MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL – CPRM Diretoria de Geologia e Recursos Minerais Departamento de Geologia Departamento de Recursos Minerais Programa Geologia do Brasil DIRETRIZES PARA AVALIAÇÃO DOS MINERAIS ESTRATÉGICOS: FOSFATO, POTÁSSIO, TERRAS RARAS E LÍTIO Marcelo Esteves Almeida Maisa Bastos Abram Lucy Takehara Chemale Vinicius José de Castro Paes Francisco Valdir Silveira INFORME DE RECURSOS MINERAIS Série Minerais Estratégicos, nº 01 Brasília 2015 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL – CPRM Diretoria de Geologia e Recursos Minerais Departamento de Geologia Departamento de Recursos Minerais Programa Geologia do Brasil DIRETRIZES PARA AVALIAÇÃO DOS MINERAIS ESTRATÉGICOS: FOSFATO, POTÁSSIO, TERRAS RARAS E LÍTIO INFORME DE RECURSOS MINERAIS Série Minerais Estratégicos, nº 01 Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação (CIP) CPRM – Serviço Geológico do Brasil DIDOTE – Processamento Técnico Almeida, Marcelo Esteves et al. Diretrizes para avaliação dos minerais estratégicos : fosfato, potássio, terras raras e lítio / Marcelo Esteves Almeida ... [et al.] . – Brasília : CPRM, 2015. 31 p. ; 30 cm. – (Minerais estratégicos ; 1) Informe de recurso minerais. Programa Geologia do Brasil. ISBN 978-85-7499-322-5 1.Minerais industriais. 2.Recursos minerais. 3. Geologia econômica. I. Título. II. Série. CDD 553.6 Direitos desta edição: Serviço Geológico do Brasil – CPRM É permitida a reprodução desta publicação desde que mencionada a fonte. MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL – CPRM Diretoria de Geologia e Recursos Minerais Departamento de Recursos Minerais Programa Geologia do Brasil DIRETRIZES PARA AVALIAÇÃO DOS MINERAIS ESTRATÉGICOS: FOSFATO, POTÁSSIO, TERRAS RARAS E LÍTIO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Carlos Eduardo de Souza Braga Ministro de Estado SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL Carlos Nogueira da Costa Junior Secretário SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL – CPRM Manoel Barretto da Rocha Neto Diretor-Presidente Roberto Ventura Santos Diretor de Geologia e Recursos Minerais Thales de Queiroz Sampaio Diretor de Hidrologia e Gestão Territorial Antônio Carlos Bacelar Nunes Diretor de Relações Institucionais e Desenvolvimento Eduardo Santa Helena Diretor de Administração e Finanças Vanildo Almeida Mendes Chefe da Divisão de Minerais e Rochas Industriais Patrícia Duringer Jacques Chefe de Divisão de Geoprocessamento Paulo Roberto Macedo Bastos Chefe da Divisão de Cartografia José Márcio Henriques Soares (interino) Chefe do Departamento de Relações Institucionais e Divulgação José Márcio Henriques Soares Chefe da Divisão de Marketing e Divulgação MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL – CPRM Diretoria de Geologia e Recursos Minerais Departamento de Recursos Minerais Departamento de Geologia DIRETRIZES PARA AVALIAÇÃO DOS MINERAIS ESTRATÉGICOS: FOSFATO, POTÁSSIO, TERRAS RARAS E LÍTIO COORDENAÇÕES NACIONAIS (DEPARTAMENTOS E DIVISÕES) E REGIONAIS (GERÊNCIAS) DEPARTAMENTO DE RECURSOS MINERAIS Divisão de Geodinâmica Chefe do Departamento Carlos Eduardo Ganade de Araújo Francisco Valdir Silveira Petrografia Divisão de Estratigrafia, Paleontologia Divisão de Projetos Especiais e Minerais Estratégicos e Sedimentologia Marcelo Esteves Almeida José Torres Guimarães Divisão de Geologia Econômica Divisão de Geologia Marinha Evandro Luiz Klein Ivo Bruno Machado Pessanha Divisão de Geoquímica João Henrique Larizzatti GERENTES DE GEOLOGIA E RECURSOS MINERAIS Divisão de Economia Mineral e Geologia Exploratória Ana Cláudia Aguiar Accioly – SUREG-RE Ruben Sardou Filho Antonio Maurílio de Vasconcelos – REFO Divisão de Minerais e Rochas Industriais Cassiano Castro – REPO Vanildo Almeida Mendes Elizângela Soares Amaral – RETE Elizete Domingues Salvador – SUREG-SP DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA Erison Soares Lima – SUREG-SA Chefe do Departamento João Ângelo Toniolo – SUREG-PA Reginaldo Alves dos Santo Lúcia Travassos da Rosa Costa – SUREG-BE Divisão de Geologia Básica Luciana Felicio Pereira – SUREG-GO Edilton José dos Santos Luis Emanoel Goulart – SUREG-MA Divisão de Sensoriamento Remoto e Geofísica Marcio Antonio da Silva – SUREG-BH Luis Gustavo Rodrigues Pinto Editoração do Produto Digital Washington J F Santos EDIÇÃO DO PRODUTO DIGITAL Diretoria de Relações Institucionais e Desenvolvimento Departamento de Relações Institucionais e Divulgação – DERID - José Márcio Henriques Soares (interino) Divisão de Marketing e Divulgação – DIMARK - José Márcio Henriques Soares Divisão de Geoprocessamento – DIGEOP/SA - Reginaldo Leão Neto APRESENTAÇÃO O Ministério de Minas e Energia e a Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, por meio da CPRM – Serviço Geológico do Brasil, tem a satisfação de disponibilizar à comunidade geocientífica, empresários do setor mineral e à sociedade em geral, a nova Série de Informes Minerais – Série Minerais Estratégicos – que apresentará os resultados do programa GESTÃO ESTRATÉGICA DA GEOLOGIA, DA MINERAÇÃO E DA TRANSFORMAÇÃO MINERAL dentro da ação Avaliação dos Recursos Minerais do Brasil. Esta ação engloba os projetos Avaliação do Potencial de Fosfato, Terras Raras e Lítio no Brasil, empreendimentos ligados ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal, iniciados em 2009, voltados para atender a necessidade nacional por minerais estratégicos. Com a mesma finalidade dos projetos anteriores, foi recentemente implantado também o Projeto Avaliação do Potencial de Potássio no Brasil. Estes empreendimentos estabeleceram como meta geral contribuir para o entendimento do potencial e vocação brasileira para os minerais estratégicos em todo o território nacional, visando fomentar a exploração mineral e mitigar os riscos dos empreendimentos minerais, levando assim o país, no médio-longo prazo, a autossuficiência nesses bens minerais. Na CPRM – Serviço Geológico do Brasil, a execução dos projetos é de responsabilidade das unidades regionais (Superintendências e Residências), com supervisão nacional das divisões e coordenação geral do Departamento de Recursos Minerais (DEREM) e com efetiva participação do Departamento de Geologia (DEGEO). Os produtos divulgados a partir deste volume compreendem relatórios com resultados parciais ou finais com respectivos mapas geológicos, geoquímicos, de potencialidade mineral, entre outros. Com mais este lançamento, a CPRM – Serviço Geológico do Brasil cumpre seu papel de induzir o desenvolvimento socioeconômico regional e setorial por meio da atualização do conhecimento geológico e dos recursos minerais do Brasil. MANOEL BARRETTO DA ROCHA NETO ROBERTO VENTURA DOS SANTOS Diretor - Presidente Diretor de Geologia e Recursos Minerais Serviço Geológico do Brasil - CPRM Serviço Geológico do Brasil - CPRM V SUMÁRIO 1 — INTRODUÇÃO .................................................................................11 2 — AMPLIAÇÃO DAS OPORTUNIDADES EXPLORATÓRIAS: AGROMINERAIS E OS PROJETOS DE AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE FOSFATO E POTÁSSIO NO BRASIL ....................... 17 3 — AMPLIAÇÃO DAS OPORTUNIDADES EXPLORATÓRIAS: MINERAIS TECNOLÓGICOS E OS PROJETOS DE AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE TERRAS RARAS E LÍTIO NO BRASIL 21 4 — REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..............................................................23 LISTAGEM DOS INFORMES DE RECURSOS MINERAIS ......................................................... 25 VII X DIRETRIZES PARA AVALIAÇÃO DOS MINERAIS ESTRATÉGICOS: FOSFATO, POTÁSSIO, TERRAS RARAS E LÍTIO XVII Diretrizes para Avaliação dos Minerais Estratégicos: Fosfato, Potássio, Terras Raras e Lítio 1 — INTRODUÇÃO O Empreendimento MME.01410 agrega A produção nacional de fertilizantes não os projetos da CPRM relativos aos Minerais vem acompanhando o grande desenvolvimento da Industriais1, entre eles aqueles bens minerais agricultura brasileira. Em 1998 ela representava a classificados como “agrominerais”2, como os metade do total consumido (49,9%), reduzindo-se projetos Avaliação do Potencial de Potássio e a 26,8% em 2014, um pouco mais de 1/4 do total Fosfato no Brasil, além daqueles que contemplam consumido no país (figura 1). A baixa produção bens minerais considerados estratégicos para doméstica levou o País à desconfortável posição de indústria, denominados de “tecnológicos”, que estão quarto maior importador de fertilizantes em escala representados pelos projetos Avaliação do Potencial mundial, o que, além da dependência externa já de Terras Raras e do Lítio no Brasil. citada, contribui negativamente para o saldo da Os projetos “Potássio” e “Fosfato” são balança comercial. Se por um lado o Brasil é um considerados estratégicos na medida em que se dos maiores produtores mundiais de alimentos e o propõem a aumentar as oportunidades de exploração agronegócio um dos mais fortes segmentos da nossa destes bens minerais, que são, juntamente com o economia. A maioria dos nossos solos é relativamente nitrogênio, as matérias-primas mais importantes pobre em macronutrientes NPK3, dependendo dos fertilizantes, insumo que o Brasil tem grande fortemente da utilização de fertilizantes para elevar dependência externa. a produtividade das lavouras. Figura 1 – Evolução da produção nacional e da importação de fertilizantes intermediários (Fonte: ANDA/IPEADATA). 1 Minerais Industriais são todas as rochas e minerais, inclusive os sintéticos, predominantemente não-metálicos, que, por suas propriedades físicas ou químicas, podem ser utilizados como matérias-primas, insumo, ou aditivos em processos industriais. 2 Agrominerais são minerais e rochas importantes para a agricultura devido a conterem nutrientes essenciais para as plantas. 3 NPK, neste caso, designa os três nutrientes principais para as plantas: nitrogênio, fósforo e potássio, também chamados de macronutrientes. 11 Informe de Recursos Minerais Se a dependência brasileira em relação aos dependência atingindo 94%. Em relação ao fósforo a fertilizantes em geral atinge 73%, em relação ao dependência é de 57%, e em relação ao nitrogênio é potássio, fósforo e nitrogênio, onde especificamente de 81% (Figura 2). a situação do potássio é mais delicada, com a Figura 2 – Perfil da dependência externa de fertilizantes por nutrientes (Fonte: ANDA/SIACESP – 2013). Segundo dados do USGS (USGS 2014), as O projeto Avaliação das Terras Raras no reservas mundiais de fosfato são da ordem de 67 Brasil vem dar suporte à formulação e execução bilhões de toneladas (ano base 2013). Os maiores de políticas públicas para seu aproveitamento depósitos mundiais são sedimentares, normalmente no desenvolvimento da indústria brasileira. A com alto teor (> 20% P2O5) e também grande volume. importância dos elementos terras raras (ETR) Os depósitos do norte do Marrocos-Saara Ocidental, na indústria moderna deve-se às suas inúmeras no norte da África, respondem pela imensa maioria aplicações na metalurgia, energia eólica e nuclear, dos recursos existentes. Ao contrário do que ocorre indústria petrolífera, agricultura, entre outras. Os ETR no mundo e apesar do Brasil apresentar um grande são considerados elementos da “terceira onda”, por número de bacias sedimentares potenciais, os sua ampla aplicação em produtos de alta tecnologia. depósitos sedimentares no Brasil representam cerca Estas aplicações em produtos de alta tecnologia de 20% das reservas oficiais. Em 2013, a produção agregam valor, pois melhoram a sua eficiência, como mundial de P2O5 foi de 224 milhões de toneladas por exemplo: (1) liga de NdFeB (Neodímio-Ferro- (USGS 2014), que representou um crescimento Boro) para produzir super imã, de ampla aplicação de cerca de 3% em relação à produção de 2012. em carros elétricos, sistema de energia e trens de Entretanto em 2014 houve um pequeno decréscimo alta velocidade; (2) o uso do Európio (Eu) nas telas da produção mundial em relação a 2013. Os seis de computadores e televisão; dentre outras. maiores produtores foram China, Estados Unidos da No Brasil já foram identificados vários tipos América, Marrocos-Oeste Saara, a Federação Rússia, de depósitos minerais e ocorrências de ETR (Figura Jordânia e Brasil que têm totalizados juntos cerca de 3), tendo sido o Brasil um dos maiores produtores até 82% da produção mundial. meados do século passado (Rocio et al., 2012; Lima & Em 2014, o Canadá (30,2%), a Bielorússia Leal Filho, 2016), quando foi ultrapassado pelos EUA (22,6%) e a Rússia (18,1%) ocuparam as três primeiras na década de 1980, que passou a dominar o mercado posições no ranking mundial das reservas de sais com a produção de Mountain Pass (Hoatson et al., de potássio que juntos somaram 70,9% do total de 2011). A partir de 1984, a China iniciou a produção potássio fertilizante produzido no ano. Estes países e de ETR compartilhando o mercado mundial com a China configuram os maiores produtores mundiais. os EUA e, de 1990 em diante, dominou o mercado O Brasil ficou com a 10ª colocação em termos gradativamente (Figura 4). A produção brasileira de reservas e ocupou a 11ª posição em relação à de concentrados de terras raras chegou a produzir produção mundial (DNPM - Sumário Mineral 2015). 110 t/ano, mas foi encerrada em 2002, além disso A perspectiva é que a reserva de potássio possa a produção atual da usina da Companhia Brasileira aumentar com a delineação dos recursos na Bacia do de Metalurgia e Mineração (CBMM) não atende à Amazonas pela Potássio do Brasil. demanda nacional. Como consequência, o Brasil 12 Diretrizes para Avaliação do Potencial de Fosfato, Terras Raras e Lítio no Brasil importou 1% do mercado mundial de compostos de (c) Mina de Pitinga, Presidente Figueiredo (AM), ETR em 2013 ao custo aproximado de US$ 7 milhões com reserva estimada de 2 Mt de xenotima (DNPM, (DNPM, 2013). 2013); (d) Complexo de Catalão (GO), cujos depósitos As maiores reservas mundiais conhecidas de Córrego do Garimpo e Lagoa Seca Norte têm reserva ETR estão apresentadas na figura 5 (DNPM, 2013), medida de 41,4 Mt @ 5,39% de OTR (Ribeiro, 2008). destacando-se China, Brasil e EUA. A reserva brasileira Reservas de depósitos do tipo placer são estimadas lavrável aprovada em 2013 é de aproximadamente em mais de 600 Mt (DNPM, 2013), entretanto, ainda 22 milhões de toneladas (Mt) de OTR contidos, assim não despertaram interesse comercial em função do distribuídos: (a) 14, Mt @ 3,02% OTR pertencentes baixo volume de cada depósito e o alto teor de tório à CBMM, (b) 7,73 Mt @ 2,35% óxido de terras raras contido nas monazitas. (OTR) pertencente à Companhia de Desenvolvimento O Projeto Avaliação do Potencial do de Minas Gerais (CODEMIG) e (c) uma área em Barra Lítio no Brasil apresenta uma base de cunho do Itapirapuã com 97,96 mil toneladas (mt) @ 4,89% prospectivo, onde os objetivos principais buscam o OTR (DNPM, 2013). aprofundamento do conhecimento das ocorrências No entanto, no curto prazo, a reserva de lítio associadas a pegmatito no Brasil. Esse ganho brasileira poderá aumentar, visto que outros estudos no conhecimento diz respeito à sua distribuição de viabilidade econômica estão sendo desenvolvidos, regional, seus aspectos descritivos e genéticos, entre eles: (a) Projeto Morro do Ferro, em Poços de guias prospectivos e modelos exploratórios de Caldas (MG) com 7 Mt @ 2,89% OTR (EDEM PROJETOS, forma a permitir a formulação de um diagnóstico 2014); (b) Projeto Mineração Terras Raras com 6 Mt do lítio no Brasil. A proposta fundamental deste de reserva medida e em processo de reavaliação; diagnóstico é indicar possíveis ampliações de áreas Figura 3 – Áreas com depósitos e ocorrências de ETR no território nacional (modif. de Lápido-loureiro, 1994; Orris & Grauch, 2002). 13 Informe de Recursos Minerais Figura 4 – Produção mundial de ETR de 1950 até 2010. (mod. de Hoatson et al. 2011). mineralizadas conhecidas e propor áreas potenciais aparente em 2013 de concentrados de lítio cresceu para a descoberta de novos depósitos do metal, 12,2%, enquanto que o de compostos químicos fundamentando-se, basicamente, na identificação e subiu 1,4%. De acordo com o DNPM (2014), o Brasil espacialização dos metalotectos e guias prospectivos ainda é um importante importador, tendo adquirido das mineralizações. no mercado cerca de 3 t de compostos químicos de A justificativa desse projeto está baseada na lítio (US$ 106 mil), cujas principais origens foram demanda crescente do lítio no mundo, impulsionada a Alemanha (78%), os EUA (16%), a China (5%) e a pela sua utilização como insumo fundamental na Rússia (1%). produção de baterias para os ascendentes mercados O lítio oriundo de minerais representa da telefonia móvel e dos eletrônicos portáteis, e parcela significativa do suprimento total do metal. sobretudo para o potencial mercado dos veículos Estima-se que em 2015 ele tenha representado elétricos e híbridos. A primeira fase do Projeto 50% do suprimento mundial. Duas operações Lítio compreende um estudo detalhado da região associadas a salmouras, no Chile, e uma associada a do médio rio Jequitinhonha, parte da Província espodumênio, na Austrália, foram responsáveis pela Pegmatítica Oriental do Brasil (no nordeste de Minas maior parte da produção. A segurança no suprimento Gerais), principal área produtora e detentora das de lítio é prioridade para empresas de tecnologia reservas de lítio do Brasil, além de um levantamento americanas e asiáticas. Alianças estratégicas entre bibliográfico de outras áreas com ocorrências de minerais de lítio no país. A produção mundial de concentrados de lítio (exceto EUA e Bolívia, que não disponibilizam dados oficiais) atingiu em 2013 o montante de 35.586 t de óxido de lítio contido (Li2O), mostrando um leve crescimento de 1,1% em relação a 2012 (DNPM, 2014). Este resultado representa taxa de crescimento menor que a de anos anteriores e deve-se à redução da produção de um dos maiores produtores mundiais de lítio (Chile), embora suficiente para sustentar a tendência de crescimento que vem ocorrendo desde 2010. Os principais produtores continuaram a ser Chile (37,9%), Austrália (36,5%) e China (11,3%). No Brasil, a produção de concentrados de Li2O cresceu 6,7% na comparação com 2012 (Tabela 1), bem acima da média mundial, contribuindo com 1,2% da Figura 5 – Distribuição das maiores reservas mundiais conhecidas de ETR, em milhões de toneladas (DNPM, 2013). produção global (Figura 6). Apesar disso, o consumo 14 Diretrizes para Avaliação dos Minerais Estratégicos: Fosfato, Potássio, Terras Raras e Lítio companhias de tecnologia e exploração foram e estão sendo estabelecidas para assegurar um fornecimento confiável e diversificado de lítio para os fornecedores de baterias e fabricantes de veículos. Operações de mineração de espodumênio estão em desenvolvimento na Austrália, Canadá, China e Finlândia; operações de mineração associadas a salmouras estão em desenvolvimento na Argentina, Chile, Bolívia e Estados Unidos; uma operação associada a jadarita está em desenvolvimento na Sérvia e uma associada a argila está em desenvolvimento no México (U.S. Geological Survey, Mineral Commodity Summaries, January 2015). As principais reservas mundiais de óxido de lítio (Li2O), sem considerar a Bolívia (dados não são Figura 6 – Reservas de lítio por país expresso em % divulgados), estão concentradas no Chile (57,6%), (dados de 2013)*. China (26,9%) e Austrália (7,7%). Os dados oficiais *Para valores brutos consultar tabela 1. do Brasil apontaram 48 mil toneladas de Li2O (Figura 7), mas há expectativa de um crescimento da cadeia produtiva no Brasil em decorrência da entrada crescente no mercado de carros elétricos e híbridos. Em se confirmando também as expectativas no aumento das reservas lavráveis de lítio (i.e. Projeto Opco da Arqueana de Minérios e Metais, nas áreas de Itinga e Araçuaí, MG), que podem superar o patamar de 1 milhão de toneladas de Li2O contido nos próximos anos, o Brasil pode tornar-se detentor da 3ª maior reserva mundial de lítio (cerca de 8,0% do total, desconsiderando-se a Bolívia (DNPM, 2014). Figura 7 – Produção de concentrado de lítio por país, expresso em % (dados de 2013)*. Tabela 1 – Resumo dos dados de produção e reservas de lítio por pais (extraída de DNPM, 2014) RESERVAS (103t) (1)(2) PRODUÇÃO (t)(2) PAÍSES 2013 % 2012 2013 % Brasil 48 0,4 390 416 1,2 Chile 7.500 61,9 13.200 13.500 37,9 Austrália 100 0,8 12.800 13.000 36,5 China 3.500 28,9 4.500 4.000 11,2 Argentina 850 7,0 2.700 3.000 8,4 Zimbabwe 23 0,2 1.060 1.100 3,1 Portugal 60 0,5 560 570 1,6 Estados Unidos 38 0,3 nd nd nd Bolívia nd nd nd nd nd TOTAL 12.119 35.210 35.586 – Fonte: DNPM/DIPLAM e USGS-Mineral Commodity Summaries 2014. Dados em óxido de lítio contido. (1) A partir de 2009, em função de alterações apresentadas pelo USGS nos dados de reserva, o DNPM passou a adotar para o Brasil a reserva-lavrável; (2) Dados estimados pelo USGS, exceto Brasil (dados preliminares); (3) O USGS revisou as reservas de Portugal de 10 mil t para 60 mil t; (4) não inclui a produção dos EUA e da Bolívia; (nd) dado não disponível. 15 Informe de Recursos Minerais 16 Diretrizes para Avaliação dos Minerais Estratégicos: Fosfato, Potássio, Terras Raras e Lítio 2 — AMPLIAÇÃO DAS OPORTUNIDADES EXPLORATÓRIAS: AGROMINERAIS E OS PROJETOS DE AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE FOSFATO E POTÁSSIO NO BRASIL Diante da situação crítica e estratégica • Na área Arraias, na base da Formação Sete dos insumos de fertilizantes para o Brasil é que Lagoas, dados de prospecção geoquímica o governo brasileiro, através da CPRM-Serviço demonstram a extensão da zona mineralizada Geológico do Brasil, Departamento de Recursos para norte, bem como foi demonstrado que Minerais, vem executando o Projeto Fosfato Brasil áreas anômalas para Fósforo também ocorrem e o Projeto Potássio Brasil. O Projeto Fosfato Brasil no lado leste da Bacia Bambuí; busca o conhecimento das mineralizações de fosfato • Na Bacia Amazonas Sul, próximo a Itaituba, existentes no país, bem como a delineação de novos camadas fosfáticas foram configuradas na alvos potenciais para fosfato em todo território Formação Barreirinha, com teores obtidos de nacional, visando uma avaliação do potencial 8% a 24% P2O5; brasileiro e, por conseguinte, a ampliação das • Em Umburanas, foi delineada camada com reservas brasileiras de fosfato. Por sua vez, o Projeto mineralização de fosfato com extensão de Potássio Brasil visa ampliar o conhecimento sobre a cerca de 8 km, com teores em rocha variando potencialidade para depósitos de potássio, haja visto de 1% a 21,9% P2O5; que grande parte de seu território é caracterizado • Nos municípios de Lavras do Sul e Bagé (RS), por bacias sedimentares com potencial e evidência foram descobertos dois novos corpos alcalino- de depósitos evaporíticos. carbonatíticos, caracterizando um potencial Na primeira fase do projeto Fosfato (2009- associado a uma nova província geológica. 2010) foi dada ênfase aos estudos de reconhecimento Uma das áreas foi avaliada, até o momento, regional, que permitiram definir ambientes favoráveis com recurso indicado de 9,9 milhões de toneladas @ 5,03% P2O5 e recurso inferido à mineralização de fosfato em vários estados da de 20,6 milhões de toneladas @3,94%. Três federação, grande parte deles com intensa atividade novos corpos alcalino-carbonatíticos foram agropecuária. Esta fase possibilitou a definição de descobertos pela iniciativa privada após as importantes depósitos, ocorrências e alvos anômalos descobertas da CPRM; (Abram et al., 2011), que foram, em parte, objetos de • No Planalto da Serra/Araras (Abreu Filho et al., estudo na segunda fase da pesquisa (Abram et al., no 2011) foi destacada a mineralização de fosfato prelo). de Mirassol D´Oeste (MT). No alvo SW, um dos Na segunda fase (2010-2014), o projeto foi menores corpos mineralizados, já foi cubado desenvolvido a partir de alvos, preestabelecidos na um recurso de 400 milhões de toneladas com Fase I, com a realização de levantamentos geológicos teor médio 2,5% de hidroxiapatita. e prospectivos (prospecção geofísica aérea e Apesar desse notável avanço no nível de terrestre, prospecção geoquímica de sedimentos de conhecimento das principais áreas potenciais para corrente, concentrados de minerais pesados e solos). fosfato em território brasileiro, adquiridos por meio Ao longo desse tempo, o projeto Fosfato de investimentos realizados no âmbito do PAC I e II Brasil contribuiu substancialmente para o aumento (Fases I e II), ainda há muitos depósitos, ocorrências do conhecimento dos depósitos e ocorrências de e alvos a serem descobertos e muitos outros a fosfato no Brasil, que certamente resultarão em serem detalhados com a continuidade das pesquisas novas oportunidades exploratórias. Como resultados já iniciadas. Na fase III (2015-2018) estão sendo mais evidentes já se podem citar: priorizados os alvos que indicaram maior potencial, • A revisão no depósito de Miriri, na Bacia constatado por prévios estudos dos controles Paraíba, permitiu ampliar recursos da ordem geológicos, estruturais, geofísicos, geoquímicos, de 22 milhões de toneladas a 11% P2O5 para geocronológicos e isotópicos. Não serão prioridades 33 milhões de toneladas a um teor médio neste momento o investimento em geologia de de 8,9% P2O5. Dezenove novos alvos foram detalhe e levantamentos geoquímicos sistemáticos delimitados por sedimentos de corrente. 17 Informe de Recursos Minerais Figura 8 – Localização das principais bacias sedimentares brasileiras com base no grau de conhecimento. (Classificação segundo a Agência Nacional do Petróleo) por bacias hidrográficas ou em malhas regulares, das seções sísmicas na tentativa de avançar acompanhados de perfis geofísicos terrestres e no conhecimento do arcabouço estratigráfico/ estudos mineralógicos e isotópicos específicos. estrutural das bacias e identificação dos possíveis O Projeto Potássio está ainda em sua fase horizontes potássicos, além do tratamento e inicial, encontrando-se no estágio de levantamento interpretação de elevado volume de dados geofísicos bibliográfico sobre o nível de conhecimento das (sísmicos, gamaespectrométricos, magnetométricos, bacias sedimentares com maior favorabilidade gravimétricos, magnetotelúricos). Grande parte para conter formações hospedeiras de unidades desse volumoso acervo está sob a guarda da Agência evaporíticas e aguardando acervo de dados geofísicos Nacional do Petróleo (ANP), do Observatório e de poços em poder do BDEP/ANP. Ao todo foram Nacional (ON) e da Petrobrás (Figura 9). pré-selecionadas oito bacias, todas elas emersas, O desafio do Projeto Potássio se apresenta, sendo três delas já em fase de estudo, dentro de um portanto, em diversas frentes: conjunto amplo de bacias sedimentares existentes (a) a necessidade de descobrir áreas com gran- no Brasil (emersas e submersas) e apresentando de potencial para hospedar mineralizações diferentes graus de conhecimento (Figura 8). de potássio e assim ampliar as reservas e Nesta fase inicial (Fases I e II) serão realizados a produção de fertilizantes, diminuindo os levantamento de informações geológicas, análise e níveis de importação e dependência exter- interpretação das propriedades dos perfis elétricos na; dos poços, descrição dos testemunhos e amostras de calha disponíveis de sondagem exploratória e dos níveis evaporíticos, definição de modelos tectono- sedimentares para os evaporitos e interpretação 18 Diretrizes para Avaliação dos Minerais Estratégicos: Fosfato, Potássio, Terras Raras e Lítio Figura 9 – Localização das seções sísmicas e poços existentes no acervo da base de dados da ANP. 19 Informe de Recursos Minerais (b) a necessidade de se investigar amplas áre- Dentro do conceito estratégico, em especial as do território nacional, cuja boa parte para o setor agropecuário e de fertilizantes, os das bacias sedimentares está ainda mui- objetivos propostos na fase III (PAC III) mantém as to pouco estudada em nível de detalhe prioridades para determinação e valoração dos (mapeamento, estratigrafia, evolução), ou alvos estudados para possível pesquisa exploratória. não se dispõe de dados provenientes de Destacam-se algumas das principais bacias ferramentas analíticas modernas (geofísi- sedimentares do país e de províncias alcalino- ca terrestre de alta resolução, estratigrafia carbonatíticas conhecidas, sendo que futuramente química); e outras áreas poderão vir a ser selecionadas para (c) a necessidade de manipulação de elevado continuidade dos trabalhos em curso. Além disso, volume de dados sísmicos de reflexão (tra- investimentos adicionais futuros poderão se tornar tamento/interpretação), de perfilagem necessários em caso de avaliação mais aprofundada elétrica dos poços objetos de sondagem das áreas selecionadas, por exemplo, com e revisão/descrição de grande acervo de levantamentos prospectivos de detalhe e realização testemunhos existentes, visando a identi- de sondagens (furos estratigráficos), onde poderiam ficação de níveis evaporíticos e seu enca- estar inseridos geofísica terrestre, geoquímica e minhamento para análise química. mapeamento de detalhe. 20 Diretrizes para Avaliação dos Minerais Estratégicos: Fosfato, Potássio, Terras Raras e Lítio 3 — AMPLIAÇÃO DAS OPORTUNIDADES EXPLORATÓRIAS: MINERAIS TECNOLÓGICOS E OS PROJETOS DE AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE TERRAS RARAS E LÍTIO NO BRASIL O projeto Avaliação do Potencial de Terras remoto (fotos aéreas e imagens de satélites), além Raras no Brasil (2011-2015) realizou o levantamento do tratamento de dados geoquímicos e geofísicos. dos depósitos e ocorrências com potencial econômico De modo a apoiar as diretrizes metodológicas, para exploração de terras raras no Brasil. O objetivo foram criados grupos de trabalho que atuaram foi tornar acessível à comunidade acadêmica, e aos de forma sincronizada e integrada, abordando empresários do setor mineral, um produto com questões da geologia geral da região, com ênfase o potencial de Terras Raras no Brasil, onde estão nos aspectos relevantes para as mineralizações de reunidos os principais conceitos sobre os Elementos lítio (controles geológicos, estruturais, metamórficos Terras Raras, bem como os depósitos e ocorrências e estratigráficos), e grupos voltados para os estudos mais importantes do território brasileiro. geofísicos e espectrais. Este trabalho se baseou num extenso O grupo da geologia esteve responsável levantamento bibliográfico de projetos de pesquisa pela produção de mapa geológico/estrutural de realizados no Brasil pelos diferentes órgãos compilação, inlcuindo também o mapeamento governamentais e do setor privado. Nas décadas geológico de algumas áreas visando à resolução 1980 e 1990, a CPRM executou alguns projetos de de problemas cartográficos relevantes no âmbito pesquisas voltados para Terras Raras, tais como das mineralizações de lítio. Esta atividade contou Morro dos Seis Lagos (AM), Serra do Repartimento também com o estudo petrográfico e litogeoquímico (RR) e Costa Marques (RO). Como resultado, a dos granitos hospedeiros da mineralização e, pesquisa apresenta áreas com maior potencialidade ainda, o estudo das paragêneses metamórficas para exploração de Terras Raras e também uma breve dos metassedimentos encaixantes dos pegmatitos análise de cenários futuros para este commodity. mineralizados, com o objetivo principal de se O projeto Avaliação do Potencial de Lítio identificar domínios graníticos férteis. A cronologia no Brasil ainda não teve finalizada sua primeira do posicionamento dos granitos especializados fase (2012-2016), que corresponde a um estudo relativamente à tectônica registrada nas rochas detalhado da região do médio rio Jequitinhonha, que encaixantes constitui fator relevante (Cerný, 1991), representa parte da Província Pegmatítica Oriental visto que a maioria dos pegmatitos LCT (Lítio-Césio- do Brasil, no nordeste de Minas Gerais, principal área Tântalo) são sintectônicos tardios a pós-tectônicos produtora e detentora das reservas de lítio do Brasil. precoces (modelo exploratório). Além disso, será apresentado um levantamento O grupo de trabalho voltado diretamente às bibliográfico de outras áreas com ocorrências de mineralizações de lítio teve como tarefa primordial minerais de lítio no país, mostrando um estado da o estudo dos principais jazimentos e ocorrências arte de áreas com potencial geológico similar. As de lítio, e de suas rochas encaixantes, envolvendo áreas abordadas são a Província Pegmatítica da a amostragem de minerais dos pegmatitos e de Borborema, nos estados do Rio Grande do Norte e solos para estudos espectrais. A descrição desses Paraíba, a Subprovíncia de Solonópole, no Ceará, a jazimentos e ocorrências de lítio (e de suas rochas região leste de Minas Gerais, a região de São João encaixantes) visa possibilitar o conhecimento e a Del Rei, no sul de Minas Gerais, o noroeste do Rio espacialização dos aspectos descritivos e genéticos de Janeiro e sudeste de Minas Gerais, a região de das mineralizações e das diferentes tipologias de Itambé, no sul da Bahia, e a região no sul do estado minério e de seu valor econômico aparente, bem de Tocantins. como determinar a relação dos corpos pegmatíticos Durante as atividades do projeto houve um mineralizados com as rochas encaixantes. Estudos uso intensivo de ferramentas de sensoriamento de química mineral dos pegmatitos constituíram 21 Informe de Recursos Minerais também importantes ferramentas prospectivas em A política voltada para o estudo sistemático pesquisas deste tipo de mineralização. das mineralizações de fosfato, terras raras, lítio, e O grupo de trabalho voltado aos estudos agora de potássio, mostra o comprometimento do geofísicos utilizou os dados de aerolevantamentos Serviço Geológico do Brasil - CPRM na execução gamaespectrométricos (canais Contagem das políticas governamentais, proporcionando um Total, Potássio, Urânio e Tório, e suas razões) e aumento no conhecimento geológico em trabalhos magnetométricos (Campo Magnético Total e seus temáticos, de caráter estratégico, contribuindo assim produtos derivados: Sinal Analítico, Derivadas de para o desenvolvimento nacional, subsidiando a Primeira e Segunda Ordem, etc.) com o objetivo de formulação de políticas públicas para as tomadas de atender principalmente a duas importantes vertentes decisão de investimento no setor mineral. relativas ao escopo do projeto: a) contribuir com a cartografia geológica, aperfeiçoando a delimitação das áreas de ocorrência dos granitoides hospedeiros e das unidades metassedimentares encaixantes; b) avaliar, com base nas ocorrências conhecidas de pegmatitos, a possibilidade de se discriminar zonas de alteração hidrotermal nas rochas hospedeiras. O grupo de trabalho voltado aos estudos espectrais se dedicou em laboratório à medição da reflectância das amostras coletadas no campo e ao rastreamento, em imagens Aster, de assinaturas específicas que pudessem indicar a presença de corpos pegmatíticos mineralizados a lítio no terreno. 22 Diretrizes para Avaliação dos Minerais Estratégicos: Fosfato, Potássio, Terras Raras e Lítio 4 — REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABRAM, M.B.; PORTO, C.G.; BAHIENSE, I.C.; BRITO, LIMA, I.B., LEAL FILHO, W. (eds). Rare Earths Industry R.S.C. (orgs). Projeto Fosfato Brasil - Parte 1. 2011. – Technological, Economic and Environmental CPRM, Salvador. Implications. Elsevier, 424 p. 2015. ABREU FILHO, W.; BORGES, F.R.; ABRAM, M.B. (orgs). ORRIS, G. J.; GRAUCH, R. I. Rare earth element mines, Projeto Fosfato Brasil – Estado de Mato Grosso: áreas deposits, and occurrences: open-file report 02- Araras/Serra do Caeté e Planalto da Serra. Informe 189. Washington, DC: U.S. Geological Survey, 2002. de Recursos Minerais, Série Insumos Minerais para a Disponível em: . Acesso em: 7 ago. 2013. ANDA/SIACESP. Associação Nacional para Difusão de RIBEIRO, C.C. Geologia, geometalurgia, controles e Adubos. Anuário estatístico do setor de fertilizantes, gênese dos depósitos de fósforo, terras raras e titânio São Paulo, 2013. do complexo carbonatítico Catalão I, GO. 2008. 408 f. Tese (Doutorado em Geociências)- Curso de Pós- CERNY, P. Rare-element granitic pegmatites, Part II. graduação em Geologia, Instituto de Geociências, Regional to global environments and petrogenesis. Universidade de Brasília, Brasília, 2008. Geoscience Canada, [S.L.], v.18, n.2, p.68-81. [S.N.] 1991. ROCIO, M. A. R.; SILVA, M. M.; CARVALHO, P. S. L; CARDOSO, J. G. R. Terras-raras: situação atual e DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL. perspectivas. BNDES Setorial, n. 35, p. 369-420, Sumário mineral: lítio. 2014. Disponível em: . Acesso em: 22 Galerias/Arquivos/conhecimento/bnset/set3511. dez. 2015. pdf>. Acesso em: 7 ago. 2013. DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO U.S. GEOLOGICAL SURVEY, 2015. Mineral Commodity MINERAL. Sumário mineral: terras-raras. 2013. Summaries. Lithium. January 2015, p. 100-101. Disponível em: . Acesso em: 23 jul. 2014. EMPRESA DE DESENVOLVIMENTO EM MINERAÇÃO - EDEM. Projeto Morro do Ferro Poços de Caldas. Goiânia, [2014]. Disponível em: . Acesso em: 18 mar. 2014. HOATSON, D. M.; JAIRETH, S.; MIEZITIS, Y. The major rare-earth-element deposits of Australia: geological setting, exploration, and resources. Australia: Geoscience Australia, 2011. 204 p. LAPIDO- LOUREIRO, F. E. V. Terras raras no Brasil: depósitos, recursos identificados e reservas. Rio de Janeiro: CETEM/MCTI, 1994. 189 p. 23 Informe de Recursos Minerais 24 Diretrizes para Avaliação dos Minerais Estratégicos: Fosfato, Potássio, Terras Raras e Lítio LISTAGEM DOS INFORMES DE RECURSOS MINERAIS 25 Informe de Recursos Minerais 26 Diretrizes para Avaliação dos Minerais Estratégicos: Fosfato, Potássio, Terras Raras e Lítio SÉRIE METAIS DO GRUPO DA PLATINA E ASSOCIADOS Nº 01 - Mapa de Caracterização das Áreas de Trabalho (Escala 1:7.000.000), 1996. Nº 02 - Mapa Geológico Preliminar da Serra do Colorado - Rondônia e Síntese Geológico-Metalogenética, 1997. Nº 03 - Mapa Geológico Preliminar da Serra Céu Azul - Rondônia, Prospecção Geoquímica e Síntese Geológico- Metalogenética, 1997. Nº 04 - Síntese Geológica e Prospecção por Concentrados de Bateia nos Complexos Canabrava e Barro Alto - Goiás, 1997. Nº 05 - Síntese Geológica e Prospecção Geoquímica/Aluvionar da Área Migrantinópolis - Rondônia, 2000. Nº 06 - Geologia e Prospecção Geoquímica/Aluvionar da Área Corumbiara/Chupinguaia - Rondônia, 2000 Nº 07 - Síntese Geológica e Prospecção Geoquímica/Aluvionar da Área Serra Azul - Rondônia, 2000. Nº 08 - Geologia e Resultados Prospectivos da Área Rio Branco/Alta Floresta - Rondônia, 2000. Nº 09 - Geologia e Resultados Prospectivos da Área Santa Luzia - Rondônia, 2000. Nº 10 - Geologia e Resultados Prospectivos da Área Nova Brasilândia - Rondônia, 2000. Nº 11 - Síntese Geológica e Prospecção Geoquímica da Área Rio Madeirinha - Mato Grosso, 2000. Nº 12 - Síntese Geológica e Prospectiva das Áreas Pedra Preta e Cotingo - Roraima, 2000. Nº 13 - Geologia e Resultados Prospectivos da Área Santa Bárbara - Goiás, 2000. Nº 14 - Geologia e Resultados Prospectivos da Área Barra da Gameleira - Tocantins, 2000. Nº 15 - Geologia e Resultados Prospectivos da Área Córrego Seco - Goiás, 2000. Nº 16 - Síntese Geológica e Resultados Prospectivos da Área São Miguel do Guaporé - Rondônia, 2000. Nº 17 - Geologia e Resultados Prospectivos da Área Cana Brava - Goiás, 2000. Nº 18 - Geologia e Resultados Prospectivos da Área Cacoal - Rondônia, 2000. Nº 19 - Geologia e Resultados Prospectivos das Áreas Morro do Leme e Morro Sem Boné - Mato Grosso, 2000. Nº 20 - Geologia e Resultados Prospectivos das Áreas Serra dos Pacaás Novos e Rio Cautário - Rondônia, 2000. Nº 21 - Aspectos Geológicos, Geoquímicos e Potencialidade em Depósitos de Ni-Cu-EGP do Magmatismo da Baciado Paraná - 2000. Nº 22 - Geologia e Resultados Prospectivos da Área Tabuleta - Mato Grosso, 2000. Nº 23 - Geologia e Resultados Prospectivos da Área Rio Alegre - Mato Grosso, 2000. Nº 24 - Geologia e Resultados Prospectivos da Área Figueira Branca/Indiavaí - Mato Grosso, 2000. Nº 25 - Síntese Geológica e Prospecção Geoquímica/Aluvionar das Áreas Jaburu, Caracaraí, Alto Tacutu e Amajari - Roraima, 2000. Nº 26 - Prospecção Geológica e Geoquímica no Corpo Máfico-Ultramáfico da Serra da Onça - Pará, 2001. Nº 27 - Prospecção Geológica e Geoquímica nos Corpos Máfico-Ultramáficos da Suíte Intrusiva Cateté - Pará, 2001. Nº 28 - Aspectos geológicos, Geoquímicos e Metalogenéticos do Magmatismo Básico/Ultrabásico do Estado de Rondônia e Área Adjacente, 2001. Nº 29 - Geological, Geochemical and Potentiality Aspects of Ni-Cu-PGE Deposits of the Paraná Basin Magmatism, 2001. Nº 30 - Síntese Geológica e Prospecção Geoquímica da Área Barro Alto – Goiás, 2010. SÉRIE MAPAS TEMÁTICOS DE OURO - ESCALA 1:250.000 Nº 01 - Área GO-09 Aurilândia/Anicuns - Goiás, 1995. Nº 02 - Área RS-01 Lavras do Sul/Caçapava do Sul - Rio Grande do Sul, 1995. Nº 03 - Área RO-01 Presidente Médici - Rondônia, 1996. Nº 04 - Área SP-01 Vale do Ribeira - São Paulo, 1996. Nº 05 - Área PA-15 Inajá - Pará, 1996. Nº 06 - Área GO-05 Luziânia - Goiás, 1997. Nº 07 - Área PA-01 Paru - Pará, 1997. Nº 08 - Área AP-05 Serra do Navio/Cupixi - Amapá, 1997. Nº 09 - Área BA-15 Cariparé - Bahia, 1997. Nº 10 - Área GO-01 Crixás/Pilar - Goiás, 1997. Nº 11 - Área GO-02 Porangatu/Mara Rosa - Goiás, 1997 Nº 12 - Área GO-03 Niquelândia - Goiás, 1997. 27 Informe de Recursos Minerais Nº 13 - Área MT-01 Peixoto de Azevedo/Vila Guarita - Mato Grosso, 1997. Nº 14 - Área MT-06 Ilha 24 de Maio - Mato Grosso, 1997. Nº 15 - Área MT-08 São João da Barra - Mato Grosso/Pará, 1997. Nº 16 - Área RO-02 Jenipapo/Serra Sem Calça - Rondônia, 1997. Nº 17 - Área RO-06 Guaporé/Madeira - Rondônia, 1997. Nº 18 - Área RO-07 Rio Madeira - Rondônia, 1997. Nº 19 - Área RR-01 Uraricaá - Roraima, 1997. Nº 20 - Área AP-03 Alto Jari - Amapá/Pará, 1997. Nº 21 - Área CE-02 Várzea Alegre/Lavras da Mangabeira/Encanto - Ceará, 1997. Nº 22 - Área GO-08 Arenópolis/Amorinópolis - Goiás, 1997. Nº 23 - Área PA-07 Serra Pelada - Pará, 1997. Nº 24 - Área SC-01 Botuverá/Brusque/Gaspar - Santa Catarina, 1997. Nº 25 - Área AP-01 Cassiporé - Amapá, 1997. Nº 26 - Área BA-04 Jacobina Sul - Bahia, 1997. Nº 27 - Área PA-03 Cuiapucu/Carará - Pará/Amapá, 1997. Nº 28 - Área PA-10 Serra dos Carajás - Pará, 1997. Nº 29 - Área AP-04 Tumucumaque - Pará, 1997. Nº 30 - Área PA-11 Xinguara - Pará, 1997. Nº 31 - Área PB-01 Cachoeira de Minas/Itajubatiba/Itapetim - Paraíba/Pernambuco, 1997. Nº 32 - Área AP-02 Tartarugalzinho - Amapá, 1997. Nº 33 - Área AP-06 Vila Nova/Iratapuru - Amapá, 1997. Nº 34 - Área PA-02 Ipitinga - Pará/Amapá, 1997. Nº 35 - Área PA-17 Caracol - Pará, 1997. Nº 36 - Área PA-18 Vila Riozinho - Pará, 1997. Nº 37 - Área PA-19 Rio Novo - Pará, 1997. Nº 38 - Área PA-08 São Félix - Pará, 1997. Nº 39 - Área PA-21 Marupá - Pará, 1998. Nº 40 - Área PA-04 Três Palmeiras/Volta Grande - Pará, 1998. Nº 41 - Área TO-01 Almas/Natividade - Tocantins, 1998. Nº 42 - Área RN-01 São Fernando/Ponta da Serra/São Francisco - Rio Grande do Norte/Paraíba, 1998. Nº 43 - Área GO-06 Cavalcante - Goiás/Tocantins, 1998. Nº 44 - Área MT-02 Alta Floresta - Mato Grosso/Pará, 1998. Nº 45 - Área MT-03 Serra de São Vicente - Mato Grosso, 1998. Nº 46 - Área AM-04 Rio Traíra - Amazonas, 1998. Nº 47 - Área GO-10 Pirenópolis/Jaraguá - Goiás, 1998. Nº 48 - Área CE-01 Reriutaba/Ipu - Ceará, 1998. Nº 49 - Área PA-06 Manelão - Pará, 1998. Nº 50 - Área PA-20 Jacareacanga - Pará/Amazonas, 1998. Nº 51 - Área MG-07 Paracatu - Minas Gerais, 1998. Nº 52 - Área RO-05 Colorado - Rondônia/Mato Grosso, 1998. Nº 53 - Área TO-02 Brejinho de Nazaré - Tocantins, 1998. Nº 54 - Área RO-04 Porto Esperança - Rondônia, 1998. Nº 55 - Área RO-03 Parecis - Rondônia, 1998. Nº 56 - Área RR-03 Uraricoera - Roraima, 1998. Nº 57 - Área GO-04 Goiás - Goiás, 1998. Nº 58 - Área MA-01 Belt do Gurupi - Maranhão/Pará, 1998. Nº 59 - Área MA-02 Aurizona/Carutapera - Maranhão/Pará, 1998. Nº 60 - Área PE-01 Serrita - Pernambuco, 1998. Nº 61 - Área PR-01 Curitiba/Morretes - Paraná, 1998. Nº 62 - Área MG-01 Pitangui - Minas Gerais, 1998. Nº 63 - Área PA-12 Rio Fresco - Pará, 1998. Nº 64 - Área PA-13 Madalena - Pará, 1998. Nº 65 - Área AM-01 Parauari - Amazonas/Pará, 1999. Nº 66 - Área BA-01 Itapicuru Norte - Bahia, 1999. Nº 67 - Área RR-04 Quino Maú - Roraima, 1999. 28 Diretrizes para Avaliação dos Minerais Estratégicos: Fosfato, Potássio, Terras Raras e Lítio Nº 68 - Área RR-05 Apiaú - Roraima, 1999. Nº 69 - Área AM 05 Gavião/Dez Dias - Amazonas, 1999. Nº 70 - Área MT-07 Araés/Nova Xavantina - Mato Grosso, 2000. Nº 71 - Área AM-02 Cauaburi - Amazonas, 2000. Nº 72 - Área RR-02 Mucajaí - Roraima, 2000. Nº 73 - Área RR-06 Rio Amajari - Roraima, 2000. Nº 74 - Área BA-03 Jacobina Norte - Bahia, 2000. Nº 75 - Área MG-04 Serro - Minas Gerais, 2000. Nº 76 - Área BA-02 Itapicuru Sul - Bahia, 2000. Nº 77 - Área MG-03 Conselheiro Lafaiete - Minas Gerais, 2000. Nº 78 - Área MG-05 Itabira - Minas Gerais, 2000. Nº 79 - Área MG-09 Riacho dos Machados - Minas Gerais, 2000. Nº 80 - Área BA-14 Correntina - Bahia, 2000. Nº 81 - Área BA-12 Boquira Sul - Bahia, 2000 Nº 82 - Área BA-13 Gentio do Ouro - Bahia, 2000. Nº 83 - Área BA-08 Rio de Contas/Ibitiara Sul - Bahia, 2000. Nº 84 - Área MT-05 Cuiabá/Poconé - Mato Grosso, 2000. Nº 85 - Área MT-04 Jauru/Barra dos Bugres - Mato Grosso, 2000. SÉRIE OURO - INFORMES GERAIS Nº 01 - Mapa de Reservas e Produção de Ouro no Brasil (Escala 1:7.000.000), 1996. Nº 02 - Programa Nacional de Prospecção de Ouro - Natureza e Métodos, 1998. Nº 03 - Mapa de Reservas e Produção de Ouro no Brasil (Escala 1:7.000.000), 1998. Nº 04 - Gold Prospecting National Program - Subject and Methodology, 1998. Nº 05 - Mineralizações Auríferas da Região de Cachoeira de Minas – Municípios de Manaíra e Princesa Isabel - Paraíba, 1998. Nº 06 - Mapa de Reservas e Produção de Ouro no Brasil (Escala 1:7.000.000), 2000. Nº 07 - Resultados da Prospecção para Ouro na Área RS-01 - Lavras do Sul/Caçapava do Sul, Subárea Minas do Camaquã - Rio Grande do Sul, 2000. Nº 08 - Resultados da Prospecção para Ouro na Área RS-01 - Lavras do Sul/Caçapava do Sul, Subárea Ibaré – Rio Grande do Sul, 2000. Nº 09 - Resultados da Prospecção para Ouro na Área RS-01 - Lavras do Sul/Caçapava do Sul, Subárea Caçapava doSul - Rio Grande do Sul, 2000. Nº 10 - Resultados da Prospecção para Ouro na Área RS-01 - Lavras do Sul/Caçapava do Sul, Subárea Passo do Salsinho - Rio Grande do Sul, 2000. Nº 11 - Resultados da Prospecção para Ouro na Área RS-01 - Lavras do Sul/Caçapava do Sul, Subárea Marmeleiro - Rio Grande do Sul, 2000. Nº 12 - Map of Gold Production and Reserves of Brazil (1:7.000.000 Scale), 2000 Nº 13 - Resultados da Prospecção para Ouro na Área RS-01 - Lavras do Sul/Caçapava do Sul, Subárea Cambaizinho - Rio Grande do Sul, 2001. Nº 14 - Resultados da Prospecção para Ouro na Área RS-01 - Lavras do Sul/Caçapava do Sul, Subárea Passo do Ivo - Rio Grande do Sul, 2001. Nº 15 - Resultados da Prospecção para Ouro na Área RS-01 - Lavras do Sul/Caçapava do Sul, Subárea Batovi – Rio Grande do Sul, 2001. Nº 16 - Projeto Metalogenia da Província Aurífera Juruena-Teles Pires, Mato Grosso – Goiânia, 2008. Nº 17 - Metalogenia do Distrito Aurífero do Rio Juma, Nova Aripuanã, Manaus, 2010. SÉRIE INSUMOS MINERAIS PARA AGRICULTURA Nº 01 - Mapa Síntese do Setor de Fertilizantes Minerais (NPK) no Brasil (Escala 1:7.000.000), 1997. Nº 02 - Fosfato da Serra da Bodoquena - Mato Grosso do Sul, 2000. Nº 03 - Estudo do Mercado de Calcário para Fins Agrícolas no Estado de Pernambuco, 2000. Nº 04 - Mapa de Insumos Minerais para Agricultura e Áreas Potenciais nos Estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte, 2001. 29 Informe de Recursos Minerais Nº 05 - Estudo dos Níveis de Necessidade de Calcário nos Estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte, 2001. Nº 06 - Síntese das Necessidades de Calcário para os Solos dos Estados da Bahia e Sergipe, 2001. Nº 07 - Mapa de Insumos Minerais para Agricultura e Áreas Potenciais de Rondônia, 2001. Nº 08 - Mapas de Insumos Minerais para Agricultura nos Estados de Amazonas e Roraima, 2001. Nº 09 - Mapa-Síntese de Jazimentos Minerais Carbonatados dos Estados da Bahia e Sergipe, 2001. Nº 10 - Insumos Minerais para Agricultura e Áreas Potenciais nos Estados do Pará e Amapá, 2001. Nº 11 - Síntese dos Jazimentos, Áreas Potenciais e Mercado de Insumos Minerais para Agricultura no Estado da Bahia, 2001. Nº 12 - Avaliação de Rochas Calcárias e Fosfatadas para Insumos Agrícolas do Estado de Mato Grosso, 2008. Nº 13 - Projeto Fosfato Brasil – Parte I, 2011. Nº 14 - Projeto Fosfato Brasil – Estado de Mato Grosso – Áreas Araras/Serra do Caeté e Planalto da Serra, 2011. Nº 15 - Projeto Mineralizações Associadas à Plataforma Bambuí no Sudeste do Estado do Tocantins (TO) – Goiânia, 2012. Nº 16 – Rochas Carbonáticas do Estado de Rondônia, Porto Velho, 2015. SÉRIE PEDRAS PRECIOSAS Nº 01 - Mapa Gemológico da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, 1997. Nº 02 - Mapa Gemológico da Região Lajeado/Soledade/Salto do Jacuí - Rio Grande do Sul, 1998 Nº 03 - Mapa Gemológico da Região de Ametista do Sul - Rio Grande do Sul, 1998. Nº 04 - Recursos Gemológicos dos Estados do Piauí e Maranhão, 1998. Nº 05 - Mapa Gemológico do Estado do Rio Grande do Sul, 2000. Nº 06 - Mapa Gemológico do Estado de Santa Catarina, 2000. Nº 07 - Aspectos da Geologia dos Pólos Diamantíferos de Rondônia e Mato Grosso – O Fórum de Juína – Projeto Diamante, Goiânia, 2010. Nº 08 - Projeto Avaliação dos Depósitos de Opalas de Pedro II – Estado do Piauí, Teresina, 2015. Nº 09 - Aluviões Diamantíferos da Foz dos Rios Jequitinhonha e Pardo - Fase I – Estado da Bahia, Salvador, 2015. SÉRIE OPORTUNIDADES MINERAIS – EXAME ATUALIZADO DE PROJETO Nº 01 - Níquel de Santa Fé - Estado de Goiás, 2000. Nº 02 - Níquel do Morro do Engenho - Estado de Goiás, 2000. Nº 03 - Cobre de Bom Jardim - Estado de Goiás, 2000. Nº 04 - Ouro no Vale do Ribeira - Estado de São Paulo, 1996. Nº 05 - Chumbo de Nova Redenção - Estado da Bahia, 2001. Nº 06 - Turfa de Caçapava - Estado de São Paulo, 1996. Nº 08 - Ouro de Natividade - Estado do Tocantins, 2000. Nº 09 - Gipsita do Rio Cupari - Estado do Pará, 2001. Nº 10 - Zinco, Chumbo e Cobre de Palmeirópolis - Estado de Tocantins, 2000. Nº 11 - Fosfato de Miriri - Estados de Pernambuco e Paraíba, 2001. Nº 12 - Turfa da Região de Itapuã - Estado do Rio Grande do Sul, 1998. Nº 13 - Turfa de Águas Claras - Estado do Rio Grande do Sul, 1998. Nº 14 - Turfa nos Estados de Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte, 2001. Nº 15 - Nióbio de Uaupés - Estado do Amazonas, 1997. Nº 16 - Diamante do Rio Maú - Estado da Roraima, 1997. Nº 18 - Turfa de Santo Amaro das Brotas - Estado de Sergipe, 1997. Nº 19 - Diamante de Santo Inácio - Estado da Bahia, 2001. Nº 21 - Carvão nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, 1997. Nº 22 - Coal in the States of Rio Grande do Sul and Santa Catarina, 2000. Nº 23 - Kaolin Exploration in the Capim River Region - State of Pará - Executive Summary, 2000. Nº 24 - Turfa de São José dos Campos - Estado de São Paulo, 2002. Nº 25 - Lead in Nova Redenção - Bahia State, Brazil, 2001. 30 Diretrizes para Avaliação dos Minerais Estratégicos: Fosfato, Potássio, Terras Raras e Lítio SÉRIE DIVERSOS Nº 01 - Informe de Recursos Minerais - Diretrizes e Especificações - Rio de Janeiro, 1997. Nº 02 - Argilas Nobres e Zeolitas na Bacia do Parnaíba - Belém, 1997. Nº 03 - Rochas Ornamentais de Pernambuco - Folha Belém do São Francisco - Escala 1:250.000 - Recife, 2000. Nº 04 - Substâncias Minerais para Construção Civil na Região Metropolitana de Salvador e Adjacências - Salvador, 2001. SÉRIE RECURSOS MINERAIS MARINHOS Nº 01 – Potencialidade dos Granulados Marinhos da Plataforma Continental Leste do Ceará – Recife, 2007. SÉRIE ROCHAS E MINERAIS INDUSTRIAIS Nº 01 – Projeto Materiais de Construção na Área Manacapuru-Iranduba-Manaus-Careiro (Domínio Baixo Solimões) – Manaus, 2007. Nº 02 – Materiais de Construção Civil na região Metropolitana de Salvador – Salvador, 2008. Nº 03 – Projeto Materiais de Construção no Domínio Médio Amazonas – Manaus, 2008. Nº 04 – Projeto Rochas Ornamentais de Roraima – Manaus, 2009. Nº 05 – Projeto Argilas da Bacia Pimenta Bueno – Porto Velho, 2010. Nº 06 – Projeto Quartzo Industrial Dueré-Cristalândia – Goiânia, 2010. Nº 07 – Materiais de Construção Civil na região Metropolitana de Aracaju – Salvador, 2011. Nº 08 – Rochas Ornamentais no Noroeste do Estado do Espírito Santo – Rio de Janeiro, 2012. Nº 09 – Projeto Insumos Minerais para a Construção Civil na Região Metropolitana do Recife – Recife, 2012. Nº 10 – Materiais de Construção Civil da Folha Porto Velho – Porto Velho, 2013. Nº 11 – Polo Cerâmico de Santa Gertrudes – São Paulo, 2014. Nº 12 – Projeto Materiais de Construção Civil na Região Metropolitana de Natal – Recife, 2015. Nº 13 – Materiais de Construção Civil para Vitória da Conquista, Itabuna-Ilhéus e Feira de Santana – Salvador, 2015. Nº 14 – Projeto Materiais de Construção da Região de Marabá e Eldorado dos Carajás – Belém, 2015. Nº 15 – Panorama do Setor de Rochas Ornamentais do Estado de Rondônia – Porto Velho, 2015 Nº 16 – Projeto Materiais de Construção da Região Metropolitana de Goiânia – Goiânia, 2015 SÉRIE METAIS - INFORMES GERAIS Nº 01 – Projeto BANEO – Bacia do Camaquã – Metalogenia das Bacias Neoproterozóico-eopaleozóicas do Sul do Brasil, Porto Alegre, 2008 Nº 02 – Mapeamento Geoquímico do Quadrilátero Ferrífero e seu Entorno - MG – Rio de Janeiro, 2014. Nº 03 – Projeto BANEO – Bacias do Itajaí, de Campo Alegre e Corupá – Metalogenia das Bacias Neoproterozoico- eopaleozoicas do Sul do Brasil, Porto Alegre, 2015 SÉRIE PROVÍNCIAS MINERAIS DO BRASIL Nº 01 – Áreas de Relevante Interesse Mineral - ARIM, Brasília, 2015 Nº 02 - Metalogenia das Províncias Minerais do Brasil: Área Tróia-Pedra Branca, Estado do Ceará, Fortaleza, 2015 Nº 03 - Metalogenia das Províncias Minerais do Brasil: Área Sudeste do Tapajós, Estado do Pará, Brasília, 2015 SÉRIE MINERAIS ESTRATÉGICOS Nº 01 – Diretrizes para Avaliação dos Minerais Estratégicos: Fosfato, Potássio, Terras Raras e Lítio, 2015 31