MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA MME PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO DOS ESTADOS E MUNICÍPIOS PROJETO CADASTRO DA INFRA-ESTRUTURA HÍDRICA DO NORDESTE Relatório Preliminar 1ª Etapa - 225.000 km2 Versão Beta 10 /j a n/ 20 03 Ministro de Estado Secretário Executivo Secretário de Minas e Metalurgia Secretário de Energia Dilma Vana Rousseff João Alberto da Silva Frederico Lopes Meira Barboza Antônio Carlos Tatit Holtz SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL Presidente Diretor de Geologia e Recursos Minerais Diretor de Hidrologia e Gestão Territorial Diretor de Administração e Finanças Diretor de Relações Institucionais e Desenvolvimento Chefe do Departamento de Hidrologia Chefe da Divisão de Hidrogeologia e Exploração Superintendente Regional de Salvador Superintendente Regional de Recife Chefe de Residência de Teresina Chefe da Residência de Fortaleza Umberto Raimundo Costa Luiz Augusto Bizzi Thales de Queiroz Sampaio Alfredo de Almeida Pinheiro Filho Paulo Antônio Carneiro Dias Frederico Cláudio Peixinho Fernando Antônio Carneiro Feitosa José Carlos V. Gonçalves da Silva Marcelo Soares Bezerra Antonio Fernandes Duarte Santos Clodionor Carvalho de Araújo PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO DOS ESTADOS E MUNICÍPIOS Diretor do Depto Nacional de Desenv. Energético/DNDE Coordenador Geral de Programas Energéticos/CGPE Assistente Técnico do PRODEEM Marcelo Khaled Poppe Fernando Antonio Giffoni Noronha Luz Iára César Pereira MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA SECRETARIA DE MINAS E METALURGIA RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 APRESENTAÇÃO A CPRM - Serviço Geológico do Brasil desenvolve, no Nordeste Brasileiro, o Programa de Água Subterrânea para a Região Nordeste, em sintonia com o Programa Avança Brasil e o Plano Plurianual 2000 -2003 do Governo Federal. Executado através da Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial, desde o início tal programa é orientado para uma filosofia de trabalho participativa e interdisciplinar, com visão sistêmica do meio físico, considerando a indissociabilidade na pesquisa das águas subterrâneas e superficiais, bem como a necessidade da adoção das modernas técnicas de gestão dos Recursos Hídricos que possam assegurar uma oferta de água compatível com as demandas da região nordestina. É neste contexto que está sendo executado o Projeto Cadastro da Infra- estrutura Hídrica do Nordeste, com ênfase para as fontes de abastecimento por água subterrânea localizadas no semi-árido do Nordeste que engloba os estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e norte de Minas Gerais e Espírito Santo. Embora com múltiplas finalidades, este Projeto visa atender diretamente as necessidades do PRODEEM no que se refere a indicação de poços tubulares com condições de receber sistemas de bombeamento por energia solar. Assim, esta contribuição técnica de significativo alcance social do Ministério de Minas e Energia, através da Secretaria de Energia e do Serviço Geológico do Brasil, servirá não só para lastrear todo e qualquer programa de desenvolvimento hídrico da região, mas também como informação básica consistente e atualizada, e, sobretudo, dará subsídios ao desenvolvimento de ações efetivas para o abastecimento público e o combate a fome das comunidades sertanejas do semi-árido nordestino. 4RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 INTRODUÇÃO As decisões sobre a implementação de ações de convivência com a seca exigem o conhecimento básico sobre a localização, caracterização e disponibilidade das fontes de água superficiais e subterrâneas. Para suprir as necessidades das instituições e demais segmentos da sociedade atuantes na região nordestina, no atendimento à população quanto à garantia de oferta hídrica nos momentos críticos de estiagem, a CPRM está realizando o Projeto Cadastro da Infra- estrutura Hídrica do Nordeste em consonância com as diretrizes do Governo Federal e consoante propósitos apresentados pelo Ministério de Minas e Energia. Este Projeto tem como objetivo a realização do cadastro de todos os poços tubulares, poços amazonas representativos, fontes naturais, barragens subterrâneas e reservatórios superficiais significativos (barragens, açudes, barreiros) em uma área de 722.000 km2 da região semi-árida brasileira. Excetuam-se deste levantamento as capitais dos estados. Com base nos dados recenseados, prevê-se a indicação de cerca de 11.000 poços para avaliação das possibilidades de instalação de unidades de bombeamento movidas com energia solar, cuja seleção atenderá aos seguintes pré-requisitos: • Inexistência de energia elétrica nas proximidades • Instalação dos sistemas em áreas públicas • Priorização dos poços localizados em escolas e postos de saúde, ou em sua proximidade, respeitados os objetivos de outros programas de recursos hídricos, incluídos no Projeto Alvorada. • Priorização de localidades pertencentes a municípios em estado de calamidade pública ou que tenham sociedade organizada através de associações comunitárias ou similares. ÁREA DE ABRANGÊNCIA A área de abrangência do projeto de cadastramento (figura 1) estende-se pelos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo, nas proporções apresentadas na tabela 1. No Ceará, Sergipe, Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo serão recenseados uma parte dos municípios de mais baixo IDH, inseridos no Programa das Nações Unidas de Desenvolvimento Sustentável (PNUD). Na Bahia, além dos municípios do PNUD, serão recenseados, também, municípios inseridos na parte mais crítica da região semi-árida. Figura 1 – Área de abrangência do Projeto RN PB PE AL SE ES MA TO GO PI CE BA MG 5RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 Estados Área (km2 ) Total do Estado Semi-Árido Prevista para Cadastramento Total 2002 (km2 / %) 2003 (km2 / %) Piauí 250.000 126.274,60 250.000 45.000 /18 205.000 / 82 Ceará 145.000 82.294,60 8.000 8.000 / 100 Rio Grande do Norte 53.000 48.443,00 53.000 30.000 / 57 23.000 / 43 Paraíba 56.000 48.788,90 56.000 30.000 / 54 26.000 / 46 Pernambuco 98.000 85.979,90 98.000 30.000 / 31 68.000 / 69 Alagoas 28.000 11.941,70 28.000 28.000 / 100 - Sergipe 22.000 11.038,50 4.000 4.000 / 100 - Bahia 564.000 388.567,90 200.000 45.000 / 22,5 155.000 / 77,5 Minas Gerais 180.000 54.670,40 15.000 0 / 0 15.000 / 100 Espírito Santo 12.000 - 10.000 0 / 0 10.000 / 100 TOTAIS 1.408.000 857.999,30 722.000 220.000 / 30,5 502.000 / 69,5 O Projeto está previsto para ser realizado em 51% da área de influência das secas, correspondente a 722.000 km2 dos quais, 584.000 km2 estão incluídos na área oficial do semi-árido. Tabela 1 – Área de atuação por estado METODOLOGIA O trabalho terá como célula básica o município e será dividido em quatro fases distintas: Fase I – Planejamento e Preparação Contempla as atividades relacionadas ao planejamento e preparação dos trabalhos de campo com as seguintes atividades: • Coleta de dados básicos • Informações geopolíticas, geológicas, hidrológicas e hidrogeológicas de todos os municípios; • Organização de todos os bancos de dados de poços, barragens subterrâneas, estações pluviométricas, reservatórios superficiais e de abastecimento existentes nas áreas objeto do recenseamento; • Organização da cartografia municipal, escala 1:100.000 ou maior. • Mobilização e preparação dos recursos humanos • Alocação dos recursos humanos próprios necessários; • Seleção e contratação de recursos humanos externos (terceirizados), compatíveis com o empreendimento; • Realização de seminários para discussão, uniformização e padronização das ações, procedimentos e produtos previstos no Programa; • Treinamento das equipes. 6RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 • Organização das equipes e do apoio logístico • Constituição das equipes de cadastramento de campo, processamento de dados, elaboração dos produtos finais, etc; • Planejamento das etapas e processos logísticos para execução dos serviços de campo. • Preparação e implementação de campanhas de divulgação nas prefeituras e demais instituições governamentais ou não governamentais envolvidas. Fase II – Serviços de Campo - Cadastramento Começará imediatamente após a conclusão da fase anterior e compreenderá o levantamento propriamente dito, sendo iniciada em cada estado, preferencialmente, pelos municípios historicamente mais afetados pela seca e de mais baixo IDH. Os trabalhos englobarão as seguintes atividades: • Localização com GPS e caracterização de todas as fontes de abastecimento existentes, com verificação do estado atual de captação, exceto nas regiões metropolitanas; • Análise da qualidade físico-química através da medida in loco, de condutividade elétrica, em todas as fontes em uso e nas passíveis de coleta de água; • Avaliação da vazão instalada e do nível da água (NE – Nível Estático e ND – Nível Dinâmico) em poços, sempre quando possível; • Indicação do uso atual e potencial da água; • Identificação de fontes potenciais de contaminação. Fase III – Serviços de Escritório Iniciada concomitantemente com a 1a etapa de campo, terá uma duração estimada em 270 dias e apresenta duas finalidades básicas: • Seleção de poços dentro dos pré-requisitos propostos pelo programa (item 2), visando a instalação de bombas com células fotovoltaicas. Serão verificados os registros cadastrais dos poços tamponados, desativados ou abandonados e que apresentem condições hídricas e mecânicas de uso e que, por diversas razões, não tenham sido instalados; • Consistência e alimentação do banco de dados e elaboração dos produtos finais (relatórios, mapas e Atlas digitais). 7RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 PRODUTOS Como resultado dos trabalhos realizados serão apresentados os seguintes produtos e informações: • Relatórios Diagnósticos Municipais – para cada município recenseado será apresentado um relatório com uma análise da situação do abastecimento por água subterrânea e superficial existentes, contendo, ainda, informes sobre os aspectos básicos da geologia, hidrologia e hidrogeologia e a verificação do uso potencial para os reservatórios superficiais e poços públicos, em decorrência de demanda não atendida. Serão elaboradas recomendações de medidas efetivas de combate aos efeitos das secas, baseadas principalmente na recuperação e no aproveitamento racional das fontes de abastecimento existentes e serão apresentadas planilhas com todas as informações levantadas e constantes do banco de dados. • Mapas Municipais de Pontos D’água (superficiais e subterrâneos) – os relatórios terão anexo um mapa com a localização exata de todas as fontes cadastradas, apresentando legendas diferenciadas para uma rápida identificação do atual estado de uso, capacidade de suprimento de água e verificação quanto à propriedade (se públicos ou privados). A base cartográfica conterá os principais distritos, vilas, comunidades, o traçado de rede de drenagem principal, os troncos de rede viária, os reservatórios superficiais, os sistemas de abastecimento de água, além de todas as outras informações pertinentes. • Banco de Dados Consistido – será apresentado um banco de dados com todas as informações levantadas, contendo um sistema de gerenciamento e englobando todos os municípios trabalhados. As informações, coletadas em campo e escritório, serão submetidas a rotinas de consistência a fim de garantir a precisão da informação. • Atlas digitais – para cada estado trabalhado, será apresentado um Atlas Digital dos Recursos Hídricos Superficiais (reservatórios) e Subterrâneos contendo o banco de dados com o gerenciador e todos os outros produtos elaborados. ESTRUTURA EXECUTIVA DO PROJETO O Projeto será liderado pela Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial da CPRM e será conduzido pelo Departamento de Hidrologia através da Divisão de Hidrogeologia e Exploração e contará com a participação direta de 5 Unidades Regionais, conforme mostrado na figura 2 Coordenação Técnica (DIHEXP) Coordenação Geral (DEHID) Coordenação Setorial (Salvador) Coordenação Setorial (Teresina) Coordenação Adm. Financeira (DIHEXP) Coordenação Setorial (Recife) Coordenação Setorial (Fortaleza) Coordenação Setorial (BH) Liderança (DHT) Figura 2 – Organograma de execução do projeto 8RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 O planejamento operacional para a realização do projeto teve como base a experiência da CPRM nos projetos de cadastramento de poços dos estados do Ceará e Sergipe, executados em 1998 e 2001, respectivamente. Os trabalhos de campo serão executados, a partir de microrregiões de 15.000 km2 de área, em duas etapas de campo contínuas com duração de 45 dias (1a etapa -2002) e 90 dias (2a etapa- 2003), por equipes constituídas de técnicos especializados da CPRM (geólogos e/ou engenheiros), recenseadores, previamente contratados e treinados, e guias de campo contratados em cada município levantado, conforme mostrado na figura 3 e tabela 2. Em alguns casos o motorista faz o papel de guia de campo. Guia Guia Guia Guia Guia Guia Motorista Motorista Motorista Motorista Motorista Motorista Coordenador de Área Coordenador de Área Recenseador Recenseador Recenseador Recenseador Recenseador Recenseador EQUIPE ESTRATÉGIA E EQUIPE DE CAMPO DADOS LEVANTADOS EM CAMPO Os dados referentes aos pontos cadastrados foram levantados em campo através de uma ficha padrão (figuras 4 e 5) que contemplou os seguintes campos de informação: • Dados Gerais; • Coordenadas Geográficas; • Dados Hidrogeológicos; • Características do Poço; • Instalações do Poço; • Situação do Poço; • Situação das Instalações; • Dados Operacionais do Poço; • Qualidade da Água; • Uso da Água; • Aspectos Ambientais. Estados Número de Equipes Número Coord. Área Número Coord. Apoio Número Recenseadores Número Motorista Número Guias de Campo PI 3 6 1 18 18 18 CE 1 2 - 5 5 5 RN 2 4 1 12 12 12 PB 2 4 1 12 12 12 PE 2 4 1 12 12 12 AL 2 4 1 12 12 12 SE 1 1 - 3 3 3 BA 3 6 1 15 15 15 Extra 12 - 9 9 9 Total 16 43 6 98 98 98 Figura 3 - Estrutura das equipes de campo Tabela 2 - Equipes de campo por estado 9RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 CADASTRO DA INFRA-ESTRUTURA HÍDRICA DO NORDESTE MME/PRODEEM DADOS GERAIS Código do Poço: Ponto no Cadastro: Código no SIAGAS: Fotografia: Natureza do Ponto: Poço Tubular Poço Escavado Fonte Natural Localidade: ............................................................................................................................ UF:........Município:................................................................................................................... Proprietário do Terreno: ........................................................................................................ Em Terreno: Público Particular Endereço do Proprietário:...................................................................................................... Construído em: ....../....../...... Construtor:.............................................. Contratante:....................................... COORDENADAS GEOGRÁFICAS Latitude ° ’ , ” Longitude ° ’ , ” DADOS H IDROGEOLÓGICOS Tipo Formação: Natureza do Aqüífero: Poroso Fissural Cárstico CARACTERÍSTICAS DO POÇO Profundidade (m): Informada:................... Medida:....................... Tipo de Revestimento: Aço PVC Comum PVC Aditivado Diâm.Int.(pol):..................... Altura da boca (m):.................. Condições Sanitárias: Laje de Proteção: Sim Não Tampa: Sim Não Cercado: Sim Não INSTALAÇÕES DO P OÇO Fonte de Energia: Energia Elétrica Sim: Mono Trif Não: Distância (m) ..................... Outras Fontes de Energia Combustível: Gasolina Óleo Diesel Alternativa: Eólica Solar Equipamento Bombeamento: Não Equipado Bomba Submersa Compressor Bomba Injetora Catavento Bomba Manual Sarilho Centrífuga Crivo da Bomba (m)......................... Potência do Equipamento: ......................... Diâmetro do Tubo Edutor(pol)..................... Data (dia/mês/ano) ....../......../............. Reservatório: Alvenaria Fibra Aço Amianto Tambor Terrestre Elevado Capacidade (m3).............................. Distribuição: Chafariz Lavanderia Injeção em Rede Bebedouro p/ Animais Irrigação Direta Outra: ........................ .......................................... Dessalinizador: Sim Não Fabricante: .......................................... Manutenção Periódica Sim Não Capacidade de Produção.(m3/h):............................ Data da Instalação: ........./.........../............... Situação: Em Operação Paralisado Abandonado Em Instalação Motivo da Paralisação: Com Defeito Necessita troca de membranas Falta de manutenção SITUAÇÃO DO POÇO Motivo da Falta de Funcionamento Poços Paralisados Poços Não Instalados Poços Abandonados Em Operação Paralisado Não Instalado Abandonado Salinização Quebra de Equipamento Peça de Reposição Baixa Vazão Uso Estratégico Salinização Falta de Energia Indefinido Seco Obstruído SITUAÇÃO DAS INSTALAÇÕES Sistema de Bombeamento (Bomba + Motor + Edução) Boa Regular Ruim Sistema de Distribuição (Adução+Reservatório+Distribuição) Boa Regular Ruim Abrigo (Casa de Bomba) Boa Regular Ruim Proteção Sanitária (Laje+Tampa+Cercado) Boa Regular Ruim Figura 4 – Ficha de cadastramento (frente) 10RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 DADOS OPERACIONAIS DO P OÇO Vazão (l/h) Níveis da Água (m) Regime de Bombeamento Medida (l/h):.................. Informada (l/h):................... Nível Estático (NE):....................... Informado Medido Nível Dinâmico (ND):.................... Horas/Dia:.................... Dias/Semana:............... QUALIDADE DA ÁGUA Condutividade Elétrica (µS/cm) Cor Odor Valor:................................ Quando não coletar amostra justificar nas observações Límpida Turva Com Odor Inodora USO DA ÁGUA Doméstico Primário Doméstico Secundário Animal - Nº Cabeças .............. Agricultura - Nº há .................... Indústria/Comércio Recreação Outro ......................................... Atendimento Doméstico Primário Nº Famílias Atendidas ......................... Comunitário Particular Suficiente Insuficiente Complemento de Abastecimento Preencher quando for uso Doméstico Primário e Insuficiênte Sim Não Açude/Barragem Rio Fonte Natural Poço Escavado Poço Tubular Carro Pipa Lagoa/Lago Cisterna Outros Local:......................... Distância (m):................ ASPECTOS AMBIENTAIS Fontes Potenciais de Poluição Cemitério Lixão Fossa Curral/pocilga/granja Curtumes Postos de Combustível Industrias Área de Utilização de Agrotóxicos e Fertilizantes Outros...................................... Distância Fonte de Poluição - Poço (m):.............................. Lançamento do rejeito de Dessalinização: Solo Drenagem Tanque de Evaporação Outros:................................................. OBSERVAÇÃO Justificativa da falta de coleta de amostra de água: ............................................................................................................................................................................................. ............................................................................................................................................................................................. Informante: ......................................................................Recenseador: ............................................................................ Data: ......./.. ..../....... Assinatura Recenseador: ............................................................................................................................................... Assinatura Coordenação de Área: ................................................................................................................................ Figura 5 – Ficha de cadastramento (verso) 11RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 Figura 6 – Máscara de entrada dos dados BANCO DE DADOS Estrutura Física O banco de dados fisicamente está localizado em Fortaleza, Ceará sob a coordenação da DIHEXP – Divisão de Hidrogeologia e Exploração. Conta com uma estrutura física composta por 12 computadores ligados por rede a um servidor. Fora desta rede, 2 computadores dão suporte a impressão de dados e escanerização de fotografias e negativos. Armazenamento, Gerenciamento e Recuperação De Dados O Sistema de Banco de Dados implantado para atender ao Projeto utiliza o Servidor de Banco de Dados SQL SERVER Standard Edition, baseado em plataforma Intel com servidor biprocessado dedicado e sistema operacional Windows 2000 Server. A estrutura lógica é do tipo Cliente/Servidor. Do lado cliente, a entrada de dados processa-se através de aplicativo desenvolvido em Visual Basic (Figura 6) cujas telas gráficas reproduzem a ficha de campo impressa, e do módulo Client Network Utility, do SQL Server, instalados em PCs com Windows 98. Do lado Servidor, o gerenciamento, incluindo consultas, segurança, backups etc, é feito com as ferramentas Query Analyzer e Enterprise Manager embutidas no SQL Server. A recuperação e exportação de dados para o ambiente SIG ArcView, processa-se em duas etapas: 1) conversão do formato SQL para o Microsoft Access; 2) concatenação das tabelas relacionadas através de aplicativo desenvolvido em Delphi. O desenvolvimento e estruturação do banco de dados foi realizado por 3 técnico da CPRM. A alimentação dos dados conta com uma equipe de 23 pessoas, sendo 1 coordenador ,3 supervisores que consistem os dados, 12 digitadores, 1 técnico para suporte de rede e sistema, 1 assistente e 5 revisores de digitação. Para cada área foi estabelecido um cronograma de envio de fichas para garantir uma alimentação contínua no banco de dados. As fichas chegam a DIHEXP em Fortaleza através de SEDEX e são encaminhadas a coordenação que tria o material e repassa ao supervisores para uma primeira consistência. Após, as fichas são digitadas e os dados são impressos para revisão da digitação. Paralelo a esse processo, as fotografias tiradas em campo são escanerizadas. MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA MME PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO DOS ESTADOS E MUNICÍPIOS 1a Etapa - 2002 Cobertura - 225.000 km2 Resultados Preliminares PROJETO CADASTRO DA INFRA-ESTRUTURA HÍDRICA DO NORDESTE 13RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 ÁREA DE ATUAÇÃO Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Área 1 Área 2 Área 3 Área 9 Área 17 Área 4 Área 7 Área 10 Área 8 Área 5 Área 6 Área 16 Área 15 Área 13 Área 11 Área 12 Área 14 TERESINA MACEIO ARACAJU NATAL JOÃO PESSOA RECIFE Figura 7 – Área de atuação da 1ª Etapa por Estado (*) – Ampliação de área Tabela 3 – Estados com o número de municípios e área correspondente Estado Áreas No Municípios Área km2 Piauí 1 14 17.652 2 8 10.847 3 12 11.987 17 (*) 11 5.192 Ceará 4 8 7.907 Rio Grande do Norte 5 59 15.064 6 50 14.779 Paraíba 7 55 15.043 8 54 15.822 Pernambuco 9 8 15.194 10 24 18.174 Alagoas 11 48 13.987 12 52 13.321 Sergipe 13 9 4.128 Bahia 14 13 10.872 15 16 14.501 16 9 20.523 450 224.993 14RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO Dezembro Levantamento em Campo Entrada Banco de Dados Novembro Levantamento em Campo Entrada Banco de Dados Outubro Planejamento Setembro Planejamento Datas chaves: • Setembro – Assinatura do convênio e publicação no Diário Oficial • 30 de outubro – Disponibilização dos recursos financeiros para a CPRM • 31/10 e 01/11 – Reunião de Planejamento - Recife/PE • 01/11 a 11/11 – Planejamento e preparação dos trabalhos de campo • 12/11 – Início dos trabalhos de campo • 12/11 a 19/11 – Planejamento e preparação da estrutura do banco de dados • 20/11 – Início da alimentação do banco de dados • 20/12 – Encerramento dos trabalhos de campo • 30/12 – Encerramento da alimentação do banco de dados • 02/01/03 è Consistência dos dados RECURSOS HUMANOS UTILIZADOS Para o desenvolvimento dos trabalhos em campo, a CPRM – Serviço Geológico do Brasil mobilizou 49 técnicos de nível superior, 98 recenseadores (técnicos de nível médio da CPRM, estudantes universitários de geografia e geologia), 98 motoristas acompanhados de guia, contratados nas localidades as serem cadastradas. Foram montadas 16 equipes com participação, em média, de 21 pessoas. Nas áreas 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 11 foi reforçada a equipe de coordenação de área (+ 1 coordenador), em virtude da grande densidade de poços encontrada. Resultados Pontos Cadastrados Foram cadastrados 23.610 pontos, dos quais 21.662 poços tubulares, 1.747 poços escavados e 201 fontes naturais, como apresentado na figura 8. Poços Tubulares 92% Poços Escavados 7% Fontes Naturais 1% Figura 8 - Total de pontos cadastrados 15RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 Poços Tubulares Na figura 9 é apresentada a distribuição espacial de todos os poços tubulares cadastrados e seu quantitativo por estado. Figura 9 – Distribuição espacial dos poços tubulares cadastrados Estado Número de Poços AL 1746 BA 2659 CE 525 PB 6045 PE 3981 PI 2464 RN 3633 SE 609 Total 21662 Paralisado Em operação Abandonado Não instalado Figura 10 – Espacialização da situação dos poços tubulares cadastrados Na figura 10 são apresen- tados os poços tubulares classi- ficados em quatro situações: em operação, paralisados, não ins- talados e abandonados. 16RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 Doce < 500 mg/L de STD Salobra 501 a 1500 mg/L STD Salgada > 1500 mg/L STD Tabela 4 – Quantitativos por estado dos poços tubulares classificados por situação Qualidade da Àgua Foram coletadas 15.338 amostras de água e realizadas medidas da condutividade elétrica, sendo , portanto, obtido valores de Sólidos Totais Dissolvidos (STD) para cada poço amostrado. Para simplificação a água foi classificada em doce, salobra e salgada conforme a referência indicada abaixo. A figura 11 indica o quantitativo de poços classificados em cada situação, mostrando a predominância de água salgada e a figura 12 mostra a espacialização da qualidade da água. Figura 11 – Classificação da qualidade da água dos poços tubulares cadastrados Estado Poços Cadastrado Total Em Operação Paralisados Não Instalados Abandonados Quant. % Quant. % Quant. % Quant. % AL 1746 803 46 411 24 253 14 279 16 BA 2659 1323 50 413 16 609 23 314 12 CE 525 229 44 95 18 156 30 45 9 PB 6045 3509 58 1112 18 937 16 487 8 PE 3981 2417 61 790 20 352 9 422 11 PI 2464 1604 65 218 9 396 16 246 10 RN 3633 1934 53 563 15 688 19 448 12 SE 609 139 23 120 20 260 43 90 15 TOTAL 21662 11958 55 3722 17 3651 17 2331 11 0 2000 4000 6000 8000 mg/l de STD Total = 15338 3851 5120 6367 Doce Salobra Salgada 17RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 # ### # # # # # ######### # # # # ## ## # ## ## # # # # # ## #### # ### # # ## ### ## ### #### # ## # ## ## # # # # ## ## ### #### # # # ###### ## # #### # # #### # #### # ## ## ## # # # ### # # ### # # # ### ## ## # ## # # ###### # # # ### ## # # # ## #### #### ## # #### ## # #### # ## # ## # # # # #### # # # # # # ####### # ### ## #### # #### # ### # # ## 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### # # # # # # ## ### ### #### ## # # #### # ## # ## ############ ### ## # # # ####### ## ### ####### ####### ####### # ## # ### ## # # ## # ## # ## ### #### ## # ########## ######## ############## ##### # ######### ## ### ### # ### #### # # # ##### ## ## # # # # ## #### # # # ## # # # #### ## # # ##### ### ## ########## ### # # ##### ####### ## #### ## # # ## ## # # ### # # # # ## # # ## # # ## # ## # # # # # # # ## # # # # # ## ## ### ## # # # ### ## Área Litígio Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Piauí Poços sem energia elétrica no ponto – Potencial para energia solar Poços não instalados A figura 13 mostra a espacialização dos poços na não instalados, que não tem energia elétrica no local do poço, e seu quantitativo por estado. Figura 12 – Espacialização da qualidade da água dos poços tubulares cadastrados Figura 13 – Espacialização dos poços não instalados sem energia elétrica no local Doce 25% Salobra 33% Salgada 42% Estado Quantidade AL 240 BA 574 CE 151 PB 881 PE 336 PI 372 RN 618 SE 207 Total 3379 18RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 Área Litígio Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Piauí Situação Número de poços Em operação 880 Paralisada 230 Abandonadas 15 Total 1125 Poços instalados com energia de combustão A figuras 14 e 15 mostram a espacialização dos poços instalados com energia de combustão (diesel e gasolina) e sua classificação em três situações: em operação, paralisados e abandonados. # # ### # ### ## ###### # ### ## # ## ## # # # # # # # ###### # # #### # # ########## ### ### # ## # # #### # # ## # ## # # ### # # # #### ## ### # # ## # # # # #### ######## # ## # ## # # #### # # ##### # ### ### #### # ### ### ## # ## # # # # # # # ########### ############# # ## # ## ######## ## ## # ####### ######## ## ###### #### ### # ### ##### # # ######### # # # #### ### ### ##### ## # # ######### ## ######## # ### #### # # # ##### # # ## # # # ### ##### ## ### ### ### ### # # # ## # #### ## ## # ####### # # ## ####### ## #### # ### # # # # ## ### #### ## ## ######## ######### ###### ## # ## ## ####### ## # ## # ##### # # # ## # ## # # ### # ## # ### ## # # # # # # # # # ## ## # ## # #### # # # # # ###### ### ### ## # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # ## ## # ## # # # # # # # # # ## # ##### # # # # ## ## # # # # ### # # # # # # # # # # # # ## ### # # # #### # # ### # ### ## ### # # ### ###### #### # # ## # ### # ### ### #### ## ### ## #### # ## #### # # ## ## ### ## ### # # # ## # # # ### ## ###### ### # # ## ## ## # ## ### #### ####### ## # ##### # # # # ## # # # # #### # # # # # # # # # #### # # # ## # # # ### ######### # # ## ####### # # # ### # ### ## # # # ## ### ### ## # # ### ## ##### # # # # ## ## # # # # # # # # ### # ## # # # # # # # # # # # # # # # # ### # # # ### # ### ## 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# ## # # ### # ## # ### ## # # # # # # # # # ## ## # ## # #### # # # # # ###### ### ### ## # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # ## ## # ## # # # # # # # # # ## # ##### # # # # ## ## # # # # ### # # # # # # # # # # # # ## ### # # # #### # # ### # ### ## ### # # ### ###### #### # # ## # ### # ### ### #### ## ### ## #### # ## #### # # ## ## ### ## ### # # # ## # # # ### ## ###### ### # # ## ## ## # ## ### #### ####### ## # ##### # # # # ## # # # # #### # # # # # # # # # #### # # # ## # # # ### ######### # # ## ####### # # # ### # ### ## # # # ## ### ### ## # # ### ## ##### # # # # ## ## # # # # # # # # ### # ## # # # # # # # # # # # # # # # # ### # # # ### # ### ## # ## ### ### # # # ## ## # # #### ## # ### # ### ## # # # # # # ## # ## # ## ## # # # ## ## ### #### # ## ########## ### ### #### #### ####### ## ## # # ## ### ## ######## # ## ## ## # ## ########### ###### ## ##### #### # ## ###### # # #### # # ## # ### # #### # ### ## ## # ## ## # ## # ### # # ## # # ## # # # # ### # # # ## ## # ## # # # # # # # # ## # # Área Litígio Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Piauí Estado Número de Poços AL 9 BA 488 CE 52 PB 31 PE 55 PI 427 RN 58 SE 5 Total 1125 Figura 14 – Espacialização dos poços instalados com energia de combustão Figura 15 – Espacialização da classificação dos poços instalados com energia de combustão 19RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 # # # # # # ### ## # ## # # # # ## ## # ## ##### ## # ## ### # ## # ### # ## ## ### # ## ## # # ## # ## # ### # # ## # # # ### ### # ## # # # ######## ########### ######## ##### # ## # # # # ####### # ### # ### #### ############## ## ####### # ## # # # ## ### # #### # # # # # # # # # # ## ## ## ## ##### #### ## ### ######## ## ## ################ # ## ## # ## ## ### ### # # # # # ### ############# ### # ## ### ## # # ## # ### #### # ###### ## ####### # # # # # # # ######## ### ## # #### # # ## # ## ############ ################ ## ##### # ####### ####### ## #### ### ####### ## ############## ###### #### # ################## # # # ########## # ##### ######## ### ##### # ### ## ##### ###### ########### # # # ########### ### ### ########## ##### ##### #### ####### ##### ## ##### ####### ############### ## ######## ############ ######## # ########### #### # ########### ###### ## ## ### ##### ##### ########### # #### ## #### ######### ####### ## ####### ####### ######## ## # ### ### # ### ############## ##### ##### ########### ## ### ########## # ## # ## ########## ## ## ##### # ### # ## ### ### ###### ######### ##### ######### ## ### ## # ## ########### ########## ############ ### ## ##### ##### ## ############ # ## ##### ## ## ################ ########### ###### # ## ## ### # # ################### ###### ##### # # ######### ####### # ## ## # ## ############# ## # ##### ######### ### ######################### ### #### ################ ######### ## ##### # ######### ## ## ### # ##### ##### # # ## ## ########## ## ## ## ###### ##### ##### #### # ## # # ### ### ### ##### # # # ###### # # ###### ######## # ##### ## ## # ## # ### # ##### ## # # ### ## #### # # ######### ###### #### ## 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###### ## ######### ######## ### # ## ###### ###### ##### # ### ## #### # ##################### #### # ############ ######## # ####### ## ###### ######### ##### ### ######### #### ## # # ## # #### ## # # # # # # # # # # ## ## ## # # # # # # # # # # # Área Litígio Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Piauí Situação Número de poços Em operação 2833 Paralisada 990 Abandonada 149 Total 3972 Área Litígio Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Piauí Poços instalados com energia eólica A figuras 16 e 17 mostram os poços instalados com energia eólica e sua classificação em três situações: em operação, paralisados e abandonados. Figura 16 – Espacialização dos poços instalados com energia eólica Figura 17 – Espacialização da classificação dos poços instalados com energia eólica Estado Número de poços AL 60 BA 120 CE 94 PB 1332 PE 1032 PI 90 RN 1223 SE 21 Total 3972 20RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 # ## # # # ## # # # # # ## # # # # # # # # # # ### ## # # ## # ## # # # # # ## # ## # # # # # ### # # ## ### ## ## # # # # ##### # ### # # ## # # # ## ## # # # # # # # # # # # ## ### ## # ### ## # # # # # ## #### ### # # ## # # # # ## ##### ### ##### # ## # # ## #### # #### ## ### ## # ## # # ### ## # ### ## # # ## # # # #### #### ### ## # ## ## # # # # ## # # # # # # # # ## # # ## ## # ## # # # # # # Área Litígio Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Piauí Poços instalados com energia solar A figuras 18 e 19 mostram os poços instalados com energia solar e sua classificação em três situações: em operação, paralisados e abandonados. # ## # # # ## # # # # # ## # # # # # # # # # # ### ## # # ## # ## # # # # # ## # ## # # # # # ### # # ## ### # # ### ## ## #### #### # # ## ## # ## ## # # # # # # # # # # # ## ### ## # ### ## # # # ## ## ####### # # ## # # # # ## ##### ### ##### # ## # # ## #### # #### ## ### ## # ## # # ### ## # ### ## # # ## # # # #### #### ### ## # #### # # # # ## # # # # # # # # ## # ### ## # ## # # # # # # Área Litígio Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Piauí Figura 18 – Espacialização dos poços instalados com energia solar Figura 19 – Espacialização da classificação dos poços instalados com energia solar Estado Número de poços AL 71 BA 6 CE 18 PB 27 PE 54 PI 11 RN 54 SE 5 Total 246 Situação Número de poços Em operação 174 Paralisada 66 Abandonada 6 Total 246 21RELATÓRIO PRELIMINAR - 1ª ETAPA - 225.000 KM2 CONSIDERAÇÕES FINAIS É importante ressaltar que todos os poços cadastrados dentro das condições especificadas pelo convênio e indicados para a instalação de equipamentos de bombeamento por energia solar representam um universo potencial. Em todos os poços classificados para receberem equipamentos de bombeamento, deve obrigatoriamente, ser realizado testes de produção para a definição realística de uma vazão e de um regime de bombeamento e das condições de instalação dos componentes do equipamento a ser instalado. Estado Poços não instalados s/ energia - Distância a energia (km) e STD (mg/L) < 0,1 0,1 a 1 > 1 < 500 500 a 1500 >1500 < 500 500 a 1500 >1500 < 500 500 a 1500 >1500 AL 24 18 19 2 5 9 3 2 3 BA 15 13 29 12 16 56 18 56 150 CE 9 17 6 3 13 3 11 35 14 PB 74 153 46 37 73 30 6 15 3 PE 15 46 29 6 23 27 3 5 5 PI 32 34 16 25 22 12 45 53 56 RN 18 46 48 17 67 60 8 8 17 SE 21 17 13 12 10 16 0 4 8 Total 208 206 344 114 229 213 94 178 256 Estado Cobertura Poços Instalados sem Energia Elétrica Total C/ en. S/ en. Combustível Eólica Solar Func. Paral. Func. Paral. Func. Paral. AL 1727 960 767 3 6 12 25 40 28 BA 2612 806 806 354 127 66 45 4 1 CE 519 128 391 33 18 60 27 14 3 PB 5874 2537 3337 22 8 893 375 22 5 PE 3946 1270 2676 40 13 762 248 43 11 PI 2416 692 1724 381 45 79 9 10 1 RN 3471 1153 2318 42 13 949 252 38 15 SE 591 191 400 5 0 12 9 3 2 Total 21156 7737 12419 880 230 2833 990 174 66