') '3 ') ./ 'a 1. / a SERVIÇOGEOLÓGICOD O BRASIL-9PRM t. i'"' $'< !Üll AGÊNCIÁBRASILEIRA DE COOPERAÇÃO - ABC ') FONDO ARGENTINO DE COOPERACIÓN HORIZONTAL - FOAR BTBLIO'l' [CA / ') SERVICIO GEOLÓGICO Y MINERO ARGENTINO - SEGEMAR ') ') '1 l () @ a '3 n PROJETO MAPEAMENTOGEOLÓGICOEDE ') RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE FRONTEIRA '3 (Subprojeto S056) '1 '1 FOLHAS ASUNCIÓN(SG.21) e CURITIBA(SG.22) l '] 3 '1 RELATÓRIOFINALDEPROJETO (1 (') r') :'"'l Salvador,fevereiro de 2011 '') '') ') '') Sumário ') 1. Apresentação... ''1 ') 1.1 Introdução. 2. Equipes e cronograma de atividades.. 6 '3 2.1 Equipes executoras.. 7 '3 r2.2 Atividades de mapeamento, treinam ento eintegração '3 '3 8 3. Geologia Regional ... ') '3 8 '3 4. Métodos empregados nas atividades de mapeamento e integração cle dados...... '3 9 5. Resultados alcançados .. '3 1 1 n 6. Avaliação do desenvolvimento do Prometo.. . '3 '3 12ANEXOS.. 12 ''3 Alas das reudoes '3 3 Erro1lndicador não definido. '3 ANEXOS... Erro1lndicador não definido 3 Realatóriosd e viagens 3 '3 '3 n '3 RESUMO \ \ l ) 3 a '3 ') '3 '') '') .') '3 '3 ') '3 ') '3 ') ') ''1 '3 '3 ') '1 n ') ''1 '1 '1 '') 1. Apresentação ) l ] l '3 ') 3 '3 '3 1.11ntrodução 3 '3 A transferência de tecnologias e conhecimentos do Brasil para os países vizinhos deu-se através de palestras e mini-cursos organizados nos encontros estabelecidos no cronograma de atividades do prometo. de Apoio de Curitiba. ...:=;:J'=}4çU.umism R: estão em zonas de fronteiras e dados geológicosnestasareas ) ) ) '3 '3 ') $:*:;El:EH l#E3H:\BbR11 '1 a '3 ') '3 ') '3 '3 ''x a América do Sul ''\ ') ') ') Campo Erê. 'x ''1 '3 ''1 Uy) ''3 ) ) 'b n 'x 'x s:=:; .islHTãiBBIS ãG '3 sugeridas entre as equipes de integração dos países envolvidos. 3 '3 2. Equipes e cronograma de atividades '3 '') 2.1 Equipes executoras ') Na execução das atividades deste prometo a CPRM e o SEGEMAR n disponibilizaram as seguintese quipes técnicas em tempo parcial : '1 '3 ') '3 '''\ ''x '') '3 ''1 ') ') '3 a '3 ') '1 '] '3 '\ 3 ''\ '3 2.2 Atividades de mapeamento, treinamento e integração ''\ as n Confomle estabelecido na programação do Prometo, foram realizadas a seguintes atividades de natureza operacional : AI.l - Levantamento geológico em área de fronteira (la etapa de quatro): Data: 15 - 29/06/2009 , Local: na #onteira Brasil-Argentina, Foz do lguaçú - Puerto lguazu. . AI.l - Levantamento geológico em área de fronteira (2a etapa de quatro): Data: 12 - 23/04/2010 . . Local: na fronteira Brasil-Argentina, Foz do lguaçú - Puerto ]guazu. AI.l - Levantamento geológico em área de üonteira (3a etapa de quatro): Hi H : := ;ã===:n,«,: Data: 2 - 15 /08/2010rasil.Argentina, Foz do lguaçú - Puerto lguazu. AI.2 - Reunir os responsáveis pela execução do prometo( coordenadores, chefes e integrantes das equipes), para supervisionar e avaliar as atividades executadas: Data: 30/1 1 - 4/12/2009 EEl:lU UX!X tn s uu;n? Data: 1'/09 a 3/09/2010, Local: em Porto Alegre, Brasil; AI.3 - Preparar mapas e relatório final do Prometo Data: 16 - 20/08/2010, Local: em Buenos Aires, Argentina; AI.3 - Preparar mapas e relatório final do Prometo: Data: 18 - 22/10/2010, Local: em Salvador, Brasil; A2.1 - Curso de capacitação sobre técnicas de mapeamento para técnicos juniores: Data: 17 - 21/11 /2008, Local: em Buenos Aire$ Ar sobra técnicas de mapeamento para técnicos juniores: Data: 25 - 30/05/2009, Local: em Porto Alegre, Brasil; A2.2 - Curso de Geodiversidade: Data: 27 - 31/07/2009 Local: em Buenos Abres, Argentma; :a .... plnhnrncão de sistemasd e informação geográfica e A2.3 - Curso de capacitaçao pa base de dados: Data: 26 - 30/04/2009, Local: em Salvador, Brasil; 3 ) ) ') n A2.3 - Curso de capacitação para elaboração de sistemas de informação geográfica e 'b base de dados: Data: 14 - 20/03/2010, '1 Local: em Buenos Abres, Argentina; 3 '3 ') 3. Geologia Regional '3 ') ') a n '1 sedimentos inconsolidados de idade paleógena a holocênica. 4. Métodos empregados nas atividades de mapeamento e integração de dados de recursos mmerals. Nova Laranjeiras, Fácies Capanema, Fácies Campo Fácies Campo Erê. '1 ) ) ') 3 Os critérios utilizados para a separaçãod as uúdades vulcânicas foram 3 3 3 derrames. ') '3 $ 5. Resultados alcançados detalhamento dos levantamentos regionais existentes em cada País. $ adquirir o domínio destasi mportantes tecnologias. m UIGl*bH Zl11:U envolvidos. Talvez a maior contribuição em termos de futuro para o desenvolvimento do Mapa Geológicoe de RecursosM ineraisd a Américad o Sul (l:IM) tenhas ido o 3 '1 ') n ') ') identinlcaçãod as unidades que se mostrou eülcaza té o presente, tendo por base: 1) a '3 idade da unidade, 2) a classe de rocha presente na unidade (se ígnea, metamórfica ou '= sedimentar) e 3) o tipo litológico dominante na unidade. '1 Este método foi expandido, a partir deste Prometo,p ara teste em atividades de ') mapeamentoe integração geológica em áreas de fronteira na Região Amazõmca em '1 desenvolvimento para o Mapa Geológico e de Recursos Minerais da América do Sul em ''1 conjunto com o Peru, Colâmbia, Guiada e Suriname. integração para uso nos mapas e SIGA. : !hUI.i GW:HB proletos de cada País envolvido. Sulamertcano '1 ') ''1 3 '1 6. Avaliação do desenvolvimento do Prometo ') n O prometoa lcançou seus objetivos. Houve transferência de tecnologias e grande foi o envolvimento das equipes Brasil e Argentina. '3 n '3 ') '1 '') n informações obtidas em campo- '') n Tanto os mapas como os SIGs das folhas SG.21 e SG.22 foram finalizados deforma a apresentar à comunidade usuária estas informações, agora integradas, ') padronizadase organizadas. ''b 3 '3 : H EiB; B :ilHUIHllEXBI '1 em questão. '3 'x n 3 A idéia do portal que possibilite a conexão com diversos bancos de dados, ganha 3 cadav ez mais força. A necessidaddee integraçãog eológicad o continenteé fatos '') preponderante para que não se meça esforços neste sentido. ') '3 3 a ') 3 ''b l ) ') n '1 '3 '1 l l ) ANEXOS Relatórios e Atas das atividades '1 ) n l Salvador, fevereiro de 2011 CPRM SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRAS]L AGÊNCIA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO- ABC FUNDO ARGENTWO DE COOPERAÇÃO HORIZONTAL - COAR PROJETO l\,ÍAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE FRONTEIRA- (Subprojeto 056) FOLHAS ASUNCIÓN(SG.21) e CURA'nBA(SG.22) RELATÓRIO DE VIAGEM por Vigente Sergio Costa Wilson Wildner Eduardo MoussalleG rissolia w*' Curitiba Setembro, 2009 l ') ''\ ') '') INTRODUCAO ') Este relatório apresenta e discute os dados obtidos no reconhecimento '1 da geologia e estratigranlad as folhas Asuncíón (SG.21) e Curitiba (SG.22) '1 (]/1'000.000), na fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai(Fig. 1), configurando a primeira etapa de campo da Ativídade l .l (Levantar geológica ') e tematicamente as áreas de fronteira para correlacionam e integrar os dados ') coletados por meio de missões integradas por especialistas) do Prometo '1 MapeamentoG eológico e de RecursosM inerais em Áreas de Fronteira '') (subprojeto 056), patrocinado pela Agência Brasileira de Cooperação- - ABC e pelo Fundo Argentino de Cooperação Horizontal -- FOAR, e executado pela '3 CPRM -- Serviço Geológico do Brasil e SEGEMAR Serviço Geológico e ') Mineiro Argentino. ') '3 'a BOGA r 8 ,/ COLOld81A 0' 0o ã,''' 20o /\ -É- """-- 30 / ''"'""-40o 7 [''.. 1200 km 744 mi t/''.. 60o 50o Figura l Curitiba (área delimitada em amarelo). 2 As folhas englobam parte da região sul do Brasil, sudeste do Paraguai e norte da Argentina e são limitadas pelas seguintes coordenadas geogránlcas: Folha Asunción: latitude 24o 00' - 28o 00'/ longitude 54o 00'- 60o 00'; Folha Curitiba: latitude 24o 00' - 28o0 0'/ longitude 48o0 0'- 54o0 0 A viagem, com duração de quinze dias, seguiu o cronograma abaixo 17 /08: viagem São Paulo(SP) -- Foz do lguaçu(PRh 18 /08: trabalho de campo de Foz do lguaçu (PR) -- Eldorado .(Argentina); 19/08: trabalho de campo de Eldorado (Argentina) -- San Pedro (Argentina); 20/08: trabalho de campo de San Pedra (Argentina) -- Bernardo de Irigoyen (A/Oentrnaalho ae campo(de Capanema (PR) -- Cascavel (PR) -- Foz do lguaçu (PR); 22/08: reuniões com a equipe em Foz do lguaçu(PR); . .. . 23/08: trabalho de campo de Foz do lguaçu (PR) -- Ciudad del Este (Paraguai) -- Santa Rata (: trabalho de campo de Foz do lguaçu (PR) -- São Miguel do lguaçu (PR); llllliEEii:Ülm$i ::'mvK'tq:k=ni« 28/0& tuba ho de campo de Pato Bradado (PR) -- Santa Helena (PR) -- Diamante do Oeste (PR) - Verá Cruz do Oeste (PR) - Missal (PR); 29/08: viagem de Marechal Cândido Rondon (PR) - Foz do lguaçu (PR); 30/08: viagem de Foz do lguaçu (PR) -- São Paulo (SP) ESTRATICRAijjA correspondea intervalo de tempo de cerca 22 M.a. Formação Serra Geral (Grupo São Bento) sú KTI ãBEd:Ü ã ágil Oceano Atlântico Sul. i.=.Ül!=H=HZIEEIg S11 g: '1 J '3 '3 ''x ''3 A sucessãoe stratigráfica da Formação Serra Geral proposta para a .área ') estudada são de Freitas e/ a/ (2002) e Wildner e/ a/ (2006), e compreende as seguintes ') fácies, dispostas da base para o topo: 'n - Fácies Nova Laranjeiras; '') - Fácies Capanema; - Fácies Campos Novos; ''1 - Fácies Cordilheira alta; ''h - Fácies Campo Erê. '3 Além destas também ocorrem intercalações de depósitos píroclásticos e rochas ') sedimentares interderrames, diques, soleiras e pegmatóides gabróicos. '3 As rochas da fácies Nova Laranjeiras afloram nas cotas mais baixas da região '3 e é o campo de lavas da base do pacote litoestratigráfico. Trata-se de derrame tipo baixo volátil, buxo norma simples, homogêneos,p orção vesicular bem desenvolvida '1 contendo decimétricos de faces pseudo-hexagonais,t extura hipohialina, alterações em '1 óxidos de ferro de aspecto metálico. ') Os derrames da fácies Capanema são do tipo compostos, pahoehoel alto ') volátil, formandof luxos infladosc om texturasd e superfíciese m corda, lóbulos superpostos, autobrechas e lavas em bloco. É comum a presença de intercalações sedimentarese pegmatóides gabróicos. Os derrames da fácies Campos Novos situam-se estratigraficamente acima da amarelo-ócre. Litologicamente são basaltos hipocristalinos. :=m;;3U3,K3b &TZIH1E3 :EIE autoclásticas e a presença intercalações sedimentares. g acastanhadas. Grupo Caiuá O "riste central" da Bacia do Paraná (Milani, 2004) que acompanha a calha do Rio Paranáv, ai condicionara deposiçãod a Bacia Bauru,p aran oroesten, o final do Cretácco. O Grupo Caiuá ocorre nos Estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul Provavelmentea flora no extremo nordeste do Paraguai. E composto pelas 4 formações Rio Paraná, Golo Erê e Santo Anastácio. As três unidades apresentam cores entre marrom-avermelhado e arroxeado, mais pálido para a última, características de depósitos tipo red bens (Fernandes, 2004). SG.21 -ASUNCION. e 't Vt ABlel8 B intercalados. grãos têm superfície fosca, encobeRa por película de óxido de ferro. A formação Santo Anastácio ocorre nas calhas dos baixos vales dos afluentes . D...-nÁ .. qãn Pniiln e de modo restrito, no Paranáe Minas Gerais. E 9 5 constituída por estratos arenosos tabulares de aspecto maciço,.de espessura decimétrica, com raras intercalações de estratos de lamitos e argilitos. E composta por arenitos quartzosos subarcoseanos,q uase sempre maciços, finos a muito Hinos, pobremente selecionados, com fiação salte subordinada, e pequena quantidade de matriz salto-argilosa. Os grãos são subangulosos a subarredondados, foscos, encobertos por uma película de óxido de ferro. OBSERVACõES DE CAMPO Na Folha Asunción foram feitas observações na Província de Missiones (Argentina) ao longo das rodovias RA-012 e RA-017. Foram visitados alguns pontos de aHoramentose ntre as cidades de Porto lguazu, Esperanza,E ldorado, San Pedro, Bernardo de Irigoyen e Andresito. Nas regiões próximas ao Río Paraná, visitamos afloramentos de basaltos da fácies Capanema.S ão derramesm aciços, com disjunção colunar grossae irregular de seções transversais poligonaís, forma heterogênea, com 0,5 a 2 m de largura e limitadas por futuras verticais irregulares curvilíneas (foto l e foto 6)- Contêm horizontes vesiculares bem desenvolvidos, principalmente no topo dos derrames, com vesículas comumente marginadas por agregados de plagioclásio e preenchidas por carbonato, zeólitas e celadonita, a qual empresta aos horizontes um tom verde- azulado. Por outro lado, o topo e a base dos derramess ão caracterizadosp or horizonte com textura esponjosae 'intensa vesiculação( foto 2 e 10). Particularmenten as porções distais, a zona de topo contém estruturas de corda e festões em corda, escórias e tubos de lava, característicos de derrames submetidos à intensa desgazeificação (inalados) do tipo pa/zoe/zoe. No intervalo entre derramesd a fácies Capanemaé comum à presençad e peperitos, ou brechas peperíticas que resultam da inteiação entre a base de derrames e sedimentosi mpregnadosc om água (foto ll). Ocorrem também nestes intervalos wlcano-sedimentar brechas vulcânicas com fragmentos do tamanho lapili, blocos e bombas basálticas, além de diques centimétricos de arenito. Cobre nativo e cupnta em lamelas milimétricas a centimétricas, comumente dendríticas, são comuns em futuras da digunção colunar das porções centrais. visitado Saindo das porções mais baixas e subindo até 500 m de elevação, foi um topo de derrame da fácies Campos Novos à 547 m (foto 3): E um segundo derrame fazendo contato com a fácies Cordilheira Alta (sobreposto) ocorre em uma cota ligeiramente mais baixa (- 474 m). A fácies compreendeb asaltosp retos, microfaneríticosa afaníticos,d e aspectom icrogranularf ino e textura sacaróideA. porção central contém digunção colunas esparsa,m aciça, e próximo ao topo contém digunção tabular pouco definida. E comum a presença de vesículas milimétricas arredondadas preenchidas por opala preta a castanho escuro, brilho vítreo. A superfície de alteração destes basaltos é amarelo ocre característico (foto 3), com solos profundos, vermelho-escuros a vermelho-arroxeados. 6 ') q Nos topos mais elevados deste pernil, foram identificadas rochas muito ricas em vesículas, da fácies Cordilheira Alta (foto 4). Em afloramentos, predominam os fluxos compostos com freqüente seção transversal lenticular, aparênciap ino/z-and. swe//, por vezes seções lobadas densamente vesiculares, com lavas em corda (paÀoeboe), espiráculos e alternância centimétrica de níveis escoriáceos e vítreos, dispostos em zonação concêntrica. As características desta fácies evidenciam intensa desgaseíHicaçãod urante resfriamento rápido. Foto 1: Derrame de basalto maciço da fácies Capanema (ponto VC-005), na rodovia RA- 12 que liga a cidade de Esperanza para Eldorado (Argentina). Foto 2: Derrame de basalto rico em vesículas (fácies Capanema; ponto VC-003) autobrechase blocos sedimentares.R odovia RA-12 que liga a cidade de Esperanza para Eldorado (Argentina). Comuns nesta fácies são as intercalações de rochas sedimentares interderrames e brechas peperíticas na base dos derrames, cujos limites se manifestam, na paissagem, por baixas escarpas verticais, que sustentam terraços de 15 0 a 200 m. ::s:::Ê:ZE=HG Gl:Hijlg futuras irregulares curvilíneas (foto 12 ). Devido ao fato da elevação relativamente baixa (entre 200 a 400m) do terreno onde foram feitos os perfis, foi encontrado apenasu m derrame da.fácies Campo Erê (foto 7). Esse derrame provavelmente foi fomlado em avanço de lava em depressão do paleorelevo regional, pois está posicionado em uma cota próximo a 300 m, quando os derrames desta fácies ocorrem normalmente acima de 700m. Em afloramento a rocha da fácies Campo Erê exibe aspectot ípico de derrame inflado do tipo pahoehoe,c om superfície em corda, geradasp or volumosos derrames. A presençad e estruturas de segregaçãoe de vesículas na porção.central dos derrames e de microvesículas entre cristais de plagioclásio e piroxênio (textura dictitaxítica) sugerel avas ricas em voláteis. Digunção e esfoliação conchoidal em fragmentos sub-milimétricos, produtos de intemperismo em geral profundos e cinza- 8 ') n '3 claros a vermelho-amarelados e aspecto arenoso emprestam aos afloramentos aparência semelhante a horizonte sedimentar. n a Além dos derrames característicos de cada fácies apresentada ocorrem '3 também intrusivas básicas em pequenos diques ou soleiras. Em afloramentos, por intemperismo, os diques geram blocos e matacões arredondados (foto 5) cinza '') escuros a negros e com superfície de alteração, quando presente, amarelo-ocre, o que 'n contrasta com os derrames, os quais em geral resultam em matacões irregulares '3 métricos de superfície avermelhada ou esverdeada. '3 Em perfil no interior do município de Gruaíra (PR)., foi identificada uma ') rocha intrusiva básica,d e granulaçãob em mais grossaq ue os basaltosj á descritos (foto 9). A rocha exibe coloração cinza-esbranquiçada a levemente esverdeada, '1 granulação média a grossa (5 a 10 mm), composta de ripas de plagioclásio de até lcm de comprimento, piroxênio, quartzo, opaco e mineral verde lembrando celadonita. Em '1 campo parece haver grande extensão destes afloramentos. '') n Próximo da cidade de Terra Roxa (PR) foi identificado afloramento de um arenito marrom-avermelhado,g ranulação fina, estratificação plano-paralela (foto 8), ') grau de seleção médio a bom, esfericidade média a baixa. ''n '3 '1 '3 ''\ Foto 3: Derrame de basalto maciço (fácies Campos Novos; ponto EG-002), exibindo capa de alteração de coloração amarelo-ocre característica. Rodovia RA-1 2 que liga a cidade de Eldorado para San Pedro (Argentina). 9 Foto 4: Derrame de basalto rico em vesículas (fácies Cordilheira Alta; ponto EG 003). Rodovia RA-12 que liga a cidade de Eldorado para San Pedro (Argentina). (Paraguai) 10 + Foto 6: Dermme de basalto maciço (fácies Capanema; ponto VC-0] 3) em pedreira abandonada no interior de Santa Rata (Paraguai). 1 1 Foto 8: Afloramentod e rocha areníticac om estratificaçãop lano paralelo da Formação Rio Paraná( Grupo Caiuá; ponto EG-014). Rodovia BR-272 que liga a cidade de Guaíra a Terra Roxa (Brasil). DISCUSSÃOECONCLUSÕES As observações feitas em campo, associadas às subdivisões dos derrames da Formação Serra Geral em cincos fácies distintas (Wildner e/ a/., 2006), possibilitou cartografare stasm esmasfá cies na Provínciad e Missiones( Argentina)e no sul do Paraguai. Entretanto, foram identificados derrames de basaltos abaixo da cota altimétrica que normalmente são encontrados. Por exemplo, rochas da fácies Campos Novos em cota de 200 m, tanto nas proximidades de Foz do lguaçu, Missal quanto no Arroio BarraN egra(Paraguai). Talvez isto se deva, ao fato em que a estrutura denominada "rirá central" (Fúlfaro ef a/., 1982) atuante desde o Paleozóico, tenha condicionado os derrames mais de topo a se alojaram no "paleograben" Foz do lguaçu -- Araçatuba (fig. 02). Além disso, com a ascensãod a cadeia Andina, este "rirá" deve ter progredido invertendo o depocentro da Bacia do Paraná, levando os processos erosivos acumular rochas sedimentares em direção da Bacia Bauru. 12 PLArlPFQR6.'1ü. ALIOaARÇA6 P LiüúAFORhlA J Ã.,i..j. F'L/.I'iG# 0RhJK g UL-'i.l.f-F C)Rh.-{/\ CETqlH.0 LESA'E DE SAC P.RL:Lr) / Lr\D PPJ.L'J .v +' + RIFTE CENTRA[=,]b-+ ) ,/ Parayuai +'''5e+ ? PLA'T.i'r01{h.qA com os Figura 2: Detalhe do mapa geológico-estrutural da Bacia do Paraná prmcipais alinhamentos tectónicos (Fúlfaro e/ a/., 1982)..Notar que áreasd as folhas estudadas estão posicionadas na borda sudoeste do "ride central" 13 ) ] ) 3 l ) ') l '1 ') ) '3 '1 ') '3 ') '3 ] ') ) ) Foto 9: Afloramento de rocha gabróicac om ripa de plagioclásio com até lcm (ponto l EG-01 3) . Antiga pedreira dos Andreis no interior do município de Guaíra. Foto 10 : Afloramento de basalto muito rico em vesículas, preenchidas oor carbonatos (Fácies Capanema;p onto EG-017). Rodovia PR-163 entre Guairá, PR e Marechal Cândido Rondon, PR. 14 Oeste, PR. 15 TRABALHOSCITADOS ARIOLI, E.E. 2008. Arquitetura faciológica da seqilênciaE .E. vulcânica e o ' significado exploratório das anomalias geoquímicas de elementos do grupo da platina (EGP) e matais associadosn o sistema magmático Serra Geral, Estado do Parara, Brasil. Tese de doutorado, UFPR, 194 pp. WILDNER, W.; BRUTO, R.S.C.; LICHT, O.A.B. & ARIOLI, (Coords), 2006. Geologia e recursos minerais do sudoeste do estado do Paraná - Texto explicativo dos mapas geológicos e de recursos minerais. Mineropar/Cprm, 94 p. FERNANDES, L.A. 2004. Mapa litoestratigráfico da parte oriental da Bacia Bauru (PR,SP, MG), esca]a 1:].000.000. Bol. Paranaensed e Geociências (Ed. UFPR), hb' l á-hh FREITAS, M.A.; CAVE, B.R.; MACHADO, J.L.F. (Orgs:):2002.P rometoO ested e Santa'êatarina -- PROESC:' Diagnóstico dos recurscli hídricos subterrâneosd o Oeste do Estado de Santa Catarina.Cd-room. FULFARO, V.J. ef a//(19 82). Compartimentaçãoe evolução tectónica da Bacia do Paraná. MARIMON, M.p.C., AyALA, L. & MOREIRA, M.L.0:1982.,.Formação Serra Geral no sul do Brasil; Rochas básicas e ácidas: Sua distribuição9 petrografia e litoquímica. Anais XXXll Cong. Brasil. Geologia,V o1. 2:403- 414 "lÜGIH TIHÜ$d'=iÉ#a.Jl=HnlE'ES IAG/USP, P. 1-14. MILANI, E.J. 1997. Evolução tecto-estratigránlca da bacia do Paraná.e seu relacionamento 'com a geodinâmica fanerozóica do Gondwana sul-ocidental. Tesed e doutorado,l gc/USP., 255P. MILANI, E.J. 2004. Comentários sobre a origem e a evolução tectónica da bacia do Paraná. In: Virginio Mantesso Neto, Andréa Bartorell.i, éelso. Dal Ré .Carneiro & BlnljamimB ley de"Britto Neves (Orgs.).G eologiad o continentes ul- americano:evolução da obra de Fernando Flávio Marques de Almeida, Beba Editora, p. 265-279. SILyA, D.C. & yAINE, M.E.E. 2001.Alias geológico do Estado do Paraná Mineropar, Curitiba, CD-ROM, 11 6 PP. SCHOBBENHAIJS, C. & BELLIZZIA, A. 2001. Mapa geológico da América do ' 'Sul. Escala 1: 5.0Ó0.000,C GMW/CPRM/DNPM/UNESCO. ZALÁN, P.V. ef a/ (1 990). Bacia do Paraná. Bol. In: Rala Gabaglia & G.P. Milani(coords.). O;agem e evolução de Bacias Seilimentares. Petrobrás. 16 APENDICE Siglas utilizadas para identificação dos afloramentose xaminados nas folhas SG.21 Asunción e SG.22 - Curitiba. VC: Vigente SergioC osta; EG: Eduardo Moussalle Grissolia P Vigente Sergio Costa Eduardo Moussalle Grissolia }<.. -- --- Wilson Wildner 17 '1 ''1 PROYECTO MAPEO GEOLÓGICO Y DE RECURSOS M[NERALES EN ÁREAS DE FRONTERAS. ') Sub-proyecto S056, Agencia Brasileõa de Cooperación y Fardo Argentino de Cooperación Horizontal ') '3 ACTA ACTIVIDAD AI .l, para las hcjas SG21- Asunción y SG22-Curitiba En cumplimiento de lo dispuesto por la programación del Sub-proyecto S056 "Mapeo Geológico y de '') RecursosM inerales en Áreas de Fronteras" se reunieron entre los dias 17 y 29 de agostod e 2009, en '3 la Frontera entre la República Federativa del Brasil y la República Argentina, los equipas de Brasil y ') Argentina para cumplir el punto AI . 1- Relevamiento geológico en las áreas de frontera. ') Particíparon del trabdo de campo, por Argentina: Azcurra Diego y Chavez Silvia; del SEGEMAR, RemesalM artela de U.B.A -- en colaboración; por Brasil: Grissolia Eduardo, Costa Vigente y Wildner ') Wilson del CPRM . Durante el mismo se cubrió el área comprendida entre las ciudadesd e Dionisio Cerqueíra Capanema- - Cascavel Guaira y Foz de lguaçu, del lado de Brasil; y las ciudades de '3 Bernardo de Irigoyen -- Andresito Puerto lguazú y EI Dorado del lado Argentino. ''1 ') EI trabajo de campo íncluyó: perniles geológicos, muestreo de rocas, reconocimiento de estructuras, descripción y discusión de las características de las facies que comprenden los basaltos de Serra Geral. ''1 A partir del intercâmbio de trabajo de campo y gabinete se ha concluído como posible fecha para la elaboración del mapa preliminar del área recorrida- noviembre del corriente aí:io. En representación de Lic. José Mendía En representación de Rícardo da Cunha Lopes Coordenador por Argentina Coordinador por Brasil CPRM - SERVIÇO GEOLOGTCO DO BRASIL AGÊNCIA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO- ABC FUNDO ARGENTINO DE COOPERAÇÃO HORIZONTAL - FOAR PROJETOM APEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOSM INERAIS EM ÁREAS DE FRONTEIRA- (Subprojeto0 56) FOLHAS ASUNCIÓN(SG.21) e CURITTBA(SG.22) RELATÓRIO DE VIAGEM Vigente Sergio Costa Eduardo Moussalle Grissolia Luiz Antonio Chieregati Maio de 20 10 1- Apresentação . . . SEGElv[AR Serviço Geológico e Mineiro Argentino. h"P Ü '1 v.f » Ca ./ h#.-.l} =í, I'.Lfi l.qe =, ,1'Í :. :.4'nÍ;0 i: IJft=4J$: ' l .1. '\ }lt.lll P <' ;-"-.-;"''''} ..+ =.i---..J' a- (I't' f ''"«'''l Ê'-,;. F l T'''. : l.Í b.' J t l =' Figura 1: Mapa de localização das Folhas SG.21 -- Asunción e SG.22 -- Curitiba (área delimitada em amarelo) Em cumprimento ao disposto para a programaçãod o Subprojeto S056 "Mapeamento Geológico e de Recursos Minerais em Áreas de Fronteiras" se reuniram entre os dias 12 e 23 de abril de 2010, na fronteira entre a República Feder'atavdao Brasil e a República Argentina, as equipes do Brasil e Argentina para cumprir a segunda etapa do ponto AI . 1- Levantamento geológico em áreas de fronteira. Participaram do trabalho de campo, pela Argentina: Hugo Marengo e Cecilia Casanova do SEGEMAR e Guadalupe Buceta -- convênio SEGEMAR/ Universidade de Buenos Abres, e pelo Brasil: Eduardo Grissolia, Vigente Sérgio Costa e Luiz Antonio Chieregati da CPRM. Importante salientar que o trabalho conjunto com a equipe argentina deu-se no período de 19 a 22 de abril, enquanto que no período anterior -12 a 18 de abril- a equipe da CPRM trabalhou em território brasileiro Durante os trabalhos foi percorrida a área compreendida entre as cidades de Foz do TguaçuC, ascavel,L ararÜeirad o Sul, Pato Branco,d o lado do Brasil; apóso encontro com a equipe argentina os trabalhos se deram entre as localidades de Puerto lguazú, EI Dopado, e Bernardo de Irigoyen e, novamente no Brasil, entre as localidades de Barracão (PR), São Miguel do Oeste (SC) e Frederico Westphalen (RS). A partir de 23 de maio a equipe da argentina seguiu trabalhando em território argentino. O trabalho de campo incluiu peras geológicos, amostragem de rochas, reconhecimento de estruturas, descrição e discussão das características das fácies que compreendemo s basaltosd a Serra Geral na região do prometoD. eve-sed estacarq ue sendo a primeira participação do geólogo Chíeregati nas atividades de campo do prometo,a lguns afloramentos (os mais representativos) foram revisitados para melhor apreensão dos diferentes tipos e fácies das rochas basálticas. Os trabalhos, com duração de 15 dias obedeceram ao seguinte cronograma 1 1/04 deslocamento para Foz do lguaçu 12 /04 Foz do lguaçu: planejamentod os perfis de campo; 13 /04 -- Perfil Foz do Tguaçu- - Cascavel. Pontosd escritos = 5; 14 /04 -- Perfil Cascavel -- Laranjeiras do Sul. Pontos descritos - 3; 15 /04 -- Perfil Laranjeiras do Sul -- Pato Branco. Pontos descritos- 6; 16 /04 -- PerütlP ato Branco -- Palmas. Pontosd escritos= 8; 17 /04 -- Pernil Palmas- - Guarapuava.P ontosd escritos = 6; 18 /04 -- Deslocamento Guarapuava -- Foz do lguaçu - 420 km. 19 /04 -- Encontro com a Equipe argentina; planejamentod os perfis de campo; 20/04 Deslocamento Foz do lguaçu a Bernardo de Irigoyen com revisão de pontos anteriormented escritos; pernoite em Ban'anão( divisa PR-SC); 21/04 -- Perfil Barracão- - Ametista do Sul. Pontosd escritos = 3 (muita chuva); 22/04 Perfil Irai (RS) Dionísio Cerqueíra (SC). Revisão de pontos (muita chuva); 22/04 (noite) Retorno a Foz do lguaçu via Argentina (muita chuva); 23/04 -- preparação de amostras, desmobilização das equipes e retorno a Curitiba Pela equipe brasileira totalizaram-se 31 afloramentos descritos (pontos novos), além da revisão e rediscussãod e uma dezena de afloramentos anteriormente descritos. A Figura 2 mostra, em hachuras vermelhas, a área percorrida na presente etapa. Figura 2: Área trabalhada na Etapa 2 em hachuras em vermelho, em amarelo a área do Prometo 2- Observações de campo Perfil Foz do lguaçu a Cascavel:A estradac orta uma região com topografia moderada a medianamente acidentada. As observações do tipo mitológico podem ser feitas em cortes de estrada. Predominam nessa região os basaltos de fácies Capanema (Foz do lguaçu), Campo-Erê (Medianeira e Matelândia) e sobre esses os basaltos tipo Campos Novos. As relações de empilhamento são aproximadas,p ois quase sempret emos recorrênciad e uma fácies que estava, supostamente, em nível subjacente. De Cascavel a Ubiratan, pasasando por Corbélia o relêvo é muito plano equasen ão há afloramentos bons para descrição. Pontos descritos no perHl: LC-01 a LC -05. Perfil Cascaveal Laranjeirasd o Sul: caminhamenrteoa lizadoa o longod a BR-277, mostrando relevo medianamente acidentado, passando a acidentado no rumo leste. A partir de Laranjerasd o Sul, rumo a Vinnond começamosa notar predominância do basalto tipo Pitanga, com entablamento em leque. Esse basalto apresenta um quebramento bastantep eculiar, tipo um debulhamento, e os fragmentos são quase vítreos. Pontos descritos, LC-06 a LC-08; total do caminhamento 254 km. PernilL aranjeiras do Sul a Pato Branco: caminhamentroe alizadoa o longo das rodovias PR 473, BR ]58 e estudas vacinais. Região de topografia acidentada com numerosas exposições em cortes de estrada. Em Laranjeiras do Sul temos basalto do tipo Esmeralda, fácies Campos Novos, que parece recobrar basalto tipo Pitanga, fácies Nova LararÜeira, como observado no dia anterior, rumo a Virmond. Esses dois tipos de basalto parecem se intercalar sístenlaticamente e podem na realidade refletir apenas diferentes posições relativas de um mesmo (o) tipo de basalto. Predominam sempre os basalto cinza escuro de granulação üna a muito nlna, com raras intercalações de tipos mais granulados, descritos em projetos anteriores como gabão (ponto LC-1 0, s/foto). De Saudadesd o Tguaçua té Vista Alegre encontramosp redominânciad e basalto cinza escuro a preto, quase vítreo, característico do magma tipo Pitanga (Ponto EG-24,s / foto). Pontosd escritosL C-09; LC-10; EG-22a EG-25; total do caminhamento 18 2 km. Pernil Pato Branco a Palmas: perfil realizado ao longo da BR-280 em trajeto de topografia suave com aumento de elevação em direção à Palmas. Neste percurso observamos inicialmente uma alternância entre áreas extensas onde não ocorrem afloramentos de rochas, somente espessosp erfis de solo vermelho e áreas onde afloram os basaltos do tipo Esmeralda, fácies Campos Novos, quase sempre apresentando as características típicas deste fácies como presença de opala negra e carapaça amarelada de alteração. Próximo à cidade de Maríápolis nota-sem udança na cor e nas característicasd os perfis de solo, com presençad e ') crostas limoníticas nas estruturas reliquiares. Em uma pedreira em atividade na cidade de Clevelândia registramos pela primeira vez a ocorrência de rochas '1 formadas a partir de lavas ácidas à intermediárias. Apresentam coloração rosada, granulação fina com quartzo intersticial e com rara presença de amígdalas '') preenchidas por calcita ou celadonita. Continuando o percurso e chegando aaltitudes acima de 1000 mts, visitamos a Pedreira Tupy onde dominam os ') basaltos maciços com díqunções colunares côncavas-convexasd o fácies Cordilheira Alta. Pontos descritos: EG-26 a EG-30 e VC-27 a VC-30, total do caminhamento,1 0 7 km. Perfil Palmas a Guarapuava: levantamentor ealizado ao longo da BR-280 e BR-153 em região bastantep lana, onde a topografia varia suavemente,q uase sempre acima dos 1000 mts de elevação. Saindo de Palmas observa-se nos primeiros cortes da estradaa floramentosd e basaltosd o tipo Cordilheira Alta, sempre apresentandop aredõesl isos com formas côncavas-convexasq ue são estruturas típicas deste fácies vulcânico. Entretanto, alguns quilómetros adiante nota-se que o futuramente começa a se tornar fortemente tabular com arqueamentos de fluxo e a cor de alteração da rocha esbranquiçada. Estas características ficam cada vez mais evidentes a medida com que se avança no percurso. A rocha possui granulação mina e quantidade de vesículas bastante variável, podendo ser classificada como um derrame ácido à intermediário. Por cerca de 40km persisteo mesmo tipo de rocha até o acessoà BR-153, quando após trecho de descida, voltam a ocorrer derrames básicos do fácies Esmeralda e Campo Erê. Pontos descritos: VC-3 1 a VC-36, total do caminhamento, 95,7km. Perfil Barracão -- Ametista do Sul: condiçõesc limáticas prejudicaramm uito o levantamentoq ue se deu ao longo das rodovias BR-282 e BR-1 58. Percursoc om topografia bastante acidentada. O perfil registrou, basicamente, ocorrências de basaltos da fácies Campos Novos, passando à ocorrências do fácies Capanema nas cotas mais baixas. Pontos descritos: LC-ll a LC-12B, total do caminhamento, 18 9km. Como resultado do intercâmbio realizado em campo e escritório as equipes indicaram como data provável de elaboraçãod e um mapa preliminar o mês de novembro do corrente ano. As datas para as próximas etapas de campo para integração que ainda devem ser realizadas neste ano já foram objeto de consulta do Coordenador pela CPRM (Brasil) ao Coordenador pelo SEGEMAR (Argentina) e a equipe brasileira encontra-se no aguardo da resposta. Vigente Sergio Costa Eduardo Moussalle Grissolia Luiz Antonio Chieregati ) ) 'h 3. Documentação fotogi'áfica colunarde diqjunções LC-02 Medianeira. Pedreira abandonada,à margem da BR-277 Basalto de granulação fina, cor cinza escuro, com freqüente inclusão de obsidiana. Basalto fácies Campos Novos. '3 ''x LC-02 Medianeira. Detalhe de uma amostra do basalto CamposN ovos Essa fácies apresenta como característica a n'eqüente inclusão de vidro vulcânico(obsidiana/ opacan egra). fácies Campo Erê, aflorando na área de estacionamento do restaurante Casteleto. Apresenta cor cinza acastanhado e bastante celadonita. de cor cinza médio, com bastantec eladonita. Basalto fácies Campo-Erê Proximidades de Corbélia. + LC-07 -- Basalto tipo Pitanga, fácies Nova Laranjeira. Destaque para o entablamento en] leque, típico deste fácies vulcânico. BR-277, proximidades de Virmond. ') '1 l ') '3 ''1 l ''1 '') '1 ') '') '') LC-08 Basalto tipo Pitanga, fácies Nova Laranjeira. Uma das características ''1 dessaf ácies é a digunção colunar irregular às vezes em forma de leque e um quebramento natural em fragmentos pequenos (debulhamento). ') BR-277, proximidades de Virmond. \' 'x '') ') ') ''1 ) '') Rio lguaçu, ajuzante de Porto das Areias. BR- 15 8, entre LC-09 e LC- lO Basalto cinza escuro de granulação fina, tipo Esmeralda. Percebe-se a ocorrência de dois derramesd istintos, embora do mesmo tipo de basalto. EG-22 Lente de arenito íntertrape inserida no pacotev ulcânico BR-280, cidade de Saudadesd o [guaçu. intermediário. Rocha de coloração rosada com granulação fina e quartzo intersticial. VC-30 PedreiraT upy. Basaltot ipo CordilheiraA lta. Destaquep arao desenvolvimento de lisas paredesc ôncavas-convexasf ormadas por diqunções colunares bastante espassadas.B R-280, cerca de 15 km da cidade de Palmas. VC-32 Corte na BR-280, sentido Gen. Carneiro. Basalto cinza castanho.c om forte padrão de fraturamento tabular e arqueamentosd e fluxo de lava. 33 - BR-280, ParqueE ólico de Palmas. Lavas ácidas com cor cinza c ara e forte padrão de diqunções tabulares. VC-33 BR-280, Parque Eólico de Palmas.C arneiro. Destaque para o padrão tabular do fraturamento. '') '''x '\ ''1 Figura 3: Dois momentos de estudod e afloramentos de ro( has vulcânicas na fronteira Brasil '1 Argentina pelas equipes da CPRM -- Serviço Geológico do Brasil e SEGEMAR -- Servício Geológico Minero Argentino. ''b ''1 '') 4. Anexos: bilhetes de embarque Vigente Sérgio Costa >' .J qÇ 'iÍliÉÓ :lJ P t; :ltab. dito uitESHni'=s bíQ /t,ilC.[l:TF 1:1 .!Hlitt fHl\rlHüt-i-l /tA liÀIE;üi.[l 8(F2i'.SF l Ji i'iUi l.'ilÓ Pi.b;llki, :U.i+lJyi :r lc.,?}.t'lpluJ l ll.!i l il/U l l.l":. ll l !- 6/7 ;-...: ;1224 ,l+}.:i l ,Ir;t tiF /' I'a !)} 10c 1227 7D IE'''BJ$'. 17 h li} 1 1 f'li, l '! (l tliXi 'iÚ.3 WuiRÕPÃia .r;[ \e. .]r'i t 'be 1 '7'JI tb [t l li)I' . gçhi!.I'l }.;d' I''Üe- {l=li 1 }! t'i 4 1) 1lt:! il il l ++'l$ili l l {l 1 !+ t l .j fJ l«yltl.l llJI,l.dl.l !ili J !r ib 8ryeq:ul I'a Eduardo Moussalle Grissolia 1,». 1e ' mü'l,X If,-i.ilÍli Çll ,}.' i..:lll. !A.'fl :lliu'i Ítl 'r # .l :=,IÉ' ,'Ç3ÇI «ll».' {'rVP t.R: .d .yi5Nh0.11iT#? V luF Y' ,.;':' 'JF L.l tuba L. i''t:ai'l .+l:''JUI.tfi-'E'ÍIHlil: yÇ: !#J +: $:L:.\.i} ={.iÍHiX} PFI { !.l#.i:l: '1'.5i. 7{/pq k.- rf+i: :ll. -illl qt.tly) j -!.q F## 'T+ llt.aÕB.':1 5).1 )ç» +' tl !#l Fr .'JI e J ll Ç i'l;+tl;l: t:S: '3weK. :*. IP.:ÜI [ L J[ [t[ h.] l il ll l liy. f 3 \'! l \\ I': ll \V? T \i Kb t 4Éi: É ') 3 '') '1 ') ) Luiz Antonio Chieregati 3 ''1 ') 'v '3 .dtllàb ,iei'ui l i!:l#el! 3 'h l.t'l!'.il!'Jl! .i ib+ llJ tt,t. l H: lti ftF iinF l ./t. ll R14 t i't e i:ii:ZÕ$t ll ll.ltt l & 1 1 /1 BI l/ 1111 1+. .ÍJt! l bd PP /7 1224 ) lnn ít' l l .'l 1227 .t:l ! ! 7C 1 . qlc; t$.:g't's q l Õr il ÜllÜbti tlN ilitt;l) Fqil i.##HÍ.i ! 1 1 1 #']l:-t ' PI '] lii: rTIJÍ l tlt &iilbe' ltily l + l.l } .l l L 17 }t.!it,l !j! d ll:.tti ?:li'li. l l (J L'=Z':dtu lt'lh50 CtúçaÕÕ: f.ü üJ !g.nLii 'i.l : : tll ;:''r i-J nl'l iltiliJ { l i+:.yd'i;u mlrü1[ n B[ :eei.l ] !!'JI üih'?:.3:S'3b tt: 7:HylÇ' .= Õ!..l+.Jdti Ei! J } b '3 ) 3 ') ') ) ') '1 PROYEC'l'O h4AI'!10 (iEOL.O(isCO Y L)E REGI.URSOSN 41NERALES EN ARb.AS L)l-FliONI'ERAS. '3 Sub-p!'oyccto S056, Agc!!cia !31usilcõa dc Coopclución y !''ando /\igcilti!)o dc Cilopclaciói) l !orizoiltai 'b A(:l'A A(:'l lvIE)AL) A ! . 1. f)ara las hajas S(;2 1- Asuttció! }' S(li22-(.:u útil)a ') bit culiipliníienLO dc It} dispuesto [)oi la [)logíatituciÓti (iel Sut)-p]oyecLL} S(PSr") N]upet} (;co]tbgico y dc '3 ! ccursos D/lince-atesc !! Ài-cas dc }:ttliltctas" sc !cuiiicioti cntic los dias 1l9y 2.; tic ttbiiJ dc 2{) 10 . cl\ !a n :roiitent çnlrc la iiçf)út)liga [:edetutiva de] ]irasi] y ]a ]iepú])bica ArgcilLirtu. los equif)o! de í iasil ). /\rgciltina pam curltplir cl [)u11to A } . l - liclcx alnicnto gco]ógico cn tas iircas dc {Eolttcra ''1 Partiçipaioii del tlat)4o dc cain})o, poi /\igcíl iria: Buccta Nlai-íu( ;ua(íaiu})e,C usaitu\a Niaríil C'ecilia \ N[arcilgo ] !ugo (;ui]]ciíno, dc] S]{(]11Ehãi\.! ; por ]:ía:iil: (;!issolia l.Iduaíclo. Costa \# icciirc y (iillcicgati l.uiz Antuíiio, dçl CF'RM . Duralttee l ntisnto se cutltió el arca comi\Í)rendidBat ilrc las ciu(!adc: de l:o/. ctc lguaçu. l)lottislo Ccrqucira. narração, Sao rosé do Ccdrt]. Sao b.liguei do oeste. Pí1lmitos, Altlctista io Sul y Chzt) ccó,d el lado de 13i'aniyl; ius ciu(hdcs dc Wattda,f ildotatto v 13cttuirdod c !riuovcii. tlcl lado Argc! tino ') }11ll ill)aio de c:urlpc}i riçluyó: f)erfilcs geológicos, illucstreo de rucils, recai\ociii\ieitto dc esLrut;lulas. \ (]cscrif)ci(\!i y discusióFi dc las ca!'actcrísticas ctc !as thcics quc cotnprcndctt los E)asa ltos dc Sorri! (;oral. y sus sedirneittos intercalados, así colho las principt\les características y géitesis dc íos depósitos de ') aííiatistzis. l A })tntir dcl iiltcrcaiilbio de trabajo de caia} )o y gti[)]nctc sc ita propucsto coiltiiiuar ]as talctis dc cantpo cll nelac onlisión conyllnu a realizar dLlra-itc5 dias, durante la scgu11dqau inccrla del [tlcs dc maço dc! coa'ieílte ano. /' \ ÓÜ-. ,'P h: : ' '*P ,Í Z'''l / .t,l b'- C{./- L-' \ l"X l:ii lepiesenLacióii de Jtlsé b.{clldía l€1L}4=prescl qció.d de Ricaido dã'Ct+tha [.o )cs (,oordinador f)or Argentina (:ool&ilíado! })or 13t' ágil CPRM - SERVIÇO GEOLOGICO DO BRASIL AGÉNCLA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO - ABC FUNDO ARGENTINO DE COOPERAÇÃO HORIZONTAL - FOAR PROJETOM APEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOSM nqERATS EM ÁREAS DE FRONTEIRA- (Subprojeto 056) FOLHAS ASUNCIÕN(SG.21) e CURA'RIBA(SG.22) RELATORIODEVIAGEM Vigente Sergio Costa Eduardo Moussalle Grissolía Wilson Wildner Julho de 2010 1- Apresentação No períodod e 17 a 31 de maio de 2010, foi realizadon a fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai(Fig. 1), a terceira etapad e campod a integraçãog eológica das folhas ao milionésimo Asunción (SG.21) e Curitiba (SG.22). O presente relatório apresentae discute os dados de campo obtidos nesta etapa, que configura o terceiro estágio da Ativídade l.l (Levantamento geológico e conelações de campo nas áreas de fronteira) do Projeto Mapeamento Geológico e de Recursos Minerais em Áreas de Fronteira (subprojeto 056), patrocinado pela Agência Brasileira de Cooperação ABC e pelo Fundo Argentino de Cooperação Horizontal COAR, e executado pela CPRM -- Serviço Geológico do Brasil e SEGEMAR Serviço Geológico e Mineiro Argentino. -+ ''qv':':; ../ CC,LOM 81A " 1200 km Figura 1: Mapa de localização das Folhas SG.2 1 Asuncióne SG.22- - Curitiba (área delito atada en] amarelo) Participaram do trabalho de campo, pela equipe do Brasil: Edual'do Moussalle Grissolia, Vigente Sérgio Costa e Wilson Wildner, todos geólogosd a CPRM. Pela equipea rgentina estavam presentesH ugo Marengo e Cecília Casanova do SEGEMAR, e Guadalupe Buceta do convênio SEGEMAR/Universidade de Buenos Abres.O encontro das equipes se deu no dia 24/05 e o trabalho conjunto estendeu-sea té o dia 28/05, de maneira que antes e depois deste período os trabalhos concentraram-se em território brasileiro. Figura 2: Momento de estudo de afloramentos de rochas vulcânicas na fronteira Brasil Argentina pelas equipes da CPRM -- Serviço Geológico do Brasil e SEGEMAR -- Servício geológico Minero Argentino. Durante o período de trabalho conjunto, foi planejado o encontro com a equipe da CPRM que está mapeando en] escala 1: 100.000 a região Noroeste do Río Grande do Sul. O objetivo do encontro foi de enriquecer o conhecimento geológico desta região que está inserida na Folha Curitíba (SG.22). Os geólogos do Prometo Três Passos, Manda Bergman e Cardos Provenzano, acompanhai-ama s equipes de integração brasileira e argentina ao longo de um perfil de levantamento entre as cidades de Taquaruçu do Sul e Tenente Portela. Figura 3: Equipes da CPRM e SEGEMAR reunidas cm Frederico Westphalen/RS, discutintto o planejamento do trabalho de campo A área percorrida nesta terceira etapa, em território brasileiro, compreendeu as cidades de Foz do lguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Iretama, Guarapuava,B ituruna, Caçador, Chapecó, Palmitos, São Miguel D'Oeste, Santa Rosa, Frederico Westphalen, Três Passos, Taquaruçu do Sul, Tenente Portela, Porto Xavier, Quedas do lguaçu, Chopinzinho e Foz do Jordão. Em território argentino os trabalhos deram-see ntre as cidades de SanJ avier, Oberá, San lgnácio, Campo Grande e Salto Encantado. A partir de 29 de maio as equipess epararam-se o trabalhos eguiue m território brasileiro apenas. O trabalho de campo incluiu perfis geológicos, amostragem de rochas, reconhecimento de estruturas, descrição e discussão das características das fácies que compreendem os basaltos da SerraG eral na região do prometo. Os trabalhos, com duração de 15 dias obedeceram ao seguinte cronograma: 17/05 Foz do lguaçu: preparaçãod os materiaisd e campo,a luguel do veículo e planeamento dos perfis de campo. 18/05 Perfil Cascavel Campo fvÍourão. Pontos descritos - 07; 19/05 Perfil Campo Mourão Iretama - Guarapuava. Pontos descritos = 13; 20/05 Perfil Guarapuava -- Bituruna - Caçador. Pontos descritos = 10 ; 21/05 Perfil Caçador -- Curitibanos - Catanduvas. Pontos descritos = 08; 22/05 Perfil Chapecó -- Palmitos -- São Miguel D'Oeste. Pontos descritos - 07; 23/05 Deslocamento São Miguel D'Oeste -- Santa Rosa (RS) - 293km. Pontos descritos 24/05 Encontro com a Equipe argentina; planeamento dos perfis de campo; 25/05 Encontro com a Equipe do Prometo Três Passos. Perfil Taquaruçu do Sul- Tenente Portela. Pontos descritos = 06: 26/05 Perfil Santa Rosa -- Porto Xavier (fronteira BR-AR) San Javier (AR) Oberá (AR). Pontosd escritos- 03; Perfil Oberá (AR) -- San Tgnácio (AR). Pontos descritos - 05; 28/05 Perfil Oberá(AR) Campo Grande(AR) Salto Encantado (AR). Pontos descritos - 02. Deslocamento para Foz do lguaçu - 276km; 29/05 Foz do lguaçu: Revisão de pontos e do mapa geológico; 30/05 Perfil Quedas do lguaçu Chopinzinho Foz do Jordão. Pontos descritos - 10; 31/05 Deslocamento Guarapuava Foz do lguaçu - 387km. 01/06 Desmobilização da equipe e t'eterno aos seus destinos. Ao total foram descritos 72 afloramentos e uma distância percorrida superior a 1390 quilómetros. A Figura 4 mostra, em hachuras vermelhas, a área percorrida na presente etapa. Figura 4 Área trabalhada na Etapa 4 hachuras em vermelho 2- Observações de campo Perfil Cascavel a Campo Mourão: levantamento realizado ao longo das rodovias BR- 369, PR-239 e PR-462 em topografia Formada por suaves declives e aclives. Partindo de Clascavel observa-se uma extensa área onde o cultivo do solo é intenso e praticamente não ocorrem afloramentos. Essa situação se mantêm até poucos kilometros após a cidade de Corbélia. A medida que se desço na topografia começam a ser observados alguns cortes até chegar às margens do rio Piquiri, onde ocorrem basaltos com as característicasd o fácies Capanema.É comum ocos'er brechas geradasp ela interação entre sedimento e lava, também relacionadas ao fácies Capanema. Após suave subida nota-se a presençad e blocos /n s//zi de basalto cinza escuro contendo opala negra e carapaça amarelada, caracterísitcas típicas de basaltos do tipo Esmeralda, fácies Campos Novos. Estes blocos estão relacionados às zonas de topo e à presençad e plantações de milho e sda, levando a crer que possivelmente os topos desta região que são dominados por cultivo sejam todos fomlados pelo magma tipo Esmeralda. Próximo à cidade de Roncador, em torno de 670 mts de elevação , os basaltos do tipo Cordilheira Alta se tornam dominantes, até que atingindo os 800 mts, a presenta do fácies Campo Erê é registrada. Pontos descritos: VC-37 a VC -41 e EG-3 t a EG-32. Total do caminhamento: 176 km. Perfil Campo Morrão -- Iretama - Guarapuava:p erfil realizadoa o longo das rodovias BR-487 e BR-466, partindo de Campo Mouião, à uma altitude de 567 mts, e atingindo os 11 00 mts de elevação nas proximidades da cidade de Turvo. Durante o percurso pôde-se verificar a variação estratigráfica dos derrames vulcânicos, o que permitiu definir alguns contatos geológicos. Foram observadas ocorrências dos fácies Capanema,C amposN ovos, Cordilheira Alta e Nova Laranjeiras, inclusive, em alguns pontos, mais de um fácíes foi registrado, caracterizandoc ontadosg eológicos visíveis. Nas proximidades de Luiziana encontramos um afloramento do fácies Capanema onde ocorrem geodos de 10 a 15cm preenchidos principalmente por quartzo e calcita. Próximo à cidade de Guarapuavav erificamos a ocorrênciad e derramesá cidos do tipo Palmas-Chapecó. Pontos descritos: EG-33 a EG-41 e VC-42 a VC-44. Total do caminhamento: 207 km. Perfil Guarapuava -- Bituruna - Caçador: Caminhamentoa o longo das rodovias PR- 17 0 e PR-302 em região de altitude bastante elevada e topografia relativamente plana ou suave. Neste perfil percorremos uma extensa área dominada pelo derrames ácidos do tipo Palmas-Chapecóc om algumas poucaso corrências do fácies Campo Erê. Nesta área há muito pouco ou quasen enhumc ultivo do solo, somentep astangeosu reflorestamentos, o que serve de guia para os derrames ácidos. Após a localidade de Faxinasd o Céu, nas proximidadesd a represad e Foz do Areia, foram registradasa s primeiras ocorrências, neste perfil, dos basaltos do fácies Campos Novos. O mesmo fácies persiste dominando até a cidade de Matos Costa. Pontos descritos: VC-45 a VC- 50 e EG-42 a EG-45. Total do caminhamento: 291 km. Pernil Caçador -- Curitibanos -- Catanduvas: Percursor ealizadoa o longo das rodovias SC-303, SC-302, BR-470 e BR-282 em região com topografia pouco acidentada.O corre um predomínio inicial do fácíes Campos Novos, magma Esmeralda, passando a basaltos vesiculares do fácies Cordilheira Alta ou Campo Erê. Pontos descritos: EG-46 a EG-50 e VC-5 1 a VC-53. Total do caminhamento: 11 1 km Perfil Chapecó -- Palmitos -- São Miguel D'Oeste: Perfil realizado ao longo das rodovias BR-158, BR-282 e SC-283 em área com relevo bastantea cidentado.N este percurso ocorrem muitos cortes de estrada com paredões que ultrapassam 20 m de altura, o que possibilita observar diversos limites de derrames.E stes limites correspondem, na maioria das vezes, à sequência de derrames do mesmo tipo de magma !:::H :'qwllü+\r«ii?#4p e fácies, sendo normalmente, do magma Paranapanemae fácies Cordilheira Alta. O fácies Capanemat ambém foi registrado em alguns pontos, porém, sempre relacionado a zonas fortemente vesiculares com presença de sedimentos "cozidos" e brechas e não ultrapassando altitudes de 500 m. A variação topográfica do caminhamento, aliada com os abundantes cortes de estrada, permitiu definir em 530 o limite aproximado do fácies CamposN ovos com o fácies Capanemae, em 620 o limite do mesmof 'áciesc om o Cordilheira Alta. Pontos descritos:V C-54 a VC-50. Total do caminhamento:1 5 7 km. Perfil Taquai'uçu do Sul- Tenente Portela: Perfil ao longo da BR-472, no Estado do Rio Gran.ded o Sul. Este çaminhamentote ve o acompanhamenton,ã o só da equipe argentina do SEGEMAR, mas como também da equipe da CPRM responsávelp elo Prometo Três Passos. O relevo neste percurso é caracterizado por uma declividade suave. Portaxlto,p artindo de uma área mais alta, em torno dos 500 m, registramos o fácies Campo Erê e a medida que fomos descendo, observamos toda a sequência estratigráfica do vulcanismo Serra Geral. Assim, registramosa ocorrência nesta mesmao rdem dos fácies Campo Erê, Cordilheira Alta, Campos Novos e Capanema. Pontos descritos: EG- 52 a EG-57. Total do caminhamento3: 4,4 km. Perfil Santa Rosa -- Porto Xavier (fronteira BR-AR) -- San Javier (AR) -- Oberá (AR): Perdi realizadoe m território brasileiro pela BR-472 até Porto Xavier, onde cruzamos a fronteira, através de balsa sobre o Rio Uruguai, adentrando em território argentino e seguindo pelas rodovias provinciais RP-2 e RP-5. Em território brasileiro registramos algumas ocorrências do fácies Cordilheira Alta e Capanema, porém não observamos o fácies Campos Novos neste trecho. Em território argentino, a situação foi muito semelhante, com registros do fácies Capanema e Cordilheira Alta. Pontos descritos: EG-58 a EG-60. Total do caminhamento: 97 km Pernil Oberá (AR) -- San lgnácio (AR): perfil realizadoe m território argentinoa o longo das rodovias RP-10 3 e RN-12. A região apresentat opografia bastante plana com variação suaves.N este caminhamento foi possível observar as relações de contadoe ntre os derramesv ulcânicosS erraG eral e os arenitosd a FormaçãoB otucatu,q ue se desenvolveram a partir de um ambiente desértico anterior ao vulcanismo. Em dois pontos visitados na RN-12, além da presença de derrames vulcânicos em contato com os arenitos, pôde-se verificar a ocorrência de sílls posicionados concordantementec om a estratificação cruzada planar do arenito. Nos dois casos os cantatas se dão de forma neta e sem interaçãod e lava-sedimentoo, que leva a crer que o arenito já estava consolidado no momento do derramamento de lava e da intrusão dos silos. Corrobora com essai déia a presençad e estrias de arrasto na superfície superior dos arenitos, o que teria sido gerado pela passagemd e lavas sobre rochas consolidadasA. s feições observadas neste perfil, mesmo que talvez sejam indícios localizados, enriquecem o conhecimento à respeito do vulcanismo Serra Geral e suas relações com a Formação Botucatu..P ontos descritos: VC-61 a VC-65. Total do caminhamento: 66 km. Pei'fil Oberá (AR) -- Campo Gt'ande (AR) -- Salto Encantado (AR): caminhamento realizado em território argentino, ao longo da rodovia RN-14, em topografia suave, sem grandes variações, salvo a região de Salto Encantado, que apresenta fortes quebras de relevo, formando grandes paredesv erticais no vale do río. Neste pernil registramos afloramentos do fáçies Cordilheira Alta e, localizadamente, do Campos Novos. Pontos descritos: VC-66 a VC-67. Total do caminhamento: 57 km. Perfil Quedas do lguaçu -- Chopinzinho -- Foz do Jordão: caminhamento realizado em território brasileiro ao longo das rodovias PR-281 e BR-373. A topografia nesta região é bastante acidentada, razão pela qual, registramos muitas mudançasf aciológicas nos afloramentos visitados. Inicialmente passamos por uma extensa área onde predomina os basaltos do fácies Campos Novos. Logo em seguida, em alguns pontos foi observado presençad o magma tipo Pitanga, fácies Nova Laranjeiras em cotas bastante elevadas.e m torno de 680 m, o que leva a crer na possibilidade de fortes movimentos tectónicos, como falhas, nesta região. Os fácies Cordilheira Alta e Capanemat ambém foram observadosa o longo do perfil. Pontos descritos:V C-68 a VC-70 e EG61 a EG- 67. Total do caminhamento: 19 5 km. 3. Documentação fotográfica VC-041 -- Afloramento na PR-239, entre Campina da Lagoa e Nova Cantú. Basalto cor cinza avermelhado com calcita e quartzo preenchendoa mígdalas,t ipo Capanema.P resença de sedimento "cozido" interagindo com lava. Destaque para a cavidade alongada horizontalmente preenchida por zeólita com hábito fibra-radial. oncador e lretama. Basalto de granulação fina, cor cinza claro com presençad e amígdalas contendo celadonita. Di$junção colunas'p roeminente çom porções apresentandob locos arredondadosf ormados por esfaliação esferoidal, típica do fácies Campo Erê. Altitude = 852 m. ') n '1 3 = h EG-34 -- Afloramento na BR-487 próximo à Luiziana. Detalhe para a presençad e geodos de até 'n 15 cm em zona de fl'aturamento tabular de derrame do tipo Capanema. A rocha é um basalto de granulação fina e cor cinza acastanhado. Os geodos são preenchidos por quartzo, calcíta e calcedónia, sempre revestidos por uma fina capa de celadonita EG-35 Afloramento na BR-487, à aprox. 20 km de Iretama. Neste ponto observa-seo forte padrão tabular de digunções levemente onduladas, provavelmente pelo buxo da lava. Ocorre intercalação entre zonas altamente vesículares e zonas mais maciças. EG-38 -- Pedreira desativada na BR-487 cerca de ]O ](m de Tretama. Neste ponto pode-se observaru ma provável superfície de contato horizontal entre os derramesd o fácies Cordilheira Alta na base e Campo Erê no topo. Notar que o padrão de digunções colunares no derrame de base muda para uma esfoliação esferoidal gerando fomlas arredondadas no topo. VC-42 -- Corte na BR-487 próximo à cidade de Turvo. Basalto preto de granulação muito fina com fraturanlento irregular e natural, formando pequenos cubos. Característicast ípicas do fácies Nova Laranjeiras. VC-44 -- Pequenap edreirajunto à BR-466. Derrames ácidos do tipo Palmas - Chapecó VC-44 Detalhe da rocha, destacando a coloração cinza rosada e a presença em abundância de quartzo e cristais prismáticos esbranquiçadosd e feldspato (até 2 cm). Ocorre magnetita como inclusão nos feldspatos. VC-45 Pequena pedreira no acesso Sul da cidade de Guarapuava. Derrames ácidos do tipo Palmas- Chapecó. VC-45 -- Detalhe da matriz da rocha que apresentac oloração cinza rosada de granulação média com fenocristais avermelhados de feldspato de até 2 cm, cristais incolores ou esbranquiçadosd e p[agioc[ásio de até ] cm e abundanteq uartzo intersticial ') '3 n l 3 l EG-48 Afloramento na SC-302, cerca de 15 km de Lebon Régis. Basalto de granulação fina cinza escuro, contendo opaca negra e amígdalas preenchidas por calcedónia e revestidas por celadonita. Carapaçad e alteraçãoc or amarelo ocre, típica do fácies Campos Novos. EG-49 -- Afloramento de lagedos na SC-302, Km 14 . Basalto cinza esverdeado,d e granulação fina, contendo grande quantidade de vesículas e amígdalas. As cavidades estão preenchidas por calcedónia, quartzo e calcita. Poucac eladonita lla matriz, ocorrendo como revestimento de algumas vesículas na forma de finas películas. ''b '\ VC-54 -- Corte na BR-282, Km 546. Limite entre dois derramesv ulcânicos, provavelmente do fácies Cordilheira Alta. O derrame inferior apresentad igunção colunar, enquanto que o superior possui fraturamento irregular. Entre os dois há uma zona com forte padrão de fraturamento tabular. VC-56 -- SC-283, 20 km de Chapecó. Pedreira Planaterra. Basalto de granulação fina, cinza escuro com opala negra e carapaça de alteração amarelo ocre Fácies Campos Novos. VC-59 -- Corte na BR- 15 8, próximo à Cunha Porá. Ocorre uma variação vertical e lateral entre um basalto vesicular de cor avermelhadac om preenchimento total ou parcial de calcedónia, calcita e quartzo, e um basalto maciço cinza avermelhado comceladonita na matriz e revestindo milimétricas vesículas. Enquanto que o basalto vesiculal gera fomtas arredondadas e infladas, o basalto maciço apresenta padrão de digunções colunares. Pelas características mitológicas e relações de campo entende-se tratar de di Gerentesz onas de um mesmo derrame do fácies Capanema. EG-52 BR-472, Vista alegre. Basalto alto volátil, avermelhado, rico em vesículas e amígdalas preenchidasp or quartzo principalmente, com celadonita abundanted ando aspecto sacaróide. Formas mamelonat-es características do fáçies Campo Erê. EG-54 BR-472, Palmitinho. Limite entre dois derrames do fácies Cordilheira Alta. Derrame inferior é um basaltov esícular, típico de zona de topo de derrame. Acima ocorre basalto maciço com diqunção colunar. EG-55 Pequena pedreira na margem da BR-472, próximo a Palmitinho. Basalto de granulação fina, cinza escuroc om opacan egra e cobre nativo. Carapaçaa mareloo cre,t ípica do fácies Campos Novos. EG-56 -- BR-472. Basalto de granulação fina, çor cinza acastanhadoe pouco vesicular. Fácies Capanema. ''b 3 X h '1 '1 ') ') '1 EG-59 -- RP 5, em direção ao limite do território brasileiro. Basalto de granulação RIRAc, inza '') acastanhado e diqunções colunares. Fácies Capanema. ) ') ''\ ') '1 VC-64 -- Corte na RN-12, entre SantaA na e San lgnacio. Sill posicionado paralelamenteà estratificação cruzada planar do arenito Botucatu e cortando um derrame vulcânico. O contado do silo com o arenito é feto e sem interação, salvo uma película milimétrica de recristalização no arenito. É possível observar a mudança na díreção do fluxo de lava entre o derrame llorizontal e o sill VC-64 -- Detalhe das estrias de arraste na superfície do arenito Botucatu geradasa partir de um fluxo de lava sobre uma rocha consolidada. VC-65 Margem do Rio Uruguai, limite entre Argentina e Paraguai. Arenito Botucatu com estratificação cruzada de médio à grande porte, grão médio, bem selecionado. VC-66 Corte na RN-1 4 entre CampoViera e Campo Grande. Basalto vesicular de granulação média, cor cinza avermelhado, com predomínio de digunções tabulares. Magma tipo Paranapanema, fácies Cordilheira Alta. #+' ') '3 '3 ') ') '3 ') VC-67 Corte na RN-14. Basalto maciço de granulação fina, cor cinza avermelhado, sem '') grande quantidade de vesículas. Magma tipo Paranapanema, fácies Cordilheira Alta. ') '') '3 ') EG-64 -- Corte na BR-373, imediações de Segredo.B asalto de granulação muito fina, cor preta ''3 com diqunção colunar estreita em leque e díqjunções tabulares inclinadas com espaçamento maior. Presençad e vesículas milimétricas. Magma tipo Pitanga, fácies Nova Laranjeiras. EG-64 -- Detalhe da digunção colunar em leque muito pouco espaçadae do fraturamento tabular cota espaçamento bastante grande. '') '3 '3 Como resultado do intercâmbio realizado em campo e escritório as equipes indicaram como data provável de elaboração de um mapa preliminar o mês de novembro do corrente ano. As datas para as próximas etapas de campo para integração que ainda devem ser realizadas neste ano já foram objeto de consulta do Coordenador pela CPRM (Brasil) ao Coordenadorp elo SEGEMAR (Argentina) e a equipe brasileira encontra-sen o aguardod a resposta. Vicente Sérgio Costa Eduardo Moussalle Grissolia Wilson Wildnel 4- Anexos: bilhetes de embarque Eduardo Moussalle Grissolia CLÃS:;E/ ASSENTO/ CI.ÊSSE/ ASSENTO/ CLâ$S: Star: CYLÊS S: SY IOF 6 EÂFÍ LIGt#T GRISSÜLIA/EDUAROO MR GRISS01 í)U«pnCIh IR JJ 3858 0IJIIN J OIJUN DE/ }'RQN: 16 1JÊ$US Fâ LLS / Í)E/ FRQH: Ci.IR {T 1 8 â / C y B PÁRA/T O: SÂI UqDÜR/SSê PRRí]/ rÍ): .UR i Ti BR/ tH B nÇil'lBn/ PARTIDA/ ljEPÊRTIIRt {1141- 4Q l)EPÊRÍURE Tl$4E: ]7:28 $ 4 Ql :111 J J / 88 4e i 3 i i Sí : 1:t IEiqCE H1): 8 EU lt11tiCi Hil i;T KT 4 95 72 4íi81 38 3 E'íK T 3q b 7.'4 Ü CLASSE/ ÊSSENTn/ :LRSSL/ R$$tllTÍI/ CLÂSS: SEÂT: :LÊSS: $EÂF Y 16F FLEX f'LEX GRISSOLIA/EDUARDO MR [[?[SSÜL[/vi;il]IARrl(M] R JJ 3835 16MAY Í}F/ { RÜH: L UR l f !Í}O/ CU R l)E/ FRÜH: S Ê L UÊ O OR / S S A F'ÊRÊ/ r0: 1 iil b sl) íiILI.S / PÂRÊ/ TO: C UR IT IBÊ / C y8 :lFiéPil,: ;..: lõ:20 IEliiéPÜrán, F: 22:0' !.j/ 8 8 4 0 1 3 1 1 Sl:: 11E N C E tJU : 1 2 8 tlli}. N; f: ii J : 2 i ETK T t 9 5 7 ? 4 08 138312 L } K T 2 q S / 7.ii'tH1 3 8 3 12 "'''\ ') '') '] ') 3 '3 Vigente Sérgio Costa 'n ') '3 ') CLASSE/ ASSENTO/ CLASSE/ [LâSS: SEAT:'3 CLI)SS: RSSENTB/ Y IOFSEÊT: Y 8F '1 NAX '1 COSTA/VIGENTE SÊRGIO COSTA/VIGENTE SERGIO ,}J 3S8'/ ]6htAY ') JJ 3886 0IJUN i;E/ FROlt: t:!iliIT IBÊ/CÇitt '3 DE/ FRON: 16UâSSUF ALES/ PÊRA/ rO: tl;tlA SS U FI)L L S/ '3 PARA/ TO: CURl T IB A/CUB E?F'RTUn'HEE : 13:30 ''1 PARTIDA/DEPRRTURET IRE 15:40 '1 StlQ U E N C E H O :j'll J/73} $ 8 6 8 1 8RÂN }'T K T l q5? 24 0 8 1 3 8 3 q4 ') Ei llEt#CE NO : 12 ÊT Kr 29572408 13 8394 ') Wilson Wildner ww . vtlenht .cttü . lu 0300-1+34343 B.[l.}-IE:]'t- ].)E PASSAGEM REGI:B(.) rJ(') PASSAGEIRO 0761t14Õ. Ü96/31 U6o [idtÜ: ]]ect y 45o4 24/MAI l@7TT",7 Origem Destino PÜHIO» t6RL SANTO ROSÉ TKT: 2100329847/1 HR VILSOH ylLnKH (ÊOI) cota'PROLE OE BAGAGEM Uuluíitls üagageü: Etiqueta Bagas l l 10 ko /76803 l)ãtã:/Raia Enissiu: Local Emissão 21)/trAI/ID ]6:03 l Halo ALEGRE tarifa: SIÊtiOÊRD-POâRSR$ 464i-90. 00 õiüd ee nbõrq.ia: R$ 19.62 Total R$4 68.62 Ê9éilcià: FLYTOURFBTSAO Pagünento: CCCA552780++++++013 9 Aut976598 01X .uieito ãs condições tjü cüuti ótu. à disposição tios frite assados tlo balcão de tBolliDEoto dõ }lHT Puliered bv HvSkv ApS =0]0 '1 ''x ') PRO'RECTO MAPEO GEOLOGICO Y DE RECURSOS MINERALES EN ÁREAS DE '') FRONTERAS. ''\ Sub-proyecto S056, Agencia Brasileãa de Cooperación y Pondo Argentino de Cooperación Horizontal '3 ACTA ACTIVIDAD AI . 1, paral as hojasS G21 -Asuncióny SG22-Curitiba ''''b En cumplimiento de lo dispuesto por la programación del Sub-proyecto S056 "Mapeo '3 Geológico y de RecursosM inerales en Áreas de Fronteras" se reunieron entre los dias 24 y 28 de abril '1 de 2010, en la Frontera entre la República Federativa del Brasil y la República Argentina, los equipos de Brasil y Argentina para cuinplir el punto AI . 1- Relevamiento geológico en las áreas de frontera. ''] n Participaron del trabajo de campo, por Argentina: Buceta María Guadalupe, Casanova María '3 Cecilia y Marengo jugo Guillermo, del SEGEMAR; por Brasil: Grissolia Eduardo, Costa Vigente y Wilson Wildner, del CPRM . Durante el mesmos e cubrió el área comprendidae ntre las ciudadesd e ') Santa Rosa-RS, Frederico Westfalen, Três Passos,y Porto Xavíer, del lado de Brasil; y las ciudades de '3 San Javier, Panambí, Oberá, San lgnacio, Campo Viera y Campo Grande, del lado Argentino. '3 EI trabajo de campo incluyó: perfiles geológicos, muestreo de rocas, reconocimiento de '1 estructuras, descripción y discusión de las características de las facies que coinprenden los basaltos de '3 Serra Geral, y sus sedimentos intercalados, así colho las principales característicasy génesis de la Formación Botucatú. '3 ') Continuando con el cronogramap ropuesto, hubo acuerdo en realizar la reunión de elaboración '1 dc- -in-afãs;« cnt; .!aa..día34 á' 'y' 20. .dc« . õ.gosto--do-20 10 ; - en «bica-.! aealid'ad -ü- -definia';. ,eH«Jia-República Argentina. \ \ En representación de Ricardo da Ctmha Lopes Coordenador por Argentina Coordinador por Brasil () © CPRM-SERVIÇOGEOLOGICO DO BRASIL ABC - AGENCIA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO FO-AR - FONDO ARGENTINO DE COOPERACION HORIZONTAL ''PROJETO MAPEAMENTO GEOLOGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE FRONTEIRA'' (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) FOLHASA SUNCION(SG.21) e CURITIBA(SG.22) P' RELATORIO DEVIAGEM Equipe técnica - CPRM Antonio Theodorovicz Deyna Pinho Andrea Fregolente Lazaretti Agosto de 2010 ') ') oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE') S+ívlÇO aõeloliico dütlr4tli FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) '1 ''x ÍNDICE ') '1 1 Apresentação 3 2 0bs(zrvi3çm(ps cl(a cíampo......PssçnsçsnnnnnannannnnnnnaannaannaaanaaaoananannnannnoaoaeseuennaonausosP pnaanannHnnnnH.5 '3 2.1 Perfil 1 - Foz do lguaçu/Vila Carimã/ Pedreira Remanso Grande ...................... 5 '3 2.2 Perfil 2 - Puerto lguazú / Puerto Libertad / Represa Urugua-í / Wanda / '1 Comandante Andresito.................................................................................................. 9 '1 ') 2.3 Perfil 3 - Puerto lguazú / Puerto Libertad / Wanda / Puerto Esperanza / Eldorado 'n / Bernardo de Irigoyen..................................................................................................13 ') 2.4 Perfil 4 - Foz do lguaçu / Santa Terezinha de ltaipú / São Miguel do lguaçu / '') Medianeira/ Matelândia/ Céu Azul..............................................................................20 ') 2.5 Perfil 5 -- Medianeira / Missal /Santa Helena / São Clemente / São José das Palmeiras / Ouro Verde do Oeste / Toledo / Marechal Cândido Rondon / Porto Mendes 24 2.6 Perfil 6 -- Céu Azul / Santa Tereza do Oeste / Cascavel / Catanduvas / lbema / Guaraniaçu/ Nova Laranjeiras/ Laranjeiras do Sul......................................................28 ''3 2.7 Perfil 7 - Santa Tereza do Oeste / Lindoeste / Santa Lucra / Capitão Leõnidas '') Maínquiusçnpinnnnnaann a ao oençv Iglnannananannnnna n pglnnanannglannnnnunnp glnnnglnnglnanan o ann çlnglnaannan o auo nnnglnnnan32 2.8 Perfil 8 - Marechal Cândido Rondon / Quatro Pontes / Nova Santa Rosa / Palotina ........................................................................................................................36 ') 2.9 Visitas técnicas realizadas.................................................................................38 3 Comentários Finais...................................................................................................40 ') 4 Equipe CPRM da SUREG/SP -- GEHITE -- GATE ....................................................42 ANEXO 1- Ata da Reunião......... ') ANEXO ll -- Cartões de Embarque i i '3 ') Cartão de Embarque de Antonio Theodorovicz '3 Cartão de Embarque de Deyna Pinho .... l l l '1 Cartão de Embarque de Andrea Fregolente Lazaretti lv '3 'b b '') Gerência de Hidrologia e Gestão TeMtorial-- GEHITE Agosto de 201 0 52 Páginas Totais Gestão Ambiental e Territorial-- GATE '3 '1 oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DEFRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) $+ívlço Geeldylee do tif4s.+l '3 ') ÍNDICE DE FIGURAS ') 'n Figura 1.1: Mapa de localização das folhas SG-21 Asunción e SG-22 Curitiba, delimitadas em ''1 '3 '3 Figura 1. 2: Mapa de localização dos perfis realizados com rotas demarcadas em vermelho 4 '3 Figura 2.1 .1: Perfil l Foz do lguaçu/Vila Carimã/Pedreira Remanso Grande 5 l '1 Figura 2.2.1: Perfil 2 - Puerto lguazu / Puerto Libertad / Represa Urugua-í / Wanda / Comandante Andresito ............................................................................................................................................ 9 '1 '') Figura 2.3.1: Perfil 3 -- Puerto lguazú / Puerto Libertad / Wanda / Puerto Esperanza / Eldorado / ') pg aannaeeçs ppnnnnnnHnnnnnnnnnauaHneeunnnn nHnnpp v nnnnnnnunnnnnnnHRnunppnTepnnnnnnpnnnnnnnnnnnnnunn&a a e=n ppnnnn l } Figura 2.4.1: Perfil 4 Foz do lguaçu / Santa Terezinha de ltaipú / São Miguel de lguaçu / '') Medianeíra/ Matelândia/ Céu Azul ................................................................................................. 20 '1 Figura 2.5.1: Perfil 5 -- Medianeira / Missal / Santa Helena / São Clemente / São José das ') Palmeiras/ Ouro Verde do Oeste/ Toledo/ Marechal Cândido Rondon/ Porto Mendes .............. 24 Figura 2.6.1: Perfil 6 - Céu Azul / Santa Tereza do Oeste / Cascavel / Catanduvas / lbema / Guaraniaçu/ Nova laranjeiras/ Laranjeiras do Sul.......................................................................... 28 Figura 2.7.1: Perfil 7 - Santa Tereza do Oeste / Lindoeste / Santa Lucia / Capitão Leonidas r aB pp aBBBnnnnnnnnnannaa BBBBSHppTpnnnn nnnnnnna pn SBBBpnBTnppnnnnnaannnBBasBBBSBBBssTBpnnnnBae BaS aasBBBBBsnTana aa aaBBBBSHBssp Figura 2.8.1: Perfil 8 Marechal Cândida Rondon/ Quatro Pontes/ Nova Santa Rosa/ Palotina 36 ÍNDICE DE QUADROS '1 '') Quadro 1.1: Cronograma das atividades de campo 3 ÍNDICE DE FOTOS ''1 \ Foto 2.1: Relevo excessivamente plano, com problemas de deficiência de escoamento superficial, ') na Vila Carimã, Foz do lguaçu, Paraná, Brasil. ...............................................................................7.. ') Foto 2.2: Problema de escoamento das águas na porção revestida por asfalto, devido à deficiência de escoamentod o relevo muito plano das planíciesa luviais. Observarq ue na porção da rua revestida com paralelepípedos(onde está o caminhão) o problema não ocorre. .............................7 ''1 ''1 Foto 2.3: Basaltos pertencentes à Facíes Capanema, na Pedreira Remanso Grande, na cidade de ''x Foz do lguaçu, região da rodovia BR46............................................................................................. 8 Gerência de Hidrologia e Gestão Tenitorial-- GEHITE Agosto de 2010 52 PáginasT otais ''1 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE l ''1 oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE'') Serviço (;oel&.Bico do 111 tll FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) ') Foto 2.4: Cicatrizes de erosão em sulco induzida pela exposição do horizonte de solo residual de '3 basaltos portador de argilominerais expansivos. Possível observar os sulcos mais profundos do ') caminho preferencial de escoamento das águas superficiais em direção à Rodovia RN12, próximo a Puerto lguazú, Misiones, Argentina. ...........................................................................................l.O. '3 Foto 2.5: Futuras verticais típicas da Facies Campos Novos. Afloramento na Rodovia RN12 '3 região de Puerto Libertad. Mísiones, Argentina. .............................................................................. l l '3 Foto 2.6: Área de plantio de Pinus as margens da Rodovia RN12, região de Puerto Libertad ') Misiones, Argentina.......................................................................................................................... l l 'n Foto 2.7: Depósito coluvio-aluvionar inconsolidado nas Margens do Rio Paraná na base da policia ') portuária, em Puerto Libertad, Mísiones, Argentina........................................................................1. 2 '3 '1 Foto 2.8: Geodo de ametista com preenchimentod e calcitas e quartzo. OS geodos são ') normalmente mais abundantes na Facies Laranjeiras. Mina de Terra Colorada, Wanda, Misiones. '3 rata nnnnnnnnnnnnB aannuunna&uu RBBPPB p BBHHHH aBBBBBBTPnnnnnn nnnuunnnnnnnnnannnnnnnnaPPBBnP&BenB HBBaaHHBssBBnTnnnnnnnnuunnnBnnn BB BB ') Foto 2.9: Corte de estrada com perfil de solo coluvionar. É possível observar processos erosivos e desmoronamentos decorrentes da presença de argilas expansivas. Estrada RP12 entre Puerto Esperanza e Puerto Mado, Misiones, Argentina.............................................................................. 15 Foto 2.10: Basalto vesiculado, é possível também notar fraturamentos verticais e horizontais, com alta permoporosidades ecundáriag eralmenteo bservando-ses urgênciad e água nas futuras. .... 15 Foto 2.1 1: Antiga área de extração de brita abandonada. que virou depósito irregular de resíduos. Há de se considerarq ue as rochas vulcânicas,p or serem bastantef raturadas,s ão bastante percolativas, por isso, sobre elas não se deve implantar fontes potencialmente poluentes. .......... 16 Foto 2.12: Antiga pedreira. Rochas básicas, basaltos, exibindo decomposiçãoe sferoidal. característica que faz com que se alterem de modo bastante diferenciado, o que possibilita que mesmo onde os solos são profundos possa existir blocos e matacões. .........................................1 6 Foto 2.13: Vista geral da antiga pedreira. Em função da decomposição esferoidal, há presença de ' l .ünnaaa çnnnnnnnnnnnnnune ee nnnuunnnuun Bebe npunnnnnunnnuunueseaeçsnnnnnnnnuenaaev=npn nnnnnn Foto 2.14: Erosão induzida por caminhos preferenciais do gado, em solos típicos dos terrenos com predominância de colinas suaves, domínio das rochas de composição mais básicas. .................. 17 Foto 2.15: Afloramento de rochas intermediárias, em corte da estrada RP17 entre Eldorado a Bernarda de Irigoyen, Misiones, Argentina. ..................................................................................... 18 Foto 2.16: Relevo montanhoso sustentado pelos derrames mais ácido-intermediários.P ossível verificar início de desmatamentoe m área de recarga de aquífero. Em longo prazo podendo acarretar em problemas erosivos..................................................................................................... 18 Foto 2.17: Brecha vulcânica. Estrada RP17, entre Eldorado e Bernardo de Irigoyen, Misiones, r B opasTnnaa BB o BBnnnnuua pnnnnnnnnnnnnn pnnnnnnnB pnnnnnnnnnnuunnnnpnnnnnnnnnunnunBBpnpnnnnnnnupBn nnnnnnnnn unn nnnnnnnnnauaB a BuperintendênRaeag iondael SãoP aulo- SUREG/SP Agosto de 2010 52 Páginas Totais Gestão Ambiental e Territorial-- GATE '3 '') oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE'') SeívlÇOG o IÓglee do ttr8sii FRONTEIRA DAS FOLHASA SUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) ') ') Foto 2.18: Perfil de solo residual de basaltos com horizontes com diferentes graus de pedogênese. '1 Margens da estrada RP17 entre Eldorado e Bernardo de Irigoyen................................................1. 9 ') Foto 2.19: Nível superior do perfil de soloa presenta argila expansiva e os níveis mais inferiores ''1 (amarelados) apresentam fragmentos de rochas intermediárias alteradas. Arredores da cidade de Bernarda de Irigoyen, Misiones, Argentina ...................................................................................... 20 '1 Foto 2.20: Terreno muito plano às margens da rodovia BR277, na zona de expansão de Foz de '3 lguaçu, onde, devido a problemas de escoamento superficial, valas foram abertas para melhorar a ') drenabilidadeU. ma prática não recomendávelu. ma vez que estas áreas úmidas têm grande '1 importância ambiental e hídrica e são geotecnícamenteb astante problemáticas. Nas zonas 3 urbanas áreas como estas devem ser transformadas em parques ecológicos...............................2 2 '3 Foto 2.21: Mostra a capacidade de compactação e a atividade alta dos solos basálticos 22 a '3 Foto 2.22: Predomínio de rochas intermediárias com presença de blocos de brecha vulcânica e ''1 porções vesiculadas. Facies Capanema. Pedreira localizada as margens da BR277, região de São '3 Miguel do lguaçu, Paraná, Brasil. .................................................................................................... 23 '1 Foto 2.23: Terrenos ondulados a forte ondulados, com lixão à beira da drenagem nos arredores de Matelândia, Paraná, Brasil. .............................................................................................................. 23 Foto 2.24: Terrenos ondulados a forte ondulado com blocos de rocha básica alterados, região de Foto 2.25: Presença de muitas ravinas por conta da erosão hídrica, região de Missal. ................. 26 Foto 2.26: Trabalho manual e aragem profunda do solo. Ao longo do tempo ocorre inversão dos perfis A e B, empobrecendo o solo, região de Missal....................................................................2..6 Foto 2.27: Terrenos ondulados com grandes áreas de erosão entre as plantações. Comumente encontrado na região de Missal. ...................................................................................................... 27 '3 Foto 2.28: Afloramento de rocha vulcanoclástica muito alterado, lateritizado. Presença também de '') surgências de água ao longo afloramento em corte de estrada da BR277. Arredores de Cascavel, rl raspnanp pP pnnnanana&e p uunnnnaunePPPnunnnnPPç nnaPnnnnnunaRnen eP nnnnnnnRnaeS PPPnnnnnnuuePnnnPn nnnnn ppnnpn2 '') Foto 2.29: Detalhe para a camada oxidada resultado do processo de leteritização devido variação '') local do aquífero, mesmo local da foto anterior. .............................................................................. 30 Foto 2.30: Rochas básicas andesíticas. pouco alteradas. Neste tipo de litotipo é comum nascentes ') de água entre futuras. Afloramento na BR277 em lbema, Paraná, Brasil. .................................... 30 Foto 2.31: Basalto andesítico,f ácies Cordilheira Alta, na Pedreira abandonadad a Prefeitura de Guaraniaçu, Paraná, Brasil. ......................--..................................................................................... 31 Foto 2.32: Do ponto de vista ambiental é importante a conscientização das comunidades indígenas quanto às praticas agrícolas adequadas e se evitar o desmatamento do topo dos morros Gerência de Hidrologia e Gestão TerHtorial-- GEHITE Agosto de 2010 52 PáginasT otais Gestão Ambiental e Territorial- GATE '1 ') oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE') FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) $elrflÇO (;081ÜglCe dO Hr89.ll ') '1 e encostas, uma vez que o relevo é forte ondulado e funciona como área de recarga regional. '3 Também é comum o comercio de artigos indígenas pelos residentes da reserva indígena entre ') lbema e Nova Laranjeiras, Estado do Paraná. Brasil. ....................................................................3. 1 Foto 2.33: Rodovia BR163 na região de Santa Tereza do Oeste. Relevo suave ondulado a '1 ondulado, com solos bastante espessos, provavelmente residuais de basaltos. ......................... 33 '3 Foto 2.34: Belo afloramento, provavelmente uma vulcânica intermediária, com denso sistema de futuras verticalizadas, com nível vesicular na porção inferior. Facies Capanema. Pedreira '3 Pavimar, Santa Tereza do Oeste, Paraná, Brasil. ........................................................................... 34 Foto 2.35: Nível de um arenito. ao que tudo indica vulcanogênico em meio a derrames de basalto '3 (peperitos), Pedreira Pavimar. Santa Tereza do Oeste, Paraná, Brasil. .........................................3 4 '3 ') Foto 2.36: Relevoo ndulado.d e colinas,o nde há a necessidaded e preservaçãod a vegetação '3 para se evitar problemas de erosão induzida neste tipo de relevo. Ao fundo, serras que são o limite '3 do Parque Nacional do lguaçu. A partir da cota de 730 m, predomina o domínio das rochas ácido- '3 intermediárias com muitos afloramentos ao longo da rodovia............................................-...........3. 5 '3 Foto 2.37: Mostra um aspecto comum aos terrenos basálticos. Mesmo onde os solos são '3 profundos e bem evoluídos, devido à forma com que se alteram os basaltos, podem ocorrem blocos e matacoes. uma característica que, localmente, pode dificultar a execução de escavações, perfurações e trazer problemas para fundações de obras. Periferia de Marechal Cândido Rondon. 37 Foto 2.38: Perfil com solo residual na base e transportado no topo, delimitados por uma linha de seixos. Matérias de características geotécnicas bem diferentes. Possível ver os sulcos causados por erosão hídrica nas argilas expansivas que recobrem a parte superior. Proximidades de Quatro PoÍit.(Psone n nB8 eeannePnaçePnneaena eeeaeePnneP e eP IPennolPe eeenBna çna e Bebe nnn enan a nB BPnB\=)/ Foto 2.39: Zona de transição dos terrenos vulcânicos para os terrenos arenosos do Grupo Caiuá. '3 Trata-se de uma cobertura de solo transportado, com contribuição de areia dos arenitos e de argilas das rochas vulcânicas. É portanto um solo arena-argiloso, moderadamente erosivo e de qualidades química físico-químicas bem inferiores aos solos basálticos. Bairro Catarinense. Palotina, Paraná, Brasil. ................................................................................................................... 38 39 Foto 2.40: Vista geral das Cataratas (Visão a partir do lado brasileiro). ... Foto 2.41 : Afloramentos de ltaipu. .................. 39 Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial-- GEHITE Agosto de 2010 52 Páginas Totais Gestão Ambiental e Territorial- GATE '3 '') oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE'3 Sets'Ko (io+idotco do lir4tll FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) '') '3 n l Apresentação ') ') Este relatório apresenta e discute os dados obtidos na 4a etapa da atividade AI .l para o '3 Projeto MapeamentoG eológico e de Recursos Minerais em Áreas de Fronteira 'n (Subprojeto S056) das folhas ao milionésimo Asunción (SG-21) e Curitiba (SG-22) que '3 consiste nos levantamentos geológicos e temáticos (geodiversidade) nas áreas de '3 fronteira por meio de missões integradas por especialistas. ''1 Os trabalhos em campo foram realizados no período de l a 15 de agosto de 2010, na '3 '3 região de fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai(Figura 1.1), patrocinados pela ') Agência Brasileira de Cooperação - ABC e pelo Fondo Argentino de Cooperación '3 Horizontal -- FOAR, e executado pela CPRM Serviço Geológico do Brasil em parceria '3 com a SEGEMAR -- Servido Geológico e Minero Argentino. '3 '3 ') 1. :'.'.J '?~:.- - '' -u-':::+ l"';-l -,) 'l::;""" =À..k'':- ,.::-=--« 1.:.,k. ):'' [==L(,,''''s U '3 Ê@'] ":' .4..«.,e rc '') :...."'( . ') '''r:'tl . E:t:: '"''\ (;'r:l.. p.aaO'ç ü '') 'n '') <'''1í' ''::"''"'t. --/ } . J - -'-/ g'.- -/: '') \ 1- '3 Figura 1.1: Mapa de localização das folhas SG-21 Asunción e SG-22 Curitiba, delimitadas em amarelo. Gerência de Hidrologia e Gestão TerHtorial-- GEHITE Agosto de 2010 Página l de 52 Gestão Ambiental e Territorial- GATE ') '') oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DEn FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) $epfvlço (; tÓ.tlfee do Ulõ3.li '') a ') Em cumprimento ao disposto para a programação do Subprojeto S056 "Mapeamento ''b Geológico e de Recursos Minerais em Áreas de Fronteiras" se reuniram entre os dias l e 15 de agosto de 2010, na fronteira entre a República Federativa do Brasil e a República '') Argentina, as equipes destes países para cumprir a quarta etapa da parte AI.l- 'n Levantamento geológico em áreas de fronteira. '1 Participaram do trabalho de campo, pela Argentina: Fernando Pereyra, Alejandra Andrea '3 Goméz e Silvia Castra Godoy do SEGEMAR, e pelo Brasil: Antonio Theodorovicz, Deyna '3 Pinho e Andrea Fregolente Lazaretti da CPRM. Importante salientar que o trabalho '3 conjunto com a equipe argentina deu-se no período de 03 a 08 de agosto, e que no ') período de 09 a 15 de agosto a CPRM trabalhou em território brasileiro, e a equipe ') argentina seguiu com os trabalhos na porção argentina. a Durante os trabalhos foram percorridos dois perfis na Argentina, entre as cidades de '') Puerto lguazú, Eldorado,e Bernardod e Irigoyen, e vários perfis no Brasil, entre as ') cidades de Foz do lguaçu, Medianeira, Missal, Santa Helena, Marechal Cândido Rondon, ') Palotina, Quatro Pontes, Toledo, Cascavel, Guaraniaçu, Laranjeiras do Sul, e Nova Prata ') do lguaçu. totalizando mais de 3000 km percorridos. O trabalho de campo envolveu o estudo de perfis geológicos, amostragem de rochas, reconhecimento de estruturas, descrição e discussão das características das fácies que compreendem os basaltos do grupo Serra Geral (litotipos predominantes na região do ') projeto), e na interpretação do que significam em termos de adequabilidades e limitações frente à execução de obras, agricultura, disposição de resíduos, potenciais minerais hídrico e turístico e na verificação dos problemas ambientais decorrentes do uso e ocupação. Deve-se destacar que para a equipe da SEGEMAR e para os geólogos Deyna e Andrea, '') da equipe da CPRM, era a primeira vez que afloramentos eram vistos e estudados abordando-se esta temática, buscando uma visão holística e interligada com as ações humanas para fins de planejamento territorial e gestão ambiental. Vale ressaltar que a equipe da SEGEMAR encontrou a equipe da CPRM no dia 03 de agosto, pois se deslocou por meio de automóvel de Buenos Abresa Foz do lguaçu, e que a partir do dia 08 de agosto ambas as equipes se separaram para executar os trabalhos de campo em seus respectivos países Outra observação importante é que ocorreram alguns problemas de remarcação das passagens aéreas, fazendo com que a equipe da CPRM fosse dia lo de agosto para Foz do lguaçu e não dia 02. conforme cronograma Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial-- GEHITE Agosto de 201 0 Página 2 de 52 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE oCPRM FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) s+i vlç.o tioeld alce dõ tif8tll original. E que a cidade de Foz do lguaçu, foi escolhida de comum acordo como base para os planejamentos e saídas a campo e na Figura Segue abaixo no Quadro 1.1, o cronograma das atividades desenvolvidas 1 .2 a localização dos perfis realizados e trechos percorridos. Quadro 1.1: Cronograma das atividades de campo 01/agosto Deslocamento aéreo São Paulo - Foz do lguaçu Aluguel de carro e expor?!ão das redondezas e 02/agosto espera pela equipe da SEGEIUAR Perfil 1 - Ativldade de campo no Brasil - Foz do 40 01 a 04 03/agosto lguaçu /Vila Carimã/ Pedreira Remanso Grande Ú :: : 253 05 a 21 04/agosto /b Chuva - atlvidades de campo suspensa devido ao 05/agosto 660 22 a 38 06/agosto 07/agosto Reunião - ver ata em anexo l 194 39 a 51 08/agosto 620 52 a 62 550 63 a 70 380 71 a 78 ll/agosto 50 12/agosto 440 79 a 84 13/agosto 14/agosto 15/agosto 3187 km 84 pontos percorridos descritos fotos) Página 3 de 52 Agosto de 2010 PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE ( )Cp13M FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIoN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) Selt+lço tio IÓtltco do tl $1 g % Figura 1. 2: Mapa de localização dos perfis realizados com rotas demarcadas em vermelho. Página 4 de 52 Agosto de 2010 '''\ ''1 -'b oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE'h FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIoN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) sets'lço (:oeidgleo do lir»tl l '') '3 ''1 2 Observações de campo ''1 ') Foram executadas perfis ao longo das estudas, uma vez que é nelas que se encontram as melhores exposições de solos e rochas. Abaixo se descrevem as principais observações para cada perfil. '1 '') 2.1 Perfil 1 - Foz do lguaçu /Vila Carimã/ Pedreira Remanso Grande a '3 '3 '3 '3 ''1 3 '3 'x ''] Figura 2.1.1 Perfil l Foz do lguaçu/Vila Carimã/Pedreira Remanso Grande. A região estudada fica às margens da BR-469, conhecida como Rodovia das Cataratas, nos arredores de Foz do lguaçu (Figura 2.1.1). Caracteriza-se por ser uma região de que o relevo varia de plano a suave ondulado. Como aspecto ambiental de destaque associado a estes terrenos cita-se o caso do bairro Vila Carimã, uma urbanização que vem se desenvolvendos obre uma planíciea luvial (popularmentec onhecidasc omo várzea, Foto 2.1), forma de uso bastante inadequado para este tipo de terreno, uma vez que do ponto de vista geotécnico são bastante problemáticos e são de grande importância ambiental (áreas úmidas) e hídrica (de recarga das águas subterrâneas). pelas seguintes razões: são sustentadas por solos e sedimentos moles, de baixa ') Gerêncidae Hidrologeia G estãoie mtoa l- GEHITE Agosto de 2010 Página 5 de 52Gestão Ambiental e Territorial-- GATE ''') "PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE ') oCPRM FRONTEIRA DAS FOLHASA SUNCIoN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) $ellvlço G etd lIGo do H##tll ''N ') 'n capacidade de suporte, ácidos e com umidade alta. Por isso são matériais bastante '') corrosivos; obras enterradas danificam-se rápido; podem sofrer o fenómeno da corrida de ') lama se forem descompressionados através de escavaçõesl o lençol freático é aflorante ') ou então está situado muito próximo da superfície (Foto 2.1) e os escoamentos ''1 superficial e subsuperficial são deficientes (Foto 2.2): alto potencial de alagamentos de '1 longo tempo de duraçãol deficiência de escoamento e problemas de reversão em redes '3 de esgotos; alagamento rápido de escavações; águas lentas, pouco oxigenadas e de '1 muito baixo potencial depurador: alta vulnerabilidade à contaminação do lençol freático '1 tanto por fontes pontuais como difusas. A urbanizaçãod estes locais, sem planejamento ') potencializa o surgimento dessas áreas alagadas e sem vazão. A pavimentação (asfalto) '3 também desfavorece o escoamento superficial, sendo recomendado o uso de pavimentos '1 tipo blocos intertravadosq ue permitamq ue esta água escoe por entre suasj unções. A médio e longo prazo problemas de ressurgência de esgotos podem ser descritos, bem '3 '') como a corrosão de tubulações metálicas em função do caráter ácido do solo hidromórfico e a constante umidade, formando pilhas naturais. ') Na região limítrofe. em direção ao Parque Nacional das Cataratas do lguaçu, encontram- se terrenos coluvionares resultantes do aporte de sedimentos das porções mais elevadas da região, onde é possível verificar um solo de origem basáltica, pouco espesso, de compactação média. Foi visitada a pedreira Remanso Grande de extração de basaltos para fornecimento de brita onde foi verificada a ocorrência de dois derrames distintos em coloração, mas semelhantes em fraturamentos (Foto 2.3) Este basalto é pertencente à Facies Capanema. Pontos descritos no perfil: MRMAF01 a MRMAF04. Página 6 de 52 Gerênda de Hidrologia e Gestão Territorial-- GEHITE Agostode 2010 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE ''1 '') ') "PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE ') oCPRM FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) sellflfoli081dglc6 do UI»tll ') ') '3 '3 Foto 2.'f: Relevo excessivamente plano, com problemas de deficiência de escoamento superficial, na Vila Carímã, Foz do lguaçu, Paraná, Brasil. não ocorre. Página 7 de 52 Gerência de Hidrologia e Gestão TerHtorial-- GEHITE Agosto de 2010 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE oCPRM FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) sefvliço (ioetdtltco do ti14s.ll Foto 2.3: Basaltos pertencentes à Facies Capanema:n a Pedreira Remanso Grande, na cidade de Foz do lguaçu, região da rodovia BR46. Página 8 de 52 Gerênda de Hidrologia e Gestão TerHtoríal-- GEHITE Agostode 2010 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE ') ') oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE'') FRONTEIRA DAS FOLHASA SUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) S«r+lço Gõ iógteo do tiras,it '') ') ') 2.2 Perfil 2 - Puerto lguazú / Puerto Libertad / Represa Urugua-í / Wanda / '3 Comandante Andresito '3 ') '3 '3 '3 ') '1 '3 '1 '3 ''1 '') Figura 2.2.1: Perfil 2 -- Puerto lguazu/ Puerto Libertad/ Represa Urugua-í / Wanda / Comandante Andresito. '''\ A região percorrida localiza-se na porção norte da Província de Misiones (Figura 2.2.1), ') sendo cortada pela rodovia argentina RN-12. Como característicasa mbientais de destaques alienta-seq ue são terrenos basálticos( Foto 2.5) com relevo que varia de suave ondulado a ondulado. O manto de intemperismo é bastante profundo e ao longo de todo o perfil verificou-se que predominam solos com horizontes bem diferenciados e que apresentam como particularidade importante a existência de argilominerais expansivos no horizonteB argílico,c aracterísticqau e faz com que este horizontes eja geotecnicamente bastante problemático e, embora argiloso. também, é bastante erosivo, se exposto à alternância dos estados úmido e seco (Foto 2.4). Significa que estes solos apresentam baixo potencial erosivo natural e alto potencial erosivo induzido. Por outro lado, é um solo de excelentes características agrícolas, uma vez que é apresenta atividade alta; deve apresentar boa fertilidade natural e alta capacidade de reter e fixar nutrientesl deve responder bem à adubação e apresenta boa capacidade hídrica e de Gerência de Hidrologia e Gestão TerHtorial-- GEHITE Agosto de 2010 Página 9 de 52 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE '3 ') ') oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE'3 FRONTEIRA DAS FOLHASA SUNCIoN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) SoívlÇ.0 (:ü41Õglce do [if+tli ') ') reter e eliminar poluentes. Característica que não está sendo bem aproveitada na região '3 percorrida, uma vez que o uso de toda a região é baseado em reflorestamento de p/nus '3 (Foto 2.6), utilizado na indústria papeleira local. A agricultura restringe-se a pequenas e isoladas parcelas de plantio de erva-mate e fumo, indicando uma baixa exploração das '3 características favoráveis deste solo a agricultura. Em Puerto Libertad, às margens do '3 Rio Paraná foi verificado um perfil sedimentar, de origem coluvio-aluvionar, muito '3 heterogêneo e inconsolidado, com registros das cheias e vazantes do rio (Foto 2.7). Em ') Wanda foi realizada uma visita técnica à mina de Tierra Colorada. que extrai geodos de ametista (Foto 2.8) para comercialização que compõe o derrame basáltico da Fácies ') Laranjeiras. Estes geodos extraídos de forma artesanal sustentam a economia local- '3 familiar bem como o geo-turismo (visita orientada a mina). Na região de Comandante ') Andresito, predominam os derrames das fáceis superiores. Pontos descritos no perfil: ') MRMAF05aMRMAF21. ') ') ''1 ') '') Foto 2.4: Cicatrizes de erosão em sulco induzida pela exposição do horizonte de solo residual de basaltos portador de argilominerais ') expansivas. Possível observar os sulcos mais profundos do caminho preferencial de escoamento das águas supera!.iais em direção à Rodovia RN12, próximo a Puerto lguazú, Misiones, Argentina. Página 10 de 52 Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial-- GEHITE Agosto de 2010 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE oCPRM FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) Seívlço tioeldQic+ do íi? tii % Foto 2.5: Futuras verticais típicas da Facies CamposN ovos Afloramento na Rodovia RN12, região de Puerto Libertad, Misiones Argentina. Foto 2.6: Área de plantio de Pinus as margens da Rodovia RN12: região de Puerto Libertad. Misiones, Argentina. Página ll de 52 Gerênda de Hidrologia e Gestão Territorial--G EHITE Agostode 2010 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE ') 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE '= oCPRM FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) SeívtÇO (i081óglee do tttõll n 3 ') '3 '3 'b '1 '3 ') '') '') Foto 2.7: Depósito coluvio-aluvionar inconsolidado nas Margens do Rio Paraná na base da polícia portuária, em Puerto Libertad, Misiones, Argentina. '1 '') ''\ ') Foto 2.8: Geada de ametista com preenchimentod e calcitas e quartzo. OS geodos são normalmente mais abundantes na Facles Laranjeiras. Mina de Terra Colorada, Wanda,M isiones, Argentina. Página 12 de 52 Gerência de Hidrologia e Gestão TeMtorial--G EHITE Agosto de 2010 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE ''n ') oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DEFRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) S+ívlço t} lü.Bico do til l ') n 2.3 Perfil 3 - Puerto lguazú / Puerto Libertad / Wanda / Puerto Esperanza/ '1 Eldorado/Bernardo delrigoyen 'n ') ') '3 ') a ') ') '3 ') ') ') '') ''n '1 ''1 Figura 2.3.1: Perfil 3 -- Puerto lguazú / Puerto Libertad / Wanda / Puerto '') Esperanza/ Eldorado/ Bernardo de Irigoyen. '= A região percorrida, neste perfil, encontra-se na porção norte da Província de Misiones, um pouco mais ao sul do Perfil 2 (Figura 2.3.1). O principal objetivo foi verificarmos os '') derrames basálticos das serras locais e associar suas implicações geoambientais. Foi visto que as rochas tornam-se mais ácidas conforme se avança na altitude, que nas porções superiores dos derrames ocorrem seções vesiculadas (variando de médio a muito vesiculado, Foto 2.10) preenchidos por quartzo e celadonita. Conforme se avança em termos de topografias mais elevadas, a composição torna-se mais ácida-intermediária (riolitos, riodacitos...) e as serras passam a escarpas. Localmente ocorrem derrames em corda, sem muitas futuras, e a decomposição passa a ser mais proeminente (Fotos 2.12 ') e 2.13). Também é possível encontrar brechas vulcânicas preenchidas por este basalto de composição intermediária e/ou pelo basalto mais vesicular (Fotos 2.17 e 2.18). Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial- GEHITE Agosto de 2010 Página 13 de 52 Gestão Ambiental e Territorial- GATE l ') 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE n oCPRM FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIoN E CURITIBA(Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4)s+tflço Goela« eo.do [ir t] '3 '3 a Como particularidades ambientais importantes, salientam-se nestes terrenos: a '1 pedogênese se desenvolve de forma bastante diferenciada; por isso a espessura e as 'n características físico-químicas dos solos variam bastante de local para locall em muitos locais os horizontes B e C do solo afloram ou estão situados muito próximos da superfíciesa profundidade do substrato rochoso é bastante irregular; em muitos locais o '3 substrato rochoso é bastante fraturado, percolativo e resistente ao corte e à penetração é '1 aflorante (Foto 2.11)l o relevo é favorável a que o lençol freático aflore nos sopés das '3 encostasl o escoamento superficial é muito rápido e sujeito a formar enxurradas de alto potencial erosivo e destruidor de obras; na maior parte do relevo os declives são 'n inadequados ao uso de maquinários motorizados na agricultura que favorecem os ') processos erosivos em sulco, os movimentos de massa e exigem na execução de obras ') viárias ter-se-á que fazer cortes muito profundos em materiais geotecnicamente ') 3 problemáticosl das rochas densamente fraturadas se desprendem blocos com facilidade '3 em taludes de cortei rochas vulcânicas de composição intermediáriaa presentam boas característicasf ísico-químicas para serem usadas para produção brutas (Fotos 2.09 e 2.15) e no caso das rochas da região, devido ao intenso fraturamento, podem ser desmontadas apenas com o uso de maquinários e ferramentas. Em termos de agricultura são terrenos que necessitam que as plantações ocorram utilizando as curvas de nível, Problemas causados pela erosão preferencial por animais de pasto também foram vistos (Foto 2.14). Recomenda-seq ue os topos e os vales não sejam desmatados, para se '') evitar erosão superficial e para a proteção das áreas de recarga e surgência dos aquíferos. Nesta seção foram verificados basaltos Facies Cordilheira Alta ou Campos 'h Novos nas porções mais elevadas e Capanema nas porções mais planas/colinosas. Em Bernardo de Irigoyen ocorrência de perfis de solo profundos, com horizontes A e B e C '3 bem definidos (Foto 2.19). Pontos descritos no perfil: MRMAF22 a MRMAF38. Página 14 de 52 Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial- GEHITE Agostode 2010 Gestão Ambiental e Territorial- GATE oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE 5 l iço(ioeldtlice do lle&tll FRONTEIRA DAS FOLHASA SUNCIoN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) Foto 2.9: Corte de estrada com perfil de solo coluvionar. É possível observar processos erosivos e desmoronamentosd ecorrentes da presença de argilas expansivas. Estrada RP12 entre Puerto Esperanza e Puerto Nado, Misiones, Argentina. Foto 2.10: Basalto vesiculado, é possível também notar fraturamentos verticais e horizontais, com alta permoporosidade secundária geralmente observando-se surgência de água nas futuras. Gerência de Hidrologia e Gestão Terütorial-- GEHITE Agosto de 2010 Página 15 de 52 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE oCPRM FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) 3.e,ívljço (;o+ldgico do tir»j.l Foto 2.11: Antiga área de extração de brita abandonada, que virou depósito irregular de resíduos. Há de se considerar que as rochas vulcânicas, por serem bastante fraturadas, são bastante percolativas, por isso, sobre elas não se deve implantar fontes potencialmente poluentes. Foto 2.12: Antiga pedreira. Rochas básicas, basaltos, exibindo decomposição esferoídal, característica que faz com que se alterem de modo bastante diferenciado, o que possibilita que mesmo onde os solos são profundos possa existir blocos e matacões. Gerênca de Hidroogia B Gesso larnlo al- GEnlTE Agosto de 2010 Página 16 de 52 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE S.+Ívlç0 (; elüglco do llfAtll FRONTEIRA DAS FOLHASA SUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) Foto 2.13: Vista geral da antiga pedreira. Em função da decomposição esferoidal, há presença de muitos blocos rolados. q w';$+. + q+"õu+ '«Ü Foto 2.14: Erosão induzida por caminhos preferenciais do gado, em solos típicos dos terrenosc om predominânciad e colinas suaves, domínio das rochas de composição mais básicas. Gerência de Hidrologia e Gestão TerHtoríal- GEHITE Agosto de 2010 Página 17 de 52 Gestão Ambiental e Territorial- GATE oCPRM "PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DEFRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) S8rfliÇO Coelóglce do tlr&sl \ ') ') ') ''1 ') 'h Foto 2.15: Afloramento de rochas intermediárias, em corte da estrada RP17e ntre Eldorado a Bernardo de Irigoyen, Misiones, Argentina. Foto 2. 16: Relevo montanhoso sustentado pelos derrames mais ácido- intermediários. Possível verificar início de desmatamento em área de recarga de aquífero. Em longo prazo podendo acarretar em problemas e/"os/vos. Página 18 de 52 Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial- GEHITE Agostode 2010 Gestão Ambiental e Territorial- GATE '3 oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE') Serviço (;üeidBtco do lir+tl l FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) ') '1 ') '3 ') '3 ') '') Foto 2. {7; Brecha vulcânica. Estrada RPf7, entre Efdorado e Bernardode Irigoyen, Misiones, Argentina. '3 ') ''1 Foto 2.18: Perfil de solo residual de basaltos com horizontes com diferentes graus de pedogênese. Margens da estrada RP17 entre Eldorado e Bernarda de Irígoyen. Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial-- GEHITE Agosto de 2010 Página 19 de 52 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE (1)cpnm 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE 3+ívlço Cüoldglee dotif49.li FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA(Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) n Foto 2. 19: Nível superior do perfil de solos presenta argila expansiva e DS níveis mais inferiores(amarelados) apresentam fragmentos de rochas intermediárias alteradas. Arredores da cidade de Bernarda de Irigoyen, Misiones, Argentina 2.4 Perfil 4 - Foz do lguaçu / Santa Terezinha de ltaipú / São Miguel do lguaçu/ Medianeira/ Matelândia/ Céu Azul Figura 2.4.1: Perfil 4 Foz do lguaçu / Santa Terezinha de ltaipu / São Miguel de lguaçu / Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão TerHtorial- GEHITE Gestão Ambiental e Territorial-- GATE Agosto de 2010 Página 20 de 52 ') '') oCP13M 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE'3 $ rflço Go lógico.dol lr#sll FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) ') '3 Medianeira/ Matelândia/ Céu Azul '3 ') O Perfil foi realizado ao longo da rodovia BR-277, entre Foz do e Céu Azul (Figura 2.4.1) . e caracteriza-se por em sua parte inicial de Foz do lguaçu a São Miguel do lguaçu por um relevo predominante de colinas amplas e suaves, localmente ondulada. '3 ') Devido ao relevo suave, foram identificados problemas de escoamento superficial '1 principalmentea s margens da rodovia BR-277 onde existem pequenos brejos e '') alagadiços que podem vir a gerar depósitos de turfa ou similares (Foto 2.20). '1 Naturalmente são áreas de baixo potencial de erosão e baixo potencial de movimentos ''1 de massa com solos de características semelhantes a do latossolo. Nestes tipos de ') terrenos a agricultura desenvolve-se muito bem, porém devem-se orientar os agricultores '3 a não realizarem aragens profundas evitando-se a inversão dos horizontes A e B, uma '1 vez que o horizonte B apesar de ser mais rico em nutrientes, é mais erosivo, devido à ') presença de argilas expansivas, neste caso, recomendam-se o plantio direto, sem o uso ') de maquinário pesado (também para evitar a compactação do solo, Foto 2.21) e culturas '') de longos períodos. Regiões com estas característicass ão extremamente pobres em afloramentos rochosos, sendo comum a ocorrência de apenas perfis de solo nos cortes de estudas. Seguindo em direção a Matelândia e adjacências, o relevo começa a tornar- se mais ondulado (Foto 2.23), e o tipo de solo perde a cor mais avermelhada passando a ''N mais marrom, indicando o domínio de vulcanismos mais ácidos nestas porções. Já começam a surgir afloramentos rochosos nas estudas (Foto 2.22) onde é possível verificar os fluxos vesiculados e estas vesículas preenchidas, estruturas em corda, um fraturamento vertical dominante e perfis de solo pouco profundos. Aqui predomina a ') erosão dos taludes e a susceptibilidade da contaminação do lençol freático aumenta, em razão da espessura do solo muito irregular e muitas exposições de rochas densamente '') fraturadas em várias direções. As fácies aqui verificadas foram Capanema (solo mais avermelhado, regiões mais planas e com ocorrência das argilas expansivas) e Campo- Erê (Medianeira/Matelândiad e cor marrom e problemas mais geotécnicos) seguidos pelas Facies Campos Novos. Pontos descritos no perfil: MRMAF39 a MRMAF51. Superintendência Regional de São Paulo Gerência de Hidrología e Gestão Tenitorial-- GEHITE Agosto de 2010 Página 21 de 52 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE S r IÇOC 66.1i$gleed O ttt+S.l FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) Foto 2.20: Terreno muito plano às margens da rodovia BR277, na zona de expansão de Foz de lguaçu, onde, devido a problemas de escoamento superficial, valas foram abertas para melhorar a drenabilidade. Uma prática não recomendável, uma vez que estas áreas úmidas têm grande importância ambiental e hídrica e são geotecnicamente bastante problemáticas. Nas zonas urbanas áreas como estas devem ser transformadas em parques ecológicos. Foto 2.21: Mostra a capacidaded e compactação e a atividade alta dos solos basálticos. Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão TeMtorial- GEHITE Agosto de 2010 Página 22 de 52 Gestão Ambiental e Territorial- GATE oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE See'vl(o (i lÓgICo do ltíAtll FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIoN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) Foto 2.22: Predomínio de rochas intermediárias com presença de blocos de brecha vulcânica e porções vesiculadas.F acies Capanema.P edreira localizada as margens da BR277, região de São Miguel do lguaçu, Paraná, Brasil. Foto 2.23: Terrenas ondulados a forte ondulados, com lixão à beira da drenagem nos arredores de Matelândia, Paraná, Brasil. Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial-- GEHITE Agosto de 2010 Gestão Ambiental e Territorial--G ATE Página 23 de 52 ''1 ') oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTOG EOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DEFRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) SerViÇO GOelógle$ dO ltí#tii 'n 2.5 Perfil 5 -- Medianeira / Missal /Santa Helena / São Clemente / São José '3 das Palmeiras / Ouro Verde do Oeste / Toledo / Marechal Cândido 3 Rondon / Porto Mendes '') '') ') '3 '1 ') ') ''b ') 'b ''A ') Figura 2.5.1: Perfil 5 -- Medianeira/ Missal/ Santa Helena/ São Clemente/ SãoJosé das Palmeiras/ Ouro Verde do Oeste / Toledo / Marechal Cândido Rondon / Porto Mendes. O perfil foi realizado ao longo das rodovias estaduais PR-495, PR-163, PR-239 e rodovia federal BR-317, passando por diversos municípios que margeiam a represa de ltaipu (Figura 2.5.1). A Região percorrida é dominada pela alternância de colinas suaves (domínio das rochas básicas e fácies inferiores estratigraficamentee) relevos bem acidentados,q uase montanhosos, localmente escarpados (domínio das rochas ácidas/intermediárias).D o ') ponto de vista geoambientale trabalhando o conceito-base de fácies homólogas, os problemas e aspectos negativos são os mesmos para cada unidade: nas regiões de relevo suave, problemas de escoamento superficial (Fotos 2.25 e 2.27), argilas expansivas e possibilidade da inversão de perfis de solo A-B (Foto 2.26), já nas regiões de relevo mais movimentado, os problemas esperados são devido à ocorrência de afloramentos os problemas são da ordem de deslizamentos, queda de blocos e infiltração Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial- GEHITE Agosto de 2010 Página 24 de 52 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE S+ívlço (;ooldulco do lip»tll FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIoN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) de contaminantes (vale ressaltar que a região possui criação de animais e é muito comum acidentes com blocos reliquiares ao intemperismo (Foto 2.24), e o uso de esterco no solo a longo prazo podem contaminar os aquíferos). De forma simples tem-se que na região entre Missal e Marechal Cândida Rondon predominam os relevos mais suaves e ao se aproximar de Toledo, há o domínio das regiões mais serranas. Nas proximidades de Toledo visitamos uma pedreira de extração de brita (rochas mais ácidas). Facies observadas: Capanema e Campo-Erê. Pontos descritos no perfil: MRMAF52 a MRMAF62. Foto 2.24: Terrenoso ndulados a forte ondulado com blocos de rocha básica alterados, região de Missal. Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial- GEHITE Agosto de 201 0 Gestão Ambiental e Territorial- GATE Página 25 de 52 '1 ') oCPRM "PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE Serviço (; loglco óo lií»9.l FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) ''N ') ''1 '') l '3 ') ''3 n ') ''1 Foto 2.25: Presençad e muitas ravinas por conta da erosão hídrica, região de Missal. Foto 2.26: Trabalho manual e aragem profunda do solo. Ao longo do tempo ocorre inversão dos perfis A e B, empobrecendoo solo. região de Missal. Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial- GEHITE Gestão Ambiental e Territorial- GATE Agosto de 2010 Página 26 de 52 oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE Soívlço C;o lÓgICod o tlr#9.ll FRONTEIRA DAS FOLHASA SUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) Foto 2.27: Terrenos ondulados com grandes áreas de erosão entre as plantações. Comumente encontrado na região de Missal. Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão Territohal- GEHITE Agosto de 2010 Gestão Ambiental e Territorial- GATE Página 27 de 52 ') '1 oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE $ ítlÇO (;o lÓgIco do tIrAs.l FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) '') ') ') 2.6 Perfil 6 - Céu Azul / Santa Tereza do Oeste / Cascavel / Catanduvas / '') lbema/ Guaraniaçu/ NovaL aranjeiras/ Laranjeirasd o Sul ') '1 ''b ') '3 '') ') '3 ') ') '3 '1 ') ') Figura 2.6.1: Perfil 6 - Céu Azul / Santa Tereza do Oeste / Cascavel / Catanduvas / lbema / Guaraniaçu/ Nova laranjeiras/ Laranjeirasd o Sul. ') O Perfil foi realizado ao longo da rodovia BR-277 entre as cidades de Céu Azul e Laranjeiras do sul, passando por Cascavel, Estado do Paraná (Figura 2.6.1). Na região entre Céu Azul e Santa Tereza do Oeste foi verificado um perfil de solo '1 coluvionar na parte superior com contato bem marcado com a rocha alterada/fragmentada por uma linha de seixos, eventualmente vesiculados. O relevo é ondulado, indicando uma possível transição, e este solo exibe uma senilidade, por conta do depósito coluvionar. Na região de Cascavel e um pouco mais a frente, sentido sudeste é muito comum a ''x ocorrência de nascentes de água nas futuras da rocha. Localmente o afloramento ') apresenta-se com porções mais oxidadas e intemperizadas, possivelmente por conta de uma variação do aquífero local (Fotos 2.28 e 2.29). Em lbema foi verificada a ocorrência ') do horizonte C em perfil de solo, bem preservado. Conforme se aproxima de Guaraniaçu '') o relevo passa a ser mais ondulado e na entrada da cidade há uma antiga pedreira onde e possível ver a predominância dos fraturamentos verticais (Foto 2.31). Trabalhando com o conceito de zonas homólogas as implicações negativas e as características positivas Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerêndad e Hídrologiea GestãoT eMtoHalG- EHITE Agosto de 2010 Págirla 28 de 52 Gestão Ambiental e Territorial--G ATE oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE $+rfhÇO( ;041d#uicod o Hr»}ll FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIoN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) são semelhantesa s descritasn os perfis anteriores,t omando por base a geologiae o relevo. Comumenteo corre uma intercalaçãod e rocha que geram solos mais avermelhados e solos mais amarronzados, que poderiam ser interpretados como alteração das fácies Laranjeiras e Campos Novos respectivamente. Quando é possível se ver a rocha tem-se respectivamente basaltos mais escuros acinzentados e basaltos mais cinza-avermelhados, estes últimos, considerados mais ácidos/intermediários. Pontos descritos no perfil: MRMAF63 a MRMAF70. Foto 2.28: Afloramento de rocha vulcanoclástica muito alterado, lateritizado. Presença também de surgências de água ao longo afloramento em corte de estrada da BR277. Arredores de Cascavel, Parara, Brasil. Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial-- GEHITE Agosto de 201 0 Página 29 de 52 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE S ÍvlÇO (;061ó#lB6 dO tlf»l} FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIC)NE CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) Foto 2.29: Detalhe para a camada oxidada resultado do processo de leteritização devido variação local do aquífero, mesmo local da foto anterior. Foto 2.30: Rochas básicas andesíticas, pouco alteradas. Neste tipo de litotipo é comum nascentes de água entre futuras. Afloramento na BR277 em lbema, Parara, Brasil. Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial- GEHITE Agosto de 2010 Página 30 de 52 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE $eirflço (;oeldtltco do lt!+tl FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIoN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) Foto 2.31: Basalto andesítico, fácies Cordilheira Alta, na Pedreira abandonada da Prefeitura de Guaraniaçu, Paraná, Brasil. ''1 Foto 2.32: Do ponto de vista ambientaél importantea conscientização das comunidades indígenas quanto às praticas agrícolas adequadas e se evitar o desmatamento do topo dos morros e encostas,u ma vez que o relevo é forte ondulado e funciona como área de recarga regional. Tambémé comum o comercio de artigos indígenas pelos residentes da reserva indígena entre lbema e Nova Laranjeiras, Estado do Paraná, Brasil. Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial-- GEHITE Agosto de 2010 Página 31 de 52 Gestão Ambiental e Territorial- GATE '1 oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE') S+tftÇO GüelÓtllco do itf#s.l FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) ') '3 '3 '') 2.7 Perfil 7 - Santa Tereza do Oeste / Lindoeste / Santa Luzia / Capitão ''1 Leõnidas Marques ') '3 '3 n '1 '1 '3 '1 ''h Figura 2.7.1: Perfil 7 -- Santa Tereza do Oeste / Lindoeste / '') Santa Lucia/ Capitão Leõnidas Marques O Perfil foi realizado ao longo das rodovias federal BR-163 e estadual PR-484, entre os ''] municípios de Santa Tereza do Oeste e Capitão Leõnidas Marques (Figura 2.7.1). Nas '') proximidades de Santa Tereza do Oeste, no povoado de Santa Mana, foi verificado os afloramentos da pedreira Pavimar (Fotos 2.34 e 2.35) onde se constatou a ocorrência de um litotipo (Facies Capanema) de composição aparentemente mais andesítica e de textura variada. As rochas estão intensamentef raturadas (risco de queda de blocos), visível também fraturamento tipo conchoidal. O solo na área é pouco espesso e de cor marrom na porção central da pedreira. dividindo a área de exploração do acesso a esta. Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerêncidaa Hidrologeia G estãTo erdtoHaGl- inETE Agosto de 2010 Página 32 de 52 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE ' ' '1 (1)cpnm 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE'3 $+í'Viço (ioo'tdglce de ttrlts.l l FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) 3 ') foi verificado uma seção vesiculada, e acima desta um nível arenoso de cor branca a '3 amarelada, mal selecionado cortado por diques clásticos. Deve ser um sedimento '1 vulcanogênico. Seguindo para a região de Capitão Leõnidas Marques, o relevo passa de '3 suave ondulado a ondulado (Foto 2.33) para um relevo mais ondulado a forte ondulado 'a (Foto 2.36), onde a recomendaçãos eria para o reflorestamentod o topo dos morros ''] locais para se evitar processos erosivos. Muito comum neste tipo de terreno são as ''') erosões causadas pelo caminhar do gado, que com seu peso e o hábito de trilhar o 3 mesmo caminho abre sulcos preferências, induzindo o aparecimento de processos 3 erosivos. Do ponto de vista ambiental pode ocorrer a contaminaçãod os aquíferos ou '1 futuras (quando solo pouco espesso) pelo chorume proveniente do armazenamento do ') ') esterco para ser utilizado posteriormente nas plantações. Pontos descritos no perfil: MRMAF71aMRMAF78. '3 '1 ') ') '') '') ''\ ''3 'n Foto 2.33: Rodovia BR'163 na região de Santa Tereza do Oeste. Relevo suave ondulado a ondulado, com solos bastante espessos, provavelmente residuais de basaltos. Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão TerHtorial- GEHITE Agosto de 2010 Página 33 de 52 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE S+íflço tioeid$ic+ do UI»lll FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA(Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) Foto 2.34: Belo afloramento, provavelmente uma vulcânica intermediária, com denso sistema de futuras verticalizadas, com nível vesicular na porção inferior. Facies Capanema. Pedreira Pavimar, Santa Tereza do Oeste, Paraná, Brasil. Foto 2.35: Nível de um arenito, ao que tudo indica vulcanogênico em meio a derrames de basalto(peperitos), Pedreira Pavimar, Santa Tereza do Oeste, Parara, Brasil. Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão Terütorial-- GEHITE Agosto de 2010 Página 34 de 52 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE 3eíflço (:oelÓlllc do tii+tli FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIC)NE CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) @ Foto 2.36: Relevo ondulado, de colinas, onde há a necessidaded e preservação da vegetação para se evitar problemas de erosão induzida neste tipo de relevo. Ao fundo, serras que são o limite do ParqueN acional do lguaçu. A partir da cota de 730 m, predomina o domínio das rochas ácido-intermediárias com muitos afloramentos aolongo darodovia. Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial--G EHITE Gestão Ambiental e Territorial--G ATE Agosto de 2010 Página 35 de 52 ') ''1 oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE''1 $ ÍvlçQ OoelóBlco do Ut+ttl FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIoN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) '') ''b 2.8 Perfil 8 -- Marechal Cândido Rondon / Quatro Pontes / Nova Santa Rosa ') / Palotina '') H '3 '') '3 ') 3 ') '3 '3 '# '3 ') '3 ') H l '') 8 Figura 2.8.1: Perfil 8 -- Marechal Cândido Rondon / Quatro Pontes/ Nova Santa Rosa/ Palotina O Perfil foi realizado ao longo das rodovias federal BR-497 e estadual PR-182 entre os municípios de Marechal Cândida Rondon e Palotina (Figura 2.8.1). Na região de Quatro Pontes a Palatina predomina o relevo ondulado a suave ondulado e os solos são bastante profundos e em muito locais exibem evidências de que é portador de argilominerais expansivos, especialmente no horizonte B (Fotos 2.37 e 2.38. Em '1 Palatina, no bairro Catarinense foi verificada a presença de areias do grupo Caiuá (Foto '1 2.39). Este solo é um misto entre as areias e os basaltos de cor vermelha amarronzada de granulação fina. Na porção superior ocorrência de um latossolo, que conforme já citado possui naturalmente um baixo potencial de erosão, mas que induzido passa a ser alto, no caso, principalmente com a remoção da camada vegetal superior e técnicas agrícolas de aragem agressivas. Pontos descritos no perfil: MRMAF79 a MRMAF84. Superintendência Regional de São Pauta - SUREG/SP Gerêncidae HidrologiaG.ee stãoT erritoriaGl- EHITE Agosto de 2010 Página 36 de 52 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE ' ' oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE SeívlÇOC o IÓgtcod o lil»lii FRONTEIRA DAS FOLHASA SUNCI(1)NE CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) Foto 2.37: Mostra um aspecto comum aos terrenos basálticos. Mesmo onde os solos são profundos e bem evoluídos, devido à forma com que se alteram os basaltos, podem ocorrem blocos e matacoes, uma característica que, localmente, pode dificultar a execução de escavações, perfurações e trazer problemas para Fundações de obras. Periferia de Marechal Cândida Rondon. Foto 2.38: Perfil com solo residual na base e transportado no topo, delimitados por uma linha de seixos. Matérias de características geotécnicas bem diferentes. Possível ver os sulcos causados por erosão hídrica nas argilas expansivas que recobrem a parte superior. Proximidades de Quatro Pontes. Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão TeMtorial- GEHITE Agosto de 2010 Gestão Ambiental e Territorial--G ATE Página 37 de 52 oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE $ 1 lço a.oelóglee do tlr8tll FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) Foto 2.39: Zona de transição dos terrenos vulcânicos para os terrenos arenosos do Grupo Caiuá. Trata-se de uma cobertura de solo transportadoc, om contribuiçãod e areia dos arenitose de argilas das rochas vulcânicas. E portanto um solo arena-argiloso, moderadamente erosivo e de qualidades química físico-químicas bem inferiores aos solos basálticos. Bairro Catarinense, Palotina, Paraná, Brasil. 2.9 Visitas técnicas realizadas Cataratas do lauacu (Foto 2.40). com o objetivo de integração das equipes e explanações sobre o trabalho a ser desenvolvido e Usina Binacional de ltaipu (Foto 2.41) , para ver os litotípos existentes dentro da área da mesma Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial-- GEHITE Agosto de 2010 Página 38 de 52 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE serlvlço Goela«lco do til+s.l FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) Foto 2.40: Vista geral das Cataratas(Visãoa partir do lado brasileiro). '\ H Foto 2.4'1: Afloramentos de ltaipu. Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial-- GEHITE Agosto de 2010 Página 39 de 52 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE '') oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE''1 3+lvlÇO GoeldBlco do llr+lll FRONTEIRA DAS FOLHASA SUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) ') l 3 Comentários Finais Do ponto de vista geoambientatl omandop or base a geologia,f oram identificadosd ois ') tipos de rochas, as mais básicas na base e as mais ácidas a intermediáriasn o topo, todas oriundas do magmatismo Serra Geral, podendo-se separar o domínio das rochas vulcânicas básicas em duas unidades geoambientais ou subdomínios, de acordo com as diferenças morfológicas, geológicas e pedogenéticas destes litotipos. As rochas mais ') básicas são de cor cinza a cinza escura, geralmente possuem pouca ocorrência de vesículas e quando ocorrem, estão preenchidas por obsidianas, quartzo além da ') presença de celadonita e de estruturalmente apresentarem um fraturamento vertical maior. Quando alteradas possuem espessa capa de alteração alaranjada e o solo '3 resultante possui perfis mais espessos com ocorrência de argilas expansivas. As rochas de caráter mais ácido/intermediário possuem coloração cinza avermelhada, apresentam estruturas mais diversificadas. como em corda, vesículas em maior quantidade, minerais '') acessórios como zeólitas e localmente brechas vulcânicas e/ou pfpes. Seu solo possui '3 perfil pouco espesso e de coloração mais marrom, menos avermelhado se comparado ao solo das rochas básicas. Em função desta geologia e da morfologia, no sentido da resistência destas rochas em ''1 relação ao intemperismo,t em-se dois tipos distintos de relevo: os suave ondulados a ondulados (colinas amplas e suaves) pertencentes aos domínios das rochas básicas e os forte ondulados localmente montanhosos (colinas dissecadas e morros baixos) pertencentes aos domínios das rochas ácidas/intermediárias. Com relação aos processos pedogenéticos, o primeiro tipo gera solos que quase se aproximam de latossolos, são '') poucos susceptíveis a erosão natural, mas muito susceptíveis a erosão induzida, por '') conta das argilas expansivas; podem gerar áreas alagadas, devido ao relevo suave, bem ') como ravinamentose voçorocas em áreas que sejam desmatadasq uando mais ondulados, podendo também apresentar localmente indícios de depósitos coluvionares. ''1 O segundo tipo gera perfis de solo menores, menos espessos, porém ricos e de grande '1 fertilidade, pois ainda são solos em desenvolvimentoP. or estarem em regiões mais elevadas, escarpadas o manejo agrícola necessita de controle das plantações por curvas l de nível, para se evitar erosão, por conta dessa instabilidade natural. Vale ressaltar a diferença da utilização para fins agrícolas, enquanto que no Brasil esses solos são super- '') explorados pela agricultura, na Argentina, o uso é sub-explorado para a plantação de p/nus e erva-mate. Superintendência Regional do São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial--G EHITE Agosto de 2010 Página 40 de 52 Gestão Ambiental e Territorial- GATE '3 ''1 oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE SerVIÇO (;oeiÓlflce do llr8tll FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) ') ') Do ponto de vista geotécnico as rochas mais básicas são mais fáceis de serem '3 trabalhadas, por conta de estarem na base topográfica às estudas, sendo as obras ') realizadas nestas áreas mais simples do que as obras realizadas no subdomínio das ') rochas mais ácidas, que geram cortes de rocha em estudas maiores e com maior risco ') de queda de blocos. As britas destas rochas também respondem de maneira diferente. '1 sendo as do subdomínío básico, menos resistentes quando em contato com asfalto, '') concreto e demais materiais e as mais ácidas mais resistentes, favorecendo uma '') durabilidade maior de rodovias, por exemplo. '3 ') Quando avaliados nas questões ambientais referentes ao potencial de contaminação das '3 águas subterrâneas é uma variável que depende da espessura do solo, uma vez que '1 solos argilosos apresentam boa capacidade de reter e eliminar poluentes. Varia de muito '1 baixa onde os solos são profundos a muito alta nos locais onde as rochas afloram. Assim '1 sendo, o risco é maior no caso do subdomínio das rochas mais ácidas/intermediárias '') uma vez a espessura do solo varia bastante e em muitos locais rochas fraturadas estão ''1 expostas na superfície. As atívidades que oferecem risco de contaminação às águas subterrâneas são as fábricas de tratamento de madeira, pequenas fazendas que armazenam esterco em cavas sem isolamento adequado, lixões, cemitérios e o uso intensivo de agrotóxicos. Dentre os potenciais turísticos da região destacam-se o Parque Nacional das Cataratas ''1 do lguaçu,t anto do lado brasileiro,q uanto do argentinosa região de balneáriod e Santa ') Helena, com praias artificias em decorrência do lago da usina hidroelétrica; a própria '') usina binacional de ltaipu, com visitas diurnas e noturnas e os programas de educação '') ambiental lá desenvolvidos;t ambém há o parque das aves "Bird Park", de propriedade ') privadasA lém de outros pequenos refúgios e retiros vistos entre as propriedade rurais do Estado do Paraná. '3 Em termos de recursos minerais, foi verificado o maior uso dos basaltos para extração de brita em pedreiras (municipais e privadas) e a exploração de geodos e ametista, da mina ') de ametista em Wanda (Província de Misiones, Argentina). De acordo com a Ata de reunião realizada em campo nesta etapa de agosto de 2010 é '3 '1 prevista também uma reunião para integração dos dados referentes às etapas de campo desenvolvidas em separado pelas equipes. Como resultado do intercâmbio realizado em ''1 '') campo e escritório as equipes fixaram como data provável de elaboração de um mapa preliminar o mês de novembro de 2010 para a equipe brasileira, abril de 2011 para equipe argentina. Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP '') Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial-- GEHITE Agosto de 201 0Gestão Ambiental e Territorial- GATE Página 41 de 52 '') oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE $+í'viço (i041d.Bico do llr#tll FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) 4 Equipe CPRM da SUREG/SP GEHITE GATE Antonio Theodorovicz Supervisor Deyna Pinho Responsável Técnico l » Ü Andrea Fregolente Lazaretti Geóloga Gerência de Hidrologia e Gestão TerHtorial-- GEHITE Agosto de 2010 Página 42 de 52 Gestão Ambiental e Territorial-- GATE '3 oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE''1 FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIoN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) Seí KO t;e lÓgIco do tlt&sll ') '3 ') ANEXO 1- Ata da Reunião PROVECTA bTAPE{) GEOLÓGICO Y [JE RECURSOS ht[NE.RAlaS EN ÁREAS FRONITtiAS Siib-prol-uclo SC}56,A gçitçia Bíiuilcõa de Coopçraçiün y rondo /Ugçnüi {} dç Cüupcraciõn Horiztlrlrül :\C]]'A AC'HVIDAD A] . }, para ]üs fadas S(i2 ] -Asullción y SG22.-CuriLiE)a En cumplimtcmlo dc lo dispucsto por la piugíamación del Sui)-pí'ülocto S{)SÓ" hlaPeo Geolo8lca y dc Rwui-sas Níinelales cn Áreas de Flontcnts" sc rcuniclan entre lcls diu 3 }' 8 de a8{Klü dc 2üll): an ka l;ponteia ai)tre !a Rclüblica Faderati\:ad üi Brasii y la Repilblica Aí'geniinn, los cquipw de Bíasil y \rgcntina paraç ülnplir cnn ci levaniami lto dc! ülalla de Geodivçrsithtt. A partir dcl di:19 1m cqttipas continuurotl lüs fraExalosc n fl)rnl:t separada. Pmticipaion dçl tm1lajüd e minpo, po! Argcntitla,:F cmmdü Peieyia AleHandraA ndrea(;ómez y Silvia Castra (iadov dcl SEGEMAR; poí Brasil: Antonio Thcodoíüclovicz,A ndrca LazafGtE}I' Deyna Pinho dcl CPRM. DurMtc cl lilislno se cilbriõ cl árm frontcripn cota\píeüdidae.n tre E3rnsi(lE stiKlo dç I'ananã) ) Argcntiila {plovincia de h'lisiotlu). EI traí)Üod c campoi nçllly6 1aü bseivació)dl c utaidüdeys est dtlms Ecológicas}' la camac iüación dc ]lujogias, grado dc mçtçorizac.ión, paíosKtad de las andados de rüu, tipos dç rclieve, caractcristiL-ms dç lw suc! }; dçl n3aita de nlçtçofiznciói}. Se übüiva iítformacióll de interés gçatócrtioo,a grícolas hidrológico } dç los usos dcl sacio, usí coítio sc idelttil:ímrün problenlâtials ul biçnl:lias A. partir dcl iutcrc trio dç tíütnyo de campo y gabinac sç prevê la elabamçión del nllpa dç gcüdEvenidad çcin legenda } illi texto desuipdvo. Se discutia ,sobre Im benefícios dü rlnJizar UH3 !.n,uilda más sucinta que la mterionxlüntc pre\ isca(mtMe]o 1: 25{](nÍ}0) Se trapo:leia rcalización dc un numa cncuenlro pam unificar uiüenos y GonLcHidodse la IGlcnda c integím aspectosc (mtcrnientcsa ta clubüraçiõnf inal dcl nlüpa y de} tcxtQ. / 1. ''/ , #ü.'zÍ- En rtpruseiitaci&l] dç l.çiá rosé hlendia Eí! i=prQs=mtaiciónd e Ricardo da Cutüa Lopt;s Caürdinudw po! Argentina. Caardiumíor por Brasil Gerência de Hidrologia e Gestão TerHtorial-- GEHITE Agosto de 2010 Páginai Gestão Ambiental e Territorial-- GATE oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE Se.ívlço (ioõldtllco do ttr tll FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIoN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI .l l Etapa 4) ANEXO ll -- Cartões de Embarque Cartão de Embarque de Antonio Theodorovicz ljdlüs aéreas iMelken:es =ÃÍÁI' Cf )E i] }tBá]]GEÉ-i/iPÀÀ i$WJ]HE] ] ÜÂliTÓJ] i[E É[Hi[ÉÊL[.iE-'/ ]IA3SR] f ]EÜ (êút[f:!Jjh6P ósS- g'H51:t]Eg [:í]x(:]t] ãUltgi;lhG ilÉ3S - FÊS$E©EF! tCUPUH) si'Cite\Õü: iiü'l 'FÊt{0t'lÜilljU lr:Z/f\i'i l i.ttl l IJ 8Hlêi.?àütiE): 'l'l tE' tilJÍJÉ:t:0U ICZ/i'iti I'ill'+ IQ C(:a'l iZülHllt'llRlü;l,: K4 1Gfi 'l' Lílcãl: iláiir:i ll:tú:$: K4TG51 Pe t'íá.üei:o te l 01 1l'(lC}CF'iÊI t l .,1227 PGI'tàÜI1I51e) '1 9 I/ÍJ.Jtl'II#ntI :II:I 1224 .qS SiEH9t q$ Wt . 9D Às$elltc\ts h : /U T.]rifaçrp n: á .\iE2f;]]- }wüliÉ l b Í fãÍãiF }: p'FiJ.4}G3 - ÍIR011H#M@À ilür .Q:lbili'ql.!êi.üuar$i!n 9ü i:): l üh40 }lD1'.8i]bã]'c]..N:']Üütird;i: ]lne1: 151"lJ'? Ihta :uu!!.}lü l Aiiq t c) llltÜ [ÜI ):1 5Í]ttg 1 0 Pari idas Fo? iJu lyu3ai Fierl ! ' ith: M:\-81J:lgtll?Fu-c:l P lblll'? iiQPürtafe 1 [rieçHJaS U.íiqügl ü#ns-51} 2 t.}l 4 [i ':l cyó-.h- íc'! t IÜuauJ l i)t tS \l) lglfit.i11 3ú%ü íl scmtü nü tin+dãü+ Snjles+tt ++:+5[i# lu &B;]tnitii r]-] tA'lldõb + $u1 112s+4.+ [iürihe bltl i]l] ii t /URtü Ê ii.ilfüS Sniles ü=al li.iítl SÍLEdXc i#úíDlttu Ê milllü $»iln :tni este curtsí, ílc e bür IJe! Alu:i.le n C.irra Elite cürtât iíe Éâruue! i.!t}9ü' car'rü 110f ii tÊ )J?l1.t1lí lidas.cnii .t)i' r-uud lretõr en ê lü $ i te w.ü+!.utiics}.ü un.bi' ÜJ difet: itüitã ilt 1) tcan dõ IJnidas lü dcseKbEíque. ]g ihll:ãü ik UNIU & íxo íi ü#ni:ut e\. Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial--G EHITE Agosto de 2010 Páginaii Gestão Ambiental e Territorial- GATE oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE S f iço (ioeid«tcõd o ttf#tli FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA(Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) Cartão de Embarque de Deyna Pinho linhas übeaü inbyi8eíMS [:Ali]'At)5 t {H8áÊa]E] -.-l& ?ASSPÕIHE} iKi ÜI)i11: Réis - PkSSEüiEH Edil:e]]> ll IÊiHn-f;le lrtl:i iil/DEVflA L{H;â)izddürt;:laO: KF2[} fütt.]üLhte} \rCClt.' 1591lt .:1717 ASSet tü{ :eaí 5C Tarífü;rü =:} : P\:.: üÍ G3 - PEE}GRRttítl)k Hor .uib3.rQ..Bttiüí dirá íl ; 14ti00 ALHO-AT ['NnIMENTO iitü tBatet: 1 3âtiü] l) í:FiH'TRR :'l:' FPBnltq.JC ' \ilÊ PilSSâGEIRO i.t 31HPFilHGF q$$ - r'üssEtlõEi? tour'ilv l Pül'tida: Fnz du ly,ucu 141a10 rDü!!:'tl;íe) ê:txe$âcüS: i0-:!.ürulhcü-$1j #ütlÊ: PINFÜ/DEYt4Ê ilÜÍlitlDll Ê$ 33199S899 .3CóliiüC r(Flücll: }(F26J:Kt Cantãeo Ü Ü:' n olÕaqla g) a1;':?31:T+ t:ur'+üa( l;líc )' 1 5 J {-(Fj sht ):G3 1716 p acr.+aste 4t):$C íx+5[1Xd e üscmta na Uni(lss h le ': I'3r lf'e{ FÍWE ) ! p'fca'iB3 }'2nl;RAttnra B: lt} gH üe desü)íILün nilM S nes cala .!e c rtaü {ie eab$roJel Alt. e ü cõfrn Hür. EnbHrnuetBoerdLTrqiR eI: lilÜÜ rc site }l11u.u nidas.cola.br ct; ói rota;ieiite -,l.:''.t.): OIÂEÕIÜ rn balcão di: !unidas w deõeKbarque P,.'tJ ü: SRÜ4UinlhS Si Íb3Q lle1'3 t-t w'e } c'«:,... Faz dü liuKu# 14h}0 fit.f ) ./üJ ) Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial- GEHITE Agosto de 2010 Páginaii Gestão Ambiental e Territorial-- GATE oCPRM 'PROJETO MAPEAMENTO GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE $+1vlç0 (;0eló«ICe do llP4q.ll FRONTEIRA DAS FOLHAS ASUNCIÓN E CURITIBA (Subprojeto S056 l AI.l l Etapa 4) Cartão de Embarque de Andrea Fregolente Lazaretti 3S''qüq .Louq Li:lià} ã&üaü ii\h1ligettÍn )ji ÍÁÜ ÍJÍ EtHÀRüJE-'vlA llÀ5SÊGiÍH ti ;ilR' .. &;: '': ,.;hlt: llwl {êliUlij116 PRS$ - PKÚSUE}H CÜUF'ÜiiJ 18üg;bJHU PH3 - PRí$i)IG H iÜllNHJ iÜii tjã3il: LÂZÊ11€1 ''flt/l\tJE}FIER gCi13ê(ÁauLtÜ. ZÊRE T T l./ANUI:lerá Lüçõl tzãCbl'i} :iac); CE 4 TCltJ L3ca] ilã.tjõt'ig:o l i C1:..1 1'13t.l ?orla lii i+i: 0 1 ).ütrnr.i);üa1717 p.'t..:.....,1: 5 ,""':'-* .. : ., 1716 ":*-:--..:,:21A '».«'' ::.,.:.3 C Tarlfatr n= - &r }fCiifpt:E ; í VÜ/itt;3 - FR[JGtiP.+]ÊCÓúf;L81G3. FLt).!-/EL H.}i'. Ql8):tí'QIF11&No1l' ij:il:Br:: 1 4hÜÜ 14(if.!HI.Hi qii (1)upidjng :iwJ: l Ih50 ÍIU t.a {BüteJ! t 5Quy ] Q Data .l-tel:o t Ât,y l O f'ai'tida; fc! i]o ]8.iacti t4h4a, Fel't iilã: $A3-tíliar u ltl=! -SP 1 :3t't3{D .hçnítut q) i;liÊW(h:l $A0-Guarultv=sS. P C[[Ílyái]&; FÜZ Ü] ]Uuõi;L] l plI 't 't 0 t.k.ri uõl} [âl']itó]]i a5DX{ le éiscünto liü IJnlcüi { $ãi\es. x +++50X iJü :lHCÜOtCJ n3 11n il&5 t :h)ilê 5al'Jwb t'iX{k dBscL}Tett oít i]h s $nl] es G.{t Golfe 3aX l {àlscoiilü e üilliã ãlllt:ü ;:on este çaitüü (h enbürqB! Aluuw ti cara) nStii çni'lata iie elrbõritlie! Altlgi i2 t} (dl'íü nü site NHil.u\leias,CM.bür lt direi i:iliiíü no site : }i.mtüs.con.bt" au dirpt.airçntü nü t }c:üud ti Ihidtaõ itl) íbsenbür€1.e. no balcüa iíã l.hlC; s nü detnnbõrq.e Superintendência Regional de São Paulo - SUREG/SP Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial-- GEHITE Agosto de 201 0 Páginaiv Gestão Ambiental e Territorial-- GATE PROYECTO MAPEO GEOLÓGICO Y DE RECURSOSM INERALES EN ÁREAS DE FRONTERAS. Sub-proyecto S056, Agencia Brasileíla de Cooperación y Fondo Argentino de Cooperación Horizontal ACTA ACTIVIDAD AI .2, para las hcljas SG2 1-Astmción y SG22-Curitiba Reunión de los responsablesp ara la decucíón del proyecto BuenosA ires,A rgentina. En cumplimiento de lo dispuesto por la programación del Sub-proyecto S056 "Mapeo Geológico y de Recursos Minerales en Áreas de Fronteras" se reunieron en la sede del Servido Geológico Minero Argentino -SEGEMAR- de BuenosA bres,d esdee l 30 de noviembrea l 4 de diciembre de 2009 1os equipas de trabdo de Brasi] y Argentina para cump]ir e] punto A.] .2 - Reunión de los responsables para la decución del proyecto (coordenadores,j efes e integrantes de los equipas). Participaron de la reunión por SEGEMAR de Argentina: Mendía, José; Zappettini, Eduardo; Marín, Graciela; Ardolino, Alberto; Chavez, Silvia; Marengo, Huno; Pereyra, Fernando y Wright, Eugenia, y por CPRM de Brasil: Lopes, Ricardo da Cunha; Espírito Santo, Ellas Bernard da Salvad o; Costa, Vigente Sérgio y Chieregati, Luiz Antonio. AI inicio de la reunión el Lic. Pedro Alcántara, Secretario Ejecutivo del SEGEM.4R, saludo a los participantes de la reunión deseándoles un provechoso trab4o y a los colegas del CPRM una buena estadiae n Argentina. En esta primera reunión se trataron los siguientes temas l Nueva denominación de la Hora SH-21 por parte de Argentina. 2 Presentación del estado del Proyecto: avance de las actividades realizadas y las que faltan concluir, lo que será dado a conocer mediante una presentación a las respectivas cancillerías. 3 Tareas concernientes a la divulgación de la Hora SH.2 1 4 Presentación de los resultados obtenidos y las correlaciones realizadas en el primer viaje de campo en la zona de frontera. 5 Planiflcación de las próximas actividades: trabajo de campo, curso de SIG, geodiversidad, etc. 6. Base de Datos para Sudamérica.N ecesidad de un sistema único de siglas para identiülcar las unidades litoestratigráficas en Améríca del Sur, con vistas a la creación de la Base de Datos de América del Sur En el transcurso de la reunión se presentaron los resultados obtenidos en la primera etapa del punto AI .l- Relevamiento geológico en las áreas de frontera, realizada en agosto de 2009. Se confecciona además,l a primera versión de la columna estratigráfica integrada. En relación a los temas tratados se acordaron los siguientes ptmtos 1) Aceptar el nombre de CONCORDIA para denominar a la Haja SH21 en lugar de MONTE CASTROS, en el ambito de la República Argentina, para adecuarlos egúne l Catálogo Intemacional de la grilla IM(documento del IGM de Argentina). 2) Realizar las correcciones en las três versiones idiomáticas para su correcta correspondência 3) Con respeito a las tareas de divulgación se decidió realizar una demostracióne n CD (Demo). En igual sentido, también se planteó la necesidad de publicar los dados mediante la WEB. Se acordó evaluar y analízar lo necesario para su concreción. 4) Realizar una breve memoria explicativa de la hora SH21, para lo dual seria necesario contar con lm borrador antes de final azare l corriente aõo (2009). l 5) Respeito a los trab4os programados para este aõo y que no fiieron deputados, fundamentalmente por la disminución de la actividad ocasionadap or las medidas precautorias que se tomaron por causa de la epidemia de gripe HINO, presentar un suevo cronograma - en común acuerdo de los coordinadores - con nuevas mechasp ara su realización, las cuales se detallan a continuación: © A.2.3 Curso de capacitación para elaboración de Sistemasd e Información Geográfica y Base de Datos: del 15 al 19/03/2010, en la ciudad de Buenos Aires, Argentina. e A.l .l Relevamiento geológico y temático en las áreasd e frontera para correlacionar e integrar los datos obtenidos por médio de las misiones de especialistas de ambos países. Etapa 2. ]ntegración Geológica: se inicia 5 a] 9/04/2010 y fina]iza ] 9 al 23/04/2010. Etapa 3. Integración Geológica: 17 al 31 de mayo de 2010 Etapa 4. Geodiversidad. Del 21 dcjunio al 5 dejulio de 2010. © A.1 .2 Reunión de los responsablesp ara la decución del proyecto (coordenadoresj,e fes y componentes de los equipos): Del 26 al 30 de agosto de 20 10 , en Brasil A. 1. 3 Preparación de mapasy memoria explicativa: Del 16 al 20 de agosto de 2010 en Argentina Del 20 al 24 de setiembred e 2010 en Brasil 6) Elaborar dos productos separadosc orrespondientes a las horas SG.21 y SG.22, a saber: B Mapa Geológico y de Recursos Minerales con su memoria explicativa correspondiente © Mapa de Geodiversidad con su memoria explicativa correspondiente. 7) So[icitar a ambas canci]]erías una prórroga hasta e] mes de abri] de 20] 1 para la finalización del proyecto, debido a las causas seõaladase n el ptmto 5. 8) Disponer que los datas a incorporar de geofísica en las Horas SG.21 y SG.22 sean los de magnetometría. 9) Disponer la iniciación de la digitalización y edición de los datos planimétricos y geológicos del país hermano Paraguay, dividiendo las tareas entre Argentina y Brasil, a saber: e Argentina: ajusta la planimetría a la ímagenG eocover, según datos Hora Asunción realizado por el CPRM. e Brasil: digita]iza y ajusta a ]a imagen Geocover e] Mapa Geo]ógico de] Paraguay, E - ] : ] M. 10 ) Realizar una reunión en Pomada(sA rgentina) ó Encarnación( Paraguay)a la dual serán invitados a participar los colegasd e la República del Paraguay,c oincidente con el inicio de la segundac omisión de campo (Abril 2010), para acordare l trabajo en conjunto los ires paísesi nvolucradose n el área cubiertap or lash orasS G.21y SG.22. 1 1) Utilizar para la divulgación en CD, los três idiomas, el programa ArcExíbe versión portuguesa Se sugiere preparar para las futuras horas las versiones en espaãol e inglês. 12) De acuerdo a la propuesta sobre la creación de una Base de Datos para Sudamérica presentadae n Salvador, Brasil, se acordó preparar lm sistema de siglas único para caracterizar a las diferentes unidades geológicas involucradas en el área, tarea que tomarán en su momento representantes de sus respectivoss ervidos geológicos. EI primor borrador, que realizaránl os coordenadoredse Geologia Regional del SEGEl\4AR, deberá estar listo para la reunión que se llevará a cabo del 15 al 19 de marzo en Buenos abres,c asado en los antecedentesd e las siglas presentadase n la Hora SH.21 y en el proyecto del Mapa Geológico de la Patagoniaa escala 1: 1. 000.000 a cargo de Argentina y Chile. A esta reunión serán invitados los colegas de los Servidos Geológicos del Paraguay,U ruguay y Child, para discutir entre obrasc osas, el proyecto de siglas presentadoy sus modificaciones. José Mendía Ricardo da Cunha Lopes Coordenador por Argentina Coordenador por Brasil 2 CPRM SERVIÇO GEOLOGICO DO BRASIL AGENCIA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO ABC SEGEMAR SERViçO GEOLOGiCO E MiNEiRO ARGENTnqO FUNDO ARGENTnqO DE COOPERAÇÃO HORIZONTAL FOAR r PROJETO MAPEAMENTO GEOLOGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE FRONTEIRA- (Subprojeto 056) RELATORIO DE VIAGEM por Ricardo da Cunha Lopes Luiz Antânio Chieregati Vigente Sérgio Costa Ellas Bernard da Salvad o Espírito Santo Porto Alegre, dezembro de 2009 INTRODUÇÃO Este relatório apresentae discute os resultadosA tividade 1.2- "Reunir os responsáveis pela execução do projeto (coordenadores, chefes e integrantes das equipes), para supervisionar e avaliar as atividades executadas". desenvolvida nas dependênciasd o Serviço Geológico e Mineiro Argentino SEGEMAR, no período de 30 de novembro a 5 de dezembro de 2009, conforme o cronograma estabelecido em novembro de 2008 e convite por parte da coordenação argentina deste prometo( anexo), referente às fo[has Corrientes/Asunción (SG.2]) e Curitiba (SG.22) (1/1.000.000), na fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai(Fig. 1), configurando a primeira reunião de Coordenadorese Equipe Executou do PrometoM apeamentoG eológico e de Recursos Minerais em Áreas de Fronteira (Subprojeto 056), patrocinado pela Agência Brasileira de Cooperação ABC e pelo Fundo Argentino de CooperaçãoH orizontal -- FOAR, e executadop ela CPRM -- Serviço Geológico do Brasil e SEGEMAR -- Serviço Geológico e Mineiro Argentino. AMERICADO SUL NO.18 NO.19l FOLHAS l:IM 8/''FbiC.l"g-+-Üt8n, l NC.21 NB.1 8 T'NB:-:$ 1 NB.2Q'I IkB..2idNB.22 NA17/ÍNA18 20 Ü SA© I SÁ.Ü-...I,@.1I9 S A.20I SA.21I SA.22I 9R3.J#.24 SB.]gl SB.19 l sn.20 l SB.21 l sn.z l SB.23 l SB.24'N]3.25 sc.lãl sc lbl-PC.y4sc.20 l sc.21 l sc 22 l sc.23 l sc.24,,+ku25 18l sdn l s5.2e.ls 0.21l SD.22l s0.23 u.18T xeÉ1l 9S E.a .21 l SE.Z l SE.a l S6.24 :0 SF:.22l sr.23. l,&:.2ú 9 l m.20 ,21Asa.zls3.a 19 l SH.a si.18 r gi.19 l si.20 .21 su.181''t s.19 l s.20 :1 Folha SG.21 SK. SK.19 l ©$1.ãO Corrientes (Ar) SL.lv''T SL.20 Asunción (Br,Py ) Folha SG.22 SN. SN.20 Curitiba (Br) Figura 1: Folhasn a escalad e 1:1.000.000n a América do Sul com a localização das Folhas SG.21 -- Asunción e SG.22 -- Curitíba destacada em vermelho As folhas englobamp arte da região sul do Brasil, sudested o Paraguaie norte da Argentina e são limitadas pelas seguintes coordenadas geográficas: Folha Asunción: latitude 24' 00 28' 00'/ longitude 54o0 0'- 60o0 0'; Folha Corrientes/Curitiba: latitude 24' 00 28' 00'/longitude 48' 00'- 54' 00 Compuseram a delegação brasileira os seguintes técnicos da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais CPRM: Ricardo da Cunha Lopes Coordenador do Projeto/ DIGEOP-PA Luiz Antânio Chieregati Equipe Executou do Núcleo de Apoio de Curitiba Vicente Sérvio Costa - Equipe Executara do Núcleo de Apoio de Curitiba Ellas Bernard da Silva do Espírito Santo -- Divisão de Geoprocessamento/DIGEOP-SA OBJETIVOS Esta reunião teve como objetivo fundamental reunir os coordenadores,c hefes e integrantes das equipes responsáveis pela execução do prometo,p ara supervisionar e avaliar as atividades executadasd urante o ano de 2009 e acordar a programação das atividades para o ano de 2010. PROGRAMACAO A viagem, com duração de cinco dias, seguiu o cronograma abaixo 30/11 Manhã e parte da tarde: viagem para Buenos Abres da delegação brasileira Tarde: reunião no SEGEMAR para acordo sobre a agenda da semana; 1'/12 Manhã e tarde: reunião entre os coordenadorese as equipes executoras;p ara ajuste do cronograma do Prometoe avaliação de formas de disponibilização dos produtos; 2/12 Manhã e tarde: reunião entre os coordenadores e as equipes executoras; 3/12 Manhã e tarde: reunião entre os coordenadores e as equipes executoras 4/12 Manhã e tarde: reunião entre os coordenadores e as equipes executoras 5/12 Viagem de retomo da delegaçãob rasileira A ''] ) '1 Segundafeira, 30/] 1 O deslocamento da delegação brasileira ocorreu a partir das cidades de Salvador (Ellas Bernard da Salva do Espírito Santo), Curitiba (Vigente Sérgio Costa), Porto Alegre (Ricardo da Cunha Lopes). O geólogo Luiz Antõnio Chieregati que deveria se deslocar também a partir de Curitiba, devido à necessidaded e serviço da CPRM na sexta-feira anterior à viagem (27/1 1) e na manhãd o dia 30/11 na cidade de São Paulo, que abriga a unidadeg estorad o Núcleo de Apoio de Curítiba, deslocou-se a partir dessa, assumindo a diferença de tarif'a. A chegada em Buenos Abres ocorreu em vôos quase simultâneos das empresas GOL e TAM, não acontecendo desencontro dos componentes da delegação. A maior demora no desembarque foi devida ao grande número de passageiros para realizar os trâmites de ingresso na Argentina, superlotando neste horário ao setor de controle de passaportes e identidades, fato que acarretou o início do deslocamento até o hotel após as 14h30min. Após a instalaçãon o hotel, a delegaçãod eslocou-sea té o SEGEMAR parav erificar a agenda de trabalho elaborada pela equipe argentina, ocorrendo uma reunião com o Coordenador Argentino do Projeto, Líc. José Mendia, pondo-se todos de acordo sobre a agenda a ser cumprida durante a semana. Após encontro a Lic. Sílvia Chavez, que acompanhou a delegação brasileira desde o aeroporto, conduziu a delegação até a sala a ser utilizada nos dias seguintes, verificando-se que a mesma não dispunha de acessoà Internet, sendo necessário deslocamento a outro setor quando se fizesse necessária a sua utilização. Após este encontro a delegação retornou ao hotel às 17h30min. TerçaÍeira, 1'/12 Pela parte da manhã teve inicio, às 09h30min, a reunião entre os coordenadorese as equipes executoras, com a participação da delegação brasileira e, pelo SEGEMAR de José Mendia, Eduardo Zappettini, Graciela IMarín, Alberto Ardolino, Silvia Chávez, Hugo Marengo, reinando Pereyra e MarceIA Wright. A primeira tarefa foi o ajuste do cronograma do Prometoe m vista do atraso ocorrido em função das restriçõess anitárias na Argentina devido à pandemíad e Gripe A, que acarretavama transferência das 2' e 3' etapasd e campo para integração de dados na zona de fronteira. Após avaliação com as equipes executoras de ambos os países, ficou estabelecido o seguinte cronograma para o ano de 2010: 1) 15 a 19 de março- curso SIG em Buenos Abres; 2) 5 a 1.9d e abril, com data alternativap ala 9 a 23 de abril: 2' etapad e campop ara integração geológica; 3) 17 a 3 1 de maio: 3' etapad e campo para integraçãog eológica; 4) 21 junho a 5 de julho: 4' etapa de campo: geodiversidade; 5) 16 a 20 de agosto: I' reunião para elaboraçãod os mapase nota explicativa na Argentina: 6) 26 a 30 de agosto: 2' reunião de coordenadores a ser realizada no Brasil 7) 20 a 240 de setembro: 2' reunião para elaboraçãod os mapase nota explicativa, no Brasil; 8) Novembro: entrega dos produtos. O Coordenador pela Argentina, Líc. JoséM endia deverá solicitar uma prorrogação do prazo de entrega para o mês de abril de 201 1 em vista dos problemas sanitários ocorridos e possibilidade de que estes venham a se repetir no próximo ano. O Coordenador pelo Brasil, Geol. Ricardo Lopes concordou ser prudente esta solicitação e caso seja feita não faria nenhuma contestação. Acordou-se que os produtos finais deste prqeto sejam: 1- Mapa Geológico e de RecursosM inerais com nota explicativa; 2- Mapa de geodiversidadec om nota explicativa; Quanto aos dados de levantamentosg eofísicos decidiu-se que serão agregadoso s de magnetometria. Outro tema abordado foi a participação de técnicos do Paraguai, prevendo-see ntão a possibilidade de se realizar uma reunião com participação destes na cidade de Posadas (Argentina) ou Encarnación (Paraguai), coincidindo com a realização da 2' etapa de campo para integração de dadosn a fronteira, no mês de abril de 2010. Quanto a real possibilidade de disponibilização de pessoal técnico por parte do Paraguai, decidiu-se que a equipe argentina adiantará a digitalização e ajuste da l)ase cartográfica da porção relativa a este Paíse a equipe brasileira a geologia, tendo por basea s imagensG eocover dasf olhas SG.21 e SG.22. Após o intervalo para almoço, os trabalhos foram retomados pela parte da tarde com a avaliação dos métodos que Brasil e Argentina adotam para a divulgação de seus produtos e dados,f icando clara a diferença, pois a CPRM disponibiliza via internet tanto os arquivos para impressão quanto os dados digitais, o que não ocorre na Argentina. Na ótica de evitar conflitos quanto à forma de disponibilizara s informaçõesd este prometo,a cordou-se que cada país disponibilizará as informações de acordo com seus critérios. No mesmo sentido, acordou-se a utilização do programa ArcExibe fornecido pela CPRM para a divulgação do SIG nos três idiomas previstos (Espanhol, Português e Inglês). Ainda na parte da tarde, reuniram-se no setor de sensoriamento remoto do SEGEMAR os geógrafos Ellas Bernard e Eugenia Wright para fazer os acertos finais nos arquivos da Folha SH.21, compatibilizando as versõese m Espanhol, Portuguêse Inglês. Quarta feira. 2/12 Ao início dos trabalhos do dia, o Secretário Executivo do SEGEMAR, Lic. Pedra Alcántara iniciou a reunião saudandoo s participantes desejandou m trabalho proveitoso e uma boa estada na Argentina. Com a participação do Lic. jugo Marengo pela Argentina, Luiz Chieregati e Vigente Costa pelo Brasil, iniciou-se o trabalho de correlaçãod e unidadesl itoestratigráfícase a elaboraçãod a coluna estratigránlcap ara as folhas SG.21 e SG.22, tendo por base a carta geológica da Folha SH.21 situada ao'Sul, os dados de campo adquiridos na primeira etapa de integração e os mapas geológicos disponíveis para a área em cada país. Ao mesmo tempo os geógrafos Ellas Bernard e Eugenia Wright deram continuidade, no setor de sensoriamento remoto do SEGElv[AR, aos acertos anais nos arquivos da Folha SH.21 , compatibilizando as versões em Espanhol, Português e Inglês. A Lic. Mana Eugenia e o Geol. Ricardo Lopes iniciaram a composição em espanhol.e português de uma minuta de texto de apresentação para a Folha SH.21 e participaram, quando solicitados a opinar, do trabalho de correlação e composição da coluna estratigráfica das folhas SG.21 e SG.22. Após o intervalo para almoço, a reunião prosseguiuc om a continuidaded as tarefas iniciadas pela manhã,q ue se prolongaram até o final da tarde. Ou nta Rira. 3/}2 Durante todo o dia a reunião desenvolveu-sec om a continuidade das tarefas iniciadas no dia anterior, alcançando-se ao final do día os seguintes objetivos: ]- Proposta e coluna estratigráfica para as folhas SG.21 e SG.22 com a correlação entre as unidades que ocorrem na Argentina, Brasil e Paraguai; 2- Conclusão da revisão dos arquivos para o STG e layout da Folha SH.21. Em paralelo, os geógrafos Ellas Bernard e Eugenia Wright deram continuidade, no setor de sensoriamentor emoto do SEGEMAR, à compatibilização das versões em Espanhol, Portuguêse inglês da Folha SH.21e iniciaram a elaboraçãod a apresentaçãpoa rao CD do SIG, em arquivo Flash, usando as fotografias de paisagenst ípicas, geologia e recursos minerais da região comum à Argentina, Brasil e Uruguai. Uma das figuras geradas, alusiva ao prometod e integração geológica da América do Sul é a ilustração da capa deste relatório. Em vista de consulta realizada pela equipe argentina quanto às denominaçõeso ficiais das folhas na esca]a de ] :1. 000.000, houve a necessidaded e corrigir o nome da Fo]ha SH.21 de Monte Caserosp ara Concórdia,a tendendoa ssim às disposiçõesd o Instituo Geográfico Militar da Argentina, órgão responsávelp ela cartografia nessep aís. No período da tarde ocorreu ainda, a partir das 15h30min,u ma reuniãod as equipes com a participação dos coordenadoresr esponsáveisp ela área de Geologia Regional do SEGEMAR, com o intuito de apresentare discutir a necessidaded e implantaçãod e um sistema de identificação único para as unidades litoestratigráficas na América do Sul, para uso nos trabalhos de integração. A proposta apresentadaf oi a já discutida no curso sobre SIG realizado na cidade de Salvador (Bahia -- Brasil), cota a participação de representantesd a Argentina e Child, a qual os coordenadores comprometeram-se em realizar uma simulação em suas respectivas áreas, com o objetivo de verificar a praticidade de aplicação e sugestão de ajustes que se façam necessários para seu aperfeiçoamento. Acordou-se que os resultados obtidos na elaboração do Mapa Geológico da Patagânia, em desenvolvimentop ela Argentina e Chile, devem ser apresentadosp or ocasiãod o curso sobre SIG a se realizar na data de 15 a 19 de março em Buenos Abres. Sexta feira, 4/12 Pela pat'te da manhãf oi elaboradaa minuta da Ata da reunião e impressasa s três versões do Mapa Geológico da Folha SH.21 (Concórdia / Uruguaiana / Arapey) pata verificação dos resultadosd os ajustesr ealizados durante a semana. A verificação dos mapas resultou na necessidaded e pequenosa justes para compatibilizar cores, os quais foram de pronto providenciados. Pela parte da tarde a equipe acompanhou o desenvolvimento do Flash de apresentação e foi anotadaa sugestãod e que, em vista deste iniciar com uma visão geral do Continente Sulamericano, fosse tomado como base para as demais folhas. A assinaturdaa Ata ocorreun a salad e trabalhod o Coordenadodro prometpoe la Argentina, Líc. José fendia e, após, foi realizada a gravação de cópias de segurança dos arquivos dos mapas. AVALIAÇÃO DA REtmIÃO Avaliamos que a reuniãof oi produtiva e atingiu seu objetivo fundamental,r esultando no estabelecimento de um cronograma pata as atividades do prometod urante o próximo ano de 2010 Também propiciou a troca de informações e o trabalho conjunto entre as equipes executorasd o Brasil e Argentina,f azendoc om que o trabalhot ranscorressceo m mais facilidade. Não ocorreram problemas de entendimento devido aos idíonlas, com brasileiros e argentinos esforçando-se na compreensão do idioma de sua contraparte. A aceitação por parte dos Coordenadores Regionais do Mapa Geológico da Patagõnia de utilização da metodologia de composição de siglas de tmidades litoestratigráflcas proposta por este prometop ara a integração geológica da América do Sul foi um grande ganho, pois permitirá que outras equipes avaliem e aportem sugestões. ') ''1 RECOMENDACOES ''1 A principal recomendaçãoq ue se faz neste relatório refere-se ao fato de que a equipe ''1 argentina encontrou problemas internos durante a I' etapa de campo pata integração de dados l quanto ao pagamento de diárias. Este fato, segundo conseguimos levantar de .informações, 3 deveu-se ao fato de que eles estavam executando o prctjeto baseadosa inda no documento daproposta inicial do prometo,a parentemente desconhecendoo documento final aprovado e ) assinado por ambas as partes. Explique-se aqui que, as diárias para execução das atividades de l campo não estavam previstas na inicial e foram introduzidas posteriormented urante asnegociações,c omo forma de viabilizar não apenas as reuniões administrativas e cursos, mas l sim o prometoe m sua íntegra. l Na primeira reunião havida em Buenos Abres, de 17 a 21/11/2008, a delegação l brasileirajá dispunhad o documentof inal, recebidoa travésd a ASSUNI, Dra. Mana Glícia, em l 15 /09/2008, mas hoje avaliamos que a equipe argentina não tinha pleno conhecimento deste l documento, baseando suas ações no documento que continha a proposta inicial. '1 Assim. consideramosf undamental que, nos próximos projetos, a primeira atividade l que ocorra conte, em sua agenda,c om uma reunião entre as coordenaçõese a participação de representantes das agências de fomento (ABC e FOAR neste caso), para que o Convênio, na l sua forma final acordada e assinada pelas partes, sqa de conhecimento de todos, bem como o l '1 l l l ) entendimento dos trâmites administrativos necessários, inclusive prazos para obtenção de autorizações, exigidos em cada País. AGRADECIMENTOS A Agência ABC e PNUD nosso reconhecimentop ela oportunidade de contribuir para a integração de informações e entre culturas na América do Sul, propiciando a elaboração de documentos básicos para o planejamento do desenvolvimento futuro deste continente. Nosso reconhecimentoa o esforço da Dra. Mana Glícia N. Coutinho que, à frente da Assessoria de Assuntos Internacionais da CPRM, não tem poupado esforços para viabilizar o cumprimento das etapas deste Prometo. Ricardo da Cunha Lopes Luiz Antõnio Chieregati Vicente Sérvio Costa c'7 Ellas Bernard da Salva do Espírito Santo ("I :l ANEXOS Documentação fotográfica Foto 1: Abertura da reunião vendo-se no lado direito da mesa os geólogos Luiz Chieregati(primeiro plano), Silvia Chavez(meio da mesa) e Huno Marengo (ao fundo). No lado esquerdo os geólogos Ricardo Lopes (primeiro plano), José Mendia (meio da mesa) e Eduardo Zappettini(ao fundo). Foto 2: Presença do Secretário Executivo do SEGEMAR, Lic. Pedro Alcántara (de terno ao fundo) saudando os participantes. No lado direito da mesa os geólogos Silvia Chavez (primeiro plano) e Luiz Chieregati(meio da mesa). e (ao fundo). No lado esquerdo os geólogos José Mendia (primeiro plano), Hugo Marengo (meio da mesa) e Ricardo Lopes (ao fundo). Foto 3: Reunião para avaliação da representação de forma integrada das unidades litoestratigráflcas através do uso de siglas, com a presença dos coordenadores de geologia regional do SEGEMAR. '3 ''3 ') ') ') Foto 4: Correlação de dados na '3 fronteira Brasil-Argentina pelos ') geólogos Vigente Costa (na ponta da mesa), Luiz Chieregati(meio da mesa), Hugo Marengo (de costas) e '3 Silvia Chavez (ao fundo). ') ') ') '3 '3 Foto 5: Elaboração da abertura do DVD da Folha SH.21 pelo Geógrafo Ellas Bernard, trabalhando no setor de ''1 Sensoriamento Remoto - SEGEMAR. ''') Foto 6: Geógrafa Eugenia Wright no t!.abalho de revisão final das versões em portuguêse, spanhoel inglêsd a Folha SH.21, fronteira entre Brasil, Argentina e Uruguai. ') '3 a ') ''] ANEXOS Documento da Coordenação Argentina propondo a reunião '1 '1 \filiistcrio (Ü -llhn $cacióti çedelat, IQ(tt) /4 !\o dc :JÍt tllL'iltllt' tl Rliuf.\{ .t flui,elsi($n ,Pú61iítl y Será,idos Sí'íi'l'l,íll'íad e !Mitterh Sct'i ido (ycilt(l ]ia} :41incroJ rgctitino BUENOS AIRES, 30 dc octubrc dc 2009 AI. SR.C oolil)INAI)( )l{ l)r. Ricas'doD A ('l ÍNI IA l ,oI'l'.S I'i'olccto N4apco (]col(beiço ); de liecursos Nlincrltlcs cn /\ruas dc la l;runtcni /\rgcnllllti 13t'asilctlÍI [cn=o c] agradod e dirigirmc a ustcd cn cl marco dcl I'roycclo Marco (;cologico ) dc Recurso Mincralcs cn Arcas de la Frontera Argentino-Blasileõ:t. a los elbcLosd e piopoílei la Ecali,caciónd e la Actividad 1.2. "Reunir los rcsponsablcs de la c.iccl.lción dcl projecto Wo? N .1 VHEX02 vW\161 P ANEXOS Documento da CoordenaçãoA rgentina propojidó a reunião k- R. i:if'S{.ii. tt. \íjtlisLenl} (fc li)[anificación Tednat, It} {tt'tsÜln PÚ6[Írtl ) .Scrtnctos laü'a Úe !MÍtteria Scrcicío (JcoCÓgi $fiticro .n rycntutll BUENOS ABRES,3 0 dc octubrc dc 2009 AL SR. cooKojTi:i)OK ecursos blincralcs /\réus dc Iti l:r )tltcr l /\rgciitlllo 13rasilcüa .. S dicicmbrc proxtmo. Sin oiro pai'ticulllr. suludo a ustcd atentamente Lic. José Mendía Coordenador Proyecto por Argentina ANEXOS Ata da reunião l)RO\'l:C'TO MAI'l:i0 (;EOLOGtCO Y r)E RECURSOSN lINERALES lXN ARl;AS l)I' Siilbproyecto S05f). Agencia Brasilcãa dc Coopcración y Pondo Argentino (tc Coopcración l lorizoilt::il .AC'rA A('l'lVIDAD A 1 .2, para tas h(Üils SG2t -Astinción } SG22-C'uritiba Reuilión (]c tos respoilsabtes para la clecucióí} dcl proyccto t3ucnos Aircs. .Argentina. para la e.lectlción del proyecto (com'ditadores,.leões e integrantes de los c(lui})os) U:il;l?HHli :; : llTb Vicctltc Sérvio y Chicrcgati. l,uiz Antonio AI inicio dc la reunión el t.ic. Pedra Alcántara. Secretario Fjecuti'ço del SEGEMAR. salada a los panicipanlcs dc la rctiílión deseándolcsu n provcchoso trab4o y a los colegas del (-l'RN'l una bucrla sta(tía en Argentina I'lí ita pritncrtt rcunión sc trataron los siguicntcs toldas Glil X ilHllHh:,=: ?:=:.::x; =::« TareasconcernientesaladivulgacióndelallojaSl-1.21 .. . . . . '. 4. Prescntaciónd c los resultadoso btcnidosy las correlacionesre aliz:Idasc n ei prinlcr viaje ac 11RRBl l BGXIU\! Atnérica del Sur En cl transcursod e la reunión sc orcscntaron ]os resultados obtenidos cíl la primera etapa dcl ponto A 1. !- Relê\amianto geológico en las áreas de frontera. realizada en agosto dc 2009. Sc confcccionó ldemás, la prtmcra versión de la columna cstratigránica integrada Fn i'clació los telhas tratados sc acordaron los siguicntcs pontos: 1) Aceptar ct nombre de C'ONCORDIA para denominara la l-loja S1{21c n lugar de MON'lE c/\FEROS, en et ártlbito de la ReptliblicaA rgentina, paraa decuarlo scgún cl ('análogo Itltcrnacionat de la grilla. l N/l( doctlnlento del IGNÍ de Argentina) 2) Rcitlizar las concccioncs cn las ires vcrsioncs idiomáticas pari! su cot'rectac otrespondcncia. 3) Con tcspccto a las barcasd e divulgación se decidia realizar una dcnlostraci(in en ('t) (Demo). En igual sentido. también sc plantei la necesidad de publicar los datas nlcdiantc la W[B. Sc acordo '\.altlar )r' finalizar lo ncccsarlo para su concreclon +) Realizar una t)revê inenloria explicativa de la haja SF121, para lo dual seria ncccsarioc ontar c horrador antesd c finalizar el corrieilte afia (2009) g 5) Rcspcctoa los trabajos programadoslI nFae stea õo y quc no fl.icrone jccutados.funda\mcntalmciitc por 1;] dismi1lucíón de ]a actividad ocasionada por ]as mc(lidas prccatitorias que se toillaton por causa }c la cpidcillhd c gripef lINI, })rescntaurt l nue\o ctoitogtatl\-a cn comuma cttcrdod c los cootdinadorcs - comin ucvas fechos l)ara su realiz:lción, las cuílles sc (letallan a coiltinuacióo: .\.2.3 Curso dc capacitación p:lra claboración dc Sistemas de tnl'ortllación Geográfica y Base dc patos: de1 15 al' 19/í)3/20t0. en ]a citada(d] e f3uetlos. AbresA, rgentina A..1 . 1 Relevttmiento geológico }' temático cn las áreasd e fiontcra l)ata conelacionar e integrar los datas obtentdos por media dc las inisiones de csoccialistas dc ambos países. 1:11ta2f.) Ian tegraciónG eológicas: ei nicia5 at 9/04/201 0 y finaliza } 9 a12 3/04/201 ( 1=1tap3a. Integración Geológica: 17 al 3 1 de mayo dc 2010 Etapa4 . Geodivcrsidad.l) el 21 (tc.itinio al 5 de.iulio dc 2010 \.1.2 Rcutlión de los regi)onsabtes pai'a la qlectlción dcl l:líoyccto (coordiiladorcs, .iclbs y ;omponcntcs de los equipas): l)e1 26)a l 30 dc agosto dc 20 10 . en 13rasil .\.1 .3 }'rcl)aracióí} dc mapas }' memoria explicativa: [)e1 16 a] 20 dc agosto de 2010 cn Argentina l)ei 20 al 24 cle seticmbre dc 20 1t ) cil Brasií 6) 1;1abotat dos Ílroductos separados correspondientes a las botas SG.2 1 y S(}.22. a sllber e Mapa Geológico y dc Rcctlrsos N/liílcr:.ilcsc olas u memoria explicativa correspon(licllte. e Mapa (te( ;coclivcrsidacl con sll n)cnlot'ia explicativa corrcspondicntc 7) Solicita\r a antbas cancillerías una prorroga hastac l mcs dc at)ril dc 201 1 para la tinalizaciólt (tel prol'coto, dcbido a las causas sci\aladas en cl {)unto 5 8) Disponer quc los datas a. incorporar dc gconsica cn las l-tolas SG.21 y SG.22 soar tos dc lauiletomctrta 9) 1)isponer la iniciución (!e la digitalización y edición de los datas planiiT.etricosy gcol(bgicos dcl É;';l:: ==J=?=""*:::1:==:ü;=:':U:'i=:=,: .UIÀ\"-"---'*",; ««''« «.-:««' . porei:jpKm. ta a la imaBctl (ieocoverel MapaGcológicodcl I'araguay. E: i:IM. llHIRB:llEq$:l 11iHIUH I ll:il B:Ul:i1::8:11 cut)certap or las }loÍas SG.21 y SG.22 1 1) Utilizar para la divulgación en CD, los ires idiomas. el programa Arca:xibe vcrsión l)orttiguesa.S c tlgicre pnparar para las futuras fadas las v'ersioncsc n espafíol e inglês Jo sé\h 4'êij Ricardo da ('unha Lo})cs ('oorditlador porArgeiltina Coordenador por [3rtisil ANEXOS Cartões de embarque da delegação brasileira Luiz Antõnio Chieiegati Tar.teta de Embarque 107684212 oc.ll l/adot': WD81XN }nl)I'e: CHIEREGATt/JUIZ Atl'í0 [1 ): N/ A i- t,ü!~ p'ucl o: 7661 ente: 13]), 100 echai..Í05Dé:c09 ..'! ffliW.9g :lQÇ/+S iNI ?:?lmq.xfl"' .wE Abas''. \l,::ü;,i-Üi=Ú&tF«-sp 3.4Bg,:"" Linhas iüélcãs inteligentes lçMlll;bl#de Equlpaje: )1275b665b 1-{1i.i !ioegol .cnm.br 0:i00 =1 1521 21 bllltl' l{ lil }ASSAtiLt/Ó NtjtA f)l: gatil\t;tll R[:C]!à(} LJÜ PASSAGE]Rt] 10768421/ [}.it.íi/] Liga i ] IN lssaü = 3üt]üvtJ11i/SÁü]{ al l /adclí llD81XN r.-".:: : [HIEkEÚÊíl/]U]] Êrirüti]ü p..t.. 20 v.«..7452 A.....l..:12EI n.{.:3011ou09 !i... «--"''-l..:::09h50 Par tiilõ ll:U blJ t (.Jt l 5 t} t,i lt;iJãLlê:i t 1 21'i4CJ Api tlStlr]Td] -Sf:} })df i] 11bcjl( +;EJJ.t leStlco: 0 tíilíi aittt: 4.ItittltllEIC10Í't.li: (5f) Üllll IÍ '1 ') '3 '3 '1 ''b Ellas Bernard da Salva do Espírito Santo ') ') rür iet'a clú Enb.ur quu llaNEXAÜ IC7&7ÜIÇI e..l'l ! .lç - 1-15t-'l''?tlC bi ti l;=\Pl H .Tl a ;üta'i..'EL:#S li): n/A 'li eli:! 'r t5 nll. nb nüçlltHkenlü] .:!ETí:t112 '7]:K. qi:.- 'liÓ- Cl51]aCOg w-üóligE?glç qylbr H . t-l!.j'ai-e; aç&.S :.p !.d.i" Rlt)tvn: it [ L4'E. J: )ÜSRi3ÊH.] ' HUi'üÜ E] a]]\]iÇF ill)ICir! D: I'i\l=.'.ljíj.l ilJ [1=.1' 3]$ #U-iÚUriJ'hcS-SP [il6l:1 3T l .nlt.81 :t:! F':luil H'J::Üct .ü;] [TÍ:$ = ; :Ctq0.-eg..'BÜ.i]t]= ü=;1 j =::.,,:H5H?Hti [.t.i} IÇlll:.TI lãH'ü.-Ecusi :lB F'=-i'l :.: '.-.:.:7452 A;.;.t.:2CD Tar tz du É=tTEhüFqUD ] iJtiíluD9 }..ú..' H-liuF:Ú0 9JÜh5 0 LD7b73197-l::i ' i.- iu::!.: FI Ç11:711 1::it r : FÊPIHI'nj .5.M7D/:l.lúS r ilri;. fi : $ó '. \-ão' Fa'l .dz} :.'.ü-:l}.i -ulhü3-5F l iF' .n;" H-!i it,elc:: ;L$8.Ü üllü. -dr: 1l:n.l : i\'lCC liB14iJ )çltnlo 2'7D.. :tt1 8 !is: tJSlba eU'f ÁP 'Eücr=õ r-o: )al-: i)lt;n '4..a 1:.-. 1'r .idl'i.)'JÊ : 'B A.lnf'l : ::fi ::icü: ) íiln )ntc: :a teta. i;&Ó-úunrulhK-V :nEe rracíonll : :;: nll õnles çn 'a aH.-:' ]l'li f h ! -'t:: l qJ :l,l.li.' ') '3 '3 '''x ') 'b Vigente Sérvio Costa ''\ 'h ''3 Tar.jota de Embarque CONEXÃO 7471 18C 46 .d)asa éreadse l.!Cães ectia 05Dec09 Eütid Ftlue: 1330 lnlÕl89q?j$!ümlbr lld : Buenos vires iÍ:'íç: 3F F'ASSE.3EI / rlCTT i: 1430 Ç[CIEC [)B PÂSSA61;!K leHadat Curlt\ba 1910 ;a} Emissão : 30NovC'g/SAÇRZ LFol (}e [uulpüje iii:ii«.h. :E9321+G )1'27586202 lgE $ 16 12F :011avOg.cc:7452 lt0110U09 rc-.Broa :09h50 07t)50 0'Jt'l0S Curitlba Gua'u' 10hSO 121)40 Internam )nal: 60 nlli nt IÉ t,:I SÊ ef!!S. Ê ÚI JlnQlrB. S.'N2 T 3ii-S7i FBS$BçelrnC 2 da âer39 JO f} Ó! .Janêirü 3te Ce a q2 Brios )ncclp - 1l.) í3 ie t2 !r::S ) . 23 b9 '1 Debido a que los colegas de Paraguayn o pudieron asistir a esta reunión, nos vemos en la necesidadd e plantear a los coordenadoresd el proyecto que gestionen una reunión de trabajo en Asunción - Paraguay, para ajustar la información del área de frontera que involucra a los três paísesd e las horas SG.21 y SG.22. En representación de José Mendía Ricardo da Ctmha Lopes Coordenador por Argentina Coordenador por Brasil CPRM SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL AGÊNCIA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO ABC SEGEMAR SERViçO GEOLÓGICO E MnqEiRO ARGENTnqO FUNDO ARGENTINO DE COOPERAÇÃO HORIZONTAL FOAR PROJETOM APEAMENTO GEOLOGICO E DE RECURSOSM nqERAiS EM ÁREAS DE FRONTEIRA- (Subprojeto0 56) RELATÓRIO DE VIAGEM por Wilson Wildner Eduardo Moussalle Grissolia '3 ''1 '3 ''3 ') Porto Alegre, agosto de 2010 INTRODUÇÃO Entre os dias 15 a 21 de agostod e 2010 foi realizada,n a cidaded e BuenosA bres, Argentina, a primeira reunião para elaboraçãod os mapase notas explicativas dasf olhas Corrientes/Asunción(SG.21) e Curitiba(SG.22)(1/1 .000.000), na fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai(Fig. 1). Este encontro caracterizaa Atividade AI.3 -- Preparar mapas e relatório final do PrometoM apeamento Geológico e de RecursosM inerais em Áreas de Fronteira (Subprojeto 056), patrocinado pela Agência Brasileira de Cooperação ABC e pelo Fundo Argentino de CooperaçãoH orizontal -- FOAR, e executadop ela CPRM -- Serviço Geológico do Brasil e SEGEMAR -- Serviço Geológico e Mineiro Argentino. Realizada nas dependênciasd o Serviço Geológico e Mineiro Argentino SEGEMAR, a atividade contou com a presençad os representantesd e Brasil Argentina. AMÉRICADOSUL NO.18 NO.19l FOLHAS l:IM NB.18 ]'FB,49 ] NB.2c(] à$zL]UNn.22 NA 17id NA 18 Ü SAI .:lbJ,si.19 l SA.20 l SA.21 l SA.Z l '9te3.WSA.24 T u.«T'&., lum lu:' l uz lua l ;''ilF'" s;.l sc.l lgbsc20 l scn l sc.2zl sc.23 l sc24,rsc25 18 llo l á51 l S0.21 l S0.22 l SD.23 U.18 .19 SE.20 l éF.zl SE.2a l SE.23 .a .0 SF.22 l SF.23. L&.2n 9 l SG.20 I'qõ.21.A SG.ad'U.23 19 l SH.20l Si;41 l SH. si.18 F 9.19 l si.20 ,21 su.l$'' 1Ç s.19 l s.20 11 Folha SG.21 s<. s<.19 l $g:ão Corrientes (Ar) SL.lv''T SL.20 Asunción (Br,Py ) SU!;d l SM.20 Folha SG.22 9q. SN.m Curitiba (Br) Figura 1: Folhasn a escalad e 1:1.000.000n a América do Sul com a localização das Folhas SG.21 -- Asunción e SG.22 -- Curitiba destacada em vermelho As folhas SG.21-Asunción e SG.22-Corrientes/Curitiba englobam parte da região sul do Brasil, sudeste do Paraguai e norte da Argentina e estão limitadas pelas seguintes coordenadas geográficas: Folha Asunción: latitude 24o 00 28' 00'/ longitude 54o0 0'- 60o0 0'; FolhaC orrientes/Curitibla:t itude2 4' 00 28' 00'/longitude4 8o0 0'- 54' 00 A delegação brasileira foi composta pelos seguintes técnicos da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais CPRM: Wilson Wildner Equipe Executou/SUREG-PA Eduardo Moussalle Grissolia -- Equipe Executou/DIGEOP-SA OBJETTVOS Esta reunião teve como objetivo flindamental reunir os integrantes das equipes responsáveis pela execução do projeto para elaboração dos mapas e notas explicativas das folhas Corrientes/Asunción (SG.21) e Curítiba (SG.22) (1/1 .000.000), elaboração das colunas estratigráficas integradas das duas folhas, padronização das tabelas de atributos dos arquivos de basesc artográflcas. PROGRAMACAO A viagem, com duração de sete dias, seguiu o cronograma abaixo 15/08 Viagem para Buenos Aires da delegação brasileira 16/08 Marüã e tarde: reunião entre os coordenadorese as equipes executorasp ara definição e planejamento das atividades e integração de arquivos. llq ///nuOo Manhã e tarde: reunião entre os coordenadores e as equipes executoras; 18/08 Manhã e tarde: reunião entre os coordenadores e as equipes executoras 19/08 Manhã e tarde: reunião entre os coordenadores e as equipes executoras 19/08 Manhã e tarde: reunião entre os coordenadores e as equipes executoras 21/08 Viagem de retorno da delegação brasileira ATIVIDADESDESENVOLVIDAS Doltlingo, 15/08 O deslocamento da delegação brasileira oconeu a partir da cidade de Porto Alegre através do vâo 7650 da empresa GOL. Na chegadaa cidade de Buenos Abres a delegaçãod o Brasil foi recebidae acompanhadat é o Hotel por Sílvia Chavez,g eólogae integranted a equipe executara do Prometop elo SEGEMAR. Segundafeira, 16/08 Pela manhã, a delegação deslocou-se até o SEGEl\4AR, onde encontrou-se com o Coordenador Argentino do Prometo,J osé Mendia, e com os integrantes da equipe executou pelo SEGEMAR. Na ocasiãof oi realizadau ma reunião de aberturad o encontro e definida a agenda da semana, bem como as atividades a serem desenvolvidas. Além dos já citados, estavam também presenteso s técnicos do SEGEMAR jugo Marengo, Sílvia Chavez, Cecília Casanova, Martín Gonzalvez, José Javier Benitez e Fernando Pereyra. O Coordenador JoséM endia lamentou a ausênciad a delegaçãop araguaia em mais um encontro do Prometoe salientou as dificuldades que os impediram de estar presente. Entretanto, na busca de um futuro encontro com a delegaçãop araguaia,d ecidiu-se convida-ios a participar do próximo compromisso agendado,a realizar-se na cidade de Porto Alegre no mês de setembro. De qualquer forma, foram definidas algumas medidas para que a integração geológica das folhas não seja prejudicada por esta ausência. Pela raide iniciaram-se os trabalhos com as definições a respeito das colunas geológicas, com as tabelas de atributos dos arquivos da base cartográfica, e com a discussão de tarefas a serem desenvolvidas pelos participantes durante este espaço de tempo- ]'orçaf eira, } 7/08 Pela manhã. às 09h30min, os trabalhos tiveram início. As equipes trabalhandoe m conjunto discutiram assuntosr eferentesà integraçãod os contadosg eológicos entre Brasil e Argentina, e ao levantamento dos mapas geológicos do Paraguai obtidos até o momento. Após algumas conclusões, Wilson Wíldner e Eduardo Grissolia reuniram-se com Sílvia Chavez para tratar da correlação dos contatos geológicos na zona de fronteira, enquanto Huno Marengo e Cecília Casanova concentravam-se na coluna estratigráfica do Paraguai. Pela tarde os trabalhos se seguiram com a mesma organização,c ontando com a participação e discussão de todos nos temas abordados. Quartajeira, 18/08 Pela manhã Wilson Wildner e Sílvia Chavezt rataram dos temas relacionadosà s colunas estratigráficas das duas folhas. Fez-se um esboço do ordenamento estratigráfico da sequência vulcânica do Grupo Serra Geral, bem como definiram-se as siglas de integração para as respectivas unidades. Eduardo Grissolia juntamente com Javier concentraram-se na padronização das tabelas de atributos dos arquivos da base cartográülca. Após o intervalo para almoço, a reunião prosseguiu com a continuidade das tarefas iniciadas pela manhã, que se prolongaram até o final da tarde. Quintafeira, 19/08 Pela manhã foi debatida a questão do mapa do Paraguai. jugo Marengo apresentou o material obtido até o momento, contendo 5 folhas em escala 1: 100.000 que cobrem a porção sudoested o país, junto à fronteira com a Argentina. Também se obteve uma folha em escala 1: 250.000 composta por quatro das 1: 1 00.000 anteriormente citadas. Na ausência da delegação do Paraguaie da falta de pessoal de apoio deste país para a integração, foi decidido que este material será utilizado para a composição das folhas SG.2 1 e SG.22, devendo ser digitalízado e ajustado à base Geocover. Esta tarefa será dividida, de modo que o Brasil trabalhará com a parte da geologia do embasamentoe a Argentina com a geologia do período Tercio- Quaternã no. Pela tarde Martín Gonzalvez apresentoup roposta para a composiçãod a tabela de atributos da camada de recursos minerais. Martín sugeriu que as tabelas sigam o modelo utilizado no Mapa Metalogenético da América do Sul, em escala 1:5.000.000, publicado em 2006. Os representantesd os dois paísesc oncordaram em adotar esta sugestão,e ntretanto, será feita uma verificação do modelo utilizado nas folhas ao milionésimo NA.21 e NA.22, localizadas na legião norte do Biasil, e que a integração com as Guianas e Surinamejá está em fase final ou concluída. SexÍafeira, 20/08 Durante a manhã a reunião desenvolveu-se com a continuidade das tarefas iniciadas no dia anterior, alcançando-se ao final do dia os seguintes objetivos: Ajuste da coluna estratigráfica para as folhas SG.21 e SG.22 com a correlação entre as unidades que oconem na Argentina, Brasil e Paraguai; 2- Conclusão da revisão dos arquivos para o SIG e da uniformização das tabelas de atributosp araa s Folhas. Pela parte da tarde foi elaborada a minuta da Ata da reunião, cuja assinatura ocorreu na sala de trabalho do Coordenador do prometop ela Argentina, José Mendia e, após foi realizada a gravação de cópias de segurança dos arquivos dos mapas. AVALIACAODAREUNIAO Avaliamos que a reuniãof oi produtiva e atingiu seusp rincipais objetivos, resultando no estabelecimentdoe um cronogramap araa s atividadesd o prometaot é o final destea nod e 2010, com a conclusão das folhas. Também propiciou a troca de informações e o trabalho conjunto entre as equipes executorasd o Brasil e Argentina,f azendo com que o trabalhot ranscorressceo m mais facilidade e se obtivesse um consenso sobre o andamento da porção geológica referente ao Paraguai. RECOMENDACOES Consideramos que, após haverem sido concluídas as minutas das folhas Corrientes/Asunción (SG.21) e Curitiba (SG.22), estas devam de ser encaminhadasà equipe de geólogos responsáveis pelo prometon o Paraguai, para conhecimento e avaliação. AGRADECIMENTOS A Agência ABC e PNUD nosso reconhecimento pela oportunidade de contribuir para a integração de informações e entre culturas na América do Sul, propiciando a elaboração de documentos básicos para o planeamento do desenvolvimento futuro deste continente. Nosso reconhecimentoa o esforço da Dra. Mana Glícia N. Coutinho que, à frente da Assessoria de Assuntos internacionais da CPRM, não tem poupado esforços para viabilizar o cumprimento das etapas deste Projeto. Ç. Wilson Wildner Equipe Executou/SUREG-PA Eduardo Moussalle Grissolia Equipe Executara/DIGEOP-SA ANEXOS Ata da reunião PltOYll:CTO MAPEO GÍ{OLÓGICO Y DE RECURSOSM INERALES EN Al{.EAS Dl:l FRONTERA Sub-proyccto S056, Agencia Brasileõa dc Coopcración y Pondo Argentino de Cooperación Florizoíital ACTA ACTIVIDAr) A 1. 3, Preparacióitd e mílpasy memoriae xplicativa BuCHosA bres,A rgentina, 16 al 20 de agosto 20 10. En cuinplimieilto dc lo dispuesto por la progranlación del Sub-proyccto S056 ''Mapco Geológico y (te [iccursos Minerales en Áreas de Frontera" sc reunieron en ]a sede de] Servido Gco]ógico Mincro Argentino -SEGEMAR- en Bucnos Aires, del 16 al 20 dc agosto de 2010, 1ose quipas dc traído de Brasil y Argentina para cumprir la actividad A.1.3 -- Preparaciónd e mapas y memoria cx})licativa clc las l lojas SG21 y SG22 Participaron de la reunión por SEGEMAR (lc Argentiita: Mendía, José; Chávcz, Silvia; Marengo l jugo; Pcrcyra, l;errando; Casanova;C ccilia, Benítcz,r osé y Gozalvcz Maitín, y por CPRM de Brasil Wilclner, U/ilson y Grissolia, Eduardo. Sc trataron los siguientes temas: ltlaboración de las columitas integradasd e las hojas SG21y SG22. Normalización dc las tablas asociadas a cada capa cle información. 3 Nlodilicación dc los camposd e la capad e recursosm inerales. 4 Correlacióit de las capas de geologia. 5 Neccsidaclc importância de la particípación de los colegasd el Paraguaye n la ejccución de las llojas S(1;21y SG22 Adcinás sc confêccionó una primera vcrsión de la columna estratigráfica de I'araguay integrada al proyecto, tomando como informacióil de base5 bolas geológicas a escala 1: 100.000 publicadas por la Dirección dc Rcctirsos Minerales dc ese país. Se realizaroi} también las correcciones pertinentes ctc las capas de geologia para un correcto cmpalnlc l quadros cn formato Exccl de todas las capas dc intbrnlación a incorporar en el SIG: normalizandolo s ítems( nombre,t ipo, tamaõo),c n los três idiomas cspaãol, portuguése illglés De acuerdo a los temas tratados se acordaron los siguicntes puiltos: 1) Colocar cn el FTÍ' de intercanlbio (proporcionado por el SEGENIAR) los archivos Excel con la ilormalización de las tablas de las capas dc inf'ormación. 2) Llevar para la próxima rcunión, a realizarse en Porto Alegre del l a1 3 de sctiembre dc 2010 : Las basesc artográficas completas, editadas y normalizadas de las hajas SG2 1 y SG22 B Los archivos digitales de la información geo1(3gicad el Paraguay,l os que scráil realizadose n conjunto por los profesioilalesd e Argentina y Brasil. e Las columnas litoestratigrállcas dc Argentina y Brasil completas, para constrliir la coltinlila tinifícada de las FlorasS G2] y SG22. 3) Elevar' la pi'opucsta pí'cscntadap iar el Sector cle Recua'snsh /tincralesd el SEG[MAl{, para ser cvaluaday consensuadcao n colegasd e Brasil en la rctmión de Porto Alegre. La cisma propone utilizar la clasiticación de depósitos minerales acordadap or todos los Servidos Geológicos sudaincricatlos l)ara la Qecución del Mapa Mctalogenético de América del Sur, publicado en 2005. (Se :adjunta propucsta) 4) Invitar a los colegas dc la República del I'aragual' a participar de la reullióit a rcalizarse cn Porto Alegre, para acordar el trabajo cn conjunto de los trás paísesi nvolucrados cil cl áreac tibierta por las horas SG.2 1 y SG.22. H Jdsé En reptcscntacióil de Ricardo da Ctittha l.opôs Coordinziillorp oí Argentina Coor(linador por 13rasil PrODUCStdac inlt)rmación a incorT)orallen.la.cal)a de Recursos Mincrales Se discuten [os contenidos de ]a capa dc recursos minera]es dc ]a ]-loja SG21 . Goza]vcz, en re})rescntación de ]a Dirección de Recursos Geo](beiço Mineros (te] SEGEMAR, hace alusión al Acta dc la rcunión clc Mancos del 12 de noviembre cle 2003 de la ASGMl-CGMW donclc en el marco clel I'royecto de TntegraciónG eológica y de Recursos Mincrales de América del Sur (Escala 1:1.000.000) sc acordo el uso dc la bitsc clc tratos de recursos mincralcs adoptada para la ejecución del Mapa Metalogenético de America del Sur. En csc contexto propone utilizar la clasif'icaci(in dc depósitos mineralcs acordada por todos los Servidos Geológicoss udamericanosp ara la qecución del Mapa Metalogcnéticod e Américad el Sur, publicadoe n 2005 (anexo /). Tambiéns e plantei utilizar los coldres conveniclosp ara cada asociaciónd e sustanciasy la clasificación dc tamaõos referidos en esc mismo trabajo (.4/raro 2). La base dc datas SIG propuesta constituyc uni! síntesesd e ]a dc recursos minetales del Mapa Metalclgcnético de Américtt del Sur (.anexo 3) Estou câmbios plantcados, en relación a la capa de recursos mincrales de la aloja S1121 anteriormente executada, permitirán un mayor aprovechamiento dc la in6ormación metalogcnética disponible en la región ya quc la clasiHicación propuesta parte dc conccptos genéticos y la información del SIG resalta la vinculación espacial y temporal entre los depósitos y las unidades geológicas que los rodean. 8 l Anexo 1: Clasificación de depósitos [)CPosic u:o.cana wih !wfic ad u]üan\a8( muus]o ctaüca]ly tablc arca: :lJcpc3le as:ocünd 'ú ]ü ivufic md uluamaOc uuu:lon: cn calo' ur:tabtc área: :l)cpo:ic a::oclaKà u,iÜ alkalinc rock: aild a':Km= il)CPoslt: a ochtcd u4ü tn\afia cona n } vo:cul:H 0 0 [)CPo:it: u:oc]atcd w]th 8raNtc: + ?orphyry Q'pe dcpostts 0 M.ca:omaac depoda (ucludl:x8 8 ixn: na :l:ams} a :l)ep031ea :=ocli 'lü unnnednüe n acid v91culc: udubvolcanic: !n 3 contineaül dc>n'uu :l)cpc;ic a3:0claKê u,ith :ubtnaruc voiuN:D\ and vfcl no:cdln:cno!} rnuiuc Kqt.lnec! {lt Includc: nt 3 w :utüde aiid Sc u mineraliu- dan:) :)epc:iu a::«lied wlü chltic :cdimcn= Dcpo:le : octaKd v.'lü carbonõK :cdlmcr.' :l)cpo:lt; a=oelated widl chciulcai scdln:cnc =)CPe:lt3 as30tlatcd wltn blo:cxu :cdimcne n [)cl siu 3 0e:aud wiü echjdrat]oa und n\eunlorphk n8tc8aeonílt;:ds Z Dcpe:lt: a;neiand wiah mctamorphic cry:ulliudon 3.c=ldcal dcpo:l ?!accr =cpc=ic Anexo 2: Recursos Minerales. Colares + a. Ni, ql. vl nnw. c+h Cr. Cu, CwPb-Zn. CtM& Cu-Au. Cu..X\a Au. Aul\& PG& Au-Cu. At Sc. Tc, H8 pt-Juba:,l. pb-z,,s %. b Fe. bh A; pb03pt»:e. r:\a:ricsln. Na. K 3. U (saiu). Wp:um. Naraoes Itidu:crbJm cr b {AI siitaoes.8 al:Kt unllu:adn, aibc:=aKa ic. cbyK lualia benndK. BfaPble, t:idw:riam dlamend. ld&lr. p«!!e. ca:.p) BI. F. Sr Sa. Sn..A8. W, h.{a. Bi. Sb Gcm:nmi (dumand.n PPhn. 3nci3iy:t p :e Bur uli . cmenld, qu:r» nne. ctc. U. U.V=Cu'T. b.R IE. Nb. Ta. Be.U . Zr D!:tlmnoaE snncs í8raiilK. ea.-crdne.m atblc aa8ito:VS.C B,} Anexo 3: Recursos Minerales. Tamaõos 0 bLi;MEHr r«.b:'"U"'E LMVIr5I« I-Jgl1I! 0 2 H l 0 \lthu } :.:l rl.'l ll.:l l l l 0 y« {n«- . kl 0 i Ll / l\ P 1, P P P q.rl ll buntc (rt fr3aor/) 3c (oxjdÇ) Bmtanlu lüuiita\ boriu} :B .) 1.{1Í} l ;l11 1 cckníl caundum :zcn\ l carlndum cu Dbmond DrncnsiQni&ls nnei Dd3stonc En\cnLJ irem. kR) L '- ' l c . l.l.ir l l.llg ' Fdd9ar l 'i.'n i l FÍt cja)3 1 : 11 1 r 1. r lfl l q l.:IREI. ll:l F ar \c l ;. l ll. l l l 1 . 1 . 1 1 1. 1 J l IC+rna 1 ..1 ra ffl FIU1 . ' 1 1. + 1 1. 1 #P [!= ul;r«l'lqlh !:gl J :rçnlar nb«nn ntõinü rx ptoüc iSldi:!!!L JaUHnlK S ÍI.ll l R t JlaPhle s íinp wir VPEUUI . l 1l lll. ll l sllt HC»q mHICfBh HE hduwid únican c R :CY ll-X Sll EX :la Knlln Sllk {picznkctdç quem) K»n S ilLB :tChaCDry qUeR:itC u l0xlkl 5ilb"-njit ITL'l l l uFvewini {lcf blue) SI llc ç 5adüEe {Êen in MC4 T lande) Tzl Mc TlmAmtt (#n kl 1.+1ZhOtHtE Te Fümnl pRmtni Tb ~- (UnlrJ TnUIWlhC ÜCU Ü í\Eftli jsyalllr L Rtpi lhE tyrrnc hl V VÇmÜCUIEt lwnc iduntr) lw l WalRltGntn irlblC lã;i llDIPhBlc ia« i;; :. 1 1 L:l'l l Znrcan iRm. kxl h.;l fl . - - -. - " l\-lqlnltliU : l l l l l l e .E1 1 1. 1 P l l ZrÍQHdt) Knc E rdn {oRblc] ÍK}EI a 8 = 0 ã 8 : ê ã 8 a. $ a ã 0 8 g Ê ( D 'x ''1 '') Cartões de embarque da delegação brasileira '3 Wilson Wildner '') '1 Linhasa éreas hteltgentes '') [:ARTAU DE EMBARQUE 'VIA PAS:;ÀL;EIRA '1 .8QÜFíí)iliti PÉSS - PASSE.HÜER i:tlUF1'3}1) ll01ílelllâíleJ: ll ll [)tlt] /{.J11 5t)tq Laca'l lzâ(IÜt'tíilücJ: H9U'+51 'n ''.'"--"...: l v..,..:""-,. ;:,7650 "*.«t..;....:28B '') Tar IfaúAptJ: /xLi)A2BR -- Pt-l(IGRAMÂ{)A '1 lloí' .Bn\bdt( ILleílioardil13Ie ne): 1 9tl35 ') [Jeitii li)õte): 1 5é)11.3 t O '3 })aitldd: Ponto Alegre tDepürture) ) CI)ellada Buenos Airtls Ârriuül) !30% cle descoíito ttã Utttdds + ';tíll leb++ Glanlle 5ü% de íJescoritü e inlltlas Sínllt::!:. i;Lln\ Üstt3c aítüo d anil)dique!A liiglie ü cdiio no site utit:i.unldüs.Guio.l)t tiu dlíet nietltti nu l)alcao da Uriicla 10 ile !ubaitue rar .je }a rJc baba rque /ó053 { {! i.J7b/pl)S'34 / Eduardo Moussale Grissolia Linhasa éreasin teligente [IART4[1 1Jf. E]!í3r\RÜU]= v]À PA$Lqt.E]]]{) tiuf\uolllti í'Ê$$ , P s EtliiE} tüupün) 14ciine ulõi:el : t:ii.t i$síll lâ/[Lit.ií\Htiti lttcâ l zadür }illJ:i: 119u4 S T iuttdutr.üEÜ l Voü.flightl ü3 7650 AL.'.Biit.,l,.õti 2E3/\ Tãl'llãitl,Ht:l Ali'iA.)8R- })Rf)íi l\NI flor tliHbdt(luetíoârl-llíllnegl: lgtl35 Data llJ teJ: 15 uu l O Pari lied; Pi)r t ü /\lega e 0 1-i= }5 Dekalturet CiIe çiatla1:3 tieisil Aií c:i ?.J+l25 [üntíüle dt: 8t19 y íi(8fig ]üg) 01?JÜ41b26 }++5f)X de desconto riã Urlldas , :;ri lltls ; Garllle 5i % de desconto e iiilhós :lillie [;üii este c ítóco cle elnbarquel AILlyue o círio rlo site t.i!-lt'}.uni(Jas.cüií!.bra li tli retaíiletlte rlo balcão tJd Urdidas llo lesernbaíílue }e nbat qlie ''3 ') ') PROJECTOM APEOG EOLÓGICyO DE RECURSOMSr NERALEESN ÁREASD E '1 FRONTERA. ') Sub-proyecto S056, Agencia Brasileõa de Cooperación y Pondo Argentino de Cooperación l lorizontal ') ACTA ACTIVIDAD A 1. 3, Preparación de mapas y memoria explicativa '3 Buenos Abres,A rgentina, 16 al 20 dc agosto 20 10 . ') '') En cumplimiento de lo dispuesto por la programación del Sub-proyecta S056 "Mapeo Geológico y de Recursos Minerales en Áreas cle Fi'onteia" se reunieron en la sede del Servido Geológico Minero '') Argentino -SEGEMAR- en Buenos Abres, del 16 al 20 de agosto de 2010, 1ose quipos dc trabajo de ''b Brasil y Argentina para cumprir la actividad A.1 .3 Preparación de mapas y memoria explicativa de '1 las l lojas SG21 y SG22. ') Participaron de la reunión por SEGEMAR de Argentina: Mendía, José; Chávcz, Silvia; Marengo '3 1-lura; Pereyra, Ferrando; Casanova; Cecilía, Benítez, José y Gozalvez Maúín, y por CPRM de Brasil Wildncr, U/ilson y Grissolia, Eduardo. '3 Se trataron los siguientest emas: '3 1. Elaboración de las columnas integradas de las hajas SG2 1 y SG22. 2. Nomlalización de las tablas asociadas a cada capa de intbrmación 3. ModiHicación de los campos de la capa de recursos minerales. '3 4. Correlación de las capasd e geologia. '1 5 Necesidad e importância de la participación de los colegas del Paraguay en la qecución (te las '3 Horas SG21 y SG22. Adcmás se confecciona una primera versión dc la columna estratigráfica de Paraguay integrada al proyecto, tomando como información de base 5 hajas geológicas a esca]a 1: ] 00.000 publicadas por la Dirccción dc RecursosM inerales de ese país. Se realizaron también: l . las correcciones pertinentes de las capas de geologia para un correcto empalme. 2. quadros cn formato Excel de todas las capas de infonnación a incorporar en el SIG, nc)finalizando los ítems (nombre, tipo, tamaõo), en los trem idiomas -- espaõol, portugués e inglês '') ''1 De acuerdo a los temas tratados se acordaram los siguientes puntos: '1 1) Colocar en el FTP de intercâmbio (proporcionado por el SEGEMAR) los archivos Excel con lallomlalización de las tablas de las capas de inFormación. ') 2) Llevar para la próxima reuni6n, a realizasse en Porto Alegre del l al 3 de setiembre de 201 0: ') Las bases cartográHlcasc ompletas, editadas y normalizadas de las hajas SG2 1 y SG22. ') Los archivos digitales de la información geológica del Paraguay, los que serán realizados en conjunto por los prolesionales de Argentina y Brasil. Las columnas litoestratigrátlcas de Argentina y Brasil completas, para construir la columila unillcadad e las idas SG21y SG22. ') 3) Elevar la propuestap reseiltaclap or el Sector de Recursos Minerales del SEGEMAR, para ser evacuaday consensuadcao n colegasd e Brasil en la reunión de Porto Alegre. La misilla propollc '') utilizar la clasiflcación dc depósitos mineiales acordada por todos los Servidos Geológicos ''1 sudamcricanosp ara la decución del Mapa Metalogenético de América del Sur, publicado en 2005. (Se ') adjunta pt'opuesta). 4) Invitar a los colegasd e la República del Paraguaya participar. de la i'eunión a realizassee n I'orto ') Alegre, para acordame l trabajo en conjunto de los três países involucrados en el área cubierta por las horas SG.2 1 y SG.22. P Jos&ÚõiÍdí: En leprescntación de Ricaido da Cunha l ,odes Coordenador por Argentina Coordenadorp or Bíasil 'a Proouesta de información a incoroorar en la capa de Recursos Minerales ') ') '1 Se discuten los contenidos de la capa de recursos ininerales de la Haja SG21. Gozalvez, en representación de la Dirección de Recursos Geológico Mineros del SEGEMAR, face alusión ') '1 a[ Acta de [a retmión de Manaos de] 12 de noviembre de 2003 de ]a ASGM]-CGMW donc]e ') en el marco del Proyecto de Integración Geológica y de Recursos Minerales de América del ') Sur (Escala 1:1 .000.000) se acordo el uso de la base de ditos de recursos minerales adoptada para la decución del Mapa Metalogenético de America del Sur. '1 '') En ese contexto propone utilizar la clasif'icación de depósitos inincrales acordadap or todos ') los Scrvicios Geológicoss udamericanopsa ra la decución del Mapa MetalogenéLicdoe América del Sur, publicado en 2005 (..4nelo /)- También se plantea utilizar los colares ') ') convenidos para cada asociación de sustanciasy la clasiâicación de tamaíios referidos en ese ') mismo trabajo (,4/?exa2 ). La base de ditos SIG propuesta constituye una síntesesd e la de ') recursosm inerales del Mapa Metalogenético de América del Sur ( 4mexo3 ). '1 '1 Estas câmbios planteados, en relación a la capa de recursos minerales de la Haja SH21 n anteriormente deputada, permitirán un mayor aprovechamiento de la intbrmación '3 metalogenéticad isponible en la región ya que la clasificación propuestap arte de conccptos '3 genéticoys la informaciónd el SIG resaltal a vinculacióne spaciayl temporael ntrel os '') depósitos y las unidades geológicas que los rodear. ') 3 '3 ') 3 '3 '3 '3 '3 '3 ') n ') ') '3 '1 l '3 '3 Anexo 1: Clasificación de depósitos ilcpciica ;sacia:wcdiü fmfica ndu ltíamaEnticíu 3ía h =çtaltioi!) eablc arcas Dcpc;it: a soa Kd u iü :lufic ald uluamafic !nuusian :ectomcai:y Ü ur.:ublc áreas V i)cpc=iu a:;aclara witb alkõlUe rc=b ud sysKm; [)cpesit; azodatcd w]th intafK condnenu] wicanism 0 k8mau:c; 0 [)cpesiti a=;adaKd w]th + Porei»'ry $'pc depasi= Ó Mcusomauc depad (ududlil8 3rcl ci 3 1t\a kam3) à Deposlc nsoçbted w ü n nnediae to acld volc&tuc: and:ubwtnnic: in 3 continental don\au )cposit= a=ncland wluh =ubm=rtncw lcz11unlm d vclcanascdinlcnnq rnlarinc !cq cncc: (it Ineludc; nus w :ullüdu ai\d Scdcx mlr\crali==- doa=} [)cpo:lu usadanü wtü ciaitic :céimcitts DcPcsiu ü:=ociaKd wlü cargo:taK :cdtmcn L)epasit; ü3:0claKÜ wl:b chemlcai :cdin\cne [)epc=]b ):nclaud wiü blogenuc Rdimcnts D [lqn;it; a;;açiaKd wiü dch$'dratiaa aild :)lcnmoíphic ;c8í egiuaníluids H :)cpo=iu a;;e: aKd wílb mctamarph( al':talhuüon ?.esldua: dera:iu ?!acardepo:it: ''1 '') ') ''1 '3 Anexo 2: Recursos Minerales. Calores Cr. Ni. 1+.. Tt fo=TpVC. u-Nj '1 Cr, Cu, CwPb.2a C»Jl& Cu+K Cume ') Au. A»A8. PGZ, Au Cu. As, SÇ Tc, H8 '3 © Pl>J\fZn, PbZn h. Zn Fc. Mn '3 © '3 e Ai ') e Pbosptuta magnata. Na. K. B. U (saiu). 8ypwm. nltnu '3 e [iüu:amai n\]nuai8 (A] i]iuu:l, 8am« wo]bs:adu. nbeica8, nlç cby& l:nlinp bcnmnln. 8r8pblüc, uidus:real dbmai\d. !ulÉur. Falir- ctc. } ''1 e Ba.F . $r') '') e Sa $n-A8.\ N. l.ta. Bi. Sb Gem:oonc(id u:nana.u pphln. zmcà)B:. nFü= nur:tlaline.c mcnld,a gua:r»- rl:n. etc.) 8 U, ÜVCu, 'Íb, RÉE!,' ib, Ta,B c.U Z: e ii ;wacl {8radn. crnprzdnc.m aiblc. aaPmXS. cu.) ''3 ') '3 -'3 ''3 ') '3 ') Anexo 3: RecursosM inerales.T amaóos 'b 5UE LIMO'B Ci )CCUtíeR : ') ELi:MtNf n "r «:l} {lricr =fPn:liíu.l ex CFt '1111:r-\Sh' iil.tiitt.l 0 ; 'a 0 h.;l:l'l l 'tfrl '') AI {Bwldç=) l ! l : )' l { l l I' l 0 Amahyçt {Ecm . k 'f l.:i \ 'llP l l ' l{ l l'') ArüAlüwEc Asbcstu l : l l I' l I' l { }' l ' l }lt } l l lil l3:3e - :l3n: Au \ 1:1 {} 1fl F.; l l l l .{ l } l l'1 buntc {rttraaory) F 1 . 11 1 1 t 1 1 ' 1 ' } 1 l l h :t'll :n l ') Bc {axide} l ' l l f l l l hf} l :l:b l lr l l.{ )' l; l ''1 1 1 l . .l .l I' t iiuit\al 1 11 ' 1' t .[ l ] I'] } : 1.{ 1 t ' l .{ l 11'1 ''). Saraus {BX).) h l l l.{t: P l l l; }'l .il l l 'n Ccksthc hÍ} l :} l:l h'l;l :1111 Cla h;)'l::ilri } : } l : l Carundum ( h n'l l l ' }' l Cowndum l ' l l l htl'l.{)'l'l 1 } 11 r 1:1 ' 1 Cr VI.[)']'] lr }' l .{ I' l [ l Cu } } l.{l#ll }. 1.:1 1. { } 1i l ') Dbnnnd \ Dbtan\ite ') I' l l. { l l-ll D hncnsionlll sortes b.l.}ln.{)lÇi F{ l-l }'l 'l' l:l ''1 Dalasnnc h { l ' }' 1. { b' l 'l I')'l.{l }'l EmcraLJ (l:tm. kR) h h'l'l ') Fc l ' l l } l : l : l l fddspar l 'l 1. [ } 1 ' 1 FÜc clz» l ' } l . l ) l =l 1.' 1{ 1 1. { 1 1' 1 '') fhürhc +'l 'llrl 1 1 [ } 1' 1 l l ;l l {t l :l Gama l ' I' } t r l{ } l r:l {l' l l .{l :) l DIZEU IW }S SaE Uh4TS LLEh4FK'l r l n:.l.8nff i' pll-.filial DÜ let ldllr)\ iw il) ii{ lied ÊUMEtqN ÍTQns QF lub+tlna aoittainad cx=pt QdtcrwlH indicaad)'\ Z 21 b2 }4 'x [JaUaQnltc h l ! l ; } l li l i l if l S l ' 1 1. ; 1 ' 1 GíaphKc }:tl?l 5 {in pyrin) h!} l ini iJl :iÍI.!iliii X lypwrn l l .Í l { } l } l { } l 1 1 1 t{ l l l . l k: l 'l. ' li} l t;l.ll f l.'rl'l l t:i.tri;l.:t:i l Hc&w mhft k 1: 1 1 ' 1 } 1 F 1 { 1 1 t Sapphin( FC«\k ) \ h 'l'l } l r l l t l.' l r l l sb b.:llb'l 1.:11yl Induçu id ünicltonc l i 1 . ' } 1 : 1 Sc F I' l K :f'iral}«lul b 1 : 1 ' 1 I' l ' l 1.1 1 1' 1 i 1 1i l Silka {fa Rlul) \.lltltl.fl:)'l 11 fl' } t b l Silüa lpÉciccloçTdc quarta) 1 1r l l Kpnite Fl rl..tl ! t SilkRÍ refracnty quutzitc) 'l/L'tll } 11{ 1 { 11: '1 1 .{ 1 ' 1 ' 1 1 : 1 ç ) U {oxlÜ) 5ilümlnitc t:l l 'lll t liti l.'+lrl Unictu)ue (ía bi\lc) l t l t 1 : } 1 1} t l SIAus l ' 1 . ' 1 ' 1 1 1 11 1 t. ' t ' l l l .í } 1: 1. + 1í I'l t'4aBnesiu l l.' k 1 ; 1 } f l l ' } l 1 1t ! I' l h Kurbk l ii:lil n I't l.:l I'l 'll:l Sodalltêt emin. b ) l 'l'} : 1:.t : ) l :l-l.:l'll Tê {oüde) b l l ' } l b\n F l .i l l l l ; l l } l : l T&lr r: l l.' 1{ t l l,'l;l'l.:l;l 11 1 ' t [b l } l l l l {l ll l 1.1.:11 F l Tanzznitt {Xcal\ kzd} l t l ' l l ' 1 TcE:. l l l l Nann41 perncrtr Th 1': 1'. 1{ 1: 1'3 Nn («iClc) ToumnlKc (nt m, iUD >' 1 l : I' l l ' l : l ll e geodíversidadedsa provínciad e Neuquenp ara apresentaçãon o CongressAo rgentinod e ''x Geologia, a ser rea azadoe m 2010.ições tais como Ministério do Planejamento e Defesa Civil, usuarios das informações apresentadas nos mapas de geodíversidades, foi importante para concluir pela necessidaded e incorporaçãod e novos atributos para caracterizaçãod as unidades geológico-ambientais. .. . . ....--.-...- . '3 ''') ') ') ''] 3 '1 '\ ANEXO l BOARDIN(}pASS .ZE /POA ......«.Úni. vlEHEl%N4C ÓUDió mIMaR ATRFqF 7 hm/I'o )OITO ALEGREP OA 'OO/CARRlm DATA HQRARIO :LIGHT DATE TIME JJ8021 22/08 15:10 '95?23661349222 - 34558537 BOÀRDIN(iPASS iOÀRDINGP ASS GRU/EZE EZE /GRU rla -LI /rnqtHll)T No«.n:óH 0000184?10 Nome/Narre THEQDBRQVIGZ/ANTONIO 00001847 De/FroiTI MENOS AI RES a 'iil:eE5DOROVtCHAFITOFJ101 T SAO PAULOGRU n HEODOROVECaANTONÉMO 523661349233 18.0 BUENOVISREESZE ZE 22/8/2009 RU SAO PAULO Ü.?.'tnu?'?'i..BTE BI:#'8' RTI'' 'l'fÉll" " GRU JJ 8005 JJ 8010 Y 17 /08 10:20 F/b Gato ll ll ll ll C2 6 957 459329 Eliüiw.s"H' ;!s3i4"'1 )6 254(D 195723661349{::{) ANEXO 2 'n Acta del Talherd e Capacitaciópna ra la Elaboraciónd e Mapasd e '3 Geodiversidad realizado en el marco del Proyecto Mapeo Geológico y de ) Recursos Minerales en Áreas de Frontera Argentino-Brasilef\a. ') '1 Reunidos en Buenos Abres, desde el 18 al 21 de agosto de 2009, 1os representantes del Servido Geológico de Brasil (CPRM), .del. Servido Geológico Minero Argentino (SEGEMAR) y de diversas instituciones de '1 Argentina realizaron actividades que incluyeron 2 dias de charlas y discusión 'x acerca de la elaboración de mapas de geodiversidad y 2 dias de viaje de n camDO. ') Por el Sewicio Geológico de Brasil se encuentran los expertos Antonio '\ Theodorovicz y Ana Claudia Viera. Por la contraparte argentina se presentaron 37 personas de diversas instituciones como la Dirección Nacional de Protección Civil, Instituto Nacional del Agua, Subsecretaría de Planificación Territorial, Comisión Nacional de Adividades Espaciales, Comité de Montada y personal del SEGEMAR de las direcciones de Geologia Regional y Geologia Ambiental, áreas de Geoquímica, Sensores Remotos y SIG y representantes de las delegaciones del SEGEMAR del interior del país. EI talhers e inicio con una ceremonia de apertura donde estuvieron presentes autoridades del SEGEMAR y representantes de las Canciilerías de ambos países. Por Brasil brinda sus palavras el Consejero de la Embalada Sr. Afonso Celso de S.M. Nery. EI talhere stuvo coordenadop or Fernando X. Pereyra del SEGEMAR. Durante el primer día se realizaron las siguientes presentaciones y actividades: La Filosofia y método de análises conjunta de las variaciones de la geologia, de los suelos y de los sistemas.de relieve y drenaje para ftnes de planeamiento y gestión territorial, presentado por Antonio [heodorovicz 0 EI Estado actual del mapeo de Geodiversidades eenn eell Brasil presentado por Ana Claudia Viero. o Fernando Pereyra presentó como se llevó a cabo la primera experiencia conjunta: Hora SH21 . Brasil, Uruguay y Argentina y o Aplicaciones y alcances de la cartografia de geodiversidad. Se plantean temas para ser tratados durante el segundo día de talher: 0 Definición de usos 0 Vulnerabitidad de acuíferos 0 Aptitud de suecos 0 Erosión. Riesgos geológicos y Potencialidad de ocurrencia de riesgos geológicos. 0 Unidades de Relieve de Argentina Durante el dia segundo día de talher se discuten los temas arriba mencionados y se coincide en los siguientes puntos: 1. Necesidad de haver un mapa de geodivei'sidad con una leyenda y relatorio. ,Í./,ü ,a«' ) ') 2. Necesidad de incorporar a los suecos y diferenciar atributos. ') Argentina harpa la propuesta de características edáficas a tener ''1 el cuenta para el levantamiento del mapa de geodiversidad. ') 3. Los términos de relieve utilizados en Argentina serían analizados por los colegas brasileãos para la compatibilización '1 de la base de dados incluyendo la traducción al inglés. '') 4. Se incorporaría la profundidad del nível freático como atributo, '1 en términos generales, para determinar la potencialidad de la afectación a los cimientos de las obras. 5 Se considerarán los riesgos geológicos en el texto del relatorio 6. Se planteal a importâncidae que los profesionaleqsu e '3 componen los equipos de geodiversidad mean capacitados y tengan entrenamientdoe campo específicop ara el 3 levantamiento de las cartas. EI tercer día se realizó un viaje a la zona norte de Buenos Aires (Otamendi, Campana, Zárate) para la observación de los niveles de '') loess, suelos, paleosuelos, de las geofomlas deltaicas y sus implicancias ambientales. EI cuarto día de talhers e realizó un viaje a la zona sur de Buenos Aires (La Prata, San Pedro, Magdalena) para el reconocimiento de '\ suecos,g eoformas estuáricas y sus implicancias ambientales. .À)=à'':ã:;»,.á.... q; e-f'0 ,$Z,.z.,ú '9mru.iv .'o l z+. EDtbcJ a a UI ( '2- 'b Acta del Taller de Capacitación para la Elaboración de Mapas de Geodiversidad realizado en el marco del Proyecto Mapeo Geológico y de Recursos Minerales en Áreas de Frontera Argentino-Brasilefia. Reunidos en Buenos Aires, desde el 18 al 21 de agosto de 2009, 1os representantes del Servido Geológico de Brasil (CPRM), del Servido Geológico Minero Argentino (SEGEMAR) y de diversas instituciones de Argentina realizaron actividades que incluyeron 2 dias de charlas y discusión acerca de la elaboración de mapas de geodiversldad y 2 dias de viaje de camoo. Por el Servido Geológico de Brasil se encuentran los expertos Antonio Theodorovicz y Ana Claudia Viera Por la contraparte argentina se presentaron 37 personas de diversas instituciones como la Dirección Nacional de Protección Civil, Instituto Nacional del Agua, Subsecretaría de Planificación Territorial, Comisión Nacional de Actividades Espaciales, Comité de Montada y personal del SEGEMAR de las direcciones de Geologia Regional y Geologia Ambiental áreas de Geoquímica, Sensores Remotos y SIG y representantes de las delegaciones del SEGEMAR del interior del país. EI talher se inicio con una ceremonia de apertura donde estuvieron presentes autoridades del SEGEMAR y representantes de las Cancillerías de ambos '1 países. Por Brasil brinda sus palabras el Consejero de la Embajada Sr. '1 Afonso Censod e S.M. Nery. ') EI talher estuvo coordenado por Fernando X. Pereyra del SEGEMAR Durante el primer día se realizaron las siguientes presentaciones y } actividades: o La Filosofiay métodod e análisisc onjuntad e las variacionesd e la geologia. de los suelos y de los sistemas de relieve y drenaje para fines de planeamiento y gestión territorial, presentado por Antonio Theodorovicz 0 EI Estado actual del mapeo de Geodiversidadese n el Brasil presentado por Ana Claudia Viera. 0 Fernando Pereyra presente como se llevó a cabo la primera experiencia conjunta: Hoja SH21. Brasil, Uruguay y Argentina y 0 Aplicaciones y alcances de la cartografia de geodiversidad. Se plantean temas para ser tratados durante el segundo día de taller: 0 Definición de usos 0 Vulnerabilidad de acuíferos 0 Aptitud de suecos 0 Erosión, Riesgos geológicos y Potencialidad de ocurrencia de riesgos geológicos. 0 Unidades de Relieve de Argentina Durante el día segundo día de taller se discuten los temas arriba mencionados y se coincide en los siguientes puntos: 1. Necesidad de haver un mapa de geodiversidad con una leyenda y relatorio ,g./,L ,'g#' ''1 ''3 2. Necesidad de incorporar a los suelos y diferenciar atributos. '3 Argentina haría la propuesta de características edáficas a tener ') el cuenta para el levantamiento del mapa de geodiversidad. '1 '3 '3 3. Los términos de relieve utilizados en Argentina serían '') finalizados por los colegas brasilefios para la compatibillzación n de la base de datas incluyendo la traducción al inglés, '3 ') 4 Se incorporaría la profundidad del nível freático como atributo, '1 en términos generales, para determinar la potencialidad de la '3 afectación a los cimientos de ias obras. '3 ') 5 Se conslderarán los riesgos geológicos en el texto del relatório '3 '3 6. Se plantea la importância de que los profesionales que '3 componen los equipos de geodiversidad sean capacitados y 3 tengan entrenamientod e campo específico para el '3 levantamiento de las cartas. '') EI tercer día se realizó un viaje a la zona norte de Buenos Abres '') (Otamendi, Campana, Zárate) para la observación de los niveles de loess, duelos, paleosuelos, de las geoformas deltaicas y sus '1 implicancias ambientales. ') '') EI quarto día de talher se realizó un viaje a la zona sur de Buenos '3 Abres (La Placa, San Pedro, Magdalena) para el reconocimiento de '3 duelos, geoformas estuáricas y sus implicancias ambientales '') '3 '3 '1 ) ') '3 '1 ') ') n l ,9/u'TC/.U'0 7r/+K :a bf\0CaL ,i/( 2 '1 l '3 CPRM Serviço Geológico do Brasil Superintendência Regional de Salvador PROJETO MAPEAMENTO GEOLOGICO E DE RECURSOS MINERAIS EM ÁREAS DE FRONTEIRAS COMISTAB RASIL-ARGENTINA Relatório de viagem a Buenos Aires -- Argentina 13 a 20 de março de 2010 Salvador, 10 de maio de 2010 ') '3 ') '3 '1 MINISTERIO DE MINAS EENERGIA ') '1 MARCIOPEREIRAZIMMERMANN ') Ministro ') '3 ') Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral '3 ''1 CLAUDIO SCLIAR 3 Secretário ''x ') CPRM-SERVIÇO GEOLOGICO DO BRASIL '3 AGAMENON SÉRGIOLUCAS DANTAS Diretor-Presidente '3 MANOELBARRETTO DAROCHANETO ''N Diretor de Geologia e Recursos Minerais '1 JOSÉ RIBEIRO MENDES ''] D iretor de Hidrogeologia e Gestão Territorial FERNANDOPEREIRA DECARVALHO '1 Diretor de Relações Institucionais e Desenvolvimento EDUARDOSANTA HELENA Diretor de Administração e Finanças Ag radecimentos a '3 3 '3 '3 3 Nossos agradecimentos ao Sr. Diretor-Presidente da CPRM, Dr. '3 Agamenon, como grande incentivador das ações de integração geológica da América do 3 ''N '3 Sul, ao Dr. Carlos Shobbenhaus,c oordenadord este prometoe entusiastah istórico da ') geologia regional e à Dra. Mana Glícia que não tem medido esforços para o sucesso de ') projetos como este. Agradecemosa inda o apoio do Sr. SuperintendentRe egionald e '3 '3 Salvador. Dr. lvanaldo Vieira Gomes Costa. 3 n '3 '3 ') '3 '3 '3 '1 n '') '1 "Juntos temos que fortalecer o Mercosul e '3 '3 forjar uma integração consistente entre os países da América do '3 Sul''. '3 Presidente Luas Início Lula da Salva João Henrique Gonçalves Eduardo Moussalle Grissolia Ellas Bernard da Silva do Espírito Santo Leonardo Brandão Araújo Suely Borges da Sirva Gouvêa ''1 '1 '1 'n 3 '1 ') Introdução '3 '') Objetivos '] 'n Traslado '3 '1 '3 ''x ') Abertu ra do evento Desenvolvimento do trabalho Conclusões Anexo 1 - Fotografias 1 1 Introdução Como uma das prioridadeds o GovernoB rasileiroe stá os levantamentos geológicos em áreas fronteiriças. O Projeto Mapeamento Geológico e de Recursos Minerais em Áreas de Fronteiras -- Comista Brasil -- Argentina, faz parte deste contextoe objetiva o levantamentdoe informaçõesg eológicase metalogenéticas nas áreas de integração dos países do MERCOSUL e da América do Sul Além dos produtos principais do projeto, mapa geológico organizado em SIG (Sistema de Informações Geográficas), o intercâmbio de informações e principalmente o auxilio do Brasil nas áreas de geoprocessamento e banco de dados tem sido tónicas importantes das reuniões realizadas. O desenvolvimento alcançado pelo Brasil, através do seu Serviço Geológico - CPRM, na área de geoprocessamento, banco de dados e disponibilização de dados na Internet tem despertado nos países da America latina grande interesse em também adquirir o domínio destas importantes tecnologias. Aproveitando os trabalhos conjuntos de levantamentos geológicos e utilização "on job" de tecnologias de armazenamento de dados e geoprocessamento, os países parceiros buscam, através do Projeto, colocar também como ponto fundamental a transferência de tecnologias do Brasil para os países limítrofes. Dentro da política do Governo Brasileiro de colaboração com outros países, principalmente da América do Sul, a equipe da Divisão de Geoprocessamento da CPRM, foi orientada pela Diretoria da CPRM em não medir esforços no sentido de auxiliar os vizinhos de forma a permitir uma maior integração e equiparação de conhecimentos. Assim sendo. o Projeto em questão passou a integrar estas ações no seu dia a dia objetivandos empret ranscendero limite do cumprimentod as tarefas básicas estabelecidas e de fato transferir conhecimentos através de palestras, mini cursos e outras formas de encontros que possam viabilizar estas atividades. A necessidade de padronizar os termos e referencias aos tipos da litoestratigrafia que ocorrem no Brasil e ao mesmo tempo nos países limítrofes fez com que a equipe da Divisão de Geoprocessamento da CPRM elaborasse uma proposta de construção de um aplicativo, via Internet, que pudesse guardar de forma lógica todos os símbolos de denominação correspondente a cada unidade litoestratigráfica da América do Sul. O acervo assim constituído poderá vir a ser utilizado como um núcleo original de uma base de dados litoestratigráfica a ser futuramente construída. Obietivos Objetivando participar de Workshop e reunião de trabalho com técnicos do SEGEMAR, Serviço Geológico da Argentina. estiveram em Buenos Aires, no período correspondente aos dias 13 a 20 de Março de 2010, os técnicos: João Henrique Gonçalves, geólogo e chefe da Divisão de Geoprocessamento da CPRM, Elias Bernard da Sirva do Espírito Santo, Analista de recursos naturais da DIGEOP e especialista em ferramentas SIG (Sistema de Informações Geográficas), Eduardo Moussalle Grissolia, geólogo da DIGEOP que participa dos trabalhos de integração geológica no campo e em ambiente SIG, Leonardo Brandão Araújo, Analista de informações da DIGEOP, especialista em banco de dados e Suely Borges da Silva Gouvêa, geóloga coordenadora do grupo do Rio de Janeiro da DIGEOP, especialista em geoprocessamento. As reuniõesf oram realizadase m Buenos Aires, na sede do SEGEMAR,à Rua Julio Rocca, sob forma de encontro, com palestras pré agendadas, tendo como foco central a disponibilização de dados via internet, banco de dados e acompanhamento dos trabalhos de montagem do SIG geológico referente à folha SH21 que contém territórios do Brasil e da Argentina. Traslado A viagem a Buenos Aires - Argentina para Jogo Henrique, Eduardo Moussalle e Elias Espírito Santo, iniciou-se dia 13 de Março de 2010, sábado, com saída de Salvador - BA para o Rio de Janeiro às 18hl 5min, através da Gol Transportes Aéreos (võo -- 16 01) e para Buenos Aires às 22h30min na mesma empresa aérea (võo -7654). Com o regresso dia 20 de Março, Buenos Abres- - Guarulhos, (võo-GOL -- 7457 -- 11 h 00min horas) e Guarulhos a Salvador (võo -- GOL -- 1884 -- 17h00min horas). A viagem a Buenos Aires -- Argentina para Leonardo Brandão iniciou-se dia 14 de Março, domingo, às 11 h 50min, através da TAM Transportes Aéreos (võo JJ-3361) de Belo Horizonte( MG) para Guarulhos-SPe de lá até BuenosA ires pela mesma empresa aérea, às 14h20min no võo JJ-8018. 0. Com o regresso dia 20 de Março, Buenos Aires -- Guarulhos. (võo-TAM -- JJ8005 -- 16h20min horas) e Guarulhos a Salvador (võo-TAM --JJ3170 -- 21h 25min horas). A viagem a Buenos Aires -- Argentina para Suely Borges iniciou-se dia 14 de Março. domingo às 10h15min, através do GOL Transportes Aéreos (võo-7652) do Rio de Janeiro direto a BuenosA bres. Com o regresso dia 20 de Março, BuenosA bres- Rio de Janeiro,(võo-GOL -- 7653 -- 18 h55min horas). 2 Todos os integrantes da equipe levaram consigo computadores do tipo laptop. de propriedade da CPRM, contendo as mais diversas informações sobre os projetos da CPRM, banco de dados, montagem de SIGA e dados relacionados ao Projeto de integração. A equipe se hospedou no hotel Nogaro, Rua Julio Rocca -- n' 562, Buenos Aires. Durante a todo período correspondente ao evento se deslocava para o SEGEMAR, situado próximo ao hotel, na mesma rua, distando aproximadamente um quarteirão. As refeições eram realizadas em restaurantes próximos da Rua JulgoR occa região da Praça de Maio. Sempre na entrada do SEGEMAR, além da identificação através dos passaporteso ficiais a equipe sempre tinha que apresentar o número dos computadores laptops. Na saída do local os números apresentados eram conferidos. No final de cada expediente de trabalho, às 17h30min horas a equipe retomava ao hotel. Algumas vezes, reuniões de acompanhamento eram realizadas no próprio hotel, convocadas pelo geólogo Jogo Henrique, chefe da equipe e responsável pelo andamento das atividades. Abertura do evento A abertura do evento se deu na segunda-feira,1 5 de Março de 2010 às IOh00mín horas da manhã no salão nobre do SEGEMAR, Serviço Geológico da Argentina. Na solenidade estavam presentes na mesa de abertura os senhores: Dr. Pedra Alcântara. Secretário Executivo do SEGEMAR, o geólogo João Henrique Gonçalves e o Diretor de Geologia Dr. José Mendia. As palavras foram, como sempre, de cooperação, boas vindas aos visitantes e compromisso das equipes argentina e brasileira com os trabalhos de integração. Em seguida os representantesf alaram da importância do evento, da necessidade de aumentar sempre o entrosamentod as duas equipes, pois o Brasil e a Argentina exercem inquestionavelmente a liderança continental. Nos intervalos, durante a todo evento, sempre era fornecido salgados, doces e café para os presentes. Ressalta-se aqui a cordialidade, a amizade, a simpatia dos irmãos argentinos para com a equipe brasileira. Com a evolução do prometod e integração geológica, aspectos relacionados à diferença das línguas espanhola e portuguesa foram superados. A facilidade de comunicação entre os integrantes das equipes aumentou muito com o tempo de forma a permitir, cada vez mais, uma clareza maior entre os objetivos, pontos de vista e programações de trabalho das duas equipes. ''1 ''') 3 ''b '') ') ) ''x Desenvolvimento dos trabalhos ''1 15/03/2010 ') ''] Manhã Após a abertura do evento foram realizadas três apresentações sobre o estado ''1 da arte da integração geológica. A primeira pelo Diretor José Mendia, a segunda pela geóloga Sylvia Chavez (SEGEMAR) e a terceira pelo geólogo Eduardo da equipe '1 brasileira. '3 Nestas apresentações foram exibidos os mapas de integração, os SIGs, slides '3 mostrando as metodologias que permitiram a padronização e separação dos tipos litoestratigráficos que ocorrem nas folhas SG-21 e SG-22, Assuncion e Curitiba. bem '3 como a forma adotada para sua denominação. José Mendia, quem abriu as palestras, ') deu uma visão geral do Projeto, sob o ponto de vista argentino, destacando as fases e '1 as cartas que a Argentina estará envolvida, inclusive as limítrofes com o Chile. Mendia ressaltou a importância técnica do Projeto para a América do Sul e a necessidade da Argentinac omplementaor seu acervoa travésd a composiçãod e todas as folhas ') referentes ao seu território. Nas palestras referentes à integração geológica, realizadas pelos geólogos Eduardo e Sylvia, também foram apresentadas as etapas de campo, detalhadamente, assim como a evoluçãod o conhecimengtoe ológicoa o longod o tempod e F desenvolvimento do Projeto. Eduardo ressaltou que para montagem final dos mapas. na parte brasileira, foram utilizadas informações provenientes de projetos executados recentemente. Tais projetos, como o "Geologia e Recursos Minerais do Sudoeste do Paraná", têm contribuído de forma significativa para propostas de maior separação e detalhamento da geologia conhecida. Esta visão também foi utilizada nos trabalhos do lado argentino, onde caminhamentos e perfis de campo foram realizados na primeira etapa Os mapas geológicos das folhas SG-21 e SG-22 foram enriquecidos com a adequação dos elementos geológicos às imagens geocover e modelo digital SRTM. Tanto na parte Argentina como na brasileira os geólogos trabalhavam conjuntamente e realizavam no final pequenos encontros onde se discutia os aspectos geológicos e as necessárias padronizações. A diferenciação dos tipos de magmas dos derrames basálticos ocorridos na bacia do Paraná é possível, todavia a limitação imposta pela escala de trabalho do Projeto de integração impossibilita grandes avanços cartográficos. Contudo, o mais importante conquistado é a possibilidade de tratar a separação dos níveis correspondentes a tais derrames de uma forma padronizada tanto no Brasil, como na Argentina e Paraguai. Tarde Na parte da tarde foi realizada palestra da geóloga Suely intitulada: Teoria e aplicações de Bases de Dados e suas regras de negócio. 4 A palestra de Suely abordou a teoria de banco de dados, demonstrou modelos e situou a fase de desenvolvimentod o GEOBANKd entro desta perspectiva.S uely ressaltou a diferença de um Sistema Geográfico de Informaçõese um banco de dados. Dentro de um breve relato histórico do desenvolvimento do banco de dados da CPRM, Suely demonstrou quais foram os caminhos adotados e a razão destas opçoes Durante a apresentação ficou claro o interesse por parte da equipe Argentina pelo modelo de dados estabelecido no GEOBANK. O SEGEMAR não possui um banco de dados atualizado e necessita, como Serviço Geológico que é, de um acervo organizado disponibilizado para sociedade. Suely enfatizou a estrutura do GEOBANK e a filosofia no trato com as entidades gráficas. Discorreu sobre as pesquisas realizadas e falou brevemente sobre os serviços que atualmente o GEOBANK disponibiliza para a sociedade. Nesta palestra o banco de dados foi abordado à luz do seu modelo, sem a preocupaçãoc om o acervo armazenado. Após a apresentação, foram realizadas discussões sobre o tema abordado e a equipe argentina sempre enfatizava a necessidade de modelagem do seu próprio banco de dados, ao mesmo tempo relatando experiências passadas de desenvolvimento de bancos de dados com outros países (Canadá - Espanha) que apesar da montagemd e uma estrutura não se deu o prosseguimenton a entrada de dados A equipe brasileira também abordou da necessidade de conscientização, por parte do pessoal gerador do dado, de preenchimento da base através das entradas sistemáticas e padronizadas da informação. 16/03/2010 Manhã Durante a manhã Gabriel Asato (SEGEMAR) apresentou palestra intitulada Cartografia Digital versus GIS, Generalização: modelos, métodos e alcances. Na palestra Asato abordou problemas que as ferramentas GIS apresentam em relação à escala, acuidade cartográfica etc. Também ressaltou a tendência existente no continente europeu na utilização de novas ferramentas cartográficas. Asato apresentou supostos problemas na utilização da ferramenta GIS, tanto na organização de dados como no manuseio das entidades gráficas. Asato deu muito foco em aspectos cartográficos relacionados à elaboração de mapas em papel, com layout etc. O colega argentino ainda abordou o tema de generalização. Falou de aspectos teóricos da diminuição do número de pontos das entidades gráficas e outros métodos de generalização. 5 '3 ') ') ') Durante toda a palestra Asato levantou dificuldades na utilização das ferramentas ') SIG em cumprimentod as suas expectativast anto de generalização,o rganizaçãod e ') dados e cartografia propriamente dita. Ressaltou questões referentes ao 200M e '1 disposição das entidades gráficas nos mapas em papel Asato criticou as ferramentas SIG e discorreu sobre os principais métodos de ') generalização sob o ponto de vista teórico. ') '1 Tarde ') A tarde foi realizada mesa redonda sobre o tema abordado por Gabriel Abata. '1 Nestas discussões Jogo Henrique apresentou algumas discordâncias em relação ao '1 ponto de vista de Asato, principalmente no que se refere ao foco da construção de ') mapas em papel. João Henrique deu ênfase à missão dos Serviços Geológicos como '1 coletores de informações geológicas e não fábricas de mapas. Afirmou que as ferramentas SIG de mercado, principalmente o software ArcMap, atendem '3 perfeitamente as tarefas tanto de organização de dados, criação de mapas, de ') generalização, de montagens de SIG etc. João Henrique ainda discorreu sobre os 3 aspectos cartográficos relacionados ao tema abordado por Asato. Neste aspecto 3 demonstrou que na montagem de SIGs as entidades gráficas de acervo geológico '3 devem se encontrar com valores geodésicos. sendo que para mapas em papel os ') valores passarão pelo necessário rebatimento através de uma projeção cartográfica escolhida e compatível com a área e escala. '1 Finalizando as discussões a equipe brasileira, através de Jogo Henrique, enfatizou 3 que a grande preocupação deve ser orientada para a obtenção do dado de campo de forma correta dentro dos melhores princípios de acuidade cartográfica. ) ') '1 17/03/2010 '3 '1 Manhã l Durante a manhã foram apresentadas as palestras: Serviços WMS do 3 GEOBANK, preparação, configuração e exibição e Programa ArcExibe e serviços ') WMS do GEOBANK, por Leonardo Brandão e Jogo Henrique Gonçalves, '3 respectivamente. n Na primeira palestra Leonardo apresentou os serviços WMS do GEOBANK. '1 abordou sobre a instalação destes serviços com detalhes. Discorreu sobre todas as ') fases, passo a passo da implementação de um serviço WMS. 3 Leonardo ainda falou dos dois serviços WMS existentes no GEOBANK. o '1 primeiro desenvolvido pela equipe do banco e o segundo padronizado segundo as 3 normas do OGC (open geoespatial consortium). O primeiro serviço realiza os links n internose conseguem antera estruturad o bancod e dados espaciale m ') funcionamento. A solução desenvolvida permitiu que o GEOBANK pudesse disponibilizar o acervo espacial através da Internet. '3 6 '3 Em uma segunda abordagem Leonardo mostrou a disponibilização WMF que o servidor de mapas instalado no GEOBANKc ontém. Apresentout odo o desenvolvimento do acervo ao milionésimo no padrão Geoscmll do Projeto Onegeology". Neste padrão o dado vetoríal pode navegar através da internet. Na palestra posterior o geólogo Jogo Henrique apresentou o software de sua autoria. o ArcExibe, em sua mais nova versão, trabalhando com o protocolo WMS anteriormente apresentado por Leonardo. Em sua palestra Jogo Henrique mostrou vários exercícios de conexão com o acervo do GEOBANK e com outros bancos de dados, principalmente do DNPM. As grandes possibilidades que as conexões permitem fazem do ArcExibe uma poderosa ferramenta de auxilio nas interpretações geológicas, ao mesmo tempo em que demonstra a grande necessidade de instalação de serviços WMS acoplados aos bancos de dados de serviços similares. Utilizando o ArcExibe João Henrique se conectou com o GEOBANK pesquisando um município brasileiro, exibindo o mapa geológico, recursos minerais e em seguida através de conexão com o DNPM sobrepôs as áreas delimitadas de outorga do DNPM referentes ao município estudado. Através de clics remotos aos bancos de dados das duas entidades, CPRM e DNPM, eram apresentados detalhes referentes às entidades gráficas da composição exibida. João Henrique ainda realizou outras interessantes conexões exibindo o mapa geológico do Chíle, da Africa do Sul, da Argentina etc. Tarde Durante a tarde foi realizada mesa redonda com discussões em relação aos serviços WMS e os bancos de dados. A equipe argentina mais uma vez enfatizou a necessidaded o SEGEMAR modelar o seu próprio banco de dados e relatou experiências que estão sendo realizadas com a instalação de um serviço WMS aos moldes do instalado no GEOBANK, todavia gerenciando apenas uma organização SIG A equipe brasileira enfatizou que os serviços VVMSd evem se conectar com bancos de dados dinâmicosd e forma que à medida que se desenrola atualizaçãod o acervo isto é automaticamente refletido no serviço. O analista Federico (SEGEMAR) apresentou um desenvolvimento que está fazendo através da instalação de um serviço WMS com disponibilização de acervo organizado em SIG. Jogo Henrique elogiou a iniciativa e propôs que a equipe brasileira auxilie no que puder para concretizar este importante serviço do SEGEMAR. 18/03/2010 Manhã Pela manhã aconteceram duas palestras, a primeira apresentada pela geóloga Sylvia Chavez (SEGEMAR)i ntitulada: Base de dados da América do Sul: Sigla 7 Unificada. A segunda apresentada pelo analista Leonardo Brandão: Aplicativo de entrada de dados via WEB - protótipo de base litoestratigráfica. Na primeira palestra Sylvia apresentou o formato final das letras símbolo que foram definidas para codificar os tipos litoestratigráficosd a América do Sul, resultado de ampla discussão. Durante a apresentaçãod emonstrouc omo os mapas são organizados nos layouts, sempre respeitando a nomenclatura de cada país em suas legendas. todavia contendo também as litologias designadas sob este novo formato. Sylvia demonstrou que a letra símbolo definida é composta pela idade, classe de rocha, subclasse e ordem do evento para litotipos ígneas. Por exemplo: PI.S.ar, onde PI é tempo, permiano inferior, S é a classe sedimentar e ar é correspondente a subclasse, arenito. Na segunda palestra Leonardo apresentou o aplicativo desenvolvido em Oracle ® contendo os campos correspondentes às letras símbolo apresentadas. O aplicatívo é executado através da Internet e cada país poderá preencher o seu acervo. Durante a apresentação Leonardo ressaltou que o aplicativo, após o preenchimento dos campos formadores da letra símbolo, coloca automaticamente a letra símbolo no campo certo, sem a interferênciad o usuário. No inicio o aplicativo estará sendo executado do servidor do GEOBANK e poderá através da Internet ser acessadop or todos os países da Américad o Sul para padronizaçãdoa s denominações. Tarde Na parte da tarde foram realizados debates sobre a questão das letras símbolo unificadas e o aplicatívo criado. Sylvia Chavez realizou algumas criticas ao aplicativo apresentando algumas alterações que de pronto Leonardo se comprometeu a realizar. Das alterações sugeridas destacam-se : Incluir um filtro para o campo "sigla da unidade de integração' nas telas de consulta; correção na exibição da coluna "País" nos resultados da consultamin clusão de um campo "observações" no cadastro das unidades. De um modo geral foi grandea aceitaçãod o aplicativop or parte da equipe argentina. Pois, é praticamente impossível realizar a tarefa de padronização de um acervo tão grande, quanto às unidades lítoestratigráficas da América do Sul, sem um depositário de informações que possa permitir as padronizações e cadastro, evitando assim erros, inadequações e duplicidades. A grande possibilidade ainda apresentada pelo aplicativo é a de funcionar como uma base de dados litoestratigráfica original para um futuro banco de dados. Quanto à hospedagem o acervo ficará no Brasil, acoplado ao GEOBANK até que toda a atividade se conclua. 8 Trabalhos de Elias do Espírito Santo Aproveitando a presença da equipe brasileira, em todos os dias, acompanhando o evento, uma grupo realizou trabalhos contínuos de ajustes de mapas. Estes trabalhos tiveram a colaboração do geógrafo Ellas do Espírito Santo. Ellas ainda apresentou os trabalhos realizados no grupo a todos os integrantes do evento. 19/03/2010 Manhã Durante a manhã foi realizada a cerimónia de encerramento das atividades, com mesa composta pelos mesmos integrantes da abertura onde foi dado como finalizada mais uma etapa do Projeto de integração. Após o término da cerimónia de fechamento do evento foi oferecido pelo SEGEMAR um "queijos e vinhos" no salão do museu. Na ocasião houve descontração dos integrantes de ambas as equipes e grande celebração. O Senhor Secretário Dr. Pedro Alcantara convidou a equipe Argentina, composta pelos participantes do evento, pessoal lotado em Buenos Abres e em Rosário, e a equipe brasileira. para um jantar com despesas pagas pelo SEGEMAR na conhecida churrascaria "SIGA LA VACA". situada em Porto Madero em demonstração de generosidade e consideração. O jantar contou com a presença do Secretario e transcorreu num clima de integração e amizade. Conclusões 1.) 0 Workshop em Buenos Aires apresentou à equipe argentina um resumo importante das operações de instalação, desenvolvimento e construção de um serviço WMS, Web Map Server. 2.) A equipe Argentina pôde entrar em contato de forma mais aprofundadac om o GEOBANK, banco institucional do Serviço Geológico do Brasil - CPRM. 3.) Ficou evidenciada a necessidade que o SEGEMAR, Serviço Geológico da Argentina apresenta em modelar seu próprio banco de dados para armazenar e disponibilizar seus dados à sociedade. Sendo que a equipe brasileira ofereceu ajuda sob a forma de um projeto conjunto, ainda a ser estudado pela Diretoria do SEGEMAR. 9 4.) Há grande necessidade de reestruturação das equipes operacionais da argentina. no que se refere a trabalhos relacionados a banco de dados e geoprocessamento de um modo geral para atender as atuais demandas. 5.) Há grande interesse por parte da equipe argentina em continuar trabalhando com a equipe brasileira no desenvolvimento destas e outras atividades relacionadas ao Projeto delntegração 6.) O aplicativo de entrada das letras símbolo dos tipos litoestratigraficos apresentado foi plenamente aceito. As sugestões levantadas pela equipe argentina de alterações serão seguidas pela equipe de desenvolvimento, no Brasil. 7.) O Projeto da criação de um banco de dados do SEGEMAR com ajuda da CPRM foi encaminhado pelos geólogos Jogo Henrique e Sylvía Chavez à Diretoria do SEGEMAR que após análise decidiu por melhor estudar o assunto. Todavia, a disposição em auxiliar, trabalhar conjuntamente e contribuir de toda forma com o SEGEMARn este sentido, por parte da equipe da CPRM, Divisão de Geoprocessamento DIGEOP, foi muito bem aceita pela equipe técnica argentina. 8.) Atividades desta natureza contribuem definitivamente para integração técnica entre os países irmãos da América do Sul e com certeza deverão acontecer também com os outros países que integram nosso continente. Somente desta forma será possível concluir este ambicioso Projeto. 10 Abertura do evento Palestra - José Mendia Palestra - Geólogo Eduardo Grupo de trabalho Ellas Palestra - Geóloga Suely 11 l '3 ''\ 3 '3 '3 ') '1 '3 '1 3 -) Palestra - Geólogo Jogo Henrique Fechamento do evento '3 3 n '1 '3 ') '') '''1 'n Palestra do Analista Leonardo Jantar - SIGA LA VACA 12 ''1 PROYECTO MAPEO GEOLÓGICO Y DE RECURSOS MINERALES EN ÁREAS DE FRONTERA Sub-proyecto S056, Agencia Brasilera de Cooperación (ABC) y Fondo Argentino de Cooperación Horizontal (FO-AR). ACTA ACTIVIDAD AI.3(segundo encuentro) Capacitación para la elaboración de Sistemas de Información Geográfica y Basesd e Datos BuenosA ires, Argentina. En cumplimiento de lo dispuesto por la programación del Sub-proyecto S056 "Mapeo Geológico y de Recursos Minerales en Áreas de Fronteras" se retmieron en la sede del Servido Geológico Minero Argentino -SEGEMAR- en Buenos Abres, de] 15 a] ]9 de marzo de1 20]0, profesionales de Brasil y Argentina para cumplir el punto AI .3 - Capacitación para la elaboración de Sistemasd e Información Geográfica y Bases de Datos, cumpliendo la programación que se acÜunta. Participaron de la retmión por SEGEMAR de Argentina: Mendía, José; Marín, Graciela; Chávez, Silvia; Wright, Eugenia, además de 20 profesionales de las diferentes direcciones y delegaciones del interior del país; por el CPRM, Servido Geológico de Brasíl: Gonçalves, Jogo Henrique; Espírito Santo, Ellas Bernard da Salvad o; Gouvea, Suely ; Grissolía, Eduardo y Araújo, Leonardo Brandão. AI inicio de la reunión el Ingeniero Jorge Mayoral, Presidente del SEGEMAR, saludó a los participantes deseándolesu n provechoso trabajo y a los colegas del CPRM una buena estadia en Argentina. En este encuentro se realizaron las siguientes actividades: 1. Talher cuyo programa se anexa. 2. Presentación del Sistema de Información Geográfica de la Hora SH.21 en formato CD. 'b 3. Presentaciónd el aplicativo para carga de datos dc las siglas unificadas en respuestaa la propuesta realizada en la primera reunión de la actividad A. 1. 3. ') ''1 De las diferentes mesas redondas realizadas en el transcurso de la reunión surgieron las siguientes propuestas: l 1. Elevar a las autoridadesp ertinentesl a necesidadd e un suevo acuerdoe ntre los dos paísesp ara '3 continuar con el trabajo de integración que se está elevandoa cabo entre los Servidos Geológicos, proponiéndosel levar a cabo, entre otras actividades, la realización de un Banco de Datos de América ') del Sur, entendiendo la necesidad de un apoyo político para su realízación. '3 2. Adaptar el programa ArçExibe (desarrollado por el CPRM) a los idiomas espafíol e inglés, para la '3 difusión de la Hora SH.21. 3. Realizar un período de pruebad e 3 mesesp arae l aplicativo antes mencionado. '3 '3 Respeito a los trabajos programados para este aílo, se propone realizar la segundat arda de campo '1 correspondiente a las Horas SG21 y 22 en la siguiente fecha: e A.l .l Relevamiento geológico y temático en las áreasd e frontera para correlacionar e integrar '') los datos obtenidos por médio de las misiones de especialistas de ambos países. '1 Etapa 2. Integración Geológica: se inicia 12/04/2010 y finaliza 19 al 23/04/201 0. ') '3 l n José Mendía João Henrique Gonçalves n Coordinador por Argentina Coordenador por Brasil l '1 q l 'n ''\ ''1 ) ) PROYECTO MAPEO GEOLÓGICO Y DE RECURSOS MINERALES EN ÁREAS DE l Sub.proyecto S056, Agencia Brasilefía de Cooperación y Fondo Argentino de Cooperación Horizontal ') '3 ACTA REUNIONSALVADOR,BRASIL '1 ) 3 '3 cumpliendo la programación anexa. '3 '1 Paulina del SERNAGEOMIN. '1 '1 Además del curso en esta reunión se trataron los temas que a continuación se exponen: 1) Revisión final de la Hora SH.21. '1 2) Deflnición de mechasp ara las actividades siguientes según Cronograma custado para el Proyecto: '1 2. 1- Curso de Técnicas de Mapeo: 25 al 30/05/2009 en la ciudad.de Porto.Alegre, Brasil. '] l .l- Integración Geológica: li al 29/06/2009 en la Bontera Brasil-Argentina. 2.2- Curso de Geodiversídad: 27 al 3 1 dejulio de 2009 en Buenos Abres, Argentma. '1 q l l Argentina, Brasil y Child. '1 Ricardo da Cunha Lopes En representación de Lic José Mendía Coordenador por Argentina Coordenador por Brasil \b ''x