Capa PROGRAMA DE ÁGUA SUBTERRÂNEA PARA A REGIÃO NORDESTE PROJETO CADASTRAMENTO DE POÇOS BASE MUNICIPAL DE INFORMAÇÕES DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS MUNICÍPIOS DE INAJÁ E MANARI - PE 1 2 95 4 5 3 7 6 8 86 126 9 85 97 14 13 10 96 12 11 8415 8375 82 16 113 17 81 79111 22 12518 104 74 112 F1 118 80 93 117 9421 19 70 71 73 76 101 78 102 20 9072 115 116 124 119 77 87 123 F2 69 67 114 122 23 68 66 127Área 1 88 136138 24 Caraibeira 100 98 103 89 132 107 108 34 109 106INAJÁ 135 25 33 105 110 137 26 35 121 139 13427 28 129 131 120 31 29 130 MANARI 32 9130 92 Série Hidrogeologia Informações Básicas Volume 22 Recife 2000 66 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA SECRETARIA DE MINAS E METALURGIA CPRM - SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO RECIFE PROGRAMA DE ÁGUA SUBTERRÂNEA PARA A REGIÃO NORDESTE PROJETO CADASTRAMENTO DE POÇOS BASE MUNICIPAL DE INFORMAÇÕES DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS MUNICÍPIOS DE INAJÁ E MANARI - PE Série Hidrogeologia - Informações Básicas - Volume 22 João Alfredo da Costa Lima Neves José Wilson de Castro Temóteo RECIFE 2000 Equipe Técnica Equipe Técnica Enjôlras de Albuquerque Medeiros Lima João Alfredo da Costa Lima Neves Gerente de Hidrologia Jairo Fonseca Leite e Gestão Territorial José Ubaldo de Sá José Wilson de Castro Temóteo Ivo Figueirôa Josias Barbosa de Lima Gerente de Relações Institucionais Saulo de Tarso Monteiro Pires e Desenvolvimento Digitação José Carlos da Silva Ana Paula Rangel Jacques Supervisor de Hidrogeologia e Exploração Editoração Eletrônica Antonio de Souza Leal Claudio Scheid Coordenação Nacional Flávio Renato A. de A. Escorel Ana Paula Rangel Jacques Analista de Informações Dalvanise da Rocha S. Bezerril Coordenação Editorial Serviço de Edição Regional Luciano Tenório de Macêdo Avenida Sul, 2291 - Afogados - Recife/PE Série Hidrogeologia - Informações Básicas, n. 22 Neves, João Alfredo da C. L. Base municipal de informações das águas subterrâneas: Municípios de Inajá e Manari-PE/João Alfredo da Costa Lima Neves, José Wilson de Castro Temóteo. Recife: CPRM, 2000. 12p. il. (Série Hidrogeologia. Informações Básicas, 22). “Programa de Água Subterrânea para a Região Nordeste. Projeto Cadas- tramento de Poços”. 1. Hidrogeologia. 2. Água Subterrânea. 3. Brasil. 4. Pernambuco. I. Temó- teo, José Wilson de Castro. II. Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais. III. Título. CDD 551.49 Capa: Mapa de pontos de água dos municípios de Inajá e Manari - PE Permitida a reprodução desde que mencionada a fonte Apresentação Apresentação A Base Municipal de Informações das Águas Subterrâneas é um produto de informação hidrogeológica desenvolvido dentro do Pro- grama de Água Subterrânea para a Região Nordeste, objetivando a disseminação de dados básicos relativos as possibilidades de exis- tência de reservas de água no subsolo do município, do uso racio- nal, dos pontos de captação e das necessidades de conservação. Destina-se, especialmente, às autoridades municipais, planeja- dores e população local, possibilitando, a partir do conhecimento básico, definir ações capazes de resolver problemas de abasteci- mento de água e traçar metas de planejamento para a elaboração de planos de desenvolvimento e de aprofundamento de estudos es- pecíficos para a implementação do nível de conhecimento dos re- cursos hídricos e da utilização dos pontos de captação. A fonte de informação inicial é o SISTEMA DE INFORMAÇÕES DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS – SIAGAS, mantido pela CPRM e composto de dados cadastrais dos pontos de água existentes no município, aos quais são adicionadas algumas observações de campo e outras informações disponíveis e necessárias para tomada de decisões. A CPRM, como Serviço Geológico do Brasil, acredita plena- mente que ao oferecer aos municípios nordestinos as informações sucintas e objetivas dos seus recursos hídricos subterrâneos, esteja colaborando com os subsídios básicos indispensáveis a execução de estudos, ao aproveitamento planejado e a conscientização do ci- dadão. Sumário Sumário 1 - INTRODUÇÃO .................................................................................................................... 01 2 - GENERALIDADES .............................................................................................................. 02 2.1 Localização e Limites ......................................................................................................... 02 2.2 Histórico Municipal ............................................................................................................. 03 2.3 Aspectos Econômicos e Dados Populacionais .................................................................. 03 2.4 Aspectos Climáticos ........................................................................................................... 03 2.5 Pluviometria ........................................................................................................................ 03 2.6 Vegetação .......................................................................................................................... 04 3 - ASPECTOS GEOLÓGICOS ............................................................................................... 05 3.1 Generalidades .................................................................................................................... 05 3.2 Estratigrafia ........................................................................................................................ 06 3.2.1 Embasamento Cristalino .................................................................................................. 06 3.2.2 Seqüência Sedimentar ..................................................................................................... 06 4 - CADASTRAMENTO DE PONTOS D’ÁGUA ....................................................................... 08 5 - ASPECTOS HIDROGEOLÓGICOS DOS MUNICÍPIOS .................................................... 09 6 - CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES ............................................................................. 11 7 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................................................................................... 12 Anexos: Catálogo de Poços Anexo I – Poços Tubulares Profundos nos Municípios de Inajá e Manari – Número do Poço – Características Locacionais Anexo II – Poços Tubulares Profundos nos Municípios de Inajá e Manari – Características Gerais – Testes de Produção Anexo III – Poços Tubulares Profundos nos Municípios de Inajá e Manari – Características de Cadastramento e Exploração – Dados de Exploração Anexo IV – Poços Tubulares Profundos nos Municípios de Inajá e Manari – Características de Cadastramento e Exploração – Propriedades da Água 1 - Introdução 1 - Introdução O Projeto Cadastramento de Po- seqüente tomada de decisão, por parte dos ços, desenvolvido pela CPRM – Serviço administradores, planejadores e demais Geológico do Brasil, visa disponibilizar usuários, acerca do potencial destes recur- para a Sociedade informações sobre os sos, visando atender as necessidades de recursos hídricos subterrâneos, com su- uso da população. gestões para seu aproveitamento racional. A área de estudo corresponde aos Elaborado dentro de uma base municípios de Inajá e Manari conjunta- municipal, o presente trabalho fornece os mente, ambos no estado de Pernambuco. subsídios básicos necessários para a con- CPRM - Serviço Geológico do Brasil 1 2 - Generalidades 2 - Generalidades 2.1 Localização e Limites e altitude de 355 m. A área em apreço limita-se ao norte com os municípios de Os municípios de Inajá e Manari Floresta e Ibimirim; ao sul com o Estado de localizam-se na mesorregião do sertão Alagoas e o município de Tacaratu; a leste pernambucano (Figura 1), mais precisa- com Ibimirim e Itaiba e a oeste com Taca- mente na microrregião do Sertão do Mo- ratu. A sede do município de Manari está xotó e abrangem, em conjunto, uma área localizada a aproximadamente 22 km a de 1.649,3 km². A sede municipal de Inajá, leste da cidade de Inajá. dista cerca 430 km do Recife, tendo como coordenadas UTM 9015955 N e 629193 E, Figura 1 – Mapa de localização CPRM - Serviço Geológico do Brasil 2 Base Municipal de Informações das Águas Subterrâneas - Municípios de Inajá e Manari - PE 2.2 Histórico Municipal 2.4 Aspectos Climáticos O município de Inajá foi originado a A falta de estações para medição partir de uma propriedade à margem do rio de temperatura nos municípios, impossibi- Moxotó, em 1890. Na evolução para a con- lita a apresentação de um estudo mais dição de vila e povoado foi batizada com o completo sobre temperaturas; predomina nome de Espírito Santo, pertencente ao entretanto em toda área o clima semi-árido município de Tacaratu do qual, em 1925, foi quente, ou Bsh, segundo Köppen, com desmembrado para o município de Moxotó. temperatura média anual de 25oC. As tem- peraturas mais elevadas ocorrem no mês Em 1948, conforme lei da Câmara de dezembro, enquanto as mais baixas, em de Vereadores de Moxotó, sua sede foi agosto. transferida para a vila de Inajá, sendo ele- vada à categoria de cidade em 02.02.1950. 2.5 Pluviometria Atualmente, Moxotó é um distrito do muni- cípio de Ibimirim. A média de precipitação pluviomé- trica anual é cerca de 500 mm, sendo os Em 1996, o povoado de Manari, foi meses mais chuvosos os de fevereiro, emancipado ficando, portanto, o município março e abril, e os menos chuvosos se- de Inajá com sua área reduzida a tembro e outubro. 1.098,7 km² e os 550,6 km² restantes, fa- zendo parte do novo município de Manari. É comum que grande parte das chuvas do período de inverno caiam sob a 2.3 Aspectos Econômicos e Dados Po- forma de fortes aguaceiros. Este tipo de pulacionais precipitação permite um escoamento rápido das águas, prejudicando a recarga dos A área em estudo tem na agricultu- aqüíferos, já que diminui a infiltração no ra e pecuária suas principais atividades solo. econômicas. A produção agrícola é, na sua maioria, de subsistência, com a transferên- Nos municípios existem 05 postos cia para os municípios vizinhos das produ- pluviométricos, sendo um na sede munici- ções excedentes. Na pecuária, o principal pal de Inajá e os outros 04 distribuídos rebanho é o bovino. numa área em forma de círculo de mais ou menos 20 km de raio, dando uma idéia da Em conjunto, os dois municípios pluviometria da região, segundo registros possuem na zona urbana 22.686 habitan- até 1985 (Tabela 1). O Gráfico 1 apresenta tes, conforme dados do IBGE – Contagem a média mensal observada no período, da População, 1996, e 15.325 habitantes considerando os cinco postos pluviométri- na zona rural. cos da região. Tabela 1 - Dados pluviométricos anuais Coordenadas Geográficas MédiaAlti- Tempo Pluv. Pluv. Instalação pluviom. tude observ. máxima mínima Nome do posto Longitude órgão - ano anual Latitude (m) em anos (mm) (mm) (W Gr) (mm) (S) Poço Alexandre 08º40’ 37º52’ 610 SUDENE-1962 23 549,6 1.209,5 289,6 Juazeiro dos Cândidos 08º47’ 37º59’ 420 SUDENE-1962 23 522,3 1.012,0 289,2 Pernambuco 08º47’ 37º41’ 365 SUDENE-1962 19 385,2 645,4 165,4 Inajá 08º54’ 37º50’ 355 DNOCS-1937 41 394,9 703,8 107,1 Manari 08º59’ 37º38’ 559 SUDENE-1962 23 635,1 1.109,9 222,1 CPRM - Serviço Geológico do Brasil 3 Base Municipal de Informações das Águas Subterrâneas - Municípios de Inajá e Manari - PE Gráfico 1 - Pluviometria média anual 100,00 96,20 90,00 80,00 76,96 70,00 69,30 60,00 53,40 50,00 40,20 42,00 40,00 37,40 30,00 37,20 20,00 12,20 17,70 10,00 9,60 9,00 0,00 MESES Fonte: SUDENE - Dados pluviométricos mensais do Nordeste - PE (1990) 2.6 Vegetação vestimento florístico constituído pela caa- tinga, bastante arrasada, sendo o da região Em todo o sertão de Pernambuco especificamente definido como caatinga pode ser observados os estágios prolonga- hiperxerófila, apresentando, em alguns dos de secas, que conjuntamente com a locais, um aparente processo de desertifi- precariedade do solo evidenciam um re- cação. CPRM - Serviço Geológico do Brasil 4 PRECIPITAÇÃO (mm) JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 3 - Aspectos Geológicos 3- Aspectos Geológicos 3.1 Generalidades meio graben assimétrico, orientada na dire- ção NE-SW, limitada ao norte pela falha de A área correspondente aos municí- Ibimirim, a oeste aproximadamente pelo rio pios de Inajá e Manari encontra-se cerca de São Francisco, ao sul e ao nordeste, pelo 70% localizada na bacia sedimentar do contato dos sedimentos com o embasa- Jatobá, a qual tem sido definida como um mento pré-cambriano (Figura 2). Figura 2 – Geologia de Inajá e Manari CPRM - Serviço Geológico do Brasil 5 Base Municipal de Informações das Águas Subterrâneas - Municípios de Inajá e Manari - PE A área da bacia sedimentar é esti- cos e níveis de conglomerados com inter- mada em cerca de 5.600 km², geografica- calações pelíticas. Os arenitos geralmente mente situada entre os paralelos de 8o 20’ a possuem cor variando de esbranquiçados a 9o 10’ latitude Sul e entre os meridianos de róseos avermelhados, granulometria gros- 37o 05’ a 38o 40’ longitude Oeste, possuin- seira a média, localmente fina, constituídos do uma forma aproximadamente elíptica, essencialmente por grãos de quartzo, an- cujo eixo maior é de aproximdamente gulosos a subarredondados. 155 km. ! Formação Inajá (Di) O Município de Manari situa-se na porção SE da área em estudo, correspon- A Formação Inajá, de idade devo- dendo em sua maior parte aos terrenos niana, aflora acompanhando as áreas de cristalinos, enquanto que o município de exposição da Formação Tacaratu, subja- Inajá situa-se no domínio da bacia sedi- cente, e da Formação Aliança, sobreja- mentar, à exceção de pequena área no cente, sendo seu contato caracterizado extremo Norte, que ultrapassa seus limites, normalmente por falhas extensionais e onde ocorrem rochas do embasamento, discordâncias angulares e/ou erosivas, com conforme mapa geológico (Figura 2). a unidade Aliança, e concordante e grada- cional com os arenitos Tacaratu. Constitui- 3.2 Estratigrafia se por arenitos finos a médios, róseos a avermelhados, por vezes creme, intercala- 3.2.1 Embasamento Cristalino (P ε) dos por siltitos e folhelhos. O embasamento cristalino da Bacia ! Formação Aliança (Ja) de Jatobá é constituído por rochas de idade pré-cambriana pertencentes ao maciço A Formação Aliança, de idade neo- Pernambuco-Alagoas, compostas de gra- jurássica, é correlacionada a Formação nitos, gnaisses e migmatitos. Brejo Santo, da Bacia do Araripe. Sua área de afloramento, a exemplo das formações Estruturalmente o embasamento sotopostas, se estende na direção NE-SW, encontra-se bastante falhado com direções ocupando a parte central do município. preferenciais NE-SW, os mesmos que ori- ginaram a fossa tectônica do Jatobá, apre- Litologicamente está caracterizada sentando estruturas diversas, em várias por folhelhos e siltitos amarronzados e es- direções. verdeados, com intercalações de arenitos finos, localmente grosseiros, além de calca- 3.2.2 Sequência Sedimentar renitos e calcissiltitos esbranquiçados a marrom claro. ! Formação Tacaratu (SDt) ! Formação Candeias (Kc) A Formação Tacaratu, de idade siluro-devoniana, aflora de forma bastante A Formação Candeias, de idade contínua na borda oriental e sul da bacia, eocretácica, aflora em toda parte central da sendo correlacionada ao Grupo Serra área, ocupando uma faixa alongada na Grande da Bacia do Parnaíba e à Forma- direção NE-SW. ção Mauriti da Bacia do Araripe. Os conta- tos da Formação Tacaratu são marcados Litologicamente está representada por falhas extensionais ou discordâncias por uma seqüência predominantemente angulares e erosionais, com o embasa- pelítica, constituída por folhelhos e siltitos mento cristalino subjacente, quanto com a argilosos marrons a cinza-esverdeados, Formação Inajá sobreposta, é concordante intercalados por arenitos grosseiros a finos, e por vezes gradacional. contendo níveis de calcarenitos e calcissil- Litologicamente, constitui-se pre- titos silicificados. dominantemente de uma seqüência areno- sa, com arenitos grosseiros, conglomeráti- ! Grupo Ilhas (Ki) CPRM - Serviço Geológico do Brasil 6 Base Municipal de Informações das Águas Subterrâneas - Municípios de Inajá e Manari - PE A Formação Marizal possui idade O Grupo Ilhas, de idade eocretáci- mesocretácica e aflora na parte setentrional ca, aflora seguindo a mesma orientação da da área. Formação Candeias que está subjacente, alongando-se na parte central da área. Litologicamente, caracteriza-se por arenitos grosseiros a conglomeráticos, e Litologicamente está representada morfologicamente, constitui morrotes irre- por uma seqüência de arenitos com inter- gulares, suaves ondulações e tabuleiros calações de argilitos e siltitos, tendo contato com bordas irregulares. gradacional com a Formação Candeias que está subjacente. ! Formação Santana (Ks) ! Formação São Sebastião (Kss) A Formação Santana, de idade mesocretácica, aflora numa pequena área A Formação São Sebastião, de restrita ao Norte do município de Inajá. idade eocretácica, aflora na parte central da área, sobreposta ao Grupo Ilhas. Litologicamente, caracteriza-se por calcissiltitos e calcilutitos fossilíferos, de Litologicamente, caracteriza-se por coloração creme a cinza claro, intercalados arenitos médios a finos, com raros níveis por siltitos, folhelhos e arenitos finos. grosseiros na base, gradando para arenitos finos a muito finos em direção ao topo. ! Coberturas Eluviais (TQc) Possuem coloração predominantemente avermelhada na base e rósea avermelhada Ocupam áreas bastante significati- a creme no topo. vas, representadas por extensas faixas irregulares que se distribuem por toda ba- ! Formação Marizal (Km) cia. Possuem caráter dominantemente arenoso e formam extensos areais, cobrin- do diversas formações. CPRM - Serviço Geológico do Brasil 7 4 - Cadastramento de Pontos D’água Cadastramento de Pontos D'Água Foram desenvolvidas diferentes fazem captação de diversos aqüíferos, etapas na elaboração do Cadastramento de sendo responsáveis pelo abastecimento Pontos D’água, desde a pesquisa bibliográ- público, irrigação e pecuária. fica dos dados hidrológicos e geológicos disponíveis, resultantes do levantamento Dos 141 pontos d’água cadastra- dos poços perfurados nos municípios de dos, 131, ou seja 92,9%, situam-se na área Inajá e Manari por diferentes órgãos e em- correspondente ao município de Inajá, nos presas, até o trabalho de campo para com- domínios dos terrenos sedimentares, e os patibilização, registro de novas informações 10 poços restantes, ou apenas 7,1%, e consistência dos dados. situam-se nos terrenos cristalinos do muni- cípio de Manari, a exceção de um único Foram cadastrados 139 poços e poço que faz captação da Formação Taca- duas fontes nos dois municípios, conforme ratu, demonstrando a menor disponibilidade Mapa de Pontos D’água (Figura 3), que de água subterrânea neste município. CPRM - Serviço Geológico do Brasil 8 5 - Aspectos Hidrogeológicos dos Municípios 5 - Aspectos Hidrogeológicos dos Municípios Dentro do contexto geológico, As águas provenientes de captações do pode-se vislumbrar dois tipos característi- aqüífero fissural, apresentam alta conduti- cos de aqüíferos nas áreas municipais, vidade elétrica, salinizadas, sendo impró- sendo o primeiro do tipo fissural, corres- prias para o consumo humano, destinando- pondendo a região do embasamento crista- se apenas ao uso animal, mesmo assim lino, e outro do tipo intergranular ou poroso, com restrição em alguns casos. correspondente a região da Bacia Sedi- mentar do Jatobá, que contempla mais de As duas fontes naturais cadastra- dois terços da área em pauta. das (Tabela 2) ocorrem nas áreas de aflo- ramento do Grupo Ilhas, próximo a zona de A observação das informações falha, no contato com a Formação Can- levantadas através do cadastramento de deias, apresentando as características ob- pontos d’água e a evolução do conheci- servadas na Figura 3. mento hidrogeológico, permitiram distinguir cinco zonas de favorabilidades hídricas Em termos de vazões prováveis, a subterrâneas distintas, sendo quatro na área foi dividida em cinco zonas, conforme região sedimentar, de maior capacidade de é mostrado no mapa de favorabilidade hí- produção, e uma no embasamento cristali- drica subterrânea (Figura 4), tendo as se- no, mais limitado em termos de vazão e guintes características: qualidade de água. A " Áreas de afloramento das formações As unidades aqüíferas Inajá e Ta- Inajá e Aliança, com vazões acima de caratu, que formam um único sistema, são 50 m³/h, para poços entre 300 m e reconhecidamente as de maior potencial 700 m de profundidade; hidrogeológico, com capacidade de produ- ção acima de 50 m³/h, enquanto que o B " Áreas de afloramento do Grupo Ilhas e cristalino com menor potencial, tem capaci- Formação Candeias, com águas de dade inferior a 2 m³/h. baixa qualidade e uso restrito. Para captações das formações Inajá e Ta- As águas provenientes de capta- caratu é necessário que se atravesse ções dos aqüíferos do tipo intergranular, toda a seqüência Ilhas, Candeias e são em geral de boa qualidade, apresen- Aliança com poços de profundidades tando-se dentro dos padrões de potabilida- maiores que 700 m para vazões aci- de, com exceção dos aqüíferos das forma- ma de 50 m³/h; ções Aliança, Candeias e do Grupo Ilhas. Tabela 2 - Características das fontes cadastradas Coordenadas UTM - MC 39 Cota Condutiv.Uso da Fonte Localidade elétrica Sabor água (m) (µS/cm) E N F1 Sítio Tiá 630.598 9.026.441 387,65 Animal - Salobra Fazenda Olho F2 614.436 9.019.837 388,13 Animal 5.900 Salobra D’água do Coxo CPRM - Serviço Geológico do Brasil 9 Base Municipal de Informações das Águas Subterrâneas - Inajá e Manari - PE C " Área de captação das formações São tre 5 m³/h e 10 m³/h, para poços até Sebastião e Marizal, caracterizando- 150 m de profundidade; se por zona de aqüífero livre, com vazões entre 10 m³/h e 40 m³/h, para E " Áreas do cristalino, com vazões meno- poços até 300 m de profundidade; res que 2 m³/h e profundidades em torno de 40 m, observadas as ca- D " Áreas de recarga, afloramento da racterísticas intrínsecas ao aqüífero Formação Tacaratu, com vazões en- fissural com respeito a locação de poços. Figura 4 - Mapa de favorabilidade hídrica subterrânea (vazões prováveis) CPRM - Serviço Geológico do Brasil 10 6 - Conclusões e Recomendações 6 - Conclusões e Recomendações # As águas subterrâneas respondem que a única fonte do precioso líquido praticamente por todo suprimento da está em subsuperfície e, mesmo tra- demanda de água da população dos tando-se de um recurso renovável não dois municípios, nos seus diversos é aconselhável uma super explotação. usos. Faz-se necessário portanto, todo empenho no sentido da utilização ra- cional do potencial disponível e criterio- # Além das formações Inajá e Tacaratu, sa preservação dos sistemas aqüíferos as formações Marizal e São Sebastião, em exploração. também se apresentam como bons aqüíferos, em função da espessura considerável e da qualidade físico- # O município de Manari, por se localizar química de suas águas. em área de potencial hidrogeológico li- mitado em termos de qualidade e quantidade, deve procurar alternativas # Deve-se evitar captações das forma- que envolvam a adução de poços loca- ções Aliança, Candeias e do Grupo lizados na área sedimentar, ou utiliza- Ilhas por possuirem águas salobras, ção de dessalinizadores em poços no necessitando de isolamento adequado, cristalino, ou ainda, uso de cisternas e quando atravessadas por poços tubula- águas de chuva, considerada a sazo- res para não comprometer ou contami- nalidade e distribuição destes recursos. nar águas de boa qualidade. # O município de Inajá, melhor servido # Sugere-se a adoção de um programa em termos potenciais, por situar-se na de recuperação dos poços abandona- área sedimentar, deve mesmo assim, dos e desativados, para correção de utilizar estes recursos de maneira a não problemas técnicos, garantindo a pre- comprometer este manancial no futuro, servação dos aqüíferos além de pro- apesar das boas reservas exploráveis, porcionar o aumento imediato da oferta pois é fundamental uma gestão ade- de água potável à população tão ca- quada da água subterrânea, uma vez rente deste recurso. CPRM - Serviço Geológico do Brasil 11 7 - Referências Bibliográficas 7 - Referências Bibliográficas BARRETO, P. M. C. O Paleozóico da Bacia do Jatobá. Rio de Janeiro, SBG, 1968. Boletim da Sociedade Brasileira de Geologia, v. 17 n.1, p. 29-45, dez. 1968. BRASIL, SUDENE. Dados pluviométricos do Nordeste - Estado de Pernambuco. Recife, 1990. 363p. il. (Brasil SUDENE. Pluviometria, 6). COMPANHIA DE PESQUISA DE RECURSOS MINERAIS. Projeto Jatobá: relatório final de sondagem. Recife: CPRM/CNEN, 1972. “não paginado”. COMPANHIA DE PESQUISA DE RECURSOS MINERAIS. Sistema de informações das Águas Subterrâneas - SIAGAS. Recife, 1997. Disponível em http://www.cprm.gov.br. CUSTÓDIO, E.; LLAMAS, M. R. Hidrologia subterrânea. Barcelona: Omega, 1983. 2v. FUNDAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL DO INTERIOR DE PERNAMBUCO - FIAM. Informações municipais do interior de Pernambuco. Recife, 1992. v. 1. FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Atlas nacional do Brasil. 2a ed. 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CPRM - Serviço Geológico do Brasil 12 Anexos Anexos CATÁLOGO DE POÇOS Anexo I - Poços Tubulares Profundos nos Municípios de Inajá e Manari - Número do Poço - Características Locacionais Anexo II - Poços Tubulares Profundos nos Municípios de Inajá e Manari - Características Gerais - Testes de Produção Anexo III - Poços Tubulares Profundos nos Municípios de Inajá e Manari - Características de Cadastramento e Exploração - Dados de Exploração Anexo IV - Poços Tubulares Profundos nos Municípios de Inajá e Manari - Características de Cadastramento e Exploração - Propriedades da Água CPRM - Serviço Geológico do Brasil Anexo I Anexo I POÇOS TUBULARES PROFUNDOS NOS MUNICÍPIOS DE INAJÁ E MANARI NÚMERO DO POÇO – CARACTERÍSTICAS LOCACIONAIS NO DO POÇO CARACTERÍSTICAS LOCACIONAIS COORDENADAS UTM CADAS- SIAGAS COTA LOCALIDADE PROPRIETÁRIO MC – 39 (***) TRO (*) (m) E N 01 951 Fazenda Ouro Verde Ancilon Gomes Filho 618.310 9.044.225 603,61 02 1060 Fazenda Ouro Verde Ancilon Gomes Filho 621.926 9.043.700 586,82 03 925 Fazenda Ouro Verde Ancilon Gomes Filho 621.961 9.043.015 - 04 1061 Fazenda Ouro Verde Ancilon Gomes Filho 621.961 9.043.015 - 05 949 Fazenda Ouro Verde Ancilon Gomes Filho 616.190 9.041.428 564,42 06 948 fazenda Ouro Verde Ancilon Gomes Filho 615.881 9.039.747 - 07 952 Fazenda Ouro Verde Ancilon Gomes Filho 618.358 9.040.262 - 08 950 Fazenda Ouro Verde Ancilon Gomes Filho 618.873 9.083.756 - 09 1057 Fazenda Floral Geraldo Bulhões 617.017 9.035.200 498,75 10 1026 Fazenda Dois Irmãos Callindo 616.896 9.034.466 495,60 11 929 Alto do Peba Manoel Pedro 619.625 9.032.451 605,40 12 1024 Fazenda Sossego José Pompeu 615.720 9.033.100 470,81 13 1023 Fazenda Esperança Januário 614.451 9.032.759 474,82 14 1022 Fazenda Barriguda Walmir Menezes 612.900 9.034.190 491,52 15 1025 Fazenda Barriguda Walmir Menezes 613.300 9.033.026 489,52 16 1056 Sítio Juazeiro P. Municipal 614.979 9.030.471 - 17 972 Fazenda Novo Horizonte Pedro P. Torres 614.479 9.029.890 441,98 18 971 José dos Cândidos Carlos Cícero de França 612.838 9.027.561 - 19 1053 Lagoa Grande - 611.475 9.025.991 - 20 1054 Lagoa Grande Pedro Firmino 611.513 9.025.722 - 21 975 Fazenda Lagoa Grande Manoel Estevão 610.854 9.026.752 414,76 22 936 Lagoa Grande II Luiz Carlos Pereira França 610.995 9.027.339 433,67 23 976 Olho D’água do Coxo P. Municipal 614.768 9.019.681 397,08 24 969 Lagoa Escondida João Andre 612.726 9.017.527 429,96 25 999 Fazenda Remanso Alberto Manoel Lima 615.165 9.013.739 392,40 26 1043 Fazenda Vassouras Manoel Severino da Silva 613.114 9.012.184 406,25 27 1037 Fazenda Caldeirão Julia Rodrigues de Meneses 612.508 9.011.907 417,75 28 986 Sítio Caldeirão P. Municipal 614.000 9.011.940 402,05 29 983 Fazenda Pau Ferro José Pantaleão 614.700 9.009.579 - 30 1048 Sítio Pau Ferro José Pantaleão 614.700 9.009.579 - 31 1009 Fazenda Araticum I Helio Xavier 613.507 9.009.387 - 32 1065 Fazenda Araticum II Helio Xavier 612.418 9.009.418 - 33 939 Fazenda Lagoa Fechada Samuel Cohen 618.372 9.014.000 379,60 34 968 Fazenda Lagoa Fechada Carlos Alberto Torres 620.569 9.014.463 - 35 959 Fazenda pajeú Augusto Freire de Queiroz 621.300 9.012.860 385,95 36 984 Povoado Caraibeiro Petrobrás 622.520 9.014.786 362,45 37 1039 Sítio Baixa do Boi José Leonidas de Araujo 622.534 9.014.359 377,40 38 1040 Fazenda Bom Será José Odilon de Araujo 622.601 9.014.370 - 39 1036 Povoado Caraibeira P. Municipal 622.880 9.014.507 - 40 1044 Povoado Caraibeira Luiz Odilon Gomes 623.546 9.014.866 371,00 41 1047 Povoado Caraibeira P. Municipal 623.559 9.015.175 - 42 1015 Povoado Caraibeira P. Municipal 623.443 9.015.435 - 43 1045 Fazenda São Gonçalo Manoel Paz Araujo 626.036 9.015.796 357,20 44 1051 Sítio São Gonçalo José Paulino 625.847 9.015.482 361,40 45 1050 Fazenda Naiara Vicente Junior 626.101 9.015.120 - 46 1049 Fazenda Naiara Vicente Junior 626.117 9.015.028 - 47 933 Fazenda Pau Preto José Soriano 627.146 9.016.357 - 48 1052 Sítio São Gonçalo Angelo Araujo 626.813 9.015.771 - 49 1046 Chácara Jeová Cícero Mariano da Silva 627.117 9.015.796 - 50 931 Sede José Floriano 627.580 9.015.849 - 51 932 Fazenda Pau Preto José Soriano 627.836 9.015.680 - 52 1029 Sítio Pau Preto Carlos Cícero Santos 628.085 9.016.814 - 53 1032 Jorro (poço sujo) Sudene 628.322 9.016.670 - CPRM - Serviço Geológico do Brasil Anexo I NO DO POÇO CARACTERÍSTICAS LOCACIONAIS COORDENADAS UTM CADAS- SIAGAS LOCALIDADE PROPRIETÁRIO MC – 39 (***) COTA TRO (*) (m) E N 54 1030 Jorro (poço sujo) Sudene 628.224 9.016.505 352,57 55 1033 Sede Municipal P. Municipal 628.292 9.016.185 - 56 1031 Jorro (sujo) Sudene 628.704 9.016.040 - 57 982 Sede Municipal P. Municipal 628.750 9.015.713 390,00 58 1042 Sede Municipal Antonio Pantaleão 628.700 9.015.667 - 59 1004 Sede Municipal Compesa 628.581 9.015.356 - 60 937 Poço Dantas P. Municipal 628.637 9.013.633 - 61 1028 Sede Municipal José Carlos Lacerda 629.334 9.015.653 - 62 1034 Sede Municipal 629.223 9.015.884 - 63 964 Fabrica Hiran Industria e Com. Pantaleão 629.429 9.016.099 - 64 1005 Sede Municipal P. Municipal 629.201 9.016.147 - 65 1041 Sítio Alto dos Coqueiros Afonso Alves Melo 629.092 9.016.320 353,82 66 1006 S. I. de Fortaleza Jaci Batalha 623.810 9.020.031 - 67 926 Fazenda São Jorge Jaci Batalha 624.107 9.020.498 393,74 68 980 Serrote do Urubu Petrobrás 621.150 9.018.926 412,68 69 1014 Alto Branco Elias Machado 619.851 9.020.164 405,42 70 940 Fazenda Capim Antonio Caiçara 620.014 9.024.857 464,93 71 966 Fazenda Lagoa da Vaca Edivaldo Manoel Cordeiro 623.457 9.024.945 456,28 72 1010 Fazenda Lagoa da Vaca Edivaldo Manoel Cordeiro 623.836 9.024.675 - 73 1027 Serrote da Pedra Clovis Gomes de Sá 624.814 9.025.340 435,44 74 1016 Fazenda Peitudo Cícero Ferreira de Brito 624.386 9.027.255 465,96 75 1021 Sítio Baixa da Folha Adelmo Luiz 629.705 9.031.528 - 76 1017 Sítio Pia P. Municipal 630.655 9.026.040 393,78 77 1018 Sítio Oiti José Miguel 633.894 9.022.954 359,09 78 1064 Fazenda Ingá José Honorio da Silva 638.035 9.024.994 362,18 79 1059 Fazenda Poço Verde Samuel Cohen 642.258 9.028.899 364,34 80 1058 Fazenda Poço Verde Samuel Cohen 642.434 9.028.550 - 81 944 Fazenda Poço Verde Samuel Cohen 641.621 9.029.111 - 82 1055 Sítio Canal P.Municipal 643.297 9.032.442 - 83 1020 Sítio Tapera Sebastião Aristides 643.498 9.032.487 389,06 84 1063 Fazenda Volta Sebastião 643.185 9.032.842 - 85 1019 Timburana P.Municipal 645.400 9.035.070 389,08 86 921 Fazenda Formosa P. Municipal 645.277 9.038.322 - 87 963 Lagoa do Meio - 641.347 9.022.575 374,81 88 1008 faz. Lagoa do Algodão João Matias 642.883 9.018.813 407,92 89 1013 Fazenda Pedreira II Afonso A. Campos 641.886 9.016.903 - 90 1038 Sítio Quizanga P. Municipal 649.828 9.023.773 398,49 91 942 Vila Manari I Governo Estadual 650.400 9.009.448 - 92 967 Vila Manari II Plinio Cavalcanti 651.206 9.009.268 - 93 1062 Serra Vermelha Manoel Gomes da Silva 667.109 9.027.307 568,57 94 920 Serra da Estiva I Antonio F. Lima 671.023 9.026.118 - 95 6793 Jequiri FNS 614.928 9.042.857 595,50 96 6794 Fazenda Pernambuco Waldeci Joaquim dos Santos 644.160 9.034.028 391,20 97 6795 Fazenda Pernambuco Antonio Alves dos Santos 645.009 9.034.559 390,10 98 6796 Baixa do Bedô Gustavo 614.900 9.016.722 397,59 99 6797 Pau D’arco Serafim Odilon Araújo 626.130 9.014.370 386,98 100 6798 São Gonçalo Manoel Paes de Araújo 625.891 9.016.363 360,46 101 6799 Lagoa Cabeça do Porco Antonio Pantaleão Neto 635.452 9.024.264 362,99 102 6800 Sítio Jurema Marco Alberto Sampaio 639.406 9.025.385 - 103 6801 Inajá-Sede Jacy Gomes Batalha 629.599 9.016.031 351,95 104 6802 Fazenda Saco do Bezerro José Gaya Torres 622.441 9.026.666 515,42 105 6803 Serrinha Demóstenes O. Araújo 625.306 9.013.431 409,23 106 6804 Inajá-Sede Manoel Paes de Araújo 628.704 9.015.430 369,65 107 6805 Inajá-Sede Severino José de Sá 628.377 9.016.003 360,20 108 6806 Sítio Enjeitado Antonio Gomes de Carvalho 628.930 9.015.077 361,80 109 6807 Sítio Pau de Colher Evandro da Silva 627.706 9.015.439 365,08 110 6808 Sítio Poço D’anta Francisco Assis Nunes 628.999 9.013.950 350,79 111 6809 Sítio Serrote Vermelho Aristides T. de Araújo 628.832 9.027.206 407,93 112 6810 Sítio Serrote Vermelho José Bezerra Cabral 629.422 9.026.985 407,77 CPRM - Serviço Geológico do Brasil Anexo I NO DO POÇO CARACTERÍSTICAS LOCACIONAIS COORDENADAS UTM CADAS- SIAGAS LOCALIDADE PROPRIETÁRIO MC – 39 (***) COTA TRO (*) (m) E N 113 6811 Serrote Comprido Adelmo Menezes Lima 630.085 9.029.759 442,81 114 6812 Poço da Areia Carlos Leônidas Torres 629.532 9.019.070 363,73 115 6813 Quipembe Raul de Araújo Torres 626.760 9.022.077 409,29 116 6814 Oiti Francisco de Assis Araújo 635.381 9.024.024 363,07 117 6815 Fazenda Forquilha Francisco Romeu 641.485 9.026.076 361,90 118 6816 Fazenda Forquilha Francisco Romeu 641.532 9.026.532 366,30 119 6817 Sítio Rapador da Novilha Edilson Gomes de Araújo 623.866 9.023.282 454,26 120 6818 Fazenda Serra Grande Tadeu Bezerra 622.026 9.008.656 - 121 6819 Serrote do Velho Manoel Antonio de Araújo 623.977 9.012.650 - 122 6820 Quizanga Celestino Pereira da Silva 648.788 9.022.395 - 123 6821 Sítio Touros Antonio de Rosa 651.329 9.023.516 - 124 6822 Sítio Limoeiro Jonas 654.436 9.024.783 - 125 6823 Sítio Roças Velhas Nelson Pereira do Nascimento 644.014 9.028.077 - 126 6824 Fazenda Garapão Erasmo André Filho 638.442 9.035.774 - 127 6825 Fazenda Ponta do Poço Paulo Pompeu Torres 630.562 9.016.560 - 128 6826 Sítio Enjeitado Julialdo Agamenonda da Silva 629.144 9.015.023 - 129 6827 Fazenda Retiro José Pantaleão Neto 614.150 9.010.837 - 130 6828 Baixa da Palha Prefeitura 616.425 9.008.856 - 131 6829 Fazenda Nova Hélio Xavier 616.326 9.009.113 - 132 6830 Sítio Alto da Pedra José Carlos Lacerda 623.672 9.014.427 - 133 6831 Granja Santo Antonio Lúcio Flávio Malta de Sá 628.423 9.015.576 - 134 6832 Sítio Cacimba Nova Elias Ferreira da Silva (**) 655.016 9.012.012 - 135 6833 Sítio Lagoa do Teixeira João Teixeira Sobrinho (**) 664.481 9.014.575 - 136 6834 Sítio Pé de Serra Joaquim João dos Santos (**) 658.232 9.017.817 - 137 6835 Sítio Serrote José Vieira Pereira (**) 657.083 9.012.099 - 138 6836 Sítio Umbuzeiro João Benício da Silva (**) 654.296 9.018.607 - 139 6837 Umburana Brava Antero Cordeiro de Araújo (**) 649.639 9.011.944 - (*) Código de Acesso ao SIAGAS – Sistema de Apoio a Gestão das Águas Subterrâneas da CPRM (**) Poço público construído com recursos do Programa de Ações Emergenciais de Combate aos Efeitos da Seca (***) MC – Meridiano Central CPRM - Serviço Geológico do Brasil Anexo II Anexo II POÇOS TUBULARES PROFUNDOS NOS MUNICÍPIOS DE INAJÁ e MANARI CARACTERÍSTICAS GERAIS – TESTES DE PRODUÇÃO CARACTERÍSTICAS GERAIS TESTES DE PRODUÇÃO ANO ENTIDADE NÍVEL NÍVEL VAZÃO DE VAZÃO CADAS- AQÜÍFERO ∅ PROF. PERFU- PERFURA- ESTÁTICO DINÂMICO TESTE ESPECÍFICA TRO CAPTADO REVEST. (m) RAÇÃO DORA (mm) (m) (m) (m³/h) (m³/h/m) 01 1970 DNOCS Marizal 1501 226,00 - - 4,00 - 02 - - Marizal - - - - - - 03 1972 DEPA Marizal 150 370,00 150,00 - 5,00 - 04 1993 SÓ ÁGUA Marizal 150 100,00 - - - - 05 1967 DNOCS Marizal 250 302,00 - - 4,00 - 06 1967 DNOCS Marizal - 125,00 - - - - 07 1968 DEPA Marizal 250 280,00 74,00 100,00 7,00 0,269 08 1968 DNOCS Marizal - 210,00 - - 4,00 - 09 - DNOCS Marizal 200 200,00 - - - - 10 - DNOCS Marizal 150 120,00 - - - - 11 1970 DEPA Marizal 150 240,00 190,00 - 3,00 - 12 - DNOCS Marizal 150 130,00 - - - - 13 - SÓ ÁGUA Marizal 150 120,00 - - - - 14 - DNOCS Marizal 150 100,00 - - - - 15 - DNOCS Marizal 150 100,00 - - - - 16 1974 DNOCS Marizal 150 70,00 - - - - 17 1981 DNOCS Marizal 150 70,00 16,00 20,00 4,00 1,00 18 1981 DNOCS Marizal 150 120,00 80,00 - 2,40 - 19 1993 SÓ ÁGUA Marizal 150 120,00 - - - - 20 1989 SÓ ÁGUA Marizal 150 92,00 - - - - 21 1975 CONESP Marizal 150 60,00 12,00 16,00 9,84 2,46 22 1969 DEPA Marizal 150 87,00 34,00 52,00 3,50 0,194 23 - CISAGRO Ilha Candeias 150 120 - - - - 24 1981 DNOCS Ilha Candeias 150 120,00 57,00 79,00 1,80 0,082 25 1977 DEPA Inajá 200 240 17,60 39,60 0,64 0,029 26 1984 DNOCS Inajá 150 100,00 - - - - 27 1972 CPRM Inajá 150 332,00 - - - - 28 1967 DNOCS Inajá 200 155,00 16,00 25,00 4,78 0,531 29 1973 - Tacaratu 150 187,00 - - - - 30 - DNOCS Inajá 150 150,00 - - - - 31 1982 CISAGRO Tacaratu 150 100,00 45,00 65,00 1,02 0,051 32 - DEPA Inajá 150 110,00 - - - - 33 1967 DEPA Inajá 150 263,00 9,00 40,00 4,00 0,129 34 1980 DNOCS Inajá 150 164,00 9,00 30,00 6,00 0,286 35 1969 DNOCS Inajá 150 60,00 - - 4,00 - 36 - PETROBRÁS Inajá - 146,80 8,00 - 7,99 - 37 1992 SÓ ÁGUA Inajá 150 100,00 - - - - 38 1992 SÓ ÁGUA Inajá 150 100,00 - - - - 39 - SÓ ÁGUA Inajá 200 75,00 - - - - 40 1988 SÓ ÁGUA Inajá 150 95,00 - - - - 41 - SÓ ÁGUA Inajá 150 75,00 - - - - 42 1970 CPRM Inajá 150 252,00 - - - - 43 1992 SÓ ÁGUA Inajá 150 - - - - - 44 1971 Geomineração Inajá 150 195.20 - - - - 45 1992 SÓ ÁGUA Inajá 150 100,00 - - - - 46 1993 SÓ ÁGUA Inajá 150 106,00 - - - - 47 1972 CPRM Inajá 200 288,00 + 1,00 8,00 10,00 1,111 48 1972 CPRM Inajá 150 226,50 - - - - 49 1992 SÓ ÁGUA Inajá 150 81,00 - - - - 50 1970 DEPA Inajá - 40,00 - - - - 51 1970 DEPA Inajá 200 100,00 4,00 15,00 6,00 0,545 52 - DNOCS Inajá 150 100,00 - - - - 53 1978 CONESP Inajá 50 380,00 +2,49 2,88 - 54 1978 CONESP Inajá 150 400,00 +5,00 47,00 61,00 1,173 CPRM - Serviço Geológico do Brasil Anexo II CARACTERÍSTICAS GERAIS TESTES DE PRODUÇÃO ANO ENTIDADE ∅ NÍVEL NÍVEL VAZÃO DE VAZÃOCADAS- AQÜÍFERO PROF. PERFU- PERFURA- TRO CAPTADO REVEST. ESTÁTICO DINÂMICO TESTE ESPECÍFICA (m) RAÇÃO DORA (mm) (m) (m) (m³/h) (m³/h/m) 55 - CONESP Inajá 200 150,00 - - - - 56 1978 CONESP Inajá 150 293,00 +4,00 17,80 4,14 0,19 57 1966 DEPA Inajá 150 82,00 10,00 - - - 58 - SÓ ÁGUA Inajá 150 100,00 - - - - 59 1982 SETE Inajá 150 100,00 11,30 - 60,00 - 60 1969 DEPA Tacaratu 150 209,00 74,00 100,00 7,00 0,269 61 - SÓ ÁGUA Inajá 150 60,00 - - - - 62 - - Inajá 250 - - - - - 63 1978 CISAGRO Inajá 150 82,00 25,00 40,00 9,60 0,64 64 1977 DEPA Inajá 150 94,00 7,00 11,00 8,41 2,102 65 1985 SÓ AGUA Inajá 150 100,00 - - - - 66 1967 DEPA Inajá 250 100,00 36,70 39,00 19,98 8,687 67 1967 DEPA Inajá 150 100,00 5,00 39,00 22,00 0,647 68 1964 Petrobrás Inajá/Tacaratu 250 727,40 - - - - 69 - SÓ ÁGUA Ilhas Candeias 150 120,00 - - - - 70 1971 DEPA Ilhas Candeias 150 209,00 74,00 100,00 7,00 0,269 71 1977 CISAGRO Ilhas Candeias 100 108,00 72,00 90,00 0,56 0,031 72 1983 DNOCS Ilhas Candeias 150 87,00 - - - - 73 - SÓ ÁGUA Ilhas Candeias 150 100,00 - - - - 74 - CISAGRO Ilhas Candeias 150 120,00 - - - - 75 - CISAGRO Ilhas Candeias 100 122,00 - - - - 76 1984 DNOCS Ilhas Candeias 150 96,00 - - - - 77 1971 MET MINAS Inajá 225 265,00 - - - - 78 1994 DNOCS Inajá 200 100,00 - - - - 79 - SÓ ÁGUA Inajá 150 66,00 - - - - 80 - SÓ ÁGUA Inajá 150 107,00 - - - - 81 1965 DNOCS Ilhas Candeias 150 80,00 - - - - 82 1994 SÓ ÁGUA Ilhas Candeias 150 100,00 - - - - 83 1994 SÓ ÁGUA Inajá 150 90,00 - - - - 84 1994 DNOCS Inajá 150 100,00 - - - - 85 1994 SÓ ÁGUA Ilhas Candeias 150 79,00 - - - - 86 1967 DEPA Aliança 150 128,00 8,30 60,00 1,60 0,031 87 1990 DNOCS Inajá 150 76,00 - - 5,20 - 88 1982 DNOCS Inajá 150 127,00 30,00 40,00 4,00 0,40 89 1982 DNOCS Tacaratu 150 87,00 - - - - 90 1970 CPRM Inajá 75 201,50 - - - - 91 1958 DNOCS Fissural - 25,10 - - - - 92 1976 CISAGRO Fissural - 34,00 - 18,00 1,50 - 93 1990 CISAGRO Tacaratu 150 180,00 - - - - 94 1968 DNOCS Fissural 200 40,00 - - - - 95 1999 ENGEDRIL Marizal 150 259,00 193,54 196,51 9,32 3,137 96 1998 - Candeias 150 96,00 25,00 - - - 97 1998 - Candeias 150 103,00 24,00 - - - 98 1998 SÓ ÁGUA - 150 - 41,60 - - - 99 1998 SÓ ÁGUA - 150 86,00 29,00 - - - 100 1999 SÓ ÁGUA - 150 203,00 17,00 - - - 101 1999 SÓ ÁGUA Candeias 150 136,00 6,00 - - - 102 1998 - Inajá 200 200,00 4,00 25,00 60,00 2,857 103 1998 SÓ ÁGUA Inajá 150 55,00 7,00 - 8,00 - 104 1996 - - - 158,00 - - - - 105 1998 SÓ ÁGUA - 150 81,00 60,00 - - - 106 1996 SÓ ÁGUA - 150 55,00 22,70 - - - 107 1998 SÓ ÁGUA Inajá 150 60,00 7,50 - - - 108 1996 DNOCS Inajá 150 95,00 9,00 - 25,00 - 109 - - Inajá 150 79,00 11,00 - - - 110 1997 - Inajá 150 112,00 5,00 - - - 111 1998 SÓ ÁGUA Inajá 150 81,00 18,00 - - - 112 1999 - Inajá 150 91,00 16,00 - - - 113 1998 - - 150 122,00 60,00 - - - 114 - - Candeias - 72,00 25,00 - 3,60 - CPRM - Serviço Geológico do Brasil Anexo II CARACTERÍSTICAS GERAIS TESTES DE PRODUÇÃO ANO ENTIDADE NÍVEL NÍVEL VAZÃO DE VAZÃO CADAS- AQÜÍFERO ∅ PROF. PERFU- PERFURA- ESTÁTICO DINÂMICO TESTE ESPECÍFICA TRO CAPTADO REVEST. (m) RAÇÃO DORA (mm) (m) (m) (m³/h) (m³/h/m) 115 1998 SÓ ÁGUA - 150 92,00 46,00 - - - 116 1997 SÓ ÁGUA Candeias 150 81,00 5,00 - - - 117 1999 - Inajá 150 202,00 + 1,00 - - - 118 1997 - Inajá 150 40,00 6,00 - - - 119 - SÓ ÁGUA - - 104,00 - - - - 120 - ATALAIA Tacaratu 100,00 37,00 - 2,50 - 121 - SÓ ÁGUA - 150 101,00 54,00 - - - 122 - CPRM - 150 70,00 20,00 - - - 123 - - Tacaratu 150 100,00 - - - - 124 - CPRM - 150 - 12,00 - - - 125 - SÓ ÁGUA - 150 70,00 10,00 - - - 126 1996 DNOCS Ilhas 150 100,00 40,00 - - - 127 - SÓ ÁGUA Inajá 150 102,00 8,00 - - - 128 - SÓ ÁGUA - 150 75,00 6,00 - - - 129 - CPRM - 150 250,00 - - - - 130 1962 DEPA - 150 125,00 60,00 - - - 131 - SÓ ÁGUA - 150 - 60,00 - - - 132 1989 SÓ ÁGUA - - 101,00 15,00 - - - 133 1998 SÓ ÁGUA Inajá 150 62,00 20,00 - - - 134 1998 EMATER Fissural 125 45,00 4,97 31,82 0,08 0,003 135 1999 EMATER Fissural 125 48,00 4,66 28,11 0,20 0,008 136 1998 EMATER Fissural 125 40,00 8,94 31,62 0,78 0,034 137 1999 EMATER Fissural 125 40,00 7,52 20,20 1,20 0,094 138 1999 EMATER Fissural 125 50,00 4,23 25,82 0,109 0,005 139 1999 EMATER Fissural 125 51,00 - - - - CPRM - Serviço Geológico do Brasil Anexo III Anexo III POÇOS TUBULARES PROFUNDOS NOS MUNICÍPIOS DE INAJÁ E MANARI CARACTERÍSTICAS DE CADASTRAMENTO E EXPLORAÇÃO DADOS DE EXPLORAÇÃO No DO POÇO CARACTERÍSTICAS DE CADASTRAMENTO E EXPLORAÇÃO DADOS DE EXPLORAÇÃO SIAGAS DATA DO SITUAÇÃO CADASTRO NÍVEL NÍVEL (*) CADASTRO DO POÇO VAZÃO EQUIPAMENTO DEESTÁTICO DINÂMICO (m³/h) BOMBEIO (m) (m) 01 951 14.04.94 Abandonado - - - - 02 1060 21.04.94 Operando - - - Bomba Submersa 03 925 14.06.95 Operando 150,00 - 6,00 Bomba submersa 04 1061 14.04.94 Não Equipado - - - - 05 949 10.04.94 Operando - - - Bomba Injetora 06 948 10.04.94 Abandonado - - - - 07 952 14.04.94 Operando - - - Bomba Submersa 08 950 14.04.94 Abandonado - - - - 09 1057 10.06.95 Operando 80,00 - 5,00 Bomba Submersa 10 1026 18.04.94 Operando - - - Bomba Injetora 11 929 18.05.94 Não Equipado - - - - 12 1024 16.05.95 Operando - - 12,00 Bomba Submersa 13 1023 15.05.95 Operando 17,00 - 3,00 Bomba Submersa 14 1022 10.05.95 Operando - - - Compressor 15 1025 10.05.95 Operando - - - Bomba Injetora 16 1056 14.06.95 Operando 19,00 - 2,50 Bomba Injetora 17 972 12.04.94 Operando - - - Bomba Injetora 18 971 14.05.95 Operando - - - Bomba Injetora 19 1053 25.04.94 Não Equipado - - - - 20 1054 25.04.94 Operando - - - Bomba Injetora 21 975 15.05.95 Operando 8,50 - 12,00 Sarrilho 22 936 21.05.95 Não Equipado - - - - 23 976 12.04.94 Abandonado - - - - 24 969 20.04.94 Operando - - - Bomba Injetora 25 999 01.04.94 Desativado - - - Bomba Injetora 26 1043 22.04.94 Operando - - - Bomba Injetora 27 1037 17.04.94 Operando - - - - 28 986 11.04.94 Abandonado - - - - 29 983 12.04.94 Operando - - - Bomba Injetora 30 1048 21.04.94 Operando - - - Bomba Injetora 31 1009 11.04.94 Operando - - - Bomba Submersa 32 1065 21.05.94 Operando - - - Bomba Submersa 33 939 14.04.94 Operando - - - Compressor 34 968 11.04.94 Operando - - - Bomba Injetora 35 959 18.04.94 Operando - - - Bomba Submersa 36 984 10.04.94 Tamponado - - - - 37 1039 22.04.94 Operando - - - Bomba Injetora 38 1040 22.04.94 Operando - - - Bomba Submersa 39 1036 12.05.95 Operando 5,0 - 3,0 Bomba Injetora 40 1044 22.06.94 Operando - - - Bomba Injetora 41 1047 20.04.94 Operando - - - Bomba Submersa 42 1015 10.04.94 Operando - - 2,70 - 43 1045 23.04.94 Operando - - - Bomba Injetora 44 1051 18.04.94 Operando - - - Bomba Submersa 45 1050 13.05.95 Operando - - - Bomba Submersa 46 1049 13.06.95 Operando 15,00 - 18,00 Bomba Submersa 47 933 14.05.94 Abandonado +1,00 - - Bomba Submersa 48 1052 14.04.94 Obstruído - - - - 49 1046 18.04.94 Operando - - 9,00 Bomba Submersa 50 931 31.07.95 Abandonado - - - - 51 932 20.04.94 Operando - - - Bomba Submersa 52 1029 18.04.95 Operando - - - Bomba Centrifuga CPRM - Serviço Geológico do Brasil Anexo III No DO POÇO CARACTERÍSTICAS DE CADASTRAMENTO E EXPLORAÇÃO DADOS DE EXPLORAÇÃO SIAGAS DATA DO SITUAÇÃO CADASTRO NÍVEL NÍVEL (*) CADASTRO DO POÇO VAZÃO EQUIPAMENTO DEESTÁTICO DINÂMICO (m³/h) BOMBEIO (m) (m) 53 1032 18.05.95 Operando - - - - 54 1030 18.05.95 Operando - - 2,80 - 55 1033 15.05.94 Operando - - - Bomba Submersa 56 1031 18.05.95 Operando - - - Bomba Submersa 57 982 11.04.94 Operando - - - Bomba Submersa 58 1042 18.04.94 Operando - - - Bomba Centrifuga 59 1004 16.06.95 Operando - - 60,0 Bomba Submersa 60 937 14.04.94 Operando - - - Catavento 61 1028 18.05.94 Operando - - - Bomba Submersa 62 1034 15.05.94 Operando - - - Bomba Submersa 63 964 16.04.94 Operando - - - Bomba Submersa 64 1005 20.04.94 Operando - - - Bomba Submersa 65 1041 21.04.94 Operando - - - Bomba Injetora 66 1006 11.04.94 Abandonado - - - - 67 926 12.05.95 Não Instalado 5,00 - - - 68 980 10.04.94 Abandonado - - - - 69 1014 18.05.94 Abandonado - - - - 70 940 14.04.94 Operando - - - Bomba Injetora 71 966 11.04.94 Abandonado - - - - 72 1010 02.04.94 Operando - - - Bomba Submersa 73 1027 12.04.94 Operando - - - Bomba Submersa 74 1016 21.05.94 Operando - - - Compressor 75 1021 15.05.94 Operando - - - Compressor 76 1017 18.04.94 Operando - - - Catavento 77 1018 22.04.94 Operando - - - - 78 1064 08.06.95 Operando - - - Catavento 79 1059 28.05.94 Abandonado - - - - 80 1058 28.05.94 Desativado - - - - 81 944 18.06.94 Operando - - - Bomba Submersa 82 1055 25.04.94 Operando - - - Catavento 83 1020 18.04.94 Operando - - - - 84 1063 07.05.95 Operando - - - Catavento 85 1019 12.05.95 Operando - - - Bomba Injetora 86 921 14.05.95 Operando - - 1,70 Bomba Injetora 87 963 14.04.94 Abandonado - - - - 88 1008 19.04.94 Operando - - - Bomba Submersa 89 1013 12.04.94 Operando - - - Bomba Submersa 90 1038 06.06.95 Operando - - - Catavento 91 942 12.04.94 Abandonado - - - - 92 967 10.04.94 Abandonado - - - - 93 1062 26.06.94 Operando - - - Bomba Submersa 94 920 20.11.93 Desativado - - - - 95 6793 26.08.99 Não equipado - - - - 96 6794 15.03.99 Operando - - - Bomba Submersa 97 6795 15.03.99 Operando - - - Bomba Submersa 98 6796 17.03.99 Não equipado - - - - 99 6797 17.03.99 Não equipado - - - - 100 6798 17.03.99 Não equipado - - - - 101 6799 17.03.99 Operando - - - Bomba Submersa 102 6800 17.03.99 Operando - - - Bomba Submersa 103 6801 18.03.99 Operando - - - Bomba Submersa 104 6802 18.03.99 Não equipado - - - - 105 6803 18.03.99 Não equipado - - - - 106 6804 18.03.99 Não equipado - - - - 107 6805 18.03.99 Operando - - - Bomba Submersa 108 6806 18.03.99 Operando - - 25,00 Bomba Submersa 109 6807 18.03.99 Operando - - - Bomba Submersa 110 6808 18.03.99 Operando - - - Bomba Submersa 111 6809 19.03.99 Operando - - - Bomba Injetora CPRM - Serviço Geológico do Brasil Anexo III No DO POÇO CARACTERÍSTICAS DE CADASTRAMENTO E EXPLORAÇÃO DADOS DE EXPLORAÇÃO SIAGAS DATA DO SITUAÇÃO CADASTRO NÍVEL NÍVEL (*) CADASTRO DO POÇO VAZÃO EQUIPAMENTO DEESTÁTICO DINÂMICO (m³/h) BOMBEIO (m) (m) 112 6810 19.03.99 Operando - - - - 113 6811 19.03.99 Não equipado - - - - 114 6812 19.03.99 Operando - - 3,60 Bomba Submersa 115 6813 19.03.99 Não equipado - - - - 116 6814 19.03.99 Operando - - - Bomba Injetora 117 6815 19.03.99 Não equipado - - - - 118 6816 19.03.99 Operando - - - Bomba Submersa 119 6817 18.03.99 Fase conclusão - - - - 120 6818 29.08.96 Operando - - - Bomba Submersa 121 6819 16.04.99 Não equipado - - - - 122 6820 16.04.99 Operando - - - Catavento 123 6821 16.04.99 Operando - - - Compressor 124 6822 16.04.99 Não equipado - - - - 125 6823 16.04.99 Operando - - - Catavento 126 6824 16.04.99 Operando - - - Sarrilho 127 6825 16.04.99 Operando - - - Sarrilho 128 6826 16.04.99 Não equipado - - - - 129 6827 16.04.99 Não equipado - - - - 130 6828 16.04.99 Não equipado - - - - 131 6829 16.04.99 Operando 6,00 - - Bomba Submersa 132 6830 16.04.99 Não equipado - - - - 133 3831 16.04.99 Operando 20,00 - 8,00 Bomba Submersa 134 6832 11.04.99 Não equipado - - - 135 6833 13.04.99 Não equipado - - - 136 6834 10.04.99 Não equipado - - - 137 6835 09.04.99 Não equipado - - - 138 6836 12.04.99 Não equipado - - - 139 6837 19.01.99 Não equipado - - - (*) Código de acesso ao SIAGAS – Sistema de Apoio a Gestão das Águas Subterrâneas da CPRM CPRM - Serviço Geológico do Brasil Anexo IV Anexo IV POÇOS TUBULARES PROFUNDOS NOS MUNICÍPIOS DE INAJÁ E MANARI CARACTERÍSTICAS DE CADASTRAMENTO E EXPLORAÇÃO - PROPRIEDADES DA ÁGUA CARACTERÍSTICAS DE CADASTRAMENTO E EXPLORAÇÃO PROPRIEDADES DA ÁGUA CADASTRO CONDUTIVIDADE OBSERVAÇÕES ELÉTRICA pH SABOR USO DA ÁGUA (µS/cm) 01 - - - Animal/Irrigação - 02 - - - irrigação - 03 323 6,0 - Humano - 04 - - - - - 05 - 6,5 - Animal/Irrigação - 06 - - - - - 07 - - - Animal/Irrigação - 08 - - - - - 09 404 6,0 - Animal/Irrigação - 10 - - - - - 11 - - - - - 12 400 5,5 - Animal/Irrigação - 13 541 6,0 - Animal/Irrigação - 14 443 5,5 - Animal/Irrigação - 15 - - - - - 16 653 5,5 - - - 17 - - - - - 18 - - - Humano - 19 - - - - - 20 - - - Humano - 21 1.042 7,0 Salobra Animal - 22 183 7,5 - - - 23 - - Salgada - - 24 - - Salgada Animal - 25 - 7,4 - Animal/Irrigação Prep. p/ entrar em operação 26 - - Salobra Pecuário - 27 711 7,5 - Animal/Irrigação - 28 - - Salgada - - 29 - - - Animal/Irrigação - 30 - - - Irrigação - 31 - - - Animal/Irrigação - 32 402 6,0 - Animal/Irrigação - 33 - - - Animal/Irrigação - 34 - - - Animal/Irrigação - 35 - 7,3 - Humano - 36 - - - - - 37 342 6,5 - Animal/Irrigação - 38 - - - Animal/Irrigação - 39 722 6,0 - Humano - 40 332 6,0 - Animal/Irrigação - 41 - - - Humano - 42 293 5,5 - Humano Poço Surgente 43 983 7,0 - Animal /Irrigação - 44 - - - Animal/Irrigação - 45 887 6,5 - Irrigação - 46 1.459 6,0 - Irrigação Após 1h bomb. cond. cai p/ 712 47 - - - Animal/Irrigação Jorrante 48 - - - - - 49 734 6,0 - Animal/Irrigação - 50 - - - - - 51 273 7,0 - Animal/Irrigação - 52 973 7,5 - Animal/Irrigação - 53 1.367 7,5 - Animal/Irrigação Piezômetro 54 307 6,5 - Humano Jorrante CPRM - Serviço Geológico do Brasil Anexo IV CARACTERÍSTICAS DE CADASTRAMENTO E EXPLORAÇÃO PROPRIEDADES DA ÁGUA CADASTRO CONDUTIVIDADE OBSERVAÇÕES ELÉTRICA pH SABOR USO DA ÁGUA (µS/cm) 55 - - - Humano - 56 - - - - Piezômetro/Jorrante 57 519 7,0 - Humano - 58 1.469 7,0 - - - 59 476 6,0 - Humano - 60 - - - Humano - 61 1.492 6,5 - - - 62 - - - - - 63 306 7,0 - Industrial - 64 - 7,7 - Humano - 65 275 7,0 - Animal/Irrigação - 66 - - - - Obstruído 67 - - - - - 68 - - - - Obstruído 69 - - - - - 70 - - - Animal/Irrigação - 71 - - - - - 72 - - - Animal/Irrigação - 73 - - - Animal/Irrigação - 74 - - - Animal/Irrigação - 75 335 6,0 - Animal/Irrigação - 76 763 7,0 - Animal/Irrigação - 77 594 7,0 - Animal/Irrigação Poço surgente 78 - - Salobra Animal - 79 - - - - Obstruído 80 - - - Irrigação - 81 2.240 6,5 - Animal/Irrigação - 82 - - - Animal/Irrigação - 83 167 6,5 - Animal/Irrigação - 84 1.840 6,0 Salobra Animal - 85 3.640 7,0 Salobra Humano - 86 1.503 6,0 - Humano - 87 - - - - - 88 313 6,5 - Animal/Irrigação - 89 - - - Animal/Irrigação - 90 338 6,0 - Humano - 91 - - - - Obstruído 92 - - - - - 93 1.416 5,5 - Humano - 94 - - Salgada Animal No inv. jorra/ver. seco e salg. 95 - - - - - 96 - - - Humano/Animal - 97 2.007 - Salobra Animal - 98 - - - - - 99 - - - Múltiplo - 100 - - - Irrigação - 101 5.450 - Salobra - - 102 445 - - Irrigação - 103 352 - - Múltiplo - 104 - - - Humano/Animal - 105 - - - Animal - 106 - - - Doméstico - 107 250 - - Múltiplo - 108 - - - Múltiplo - 109 551 - - Irrigação - 110 377 - - Múltiplo - 111 312 - - Múltiplo - 112 380 - - Múltiplo - 113 - - - Múltiplo - CPRM - Serviço Geológico do Brasil Anexo IV CARACTERÍSTICAS DE CADASTRAMENTO E EXPLORAÇÃO PROPRIEDADES DA ÁGUA CADASTRO CONDUTIVIDADE OBSERVAÇÕES ELÉTRICA pH SABOR USO DA ÁGUA (µS/cm) 114 - - Salobra Irrigação - 115 - - - Múltiplo - 116 4.000 - Salobra Animal - 117 324 - - Múltiplo Jorrante 118 470 - - Múltiplo - 119 - - - - - 120 555 6,0 - Múltiplo - 121 - - - - - 122 - - - - - 123 - - Salobra - - 124 - - - - - 125 - - - - - 126 - - Salobra - - 127 - - - - - 128 - - - - - 129 - - - - - 130 - - - - - 131 - - - - - 132 - - - - - 133 - - - - - 134 9.000 8,2 Salgada Múltiplo - 135 8.670 7,6 Salgada Múltiplo - 136 10.100 7,7 Salgada Múltiplo - 137 17.500 7,3 Salgada Múltiplo - 138 15.310 7,7 Salgada Múltiplo - 139 - - - - Poço seco CPRM - Serviço Geológico do Brasil Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais Endereços Sede Superintendência Regional de Manaus SGAN Quadra 603 - Conjunto “J” - Parte A - 1o andar Av. André Araújo, 2160 - Aleixo CEP: 70830-030 - Brasília - DF CEP: 69065-001 - Manaus - AM Telefones: (61)312-5252 - (61)223-5253 (PABX) Telefones: (92)663-5533 - (92)663-5640 (PABX) Fax: (61)225-3985 Fax: (92)663-5531 E-Mail: suregma@internext.com.br Escritório Rio de Janeiro Av. Pasteur, 404 - Urca - CEP: 22292.040 Superintendência Regional de Porto Alegre Rio de Janeiro - RJ Rua Banco da Província, 105 - Santa Teresa Telefones: (21)295-5337 - (21)295-0032 (PABX) CEP: 90840-030 - Porto Alegre - RS Fax: (21)295-6347 Telefones: (51)233-4643 - (51)233-7311(PABX) Fax: (51)233-7772 Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial E-Mail: cprm_pa@portoweb.com.br Telefone: (21)295-5804 Fax: (21)295-5804 Superintendência Regional do Recife E-Mail: thales@cristal.cprm.gov.br Rua das Pernambucanas, 297 – Graças CEP: 52011- 010 - Recife - PE Departamento de Hidrologia Telefone: (81)3221-7456 (PABX) Telefone: (21)295-4546 Fax: (81)3221-7645 Fax: (21)295-6347 E-Mail: cprm@fisepe.pe.gov.br E-Mail: peixinho@cristal.cprm.gov.br Superintendência Regional de Salvador Diretoria de Relações Institucionais Av. Ulisses Guimarães, 2862 e Desenvolvimento Centro Administrativo da Bahia Telefone: (21)295-5837 CEP: 41213.000 - Salvador - BA Fax: (21)295-5947 Telefones: (71)230-0025 - (71)230-9977 (PABX) E-mail: pdias@cristal.cprm.gov.br Fax: (71)371-4005 E-Mail: cprmsa@bahianet.com.br Divisão de Documentação Técnica Telefones: (21)295-5997 Superintendência Regional de São Paulo Fax: (21)295-5897 Rua Barata Ribeiro, 357 - Bela Vista E-Mail: seus@cristal.cprm.gov.br CEP:01308-000 - São Paulo - SP Telefone: (11)3333-4721 - (11)3333-4712 Superintendência Regional de Belém E-Mail: cprmsp@uninet.com.br Av. Dr. Freitas, 3645 – Marco CEP: 66095-110 - Belém - PA Residência de Fortaleza Telefones: (91)226-0016 - (91)246-8577 (PABX) Av. Santos Dumont, 7700 - 4o andar - Papicu Fax: (91)246-4020 CEP: 60150-163 - Fortaleza - CE E-Mail: cprmbe@cprmbe.gov.br Telefones: (85)265-1726 - (85)265-1288 (PABX) Fax: (85)265-2212 Superintendência Regional de Belo Horizonte E-Mail: refort@secrel.com.br Av. Brasil, 1731 – Funcionários CEP: 30140-002 - Belo Horizonte - MG Residência de Porto Velho Telefones: (331)261-3037 - (331)261-5977 (PABX) Av. Lauro Sodré, 2561 - Bairro Tanques- Fax: (331)261-5585 CEP: 78904-300 - Porto Velho - RO E-Mail: cprmbh@estaminas.com.br Telefones: (69)223-3165 - (69)223-3544 (PABX) Fax: (69)221-5435 Superintendência Regional de Goiânia E-Mail: cprmrepo@enter-net.com.br Rua 148, 485 - Setor Marista CEP: 74170-110 - Goiânia - GO Residência de Teresina Telefones: (62)281-1342 - (62)281-1522 (PABX) Rua Goiás, 312 - Sul - CEP: 64001-570 - Teresina - PI Fax: (62)281-1709 Telefones: (86)222-6963 - (86)222-4153 (PABX) E-mail: cprmgo@zaz.com.br Fax: (86)222-6651 E-Mail: cprmrest@enter-net.com.br CPRM - SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL - http://www.cprm.gov.br CPRM Serviço Geológico do Brasil