF08_Uj2?usp=share_link https://drive.google.com/drive/folders/1OdIpzdNp56A1hsptrJlKserAC2B1vnZr?usp=share_link https://drive.google.com/drive/folders/13q9yktT-sNqWfhhJ8zRm-LfkxlOXivmM?usp=share_link https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/18953 https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/15128 https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/22930 https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/22931 https://rigeo.sgb.gov.br/jspui/simple-search?location=&query=&filter_field_1=author&filter_type_1=equals&filter_value_1=MARCUZZO,+Francisco+Fernando+Noronha&filter_field_2=title&filter_type_2=contains&filter_value_2=uruguai&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar XXV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos (ISSN 2318-0358) 3 A transposição das águas do rio Santa Cruz, na bacia do rio Caí, para o rio Paranhana, na bacia do rio dos Sinos, pode ser visto em detalhe nas três últimas imagens do Anexo III de Marcuzzo e Pinto (2022a,b), e na parte 12 de 16 do diagrama unifilar da sub-bacia 87 publicado por Guimarães, Finck e Marcuzzo (2017). Nos dados de distribuição espacial de precipitação média mensal da sub- bacia 87, estudados por Marcuzzo e Melati (2015a,b, 2017a, 2017b), onde se insere a bacia do rio Caí, utilizando os dados de Pinto et al. (2011), é possível visualizar que a sub-bacia 87, possui uma precipitação média anual de 1.530 mm, sendo o mês menos úmido março, com média de 111 mm e o mês mais úmido julho, com 149 mm. A estação Barca do Caí, código 87170000 (AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS, 2022), está localizada na Latitude 29°35'24''S e Longitude 51°23'00''O, na altitude de -0,76 m no rio Caí e possui uma área de drenagem de 3.030 km², segundo o inventário da ANA de maio de 2022, resultando em 60,9% da área total da bacia do rio Caí, que segundo a publicação de Tschiedel, Pickbrenner e Marcuzzo (2012), é de 4.976 km². A altimetria e distribuição espacial da precipitação pluviométrica, a montante da estação Barca do Caí, em sua área de drenagem, pode ser visualizada na Figura 2. Figura 2 – Altimetria e distribuição espacial da precipitação média anual a montante da estação Barca do Caí (87170000), na bacia hidrográfica do rio Caí, além da localização das estações do SACE Caí. Nas Figuras 4 e 5, na Tabela 1 e no Anexo IV de Marcuzzo e Pinto (2022a), observa-se que a série de cotas máximas Dupla Leitura (DL) por ano hidrológico, que no caso desta estação fluviométrica foi considerado o mesmo período que o ano civil, devido à não ser possível estabelecer um início e fim do ano hidrológico, conforme publicações de Simon, Pickbrenner, Marcuzzo (2013) e Marcuzzo e Melati (2015, 2017), apresenta 25 valores registrados, sendo 24 válidos dentro dos limites estatísticos de Grubbs e Beck (NAGHETTINI; PINTO, 2007). O limite inferior foi rejeitado pelo teste de Grubbs e Beck, tendo o valor de 814 cm de 16/04/2004, não considerado neste estudo. Conforme se observa na Tabela 1 e nas Figuras 3 e 4, dos 25 valores registrados de cotas máximas Dupla Leitura (DL), que puderam ser utilizados após consistência, em nenhum ano, ou seja, zero por cento em relação ao total de observações, possuem cotas máximas anuais menores que a cota de atenção (500 cm) e alerta (700 cm), e, 25 registros, ou seja, 100 %, são superiores a cota de alerta. Tabela 1 – Número e percentual de anos com cotas menores e maiores que a cota de atenção, e maiores que as cotas de alerta, inundação e inundação severa. Número Total de Anos com Dados Dupla Leitura 25 % em Relação ao Total No de Anos com Cotas Maiores que Inundação Severa1 (1.250 cm) 14 56% No de Anos com Cotas Maiores que Inundação (1.050 cm) 19 76% No de Anos com Cotas Maiores que Alerta (700 cm) 25 100% No de Anos com Cotas Maiores que Atenção (500 cm) 25 100% No de Anos com Cotas Menores que Atenção (500 cm) 0 0% ¹ Segundo o nível de cota de inundação severa (1.250 cm) estabelecido por Silva (2021) para a estação Barca do Caí (87170000). https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar XXV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos (ISSN 2318-0358) 4 Figura 3 – Cotas máximas anuais registradas nos boletins dupla leitura, e as linhas representando as cotas de interesse. Figura 4 – Cotas máximas anuais que atingiram as cotas de atenção, alerta, inundação e inundação severa, em cada mês. A Figura 5 apresenta a seção transversal na seção de réguas da estação e, também, as cotas de atenção (500 cm), alerta (700 cm), inundação (1.050 cm) e inundação severa (1.250 cm, conforme SILVA, 2021) para a cidade de São Sebastião do Caí/RS, bem como, a maior cota observada e a maior cota com Medição de Descarga Líquida (MDL). Em um estudo do Serviço Geológico do Brasil (SGB), que utilizou os Levantamentos de Seção Transversal (LST) das estações do SACE Caí, Buffon, Rolim e Marcuzzo (2019) concluíram que o uso de dados observados em estações fluviométricas, especificamente referente aos parâmetros hidráulicos da largura do rio e sua profundidade média, podem afetar significativamente os resultados da modelagem de previsão de vazão na bacia, apresentando efeitos maiores em seus rios de baixa declividade em regiões com grandes planícies de inundação, e efeitos menores em rios de maior declividade em regiões montanhosas. Estudo semelhante foi desenvolvido por Melati e Marcuzzo (2014), mostrando a importância da consistência dos LSTs das estações na geração de vazão. 1358 1252 1256 1346 1470 1338 1428 1462 1258 1388 1360 1448 1290 1366 1246 1174 1054 1088 1218 1010 1016 814 978 1026 976 0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 1.000 1.100 1.200 1.300 1.400 1.500 0 4 /0 8 /1 9 9 7 1 6 /0 8 /1 9 9 8 1 5 /1 0 /1 9 9 9 3 0 /0 6 /2 0 0 0 2 1 /0 7 /2 0 0 1 1 2 /0 6 /2 0 0 2 0 9 /0 7 /2 0 0 3 1 6 /0 4 /2 0 0 4 0 1 /0 9 /2 0 0 5 2 7 /0 7 /2 0 0 6 2 4 /0 9 /2 0 0 7 2 7 /1 0 /2 0 0 8 3 0 /0 9 /2 0 0 9 2 2 /0 7 /2 0 1 0 2 1 /0 7 /2 0 1 1 2 0 /0 9 /2 0 1 2 2 6 /0 8 /2 0 1 3 1 8 /1 0 /2 0 1 4 0 9 /1 0 /2 0 1 5 1 8 /1 0 /2 0 1 6 0 9 /0 6 /2 0 1 7 2 5 /0 8 /2 0 1 8 0 6 /1 1 /2 0 1 9 0 8 /0 7 /2 0 2 0 2 7 /0 6 /2 0 2 1 C o ta s ( c m ) Cotagrama com as Máximas Anuais Registradas na Dupla Leitura e as Cotas de Atenção, Alerta, Inundação e Inundação Severa do Rio Caí na Estação Barca do Caí (87170000) Cota Máxima Anual da DL Acima da Cota de Inundação Severa (1250cm) Cota de Inundação Severa (1250cm) Cota Máxima Anual da DL Acima da Cota de Inundação (1050cm) Cota de Inundação (1050cm) Cota Máxima Anual da DL Acima da Cota de Alerta (700cm) Cota de Alerta (700cm) Cota Máxima Anual da DL Acima da Cota de Atenção (500cm) Cota de Atenção (500cm) Maior cota histórica das máximas anuais registradas Menor cota histórica das máximas anuais registradas / observadas na dupla leitura 0 1 2 3 4 5 6 Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro N ú m e r o d e C o ta s M á x im a s A n u a is Cotas Máximas Anuais que Atingiram as Cotas de Atenção, Alerta, Inundação e Inundação Severa, em Cada Mês, no Rio Caí na Estação Barca do Caí (87170000) - Total de 25 Anos com Dados Completos de Dupla Leitura Número Total de Anos de Cota Máxima Anual no Mês Número de Anos que a Cota Máxima Anual Não Atingiu a Cota de Atenção no Mês Número de Anos que a Cota Máxima Anual Atingiu a Cota de Atenção no Mês Número de Anos que a Cota Máxima Anual Atingiu a Cota de Alerta no Mês Número de Anos que a Cota Máxima Anual Atingiu a Cota de Inundação no Mês Número de Anos que a Cota Máxima Anual Atingiu a Cota de Inundação Severa no Mês https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar XXV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos (ISSN 2318-0358) 5 Figura 5 – Levantamento da Seção Transversal da seção de réguas de Barca do Caí (87170000) e demais informações. 2.2. Análise de Frequência Considerando Pinto (2013) e Naghettini e Pinto (2007), foram definidas as seguintes etapas para análise de frequência local de máximos por ano hidrológico: I. Avaliar a consistência dos dados e organizar a série de cotas máximas por ano hidrológico. II. Verificar a presença de valores atípicos (outliers) com o critério baseado na amplitude interquartil, AIQ (NAGHETTINI; PINTO, 2007, p. 39), e com o teste de Grubbs e Beck (NAGHETTINI; PINTO, 2007, p. 287). III. Avaliar a independência dos eventos da séries com o teste não paramétrico proposto por Wald e Wolfowitz (1943), a homogeneidade por meio do teste não-paramétrico proposto por Mann e Whitney (1947) e a estacionariedade das séries pelo teste não-paramétrico de Spearman, o qual encontra-se descrito em Naghettini e Pinto (2007, p. 267). IV. Estimar a distribuição empírica calculando a posição de plotagem pela fórmula de Weibull, ou seja, no caso de séries de máximos por ano hidrológico temos P(P>p)=m⁄((N+1)), onde m é número de ordem e N o tamanho de amostra. V. Definir as distribuições teóricas de probabilidades candidatas a modelagem das cotas máximas por ano hidrológico. As distribuições candidatas são a distribuições de Gumbel e Log-Normal. VI. Calcular os parâmetros das distribuições teóricas de probabilidades candidatas pelo método dos momentos-L (HOSKING; WALLIS, 1997). VII. Definir a distribuição teórica que será adotada na modelagem das séries a partir da verificação da aderência à distribuição empírica. A aderência da distribuição teórica candidata à curva da distribuição empírica é verificada pelo teste de Kolmogorov-Smirnov a 5% de significância. VIII. Estimar os quantis associados a diferentes tempos de retorno. A inversa da distribuição Log-Normal é calculada da seguinte forma: xT = EXP(μ + σ. Z(1−1/T)) (1) Em que: T é o tempo de retorno (anos); xT é o quantil associado a tempo de retorno, T; Z(1−1/T) é o valor da variável normal padrão associada a probabilidade (1 - 1/T). Pode ser obtida em tabelas ou empregando métodos numéricos para inverter Φ(x) apresentada no Anexo II de Marcuzzo e Pinto (2022a,b,c);  é o parâmetro de posição;  é o parâmetro de escala. A inversa da distribuição de Gumbel é calculada por: 0 171 m³/s 513 m³/s 855 m³/s -350 -250 -150 -50 50 150 250 350 450 550 650 750 850 950 1050 1150 1250 1350 1450 1550 0 70 140 210 280 350 420 490 560 630 700 C o ta ( c m ) Distância (m) 87170000 - Rio Caí em Barca do Caí - Seção Transversal na Seção de Réguas Cota de Atenção (500cm) Cota de Alerta (700 cm) Cota de Inundação (1.050cm) Cota de Inundação Severa (1.250cm) Perfil na Seção de Réguas de 13/01/2020 Margem Esquerda Margem Direita Cota Máxima Observada 1.470cm em 24/09/2007 Cota Máxima com Medição de Vazão: 1.260cm (1.026m³.s-1 em 21/07/2015) Cota Mínima com Medição de Vazão: 114cm (1,66m³.s-1 em 12/04/1982 e 6,73m³.s-1 em 18/05/1999) Cota Mínima Observada: 109cm (24/11/2020) h0 da Curva-Chave: 98cm https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar XXV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos (ISSN 2318-0358) 6             −−−= T xT 1 1lnln (2) Em que: T é o tempo de retorno (anos); xT é o quantil associado a tempo de retorno, T;  é o parâmetro de posição;  é o parâmetro de escala. Os critérios, além de um melhor detalhamento dos modelos Log-Normal e Gumbel, e da metodologia de cálculo adotada na análise de frequência de máximas utilizada neste estudo, podem ser analisados em Naghettini e Pinto (2007), Pinto (2013) e Marcuzzo e Pinto (2022a,b,c; 2023). 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO A análise de frequência local das vazões máximas do rio Caí, em Barca do Caí (87170000), que são expostas com maior detalhamento no trabalho publicado por Marcuzzo e Pinto (2022a), foi efetuada utilizando as vazões estimadas por curva-chave e a série de cotas máximas dupla leitura por ano civil (01/Jan a 31/Dez), aceito que não há definição de início e fim do ano hidrológico na região, conforme os estudos publicados por Marcuzzo e Melati (2015; 2017). As duas distribuições candidatas, Gumbel e Log-Normal, não foram rejeitadas pelo teste de aderência. A distribuição Log-Normal foi selecionada por apresentar menor desvio padrão dos resíduos entre a distribuição empírica e a teórica. O parâmetro de posição da equação 1 ficou 7,11565 e o parâmetro de escala ficou 0,13907 para Barca do Caí (87170000). A Figura 6 apresenta o gráfico com as distribuições empírica e teórica ajustadas para a estação e a Tabela 2 e 3 apresentam as cotas, para diferentes tempos de retorno, e a probabilidade das mesmas serem igualadas ou superadas. A equação 1 é válida para tempos de retorno de 1,01 até 100 anos da Tabela 1. Mosini (2018), em um estudo de cotas máximas do rio Uruguai, associadas a diferentes períodos de retorno para Itaqui/RS, relataram que a 5 % de significância, ambas as distribuições de probabilidade testadas, Log Normal e Gumbel, se ajustaram aos dados observados, pois as diferenças absolutas máximas entre os valores estimados e observados foram menores que o valor crítico do teste Kolmogorov-Smirnov. Figura 6 – Ajuste das distribuições empírica e teórica Log-Normal da estação fluviométrica Barca do Caí (87170000). Nota-se, nas Tabelas 1 e 3, que os tempos de retornos para as vazões calculadas para as cotas de atenção e alerta, são curtos, ou seja, há uma grande frequência de emissão de boletins pelo SACE Caí para a localidade. Na Tabela 3 verifica-se que as diferenças de tempo de retorno para as vazões Barca do Caí (87170000) Parâmetro de posição (µ) = 7,11565 Parâmetro de escala (σ) = 0,13907 https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar http://rigeo.cprm.gov.br/jspui/handle/doc/17854 https://rigeo.sgb.gov.br/jspui/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar XXV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos (ISSN 2318-0358) 7 associadas as cotas de atenção, alerta, inundação variam de 1 a 1,14 anos, e a de inundação severa é de 2,2 anos. Castilho, Silva e Rodrigues (1999), em um estudo sobre a estimativa do período de retorno associado às cotas de alerta, de inundação e de grandes cheias na bacia do rio Doce, concluíram que os tempos de retorno associados às cotas de alerta e de inundação foram da ordem de um e dois anos para quatro estações mais a montante e de dois e quatro anos para estações a jusante. Tabela 2 – Vazões, em metros cúbicos por segundo, para diferentes tempos de retorno, em anos (de 2 a 100 anos). Estação Tempo de Retorno, T (anos) 2 5 10 15 20 25 30 40 50 60 75 90 100 Cotas (cm) Barca do Caí 1.231 1.384 1.471 1.517 1.547 1.570 1.589 1.617 1.638 1.655 1.676 1.692 1.701 Tabela 3 – Cotas de atenção, alerta e inundação no SACE Caí, além das respectivas maiores cheias registradas, tempos de retorno e as probabilidades destas cotas serem igualadas ou superadas. Nome e Código da Estação Número de Anos de Dados de Cota Dupla Leitura Disponíveis1 Denominação da Cota de Interesse Cota Disponível em 03/2023 (cm) Tempo de Retorno da Cota (anos) Probabilidade da Cota Ser Igualada ou Superada em um Ano Qualquer Barca do Caí (87170000) 25 Atenção 500 1,0 100,0 % Alerta 700 1,0 100,0 % Inundação 1.050 1,14 87,72 % Inundação Severa 1.250 2,2 45,70 % Maior Cheia Histórica Registrada em 24/09/2007 1.470 9,89 10,11 % 2ª Maior Cheia Histórica Registrada em 21/07/2011 1.462 9,24 10,82 % Maior Cota com Medição de Descarga Líquida (1.026 m³.s-1), Executada em 21/07/2015 1.260 2,31 43,29 % No trabalho de Silva (2021), o autor também executou uma análise de frequência de cotas da estação Barca do Caí (87170000), utilizando uma serie com 74 anos de dados de cotas máximas anuais oriundos das médias diárias. O autor adotou os valores obtidos pela distribuição Log-Normal, uma vez que apresentou valores intermediários entre as demais distribuições experimentadas (Gumbel e Normal), sendo este o critério utilizado na escolha do modelo. O autor, utilizando o modelo por ele desenvolvido no trabalho, considerou que a cota de inundação severa, de 1.250 cm, está associada a um tempo de retorno de 3,5 anos aproximadamente, ou seja, 1,3 anos a mais que a de 2,2 anos determinada neste estudo. Já na dissertação desenvolvida pelo mesmo autor (SILVA, 2019), publicou-se um tempo de retorno de 15 anos para a cota de 1.478 cm, próxima a maior cota dupla leitura registrada até o momento que foi de 1.470 cm. Considerando os valores de posição e escala aqui publicados, para este modelo de análise de frequência de cotas, e considerando a cota de 1.478 cm, resulta-se em 10,6 anos de tempo de retorno, ou seja, 4,4 anos a menos que o tempo de retorno de Silva (2019) para a mesma cota. Já considerando 100 anos de tempo de retorno, Silva (2019), para o modelo de Log-Normal, chegou a uma cota de 1.708 cm, enquanto neste presente trabalho, conforme a Tabela 2, chegou-se a uma cota de 1.701 cm para o mesmo tempo de retorno. Recomenda- se na estação Barca do Caí, pelo fato de se verificar dispersão de vazão medida em cotas altas na série histórica, além da necessidade de medições em cotas mais altas, há também a necessidade de mais medições quando o rio Caí está em ascensão do seu nível, conforme relatado no trabalho de Marcuzzo, Maldonado e Souza (2019), de modo a se excluir ou confirmar o fenômeno físico da histerese. Adverte-se que, para uma mesma estação fluviométrica, os tempos de retorno são diferentes quando calculados utilizando-se de cotas máximas ou vazões máximas estimadas por curva-chave. Exemplo de aplicação: Uma agroindústria será instalada no município de São Sebastião do Caí as margens do rio Caí. Considerando a transposição das cotas das réguas da estação Barca do Caí (código 87170000), até o local de sua instalação, verificou-se que a agroindústria terá sua base instalada na cota 1.617 cm (1.470 cm na estação Barca do Caí, em 24/09/2007, mais 10 %). Considerando a análise de frequência de cotas, aqui publicados e melhor detalhado em Marcuzzo e https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar https://rigeo.sgb.gov.br/simple-search?location=&query=FRANCISCO+MARCUZZO&rpp=100&sort_by=dc.date.issued_dt&order=DESC&etal=0&submit_search=Atualizar XXV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos (ISSN 2318-0358) 8 Pinto (2022a), qual é o tempo de retorno da cota na base da agroindústria e a probabilidade desta cota ser igualada ou superada pelo rio Caí em um ano qualquer? Resposta: Substituindo a cota de 1.617 cm e os parâmetros da distribuição Log-Normal com Momentos-L nas equações 1 e 2, tem-se que o tempo de retorno é de 40,06 anos. A probabilidade da cota de 1.617 cm, na base da instalação da agroindústria, ser igualada ou superada pelo rio Caí, em um ano qualquer, é de 2,50 %. 4. CONCLUSÃO Estudou-se e analisou-se o ajuste das distribuições teóricas de probabilidade Log-Normal e Gumbel à série histórica das cotas máximas, empregando o teste de aderência não paramétrico Kolmogorov-Smirnov, ao nível de 5% de significância. A distribuição Log-Normal com momentos L foi a escolhida por apresentar os menores resíduos entre a distribuição teoria e empírica no rio Caí na localidade da estação Barca do Caí (87170000). Os tempos de retorno, e as probabilidades destas vazões serem igualadas ou superadas, em um ano qualquer, encontrados para as cotas de atenção, alerta, inundação e de inundação severa em Barca do Caí, foram: 1,0 (100 %); 1,0 (100 %); 1,14 (87,72 %); 2,2 (45,70 %). Para a maior cheia registrada em Barca do Caí, o tempo de retorno para a cota máxima histórica registrada nos boletins DL (1.470 cm), foi de 9,9 anos, para uma série histórica de 25 anos, o que resultou numa probabilidade desta vazão ser alcançada ou superada, em um ano qualquer, de 10,1 %. Já para a maior cota com medição de descarga líquida medida no campo (1.260 cm, com 1.026 m³.s-1, em 21/07/2015), em Barca do Caí, o tempo de retorno foi de 2,31 anos, o que resultou numa probabilidade desta vazão ser alcançada ou superada, em um ano qualquer, de 43,3 %. REFERÊNCIAS BUFFON, F. T.; ROLIM, F. E.; MARCUZZO, F. F. N. Características das seções transversais na modelagem da propagação do escoamento na bacia do rio Uruguai. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE RECURSOS HÍDRICOS, 23., 2019, Foz do Iguaçu, PR. Anais[...] Foz do Iguaçu: ABRH, 2019. Disponível em: http://rigeo.sgb.gov.br/jspui/handle/doc/21529. Acesso em: 05 mar. 2023. CASTILHO, A. S.; SILVA, E. A.; RODRIGUES, V. V. 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