#0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0#0#0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0#0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0#0#0 #0 #0 #0 #0 #0#0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0#0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0#0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0#0 #0 #0#0 #0 #0#0 #0 #0 #0 #0 #0 #0 #0#0#0#0 #0 #0#0 #0#0 #0#0 #0 #0 #0 #0 #0 R RJ-17 8 BR-101 RJ-106 RJ-168 RJ -16 2 Linh a V erde MO RRO DO O U RO P EDRA REDO N DA S ERRA DA CRU Z S ERRA DA V IT Ó RIA S E RR A D E S Ã O MA N U EL S E RRA D AS P E DRIN HAS Córrego Franc isco Dias C órrego da Raquel Có rrego Fu nd ão Ale gre Ca na l Ju rum irim Rio Areia Branca Rio Bo m Jar dim Va la Jur um irim Rio Duas Barras Rio São Pedro Córrego Gemedor Córrego da Serra Córreg o da Lage Có rrego Se co Rio D´Anta Córrego Grande Rio Sana Canal Macaé -C am po s Ca na l d as Pe dri nh as Córrego da Boa Sorte Córrego Providência Rio do Ou r iço Córrego do Morro Córrego do Muzi Rio Pu rga tór io Córrego daG lória Córre go Monte Azul Va lão Je nip apo Rio Crubixais Córrego do Ouro Córrego São Bento Ca na l do Lagarto Rio das Pedras Córrego Var ge mA lta Córrego daPrata R io doLírio Córrego do Colégio Ri o Imboassica Cór reg oS antana R io dos Quarenta Rio do Ouro Rio da Peroba Rio Macaé Có rrego Aleg re S ana Córrego do O uro Frade G licério MACAÉ -41°45' -41°45' -41°50' -41°50' -41°55' -41°55' -42°0' -42°0' -42°5' -42°5' -42°10' -42°10' -42°15' -42°15' -22°5' -22°5' -22°10' -22°10' -22°15' -22°15' -22°20' -22°20' -22°25' -22°25' -22°30' -22°30' 790000 790000 800000 800000 810000 810000 820000 820000 830000 830000 840000 840000 7510000 7510000 7520000 7520000 7530000 7530000 7540000 7540000 7550000 7550000 7560000 7560000 Nota :Documento cartográfico complementar ao O bjeto 0602 do P rograma de G estão de Riscos e Resposta a Desastres N aturais, incluído no P lano P lurianual 2012-2015 do Ministério do P lanejamento, O rçamento e G estão. S ua elaboração considera, entre outras referências, as diretrizes contidas no manual para zoneamento de suscetibilidade, perigo e risco a deslizamento, publicado em 2008 pelo Comitê T écnico de Deslizamentos e T aludes Construídos, das associações técnico-científicas internacionais de geologia de engenh aria e engenh aria geotécnica (IS S MG E, IAEG e IS RM - JT C-1) e traduzido em 2013 pela ABG E e ABMS . A carta tem caráter informativo e é elaborada para uso ex clusivo em atividades de planejamento e gestão do território, apontando-se áreas quanto ao desenvolvimento de processos do meio físico que podem ocasionar desastres naturais. As informações geradas para a elaboração da carta estão em conformidade com a escala 1:25.000, podendo eventualmente ser apresentada em escalas menores. A utilização da carta pressupõe a consulta prévia ao documento técnico que a acompanh a, denominado "Cartas de S uscetibilidade a Movimentos G ravitacionais de Massa e Inundações, 1:25.000 - N ota T écnica Ex plicativa". O zoneamento apresentado é de nível básico e está fundamentado em fatores naturais predisponentes espacializáveis, obtidos por meio de compilação e tratamento de dados secundários disponíveis e validação em campo. As zonas apontadas na carta indicam áreas de predominância quanto ao processo analisado. N ão indica a trajetória e o raio de alcance dos materiais mobilizáveis e tampouco a interação entre os processos. A classificação relativa (alta, média, baix a) aponta áreas onde a propensão ao processo é maior ou menor em comparação a outras. Dentro das zonas pode h aver áreas com classes distintas, mas sua identificação não é possível devido à escala da carta. N os terrenos, a transição entre as classes tende a se apresentar de modo mais gradual. S uscetibilidade baix a não significa que os processos não poderão ser gerados em seu domínio, pois atividades h umanas podem modificar sua dinâmica. A presença de feições associadas a processos pode alterar localmente a classe indicada. O zoneamento não pode ser utilizado para avaliar a estabilidade dos terrenos, bem como não se destina a emprego em escala que não seja a de origem, sendo que tais usos inapropriados podem resultar em conclusões incorretas. Estudos mais detalh ados em nível local são necessários, particularmente em áreas de suscetibilidade alta e média, podendo produzir limites distintos ante os apontados na carta. N as áreas urbanizadas/edificadas, ressalva-se o fato de que as classes indicadas podem estar alteradas, para mais ou para menos, a depender do grau de influência da ocupação ex istente. A incidência de suscetibilidade alta em áreas urbanizadas pressupõe condições com potencial de risco maior e requer estudos específicos. Base cartográfica digital e limites municipais, na escala 1:25.000. Dados não publicados, gentilmente cedidos pelo IBG E (ano de referência: 2013). O rtofotos, na escala 1:30.000 (voo médio, na escala 1:30.000, precisão vertical maior que 5 m e grid de 10 m x 10 m). Dados do P rojeto Rio de Janeiro (IBG E, 2010). Relevo sombreado ex traído do Modelo Digital de Elevação proveniente do P rojeto T O P O DAT A (IN P E, 2011). Iluminação artificial: azimute 315º e inclinação 45º. A CP RM agradece a gentileza da comunicação de falh as ou omissões verificadas nesta Carta. -41° -41° -42° -42° -43° -43° -44° -44° -45° -45° -21° -21° -22° -22° -23° -23° Macaé LOCALIZAÇÃO DO M U NICÍPIO RJ Qua d ro-legend a A - Susc etib ilid a d e a m ovim entos gra vita c iona is d e m a ssa Cla sse Foto ilustra tiva Ca ra c terístic a s p red om ina ntes Área Área urb a niza d a / ed ific a d a km 2 % (*) km 2 % (**)  Relevo: P redominam nas escarpas serranas. S ubordinadamente, ocorrem nos alinh amentos serranos e morros elevados e em faix as de encostas nos morros baix os;  Forma das encostas: retilíneas e côncavas, com anfiteatros de cabeceiras de drenagem abruptos; N as porções altas formam vales encaix ados, com formação de depósitos de tálus nos sopés das vertentes;  Amplitudes: predominam entre 600 a 1700 m;  Declividades: predominam acima de 25°;  Litologia: principalmente granitos, kinzigitos e paragnaisses;  Densidade de lineamentos/estruturas: Alta, paredões roch osos com descontinuidades (foliações, fraturas, juntas e falh as) que propiciam a formação de lascas;  S olos: bastante variados em espessura e composição;  P rocessos: deslizamentos, corridas, quedas e rolamentos de blocos, enx urradas e erosão. 312,66 25,70 0,33 0,44  Relevo: P redominam na base das encostas dos Alinh amentos S erranos e Escarpas S erranas, nos Morros Elevados e subordinadamente em faix as de encostas nas Colinas Dissecadas e Morros Baix os;  Forma das encostas: predomínio de convex as. Formação de V ales amplos, com predomínio de contribuição de material das vertentes;  Amplitudes: predominam de 400 a 600 m;  Declividades: predominam entre 10º e 25°;  Litologia: principalmente granitos, kinzigitos e paragnaisses;  Densidade de lineamentos/estruturas: Alta, foliações, fraturas, juntas e falh as que propiciam a formação de lascas e formação de blocos;  S olos: predominam evoluídos e espessos;  P rocessos: deslizamentos, rolamento de blocos, rastejos e erosões. 277,66 22,82 1,19 1,59  Relevo: T erraços altos, rampas de alúvio-colúvio, colinas amplas e suaves, áreas com baix a declividade nos bordos e na base das encostas, terraços marinh os (cordões litorâneos);  Forma das encostas: convex as suavizadas e topos amplos;  Amplitudes: < 400 m;  Declividades: < 10°;  Litologia: principalmente granitos, kinzigitos e paragnaisses;  Densidade de lineamentos/estruturas: baix a até nula;  S olos: argilosos espessos e bem desenvolvidos;  P rocessos: rastejo e erosão de costa. 626,25 51,47 32,31 43,19 (*) P orcentagem em relação à área do município. (**) P orcentagem em relação à área urbanizada/edificada do município. Alta Média Baixa CARAPEBU S NOV A FRIBU RGO CONCEIÇÃO DE M ACABU TRAJANO DE M ORAES RIO DAS OSTRAS Qua d ro-legend a B - Susc etib ilid a d e a inund a ções Cla sse Foto ilustra tiva Ca ra c terístic a s p red om ina ntes Área Área urb a niza d a / ed ific a d a km 2 % (*) km 2 % (**)  Relevo: P redominam amplas superfícies planas, sub-h orizontais correspondentes às planícies aluviais do Rio Macaé e seus afluentes. O correm tambem em áreas de sistemas deposicionais continentais com influência marinh a, linh as de costa e baix adas litorâneas;  P adrões de canais meandrantes e divagantes, sob alguma influência de flux os de marés;  P redominam amplitudes inferiores a 20 m e declividades muito baix as (< 20);  S olos: h idromórficos e aluviões areno-argilosos e/ou arenosos, areias, siltes e argilas orgânica ou com fragmentos de conch as, terrenos periodicamente inundados, mal drenados, e com nível d’água subterrâneo aflorante a muito raso;  Altura de inundação: predomina até a curva de 20 m nos cursos d’águas principais;  P rocessos: inundação, alagamento e assoreamento. 209,25 17,20 26,17 34,98 M éd ia  Relevo: P redominam em terraços fluviais em vales amplos; rampas de alúvio colúvio nas porções médias e altas das drenagens; T erraços marinh os (cordões litorâneos) próx imos a calh as de rios;  P redominam amplitudes superiores a 20 m e inferiores a 30 m e declividades baix as (< 50);  S olos: S edimentos arenosos, mal drenados e com nível d’água subterrâneo raso a pouco profundo;  Altura de inundação: entre 1 e 2 m em relação à borda da calh a do leito regular do curso d’água;  P rocessos: inundação, alagamento. 54,85 4,50 14,54 19,43 Ba ixa  Relevo: terraços fluviais altos e/ou áreas nos flancos de encostas, com amplitudes e declividades baix as, que podem ser ocasionalmente atingidas por inundações;  P redominam amplitudes superiores a 30 m e inferiores a 40 m e declividades baix as;  S olos: variados, não h idromórficos, com nível d’água subterrâneo pouco profundo;  Altura de inundação: acima de 2 m em relação à borda da calh a do leito regular do curso d’água;  P rocessos: inundação e alagamento. 11,94 0,98 0,96 1,28 (*) P orcentagem em relação à área do município. (**) P orcentagem em relação à área urbanizada/edificada do município. Alta 23/09/2015 CARTA DE SU SCETIBILIDADE A M OV IM ENTOS GRAV ITACIONAIS DE M ASSA E INU NDAÇÃO M U NICÍPIO DE M ACAÉ- RJ ESCALA 1:80.000 NOV EM BRO 2013 Revisão 1a - Setem b ro 2015 PROJEÇÃO U NIV ERSAL TRANSV ERSA DE M ERCATOR O rigem da quilometragem U T M: Equador e Meridiano Central 45° W . G r., acrescidas as constantes 10000 km e 500 km, respectivamente. Datum h orizontal: S IRG AS 2000 OCEANO ATLÂNTICO 2 0 2 4 6km -42º0́ 810000 -42º5́800000 P " " " R R R R ' 11 00 15 00 2100 2000 12 00 1700 13 00 1900 16 00 140 0 1800 MACAÉ Barra de Macaé Iriri Frade Cach oeiros S ana Córrego do O uro G licério FAZENDA ORATÓRIO -41°50'-42°0'-42°10' -41°40' -22°10' -22°20' -22°30' 2241004 PRECIPITAÇÕ ES M ÉDIAS ANU AIS E M ENSAIS 0 5 10km Cidade Localidade V ila P R " O ceano Atlântico HIETOGRAM A Fonte: P IN T O , E. J. de A.; AZAMBU JA, A. M. S . de; FARIAS , J. A. M.; P ICKBREN N ER, K.; S ALG U EIRO , J. P .de B.; S O U S A, H. R. (Coords.). Atlas pluviométrico do Brasil: isoietas mensais, isoietas trimestrais, isoietas anuais, meses mais secos, meses mais ch uvosos, trimestres mais secos, trimestres mais ch uvosos . Brasília: CP RM; P rograma G eologia do Brasil; Levantamento da G eodiversidade; S istema de Informação G eográfica-S IG - versão 2.0; 1 DV D, Escala 1:5.000.000, atualizado em novembro/2011. Equipe Ex ecutora: Adriana Burin W esch enfelder; André Luis M. Real dos S antos; Andressa Macêdo S ilva de Azambuja; Carlos Eduardo de O liveira Dantas; Denise Ch ristina de Rezende Melo; Érica Cristina Mach ado; Francisco F. N . Marcuzzo; Ivete S ouza de Almeida; Jean Ricardo da S ilva do N ascimento; José Alex andre Moreira Farias; Margarida Regueira da Costa; O svalcélio Mercês Furtunato; P aulo de T arso R. Rodrigues; V anesca S artorelli Medeiros; nov., 2011. P R R R R R MACAÉ Frade Cach oeiros de Macaé S ana Córrego do O uro G licério -41°50'-42°0'-42°10' -41°40' -22°10' -22°20' -22°30' HIPSOM ETRIA Fonte: Elaborado a partir do Modelo Digital de Elevação do S RT M - P rojeto T O P O DAT A (IN P E, Altitud es (m ) 500 - 600 600 - 700 700 - 1.000 1.000 - 1.300 1.300 - 1.600 1.600 - 1.820 0 - 50 50 - 100 100 - 200 200 - 300 300 - 400 400 - 500 O ceano Atlântico 0 5 10km Cidade V ila P R P R R R R R MACAÉ Frade Cach oeiros de Macaé S ana Córrego do O uro G licério -41°50'-42°0'-42°10' -41°40' -22°10' -22°20' -22°30' Fonte: Elaborado a partir do Modelo Digital de Elevação do S RT M - P rojeto T O P O DAT A (IN P E, DECLIV IDADE Inc lina ção d a s vertentes (°) 0 - 2 2 - 5 5 - 10 10 - 17 17 - 20 20 - 25 25 - 30 30 - 45 > 45 O ceano Atlântico 0 5 10km Cidade V ila P R P R R R R R MACAÉ Frade Cach oeiros de Macaé S ana Córrego do O uro G licério -41°50'-42°0'-42°10' -22°10' -22°20' -22°30' Litologia Areia, Argila Biotita gnaisse Colúvio Diabásio Arenito conglomerático, Argilito arenoso G naisse G ranito Metagranodiorito, Metagranito G naisse, Xisto, Roch a calcissilicática, Kinzigito S edimento coluvionar, S edimento aluvionar GEOLOGIA Fonte: P rograma G eologia do Brasil, folh a N ova Friburgo S F23-Z-B-II, escala 1:100.000, CP RM (2009). O ceano Atlântico 0 5 10km Cidade V ila P R P R R R R R MACAÉ Frade Cach oeiros de Macaé S ana Córrego do O uro G licério -41°50'-42°0'-42°10' -41°40' -22°10' -22°20' -22°30' Domínio de Colinas Dissecadas e Morros Baix os Escarpas serranas Alinh amentos S erranos Isolados Domínio de Morros Elevados Domínio de Colinas Amplas e S uavesPa d rão d e Relevo P lanícies Costeiras (Restingas) P lanícies Flúviomarinh as (brejos) P lanícies Flúviomarinh as (mangues) Rampas de colúvio-tálus Rampas de alúvio-colúvio P lanícies de inundação Fonte: Interpretação dos padrões de relevo com base no produto resultante da fusão das ortofotos com o modelo digital de elevação (MDE), e trabalh os de campo. Adaptado de IP T (2013). RELEV O O ceano Atlântico 0 5 10km Cidade V ila P R Convenções Ca rtográfic a s Área urbanizada/edificada Curva de nível (espaçamento de 40 m) Curso de água pereneEstrada pavimentada Limite municipal Fonte:Áreas urbanizadas/edificadas obtidas/atualizadas a partir de fotointerpretação de ortofotos cedidas pelo IBG E (IBG E, 2010). Curvas de nível geradas a partir de dados do P rojeto T O P O DAT A (IN P E, 2011). Ob s: As áreas urbanizadas/edificadas incluem: áreas urbanizadas propriamente ditas, equipamentos urbanos, assentamentos precários, ch ácaras e indústrias. Lago / Lagoa Curso de água periódicoEstrada não pavimentada Linh a de transmissão de energia Estrada de ferro Alagado / Área úmida Ilha do Sul Ilha de Santana Ilha do Francês La.de Imboassíca RJ-1 06 La.de Junibatiba Ilha da Ponta das Cavalas BR-101 BR-101RJ-162 RJ-142 CASIM IRO DE ABREU Cach oeiros de Macaé < 1.000 mm 1.000 - 1.100 1.100 - 1.200 1.200 - 1.300 1.300 - 1.400 1.400 - 1.500 1.500 - 1.600 1.600 - 1.700 1.700 - 1.800 1.800 - 1.900 1.900 - 2.000 2.000 - 2.100 > 2.100 mm Isoieta s Anua is M éd ia s 1977 a 2006 Estação pluviométrica Isoietas Anuais Médias 1977 a 2006 (mm) CRÉDITOS TÉCNICOSM INISTÉRIO DE M INAS E ENERGIA SECRETARIA DE GEOLOGIA, M INERAÇÃO E TRANSFORM AÇÃO M INERAL M INISTRO DE ESTADO Edison Lobão SECRETÁRIO EX ECU TIV O Márcio P ereira Zimmermann SECRETÁRIO DE GEOLOGIA, M INERAÇÃO E TRANSFORM AÇÃO M INERAL Carlos N ogueira da Costa Júnior CPRM – SERV IÇO GEOLÓGICO DO BRASIL CONSELHO DE ADM INISTRAÇÃO Presid ente Carlos N ogueira da Costa Júnior V ic e-Presid ente Manoel Barretto da Roch a N eto DIRETORIA EX ECU TIV A Diretor-Presid ente Manoel Barretto da Roch a N eto Diretor d e Hid rologia e Gestão Territoria l T h ales de Q ueiroz S ampaio Diretor d e Geologia e Rec ursos M inera is Roberto V entura S antos Diretor d e Rela ções Instituc iona is e Desenvolvim ento Antônio Carlos Bacelar N unes Diretor d e Ad m inistra ção e Fina nça s Eduardo S anta Helena da S ilva DEPARTAM ENTO DE HIDROLOGIA - DEHID Frederico Cláudio P eix inh o Ca rtogra m a Hid rológic o – Da d os d e Prec ip ita ções M éd ia s Anua is e M ensa is Ach iles Eduardo G uerra Castro Monteiro Eber José de Andrade P into Ivete S ouza de Almeida M od ela gem d a Ca rta Prelim ina r d e Susc etib ilid a d e Ítalo P rata de Menezes José Luiz Kepel Filh o Raimundo Almir Costa da Conceição Cristiano V asconcelos de Freitas Regis Leandro da S ilva Ivete S ouza de Almeida DEPARTAM ENTO DE APOIO TÉCNICO - DEPAT (Divisão de Cartografia – DICART ) Consolid a ção d a Ba se e Ed itora ção Ca rtográfic a Fina l W ilh elm P etter de Freire Bernard Maria Luiza P oucinh o Flávia Renata Ferreira Ela b ora ção d e Sub p rod utos d o M od elo Digita l d e Eleva ção Flávia Renata Ferreira Esta giários Camilla Carbinatti Mayã Luiza T eles G arcia DEPARTAM ENTO DE GESTÃO TERRITORIAL - DEGET Cassio Roberto da S ilva Geologia d e Engenha ria e Risc o Geológic o Jorge P imentel Coord ena ção Na c iona l M a p ea m ento d e Área s Susc etíveis S andra Fernandes da S ilva Coord ena ção Téc nic a S andra Fernandes da S ilva Maria Adelaide Mansini Maia Edgard S h inzato Maria Angélica Barreto Ramos Conc ep ção M etod ológic a IP T - Instituto de P esquisas T ecnológicas CP RM - S erviço G eológico do Brasil Sensoria m ento Rem oto e Geop roc essa m ento Edgar S h inzato Ela b ora ção d os Pa d rões d e Relevo Rogério V alença Ferreira Exec ução d a Ca rta d e Susc etib ilid a d e Andreá T revisol Juliana Maceira Moraes Rogério V alença Ferreira Sistem a d e Inform a ção Geográfic a Flávia Renata Ferreria Ob s:Feições obtidas por meio de fotointerpretação de ortofotos (IBG E, 2010) e levantamento de campo. Feições a ssoc ia d a s a m ovim entos gra vita c iona is d e m a ssa e p roc essos c orrela tos Corrid a s d e m a ssa e Enxurra d a s Bacia de drenagem com alta suscetibilidade à geração de enx urrada, que pode atingir trech os planos e distantes situados à jusante, induzindo, ainda, solapamento de talude marginal (incidência: 122,04 Km², que corresponde a 10,03 % da área do município; e 0,03 Km², que corresponde a 0,04 % da área urbanizada/edificada do município) Bacia de drenagem com alta suscetibilidade à geração de corrida, que pode atingir trech os planos e distantes situados à jusante, induzindo, ainda, solapamento de talude marginal (incidência: 298,73 Km², que corresponde a 24,55 % da área do município; e 0,05 Km², que corresponde a 0,06 % da área urbanizada/edificada do município) P aredão roch oso suscetível a quedas ou desplacamentos Depósito de acumulação de pé de encosta (tálus e/ou colúvio) suscetível à movimentação lenta (rastejo) ou rápida (deslizamento) Cicatriz de deslizamento recente indicativa de suscetibilidade local/pontual (natural)#0