MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Lagoa Alegre DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE LAGOA ALEGRE Secretaria de MinaseMetalurgia Secretaria de Desenvolvimento Energético Ministério de Minase Energia Março/2004 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Dilma Vana Rousseff Ministra de Estado SECRETARIA EXECUTIVA Mauricio Tiomno Tolmasquim Secretário SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO SECRETARIA DE MINAS E METALURGIA ENERGÉTICO André Ramon Silva Martins Giles Carriconde Azevedo Secretário Interino Secretário PROGRAMA LUZ PARA TODOS SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL - CPRM João Nunes Ramis Agamenon Sérgio Lucas Dantas Diretor Diretor-Presidente PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO José Ribeiro Mendes Diretor de Hidrologia e Gestão Territorial ENERGÉTICO DOS ESTADOS E MUNICÍPIOS PRODEEM Manoel Barretto da Rocha Neto Paulo Augusto Leonelli Diretor de Geologia e Recursos Minerais Diretor Álvaro Rogério Alencar Silva Diretor de Administração e Finanças Aroldo Borba Gerente Técnico Fernando Pereira de Carvalho Diretor de Relações Institucionais e Desenvolvimento Frederico Cláudio Peixinho Chefe do Departamento de Hidrologia Fernando Antonio Carneiro Feitosa Chefe da Divisão de Hidrogeologia e Exploração Ivanaldo Vieira Gomes da Costa Superintendente Regional de Salvador José Wilson de Castro Timóteo Superintendente Regional de Recife Hélbio Pereira Superintendente Regional de Belo Horizonte Darlan Filgueira Maciel Chefe da Residência de Fortaleza Francisco Batista Teixeira Chefe da Residência Especial de Teresina Ministério de Minas e Energia Secretaria de Desenvolvimento Energético / Secretaria de Minas e Metalurgia Programa Luz Para Todos Programa de Desenvolvimento Energético de Estados e Municípios - PRODEEM Serviço Geológico do Brasil - CPRM Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial PROJETO CADASTRO DE FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUA SUBTERRÂNEA ESTADO DO PIAUÍ DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE LAGOA ALEGRE ORGANIZAÇÃO DO TEXTO Robério Bôto de Aguiar José Roberto de Carvalho Gomes Fortaleza Março/2004 COORDENAÇÃO GERAL SUREG -SA Jamile de Souza Ferreira Jaqueline Almeida de Souza Frederico Cláudio Peixinho - DEHID Edvaldo Lima Mota Jefté Rocha Holanda Edmilson de Souza Rosa João Carlos Fernandes Cunha Hermínio Brasil Vilaverde Lopes João Luis Alves da Silva COORDENAÇÃO TÉCNICA João Cardoso Ribeiro M. Filho Joelza de Lima Enéas Luis Henrique Monteiro Pereira Jorge Hamilton Quidute Goes Fernando Antônio C. Feitosa - DIHEXP Pedro Antônio de Almeida Couto José Carlos Lopes - CPRM Vânia Passos Borges Joselito Santiago Lima Josemar Moura Bezerril Junior COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVO- Julio Vale de Oliveira FINANCEIRA SUREG -BH Kênia Nogueira Diógenes Marcos Aurélio C. de Góis Filho José Emílio C. Oliveira - DIHEXP Angélica Garcia Soares Mário Wardi Junior Eduardo Jorge Machado Simões Matheus Medeiros Mendes Carneiro Ely Soares de Oliveira Maurício Vieira Rios - CPRM APOIO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO Haroldo Santos Viana Michel Pinhei ro Rocha Reynaldo Murilo D. Alves de Brito Narcelya da Silva Araújo Sara Maria Pinotti Benvenuti - DIHEXP Nicácia Débora da Silva EM DESTAQUE Oscar Rodrigues Aciolly Júnior Almir Araújo Pacheco - SUREG-BE Paula Francinete da Silveira Baia COORDENAÇÃO REGIONAL Ana Cláudia Vieira - SUREG-PA Paulo Eduardo Melo Costa Bráulio Robério Caye - SUREG-PA Paulo Fernando Rodrigues Galindo Jaime Quintas dos S. Colares - REFO Carlos J. B. Aguiar - SUREG-MA Pedro Hermano Barreto Magalhães José Alberto Ribeiro - REFO Geraldo de B. Pimentel - SUREG-PA Raimundo Correa da Silva Neto Oderson A. de Souza Filho - REFO José Cláudio Viegas C. - SUREG-SA Ramiro Francisco Bezerra Santos Francisco C. Lages C.Filho - RESTE Paulo Pontes Araújo - SUREG-BE Raul Frota Gonçalves João Alfredo da C. L. Neto - SUREG-RE Tomás E. Vasconcelos - SUREG-GO Rodrigo Araújo de Mesquita José Carlos da Silva - SUREG-RE Romero Amaral Medeiros Lima Luis Fernando C. Bonfim - SUREG-SA Rosângela de Assis Nicolau RECENSEADORES Saulo Moreira de Andrade - CPRM Sérvulo Fernandez Cunha EQUIPE TÉCNICA DE CAMPO Acácio Ferreira Júnior Thiago de Menezes Freire Adriana de Jesus Felipe Valdirene Carneiro Albuquerque REFO Álerson Fa lieri Suarez Vicente Calixto Duarte Neto - CPRM Almir Gomes Freire - CPRM Vilmar Souza Leal - CPRM Ângelo Trévia Vieira Ângela Aparecida Pezzuti Wagner Ricardo R. de Alkimim Felicíssimo Melo Antônio Celso R. de Melo - CPRM Walter Lopes de Moraes Junior Francisco Alves Pessoa Antônio Edílson Pereira de Souza Jader Parente Filho Antônio Jean Fontenele Menezes TEXTO José Roberto de Carvalho Gomes Antônio Manoel Marciano Souza Liano Silva Veríssimo Antônio Marques Honorato ORGANIZAÇÃO Luiz da Silva Coelho Armando Arruda Câmara F.- CPRM Robério Bôto de Aguiar Carlos Alberto G. de Andrade - CPRM José Roberto de Carvalho Gomes Celso Viana Maciel Robério Bôto de Aguiar Cícero René de Souza Barbosa RESTE Cláudio Márcio Fonseca Vilhena CARACTERIZAÇÃO DO MUNICIPIO Claudionor de Figueiredo Antônio Reinaldo Soares Filho Cleiton Pierre da Silva V iana Localização e Aspectos Sócio- Carlos Antônio Luz Cristiano Alves da Silva Econômicos Cipriano Gomes Oliveira Edivaldo Fateicha - CPRM Heinz Alfredo Trein Eduardo Benevides de Freitas Homero Coelho Benevides Ney Gonzaga de Souza Eduardo Fortes Crisóstomos Raimundo Anunciato de Carvalho Eliomar Coutinho Barreto Robério Bôto de Aguiar Emanuelly de Almeida Leão Valderedo de Almeida Magno SUREG-RE Emerson Garret Menor Emicles Pereira C. de Souza Aspectos Fisiográficos e Geologia Ari Teixeira de Oliveira Érika Peconick Ventura Breno Augusto Beltrão Erval Manoel Linden - CPRM Epifânio Gomes da Costa Cícero Alves Ferreira Ewerton Torres de Melo Cristiano de Andrade Amaral Fábio de Andrade Lima Recursos Hídricos Superficiais Dunaldson Eliezer G. A da Rocha Fábio de Souza Pereira Francisco Tarcísio Braga Andrade Franklin de Moraes Fábio Luiz Santos Faria Robério Bôto de Aguiar Frederico José Campelo de Souza Francisco Augusto A. Lima Jardo Caetano dos Santos Francisco Edson Alves Rodrigues Recursos Hídricos Subterrâneos José Wilson de Castro Temóteo Francisco Ivanir Medeiros da Silva João de Castro Mascarenhas Francisco José Vasconcelos Souza Jose Roberto de Carvalho Gomes Jorge Luiz Fortunato de Miranda Francisco Lima Aguiar Junior Luiz Carlos de Souza Júnior Francisco Pereira da Silva - CPRM Manoel Júlio da Trindade G. Galvão Frederico Antônio Araújo Meneses DIAGNÓSTICO DOS POÇOS Saulo de Tarso Monteiro Pires Geancarlo da Costa Viana CADASTRADOS Sérgio Monthezuma S. Guerra Genivaldo Ferreira de Araújo Simeones Neri Pereira Gustavo Lira Meyer Liano Silva Veríssimo Valdecílio Galvão Duarte de Carvalho Haroldo Brito de Sá Ricardo de Lima Brandão Vanildo Almeida Mendes Henrique Cristiano C. Alencar Robério Bôto de Aguiar ILUSTRAÇÕES Ângelo Trévia Vieira Francisco Vladimir Castro Oliveira Iaponira Paiva Gomes José Alberto Ribeiro José Roberto de Carvalho Gomes Liano Silva Veríssimo Oderson Antônio de Souza Filho Raimundo Anunciato de Carvalho Ricardo de Lima Brandão Sara Maria Pinotti Benvenuti BANCO DE DADOS Coordenação Francisco Edson Mendonça Gomes Administração Eriveldo da Silva Mendonça Consistência Janólfta Leda Rocha Holanda Aguiar, Robério Bôto de MAPAS DE PONTOS D’ÁGUA A282 Projeto cadastro de fontes de abastecimento por água subterrânea, estado do Piauí: diagnóstico do município de Lagoa Alegre / Organização do texto [por] Robério Bôto de Aguiar [e] José Roberto de Coordenação Carvalho Gomes .  Fortaleza: CPRM - Serviço Geológico do Brasil, 2004. Francisco Edson Mendonça Gomes Execução 1. Hidrogeologia – Piauí - Cadastros. 2. Água subterrânea – Piauí - Antônio Celso Rodrigues de Melo Cadastros. I. Gomes, José Roberto de Carvalho. II Título. José Emilson Cavalcante Selêucis Lopes Nogueira CDD 551.49098122 Vicente Calixto Duarte Neto APRESENTAÇÃO A CPRM – Serviço Geológico do Brasil, cuja missão é gerar e difundir conhecimento geológico e hidrológico básico para o desenvolvimento sustentável do Brasil, desenvolve no Nordeste brasileiro, para o Ministério de Minas e Energia, ações visando o aumento da oferta hídrica, que estão inseridas no Programa de Água Subterrânea para a região Nordeste, em sintonia com os programas do governo federal. Executado por intermédio da Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial, desde o início o programa é orientado para uma filosofia de trabalho participativa e interdisciplinar e, atualmente, para fomentar ações direcionadas para inclusão social e redução das desigualdades sociais, priorizando ações integradas com outras instituições, visando assegurar a ampliação dos recursos naturais e, em particular, dos recursos hídricos subterrâneos, de forma compatível com as demandas da região nordestina. É neste contexto que está sendo executado o Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea, localizado no semi-árido do Nordeste, que engloba os estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, e norte de Minas Gerais e do Espírito Santo. Embora com múltiplas finalidades, este Projeto visa atender diretamente às necessidades do PRODEEM, no que se refere à indicação de poços tubulares em condições de receber sistemas de bombeamento por energia solar. Assim, esta contribuição técnica de significado alcance social do Ministério de Minas e Energia, em parceria com as Secretarias de Energia e de Minas e Metalurgia e com o Serviço Geológico do Brasil, servirá para dar suporte aos programas de desenvolvimento da região, com informações consistentes e atualizadas e, sobretudo, dará subsídios ao Programa Fome Zero, no tocante às ações efetivas para o abastecimento público e ao combate à fome das comunidades sertanejas do semi-árido nordestino. José Ribeiro Mendes Diretor de Hidrologia e Gestão Territorial CPRM – Serviço Geológico do Brasil SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 1. INTRODUÇÃO 1 2. ÁREA DE ABRANGÊNCIA 1 3. METODOLOGIA 2 4. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICIPIO 2 4.1. LOCALIZAÇÃO 2 4.2. ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS 2 4.3. ASPECTOS FISIOGRÁFICOS 3 4.4. GEOLOGIA 4 4.5. RECURSOS HÍDRICOS 4 4.5.1. Águas Superficiais 4 4.5.2. Águas Subterrâneas 5 5. DIAGNÓSTICO DOS POÇOS CADASTRADOS 5 6. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES 7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 8 ANEXO 1 - PLANILHA DE DADOS DAS FONTES DE ABASTECIMENTO ANEXO 2 - MAPA DE PONTOS D’ÁGUA Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do Município de Lagoa Alegre Estado do Piauí 1 - INTRODUÇÃO O Polígono das Secas apresenta um regime pluviométrico marcado por extrema irregularidade de chuvas, no tempo e no espaço. Nesse cenário, a escassez de água constitui um forte entrave ao desenvolvimento socioeconômico e, até mesmo, à subsistência da população. A ocorrência cíclica das secas e seus efeitos catastróficos são por demais conhecidos e remontam aos primórdios da histór ia do Brasil. Esse quadro de escassez poderia ser modificado em determinadas regiões, através de uma gestão integrada dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos. Entretanto, a carência de estudos de abrangência regional, fundamentais para a avaliação da ocorrência e da potencialidade desses recursos, reduz substancialmente as possibilidades de seu manejo, inviabilizando uma gestão eficiente. Além disso, as decisões sobre a implementação de ações de convivência com a seca exigem o conhecimento básico sobre a localização, caracterização e disponibilidade dessas fontes hídricas. Para um efetivo gerenciamento dos recursos hídricos, principalmente num contexto emergencial, como é o caso das secas, merece atenção a utilização das fontes de abastecimento de água subterrânea, pois esse recurso pode tornar-se significativo no suprimento hídrico da população e dos rebanhos. Neste sentido, um fato preocupante é o desconhecimento generalizado, em todos os setores, tanto do número quanto da situação das captações existentes, fato este agravado quando se observa a grande quantidade de captações de água subterrânea no semi-árido, principalmente em rochas cristalinas, desativadas e/ou abandonadas por problemas de pequena monta, em muitos casos passíveis de ser solucionados com ações corretivas de baixo custo. Para suprir as necessidades das instituições e demais segmentos da sociedade atuantes na região nordestina, no atendimento à população quanto à garantia de oferta hídrica, principalmente nos momentos críticos de estiagem, a CPRM está realizando o Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea em consonância com as diretrizes do Governo Federal e com os propósitos apresentados pelo Ministério de Minas e Energia. Este Projeto tem como objetivo cadastrar todos os poços tubulares, poços amazonas representativos e fontes naturais em uma área, inicial, de 722.000 km2 da região Nordeste do Brasil, excetuando-se as áreas urbanas das regiões metropolitanas. 2 - ÁREA DE ABRANGÊNCIA A área de abrangência do projeto de cadastramento (figura 1) estende-se pelos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, e norte de Minas Gerais. Figura 1 – Área de abrangência do Projeto Figura 1 - Área de abrangência do Projeto 1 Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do Município de Lagoa Alegre Estado do Piauí 3 - METODOLOGIA O planejamento operacional para a realização deste projeto teve como base a experiência da CPRM nos projetos de cadastramento de poços dos estados do Ceará e de Sergipe, executados com sucesso em 1998 e 2001, respectivamente . Os trabalhos de campo foram executados por microrregião, com áreas variando de 15.000 a 25.000 km2. Cada área foi levantada por uma equipe coordenada por dois técnicos da CPRM e composta, em média, de seis recenseadores, na maioria estudantes de nível superior dos cursos de Geologia e Geografia, selecionados e treinados pela CPRM. O trabalho contemplou o cadastramento das fontes de abastecimento por água subterrânea (poço tubular, poço escavado e fonte natural), com determinação das coordenadas geográficas pelo uso do Global Positioning System (GPS) e obtenção de todas as informações passíveis de ser coletadas através de uma visita técnica (caracterização do poço, instalações, situação da captação, dados operacionais, qualidade e uso da água, e aspectos ambientais, geológicos e hidrológicos). Os dados coletados foram repassados sistematicamente ao Núcleo de Processamento de Dados da CPRM – Residência de Fortaleza, para, após rigorosa análise, alimentarem um banco de dados, que devidamente consistidos e tratados, possibilitaram a elaboração de um mapa de pontos d’água, de cada um dos municípios inseridos na área de atuação do Projeto, cujas informações são complementadas por esta nota explicativa, visando fácil manuseio e compreensão acessível a diferentes usuários. Na elaboração dos mapas de pontos d‘água foram utilizados, como base cartográfica, os mapas municipais estatísticos em formato digital do IBGE (Censo 2000), elaborados a partir das cartas topográficas da SUDENE e DSG – escala 1:100.000, sobre os quais foram colocados os dados referentes aos poços e fontes naturais contidos no banco de dados. Os trabalhos de arte final e impressão dos mapas foram realizados com o aplicativo ArcView. A base estadual com os limites municipais foi cedida pelo IBGE. Há municípios em que ocorrem alguns casos de poços plotados fora dos limites do mapa municipal. Tais casos ocorrem por problemas ainda existentes na cartografia municipal ou talvez devido a informações incorretas prestadas aos recenseadores. Além desse produto impresso, todas as informações coligidas estão disponíveis em meio digital, através de um CD ROM, permitindo a sua contínua atualização. 4 - CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LAGOA ALEGRE 4.1 - Localização O município está localizado na microrregião de Ter esina (figura 2), compreendendo uma área irregular de 266,74 km 2, tendo como limites ao norte os municípios de Miguel Alves, União e Cabeceiras do Piauí, ao sul José de Freitas e União, a leste José de Freitas e Cabeceiras do Piauí, e a oeste União e Miguel Alves. A sede municipal tem as coordenadas geográficas de 04 o30’57” de latitude sul e 42 o37’30” de longitude oeste de Greenwich e dista cerca de 77 km de Teresina. 4.2 - Aspectos Socioeconômicos Os dados socioeconômicos relativos ao município foram obtidos a partir de pesquisa nos sites do IBGE (www.ibge.gov.br) e do Governo do Estado do Piauí (www.pi.gov.br). O município foi criado pela Lei nº 4.477 de 29/04/1992. A população total, segundo o Censo 2000 do IBGE, é de 6.849 habitantes e uma densidade demográfica de 25,68 hab/km2, onde 65,8% das pessoas estão na zona rural. Com relação a educação, 58,7% da população acima de 10 anos de idade são alfabetizadas. A sede do município dispõe de energia elétrica distribuída pela Companhia Energética do Piauí S/A - CEPISA, terminais telefônicos atendidos pela TELEMAR Norte Leste S/A, agência de correios e telégrafos, e escola de ensino fundamental. A agricultura praticada no município é baseada na produção sazonal de arroz, feijão, mandioca e milho. 2 Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do Município de Lagoa Alegre Estado do Piauí Teresina Área do município Figura 2 - Mapa de localização do município. 4.3 - Aspectos Fisiográficos As condições climáticas do município de Lagoa Alegre (com altitude da sede a 232 m acima do nível do mar) apresentam temperaturas mínimas de 26oC e máximas de 36oC, com clima quente tropical. A precipitação pluviométrica média anual é definida no Regime Equatorial Continental, com isoietas anuais entre 800 a 1.400 mm, cerca de 5 a 6 meses como os mais chuvosos e período restante do ano de estação seca. Os meses de janeiro, fevereiro e março correspondem ao trimestre mais úmido. Estas informações foram obtidas a partir do Projeto Radam (1973), Perfil dos Municípios (IBGE – CEPRO, 1998) e Levantamento Exploratório - Reconhecimento de solos do Estado do Piauí (1986). Os solos da região são provenientes da alteração de arenitos, folhelho, siltito e calcário. Compreendem solos litólicos, álicos e distróficos, de textura média, pouco desenvolvidos, rasos a muito rasos, fase pedregosa, com floresta caducifólia e/ou floresta sub-caducifólia/cerrado. Associados ocorrem solos podzólicos vermelho-amarelos, textura média a argilosa, fase pedregosa e não pedregosa, com misturas e transições vegetais de floresta sub-caducifólia/caatinga. Secundariamente, ocorrem areias quartzosas, que compreendem solos arenosos essencialmente quartzosos, profundos, drenados, desprovidos de minerais primários, de baixa fertilidade, com transições vegetais, fase caatinga hiperxerófila e/ou cerrado sub-caducifólio/floresta sub-caducifólia. Estas informações foram obtidas a partir do Projeto Sudeste do Piauí II (CPRM – 1973), Levantamento Exploratório - Reconhecimento de solos do Estado do Piauí (1986) e Projeto Radam (1973). As formas de relevo, da região compreendem, principalmente, superfícies tabulares reelaboradas (chapadas baixas), relevo plano com partes suavemente onduladas e altitudes variando de 150 a 300 metros; superfícies tabulares cimeiras (chapadas altas), com relevo plano, altitudes entre 400 a 500 metros, com grandes mesas recortadas e superfícies onduladas com relevo movimentado, encostas e prolongamentos residuais de chapadas, desníveis e encostas mais acentuadas de vales, elevações (serras, morros e colinas), com altitudes de 150 a 500 metros. Seqüência de platôs e chapadas de altitudes médias de 600 a 400 metros acima do nível do mar, podendo alcançar 800 metros. Dados 3 Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do Município de Lagoa Alegre Estado do Piauí obtidos a partir do Levantamento Exploratório - Reconhecimento de solos do Estado do Piauí (1986) e Geografia do Brasil – Região Nordeste (IBGE – 1977). 4.4 - Geologia As unidades geológicas que ocupam os domínios do município pertencem às coberturas sedimentares, descritas abaixo. Na parte superior do pacote sedimentar aflora a Formação Barreiras, reunindo arenito, conglomerado e folhelho. Entremeando a seqüência aparece a Formação Piauí, com arenito, siltito, folhelho e calcário. Na base repousam os sedimentos da Formação Potí, representada por arenito, folhelho e siltito (figura 3). ESBOÇO GEOLÓGICO Sede Municipal UNIDADES GEOLÓGICAS Grupo Barreiras: arenito, conglomerado, folhelho Formação Piauí: arenito, siltito, folhelho, calcário ESCALA GRÁFICA Formação Poti: arenito, folhelho, siltito Figura 3 - Esboço geológico do município. 4.5 - Recursos Hídricos 4.5.1 - Águas Superficiais Os recursos hídricos superficiais gerados no estado do Piauí estão representados pela bacia hidrográfica do rio Parnaíba, é a mais extensa dentre as 25 bacias da Vertente Nordeste, ocupando uma área de 330.285 km2, o equivalente a 3,9% do território nacional. O rio Parnaíba possui 1.400 quilômetros de extensão e a maioria dos afluentes localizados a jusante de Teresina são perenes e supridos por águas pluviais e subterrâneas. Depois do rio São Francisco, é o mais importante rio do Nordeste. Dentre as sub -bacias, destacam-se aquelas constituídas pelos rios: Balsas, situado no Maranhão; Potí e Portinho, cujas nascentes localizam-se no Ceará; e Canindé, Piauí, Uruçuí-Preto, Gurguéia e 4 Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do Município de Lagoa Alegre Estado do Piauí Longá, todos no Piauí. Cabe destacar que a sub-bacia do rio Canindé, apesar de ter 26,2% da área total da bacia do Parnaíba, drena uma grande região semi-árida. Apesar do Piauí estar inserido no “Polígono das Secas”, não possui grande quantidade de açudes. Os mais importantes são: Boa Esperança, localizado em Guadalupe e represando cinco bilhões de metros cúbicos de água do rio Parnaíba, vem prestando grandes benefícios à população através da criação de peixes e regularização da vazão do rio, o que evitará grandes cheias, além de melhorar as possibilidades de navegação do rio Parnaíba; Caldeirão, no município de Piripiri, onde se desenvolve grandes projetos agrícolas; Cajazeiras, no município de Pio IX, é também uma garantia contra a falta de água durante as secas; Ingazeira, situado no município de Paulistana, no rio Canindé e; Barreira, situado no município de Fronteiras. 4.5.2 -Águas Subterrâneas No município de Lagoa Alegre distingue-se como domínio hidrogeológico apenas rochas sedimentares, englobando tanto formações da Bacia do Parnaíba, quanto os sedimentos do Grupo Barreiras. As unidades Bacia do Parnaíba pertencem às Formações Poti e Piauí, que pelas suas características litológicas comportam-se como uma única unidade hidrogeológica. A alternância de leitos mais ou menos permeáveis no âmbito dessas duas formações sugere comportamentos de aquíferos e aquitardes. Tendo em vista as áreas de ocorrências serem bastante significativas na área do município, essas formações se constituem numa opção do ponto de vista hidrogeológico, tendo um valor médio como manancial de água subterrânea. O domínio representado pelos sedimentos do Grupo Barreiras, com áreas de exposições em cerca de 40% da área do município, caracteriza-se por uma expressiva variação faciológica, com intercalações de níveis mais e menos permeáveis, o que lhe confere parâmetros hidrogeológicos variáveis de acordo com o contexto local. Essas variações induzem potencialidades diferentes quanto à produtividade de água subterrânea. Essa situação confere, localmente, ao domínio do Grupo Barreiras, características de aquitarde, ou seja, uma formação geológica que possui baixa permeabilidade e transmite água lentamente, não tendo muita expressividade como aqüífero. Apesar disso, em determinadas áreas, sua exploração é bastante desenvolvida. 5 - DIAGNÓSTICO DOS POÇOS CADASTRADOS O levantamento realizado no município registrou a presença de 227 pontos d’água, sendo todos poços tubulares. Quanto à propriedade do terreno onde se encontram, os poços foram classificados em: públicos, quando estão em terrenos de servidão pública e; particular, quando estão em propriedades privadas. A figura 4 mostra que 59 poços são públicos e 168 são de uso particular. Particulares Públicos 168 59 Figura 4 – Natureza da propriedade do terreno. Quatro situações distintas foram identificadas na data da visita de campo: poços em operação, paralisados, não instalados e abandonados. Os poços em operação são aqueles que funcionavam normalmente. Os paralisados estavam sem funcionar temporariamente devido a problemas relacionados com manutenção ou quebra de equipamentos. Os não instalados representam aqueles que foram perfurados, mas não foram ainda equipados com sistemas de bombeamento e distribuição. E por fim, os abandonados, que incluem poços secos e poços obstruídos, e representam os que não apresentam possibilidade de produção. 5 Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do Município de Lagoa Alegre Estado do Piauí A situação dessas obras, levando-se em conta seu caráter público ou particular, é apresentada em números absolutos no quadro 1 e em termos percentuais na figura 5. Quadro 1 - Situação atual dos poços cadastrados com relação a finalidade de uso da água. Natureza do poço Abandonado Em Operação Não Instalado Paralisado Público 6 43 9 1 Particular 3 114 35 16 Total 9 157 44 17 Não Instalado 19% Em Operação 70% Paralisado 7% Abandonado 4% Figura 5 - Situação dos poços cadastrados. A figura 6 mostra a relação entre os poços tubulares atu almente em operação e os poços desativados (paralisados e não instalados), mas passíveis de entrar em funcionamento. Verifica-se que 51 poços particulares estão desativados. Com relação aos poços públicos, 10 encontram-se desativados, podendo, entretanto vir a operar, somando suas descargas àquelas dos 43 poços que estão em uso. 150 100 50 0 Em Operação Desativados Público 43 10 Particular 114 51 Figura 6 – Poços em uso e passíveis de funcionamento. Com relação à fonte de energia utilizada nos sistemas de bombeamento dos poços, a figura 7 mostra que 40 poços públicos e 113 particulares utilizam energia elétrica. Os poços restantes, 19 públicos e 55 particulares, dependem de outras fontes de energia, como: eólica (cata-vento), solar e combustíveis (óleo diesel, gasolina etc). 150 100 50 0 Energia Elétrica Outras Fontes Público 40 19 Particular 113 55 Figura 7 – Tipo de energia utilizada nos sistemas de bombeamento de água 6 Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do Município de Lagoa Alegre Estado do Piauí Com relação à qualidade das águas dos poços cadastrados, foram realizadas in loco medidas de condutividade elétrica, que é a capacidade de uma substância conduzir a corrente elétrica, estando diretamente relacionada com o teor de sais dissolvidos. Na maioria das águas subterrâneas naturais, a condutividade elétrica da água multiplicada por um fator, que varia entre 0,55 a 0,75, gera uma boa estimativa dos sólidos totais dissolvidos (STD). Neste diagnóstico, utilizou-se o fator 0,65 para obter o teor de sólidos dissolvidos nas águas analisadas. A água com demasiado teor de minerais dissolvidos não é conveniente para certos usos. Contendo menos de 500 mg/L de sólidos dissolvidos é, em geral, satisfatória para o uso doméstico e para muitos fins industriais. Com mais de 1.000 mg/L contém minerais que lhe conferem um sabor desagradável e a torna inadequada para diversas finalidades. Para efeito de classificação das águas dos poços cadastrados, foram considerados os seguintes intervalos de sólidos totais dissolvidos (STD). < 500 mg/L  Água doce 500 a 1.500 mg/L  Água salobra > 1.500 mg/L  Água salgada Foram coletadas amostras de água e analisados os sólidos totais dissolvidos de 199 poços, tendo como resultados valores variando de 19,5 a 2.164,5 mg/L e valor médio de 216,7 mg/L. Conforme a figura 8, que ilustra a classificação das águas subterrâneas no município, 189 poços apresentaram água doce, ou seja, os sólidos totais dissolvidos nestas águas estão abaixo de 500 mg/L, 9 água salobra e 1 com água salgada. 200 150 100 50 0 Doce Salobra Salgada Figura 8 - Qualidade das águas subterrâneas dos poços cadastrados 6 - CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES A análise dos dados referentes ao cadastramento de poços executado no município, permitiu estabelecer as seguintes conclusões: 1. Em termos de domínio hidrogeológico, predominam as rochas da Bacia Sedimentar do Parnaíba, que possuem porosidade primária e boa permeabilidade, proporcionando boas condições de armazenamento e fornecimento de água; 2. O quadro 2 apresenta a situação atual dos poços existentes no município, onde cerca de 26% dos poços cadastrados são públicos e 27% do total são passíveis de funcionamento, podendo aumentar significativamente a oferta de água para a população; 3. Aproximadamente 67% dos poços são atendidos por rede de energia elétrica, o restante depende de fontes alternativas (eólica, solar) ou combustíveis para funcionar o sistema de bombeamento de água; 4. Em termos de qualidade das águas subterrâneas, as amostras analisadas mostraram que cerca de 95% dos poços possuem água doce, 4% são salobras e 1% são salgadas. 7 Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do Município de Lagoa Alegre Estado do Piauí Quadro 2 - Situação atual dos poços cadastrados no município Natureza do Poço Abandonado Em Operação Não Instalado Paralisado Total Público 6 43 9 1 59 Particular 3 114 35 16 168 Total 9 157 44 17 227 Com base nas conclusões acima estabelecidas pode-se tecer as seguintes recomendações: 1. Os poços desativados e não instalados devem entrar em programas de recuperação e instalação de equipamentos de bombeamento, visando o aumento da oferta de água à região; 2. Poços paralisados em virtude de alta salinidade, devem ser analisados com detalhe (vazão, análise físico-química, no de famílias atendidas etc.) visando a instalação de equipamentos de dessalinização da água; 3. Todos os necessitam de sofrer manutenção periódica para assegurar o seu funcionamento, principalmente, em tempos de estiagens prolongadas; 4. Para assegurar a boa qualidade da água, do ponto de vista bacteriológico, devem ser implantadas, em todos os poços, medidas de proteção sanitária tais como: selo sanitário, tampa de proteção, limpeza permanente do terreno, cerca de proteção etc. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Geografia do Brasil. Região Nordeste . Rio de Janeiro, SERGRAF. IBGE, 1977 FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. [Mapas Base dos municípios do Estado do Piauí]. Escalas variadas. Inédito. JACOMINE, P.K.T. et al.. Levantamento exploratório – reconhecimento de solos do Estado do Piauí. Rio de Janeiro. EMBRAPA-SNLCS/SUDENE-DRN. 1986. 782 p ilust. LIMA, E. de A. M. & LEITE, J.F. – 1978 – Projeto Estudo Global da Bacia Sedimentar do Parnaíba. Recife: DNPM/CPRM. PESSOA, M. D. – 1979 – Inventário Hidrogeológico Básico do Nordeste. Folha Nº 18 – São Francisco – NE. Recife. SUDENE PROJETO CARVÃO DA BACIA DO PARNAÍBA. Convênio DNPM/CPRM. Relatório Final da Etapa I. vol. 1. Recife. 1973 PROJETO RADAM. FOLHA SB.23 TERESINA E PARTE DA FOLHA SB.24 JAGUARIBE; geologia, geomorfologia, solos, vegetação e uso potencial da terra. Rio de Janeiro. 1973 8 Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do Município de Lagoa Alegre Estado do Piauí ANEXO 1 PLANILHA DE DADOS DAS FONTES DE ABASTECIMENTO Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do Município de Lagoa Alegre - Estado do Piauí NATUREZA CÓDIGO LATITUDE_ LONGTUDE_ PONTO DE PROF VAZAO SITUACAO EQUIPAMENTO DE FINALIDADE STD LOCALIDADE DO FONTE DE ENERGIA POCO S W AGUA (m) (L/h) DO POÇO BOMBEAMENTO DO USO (mg/L) TERRENO DL054 SEDE 4 31 5,4 42 37 34,9 Poço tubular Público Abandonado 1144 DL055 LAGOA ALEGRE - SEDE 4 31 19,9 42 37 35,8 Poço tubular Particular 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica 721,5 DL056 POSTO FROTA - SEDE 4 31 10,2 42 37 30,2 Poço tubular Particular 40 5000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 266,5 DL057 SEDE 4 31 8,1 42 37 29,3 Poço tubular Público Abandonado DL058 SEDE LAGOA ALEGRE 4 31 7 42 37 27,9 Poço tubular Particular Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 325 DL059 SEDE 4 31 7,9 42 37 23,6 Poço tubular Particular 50 6450 Abandonado DL060 SEDE LAGOA ALEGRE 4 31 7,2 42 37 25,8 Poço tubular Particular 54 10000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica 130 DL061 FAZENDA SANTA ISABEL 4 30 35,9 42 37 39,9 Poço tubular Particular Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 234 DL062 FAZENDA CHAPARRAL 4 30 27,9 42 37 49,2 Poço tubular Particular 120 15000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 253,5 DL063 SEDE 4 30 47,1 42 37 36,8 Poço tubular Particular 50 Paralisado 227,5 DL064 SEDE LAGOA ALEGRE 4 30 41,9 42 37 22,5 Poço tubular Particular 50 17000 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 136,5 DL065 SEDE 4 30 43 42 37 24,3 Poço tubular Particular 60 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 214,5 DL066 SEDE 4 30 53,8 42 37 28,8 Poço tubular Particular 68 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica 351 DL067 SEDE 4 31 2,5 42 37 25,2 Poço tubular Particular 50 Não Instalado 201,5 DL068 SEDE 4 31 12,6 42 37 18,5 Poço tubular Particular 50 12000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica 273 DL069 SEDE 4 30 57 42 37 30,6 Poço tubular Particular 50 3600 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 812,5 DL070 SEDE 4 30 55,4 42 37 28 Poço tubular Particular 50 4500 Paralisado Elétrica monofásica 630,5 DL071 SEDE 4 30 50,5 42 37 27,5 Poço tubular Particular 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 227,5 DL072 SEDE 4 30 41,1 42 37 11,3 Poço tubular Público Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Comunitário DL073 SEDE 4 30 36,5 42 37 4,4 Poço tubular Público 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 227,5 DL074 SEDE 4 30 51,3 42 37 5,1 Poço tubular Público 32 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 45,5 DL075 SEDE 4 30 47,3 42 37 11,6 Poço tubular Público Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Comunitário DL076 SEDE 4 30 47,1 42 37 11,6 Poço tubular Público Paralisado DL077 SEDE 4 30 47,1 42 37 14,2 Poço tubular Particular 55 15000 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 143 DL078 SEDE 4 30 57,5 42 37 23,8 Poço tubular Particular 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular DL079 LAJEIRO 4 31 55,1 42 38 19,4 Poço tubular Público 100 11000 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 422,5 DL080 LAJEIRO 4 31 54,7 42 38 21,4 Poço tubular Particular 50 7500 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 416 DL100 FAZENDA ALTAMIRA 4 31 35,7 42 37 55,3 Poço tubular Particular Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 1033,5 DL101 FAZENDA ANGELICA 4 31 32 42 37 48,8 Poço tubular Particular Em Operação Bomba injetora Elétrica trifásica Particular 702 DL102 U. E. ALFREDO DA S. COSTA - SEDE 4 31 8,9 42 37 33,9 Poço tubular Público Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 793 DL103 SEDE- RUA JOSE MACHADO MIOTA 4 31 10,5 42 37 26,6 Poço tubular Particular 100 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular DL104 FAZENDA SAO JOSE 4 31 40,2 42 37 6,6 Poço tubular Particular 65 Em Operação Bomba injetora Elétrica trifásica Particular 266,5 DL105 SAO JOSE - SEDE 4 31 18,9 42 37 24 Poço tubular Particular 100 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 364 Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do Município de Lagoa Alegre - Estado do Piauí NATUREZA CÓDIGO LATITUDE_ LONGTUDE_ PONTO DE PROF VAZAO SITUACAO EQUIPAMENTO DE FINALIDADE STD LOCALIDADE DO FONTE DE ENERGIA POCO S W AGUA (m) (L/h) DO POÇO BOMBEAMENTO DO USO (mg/L) TERRENO DL106 SAO JOSE - SEDE 4 31 16,1 42 37 25,5 Poço tubular Particular Em Operação Bomba submersa Particular 240,5 DL107 AVENIDA ALDENOR COSTA, 320- SEDE 4 31 1,2 42 37 29,7 Poço tubular Particular 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 247 DL108 AVENIDA ODERCIO BORGES, 196- SEDE 4 30 59,3 42 37 27,5 Poço tubular Particular Paralisado 377 DL109 NOVO MILENIO - SEDE 4 30 50,1 42 37 36,1 Poço tubular Público Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Comunitário DL110 RUA RIO GRANDE DO SUL/ 04 - SEDE 4 30 39,4 42 37 33,4 Poço tubular Particular 40 Não Instalado 234 DL111 RUA NOVO HORIZONTE -SEDE 4 30 40,5 42 37 23,3 Poço tubular Público 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 188,5 DL112 POCO DA SAMBA 4 28 39,2 42 27 37,3 Poço tubular Particular 45 Não Instalado Sarilho 240,5 DL113 VEREDA DO MEIO 4 28 40,7 42 28 14,7 Poço tubular Particular 80 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 299 DL114 MALHADA VERMELHA 4 28 43,5 42 29 52,5 Poço tubular Particular 120 10000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 201,5 DL115 MALHADA VERMELHA 4 28 33,2 42 29 53,6 Poço tubular Particular 78 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 221 DL116 MALHADA VERMALHA 4 28 12,8 42 29 48,2 Poço tubular Particular 70 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 188,5 DL117 MALHADA VERMELHA 4 28 20,2 42 29 0,4 Poço tubular Particular 118 10000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 156 DL118 MALHADA VERMELHA 4 28 5,7 42 29 59,2 Poço tubular Particular 80 Não Instalado Sarilho Particular 162,5 DL119 CANTO DO CHORAO 4 27 51 42 29 55,5 Poço tubular Particular 72 30000 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 227,5 DL120 CANTO DO CHORAO 4 27 27,1 42 29 58,6 Poço tubular Particular 90 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 149,5 DL121 CANTO DO CHORAO 4 27 27,4 42 30 0,3 Poço tubular Particular 60 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 195 DL122 CANTO DO CHORAO 4 27 38,3 42 30 10,7 Poço tubular Particular 42 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 143 DL123 CANTO DO CHORAO 4 27 19,7 42 30 19,6 Poço tubular Particular 76 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 201,5 DL124 VINAGREIRA 4 27 37,4 42 28 41,4 Poço tubular Público 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 110,5 DL125 VINAGREIRA 4 27 37,1 42 28 40,8 Poço tubular Público Abandonado DL126 VINAGREIRA 4 27 39,4 42 28 43,3 Poço tubular Particular 88 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 156 DL127 VINAGREIRA 4 27 55,6 42 28 25,4 Poço tubular Particular 100 Não Instalado Bomba manual Particular 208 DL128 VINAGREIRA 4 27 47,5 42 28 15,5 Poço tubular Particular 105 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica 65 DL129 VINAGREIRA 4 27 30,9 42 28 26,9 Poço tubular Público 80 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Comunitário 136,5 DL130 VINAGREIRA 4 27 26,4 42 28 19,8 Poço tubular Particular 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 32,5 DL131 VINAGREIRA 4 27 24,8 42 28 34,8 Poço tubular Particular 84 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 266,5 DL132 VISTA BELA 4 26 45,3 42 29 22,2 Poço tubular Particular 60 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 45,5 DL133 NOVA VIDA 4 26 18 42 31 41,9 Poço tubular Particular 92 3400 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 338 DL134 MANGABEIRA II 4 26 24,6 42 30 28,9 Poço tubular Particular 60 10000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 71,5 DL135 MANGABEIRA II 4 26 24,7 42 30 29,7 Poço tubular Particular 60 Abandonado DL136 MANGABEIRA - II 4 26 22,8 42 30 27,5 Poço tubular Particular 25 4500 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 169 DL137 FAZENDA DIVISAO 4 26 16,5 42 28 5 Poço tubular Particular Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 182 DL138 FAZENDA RETIRO 4 27 13,1 42 28 13,1 Poço tubular Particular 120 2500 Em Operação Bomba injetora Óleo Diesel Particular 123,5 Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do Município de Lagoa Alegre - Estado do Piauí NATUREZA CÓDIGO LATITUDE_ LONGTUDE_ PONTO DE PROF VAZAO SITUACAO EQUIPAMENTO DE FINALIDADE STD LOCALIDADE DO FONTE DE ENERGIA POCO S W AGUA (m) (L/h) DO POÇO BOMBEAMENTO DO USO (mg/L) TERRENO DL139 FAZENDA VINAGREIRA 4 26 52,3 42 28 45,2 Poço tubular Particular 85 Paralisado Bomba injetora DL140 FAZENDA VINAGREIRA 4 26 52,1 42 28 45,8 Poço tubular Particular 81 Não Instalado 136,5 DL141 FAZENDA VINAGREIRA 4 26 56 42 28 45,5 Poço tubular Particular 75 19000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 110,5 DL142 VINAGREIRA 4 26 41,8 42 28 57,4 Poço tubular Público 120 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Comunitário 84,5 DL143 VINAGREIRA 4 26 38,3 42 28 56,3 Poço tubular Particular 70 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 136,5 DL144 FAZENDA BOQUEIRAO DA VINAGREIRA 4 26 27,6 42 28 55,9 Poço tubular Particular 55 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 84,5 DL145 VINAGREIRA II 4 26 13,5 42 28 42,1 Poço tubular Particular 60 6000 Não Instalado 32,5 DL146 FAZENDA LAGOA SECA 4 25 38 42 28 52,6 Poço tubular Particular 115 8000 Em Operação Bomba submersa Óleo Diesel Particular 2164,5 DL148 MANGABEIRA 4 26 11,3 42 29 44,9 Poço tubular Público 100 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Comunitário 19,5 DL149 MANGEBEIRA 4 26 4,8 42 29 40,2 Poço tubular Particular 77 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 45,5 DL150 MANGABEIRA 4 25 53 42 30 1,5 Poço tubular Particular 80 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 45,5 DL151 MANGABEIRA 4 25 45,9 42 30 8,8 Poço tubular Particular 76 Não Instalado 19,5 DL152 TERRA PRETA 4 25 39,3 42 30 32 Poço tubular Particular 71 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 58,5 DL153 TERRA PRETA 4 25 35,8 42 30 32,1 Poço tubular Particular 80 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica 97,5 DL154 TERRA PRETA 4 25 21,8 42 30 29,7 Poço tubular Particular 60 Em Operação Bomba injetora Elétrica trifásica Comunitário 240,5 DL155 TERRA PRETA 4 25 15 42 30 27,4 Poço tubular Particular 80 14000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica 182 DL156 CACIMBA DE DENTRO 4 24 47,7 42 30 21,1 Poço tubular Público 56 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 104 DL157 CACIMBA DE DENTRO 4 24 35,6 42 30 27,8 Poço tubular Público 80 Em Operação Bomba injetora Óleo Diesel Comunitário 143 DL158 FAZENDA SALEM 4 25 44,4 42 30 38,2 Poço tubular Particular 80 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica 84,5 DL159 BOM JESUS DOS PASSOS 4 26 26,6 42 31 41,2 Poço tubular Público 90 8000 Em Operação Bomba injetora Elétrica trifásica Comunitário 156 DL160 MORRO DOS BORGES 4 26 44 42 32 45,5 Poço tubular Público 105 Não Instalado Sarilho 377 DL251 NOVA VISTA 4 22 0,7 42 32 29,6 Poço tubular Particular 70 Não Instalado Sarilho 273 DL252 NOVA VISTA 4 22 40,5 42 32 30,2 Poço tubular Particular 70 17000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica 182 DL253 NOVA VISTA 4 22 44 42 32 29,1 Poço tubular Público 70 8000 Em Operação Bomba injetora Elétrica trifásica Comunitário 221 DL254 POCOS D'AGUA 4 23 37 42 31 40,1 Poço tubular Público 100 Não Instalado DL255 POCOS D'AGUA 4 23 31,8 42 31 43,9 Poço tubular Público 70 10000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Comunitário 266,5 DL256 POCOS D'AGUA 4 23 30,2 42 31 45,4 Poço tubular Público 109 Abandonado DL257 BEBEDOURO 4 24 20 42 31 53,2 Poço tubular Público 110 5000 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 156 DL258 BEBEDOURO 4 24 18,8 42 31 52 Poço tubular Público 100 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica 364 DL259 PALMEIRA CAMPOS 4 23 59,6 42 32 46 Poço tubular Particular 100 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 201,5 DL260 FAZENDA PALMEIRA CAMPO 4 23 54,3 42 32 40,2 Poço tubular Particular Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 208 DL261 FAZENDA PALMEIRA CAMPO 4 23 50 42 32 39,1 Poço tubular Particular Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica 221 DL262 BOA AGUA 4 23 52,9 42 33 5,5 Poço tubular Público Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica 201,5 Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do Município de Lagoa Alegre - Estado do Piauí NATUREZA CÓDIGO LATITUDE_ LONGTUDE_ PONTO DE PROF VAZAO SITUACAO EQUIPAMENTO DE FINALIDADE STD LOCALIDADE DO FONTE DE ENERGIA POCO S W AGUA (m) (L/h) DO POÇO BOMBEAMENTO DO USO (mg/L) TERRENO DL263 AREIA 4 23 0,6 42 33 13,5 Poço tubular Público 30 Abandonado DL264 AREIA 4 23 0,6 42 33 18 Poço tubular Público 111 10000 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 91 DL265 CAPAO 4 22 56,9 42 33 43 Poço tubular Público 58 Não Instalado Sarilho 19,5 DL266 CAJAZEIRAS 4 23 17 42 34 44,7 Poço tubular Particular 60 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 71,5 DL267 CAJAZEIRAS 4 23 39,6 42 34 31,7 Poço tubular Particular 84 25000 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 188,5 DL268 PONTA DO MATO 4 24 17,1 42 34 12,1 Poço tubular Particular 50 5000 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 52 DL269 PONTA DO MATO 4 24 29,3 42 34 15,5 Poço tubular Particular 50 19000 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 19,5 DL270 FAZENDA JACURUTU 4 25 12,5 42 33 29,1 Poço tubular Particular 51 7000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 26 DL271 FAZENDA JACURUTU 4 25 14,6 42 33 24,9 Poço tubular Particular 181 4500 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica 195 DL272 FAZENDA JACURUTU 4 25 11,9 42 33 26,3 Poço tubular Particular 105 3500 Paralisado Bomba submersa 26 DL273 VILA SAO JOAQUIM 4 25 15,3 42 33 41,6 Poço tubular Público 32 Em Operação Bomba injetora Óleo Diesel Comunitário 32,5 DL274 FAZENDA BOA SORTE 4 24 43,5 42 33 5,5 Poço tubular Particular Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 156 DL275 POCO DO GASPAR 4 25 7,8 42 33 12 Poço tubular Particular 50 15000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 78 DL276 POCO DO GASPAR 4 25 26 42 32 53,5 Poço tubular Público 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 221 DL277 POCO DO GASPAR 4 25 48,1 42 32 47,2 Poço tubular Público 60 12000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 91 DL278 POCO GASPAR 4 25 54,8 42 32 41,4 Poço tubular Público 82 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 97,5 DL279 POCO GASPAR 4 25 39 42 33 13 Poço tubular Público 82 45000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Comunitário 162,5 DL280 POCO GASPAR 4 25 23,2 42 33 8 Poço tubular Particular 50 15800 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 84,5 DL281 POCO DO GASPAR 4 25 53,4 42 33 38,8 Poço tubular Particular 47 Em Operação Bomba injetora Óleo Diesel Particular 195 DL282 POCO DO GASPAR 4 26 7,2 42 33 45,7 Poço tubular Particular 48 Não Instalado Sarilho 149,5 DL283 PONTA DO MATO 4 24 52,5 42 34 40,8 Poço tubular Particular 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 97,5 DL284 PONTA DO MATO 4 24 27,3 42 34 17,5 Poço tubular Particular Paralisado Bomba centrifuga Elétrica monofásica DL285 ALTIM 4 26 23,2 42 33 53,1 Poço tubular Particular Não Instalado 123,5 DL286 JAPAO 4 27 14,8 42 34 29,6 Poço tubular Particular 100 17000 Em Operação Bomba injetora Óleo Diesel Particular 156 DL287 POCO DE PEDRA 4 27 38,6 42 34 30,8 Poço tubular Particular 60 17000 Não Instalado Sarilho 286 DL288 POCO DE PEDRA 4 27 43,1 42 34 59,7 Poço tubular Particular 46 Não Instalado Sarilho Particular 32,5 DL289 POCO DE PEDRA 4 28 28,3 42 34 57,1 Poço tubular Público 50 Não Instalado Sarilho 45,5 DL290 POCO DE PEDRA 4 28 8,8 42 34 36,8 Poço tubular Público 60 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 305,5 DL291 LAGOA SECA 4 26 26,8 42 35 6,1 Poço tubular Particular 50 Não Instalado Sarilho 32,5 DL292 LAGOA SECA 4 26 29,7 42 36 12,6 Poço tubular Público 60 Não Instalado Sarilho Comunitário 123,5 DL294 SANTO ANTONIO 4 27 36,7 42 36 16,6 Poço tubular Público 60 11000 Não Instalado Sarilho 208 DL295 SANTO ANTONIO 4 27 22,9 42 36 47,9 Poço tubular Público 40 Não Instalado Sarilho 273 DL300 PAU DA CHAPADA 4 28 9,4 42 38 5 Poço tubular Público 60 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 325 Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do Município de Lagoa Alegre - Estado do Piauí NATUREZA CÓDIGO LATITUDE_ LONGTUDE_ PONTO DE PROF VAZAO SITUACAO EQUIPAMENTO DE FINALIDADE STD LOCALIDADE DO FONTE DE ENERGIA POCO S W AGUA (m) (L/h) DO POÇO BOMBEAMENTO DO USO (mg/L) TERRENO DL301 MACAMBIRA 4 28 40,4 42 39 19,5 Poço tubular Público 55 Não Instalado Sarilho Comunitário 305,5 DL304 BOA ESPERANCA 4 29 41,4 42 40 6,6 Poço tubular Público Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 422,5 DL305 BOA ESPERANCA 4 29 50,9 42 39 41,5 Poço tubular Particular 70 4400 Paralisado Bomba submersa Elétrica monofásica DL306 BOA ESPERANCA 4 29 48,7 42 39 27,4 Poço tubular Particular Paralisado Bomba submersa Elétrica monofásica Particular DL307 SAO RAIMUNDO 4 29 49,8 42 39 8 Poço tubular Público 70 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 416 DL308 JACUNDA 4 30 8,2 42 38 52 Poço tubular Público 70 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 500,5 DL309 POCO DO GASPAR 4 25 29 42 33 14,1 Poço tubular Particular 100 5000 Não Instalado 169 DL310 BOM JESUS 4 29 16,1 42 36 9,4 Poço tubular Particular 80 18000 Não Instalado Sarilho 240,5 DL311 TITARA 4 29 28,2 42 36 27,3 Poço tubular Particular 100 35000 Não Instalado DL312 CANTA GALO 4 29 54,7 42 36 31,1 Poço tubular Particular 55 14440 Não Instalado Sarilho 182 DL313 VIDA NOVA 4 30 6,6 42 36 40,1 Poço tubular Particular 57 10000 Em Operação Bomba injetora Óleo Diesel Comunitário 253,5 DL314 LAGOA DA SERRA 4 29 56,5 42 37 9,8 Poço tubular Particular 60 Não Instalado Sarilho 396,5 DL321 LAJEIRO 4 31 58,2 42 38 22,5 Poço tubular Particular Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 364 DL322 SALOBRO 4 32 5 42 40 4,6 Poço tubular Público Em Operação Bomba injetora Elétrica monofásica Comunitário 403 DL323 SALOBRO 4 32 7 42 40 15,2 Poço tubular Público Em Operação Bomba injetora Elétrica monofásica Comunitário 357,5 DL324 SALOBRO 4 32 11,8 42 40 37,9 Poço tubular Particular Paralisado Bomba injetora Elétrica monofásica Particular DL325 SEDE 4 30 22 42 37 11 Poço tubular Particular 55 Não Instalado Sarilho 273 DL326 FAZENDA ESTRELA 4 32 39,5 42 39 55,1 Poço tubular Particular Em Operação Bomba injetora Elétrica trifásica Particular 487,5 DL327 BELA VISTA 4 33 14 42 39 41,2 Poço tubular Particular 50 Paralisado 214,5 DL328 BELA VISTA 4 33 11,4 42 39 43,8 Poço tubular Particular 100 5000 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 208 DL329 CACIMBA DE PEDRA 4 33 20,6 42 39 5 Poço tubular Particular 54 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica 260 DL330 CACIMBA DA PEDRA 4 33 27,5 42 38 25,8 Poço tubular Particular 40 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 162,5 DL331 CACIMBA DE PEDRA 4 33 16,3 42 38 3,7 Poço tubular Público 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 377 DL332 SAO FRANCISCO 4 34 6,4 42 37 33,3 Poço tubular Público 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 123,5 DL333 MALHADA VERMALHA 4 33 55,8 42 36 51,3 Poço tubular Particular 50 Não Instalado Sarilho 123,5 DL334 MALHADA VERMALHA 4 34 32 42 36 50,7 Poço tubular Público 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 136,5 DL335 MALHADA VERMELHA 4 34 32,4 42 37 6,7 Poço tubular Particular 50 Paralisado Bomba injetora Óleo Diesel DL336 MALHADA VERMELHA 4 34 35,7 42 36 45,9 Poço tubular Público 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Comunitário 104 DL337 MALHADA VERMELHA 4 34 51,1 42 36 24,8 Poço tubular Particular 150 16000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica DL338 MALHADA VERMELHA 4 34 50,2 42 36 30,7 Poço tubular Particular Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 110,5 DL339 MALHADA DA AREIA 4 34 43 42 36 5,8 Poço tubular Particular Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 65 DL340 MALHADA VERMELHA 4 34 25,9 42 36 34,2 Poço tubular Particular 50 Não Instalado Sarilho 58,5 DL341 FAZENDA MALHADA VERMELHA 4 34 3 42 36 32,8 Poço tubular Particular 100 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica 123,5 Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do Município de Lagoa Alegre - Estado do Piauí NATUREZA CÓDIGO LATITUDE_ LONGTUDE_ PONTO DE PROF VAZAO SITUACAO EQUIPAMENTO DE FINALIDADE STD LOCALIDADE DO FONTE DE ENERGIA POCO S W AGUA (m) (L/h) DO POÇO BOMBEAMENTO DO USO (mg/L) TERRENO DL342 FAZENDA MALHADA VERMELHA 4 33 51,5 42 36 24,8 Poço tubular Particular 100 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica 156 DL343 FAZENDA MALHADA VERMELHA 4 34 4,7 42 36 25,1 Poço tubular Particular 80 Paralisado Bomba submersa Elétrica trifásica DL344 FAZENDA MALHADA VERMELHA 4 34 5,6 42 36 17,3 Poço tubular Particular 60 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 195 DL345 SOCORRO 4 33 20,4 42 36 9 Poço tubular Particular 100 Em Operação Bomba centrifuga Óleo Diesel Particular 266,5 DL346 SANTO ANTONIO 4 34 16,1 42 36 10,9 Poço tubular Particular 70 Não Instalado Sarilho 45,5 DL347 JENIPAPO 4 33 34,4 42 35 21,8 Poço tubular Particular 100 Paralisado Bomba submersa Óleo Diesel DL348 ALTO BONITO 4 32 55 42 34 54,6 Poço tubular Particular Em Operação Bomba injetora Elétrica trifásica Particular 123,5 DL349 ALTAMIRA 4 32 35 42 37 41,1 Poço tubular Particular 55 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 221 DL350 FAZENDA RANCHO ALEGRE 4 31 59,5 42 37 8,7 Poço tubular Particular Em Operação Bomba injetora Elétrica trifásica Particular 143 DL351 SEDE 4 30 50,4 42 37 28,8 Poço tubular Particular 50 12000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica 312 DL352 SEDE - CASA DA PREFEITA 4 31 3,5 42 37 30,7 Poço tubular Público 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica 1196 DL353 TIRANIA 4 31 15,4 42 36 4,1 Poço tubular Particular 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 208 DL354 TIRANIA 4 31 18,3 42 35 57,9 Poço tubular Particular 60 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 214,5 DL355 TIRANIA 4 31 16,5 42 35 55 Poço tubular Particular 60 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 214,5 DL356 TIRANIA 4 31 21 42 35 49 Poço tubular Particular 50 Em Operação Bomba centrifuga Elétrica trifásica Particular 227,5 DL357 TIRANIA 4 31 42,5 42 35 57,5 Poço tubular Particular 60 Não Instalado Sarilho 234 DL358 ALTO BONITO 4 32 47,7 42 34 48,1 Poço tubular Público 90 Não Instalado Sarilho Comunitário 104 DL359 LAGOA SECA 4 32 15,4 42 34 41,9 Poço tubular Particular 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 26 DL360 MORADA NOVA 4 32 49,6 42 33 57,5 Poço tubular Particular 60 15800 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 84,5 DL361 SANTA MARIA 4 33 7,2 42 33 57 Poço tubular Particular 60 Paralisado Bomba injetora Elétrica monofásica 188,5 DL362 FAZENDA IMPOSSIVEL 4 33 8,5 42 33 21,4 Poço tubular Particular 70 Em Operação Bomba centrifuga Elétrica monofásica Particular 52 DL363 CARNAUBA COMPRIDA 4 32 13,3 42 32 21,9 Poço tubular Particular 50 Não Instalado Sarilho Particular 26 DL364 PEDRA BRANCA 4 31 59,1 42 33 31 Poço tubular Particular 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 162,5 DL365 PEDRA BRANCA 4 31 50,2 42 33 36,2 Poço tubular Particular 7000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 273 DL366 PEDRA BRANCA 4 31 36,5 42 33 44,4 Poço tubular Público Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 435,5 DL367 CANTO DO SILVA 4 31 7,5 42 33 24,6 Poço tubular Particular 50 Não Instalado Sarilho 221 DL368 SAO BENEDITO 4 31 5,9 42 32 28,7 Poço tubular Particular 110 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 39 DL369 BARRA NOVA 4 30 44,9 42 31 53,4 Poço tubular Particular 100 19000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 117 DL370 BAIXAO 4 29 50,7 42 33 43,3 Poço tubular Particular 50 Não Instalado Sarilho 234 DL371 DESCOBERTA 4 30 10,4 42 34 12 Poço tubular Particular 50 Paralisado Bomba manual 104 DL372 MAMBIRA 4 29 55 42 34 47,3 Poço tubular Público 60 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 71,5 DL373 FAZENDA JORDAO 4 29 24,9 42 34 19,9 Poço tubular Particular 50 Não Instalado Sarilho 162,5 DL374 MAMBIRA 4 30 5,6 42 34 59,2 Poço tubular Particular 53 8000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 104 Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do Município de Lagoa Alegre - Estado do Piauí NATUREZA CÓDIGO LATITUDE_ LONGTUDE_ PONTO DE PROF VAZAO SITUACAO EQUIPAMENTO DE FINALIDADE STD LOCALIDADE DO FONTE DE ENERGIA POCO S W AGUA (m) (L/h) DO POÇO BOMBEAMENTO DO USO (mg/L) TERRENO DL375 PIRANGI 4 32 10,7 42 36 42,2 Poço tubular Particular 100 Em Operação Bomba injetora Óleo Diesel Particular 344,5 DL376 SEDE 4 30 52,9 42 37 26,9 Poço tubular Particular 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 266,5 DL401 MORRO DOS BORGES 4 27 14,5 42 32 40 Poço tubular Particular 80 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 97,5 DL402 FAZENDA SANTA TERESA 4 27 18,4 42 32 39,4 Poço tubular Particular 100 Em Operação Bomba submersa Particular 58,5 DL403 FAZENDA LONDRINA 4 28 1,2 42 32 38,1 Poço tubular Particular 60 5000 Não Instalado DL404 JANDIRANA 4 28 7,9 42 31 52,1 Poço tubular Público 37 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 45,5 DL405 MORADA NOVA 4 28 19 42 31 45,8 Poço tubular Particular 50 16700 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 19,5 DL406 CALOMBO 4 28 58,3 42 31 14,1 Poço tubular Particular 50 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 19,5 DL407 CALDEIRAO 4 29 25,6 42 30 55 Poço tubular Particular 50 Não Instalado Sarilho 65 DL408 CALDEIRAO 4 29 35,9 42 30 43,9 Poço tubular Público 60 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 104 DL409 CALDEIRAO 4 29 26,8 42 30 30 Poço tubular Público 60 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 78 DL410 BARRA BRANCA 4 29 53,9 42 30 52,7 Poço tubular Público Abandonado DL411 BARRA BRANCA 4 30 7,4 42 31 2,3 Poço tubular Particular 60 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 78 DL412 PINICADA 4 30 24,7 42 29 53,8 Poço tubular Particular Paralisado Bomba injetora Óleo Diesel DL413 FAZENDA BARRA BRANCA 4 30 20,1 42 31 6,5 Poço tubular Particular 90 Não Instalado 84,5 DL414 FAZENDA BARRA BRANCA 4 30 14,9 42 31 10,2 Poço tubular Particular 140 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 123,5 DL415 FAZENDA BARRA BRANCA 4 30 10 42 31 15,6 Poço tubular Particular 120 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica 78 DL416 BARRA BRANCA 4 30 3,4 42 31 12,7 Poço tubular Particular 100 5000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica Particular 162,5 DL417 BARRA BRANCA 4 30 1,6 42 31 19,3 Poço tubular Particular 80 2000 Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica 149,5 DL418 BARRA NOVA 4 29 49,3 42 32 0,7 Poço tubular Particular 86 Não Instalado Sarilho 123,5 DL419 BACHAO 4 29 42,8 42 32 52,8 Poço tubular Particular 70 Não Instalado Sarilho 221 DL420 FAZENDINHA 4 28 39,7 42 32 42 Poço tubular Particular 46 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 195 DL421 FAZENDINHA 4 28 35,6 42 32 47,1 Poço tubular Particular 62 Não Instalado Sarilho 156 DL422 FAZENDINHA 4 28 32,2 42 32 51,7 Poço tubular Particular 50 10500 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Particular 149,5 DL423 FAZENDINHA 4 28 34,9 42 33 25,5 Poço tubular Particular 80 Em Operação Bomba injetora Óleo Diesel Particular 227,5 DL424 FAZENDINHA 4 28 29,8 42 33 16,3 Poço tubular Particular 62 16000 Não Instalado DL425 MANGABEIRA 4 26 34,1 42 30 9,5 Poço tubular Particular Abandonado DL426 FAZENDA CAJUEIRO 4 28 52,1 42 28 58,8 Poço tubular Particular Em Operação Bomba submersa Elétrica trifásica 396,5 HB212 ALTO ALEGRE 4 29 17,2 42 28 44,6 Poço tubular Particular 100 70000 Em Operação Bomba submersa Elétrica monofásica Comunitário 157,95 Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do Município de Lagoa Alegre Estado do Piauí ANEXO 2 MAPA DE PONTOS D’ÁGUA