568000 -38°22' 570000 572000 -38°20' 574000 -38-3º5187°61'5087'060000 578000 -38°16' -12°48' HIPSO METRIA MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CRÉDITO S TÉCNICO SSECRETTARRAINAS DFEO GREMOALÇOÃGO I AM, IMNEINREARLAÇÃO E DEPARTAMENTO DE GESTÃO TERRITO RIAL - DEPARTAMENTO DE HIDRO LO GIA - DEHID MINISTRO DE ESTADO Cassio R DoEbGerEtoT da Silva Frederico Cláudio P eixinho Edison Lobão Ge ologia d e Enge nha ria e Ris c o Ge ológic o Ca rtogram a HMiéddroialsó gAinc ou a–i sD ea dMoesn ds ea iPs re c ipita çõe s Altitud e s (m ) SECRETÁRIO EX ECUTIVO Jorge P imentel AchilesE bEedru Jaordso Guerra Castro Monteiro0 - 10 SIMÕES FILHO Márcio P ereira Zimmermann Coord e na çã o Na cSiuons ca el tMívaepise a m e nto d e Áre a s Ivete S éo udzea A dned Aralmdee iPdianto -12°50' 10 - 25 0##0 SEC 25 - 50 MINERAÇÃOR EE TTÁRRAINO S DFEO GRMEOALÇOÃGO I AM,INERAL Sandra Fernandes da Silva Mod e la ge m d a Ca rta Pre lim ina r d e Sus c e tibilid a d e 50 - 75 Carlos Nogueira da Costa Júnior SaCnoord e na çã o Téc nic a ÍtJaolos éP Lrautiaz dKee pMeel nFeilzheos 75 - 100 CPRMC O– NSERVIÇRIO JOANES SELHO O D GEE AODLMÓIGNIICSTO R DAOÇ ÃBORASIL Maria d rAad Feelarinandes da Silva Pre s id e nte Maria AEndggéalircd d a eS Bh M ain aznrrea stitoo ni Maia Elabora çã o d e Su R amos Ma brpiar oAdnugtéolisca d Boa Mrroedtoe Rloa Dmiogsita l d e Ele va çã o Carlos Nogueira da Costa Júnior LAU R O DE FR EIT AS Conc e pçã o Me tod ológic a H evertEosnt adgiários#0 #0 Vic e -Pre s id e nte IP T - Instituto de P esquisas T ecnológicas Aldeneidiaan eS iSlvaan Ctaonsata-12°52' P Manoel Barretto da R ocha Neto CP R M - Serviço Geológico do Brasil Letícia Nunes de Almeida Gouveia #0 DIRETO RIA EX ECUTIVA Se ns oriam e nto Re m oto e G ManoeDl iBreatrorer-ttPor edsai dR eoncthea Neto Maria Angélica Barre etoo pRraomc eosss a m e nto Supe rinte nd ênc iaA Rpoe igoiona l d e Sa lva d or 0# 8582000 0#0##0 8582000 Dire tor Td he a Hleisd rdoel oQguia e Ge s tã o Elabora çã o d os Pa d rõe s d e Re le vo Supe rinte #0 #0 eiroz SampaTieorritoria l Alberto Franco Lacerda T eobaldo R odrigues nded eOnltive eira Junior 0# #0 Represa de Cachoeirinha Dire tor d e Ge ologia e Re c urs os Mine ra is Exe c uçVã oio ldeata C daer tSao duez aS Musacrteintisbilid a d e Ge re nte dGeu sHtaidvroo Cloagrinae eir oG deas tSã iolv aTe rritorial-12°54' R oberto V entura Santos Cidade #0#0 #0 Maria Angélica Barreto R amos Fonte :Elaborado a partir do Modelo Digital de Elevação com P 0# #0#0 Dire tor d e Re la çõe s Ins tituc iona is e Sis te m a d e Inform a çã o Ge ográfic a Ge re nte d e Re laçõeresolução altimétrica de 1,8m, cedidos pela Superintendência de 0 1 2km De s e nvolvim e nto Maria Angélica Barreto R amos José d sa ISnsilvtiatu Acmioanraali sS ea nDtoess e nvolvim e nto Estudos Econômicos do Estado da Bahia (SEI -2010). Antônio Carlos Bacelar Nunes -38°22' -38°20' -38°18' -38°16' 0# Supe rvis ã o0# #0 Dire tor d e Ad m inis tra çã o e Fina nça s Ivanara P ereira Lopes dos Santos-12°50' #0 #00# -12°48' DECLIVIDADE -12°50' Eduardo Santa H elena da Silva EClioarnree çMãaolt aT odpoosl óSgainctaos Apoio nos Traba lhos d e DCoamm pMaríliai nFg oo –s erre Ddeiraa fSe silvaa Civil d e Lauro d e Fre ita s Igor da Silv Saouza Idnacsli nvearçtãe on -12°50' te s (°) QUADRO -LEGENDA A - SUSCETIBILIDADE A MO VIMENTO S GRAVITACIO NAIS DE MASSA Áre a Áre ae duir#0 f bicaandizaa d a/ 0-2 SALVADO R Cla s s e Fotos Ilustrativa s Ca ra c te rís tic a s pre d om inante s km 2 %* km 2 %**2-5 5-10 ••RFoerlmevao :d taasb eunleciroossta dsi:s sceocnavdeoxas sc oem ín vgarelemse esn;caixados, encostas íngremes; 10-17 8580000 8580000 ••ADmecplilvitiuddaedse:s v: aerniatnred o1 0dºe a 2 02 5mº entaross á aretéa sm daeio rmesa iqourees 8 a0m mpelitturodse;Alta •aLlgiumas encostas; s podendo atingir até 30º em 0,45 0,79 0,012 0,037 LAU R O DE FR EIT AS #0 -12°52' P ••PDre tonlsoigdiaa: gnaocessodse: dde i slisneesa gmreanntulíticoseslizamentoo se/ erasstr uet uroracsh:a bsa sixead;imentares;tejo. d•Ree dleuvnoa:s Tea pblualneíicroiess dfliussveiacias.dos, colinas amplas e suaves e subordinadamente em campos#0 CAMAÇARI •Forma das encostas: convexas e côncavas Méd ia ••ADmeplitudes: 0 a 6•Litoclloivgidiaa: dseesd:i menetr 0e m10eºtr eo sntos aren2o0sºo. 14,10 24,45 2,71 8,305 0# RIO IPITANGA • s•PDreoncseidsasodse: ddee slilnizeaammeennttoo se/ erasstrtu etu arragsi:lob-aaixrean;osos -12°54' ejo. Cidade rFeosnotleu:çãoE laalbtimoréatdroic aa d ep a1r,t8irm d, oc eMdioddoelo Digital de Elevação com P #0 •R elevo: P lanícies fluviais, lacustres e costeiras e subordinadamente em colinas amplas e Estudos Econômicos do Estado da Bash i ap e(SlaE IS -u2p0e1r0in).tendência de 0 1 2km s•Fuoarvmeas ed atas beunlecoiros-38°22' -38°20' -38°18' -38°16' •Amplitud sta .s: côncavas Baixa RELEVO ••DLietoclloivgiidaa edse:s d: e< 05-050 metros 43,10 74,76 29,95 91,648 -12°48' •Densidad: es eddeim lineenatomse anrteonosos e argilosos;•P rocessos: rastejo s/estruturas: baixa; Pa d rã o d e re le vo P lanícies e terraços fluviais (*)P orcentagem em relação à área do município. (**) P orcentagem em relação à área urbana/edificada do município. P(cloarndícõieess leito terârnraeçooss) marinhos 8578000 85780000##00# P lanícies fluviomarinhas (mangues) #0 0#0# Áre a urba niza d a/ P lanícies fluviolacustres (brejos) QUADRO -LEGENDA B - SUSCETIBILIDADE A INUNDAÇÕES Áre a -12°50' Campos de dunas Cla s s e Fotos Ilustrativa s e d ific a d a Ca ra c te rís tic a s pre d om inante s km 2 %* km 2 %** T abuleiros T abuleiros dissecados -12°52' #0 -12°52' Colinas #0 ••RSoelloesv:o :s polaAlta arenosos lo nsí chieidsr oamluóvirafiicso; sp la(Nníecoiesss oflluovsi aQisu; aflrutzvoioa-rlaêcnuicsotrse)s ;e f luavluiov-iõmeasr inahreanso e- acrogsiltoesiroass e/ou LAURO DE FREITAS 6,39 11,07 5,60 92,06R LAU R O DE IO JO ••PArltoucrae sdseo sin: uinnudnadçaãçoã: oa,t éa l1a gma memen rteol aeç aãsos ào rbeoarmdae ndtao calha do leito regular do curso d’água;FR EITAS ANES -12°52' P Baixa ••SR oelloesv:o: coli•Altura daere inno nsaoss e terraços fluviais, além de áreas de vale mais distantes das drenagens. 0# d’água; unda çeã aor:e dneo -2a rmgil o as o3s m em relação à borda da calha do leito regular do curso 0,61 10,90 0,48 7,94 #0 #0 •P rocessos: inundação, alagamento e assoreamento -12°54' Cidade (*)P orcentagem em relação à área do município. (**) P orcentagem em relação à área urbana/edificada do município.P rFeosnotleu:çãoE laalbtimoréatdroic aa d ep a1r,t8ir do Modelo Digital deEstudos Econômicos do Estmad, oc eddaid Boash i ap e(SlaE SI u-2p0e1r iEntleenvadçêãnoc 0). i cao m de 0 1 2km 8576000 8576000 -38°22' -38°20' -38°18' -38°16' Fe içõe s a s s oc ia d a s a m ovim e ntos gravita c iona is d e m a s s a e proc e s s os c orre latos -12°48' PRECIPITAÇÕES MÉDIAS ANUAIS E MENSAIS 0# Cicatriz de deslizamento recente indicativa de suscetibilidade BA-9 9 Conve nçõe s Ca rtográfic a s -12°50' Área urbanizada/edificada Curso de água perene Is oie ta s Anuais Méd ia s d e 1977 a 2006 Estrada pavimentada Curso de água intermitente 1.714 - 1.741 mm Estrada não pavimentada Massa de água Limite municipal LAU R O DE FR EIPT AorStão" Alagado / área úmida -12°52' P Curva de nível (espaçamento de 40 m) 8574000 8574000 -12°54' NO objteat:o D06o0c2u mdeon tPor ogcarartmogar ádfeic oG ecsotãmop ldeem eRnitsacro sa oe qapuaontadas na carta indicam áreas de predominância eFsopnatceia: lF deeiç 0õ,e8.0 Á mre; aMsD uSrb caonmiz adreasso/eludçifãicoa adlatism, éotbritcidaa sd ep o1r, 8m mei)o cdeed ifdoatos inpteerlap reStuaçpãeori ndteen doêrtnocciaa rdtaes E (setuscdaolsa E1c:1o0n.ô0m00ic; orse sdoolu Eçsãtoa do R esposta a Desastres N nto ao processo analisado. Não indica a trajetória -12°54' da Bahia (2010) e levantamento de campo. P lurianual 2012-2015 do Maitnuirsatéisr,i oi ndcolu Pídlaon enjoa mPelnatnoo, tea mop orauicoo dea alicnatenrcaeç ãdoo s enmtraete rioasis mproobcieliszsáovse.i s Ae Oprbesc.á: rAioss á, rcehaásc aurrabsa nei zinaddúasst/reiadsif.icadas incluem: áreas urbanizadas propriamente ditas, equipamentos urbanos, assentamentos eO nrtçraem oeunttroa se reGfeersêtnãcoi.a sS, uaas edliarebtorirzaeçsã oc ocnotnidsaidse rnao, áclraesassi ficoançdãeo a replraotpivean s(ãaolt aa, o mpérodciae,s sbaixa) aponta -12°54' mrisacnou aa ld peasrlaiz zon o é maior ou P Cidade T écnico de Damese enatmo, epnutob lidcea dsou secme ti2b0il0id8a pdeel,o periglizamentos e T aludes Cons trCuoídm o oi teê pmoes, ided neo rh entifica mve açãr co o á m nrãe p oa asr acçoãmo é possí ac laoutras. Dvel sdseevsid od iàs etinnttraos ,d amsa zsonas " Localidade escala da c asrtuaa. -48° -46° -44° -42° -40° -38° -36° -34° 0 1 2km gdeaso loagsisao ciaçõe(ISSMGE,d eIA EeGn sg teénchnaico-cie e ISRriaM e- nteífnicgaesn hinatreiarn agceionJ T C-1) e traduzoité acisn idcae Naporse steernretanro sd,e a mtraondsoi çãmoa eisn tgrer aadsu aclla. sSseuss cteetnibdieli daa dsee -8° LO CALIZ AÇÃO DO MUNICÍPIO -8°do em baixa não significa que os processos não poderão ser CARTA DE SUSCETIBILIDADE A MO VIMENTO S-38°22' -38°20' -38°18' -38°16' 2013 pela ABGE e ABMS. A carta tem caráter gerados em seu domínio, pois atividades humanas HIETO GRAMAS infor GRAVITACIO NAIS DE MASSA E INUNDAÇÃOaaptivoindmaadteivso dee ép laenlaeborada para uso exclusivo em podem modificar sua dinâtando-se áreas jaqmuaennttoo aeo gdeessteãnov odlvoi mteernrtitoó rdioe, lfoeciçaõlmese ntaes sao ccialadsasse inad icpardomciecsa. A presa. Os osz onepaomdeee nçaa dentol tenrãaor Base cartográf SALVADO R -10° -10°processos do meio físico que podem ocasionar pode ser utilizado para avaliar a estabilidade dos 0hi,d8r0o gmra;f iaM eD Ssisictae mdaig vitiaálr iaod peeqluaa CdaP RàM ceosmca lbaa s e1 :2e5m. 0o0r0to, c aortnadse (e sfocraalam 1r:e1a0l.i0z0a0d;a sre s ogleunçeãroa leizsapçaõceiasl ndaedeleasbaosrtareçsã on adtau rcaaisrt.a A ess com resolução LAURO DE FREITAS - BAtinãfoo remma çcõoensf ogrmeriaddaadse pcaorma aa etesrcreanlao sq,u eb enmão csoemjao a n dãeo osrieg edme,s tsinean dao qeumep traeigso u seoms DEcaodnoôsm Giceoose sdpoa Ecisatiasd doo d IaN BFaO hRiaM a(ltiméS2)0.1R0t)ricael eev od ad eB a1s,e8 Cma)r tocgerdáidfiacas SpeIClaA R S1u9p9e2r in- teesncdaêlan c1ia:2 . 00d0e (BEasstued does ESCALA 1:20.000 aespcreaslae nta1d:25.0 sombreado extraído do Modelo Digital de Elevação (SEI, -12° -12° carta pressau peõm 00 ,e poe as ccaola dend nss umltae o noreevse. nAtu aulmtiente ser inapropriados podem resultar em conclusões 2010). Iluminação artificial azimute: 315º e inclinação 45º e azimute 45º e inclinação 45º. Consolidação 0,5 0,25 0 0,5 1 1,5km técnico que a acompanha, d epnroémviain aadoo "d lizoaCac çuãmoe ndtao isnãcoorretas. Estudos mais detalhados em nível local da base e finalização cartográfica realizada pela Superintendência R egional de Salvador.rtas de susc entibeicliedsasdáer ioaslt,a ep marétidcuiala, rpmodeennted o epmro duázrier alism itdees A CP R M agradece a gentileza da comunicação de quaisquer falhas ou omissões verificadas nesta carta. -14° Lauro de Freitas -14° O rigemP dRaO qJuEilÇomÃOet rUagNeIVERSASuscetibilidade a Movimentos Gravitacionais de distintos ante os apontados na carta. Nas áreas acrescidas as constman UteTsM 1: L 0 E T 00q RuA0 ad NoSk m r VeE MReSrAid iDanEo M CEeRntCraAlT 3O9R° W . Gr., EMxapslsicaa tivea ".I nOun dzoançõeeams, en1t:o2 5a.p0r0e0s en- taNdoo taé dTeé cnníivceal culrabsasneizsa idnadsic/eaddiafisc apdoadse, mre sessatalvra a-sltee roa dfaatso, dpea rqau me aaiss Datum horizontal: SI eR G50A0S k2m00, 0respectivamente. FP oINnTteO:, E. J. de A.; AZAMBU JA, A. M. S. de; FAR IAS, J. A. M.; P ICK-BR ENNER , K.; SALGU EIR O , J. P.de B.; 8572000 bpráesdicisop oen eenstetás efusnpdaacmialeiznátavdeois , eombt idfaotso rpeosr mnaetiuor adies ooucu ppaarçaã om eenxoisst,e an ted.e pAe nindceidr êdnoc igar adue dseu isncfleutêibnilcidiaa ddea -16° -16° 8572000SO U SA, H . R . (Coords.).Atlas pluviométrico do Brasil: isoietas mensais, isoietas trimestrais, isoietas anuais, meses Re vDisEã ZoEMBRO 2014 Gmeaoisl osgeiac odso, Bmreasseils; mLeavisa ncthaumveonstoos , dtari m Gesetoredsiv emrsaiidsa sdeec; osS,i s tterimmae sdtere Isn fmoramisa ç cãhou Gvoesoogsr á.f iBcara-SsíIlGia :- vCePrsRãMo ;2 .P0;r o1g DraVmDa, dcoismpopnilaívçeãios ee tvraaltiadmaçeãnoto edme cdaamdopso . seAcsu ndzoánriaoss palotate enmcia ál rdeea sri urbanizadas pressupõe condições com 1a - Junho 2015 EEqscuaiplae 1:5.000.000, atualizado em novembro/2011. sco maior e requer estudos específicos. Azambu Ejax; eCcaurtloorsa : EAdduraiarndao dBe uOrilniv eWireas Dchaenntafes;ld Deer;n Aisndré Luis M. R eal dos Santos; Andressa Macêdo Silva de -18° BA -18°FM. aNrg. aMriadrac uRzezog;u eIvireat ed Sao u zCao sdtea ; AO lmsveaidlcaé;l i oJ e aMn eRrcic ea rCdoh ridstinês Furtua nS ai lvdae R ezende Meloato; Pdaou Nloa sdceim Teanrtso ; ;É Jroicsaé CArliesxtiannad Mrea c Mhaodroe ir; aF r aFnacio R . R odrigues;V anesca Sartorria scso; Medeiros; nov., 2011. elli -48° -46° -44° -42° -40° -38° -36° -34° * Médias mensais estimadas a partir das isoietas de médias mensais. 568000 -38°22' 570000 572000 -38°20' 574000 -3-388º51°178'65'0706000 578000 -38°16' 26/06/2015 Oce Oa ce Oc On co a no e aA nt l Atlân o e a A nt oâ lâ t nti i A co nti tc c lâo o ntico Rio Sapato ou Vala OCEANO ATLÂNTICO