SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL (SGB-CPRM) PROGRAMA DE RECURSOS HÍDRICOS PLANO ESTRATÉGICO DE RECURSOS HÍDRICOS DO NORDESTE DIRETORIA DE HIDROLOGIA E GESTÃO TERRITORIAL SEGURANÇA HÍDRICA NO ESTADO DO MARANHÃO CADASTRAMENTO DE POÇOS TUBULARES NO MUNICÍPIO DE A CADASTRAMENTO DE POÇOS TUBULARES NO MUNICÍPIO DE BARREIRINHAS PLANO ESTRATÉGICO DE RECURSOS HÍDRICOS DO NORDESTE SEGURANÇA HÍDRICA NO ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Ministro de Estado Alexandre Silveira de Oliveira Secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral Vitor Eduardo de Almeida Saback DIRETORIA EXECUTIVA Diretor-Presidente Inácio Cavalcante Melo Neto Diretora de Hidrologia e Gestão Territorial Alice Silva de Castilho Diretor de Geologia e Recursos Minerais Francisco Valdir da Silveira Diretor de Infraestrutura Geocientífica Paulo Afonso Romano Diretor de Administração e Finanças Cassiano de Souza Alves COORDENAÇÂO TÉCNICA Chefe do Departamento de Hidrologia Andrea de Oliveira Germano ivisão de Hidrogeologia e Exploração Valmor José Freddo Filho Rio de Janeiro 2024 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL (SGB-CPRM) DIRETORIA DE HIDROLOGIA E GESTÃO TERRITORIAL – DHT DEPARTAMENTO DE HIDROLOGIA DIVISÃO DE HIDROGEOLOGIA E EXPLORAÇÃO PROGRAMA DE RECURSOS HÍDRICOS PLANO ESTRATÉGICO DE RECURSOS HÍDRICOS DO NORDESTE S C AUTORES Rafael Rolim de Sousa Cláudio Cesar de Aguiar Cajazeiras Direitos desta edição: Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM) Permitida a reprodução desta publicação desde que mencionada a fonte. Serviço Geológico do Brasil www.sgb.gov.br seus@sgb.gov.br Dados Internacionais de Catalogação-na-Pu licação (CIP) Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM) – DIDOTE - Processamento Técnico S725s Sousa, Rafael Rolim de. Segurança hídrica no estado do Maranhão : cadastramento de poços tubulares no município de Barreirinhas / Rafael Rolim de Sousa, Cláudio Cesar de Aguiar Cajazeiras. – Rio de Janeiro : CPRM, 2024. 1 recurso eletrônico : PDF. Plano estratégico de recursos hídricos do nordeste. ISBN 978-65-5664-483-7 1.Águas subterrâneas. 2.Recursos hídricos. I. Cajazeiras, Cláudio Cesar de Aguiar. II. Título. CDD 551.49 Ficha Catalográfica elaborada pela bibliotecária Teresa Rosenhayme CRB / 7 5662 REALIZAÇÃO Departamento de Hidrologia Divisão de Hidrogeologia e Exploração ORGANIZAÇÃO Valmor Freddo PROJETO GRÁFICO/EDITORAÇÃO Capa (Núcleo de Comunicação) Luiz Fernando do Valle Silvestre Miolo (Núcleo de Comunicação/DIEDIG) Luiz Fernando do Valle Silvestre Andrea Machado de Souza Diagramação (GERINF-BH) Patrícia Silva Araújo Dias REVISÃO DO PROJETO Revisão linguística Irinéa Barbosa da Silva Normalização Bibliográfica Ana Paula da Silva Equipe executora Alexandre Luiz Souza Borba (SUREG-RE) Cláudio Cesar de Aguiar Cajazeiras (REFO) Edvaldo da Costa Freire (RETE) Jaime Quintas dos Santos Colares (REFO) José Alves de Sousa (RETE) José Carlos Lopes (RETE) Manoel Júlio da Trindade G. Galvão (SUREG-RE) Mickaelon Belchior Vasconcelos (REFO) Priscila Sousa Silva (ERJ) Rafael Rolim de Sousa (REFO) Raimundo Glauber Lima Cunha (REFO) Sinval Batista da Silva (RETE) Thiago Luiz Feijó de Paula (SUREG-RE) Valdemiro da Costa Silva (SUREG-RE) Valmor Freddo (ERJ) Vilmar José Leal (RETE) Viviane Cristina V. da Cunha (SUREG-RE) Nossos agradecimentos à Prefeitura Municipal de Barreirinhas, na pessoa do prefeito Amílcar Rocha, que foi solícito ao conceder guias e informações sobre os poços do município. AGRADECIMENTOS APRESENTAÇÃO as necessidades hídricas das populações e rebanhos, por meio de programas intermitentes de cons- frequentemente, suspensos com o retorno das primeiras chuvas, muitas vezes são executados sem critérios técnicos adequados, o que distorce a relação entre a demanda e a oferta. Além disso, a falta de engajamento da população local não promove o senso de responsabilidade em relação às obras, resultando na deterioração, abandono e depredação dos sistemas construídos assim que o regime pluviométrico volta ao normal. Mesmo em áreas onde a demanda é integralmente suprida pela água - te, maior incidência e frequência de secas. É importante destacar que os municípios que dependem - para a sociedade. Diante dessa realidade e alinhado com sua missão, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) vem desenvolvendo ações para aumentar a oferta hídrica em locais que enfrentam crises de abastecimento. Seguindo essa linha de atuação, o SGB-CPRM, por meio da sua Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial (DHT), idealizou o projeto “Segurança Hídrica no Estado do Maranhão” dentro do escopo - novos poços tubulares. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO ..................................................................................................................................................11 ...................................................................13 2.1. LOCALIZAÇÃO E ACESSOS .............................................................................................................................. 13 2.2. ASPECTOS HISTÓRICOS .................................................................................................................................. 13 2.3. ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS ................................................................................................................... 14 ....................................................... 14 3. GEOLOGIA E HIDROGEOLOGIA .....................................................................................................................15 3.1. GEOLOGIA REGIONAL..................................................................................................................................... 15 3.2. GEOLOGIA LOCAL ........................................................................................................................................... 15 3.3. HIDROGEOLOGIA ............................................................................................................................................ 15 4. DIAGNÓSTICO DOS POÇOS CADASTRADOS ...............................................................................................19 4.1. MONITORAMENTO QUALITATIVO/QUANTITATIVO.................................................................................... 19 5. REVITALIZAÇÕES E PERFURAÇÕES ...............................................................................................................21 ................................................................ 21 5.2. PERFURAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE POÇOS TUBULARES ............................................................................ 22 5.2.1. Localidade – Povoado Jacú II ................................................................................................................. 23 5.2.2. Localidade – Jurubeba/UE Raimunda Machado dos Santos ............................................................... 23 5.2.3. Localidade – Povoado Cangote/UE Nossa Senhora de Nazaré ............................................................ 23 5.2.4. Localidade – Povoado Bom Princípio/Deserto ..................................................................................... 23 5.2.5. Localidade – Mandacaru/Bar da Hora .................................................................................................. 24 5.2.6. Localidade – Unidade Básica de Saúde (UBS)/Mandacaru .................................................................. 24 5.2.7. Localidade – Santo Antônio ................................................................................................................... 24 6. DEMANDAS HÍDRICAS ...................................................................................................................................27 7. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES .............................................................................................................29 REFERÊNCIAS ......................................................................................................................................................30 ANEXOS ................................................................................................................................................................31 LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Municípios selecionados e base hidrogeológica do estado do Maranhão. Adaptado de Diniz et al. (2014) ................ 12 Figura 2 – Mapa de localização do município de Barreirinhas – MA .............................................................................................. 13 et al. (2007) .............................................................. 16 Figura 4 – Mapa geológico do município de Barreirinhas - MA. Adaptado de Sousa et al. (2012) ................................................ 17 Figura 5 – Mapa hidrogeológico e pontos cadastrados no município de Barreirinhas – MA. Adaptado de Diniz et al. (2014) 18 .................................................................................................................. 19 Figura 7 – Situação dos poços de Barreirinhas – MA ....................................................................................................................... 19 Figura 8 – Tubulação com conexão roscada ..................................................................................................................................... 20 Figura 9 – Tubulação com registro para coleta d’água ..................................................................................................................... 20 Figura 10 – Ações requeridas para o município de Barreirinhas – MA ........................................................................................... 21 Figura 11 – Exemplo de caixa d’água com base inadequada ........................................................................................................... 22 Figura 12 – Exemplo de caixa d’água com base adequada .............................................................................................................. 22 Figura 13 – Exemplo de cercado que poderá ser adaptado e implantado nos poços do município de Barreirinhas ................... 22 Figura 14 – Localização das revitalizações e ações requeridas no município de Barreirinhas – MA ............................................. 25 Figura 15 – População no município de Barreirinhas no ano de 2010. Adaptado de Diniz et al. (2014) ...................................... 28 LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Formas de abastecimento de água. Fonte: Infosanbas (2024) ...................................................................................... 14 Tabela 2 – Informações sobre locais para perfuração de poços tubulares ..................................................................................... 23 Tabela 3 – Resumo das revitalizações e ações requeridas no município de Barreirinhas – MA .................................................... 26 11Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas 1. INTRODUÇÃO O estado do Maranhão situa-se quase integralmente sobre as rochas porosas da Bacia Sedimentar do importância na região litorânea, inclusive para a capital, São Luís, e o Grupo Urucuia, pertencente à Bacia Sanfranciscana, no extremo sul do estado. Os principais aquíferos da Bacia do Parnaíba, Serra Grande e Cabeças, não são captados no estado do Ma- formações Motuca e Sardinha. Todos os poços existentes nos municípios objetos deste projeto captam, de forma isolada ou em conjunto com outras unidades hidrogeológicas, o Aquífero Itapecuru. A Figura 1 mostra a localização dos 12 (doze) municípios selecionados para este estudo, bem como a base hidrogeológica do estado do Maranhão. As etapas de campo para cadastro de poços e reconhecimento das regiões estudadas foram distribuídas se- gundo os períodos abaixo: • Levantamento de Campo I (período 13/11/2023 a 23/11/2023): Magalhães de Almeida, Santa Quitéria do Maranhão, São Bernardo, Barreirinhas, Chapadinha; • Levantamento de Campo II (período 7/12/2023 a 18/12/2023): Passagem Franca, Fortuna, Riachão, • Levantamento de Campo III (período 23/01/2024 a 08/02/2024): Bacabal e Rosário. Neste contexto, o presente relatório apresenta o cadastro de poços do município de Barreirinhas - MA (Figura 1), - neas (Siagas). Além disso, o relatório fornece a caracterização dos poços e outras estruturas que neces- sitam de revitalização, bem como a indicação de possíveis locais para a perfuração e instalação de novos poços tubulares. 12Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas Figura 1 – Municípios selecionados e base hidrogeológica do estado do Maranhão. Adaptado de Diniz et al. (2014) 13Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas 2. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE BARREIRINHAS - MA 2.1. LOCALIZAÇÃO E ACESSOS O município de Barreirinhas está situado na porção norte do Estado do Maranhão, mais precisamente na região do Lençóis Maranhenses. A área do município é de aproximadamente 3 025 km² e, por conta de suas dunas de areias brancas e um grande número de lagos e lagoas de águas cristalinas, possui um alto nível pios de Paulino Neves e Santana do Maranhão, a oeste por Santo Amaro do Maranhão e Primeiro Cruz e a sul pelos municípios de Urbano Santos e Santa Quitéria do Maranhão (Figura 2). Barreirinhas está a 257 km de distância de São Luís, capital do Estado do Maranhão. Sua sede pode ser loca- 6 metros em relação ao nível do mar. O acesso principal se dá pela BR-402 e MA-225. Levando em consideração PI-113, PI-110, BR-222, PI-214, MA-034, MA-315 e MA-225, resultou em uma distância total de 408 km. 2.2. ASPECTOS HISTÓRICOS A história de Barreirinhas - MA remonta à ocupação indígena pelas etnias tapuios e caetés. Os caetés habita- vam a região das areias próximas à foz do Rio Preguiças. No século XVIII, a Fazenda Santo Inácio, pertencente à Companhia de Jesus, foi instalada na área. Após a expulsão dos jesuítas, a fazenda passou para o controle de vários senhores de engenho. Em 1849, o governo imperial construiu uma ponte sobre o Rio Mocambo, favorecendo o surgimento de pequenos povoados devido às pastagens apropriadas para a criação de gado e terras adequadas para a lavoura nas margens do rio (IBGE, 2023). Figura 2 – Mapa de localização do município de Barreirinhas – MA 14Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas O município de Barreirinhas foi criado, incialmente, com a denominação de distrito de Nossa Senhora do - 2.3. ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS 2.4. ABASTECIMENTO D’ÁGUA DO MUNICÍPIO DE BARREIRINHAS - MA - ram que 28,17% da população, ou seja, 17.995 habitantes do município de Barreirinhas, é atendida com mostraram que a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) é responsável pelo abas- tecimento da sede municipal e que o consumo médio de água por habitante era de 114,8 litros por dia. O site Infosanba mostra dados do IBGE, referentes ao Censo de 2010, com todas as formas de abastecimento do município (Tabela 1). Com base nos dados do Sistema de Informações de Águas Subterrâneas (Siagas), desenvolvido pelo SGB-CPRM, dezembro de 2023, referente ao Projeto Segurança Hídrica do Maranhão, foram cadastrados 137 poços tubulares no município de Barreirinhas. ser maior em virtude das áreas de propriedades privadas que não se obteve acesso durante a execução do trabalho. FORMA DE ABASTECIMENTO REDE GERAL POÇO OU NASCENTE NA PROPRIEDADE CISTERNA OUTRA FORMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA TOTAL Urbano 2.822 1.216 0 121 4.159 Rural 1.272 4.560 0 2.142 7.974 Tabela 1 – Formas de abastecimento de água. Fonte: Infosanbas (2024) 15Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas 3. GEOLOGIA E HIDROGEOLOGIA 3.1. GEOLOGIA REGIONAL A área de estudo está inserida na Província Parnaíba e, segundo Brito Neves (1998), os sedimentos foram e São Raimundo Nonato (CPRM, 2013). apud Araújo, 2017), a Bacia Sedimentar do Parnaíba foi dividida em cinco supersequências deposicionais (Figura 3), sendo elas, iniciando da base para o topo: siluria- na, corresponde ao Grupo Serra Grande que engloba as formações Ipu, Tianguá e Jaicós; sequência meso- devoniano-eocarbonífera, correspondente ao Grupo Canindé que engloba as formações Itaim, Pimenteiras, as formações Piaí, Pedra de Fogo, Motuca e Sambaíba; A sequência jurássica corresponde à Formação Pastos Bons e; fechando as supersequências sedimentares e de idade cretácea, os sedimentos das formações Codó, Corda, Grajaú e Itapecuru. Vaz (op. cit.) incluiu, também, na evolução da bacia, as intrusões vulcânicas corres- Recobrindo os sedimentos da Província Parnaíba, aparecem, do topo para base, os sedimentos do período Terciário, representado pelo Grupo Barreiras, seguidos pelos sedimentos do período Quaternário, que engloba cordões litorâneos e depósitos aluvionares. 3.2. GEOLOGIA LOCAL - - neos (Q2el) e depósitos aluvionares (Q2a) (Figura 4). - - tando bioturbações. Depósitos litorâneos são compostos por areias quartzosas de ambientes transicionais costeiros, como dunas podendo ser bem selecionadas e apresentar grãos arredondados. Fechando as unidades litológicas encontradas no município de Barreirinhas, os depósitos aluvionares são 3.3. HIDROGEOLOGIA - podem ser observados na Figura 5, englobam depósitos litorâneos propriamente ditos e demais depósitos 16Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas Figura 3 – Diagrama estratigráfico da Bacia do Parnaíba. Adaptado de Vaz et al. (2007) 17Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas Figura 4 – Mapa geológico do município de Barreirinhas - MA. Adaptado de Sousa et al. (2012) - - o máximo de 6.620 µS/cm. 18Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas Figura 5 – Mapa hidrogeológico e pontos cadastrados no município de Barreirinhas – MA. Adaptado de Diniz et al. (2014) 19Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas 4. DIAGNÓSTICO DOS POÇOS CADASTRADOS Como observado na Figura 5, o município de Barreirinhas possui distribuição adequada de novos poços, excetuando-se os campos de dunas e as áreas de mangues. No município de Barreirinhas, foram visitados cerca de 137 poços tubulares (Figura 6), dos quais, 60 são campo, na base de dados SIAGAS e dados do IBGE (2021). Foi realizado, durante a campanha de campo, o levantamento da situação de todos os poços, ou seja, qual era observar que dos 137 poços analisados, 90 poços estão em pleno funcionamento (bombeando), 9 poços parados para manutenção, 3 poços não instalados ou não concluídos, 26 poços foram abandonados por pro- blemas de entupimento ou qualidade ruim da água e 9 poços não foram encontrados. 4.1. MONITORAMENTO QUALITATIVO/QUANTITATIVO talados, podem ser coletadas águas em adutoras, reservatórios ou, principalmente, diretamente do poço, Figura 6 – Quantitativo de poços de Barreirinhas – MA Figura 7 – Situação dos poços de Barreirinhas – MA 20Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas Figura 8 – Tubulação com conexão roscada A maioria dos poços possui conexão roscada (Figuras 8 e 9), a qual pode ser desconectada para que sejam realizadas coletas para análises isotópicas. o nível dinâmico (ND), devido ao fato que a maioria dos poços está em bombeamento constante e sem con- passagem do medidor. Outro fator que contribui para a não leitura do NE é a inexistência de tubulação de dades apresentadas, foi possível averiguar a leitura de NE para 48 poços, que apresentaram valor médio de Figura 9 – Tubulação com registro para coleta d’água 21Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas 5. REVITALIZAÇÕES E PERFURAÇÕES necessárias nos poços e sistemas de abastecimento existentes e os possíveis pontos para a perfuração de novos poços tubulares. Como pode ser observado na Figura 10, seguindo a orientação e a requisição da Prefeitura de Barreirinhas, serão necessárias sete perfurações/construções de poços tubulares para um melhor atendimento da po- pulação. Para as localidades que necessitam de um poço para abastecimento, além das perfurações, serão Figura 10, estão listadas as principais ações requeridas para os poços cadastrados. Conforme a demanda da Prefeitura de Barreirinhas, foram selecionadas sete localidades para perfuração de cultam o acesso à caixa d’água e, por vezes, estão inclinados devido ao peso da caixa. A Figura 12 demonstra uma estrutura adequada para suportar o peso da caixa. reparos na bomba. 5.1. MODELOS DE LAJES (CALÇADAS) E CERCADOS DE PROTEÇÃO Baseando-se no padrão de cercados adotados no projeto Rede Integrada de Monitoramento de Águas Subter- râneas (Rimas) para a proteção de poços de monitoramento, é possível fazer adaptações visando à implanta- ção de cercados menores para a proteção de diversos poços encontrados na região de Barreirinhas (Figura 13). • A laje ou a calçada maior, confeccionada com concreto, é assentada sobre areia grossa ou brita e tem as dimensões aproximadas do cercado (3 metros x 2 metros). Sua função é impedir o crescimento de • A laje menor que circunda o poço, igualmente construída com concreto, tem altura variável, mas da ordem de 20-30 cm; • O cercado é construído com dez estacas, com altura aproximada de 1,70 metro, que prenderão a trama de aço que circundará a calçada ou laje maior. O acesso ao cercado é feito por um portão em madeira e trama de aço com cadeado. Figura 10 – Ações requeridas para o município de Barreirinhas – MA 22Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas 5.2. PERFURAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE POÇOS TUBULARES Foram selecionadas sete perfurações de poços tubulares nas localidades descritas a seguir (Tabela 2). Em cada uma, é feita uma breve descrição dos dados captados e da geologia local. OBS: Os requisitos para a perfuração de poços em rochas sedimentares devem obedecer aos seguintes crité- • Profundidades entre 100 e 400 metros; Figura 11 – Exemplo de caixa d’água com base inadequada Figura 12 – Exemplo de caixa d’água com base adequada Figura 13 – Exemplo de cercado que poderá ser adaptado e implantado nos poços do município de Barreirinhas 23Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas • Diâmetros de perfuração de 12.1/4”; • • Eventualmente, em caso de grandes demandas, poderão ser construídos poços com câmaras de bom- beamento em 8”. Neste caso, a parte do poço que conterá o intervalo será perfurada em 15”. 5.2.1. Localidade – Povoado Jacú II O povoado Jacú II tem aproximadamente 58 famílias e, pela base de cadastro do Siagas, existem dois po- ços na localidade, sendo que um está obstruído e o outro não foi encontrado durante o cadastramento. de um novo poço, conforme coordenadas apresentadas na Tabela 2. O local indicado é da própria prefeitura para a perfuração e existe um transformador de 15 Kva. 5.2.2. Localidade – Jurubeba/UE Raimunda Machado dos Santos O povoado de Jurubeba não apresenta poço tubular nas proximidades e tem aproximadamente 69 famílias. de um novo poço, conforme coordenadas apresentadas na Tabela 2. O local indicado foi feito pelo represen- tante da associação de moradores, sendo que a área pertence à prefeitura. A energia está a 100 metros do local indicado e não há transformadores nas proximidades. 5.2.3. Localidade – Povoado Cangote/UE Nossa Senhora de Nazaré O povoado de Cangote não apresenta poço tubular nas proximidades e tem aproximadamente 84 famílias. de um novo poço, conforme coordenadas apresentadas na Tabela 2. A rede de energia passa em frente ao local indicado, mas não tem poste dedicado e nem transformador. 5.2.4. Localidade – Povoado Bom Princípio/Deserto O povoado Bom Princípio/Deserto não disponibiliza de poços para abastecimento de água e tem aproxima- damente 42 famílias. A prefeitura solicita a perfuração de um poço conforme coordenadas apresentadas na Tabela 2. sistema de abastecimento. Existe energia a 50 metros do local e um transformador de 0,5 Kva. Nº DO POÇO UF MUNICÍPIO LOCALIDADE LAT LONG TIPO_ INDICAÇÃO RM-009 MA Barreirinhas Pov. Jacú II -2.98663900 -42.96987000 Construção de poço RM-018 MA Barreirinhas Pov. Jurubebe. U.E. Raimunda Machado dos Santos -3.12578600 -43.04524100 Construção de poço RM-019 MA Barreirinhas Pov. Cangote / U.E. Nossa Senhora de Nazaré -2.96156600 -42.82823900 Construção de poço RM-044 MA Barreirinhas Pov. Bom Princípio / Deserto -2.95165900 -42.79232100 Construção de poço CV-017 MA Barreirinhas Mandacaru -2.59381229 -42.70767478 Construção de poço CV-018 MA Barreirinhas Unid Básica de Saúde (UBS), rua do Farol, Mandacaru -2.59297746 -42.70594147 Construção de poço CV-073 MA Barreirinhas Santo Antonio -2.72976612 -42.83062312 Construção de poço Tabela 2 – Informações sobre locais para perfuração de poços tubulares 24Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas 5.2.5. Localidade – Mandacaru/Bar da Hora Foi informado que o povoado de Mandacaru tem uma população de aproximadamente 400 habitantes. De acordo com o banco de dados Siagas, existem quatro poços no povoado, com profundidades variando de - zer a população local, a prefeitura solicita a perfuração de um poço conforme coordenadas apresentadas na Tabela 2. 5.2.6. Localidade – Unidade Básica de Saúde (UBS)/Mandacaru Como foi observado anteriormente, o povoado de Mandacaru tem população de aproximadamente 400 habitantes. Existem quatro poços, mas nem todos estão funcionando a contento. Os poços apresentam pro- solicita a perfuração de um poço conforme coordenadas apresentadas na Tabela 2. 5.2.7. Localidade – Santo Antônio O povoado de Santo Antônio possui população de aproximadamente 350 habitantes e não possui poços nas - ração de um novo poço, conforme coordenadas apresentadas na Tabela 2. serão analisadas as questões técnicas, operacionais e, principalmente, as orçamentárias para que se consiga atender todos os municípios contemplados. Neste trabalho estão apenas consideradas as ações requeridas pelo município de Barreirinhas. o planejamento original: • • apresentados valores de vazões referentes ao tempo que a bomba leva para encher o reservatório; • • Esses importantes subsídios não foram encontrados, nem em campo, nem nas prefeituras, assim como no próprio Siagas. • A • • • serviço de instalação, entre outros. A Figura 14 apresenta o mapa com a localização dos poços que necessitam de revitalizações no município de Barreirinhas. No mesmo mapa, estão indicadas as comunidades que requerem a perfuração de novos poços. É importante destacar que um mesmo ponto represent tanto a necessidade de revitalização quanto para cada poço. 2 5 C a d a st ra m e n to d e P o ç o s T u b u la re s n o M u n ic íp io d e B a rr e ir in h a s Fi gu ra 1 4 – Lo ca liz aç ão d as re vi ta liz aç õe s e a çõ es re qu er id as n o m un ic íp io d e Ba rr ei rin ha s – M A 2 6 C a d a st ra m e n to d e P o ç o s T u b u la re s n o M u n ic íp io d e B a rr e ir in h a s Ta be la 3 – R es um o da s r ev ita liz aç õe s e a çõ es re qu er id as n o m un ic íp io d e Ba rr ei rin ha s – M A PO N TO LO CA L LA T LO N G PE RF U RA ÇÃ O CE RC A D O LA JE SI ST . EL ÉT RI CO RE SE RV AT Ó RI O A D U ÇÃ O LI M PE ZA FI LM A G EM B O M BA RM -0 09 Po v. Ja cú II -2 ,9 87 -4 2, 97 0 x RM -0 18 Po v. Ju ru be be . U . E . Ra im un da M ac ha do d os Sa nt os -3 ,1 26 -4 3, 04 5 x RM -0 19 Po v. Ca ng ot e / U .E . N os sa Se nh or a de N az ar é -2 ,9 62 -4 2, 82 8 x RM -0 44 Po v. Bo m P rin cí pi o / D es er to -2 ,9 52 -4 2, 79 2 x CV -0 08 Lo t P ar qu e da s D un as -2 ,7 71 -4 2, 84 0 x CV -0 10 Pa rq ue d os L en ço is -2 ,7 72 -4 2, 83 6 x CV -0 12 Pa rq ue d os L en ço is -2 ,7 71 -4 2, 83 5 x CV -0 14 Es co la R os a Co rr ei a Vi la r -2 ,7 61 -4 2, 83 2 x CV -0 17 M an da ca ru -2 ,5 94 -4 2, 70 8 x CV -0 18 U ni d Ba sic a de S au de (U BS ), ru a do F ar ol , M an da ca ru -2 ,5 93 -4 2, 70 6 x CV -0 20 M ad er ei ra , B ar d a H or a, M an da ca ru -2 ,5 91 -4 2, 71 8 x CV -0 22 -2 ,5 91 -4 2, 71 7 x CV -0 23 M ac ad o Ta pu io -2 ,5 90 -4 2, 71 9 x CV -0 24 -2 ,5 94 -4 2, 71 6 x CV -0 30 -2 ,5 71 -4 2, 74 9 x CV -0 31 -2 ,5 71 -4 2, 74 9 x CV -0 32 -2 ,5 70 -4 2, 74 2 x CV -0 36 Co le gi o U I D ar cy V ar gl i -2 ,7 35 -4 2, 78 5 x CV -0 50 Es co la A ng el ic a Re is -2 ,7 62 -4 2, 82 0 x CV -0 71 Po us ad a G ira so l -2 ,7 52 -4 2, 82 7 x CV -0 73 Sa nt o An to ni o -2 ,7 30 -4 2, 83 1 x 27Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas 6. DEMANDAS HÍDRICAS Visando avaliar a demanda necessária para que cada localidade seja abastecida por água subterrânea no município de Barreirinhas, foram adicionadas, na tabela de poços cadastrados, informações referentes à po- do IBGE. Os dados do IBGE de 2010 (Figura 15) foram atualizados para 2022, adotou-se o índice de 19,72% - - vistas ou informadas) e, com base nesses valores, foi calculada a disponibilidade hídrica atual, a demanda ou pela ONU) ou 0,11 m³/dia, considerando-se que uma família corresponderia a cinco habitantes. Algumas restrições têm que ser consideradas: • Os dados de número de habitantes são previsões dos informantes; • As vazões também são informadas; • Muitas localidades não têm captação que possa servir de parâmetro. - sas localidades. Considerando-se que as propriedades privadas possuem poços próprios, as comunidades com maior necessidade de aumento do abastecimento são os bairros: Conviver e Mandacaru e o povoado Santa Cruz. 28Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas Figura 15 – População no município de Barreirinhas no ano de 2010. Adaptado de Diniz et al. (2014) 29Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas 7. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES Foram cadastrados e analisados 137 poços tubulares no município de Barreirinhas, dos quais 77 já estavam disponibilizados no Siagas, banco de dados do Serviço Geológico do Brasil. Desta maneira, 60 novos poços foram cadastrados. serão contempladas com a perfuração de sete poços e quais revitalizações serão feitas para atender adequa- damente a população. De acordo com as normas do projeto, as localidades para a implementação do sistema um poço tubular, uma instalação elétrica e abrigo, uma adutora, um cercado e um reservatório. - construção de poços e análise da infraestrutura hídrica local. Diante das condições hidrogeológicas do referi- - cimento das unidades hidrogeológicas e fornecer elementos necessários para a obtenção de maior chance de sucesso quanto à perfuração de poços tubulares. Já para realizar a revitalização de poços, recomenda-se As informações e as fotos dos poços cadastrados deste município seguem nos Anexos I e II. 30Cadastramento de Poços Tubulares no Município de Barreirinhas REFERÊNCIAS ARAUJO, D. B. Bacia do Parnaíba: Sumário geológico e setores em oferta. [S. l.]: ANP, 2017. , São Paulo, v. 29, p. 175-193, 1998. CPRM - SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL. Geodiversidade do Estado do Maranhão. Teresina: CPRM, 2013. DINIZ, J. A. O. : segurança hídrica no estado do Maranhão - Cadastramento, monitoramento, recuperação e perfuração de poços no estado do Maranhão. SGB, 2023. DINIZ, J. A. O.; MONTEIRO, A. B.; SILVA, R. de C. da; PAULA, T. L. F. de. Mapa hidrogeológico do Brasil ao mi- : nota técnica. Recife: CPRM, 2014. Disponível em: . Acesso em: 1 jun. 2024. Barreirinhas / MA. Municípios e Saneamento Beta, 2024. Disponível em: org.br/municipios-e-saneamento/ma/barreirinhas . Acesso em: 12 mar. 2024. IBGE. Brasil / Maranhão / Barreirinhas. IBGE Cidades - História & Fotos, 2023. Disponível em: - des.ibge.gov.br/brasil/ma/barreirinhas/historico . Acesso em: 9 jul. 2024 IBGE. Brasil / Maranhão / Barreirinhas. IBGE Cidades - Panorama, 2021. Disponível em: gov.br/brasil/ma/barreirinhas/panorama . Acesso em: 9 jul. 2024 Infosanbas. Panorama do Saneamento Básico de Barreirinhas - MA. Infosanbas Município Barreirinhas - MA, 2024. Disponível em: . Acesso em: 12 mar. 2024. SOUSA, C. S. de; LOPES, E. C. dos S.; KLEIN, E. L.; VASQUEZ, M. L.; LEÃO, M. H. B.; TEIXEIRA, S. G.; ANJOS, G. C. dos; MOURA, E. M.; JOÃO, X. da S. J.; OLIVEIRA, J. K. M. Mapa geológico e recursos minerais do estado do Maranhão. Belém: CPRM, 2012. 1 mapa, color. Escala 1:750.000. Disponível em: handle/doc/17861 . Acesso em: 1 jun. 2024. VAZ, P. T.; REZENDE, N. G. A. M.; WANDERLEY FILHO, J. R.; TRAVASSOS, W. A. S. Bacia do Parnaíba. Geociências da Petrobras, Rio de Janeiro, v. 15, n. 2, p. 253-263, 2007. ANEXOS AN EX O I - P O ÇO S CA D AS TR AD O S N O M U N IC ÍP IO D E BA RR EI RI N H A PR O F. LA T (G RA U D EC IM AL ) LO N G (G RA U D EC IM AL ) In fo rm ad a (m ) H (m ) D ia m . (p ol ) RM -0 01 Ba ix ão d os P au lin os Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 50 69 9 -4 2, 95 15 24 36 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa N ão N ão N ão N ão N ão 29 ,6 15 0 6, 57 -3 ,2 1 -9 6, 29 -0 ,2 7 Se m in di ca çã o RM -0 02 22 00 03 85 41 Po v. M an oe lzi nh o Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 31 59 0 -4 3, 02 05 50 0, 35 6 G eo m ec ân ic o Ab an do na do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão -1 9, 38 -5 81 ,3 2 -1 ,6 1 Se m in di ca çã o RM -0 03 22 00 03 85 25 Po v. M an oe lzi nh o Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 30 42 0 -4 3, 02 06 70 56 0, 6 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 10 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 31 ,6 12 0 5, 95 10 10 0, 62 30 18 ,6 8 8, 39 Se m in di ca çã o RM -0 04 22 00 03 85 42 Po v. S ão M ig ue l Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 58 66 0 -4 3, 00 46 60 65 6 G eo m ec ân ic o Pa ra do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 10 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão -1 ,4 3 -4 2, 80 -0 ,1 2 Se m in di ca çã o RM -0 05 22 00 03 85 26 Po v. D a Pa lm ei ra d o Jo sé E du ar do Ba rr ei rin ha M A -2 ,9 39 28 0 -4 2, 98 12 10 55 0, 57 6 G eo m ec ân ic o Pa ra do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa 15 Fi br a 10 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 30 ,3 90 4, 72 -8 ,3 2 -2 49 ,6 5 -0 ,6 9 Se m in di ca çã o RM -0 06 22 00 03 85 43 Po v. Jo sé E du ar do Ba rr ei rin ha M A -2 ,9 44 80 0 -4 2, 97 98 70 60 0, 83 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa PV C 10 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 30 ,9 10 0 5, 3 5 10 ,9 0 32 7, 09 0, 91 Se m in di ca çã o RM -0 07 22 00 03 85 44 Po v. B ra ço Ba rr ei rin ha M A -2 ,9 63 08 0 -4 3, 04 57 10 35 0, 59 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 10 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 33 11 0 5, 17 -7 ,9 6 -2 38 ,9 5 -0 ,6 6 Se m in di ca çã o RM -0 08 22 00 05 95 12 Po v. B ra ço U . E . B om P as to r Ba rr ei rin ha M A -2 ,9 55 55 6 -4 3, 07 38 89 58 0, 5 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 10 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 29 ,4 10 0 6, 23 -1 0, 46 -3 13 ,8 4 -0 ,8 7 Se m in di ca çã o RM -0 09 Po v. Ja cú II Ba rr ei rin ha M A -2 ,9 86 63 9 -4 2, 96 98 7 Po ço tu bu la r 15 Co ns tr uç ão d e po ço RM -0 10 22 00 03 85 45 Po v. Ja cú (S ão Jo sé d os V in ho s) Ba rr ei rin ha M A -2 ,9 92 94 0 -4 2, 98 37 60 6 G eo m ec ân ic o Ab an do na do Po ço tu bu la r Fi br a 10 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 0, 00 0, 00 0, 00 Se m in di ca çã o RM -0 11 22 00 03 85 27 Po v. S ão Jo sé d e So us a Ba rr ei rin ha M A -3 ,0 06 51 0 -4 2, 98 77 30 40 6 G eo m ec ân ic o Pa ra do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 10 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 3, 3 2, 99 89 ,5 6 0, 25 Se m in di ca çã o RM -0 12 22 00 03 85 46 Po v. V ar as Ba rr ei rin ha M A -3 ,0 23 97 0 -4 3, 00 15 80 70 0, 64 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Al ve na ria 20 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 30 ,9 90 4, 95 -5 9, 32 -1 77 9, 62 -4 ,9 4 Se m in di ca çã o RM -0 13 Po v. V ar as Ba rr ei rin ha M A -3 ,0 25 48 6 -4 2, 99 99 80 60 0, 58 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 15 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 31 70 5, 02 7, 5 30 ,6 8 92 0, 38 2, 56 Se m in di ca çã o RM -0 14 22 00 03 85 47 Po v. P eq ui ze iro Ba rr ei rin ha M A -3 ,0 55 80 0 -4 3, 02 74 90 35 0, 48 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 10 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 33 ,9 7, 15 2, 5 13 ,5 9 40 7, 84 1, 13 Se m in di ca çã o RM -0 15 22 00 03 85 48 Po v. S an ta R os a Ba rr ei rin ha M A -3 ,0 91 12 0 -4 3, 04 94 70 35 0, 73 6 G eo m ec ân ic o Ab an do na do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão -1 8, 90 -5 67 ,0 5 -1 ,5 8 Se m in di ca çã o RM -0 16 Po v. Ja bu tí I Ba rr ei rin ha M A -3 ,1 05 82 5 -4 3, 06 62 11 48 0, 63 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 20 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 31 ,5 19 0 7, 17 6, 5 74 ,5 5 22 36 ,5 8 6, 21 Se m in di ca çã o RM -0 17 22 00 04 06 58 Po v. Ja bu tí II Ba rr ei rin ha M A -3 ,1 07 75 0 -4 3, 07 30 56 45 0, 58 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 15 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 29 ,6 90 6, 25 7 Se m in di ca çã o RM -0 18 Po v. Ju ru be be . U . E . R ai m un da M ac ha do do s S an to s Ba rr ei rin ha M A -3 ,1 25 78 6 -4 3, 04 52 41 Po ço tu bu la r Co ns tr uç ão d e po ço RM -0 19 Po v. C an go te / U .E . N os sa S en ho ra d e N az ar é Ba rr ei rin ha M A -2 ,9 61 56 6 -4 2, 82 82 39 Po ço tu bu la r Co ns tr uç ão d e po ço RM -0 20 22 00 03 85 56 Po v. G ira M un do Ba rr ei rin ha M A -3 ,0 14 17 0 -4 2, 86 17 60 39 0, 33 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 15 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 30 ,4 6, 05 15 16 1, 57 48 47 ,2 1 13 ,4 6 Se m in di ca çã o RM -0 21 22 00 03 85 55 Po v G ira M un do Ba rr ei rin ha M A -3 ,0 15 68 0 -4 2, 86 59 30 24 0 4 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt ríf ug a N ão N ão N ão N ão N ão -3 ,4 5 -1 03 ,4 2 -0 ,2 9 Se m in di ca çã o RM -0 22 Po v. G ira M un do Ba rr ei rin ha M A -3 ,0 17 20 4 -4 2, 86 85 05 0, 15 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa N ão N ão N ão N ão N ão 31 ,5 21 0 5, 25 0, 65 -2 ,4 2 -7 2, 71 -0 ,2 0 Se m in di ca çã o RM -0 23 22 00 03 85 54 Po v. P al m ei ra d os B en to s Ba rr ei rin ha M A -3 ,0 42 73 0 -4 2, 86 62 30 18 0, 18 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa PV C 1. 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão 36 ,5 13 0 5, 51 3 31 ,7 2 95 1, 61 2, 64 Se m in di ca çã o RM -0 24 22 00 03 85 53 Po v. P al m ei ra d os B en to s Ba rr ei rin ha M A -3 ,0 46 61 0 -4 2, 87 10 70 26 0 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r In je to ra PV C 2. 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão 29 ,6 90 4, 74 12 13 7, 34 41 20 ,2 8 11 ,4 5 Se m in di ca çã o RM -0 25 22 00 03 85 52 Po v. P al m ei ra d os B en to s Ba rr ei rin ha M A -3 ,0 51 73 0 -4 2, 88 04 30 40 0, 2 6 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt ríf ug a PV C 1. 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão 32 ,3 50 5, 84 3 20 ,5 5 61 6, 37 1, 71 Se m in di ca çã o RM -0 26 22 00 03 85 51 Po v. P al m ei ra d os B en to s Ba rr ei rin ha M A -3 ,0 57 62 0 -4 2, 89 09 40 22 0, 33 4 PV C Co m um Pa ra do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão 6 63 ,2 0 18 96 ,0 9 5, 27 Se m in di ca çã o RM -0 27 22 00 03 85 49 Po v. M am ed e Ba rr ei rin ha M A -3 ,1 33 70 0 -4 2, 90 21 30 65 0 6 G eo m ec ân ic o Pa ra do Po ço tu bu la r Fi br a 22 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 78 22 23 8, 44 71 53 ,2 3 19 ,8 7 Se m in di ca çã o RM -0 28 Po v. M am ed e I Ba rr ei rin ha M A -3 ,1 33 94 1 -4 2, 90 19 46 6 0, 25 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt ríf ug a PV C 1. 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão 38 ,2 12 0 5, 88 1 -1 3, 56 -4 06 ,7 7 -1 ,1 3 Se m in di ca çã o RM -0 29 Po v. M am ed e II Ba rr ei rin ha M A -3 ,1 37 90 3 -4 2, 90 09 82 37 0, 57 6 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 15 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 34 ,7 80 5, 48 6 18 ,0 3 54 0, 87 1, 50 Se m in di ca çã o RM -0 30 22 00 03 85 50 Po v. A nd re za Ba rr ei rin ha M A -3 ,1 11 93 0 -4 2, 86 64 70 Ab an do na do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão -1 6, 41 -4 92 ,1 6 -1 ,3 7 Se m in di ca çã o RM -0 31 Po v. A nd re za Ba rr ei rin ha M A -3 ,1 12 13 1 -4 2, 86 63 29 12 0, 4 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa PV C 50 0 N ão N ão N ão N ão N ão 36 ,3 12 0 4, 85 -1 6, 41 -4 92 ,1 6 -1 ,3 7 Se m in di ca çã o RM -0 32 Po v. A nd re za / U .E . T an cr ed o N ev es Ba rr ei rin ha M A -3 ,1 11 70 1 -4 2, 86 56 56 0, 83 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa N ão N ão N ão N ão N ão 30 ,3 12 0 4, 77 -1 6, 41 -4 92 ,1 6 -1 ,3 7 Se m in di ca çã o RM -0 33 Po v. C oq ue iro / U .E . M an oe l C as tr o de Ra be lo Ba rr ei rin ha M A -3 ,0 78 02 3 -4 2, 79 43 45 30 0, 43 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa PV C 1. 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão 29 ,7 50 5 3 29 ,1 1 87 3, 15 2, 43 Se m in di ca çã o RM -0 34 Po v. V er a Cr uz Ba rr ei rin ha M A -3 ,0 72 52 3 -4 2, 78 18 36 78 0, 51 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 30 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 31 70 4, 85 -1 ,9 0 -5 7, 06 -0 ,1 6 Se m in di ca çã o RM -0 35 Po v. O lh o d´ Ág ua d os B en to s Ba rr ei rin ha M A -3 ,1 10 31 1 -4 2, 76 91 66 80 0, 8 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 20 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 32 ,1 90 7, 25 -1 4, 74 -4 42 ,2 3 -1 ,2 3 Se m in di ca çã o RM -0 36 22 00 03 85 40 Po v. S ob ra di nh o Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 56 72 0 -4 2, 91 21 10 35 0, 69 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Al ve na ria 20 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 29 ,9 60 6, 04 -4 2, 20 -1 26 6, 06 -3 ,5 2 Se m in di ca çã o RM -0 37 Po v. B on ito Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 46 30 9 -4 2, 91 79 31 10 0, 35 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt ríf ug a N ão N ão N ão N ão N ão 29 60 6, 13 -1 ,4 3 -4 2, 80 -0 ,1 2 Se m in di ca çã o RM -0 38 Po v. B on ito Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 46 51 7 -4 2, 91 78 35 24 0, 33 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa N ão N ão N ão N ão N ão 29 60 6, 16 3 34 ,5 7 10 37 ,2 0 2, 88 Se m in di ca çã o RM -0 39 22 00 05 95 33 Po v. B on ito Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 45 83 3 -4 2, 91 75 00 28 0, 27 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa N ão N ão N ão N ão N ão 28 ,9 60 6, 37 3 34 ,5 7 10 37 ,2 0 2, 88 Se m in di ca çã o RM -0 40 Po v. X ix a / U .E . N os sa S en ho ra d a So le da de Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 80 56 9 -4 2, 89 86 10 18 0 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa PV C 1. 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão 29 ,5 60 6, 04 4 34 ,8 0 10 44 ,1 3 2, 90 Se m in di ca çã o RM -0 41 Po v. P al m ei ra d os F er re ira s Ba rr ei rin ha M A -2 ,9 09 40 7 -4 2, 90 85 65 75 0, 35 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 15 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 30 ,4 70 6, 79 7, 5 83 ,9 4 25 18 ,1 1 6, 99 Se m in di ca çã o RM -0 42 Po v. P al m ei ra d os R ei s / U .E . D om in go s da S ilv a Re is Ba rr ei rin ha M A -3 ,0 30 63 4 -4 2, 82 99 18 0, 5 6 G eo m ec ân ic o Pa ra do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 30 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão -1 0, 46 -3 13 ,8 4 -0 ,8 7 Se m in di ca çã o RM -0 43 Po v. P al m ei ra d os R ei s / U .E . D om in go s da S ilv a Re is Ba rr ei rin ha M A -3 ,0 30 61 2 -4 2, 82 98 46 20 0, 15 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa PV C 1. 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão 29 ,8 50 5, 91 -1 0, 46 -3 13 ,8 4 -0 ,8 7 Se m in di ca çã o RM -0 44 Po v. B om P rin cí pi o / D es er to Ba rr ei rin ha M A -2 ,9 51 65 9 -4 2, 79 23 21 Po ço tu bu la r 0, 5 Co ns tr uç ão d e po ço RM -0 45 Po v. A na ja za l / U .E . C ar m in ha d os R ei s Ba rr ei rin ha M A -2 ,9 22 96 1 -4 2, 77 19 72 18 0, 17 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt ríf ug a PV C 1. 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão 29 ,7 50 5, 85 2 24 ,0 0 72 0, 00 2, 00 Se m in di ca çã o RM -0 46 22 00 03 85 87 Po v. B ai xi nh a Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 77 94 4 -4 2, 71 67 78 0, 67 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa PV C 50 0 N ão N ão N ão N ão N ão 36 ,4 20 6, 37 -0 ,9 5 -2 8, 53 -0 ,0 8 Se m in di ca çã o RM -0 47 22 00 03 85 88 Po v. M at a Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 37 19 4 -4 2, 70 80 83 55 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 15 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 31 ,3 60 6, 4 6 65 ,9 4 19 78 ,1 1 5, 49 Se m in di ca çã o RM -0 48 Po v. B oa F é Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 04 44 4 -4 2, 72 21 67 18 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt ríf ug a N ão N ão N ão N ão N ão 32 ,3 80 6, 82 -6 ,1 8 -1 85 ,4 5 -0 ,5 2 Se m in di ca çã o RM -0 49 22 00 03 85 89 Po v. B oa F é Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 03 30 6 -4 2, 72 11 39 14 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt ríf ug a N ão N ão N ão N ão N ão 31 80 6, 9 -6 ,1 8 -1 85 ,4 5 -0 ,5 2 Se m in di ca çã o RM -0 50 22 00 05 95 36 Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 57 77 8 -4 2, 75 77 78 Po ço tu bu la r -4 ,8 7 -1 46 ,2 2 -0 ,4 1 Se m in di ca çã o RM -0 51 Vi la S ão Jo sé Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 33 14 2 -4 2, 82 30 34 40 0, 65 8 G eo m ec ân ic o Pa ra do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 20 .0 00 Si m Si m Si m Si m Si m 0, 00 0, 00 0, 00 Se m in di ca çã o RM -0 52 22 00 03 85 33 Vi la S ão Jo sé Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 31 59 0 -4 2, 82 31 60 6 G eo m ec ân ic o Ab an do na do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão -3 ,2 1 -9 6, 29 -0 ,2 7 Se m in di ca çã o RM -0 53 Po v. T ap ui o Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 32 25 1 -4 2, 80 44 46 0, 43 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 20 .0 00 Si m Si m Si m Si m Si m -0 ,4 8 -1 4, 27 -0 ,0 4 Se m in di ca çã o RM -0 54 22 00 03 85 32 Po v. T ap ui o Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 33 27 0 -4 2, 80 75 10 30 0, 43 6 G eo m ec ân ic o Ab an do na do Po ço tu bu la r Al ve na ria 20 .0 00 Si m Si m Si m Si m Si m -5 ,5 9 -1 67 ,6 2 -0 ,4 7 Se m in di ca çã o RM -0 55 22 00 04 73 57 Vi la S ão Jo sé / In st itu to C hi co M en de s Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 32 50 0 -4 2, 82 66 67 30 0, 56 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt ríf ug a PV C 1. 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão 9 10 7, 52 32 25 ,7 3 8, 96 Se m in di ca çã o RM -0 56 22 00 03 85 34 Po v. C an tin ho Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 28 85 0 -4 2, 83 36 90 0 6 G eo m ec ân ic o Ab an do na do Po ço tu bu la r Al ve na ria 20 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão -5 ,7 1 -1 71 ,1 9 -0 ,4 8 Se m in di ca çã o RM -0 57 22 00 03 85 35 Po v. S an to A nt ôn io Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 26 68 0 -4 2, 83 82 60 0, 19 6 G eo m ec ân ic o Ab an do na do Po ço tu bu la r Fi br a 20 .0 00 Si m Si m Si m Si m Si m -8 ,9 2 -2 67 ,4 8 -0 ,7 4 Se m in di ca çã o RM -0 58 Pa ss ag em d o Ca nt o \ A nt ig o M at ad ou ro Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 36 38 9 -4 2, 86 61 11 0, 2 4 PV C Co m um Ab an do na do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão 0, 00 0, 00 0, 00 Se m in di ca çã o RM -0 59 22 00 03 85 58 Pa ss ag em d o Ca nt o \ A nt ig o M at ad ou ro Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 36 80 0 -4 2, 86 59 10 Ab an do na do Am az on as N ão N ão N ão N ão N ão 0, 00 0, 00 0, 00 Se m in di ca çã o RM -0 60 22 00 05 95 18 Po v. M oi a / C oo pe ra tiv a Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 10 83 3 -4 2, 85 36 11 40 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa Fi br a 10 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 8 95 ,5 2 28 65 ,7 3 7, 96 Se m in di ca çã o RM -0 61 22 00 05 95 32 Po v. S an ta C ru z Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 00 83 3 -4 2, 85 33 33 24 0, 6 6 G eo m ec ân ic o Pa ra do Po ço tu bu la r Fi br a 10 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão -1 1, 65 -3 49 ,5 0 -0 ,9 7 Se m in di ca çã o RM -0 62 Po v. S an ta C ru z / U .E . A nt ôn io Jo sé G od in ho Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 98 48 1 -4 2, 85 45 42 18 4 PV C Co m um Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa PV C 5. 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão 3 30 ,5 3 91 5, 95 2, 54 Se m in di ca çã o RM -0 63 Po v. S an ta C ru z Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 97 23 5 -4 2, 85 34 05 10 0 6 G eo m ec ân ic o Bo m be an do Po ço tu bu la r Bo m b. S ub m er sa PV C 20 .0 00 N ão N ão N ão N ão N ão 23 ,3 12 0 6, 34 30 35 8, 34 10 75 0, 07 29 ,8 6 Se m in di ca çã o RM -0 64 22 00 03 85 67 Po v Ca rn au ba l / P ou sa da N áu tic a Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 39 26 0 -4 2, 83 34 90 0, 1 4 PV C Co m um Ab an do na do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão 0, 00 0, 00 0, 00 Se m in di ca çã o RM -0 65 22 00 05 95 21 Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 35 00 0 -4 2, 83 72 22 Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão 0, 00 0, 00 0, 00 Se m in di ca çã o RM -0 66 22 00 05 95 29 Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 38 33 3 -4 2, 83 58 33 Po ço tu bu la r 0, 00 0, 00 0, 00 Se m in di ca çã o RM -0 67 22 00 05 95 08 Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 36 94 4 -4 2, 83 58 33 Po ço tu bu la r 0, 00 0, 00 0, 00 Se m in di ca çã o RM -0 68 22 00 05 95 10 Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 30 00 0 -4 2, 83 91 67 Po ço tu bu la r 0, 00 0, 00 0, 00 Se m in di ca çã o RM -0 69 22 00 05 95 27 Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 20 00 0 -4 2, 84 13 89 Po ço tu bu la r -4 ,8 7 -1 46 ,2 2 -0 ,4 1 Se m in di ca çã o RM -0 70 22 00 05 95 38 Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 20 00 0 -4 2, 83 30 56 Po ço tu bu la r -1 ,4 3 -4 2, 80 -0 ,1 2 Se m in di ca çã o M A- 00 1 22 00 05 95 17 Ba irr o Co nv iv er , C id ad e N ov a Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 87 33 5 -4 2, 84 45 98 80 0, 9 8 PV C G EO Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa Al ve na ria 10 00 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 30 36 0, 00 10 80 0, 00 30 ,0 0 CV -0 02 22 00 03 85 59 An tig o Po st o Po lic ia l, Ba irr o Co nv iv er , Ci da de N ov a Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 84 72 5 -4 2, 84 61 14 En tu pi do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão -0 ,2 4 -7 ,1 3 -0 ,0 2 CV -0 03 22 00 05 95 25 Ba irr o Co nv iv er , C id ad e N ov a Ba rr ei rin ha M A -2 ,8 30 55 8 -4 3, 02 05 60 N ão E nc on tr ad o Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão -1 9, 38 -5 81 ,3 2 -1 ,6 1 CV -0 04 22 00 05 95 30 Ba irr o Co nv iv er , C id ad e N ov a Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 79 72 8 -4 2, 84 72 11 N ão E nc on tr ad o Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão 0, 00 0, 00 0, 00 CV -0 05 Po us ad a Ba nd ei ra nt e, B ai rr o Co nv iv er , Ci da de N ov a Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 79 86 4 -4 2, 84 26 79 28 0, 22 4 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa Fi br a (e le v) 20 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 31 14 0 6, 17 5 52 ,1 5 15 64 ,6 2 4, 35 CV -0 06 Po us ad a Tr op ic al d os L en ço is , B ai rr o Co nv iv er , C id ad e N ov a Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 78 14 4 -4 2, 84 14 23 14 0, 11 4 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa Fi br a (e le v) 50 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 30 ,2 40 5, 9 4 27 ,4 3 82 3, 02 2, 29 CV -0 07 Lo t P ar qu e da s D un as Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 71 13 6 -4 2, 84 03 75 12 0, 3 4 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt rif ug a Fi br a (e le v) 20 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 30 ,4 32 0 5, 4 2 24 ,0 0 72 0, 00 2, 00 ag ua a m ar el ad a, c om c he iro d e en xo fr e CV -0 08 Lo t P ar qu e da s D un as Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 71 25 2 -4 2, 83 99 16 0, 6 4 PV C az ul N ão In st al ad o Po ço tu bu la r nã o in st al ad o N ão N ão N ão N ão N ão N ão 31 ,2 19 0 5, 6 0, 00 0, 00 0, 00 in st al ar p oç o CV -0 09 H os pi ta l R eg io na l d e Ba rr ei rin ha s Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 71 17 0 -4 2, 83 91 43 80 -0 ,5 4 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa Fi br a (e le v) 20 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 30 ,9 14 0 6, 32 10 12 0, 00 36 00 ,0 0 10 ,0 0 CV -0 10 22 00 05 95 24 Ru a Dr W al te r M ar ca rio , n º 4 Pa rq ue d os Le nç oi s Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 72 08 6 -4 2, 83 60 22 12 0, 12 5 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt rif ug a Pv c 20 00 N ão N ão N ão N ão 34 ,6 60 6, 48 0, 00 0, 00 0, 00 tr oc ar b om ba CV -0 11 Pa rq ue d os L en ço is Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 71 13 5 -4 2, 83 51 25 6 0, 55 4 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa Pv c 20 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 32 ,3 50 5, 37 0, 00 0, 00 0, 00 CV -0 12 Pa rq ue d os L en ço is Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 71 38 8 -4 2, 83 47 83 0, 07 4 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt rif ug a Pv c N ão N ão N ão N ão N ão N ão 34 ,2 80 5, 11 0, 00 0, 00 0, 00 tr oc ar b om ba CV -0 13 Po us ad a do G ua rá - La va te c, R ua Cl ar en ci o Ra m os , 1 3 Vi la A ns el m o Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 67 24 7 -4 2, 83 48 89 0, 2 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa Pv c 20 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 31 ,9 17 0 6, 03 13 ,2 15 3, 64 46 09 ,3 4 12 ,8 0 CV -0 14 Es co la R os a Co rr ei a Vi la r Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 61 31 1 -4 2, 83 17 98 0, 2 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt rif ug a Pv c 20 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 32 ,1 15 0 5, 41 2 16 ,1 5 48 4, 62 1, 35 tr oc ar b om ba CV -0 15 22 00 03 85 79 Co nd D un as , r ua d o Al to , B ai rr o Bo a Fé Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 58 89 6 -4 2, 83 10 20 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa N ão N ão N ão N ão N ão N ão 30 ,2 22 0 5, 69 -1 3, 67 -4 10 ,1 3 -1 ,1 4 CV -0 16 22 00 03 85 64 Ce nt ro d e En sin o Ba rr ei rin ha s Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 57 90 6 -4 2, 82 86 03 0. 2 PV C br an co Ab an do na do Po ço tu bu la r Su bm er sa Pv c N ão N ão N ão N ão N ão N ão -2 8, 53 -8 55 ,9 3 -2 ,3 8 CV -0 17 22 00 03 85 30 M an da ca ru Ba rr ei rin ha M A -2 ,5 93 81 2 -4 2, 70 76 75 20 0, 74 6 PV C G eo Bo m be an do Po ço tu bu la r in je to ra Al ve na ria 20 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 31 ,6 15 0 6, 16 4 3, 06 91 ,9 1 0, 26 O m ed id or to po u em 1 4, 20 m , t ro ca r a b om ba CV -0 18 U ni d Ba sic a de S au de (U BS ), ru a do F ar ol , M an da ca ru Ba rr ei rin ha M A -2 ,5 92 97 7 -4 2, 70 59 41 22 0, 3 6 PV C G eo Bo m be an do Po ço tu bu la r su bm er sa Fi br a (e le v) 10 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 31 ,4 37 0 6, 83 4 3, 06 91 ,9 1 0, 26 CV -0 19 Es co la Jo ao R es en de , M an da ca ru Ba rr ei rin ha M A -2 ,5 91 96 9 -4 2, 70 83 79 22 0, 34 4 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r su bm er sa Al ve na ria 50 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 32 ,2 26 0 7, 28 5 15 ,0 6 45 1, 91 1, 26 D EM AN D A H ÍD RI CA D AD O S G ER AI S EQ U IP AM EN TO B O M BE AM EN TO Re se rv at ór io D oc um en ta çã o D is po ní ve l AN A LI SE Q U IM IC A Crivo (m) N º PO ÇO CÓ D IG O S IA G AS LO CA LI ZA ÇÃ O M U N IC ÍP IO U F CO O RD EN AD AS G EO G RÁ FI CA S Bo ca Ti po Re ve st im en to SI TU AÇ ÃO N AT U RE ZA Tipo Potencia (CV) Diam Edutor Energia TI PO CA PA CI D AD E (L ) Perfil Litológico Perfil Construtivo Teste Análise Outorga SA LD O D EM AN D A D IÁ RI A SA LD O D EM A N D A M EN SA L V az ão ne ce ss ár ia (m 3/ h) Relatório Diverso T( °C ) CO N D U TI VI D AD E EL ÉT RI CA (µ S/ cm ) pH Q Bomb Atual (m3/h) População Estimada (hab) AÇ Õ ES R EQ U ER ID AS AN EX O I - P O ÇO S CA D AS TR AD O S N O M U N IC ÍP IO D E BA RR EI RI N H A PR O F. LA T (G RA U D EC IM AL ) LO N G (G RA U D EC IM AL ) In fo rm ad a (m ) H (m ) D ia m . (p ol ) CV -0 20 M ad er ei ra , B ar d a H or a, M an da ca ru Ba rr ei rin ha M A -2 ,5 91 10 9 -4 2, 71 75 49 0, 35 6 Pv c ge o N ão In st al ad o Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão -3 4, 59 -1 03 7, 82 -2 ,8 8 in st al ar p oç o CV -0 21 23 00 03 85 31 Ba r d a Ho ra , M an da ca ru Ba rr ei rin ha M A -2 ,5 91 25 4 -4 2, 71 74 77 8 Pv c ge o En tu pi do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão -3 4, 59 -1 03 7, 82 -2 ,8 8 CV -0 22 Ba rr ei rin ha M A -2 ,5 90 71 1 -4 2, 71 72 53 27 0, 7 4 PV C G eo Bo m be an do Po ço tu bu la r ce nt rif ug a fib ra 10 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 31 ,3 12 0 6, 96 -3 4, 59 -1 03 7, 82 -2 ,8 8 tr oc ar b om ba CV -0 23 M ac ad o Ta pu io Ba rr ei rin ha M A -2 ,5 89 63 8 -4 2, 71 86 04 27 0, 4 4 PV C br an co N ão In st al ad o Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão 32 ,5 10 60 7, 35 -3 4, 59 -1 03 7, 82 -2 ,8 8 in st al ar p oç o CV -0 24 Ba rr ei rin ha M A -2 ,5 93 73 7 -4 2, 71 60 16 45 0, 6 4 PV C G eo Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt rif ug a fib ra 50 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 31 ,5 10 40 7, 44 5 25 ,4 1 76 2, 18 2, 12 tr oc ar b om ba , a ba st ec e 60 fa m ili as CV -0 25 Ba rr ei rin ha M A -2 ,5 80 63 2 -4 2, 75 79 10 34 0, 45 4 PV C G eo Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa Al ve na ria 20 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 7 76 ,8 7 23 06 ,0 2 6, 41 CV -0 26 Ba rr ei rin ha M A -2 ,5 80 63 2 -4 2, 75 78 56 0, 6 4 PV C G eo Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa Pv c 20 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 32 ,9 27 0 7, 46 -7 ,1 3 -2 13 ,9 8 -0 ,5 9 CV -0 27 Ba rr ei rin ha M A -2 ,5 80 64 1 -4 2, 75 78 65 0, 5 4 PV C G eo Pa ra do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão -7 ,1 3 -2 13 ,9 8 -0 ,5 9 CV -0 28 Ba rr ei rin ha M A -2 ,5 80 63 2 -4 2, 75 79 10 0, 4 4 PV C G eo En tu pi do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão -7 ,1 3 -2 13 ,9 8 -0 ,5 9 CV -0 29 Re st au ra nt e da S es e Ba rr ei rin ha M A -2 ,5 70 58 5 -4 2, 75 08 53 12 0 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa N ão N ão N ão N ão N ão N ão 30 ,2 12 80 7, 44 4 1, 87 56 ,2 5 0, 16 CV -0 30 Ba rr ei rin ha M A -2 ,5 70 90 7 -4 2, 74 89 92 0, 35 4 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt rif ug a N ão N ão N ão N ão N ão N ão -4 6, 13 -1 38 3, 75 -3 ,8 4 tr oc ar b om ba CV -0 31 Ba rr ei rin ha M A -2 ,5 70 61 7 -4 2, 74 87 50 0, 4 4 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt rif ug a N ão N ão N ão N ão N ão N ão -4 6, 13 -1 38 3, 75 -3 ,8 4 tr oc ar b om ba CV -0 32 Ba rr ei rin ha M A -2 ,5 69 59 2 -4 2, 74 18 03 6 0, 36 4 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt rif ug a N ão N ão N ão N ão N ão N ão 31 ,4 60 0 8, 13 2 -2 8, 90 -8 67 ,0 4 -2 ,4 1 tr oc ar b om ba CV -0 33 M an ga ba Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 30 93 2 -4 2, 77 15 73 30 0 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa N ão N ão N ão N ão N ão N ão 31 ,2 12 0 5, 41 3, 6 43 ,2 0 12 96 ,0 0 3, 60 CV -0 34 Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 30 65 2 -4 2, 77 13 40 0 4 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa N ão N ão N ão N ão N ão N ão 31 ,3 17 0 5, 35 0, 00 0, 00 0, 00 CV -0 35 Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 31 25 6 -4 2, 77 09 43 30 0, 15 4 PV C G eo Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa N ão N ão N ão N ão N ão N ão 30 ,3 22 0 4, 62 6 72 ,0 0 21 60 ,0 0 6, 00 CV -0 36 Co le gi o U I D ar cy V ar gl i Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 35 28 8 -4 2, 78 52 84 20 0, 3 4 PV C G eo Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt rif ug a N ão N ão N ão N ão N ão N ão 31 ,1 80 5, 32 6 65 ,7 0 19 70 ,9 8 5, 47 tr oc ar b om ba CV -0 37 22 00 03 85 38 Co m S ão D om in gu es Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 36 32 7 -4 2, 78 46 80 46 0, 45 6 PV C G EO Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa Al ve na ria 30 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 33 ,7 50 5, 9 15 17 3, 70 52 10 ,9 8 14 ,4 7 CV -0 38 Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 36 22 7 -4 2, 78 45 81 0, 33 4 PV C G EO En tu pi do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão -6 ,3 0 -1 89 ,0 2 -0 ,5 3 CV -0 39 22 00 05 95 14 Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 36 44 8 -4 2, 78 69 90 30 0, 35 4 PV C G EO Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa 10 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 32 80 5, 17 4 43 ,3 6 13 00 ,9 1 3, 61 CV -0 40 22 00 03 85 22 Po us ad a Bo a Vi st a Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 39 76 4 -4 2, 79 53 36 0, 2 4 PV C G EO Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa N ão N ão N ão N ão N ão N ão 32 80 5, 82 10 11 5, 36 34 60 ,9 1 9, 61 CV -0 41 22 00 03 85 74 Po us ad a En co nt ro d o N or de st e Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 42 51 8 -4 2, 79 85 76 0 4 PV C G EO Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa N ão N ão N ão N ão N ão N ão 31 16 0 4, 66 -1 3, 08 -3 92 ,3 0 -1 ,0 9 CV -0 42 22 00 03 85 37 EU P ro f C al da s, B oa V ist a Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 43 23 3 -4 2, 79 90 87 0, 24 6 PV C G EO De sa tiv ad o Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão -1 3, 08 -3 92 ,3 0 -1 ,0 9 CV -0 43 22 00 03 85 39 H ot el F la t Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 44 49 7 -4 2, 80 29 15 30 15 8 PV C G EO Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa aç o 14 00 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 32 ,1 10 0 5, 54 65 78 0, 00 23 40 0, 00 65 ,0 0 CV -0 44 22 00 03 85 23 Co nd . P ar qu e do s L en ço is Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 47 32 4 -4 2, 80 63 53 0, 35 6 PV C G EO Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa aç o 10 00 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 32 ,1 10 0 6, 05 30 35 9, 41 10 78 2, 17 29 ,9 5 CV -0 45 U I F ra nc el in a M en ez es Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 50 33 7 -4 2, 80 78 13 16 0, 2 4 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa 50 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 31 ,7 80 4, 68 3 27 ,3 2 81 9, 65 2, 28 CV -0 46 Po us ad a Co co V er de Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 50 66 8 -4 2, 81 09 95 0, 24 4 PV C G EO Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa N ão N ão N ão N ão N ão N ão 31 ,3 16 0 6, 35 -1 6, 17 -4 85 ,0 3 -1 ,3 5 CV -0 47 Pa rq ue d as D un as Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 54 62 7 -4 2, 81 55 10 14 0, 25 4 PV C G EO Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa Fi br a 10 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 32 ,7 15 0 5, 9 2, 5 26 ,4 3 79 3, 01 2, 20 CV -0 48 Es co la A na cl et o Ra m os Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 58 13 0 -4 2, 81 80 30 0, 35 4 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa fib ra 10 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 32 18 0 4, 95 -2 6, 27 -7 88 ,1 7 -2 ,1 9 CV -0 49 22 00 03 85 76 Ch ur ra sc ar ia n o Sa bo r Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 55 02 5 -4 2, 82 06 79 0, 34 4 PV C G EO Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa fib ra 10 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 32 ,7 23 0 5, 02 -1 8, 66 -5 59 ,9 2 -1 ,5 6 CV -0 50 Es co la A ng el ic a Re is Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 62 49 1 -4 2, 81 95 06 0, 36 4 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Ce nt rif ug a 9 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 30 ,5 13 0 4, 95 3 25 ,3 0 75 9, 03 2, 11 tr oc ar b om ba CV -0 51 22 00 03 85 85 Po us ad a N ic ol e Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 55 29 5 -4 2, 82 45 53 6 PV C br an co Ab an do na do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão 12 11 7, 01 35 10 ,4 3 9, 75 CV -0 52 Re st au ra nt eT er ra l Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 45 12 0 -4 2, 82 75 03 18 0, 2 4 PV C br an co De sa tiv ad o Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão -1 ,1 9 -3 5, 66 -0 ,1 0 CV -0 53 22 00 03 85 69 Po us ad a G ilt ur Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 84 77 2 -4 2, 84 20 77 80 0, 54 10 PV C G EO Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa 8 Al ve na ria N ão N ão N ão N ão N ão N ão 0, 00 0, 00 0, 00 CV -0 54 Cj M un ci co C os m o Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 70 15 2 -4 2, 85 10 13 80 0, 85 10 PV C G EO Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa 15 Al ve na ria 10 00 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 32 39 0 6, 26 -0 ,4 8 -1 4, 27 -0 ,0 4 CV -0 55 22 00 03 85 77 Es c Jo aq ui m S oa re s d e Ca rv al ho Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 52 19 1 -4 2, 82 77 87 0, 3 4 PV C G EO Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa fib ra 50 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 32 ,3 30 0 5, 95 -2 0, 21 -6 06 ,2 8 -1 ,6 8 CV -0 56 22 00 03 85 24 Po us ad a Ti a Co ta Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 51 10 7 -4 2, 82 84 36 0, 1 4 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa N ão N ão N ão N ão N ão N ão 31 46 0 5, 74 -2 0, 21 -6 06 ,2 8 -1 ,6 8 CV -0 57 22 00 03 85 66 Du L ar M ov ei s Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 49 63 4 -4 2, 82 90 05 0, 1 4 PV C br an co De sa tiv ad o Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão -6 ,3 0 -1 89 ,0 2 -0 ,5 3 CV -0 58 22 00 03 85 82 Po us ad a Li ns Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 50 56 3 -4 2, 82 73 94 0, 1 4 PV C G EO Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa N ão N ão N ão N ão N ão N ão -1 6, 29 -4 88 ,5 9 -1 ,3 6 CV -0 59 22 00 03 85 84 Po us ad a do R io , R ua C az uz a Ra m os , 7 00 Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 46 94 2 -4 2, 83 01 79 0, 1 4 PV C br an co Ab an do na do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão -3 ,9 2 -1 17 ,6 9 -0 ,3 3 CV -0 60 22 00 05 95 22 Po us ad a M ar iti m a, R ua N ov a Ca rn au ba l Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 49 33 4 -4 2, 83 27 82 0, 1 4 Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa N ão N ão N ão N ão N ão N ão 33 ,1 70 5, 44 -2 6, 51 -7 95 ,3 0 -2 ,2 1 CV -0 61 22 00 03 85 70 Ja ks on N un es M ar tin s Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 61 86 3 -4 2, 84 18 22 10 0, 6 4 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa 50 0 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 31 ,2 30 5, 2 2 4, 86 14 5, 81 0, 41 CV -0 62 22 00 03 85 71 Co nd P or ta l d as D un as Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 60 53 4 -4 2, 84 18 78 0, 3 4 PV C G EO Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa fib ra 10 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 32 ,4 16 0 6, 2 6 52 ,8 6 15 85 ,8 1 4, 41 CV -0 63 22 00 03 85 61 Es co la R os ea ny S ar ne y Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 58 35 7 -4 2, 83 80 52 0 4 PV C G EO Ab an do na do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão -0 ,9 5 -2 8, 53 -0 ,0 8 CV -0 64 22 00 03 85 72 Po us ad a Vi st a do R io Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 58 20 3 -4 2, 83 79 98 4 PV C G EO Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa N ão N ão N ão N ão N ão N ão -0 ,9 5 -2 8, 53 -0 ,0 8 CV -0 65 22 00 03 85 62 U ,E D om in go s C ar va lh o B, M ur ie l Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 53 71 0 -4 2, 83 27 92 PV C br an co Ab an do na do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão -1 2, 96 -3 88 ,7 3 -1 ,0 8 CV -0 66 22 00 03 85 65 Po us ad a M ur ic i Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 52 03 1 -4 2, 83 41 34 0 4 PV C br an co Bo m be an do Po ço tu bu la r Su bm er sa fib ra 50 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 31 20 0 6, 95 -6 ,6 6 -1 99 ,7 2 -0 ,5 5 CV -0 67 22 00 03 85 36 Ru a do M er ca do Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 52 08 6 -4 2, 82 97 29 PV C br an co Ab an do na do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão -3 1, 62 -9 48 ,6 6 -2 ,6 4 CV -0 68 22 00 03 85 73 Po us ad a Bu rit is Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 53 51 1 -4 2, 82 77 30 70 0, 12 6 pv c ge o Bo m be an do Po ço tu bu la r su bm er sa Al ve na ria 15 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 32 19 0 7, 02 15 16 8, 23 50 46 ,9 3 14 ,0 2 CV -0 69 Ig re ja P re sib te ria na Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 51 89 9 -4 2, 82 66 63 pv c ge o Bo m be an do Po ço tu bu la r N ão N ão N ão N ão N ão N ão -6 ,4 2 -1 92 ,5 8 -0 ,5 3 CV -0 70 22 00 03 85 68 Re sid en ci al P or to L en ço is Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 39 79 8 -4 2, 81 88 99 0, 08 4 PV C ge o Bo m be an do Po ço tu bu la r su bm er sa Fi br a 20 00 0 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 32 86 0 7, 24 0, 00 0, 00 0, 00 CV -0 71 22 00 03 85 81 Po us ad a G ira so l Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 52 49 7 -4 2, 82 72 20 0, 26 4 Pv c co m um De sa tiv ad o Po ço tu bu la r Co m pr es so r Fi br a 50 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão -2 0, 21 -6 06 ,2 8 -1 ,6 8 To ca r b om ba p ar a su bm er sa CV -0 72 Po us ad a Re ca nt o do s L en ço is Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 73 00 1 -4 2, 84 70 88 0, 39 4 Pv c co m um Ab an do na do Po ço tu bu la r Co m pr es so r Fi br a 50 00 N ão N ão N ão N ão N ão N ão 0, 00 0, 00 0, 00 To ca r b om ba p ar a su bm er sa CV -0 73 Sa nt o An to ni o Ba rr ei rin ha M A -2 ,7 29 76 6 -4 2, 83 06 23 -1 2, 84 -3 85 ,1 7 -1 ,0 7 D AD O S G ER AI S EQ U IP AM EN TO B O M BE AM EN TO Re se rv at ór io D oc um en ta çã o D is po ní ve l AN A LI SE Q U IM IC A D EM AN D A H ÍD RI CA AÇ Õ ES R EQ U ER ID AS N º PO ÇO CÓ D IG O S IA G AS LO CA LI ZA ÇÃ O M U N IC ÍP IO U F CO O RD EN AD AS G EO G RÁ FI CA S Bo ca Ti po Re ve st im en to SI TU AÇ ÃO N AT U RE ZA Tipo Crivo (m) Potencia (CV) Diam Edutor Energia TI PO CA PA CI D AD E (L ) Perfil Litológico Perfil Construtivo Teste Análise Outorga Relatório Diverso SA LD O D EM AN D A D IÁ RI A SA LD O D EM A N D A M EN SA L V az ão ne ce ss ár ia (m 3/ h) T( °C ) CO N D U TI VI D AD E EL ÉT RI CA (µ S/ cm ) pH Q Bomb Atual (m3/h) População Estimada (hab) ANEXO II FOTOS - MUNICÍPIO DE BARREIRINHA Poço CV 14 Poço CV 53 Poço CV 17 Poço sem laje de proteção e cercado adequados Poço CV 35 Poço com muita vegetação crescendo em volta Poço CV 26 Poço CV 71 Poço CV 11 Poço sem tampa Poço CV 19 Poço CV 09 Poço CV 43 Poço com laje de proteção e cercado adequado Poço CV 68 Poço CV 22 ISBN 987-65-5664- - SGB.GOV.BR