UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL MÚCIO VALENÇA VIRÃES REGIONALIZAÇÃO DE PARÂMETROS DE MODELO HIDROLÓGICO PARA A REGIÃO SEMIÁRIDA DO NORDESTE BRASILEIRO RECIFE 2018 MÚCIO VALENÇA VIRÃES REGIONALIZAÇÃO DE PARÂMETROS DE MODELO HIDROLÓGICO PARA A REGIÃO SEMIÁRIDA DO NORDESTE BRASILEIRO Dissertação submetida ao Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil do Centro de Tecnologia e Geociências da Universidade Federal de Pernambuco, como parte dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Engenharia Civil. Área de concentração: Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos. Orientador: Prof. Dr. José Almir Cirilo. RECIFE 2018 Catalogação na fonte Bibliotecária Maria Luiza de Moura Ferreira, CRB-4 / 1469 V813r Virães, Múcio Valença. Regionalização de parâmetros de modelo hidrológico para a Região Semiárida do Nordeste Brasileiro / Múcio Valença Virães. - 2018. 293 folhas, il., tab. abr. e sigl. Orientador: Prof. Dr. José Almir Cirilo. Dissertação (Mestrado) – Un iversidade Federal de Pernambuco. CTG. Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil, 2018. Inclui Referências e Apêndices. 1. Engenharia Civil. 2. Modelo hidrológico. 3. MODHAC. 4. Regionalização. 5. Semiárido. I. Cirilo, José Almir (Orientador). II. Título. UFPE 624 CDD (22. ed.) BCTG/2018-230 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL A comissão examinadora da Defesa de Dissertação de Mestrado REGIONALIZAÇÃO DE PARÂMETROS DE MODELO HIDROLÓGICO PARA A REGIÃO SEMIÁRIDA DO NORDESTE BRASILEIRO defendida por Múcio Valença Virães Considera o candidato APROVADO Recife, 23 de fevereiro de 2018 Banca Examinadora: ___________________________________________ Prof. Dr. José Almir Cirilo – UFPE (orientador) __________________________________________ Prof. Dr. Artur Paiva Coutinho – UFPE (examinador externo) __________________________________________ Prof. Dr. Alfredo Ribeiro Neto – UFPE (examinador interno) A meus pais, Marcos e Marlene, a minha esposa, Michelle, e filhas, Millene e Melline, dedico. Ao povo nordestino, dou minha contribuição, e que esse trabalho venha a ajudá-los e trazer esperança de dias melhores. AGRADECIMENTOS A Deus, primeiramente, pois me guia, e me ilumina em todo momento de minha vida, trazendo a sabedoria e saúde necessária para que este trabalho torne-se uma realidade. Ao Prof. José Almir Cirilo, meu orientador, que me acolheu com todas as minhas dificuldades, e tornou esta dissertação possível. Ao Prof. Eber José de Andrade Pinto, pesquisador e representante do Departamento de Hidrologia e Gestão Territorial da CPRM (DHT/CPRM) na Câmara Técnico-Científica (CTC) da CPRM, além de professor do EHR/UFMG, pela amizade, apoio, incentivo e orientação interna. Aos Professores do Grupo de Recursos Hídricos da UFPE (GRH/UFPE), pela amizade e conhecimentos transmitidos, em especial ao Prof. Jaime Joaquim da Silva Pereira Cabral, que me acompanha desde a Iniciação Científica da UFPE, à Profa. Suzana Maria Gico Lima Montenegro, ao Prof. Alfredo Ribeiro Neto e Profa. Leidjane Maria Maciel de Oliveira, que me aceitou como aluno mesmo com todas as dificuldades do meu último semestre letivo. Aos Colegas do PPGEC/UFPE, André Magalhães Bezerra, Larissa Virgínia da Silva Ribas e Larissa Fernandes Costa, pelos nossos bons momentos de grupo de estudos no início desta etapa de minha vida na Pós-Graduação. À Secretaria do PPGEC/UFPE, em nome da Secretária da Coordenação Andréa Negromonte Vieira Matoso, pela atenção dedicada e apoio administrativo. À Superintendência Regional de Recife da CPRM (SUREG-RE/CPRM), através do nome do Superintendente Regional Sérgio Maurício Coutinho Corrêa de Oliveira, pela minha prorrogação na liberação parcial das minhas atividades dentro das instalações da CPRM para o curso de Pós-Graduação, junto à Câmara Técnico- Científica (CTC) da CPRM. Aos Colegas da SUREG-RE/CPRM, que logo de início me apoiaram diante dos seus cargos na época no meu pedido de liberação, Adriano da Silva Santos, José Wilson de Castro Timóteo e Myrla de Sousa Batista Vieira, como também ao amigo e ex-colega de CPRM, Dunaldson Eliezer Guedes Alcoforado da Rocha pelo apoio na prorrogação de minha liberação. Por todas as palavras de incentivo e apoio, das minhas amicíssimas Pesquisadoras em Geociências Cristiane Ribeiro de Melo e Keyla Almeida Duarte, bem como aquele que foi fundamental me apresentando ao meu orientador e ajudando-me com os bancos de dados desta dissertação e o programa do modelo hidrológico, o Gerente de Relações Institucionais e Desenvolvimento, Carlos Eduardo Dantas de Oliveira, aos amigos Pesquisadores em Geociências, Fábio Araújo da Costa pelos esclarecimentos sobre as estações fluviométricas estudadas, João Hipólito Salgueiro que viabilizou o contato com sua esposa e profa. Leidjane para meu ingresso no curso de Sensoriamento Remoto e José Francisco Rego e Silva pelos esclarecimentos sobre hidrologia da região do Ceará, bem como na obtenção das camadas de informações e diagramas unifilares desta região. Ao Técnico em Geociências Rodrigo Tadeu Diniz Bezerra de Albuquerque pelas palavras de incentivo, à Técnica Joyce Anita de Oliveira Hirose e Verônica do Carmo Magalhães, pelo apoio administrativo. Às Técnicas em Geociências Solange Cavalcanti de Melo e Mercília Maria Farias de Barros pela ajuda com dúvidas sobre dados das estações fluviométricas, diagramas unifilares, entre outros esclarecimentos. Aos amigos Pesquisador em Geociências Thiago Luiz Feijó de Paula pela sua ajuda com os arquivos em ArcGIS Desktop v10 e Hidrogeologia, juntamente com Manoel Júlio da Trindade Gomes Galvão, e Frank Gurgel Santos, Janaína Marise França de Araújo e Felipe José da Cruz Lima pela ajuda com indicação de documentos, camadas de informações e esclarecimentos sobre Geologia. À Agencia Nacional de Águas (ANA), em especial ao amigo Walszon Terllizzie Araújo Lopes, pelo apoio sempre atencioso e fornecimento ágil de dados hidrológicos utilizados na pesquisa. À Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), em nome do Diretor de Hidrologia e Gestão Territorial (DHT) Antônio Carlos Bacelar Nunes e do Chefe do Departamento de Hidrologia (DEHID) Frederico Cláudio Peixinho, através do CTC, pela liberação parcial das minhas atividades profissionais durante o período do curso de Pós-Graduação. A meus pais, Marcos Virães e Marlene Valença Virães, símbolos inigualáveis de humildade, honestidade e compaixão pelas pessoas e, principalmente, demais seres vivos, que me educaram exemplarmente, e moldaram a pessoa que sou hoje, sendo referência de caráter pra mim, e pra todos que os cercam e ajudam incondicionalmente. Um agradecimento especial, a minha esposa, Michelle da Silva Rocha Virães, pela sua paixão e fé em mim, neste momento tão ímpar, e tão delicado de minha vida. Bem como as minhas filhas Millene Rocha Virães e Melline Rocha Virães, por elas serem a luz que Deus pôs em minha vida e me inspiram na produção de um trabalho que eu possa deixar de herança aos meus semelhantes. Enfim, a todos que contribuíram direta ou indiretamente para a realização deste trabalho. RESUMO Este trabalho busca aplicar um modelo hidrológico pré-estabelecido para se obter a regionalização dos seus parâmetros na área do semiárido nordestino brasileiro que envolve os Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, carente de informação de vazão. O modelo hidrológico adotado foi o MODHAC - Modelo Hidrológico Auto-Calibrável, recomendado para uso em áreas semiáridas, utilizado em estudos e projetos desenvolvidos para a região. Objetiva-se então determinar valores para parâmetros que possam ser utilizados para outras bacias, partindo-se da calibração dos resultados do modelo comparados com as vazões da seção de saída conhecidas, para posteriormente definir um mapa da área de aplicabilidade dos parâmetros obtidos no MODHAC e assim se poder gerar séries de vazões para seções do rio não monitoradas, com falhas ou períodos curtos de dados. Para isso, foram selecionadas 51 Estações Fluviométricas com um mínimo de 08 anos consecutivos de dados consistidos cujas séries históricas não apresentassem falhas que comprometessem o estudo. A avaliação dos resultados obtidos se deu através da comparação entre a vazão observada nas seções monitoradas pelos órgãos competentes, e as vazões calculadas pelo MODHAC. Foram determinadas as estatísticas de desvio padrão, vazões máximas, médias e mínimas para o período, e os coeficientes de correlação (r), de determinação (r²), e de Nash-Sutcliffe (R2), sendo consideradas modelagens aceitáveis aquelas cujos valores de R2 apresentaram-se acima de 0,36. A utilização dos valores de parâmetros para regiões diferentes daquelas para as quais o modelo foi calibrado teve sucesso em um percentual razoável das aplicações, demonstrando que é possível regionalizar os parâmetros do modelo hidrológico a partir da área incialmente modelada em função do período calibrado. Por fim, foi possível obter grupos de parâmetros para formar distintas regiões homogêneas no semiárido quanto aos parâmetros do modelo estudado. Palavras-chave: Modelo hidrológico. MODHAC. Regionalização. Semiárido. ABSTRACT This work seeks to apply a pre-established hydrological model to obtain the regionalization of its parameters in the Brazilian Northeastern semi-arid region that involves the States of Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba and Pernambuco, lacking flow information. The hydrological model adopted was the MODHAC - Self- Calibrating Hydrological Model, recommended for use in semi-arid areas, used in studies and projects developed for the region. The objective is to determine values for parameters that can be used for other basins, starting from the calibration of the results of the model compared to the known output section flows, to later define a map of the area of applicability of the parameters obtained in the MODHAC and so that flow series can be generated for sections of the river that are not monitored, with faults or short periods of data. Thus, 51 Fluviometric Stations with a minimum of 08 consecutive years of consisted data were selected whose historical series did not present failures that compromised the study. The evaluation of the results obtained was done by comparing the flow observed in the sections monitored by the competent Government Agencies and the flows calculated by MODHAC. The standard deviation statistics, maximum, mean and minimum flows for the period, and correlation coefficients (r), determination (r²), and Nash-Sutcliffe (R2) were determined, with acceptable models being considered those whose values of R2 were above 0.36. The use of parameter values for regions different from those for which the model was calibrated succeeded in a reasonable percentage of the applications, demonstrating that it is possible to regionalize the parameters of the hydrological model from the area initially modeled as a function of the calibrated period. Finally, it was possible to obtain groups of parameters to form different homogeneous regions in the semiarid region regarding the parameters of the model studied. Keywords: Hydrological model. MODHAC. Regionalization. Semi-arid. LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 - Representação esquemática dos processos do ciclo hidrológico no MODHAC. ............................................................................................................. 38 Figura 2 - Janela de “informações gerais” de uma sub-bacia no MODHAC.......... 41 Figura 3 – Janelas das saídas dos produtos MODHAC no editor de texto Textpad. ................................................................................................................. 41 Figura 4 - Janelas das saídas dos produtos dentro do MODHAC. ............................ 42 Figura 5 - Localização da região do semiárido estudada dentro dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. .......................... 44 Figura 6 - Vegetação do semiárido da região dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Pernambuco. .............................................................. 46 Figura 7 – Bacias hidrográficas dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Pernambuco. ................................................................................... 48 Figura 8 - Bacias hidrográficas da Divisão Hidrográfica Nacional para a área de estudo e estacões fluviométricas selecionadas. ..................................... 49 Figura 9 – Esquemas de localização das estações fluviométricas analisadas na Sub-Bacia 34. ....................................................................................................... 50 Figura 10 – Esquemas de localização das estações fluviométricas analisadas na Sub-Bacia 35. ....................................................................................................... 52 Figura 11 – Esquemas de localização das estações fluviométricas analisadas na Sub-Bacia 36 ........................................................................................................ 54 Figura 12 – Esquemas de localização das estações fluviométricas analisadas na Sub-Bacia 37 ........................................................................................................ 60 Figura 13 – Esquemas de localização das estações fluviométricas analisadas na Sub-Bacia 38 ........................................................................................................ 61 Figura 14 – Esquemas de localização das estações fluviométricas analisadas na Sub-Bacia 39 ........................................................................................................ 63 Figura 15 – Esquemas de localização das estações fluviométricas analisadas na Sub-Bacia 48 ................................................................................................................ 65 Figura 16 – Esquemas de localização da estação fluviométrica analisada na Sub-Bacia 49 ................................................................................................................ 67 Figura 17 – Divisões Climáticas do semiárido da região dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Pernambuco. ............................................... 70 Figura 18 – Trimestre mais chuvoso do semiárido da região dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Pernambuco. ................................. 71 Figura 19 – Isoietas (1977-2006) do semiárido da região dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Pernambuco. ............................................... 72 Figura 20 – Mapa do relevo do semiárido da região dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Pernambuco ........................................................ 74 Figura 21 - Mapa de Altitude do semiárido da região dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Pernambuco ................................................ 75 Figura 22 – Mapa de contexto geológico do semiárido da região dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Pernambuco. ........................... 77 Figura 23 - Província Borborema: principais domínios tectônicos e zonas de cisalhamento. .............................................................................................................. 78 Figura 24 - Domínios Hidrolitológicos do semiárido dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. ........................................................ 81 Figura 25 – Tipo de solos da região do no semiárido dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. ........................................................ 83 Figura 26 - Modelagem da estação 36160000 – Iguatu, período 1962-1980 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). ................................................................. 100 Figura 27 – Modelagem da estação 36160000 – Iguatu, período 1981-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). ................................................................. 101 Figura 28 – Modelagem da estação 36160000 – Iguatu, período 2001-2009 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). ................................................................. 101 Figura 29 – Vazões calculadas no MODHAC da estação Iguatu para a evapotranspiração estimada pela Normal Climatológica do INMET da estação e pela média de 04 estações da região (Atlas Nordeste). Período 1962-1980. ................................................................. 103 Figura 30 - Vazões calculadas no MODHAC da estação Iguatu para a evapotranspiração estimada pela Normal Climatológica do INMET da estação e pela média de 04 estações da região (Atlas Nordeste) com foco na vazão máxima do período de outubro/1973 a setembro/1974. ............................................................... 103 Figura 31 - Modelagem da estação 36290000 – Icó, período 1959-1987 (Parâmetros e ETP de Icó e Iguatu). ......................................................... 105 Figura 32 - Modelagem da estação 36290000 – Icó, período 1988-1999 (Parâmetros e ETP de Icó e Iguatu). ......................................................... 105 Figura 33 - Modelagem da estação 36290000 – Icó, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Icó e Iguatu). ......................................................... 106 Figura 34 - Modelagem da estação 34740001 – Oiticica, período 2005-2011 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). ........................................ 108 Figura 35 – Modelagem da estação 34740000 – Saudoso, período 2000-2011 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). ........................................ 109 Figura 36 – Modelagem da estação 34730000 – Croatá, período 1987-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). ........................................ 110 Figura 37 – Modelagem da estação 34730000 – Croatá, período 2000-2009 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). ........................................ 110 Figura 38 – Modelagem da estação 35125000 - Moraújo, período 1982-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). ......................................................... 112 Figura 39 - Modelagem da estação 35125000 - Moraújo, período 2001-2008 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). ......................................................... 112 Figura 40 – Modelagem da estação 35210000 – Fazenda Cajazeiras, período 1982-1999 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). ................. 113 Figura 41 – Modelagem da estação 35210000 – Fazenda Cajazeiras, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). ......................... 113 Figura 42 - Modelagem da estação 35223000 – Flores, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). ................................................ 114 Figura 43 - Modelagem da estação 35235000 - Várzea do Grosso, período 1970–1980 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). .......................................... 116 Figura 44 - Modelagem da estação 35235000 - Várzea do Grosso, período 1986-1999 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). .......................................... 117 Figura 45 - Modelagem da estação 35235000 - Várzea do Grosso, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). .......................................... 117 Figura 46 - Modelagem da estação 35240000 - Trapiá, período 1987-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). ................................................................. 118 Figura 47 - Modelagem da estação 35240000 - Trapiá, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). ................................................................. 118 Figura 48 – Modelagem da estação 35258000 – Fazenda Paraná, período 1993- 2000 (Parâmetros e ETP de Icó e Iguatu). ...................................................... 119 Figura 49 – Modelagem da estação 35258000 – Fazenda Paraná, período 2000- 2007 (Parâmetros e ETP de Icó e Iguatu). ...................................................... 120 Figura 50 - Modelagem da estação 35275000 - Sobral, período 1974-1990 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). ................................................ 121 Figura 51 - Modelagem da estação 35275000 - Sobral, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). ................................................ 122 Figura 52 - Modelagem da estação 35830000 - Caio Prado, período 1985-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). ................................................................. 123 Figura 53 - Modelagem da estação 35830000 - Caio Prado, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). ................................................................. 123 Figura 54 - Modelagem da estação 36045000 – Malhada, período 1980-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). ................................................................. 125 Figura 55 - Modelagem da estação 36045000 – Malhada, período 2000-2010 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). ......................................................... 125 Figura 56 – Modelagem da estação 36070000 – Sítio Patos, período 2000-2009 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). ........................................ 126 Figura 57 - Modelagem da estação 36125000 – Sítio Poço Dantas, período 1974-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). .................................. 127 Figura 58 – Modelagem da estação 36125000 – Sítio Poço Dantas, período 2001-2010 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). .................................. 127 Figura 59 – Modelagem da estação 36130000 – Cariús, período 1984-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). ......................................................... 128 Figura 60 – Modelagem da estação 36130000 – Cariús, período 2001-2009 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). ......................................................... 129 Figura 61 - Modelagem da estação 36270000 - Lavras da Mangabeira, período 1962-1980 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). .................................. 130 Figura 62 – Modelagem da estação 36270000 - Lavras da Mangabeira, período 1981-1996 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). .................................. 130 Figura 63 – Modelagem da estação 36320000 – Jaguaribe, período 1982-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). ......................................................... 132 Figura 64 – Modelagem da estação 36320000 – Jaguaribe, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). ......................................................... 132 Figura 65 - Modelagem da estação 36390000 – Peixe Gordo, período 1962- 1980 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). .............................................. 133 Figura 66 - Modelagem da estação 36390000 – Peixe Gordo, período 1998- 2005 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). .............................................. 134 Figura 67 - Modelagem da estação 36470000 - Senador Pompeu, período 1973-1980 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). ................. 135 Figura 68 - Modelagem da estação 36470000 - Senador Pompeu, período 1981-1999 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). ................. 135 Figura 69 - Modelagem da estação 36470000 - Senador Pompeu, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). ......................... 136 Figura 70 - Modelagem da estação 36520000 – Quixeramobim, período 1982- 2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). ..................................... 137 Figura 71 - Modelagem da estação 36520000 – Quixeramobim, período 2001- 2008 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). ..................................... 137 Figura 72 – Modelagem da estação 36580000 – Morada Nova II., período 1982-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). .......................................... 138 Figura 73 - Modelagem da estação 36580000 – Morada Nova II., período 2000- 2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). ...................................................... 138 Figura 74 – Modelagem da estação 37340000 – Piancó, período 1964-1981 (Parâmetros e ETP de Piancó e Icó). ................................................................. 140 Figura 75 – Modelagem da estação 37340000 – Piancó, período 1982-1999 (Parâmetros e ETP de Piancó e Icó). ................................................................. 140 Figura 76 – Modelagem da estação 37340000 – Piancó, período 1999-2006 (Parâmetros e ETP de Piancó e Icó). ................................................................. 140 Figura 77 - Modelagem da estação 37090000 - Mossoró, período 1987-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó, Piancó e Mossoró). .............................. 143 Figura 78 – Modelagem da estação 37090000 - Mossoró, período 1998-2005 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó, Piancó e Mossoró). .............................. 143 Figura 79 - Modelagem da estação 37084000 – Governador Dix-Sept Rosado, período 1987-2000 (Parâmetros e ETP de Icó, Piancó e Mossoró). ..... 145 Figura 80 – Modelagem da estação 37084000 – Governador Dix-Sept Rosado, período 1999-2006 (Parâmetros e ETP de Icó, Piancó e Mossoró). ..... 145 Figura 81- - Modelagem da estação 37080000 – Pedra de Abelhas, período 1964-1987 (Parâmetros e ETP de Icó, Piancó e Mossoró). ...................... 146 Figura 82 – Modelagem da estação 37080000 – Pedra de Abelhas, período 1988-2000 (Parâmetros e ETP de Icó, Piancó e Mossoró). ...................... 146 Figura 83 – Modelagem da estação 37080000 – Pedra de Abelhas, período 1998-2005 (Parâmetros e ETP de Icó, Piancó e Mossoró). .............. 147 Figura 84- - Modelagem da estação 37030000 – Pau dos Ferros, período 1964- 1984 (Parâmetros e ETP de Icó, Piancó e Mossoró). .......................... 148 Figura 85 – Modelagem da estação 37030000 – Pau dos Ferros, período 1985- 1999 (Parâmetros e ETP de Icó, Piancó e Mossoró). .......................... 148 Figura 86 – Modelagem da estação 37030000 – Pau dos Ferros, período 1999- 2006 (Parâmetros e ETP de Icó, Piancó e Mossoró). .......................... 149 Figura 87 – Modelagem da estação 37260000 – Antenor Navarro, período 1964-1972 (Parâmetros e ETP de Piancó, Icó e Mossoró). .............. 150 Figura 88 – Modelagem da estação 37260000 – Antenor Navarro, período 1985-2000 (Parâmetros e ETP de Piancó, Icó e Mossoró). .............. 150 Figura 89 – Modelagem da estação 37410000 – Sítio Vassouras, período 1964- 1981 (Parâmetros e ETP de Piancó, Mossoró e Icó). .......................... 152 Figura 90 – Modelagem da estação 37410000 – Sítio Vassouras, período 1982- 1999 (Parâmetros e ETP de Piancó, Mossoró e Icó). .......................... 152 Figura 91 – Modelagem da estação 37410000 – Sítio Vassouras, período 1999- 2006 (Parâmetros e ETP de Piancó, Mossoró e Icó). .......................... 153 Figura 92 – Modelagem da estação 37710150 – Sítio Acauã II, período 1986- 2000 (Parâmetros e ETP de Piancó e Mossoró). .................................. 154 Figura 93 – Modelagem da estação 37710150 – Sítio Acauã II, período 1999- 2006 (Parâmetros e ETP de Piancó e Mossoró). .................................. 154 Figura 94 – Modelagem da estação 37470000 – Jardim de Piranhas, período 1972-2000 (Parâmetros e ETP de Mossoró e Piancó). ...................... 155 Figura 95 – Modelagem da estação 37470000 – Jardim de Piranhas, período 1999-2006 (Parâmetros e ETP de Mossoró e Piancó). ...................... 156 Figura 96 - Modelagem da estação 37570000 – São Fernando, período 1963- 2000 (Parâmetros e ETP de Mossoró e Piancó). .................................. 157 Figura 97 - Modelagem da estação 37570000 – São Fernando, período 1999- 2006 (Parâmetros e ETP de Mossoró e Piancó). .......................................... 157 Figura 98 – Modelagem da estação 37559000 – Caicó, período 1988-2000 (Parâmetros e ETP de Mossoró e Piancó). ..................................................... 158 Figura 99 – Modelagem da estação 38850000 – Poço de Pedras, período 1970- 1977 (Parâmetros e ETP de Poço de Pedras, Piancó, Mossoró, Ilha Grande e Toritama). ............................................................................................... 160 Figura 100 – Modelagem da estação 38850000 – Poço de Pedras, período 1986-1999 (Parâmetros e ETP de Poço de Pedras, Piancó, Mossoró, Ilha Grande e Toritama). ................................................................... 160 Figura 101 – Modelagem da estação 37515000 – Sítio Volta, período 1980- 2000 (Parâmetros e ETP de Mossoró, Piancó e Poço de Pedras). ......... 161 Figura 102 – Modelagem da estação 38860000 - Bodocongó, período 1970- 2000 (Parâmetros e ETP de Poço de Pedras e Ilha Grande). ................... 163 Figura 103 – Modelagem da estação 38860000 - Bodocongó, período 1999- 2006 (Parâmetros e ETP de Poço de Poço de Pedras e Ilha Grande). ...................................................................................................................... 163 Figura 104 – Modelagem da estação 38830000 – Caraúbas, período 1973-1981 (Parâmetros e ETP de Poço de Pedras e Toritama). ................................... 164 Figura 105 – Modelagem da estação 38830000 – Caraúbas, período 1982-2000 (Parâmetros e ETP de Poço de Pedras e Toritama). ................................... 164 Figura 106 – Modelagem da estação 48880000 – Ilha Grande, período 1968- 1978 (Parâmetros e ETP de Piancó e Ilha Grande). .................................... 166 Figura 107 – Modelagem da estação 48880000 – Ilha Grande, período 1985- 1997 (Parâmetros e ETP de Piancó e Ilha Grande). .................................... 166 Figura 108 – Modelagem da estação 48880000 – Ilha Grande, período 2000- 2007 (Parâmetros e ETP de Piancó e Ilha Grande). .................................... 167 Figura 109 – Modelagem da estação 48820000 – Afogados de Ingazeira, período 1964-1974 (Parâmetros e ETP de Poço de Piancó, Poço de Pedras e Ilha Grande). ............................................................................. 168 Figura 110 – Modelagem da estação 48820000 – Afogados de Ingazeira, período 2000-2005 (Parâmetros e ETP de Piancó, Poço de Pedras e Ilha Grande). .................................................................................................. 168 Figura 111 – Modelagem da estação 48860000 – Floresta, período 1985-1993 (Parâmetros e ETP de Piancó, Poço de Pedras e Ilha Grande). ...... 170 Figura 112 – Modelagem da estação 48860000 – Floresta, período 2004-2008 (Parâmetros e ETP de Piancó, Poço de Pedras e Ilha Grande). ...... 170 Figura 113 – Modelagem da estação 49160000 - Inajá, período 1978-1992 (Parâmetros e ETP de Piancó, Ilha Grande e Poço de Pedras). ...... 171 Figura 114 – Modelagem da estação 39130000 - Toritama, período 1973-1986 (Parâmetros e ETP de Toritama e Capivara). ......................................... 173 Figura 115 – Modelagem da estação 39130000 - Toritama, período 1987-2000 (Parâmetros e ETP de Toritama e Capivara). ......................................... 173 Figura 116 – Modelagem da estação 39130000 - Toritama, período 2001-2008 (Parâmetros e ETP de Toritama e Capivara). ......................................... 173 Figura 117 – Modelagem da estação 39540000 - Capivara, período 1978-1993 (Parâmetros e ETP de Toritama e Capivara). ......................................... 175 Figura 118 – Modelagem da estação 39540000 - Capivara, período 1998-2006 (Parâmetros e ETP de Toritama e Capivara). ......................................... 175 Figura 119 – Modelagem da estação 39340000 - Caruaru, período 1973-1986 (Parâmetros e ETP de Toritama e Capivara). ......................................... 176 Figura 120 – Modelagem da estação 39340000 - Caruaru, período 1978-1992 (Parâmetros e ETP de Toritama e Capivara). ......................................... 176 Figura 121 – Mapa dos Parâmetros MODHAC Regionalizados. ............................. 178 LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Lista dos parâmetros do MODHAC. ........................................................................ 40 Tabela 2– Estações Fluviométricas da ANA/CPRM analisadas no estudo (Coordenadas Geográficas com Datum: SIRGAS 2000). .............................. 89 Tabela 3 – Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto 36160000-Iguatu (1962-1980). ............................................................................. 95 Tabela 4 – Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto 36290000-Icó (1959-1987). .................................................................................... 95 Tabela 5 – Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto Piancó (1964-1981). .................................................................................................. 96 Tabela 6 – Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto Poço de Pedras (1964-1981). ............................................................................................ 96 Tabela 7 – Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto Ilha Grande (1968-1978). ................................................................................................. 97 Tabela 8 – Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto Toritama. (1973-1986) .............................................................................................. 97 Tabela 9 – Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto Capivara (1978-1993). .............................................................................................. 98 Tabela 10 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36160000 – Iguatu. ................................................................................................. 100 Tabela 11 – Dados Evaporimétricos utilizados na estimativa da Evapotranspiração para modelagem da estação de Iguatu. .................. 103 Tabela 12 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36290000 – Icó......................................................................................................... 105 Tabela 13 - Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto Oiticica (2005-2011). .............................................................................................. 107 Tabela 14 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 34740001 – Oiticica. ............................................................................................... 107 Tabela 15 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 34740000 – Saudoso. .................................................................................... 108 Tabela 16 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 34730000 – Croatá. ........................................................................................ 109 Tabela 17 – Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 35125000- Moraújo. ...................................................................................... 111 Tabela 18 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 35210000 – Fazenda Cajazeiras. ................................................................ 113 Tabela 19 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 35223000 – Flores. .......................................................................................... 114 Tabela 20 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 35235000-Várzea do Grosso. ..................................................................... 116 Tabela 21 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 35240000-Trapiá. ............................................................................................ 118 Tabela 22 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 35258000 – Fazenda Paraná. ...................................................................... 119 Tabela 23 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 35275000 – Sobral. ......................................................................................... 121 Tabela 24 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 35830000 - Caio Prado. ................................................................................ 123 Tabela 25 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36045000 – Malhada. .................................................................................... 124 Tabela 26 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36070000 – Sítio Patos. ................................................................................ 126 Tabela 27 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36125000 – Sítio Poço Dantas. .................................................................. 127 Tabela 28 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36130000 – Cariús. ......................................................................................... 128 Tabela 29 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36270000-Lavras da Mangabeira. .................................................................... 130 Tabela 30 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36320000 – Jaguaribe. .......................................................................................... 132 Tabela 31 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36390000 – Peixe Gordo. ..................................................................................... 133 Tabela 32 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36470000 - Senador Pompeu. ........................................................................... 135 Tabela 33 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36520000 – Quixeramobim. ................................................................................ 136 Tabela 34 – Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36580000 – Morada Nova II. .............................................................................. 138 Tabela 35 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37340000 – Piancó. ................................................................................................ 139 Tabela 36 - Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto 37090000 - Mossoró (1987-2000) .................................................................... 142 Tabela 37 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37090000 – Mossoró. ............................................................................................ 142 Tabela 38 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37084000 – Governador Dix-Sept Rosado. ................................................... 144 Tabela 39 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37080000 – Pedra de Abelhas. ........................................................................... 146 Tabela 40 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37030000 – Pau dos Ferros. ................................................................................ 148 Tabela 41 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37260000 – Antenor Navarro. ............................................................................ 150 Tabela 42 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37410000 – Sítio Vassouras. ............................................................................... 152 Tabela 43 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37710150 – Sítio Acauã II. ........................................................................... 154 Tabela 44 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37470000 – Jardim de Piranhas. ................................................................ 155 Tabela 45 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37570000 – São Fernando. .......................................................................... 156 Tabela 46 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37559000 – Caicó. .......................................................................................... 158 Tabela 47 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 38850000 – Poço de Pedras........................................................................ 159 Tabela 48 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37515000 – Sítio Volta. ................................................................................. 161 Tabela 49 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 38860000 - Bodocongó. ............................................................................... 162 Tabela 50 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 38830000 – Caraúbas. ................................................................................... 164 Tabela 51 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 48880000 – Ilha Grande. .............................................................................. 166 Tabela 52 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 48820000 – Afogados de Ingazeira. ........................................................ 168 Tabela 53 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 48860000 – Floresta. ...................................................................................... 169 Tabela 54 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 49160000 - Inajá. ............................................................................................ 171 Tabela 55 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 39130000 - Toritama. .................................................................................... 172 Tabela 56 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36540000 – Capivara. .................................................................................... 174 Tabela 57 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 39340000 - Caruaru. .............................................................................................. 176 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ANA Agência Nacional de Águas CAGECE Companhia de Água e Esgoto do Ceará CNRH Conselho Nacional de Recursos Hídricos CPRM Serviço Geológico do Brasil DHN Divisão Hidrográfica Nacional EMPARN Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte ETP Evapotranspiração Potencial IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística INPE Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais MDE Modelo Digital de Elevação MDT Modelo Digital de Terreno MODHAC Modelo Hidrológico Auto-Calibrável NASA National Aeronautics and Space Administration Par Parâmetro PERH Plano Estadual de Recursos Hídricos SRTM Shuttle Radar Topography Mission STD Sólidos Totais Dissolvidos TIF Tagged Image File Format UFPE Universidade Federal de Pernambuco USGS United States Geological Survey SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO .......................................................................................................................... 27 1.1 Problemática e Justificativa ..........................................................................27 1.2 Objetivos ..........................................................................................................30 1.2.1 Objetivo Geral ......................................................................................................................... 30 1.2.2 Objetivos Específicos ............................................................................................................ 30 1.3 Estrutura do Texto ..........................................................................................31 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA .................................................................................................... 32 2.1 Uso de Modelos Hidrológicos .......................................................................32 2.2 MODHAC – Modelo Hidrológico Auto-Calibrável ......................................37 3 MATERIAIS E MÉTODOS ...................................................................................................... 43 3.1 Região de Estudo: Semiárido dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. ......................................................................43 3.1.1 Localização ............................................................................................................................... 43 3.1.2 Vegetação ................................................................................................................................. 45 3.1.3 Hidrografia ................................................................................................................................ 47 3.1.4 Características Climáticas .................................................................................................... 68 3.1.5 Relevo ......................................................................................................................................... 73 3.1.6 Geologia .................................................................................................................................... 76 3.1.7 Hidrogeologia ......................................................................................................................... 79 3.1.8 Solos ........................................................................................................................................... 82 3.2 Metodologia ....................................................................................................84 3.2.1 Dados Hidrológicos ............................................................................................................... 89 3.2.1.1 Dados Fluviométricos......................................................................................... ..................... 89 3.2.1.2 Dados Pluviométricos............................................................................................................. 92 3.2.1.3 Dados Evaporimétricos........................................................................................................... 93 4 RESULTADOS E DISCUSSÕES ............................................................................................ 94 4.1 36160000 – Iguatu ..........................................................................................98 4.2 36290000 – Icó ............................................................................................. 104 4.3 34741000 – Oiticica ..................................................................................... 106 4.4 34740000 – Saudoso ................................................................................... 108 4.5 34730000 – Croatá ....................................................................................... 109 4.6 35125000 - Moraújo .................................................................................... 110 4.7 35210000 – Fazenda Cajazeiras .................................................................. 112 4.8 35223000 – Flores ........................................................................................ 114 4.9 35235000 - Várzea do Grosso .................................................................... 115 4.10 35240000 - Trapiá ........................................................................................ 117 4.11 35258000 – Fazenda Paraná ....................................................................... 119 4.12 35275000 – Sobral ....................................................................................... 120 4.13 35830000 - Caio Prado ................................................................................ 122 4.14 36045000 – Malhada ................................................................................... 123 4.15 36070000 – Sítio Patos ................................................................................ 125 4.16 36125000 – Sítio Poço Dantas .................................................................... 126 4.17 36130000 – Cariús ....................................................................................... 127 4.18 36270000 - Lavras da Mangabeira ............................................................ 129 4.19 36320000 – Jaguaribe ................................................................................. 131 4.20 36390000 – Peixe Gordo ............................................................................. 132 4.21 36470000 - Senador Pompeu ..................................................................... 134 4.22 36520000 – Quixeramobim ........................................................................ 136 4.23 36580000 – Morada Nova II ....................................................................... 137 4.24 37340000 – Piancó ....................................................................................... 139 4.25 37090000 – Mossoró ................................................................................... 141 4.26 37084000 - Governador Dix-Sept Rosado ................................................ 144 4.27 37080000 – Pedra de Abelhas .................................................................... 145 4.28 37030000 – Pau dos Ferros ......................................................................... 147 4.29 37260000 – Antenor Navarro ..................................................................... 149 4.30 37410000 – Sítio Vassouras ........................................................................ 151 4.31 37710150 – Sítio Acauã II ........................................................................... 153 4.32 37470000 – Jardim de Piranhas ................................................................. 155 4.33 37570000 – São Fernando .......................................................................... 156 4.34 37559000 – Caicó ......................................................................................... 157 4.35 38850000 - Poço de Pedras ........................................................................ 158 4.36 37515000 – Sítio Volta ................................................................................ 160 4.37 38860000 – Bodocongó .............................................................................. 161 4.38 38830000 – Caraúbas .................................................................................. 163 4.39 48880000 – Ilha Grande .............................................................................. 164 4.40 48820000 – Afogados da Ingazeira ........................................................... 167 4.41 48860000 – Floresta .................................................................................... 169 4.42 49160000 – Inajá .......................................................................................... 170 4.43 39130000 – Toritama .................................................................................. 172 4.44 39540000 – Capivara ................................................................................... 174 4.45 39340000 – Caruaru .................................................................................... 175 4.46 Mapa dos Parâmetros Regionalizados. ..................................................... 177 5 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES .............................................................................179 REFERÊNCIAS ......................................................................................................................... 182 APÊNDICES ............................................................................................................................. .192 APÊNDICE A - FORMAÇÕES HIDROGEOLÓGICAS .................................................. 192 APÊNDICE B – INVENTÁRIO PLUVIOMÉTRICO E EVAPORIMÉTRICO .............. 201 APÊNDICE C – DADOS ESTATÍSTICOS DAS MODELAGENS.................................. 235 27 1 INTRODUÇÃO 1.1 Problemática e Justificativa A disponibilidade hídrica tem sido ao longo dos anos um fator determinante para as nações do ponto de vista econômico e de bem estar. Construir cenários e previsões sobre os recursos hídricos que venham a definir as situações futuras dos povos, para estabelecer políticas públicas coerentes com os recursos existentes, não são tarefas fáceis, mas de insistentes buscas. As regiões semiáridas, como no Nordeste brasileiro, são áreas com grandes irregularidades volumétricas, temporais e espaciais de chuvas. Por este motivo, algumas soluções são tomadas para atender a regularização do fluxo d’água ao longo do período seco. Um exemplo são as diversas barragens construídas para acumulação e redistribuição da água na estiagem para os diversos fins, como abastecimento humano, dessedentação dos animais, agricultura e atividades industriais. No entanto, a construção destes reservatórios passa pelo estudo do escoamento gerado pela chuva, a qual é afetada conforme se estabelecem as componentes do balanço hídrico, cujas séries históricas de dados hidrológicos nem sempre existem, por falta de monitoramento, ou não são longas o suficiente, principalmente as observações de nível e campanhas de monitoramento para estabelecimento das curvas-chaves, e assim determinação das vazões. Diversas ações têm sido realizadas por diversos órgãos competentes para mitigar e gerir os problemas hídricos no país em geral e a falta de dados em particular. A CPRM - Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais vem desenvolvendo projetos desde 2002 para auxiliar, entre outras coisas, a outorga do direito de uso da água para definir seu uso racional e sustentável. Contudo as áreas semiáridas nordestinas tem sido um desafio e não se tem chegado a um resultado satisfatório. Em 2014, a CPRM, sobre a execução técnica do autor dessa pesquisa, lançou um livro sobre a regionalização da vazão de 95% de permanência sobre a região da Sub-Bacia 50 28 (CPRM, 2014) [24] que envolve no Nordeste parte dos Estados da Bahia e Sergipe. A metodologia utilizada foi à aplicação de regressão linear entre a variável-objetivo, Vazão de 95% de Permanência (Q95%), e as variáveis-explicativas, Área de drenagem (A) e Pluviometria Média Anual (PMA) precipitada sobre cada área, obtendo-se assim uma equação matemática que pode ser aplicada a regiões hidrologicamente semelhantes com certas restrições. Ainda em 2014, a CPRM finalizou um mesmo estudo também sobre a execução deste autor e que ainda está sob correções internas, a respeito das regiões das Sub-Bacias 37 e 38 que envolve os estados nordestinos do Rio Grande do Norte e Paraíba. Contudo a metodologia aplicada não trouxe resultados de regionalização aplicáveis devido a pouca quantidade de estações fluviométricas com vazões não nulas de 95% de permanência (Q95% = 0 em maior parte das estações), consequência da característica de semiaridez da região estudada. Os modelos hidrológicos têm sido utilizados para simular as séries históricas de vazão a partir da precipitação ocorrida ou prevista, criando cenários na tentativa de obter uma previsão que guie os gestores na tomada de decisões. Esses modelos quando bem ajustados, fornecem o comportamento do fluxo hídrico em forma de séries mensais, diárias ou frações do dia, com base nas características da bacia hidrográfica, tais como solo, seu uso e relevo, evapotranspiração, infiltração, e precipitação, convergindo o estudo em uma resposta estabelecida sob a forma de balanço hídrico em reservatórios conceituais, tendo como principal resultado a vazão no exutório. Contudo tais modelos exigem calibrações com séries pluviométricas e fluviométricas de longa duração e de boa qualidade. Como nem sempre é possível ter séries hidrológicas fluviométricas disponíveis nestas condições, torna-se impreciso estabelecer os parâmetros de calibração destes modelos para simulação da disponibilidade hídrica nas bacias ou sub-bacias sem dados de vazão. Desta forma, buscar a regionalização dos parâmetros do modelo hidrológico obtidos em uma bacia, cujo estudo está estabelecido, para simular a disponibilidade hídrica de outra 29 bacia similar, onde não existam séries hidrológicas disponíveis, é uma estratégia que pode trazer resultados importantes. A escolha do modelo, as áreas de estudo e os dados utilizados na pesquisa tiveram grande influência do projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5], que sob a coordenação da ANA envolveu inúmeros atores, como órgãos e instituições estaduais de recursos hídricos. Para os estudos hidrológicos do Atlas, no que tange às regiões dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, foi utilizado o modelo hidrológico MODHAC – Modelo Hidrológico Auto-Calibrável, que teve a finalidade de obter estimativas da disponibilidade hídrica de diversos reservatórios da região nordeste. Os parâmetros calibrados no MODHAC para as estações fluviométricas estudadas deste projeto foram objeto de estudo da pesquisa aqui desenvolvida para avaliação da regionalização destes parâmetros dentro da região dos estados citados, e quando não foi possível sua regionalização, foram estabelecidos novos parâmetros para tais áreas. 30 1.2 Objetivos 1.2.1 Objetivo Geral Neste trabalho se busca avaliar o potencial de regionalização dos parâmetros de um modelo hidrológico pré-estabelecido para diferentes bacias e sub-bacias na área do semiárido nordestino nos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, como forma de ampliar o conhecimento dessas bacias no que se refere à disponibilidade hídrica. 1.2.2 Objetivos Específicos Utilizando como ferramenta o Modelo Hidrológico Auto-Calibrável (MODHAC), recomendado para uso em áreas semiáridas, objetiva-se:  Avaliar as áreas de contribuição estudadas e os parâmetros estabelecidos no projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5];  Analisar a influência do efeito de escala (área da bacia) no processo de regionalização de parâmetros;  Construção de um Mapa definindo a área de aplicabilidade dos parâmetros obtidos para uso no MODHAC para geração de vazões em sub-bacias do semiárido nordestino dentro dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. 31 1.3 Estrutura do Texto Este trabalho foi organizado em cinco capítulos:  O Capítulo 2 traz uma retrospectiva do uso de modelos hidrológicos, lembrando os diversos tipos, e através da revisão bibliográfica, cita exemplos de uso de modelos e resultados de outras experiências, bem como as dificuldades encontradas no estudo do semiárido, além de descrever o modelo hidrológico adotado, discorrendo sobre as características dos seus parâmetros;  O Capítulo 3 explica detalhes da região de estudo, como localização e suas características através de diversos pontos de vista geoambientais, como também esclarece a metodologia adotada, retratando como decorreu a pesquisa, os critérios e restrições adotados para o desenvolvimento do estudo;  O Capítulo 4 traz a discussão dos resultados obtidos, agrupando as informações por regiões homogêneas obtidas, e por áreas de drenagem estudadas, apresentando tabela e gráficos dos produtos obtidos;  O Capítulo 5 finaliza expondo as conclusões atingidas, reafirmando os resultados obtidos, e sugerindo como se deve proceder no uso das informações adquiridas nessa pesquisa para novos estudos. 32 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2.1 Uso de Modelos Hidrológicos O uso de modelos hidrológicos teve início no século passado, na década de 30 e estes tratavam de simular as componentes do ciclo hidrológico, como infiltração por Horton em 1933, e escoamento em rios por MacCarthy em 1939 com o Modelo de Muskingun e Puls de 1928 para escoamento em reservatórios (Tucci, 2005) [60]. A evolução dos modelos hidrológicos nos permite hoje levar em consideração várias componentes do ciclo hidrológico, através do rápido processamento computacional, com cálculos restritos a área de uma bacia hidrográfica para fornecer a vazão, como resultado mais relevante. Segundo TUCCI (2005) [60], os modelos hidrológicos podem ser classificados quanto à discretização, conceitualização e uso e objetivos. Quanto à discretização são chamados de modelos concentrados, onde a bacia é representada por uma precipitação média e os processos hidrológicos por variáveis concentradas no espaço; Modelos distribuídos por sub-bacias, onde a bacia é subdividida a partir dos seus afluentes; E modelos distribuídos por módulos, onde a discretização é feitas em polígono menores sem relação geométrica direta com as sub-bacias (por exemplo, em grades retangulares espaciais). Tais características são repassadas internamente pelos componentes dos processos. Os dois primeiros tipos são mais utilizados para médias a grandes bacias hidrográficas. Os modelos distribuídos são mais utilizados para análise de efeito de mudanças no uso do solo e no entendimento integrado dos processos hidrológicos (Tucci, 2005) [60]. Quanto à conceitualização os modelos podem ser classificados em Empíricos, no caso das suas equações não terem relações com processos físicos da bacia; Conceituais, quando usam a equação da continuidade associada a equações empíricas que relacionam variáveis e parâmetros dos processos; Físico-distribuído, quando usam, além das equações da continuidade, as equações de processos 33 dinâmicos, apresentando maiores dificuldades de sua aplicação devido à grande variabilidade das características físicas e dos processos (Tucci, 2005) [60]. Quanto aos usos e objetivos, os modelos podem ser: modelos de condições Estacionárias, cujo objetivo é obter um hidrograma de saída bem ajustado; são utilizados para dimensionamento de reservatórios, previsão em tempo real e determinação de vazão máxima ou hidrograma de projeto; modelos que simulam alterações na bacia que buscam entender de forma distribuída os fenômenos dentro da bacia, visando estudos como efeitos do desmatamento, urbanização, construções de obras hidráulicas, efeito do uso rural da bacia do ponto de vista de sedimentos e poluição química difusa (Tucci, 2005) [60]. No entanto modelos hidrológicos demandam dados monitorados nem sempre disponíveis, o que restringe seus usos para áreas bem conhecidas hidrologicamente, de modo que se possam determinar seus parâmetros. Uma alternativa ao uso de modelos hidrológicos é o uso de Redes Neurais aplicadas à hidrologia, procedimento inicialmente tentado para o desenvolvimento desta pesquisa. Experimentos com uso de Redes Neurais tem se mostrado uma boa opção como uma ferramenta aplicável às relações não lineares, onde os processos físicos não precisam ser previamente conhecidos, e por aprenderem as relações matemáticas envolvidas a partir de uma série de dados de entrada e saída. BARBOSA (2002) [9] estudou em sua dissertação o relacionamento entre o registro de vazão e as características físicas das bacias hidrográficas na região baiana da bacia do rio São Francisco, obtendo resultados satisfatórios que abrangeram 80% da área estudada. No entanto, a aplicação de Redes Neurais necessita de uma grande massa de dados da variável objetivo disponível (Exemplo: Vazão média, vazão máximas, vazão de 95% de Permanência) ainda que haja boa disponibilidade das variáveis explicativas (Exemplo: Área de Drenagem, Pluviometria média, Tipo de Solo), situação essa que não ocorre quando se trata de estudar vazões mínimas para regiões semiáridas, como aqui estudadas, que apresentam muitas vazões nulas em boa parte do ano e baixa densidade da rede de monitoramento fluviométrico. 34 O uso de modelos hidrológicos nestas regiões, também requer a existência de dados de vazão para sua calibração. Porém, se comprovada a existência de similaridades que possibilitem a aplicação dos modelos para outras regiões, pode ser estabelecido processo de regionalização. Sendo assim, se faz necessário expandir as possibilidades de aplicação das modelagens individuais em outras áreas com escassez de informação hidrológica. Uma forma de extrapolar a aplicabilidade dos modelos hidrológicos é a regionalização. O termo regionalização é utilizado para denominar a transferência de informações de um local para outro dentro de uma área de comportamento hidrológico similar (Tucci, 2002) [61]. Contudo muitas vezes a escala da bacia hidrográfica estudada torna-se um limitante para que ocorra a transferência de informações, já que a forma e a área da bacia podem afetar a resposta do escoamento no exutório, como demonstram estudos de efeito de escala na bacia Potiribu, e sub-bacias do Donato, Turcato e Taboão na pesquisa de Girardi et al. (2011) [35] . Isto implica em dizer que uma sub-bacia menor que se encontra em uma região homogênea para diversas bacias maiores pode não ter características fisiográficas que sustentem sua compatibilidade com a homogeneidade. A região semiárida tem sido um grande desafio para aplicação de modelos hidrológicos pela escassez de dados hidrometeorológicos. No entanto encontram-se alguns estudos que apontam soluções para diversas situações. Nos estudos de Cabral et al. (2017) [16], conforme seu artigo Incertezas e erros na estimativa de vazões usando modelagem hidrológica e precipitação por RADAR, foi possível calibrar de forma satisfatória o modelo hidrológico HEC-HMS (Hydrologic Engineering Center – Hydrologic Modeling System) numa região entre a zona da mata e agreste, bacia do rio São Miguel no Estado de Alagoas, para simular vazões através tanto da precipitação observada como estimada por radar para comparação com a vazão observada. Contudo seus resultados demonstraram que as vazões estimadas por precipitação obtida por radar subestimou a magnitude do pico de vazão com erros que atingiram 26% em alguns eventos, levando a erros de volumes de até 40,87%, e que mesmo assim representou de forma adequada o tempo das vazões de pico com 35 bons valores de Nash-Sutcliffe (0,75-0,79). Esse estudo demonstra que mesmo com precipitações estimadas por radar que se encontraram comprometidas quando comparadas às precipitações observadas, apesar do volume calculado ser afetado devido à distribuição espacial e/ou à subestimação da precipitação por Radar, a forma do hidrograma se manteve coerente, garantindo o uso desse modelo em regiões com carência de informações de precipitação observada ou de pouca representatividade, o que pode ocorrer também em regiões semiáridas que sofrem com baixa taxa de ocupação populacional e/ou baixa densidade de estações pluviométricas. Uma experiência no semiárido paraibano é descrita no estudo de Felix et al. (2016) [33], na bacia do Piancó, utilizando a área de drenagem da estação fluviométrica de mesmo nome como sub-bacia de pesquisa, simulando as vazões a partir do modelo distribuído por módulos, MGB-IPH (Modelo para grandes bacias hidrográficas). Esse estudo revela dificuldades em representar a intermitência do rio Piancó, com o modelo apresentando valores de vazões de permanência entre 5% e 60% acima das vazões observadas, porém com valores de validação para Nash- Sutcliffe de 0,62 em nível diário e 0,81 em nível mensal, acarretando, ainda assim, em um bom resultado, apesar desse tipo de modelo não apresentar formulação matemática para rios com essa característica, conforme explica o autor. Observa-se também outras experiências com modelagens no semiárido em outras regiões do mundo, como a citada por Adam et al. (2017) [1] em seu estudo da bacia hidrográfica de El Hawad na região do semiárido do Sudão, onde a precipitação média anual é cerca de 250 mm. Nesse trabalho foi utilizado o modelo SCS Curva Número, onde foi possível estimar lâminas de escoamento significativas para diferentes condições de umidade, indicando a possibilidade de construção de reservatórios superficiais que poderiam fornecer água para o uso doméstico e pequeno uso agrícola. Outro caso de modelagem hidrológica no semiárido fora do Brasil ocorre no estudo de Kan et al. (2017) [44], localizado em nove bacias hidrográficas chinesas, onde há três em regiões úmidas, três em regiões semiúmidas semiáridas e outras três em regiões áridas, para investigar a aplicação de três modelos hidrológicos na previsão de 36 cheias: XAJ (Modelo Xinanjiang, baseado no mecanismo de geração de escoamento por excesso de saturação adequado para regiões úmidas e semiúmidas), NS (Modelo Norte de Shaanxi, baseado no mecanismo de geração de escoamento por excesso de infiltração supostamente comum nas regiões áridas) e MIX (seu mecanismo é baseado na mistura vertical, combinando o excesso de saturação e excesso de infiltração na geração de escoamento). Os resultados obtidos confirmaram a complexidade das bacias mais secas para a previsão de inundações. Sendo assim, todos os modelos testados funcionaram satisfatoriamente em bacias hidrográficas úmidas e somente o modelo NS foi aplicável em bacias hidrográficas áridas. Já os modelos XAJ e MIX que consideram excesso de saturação na geração do escoamento tiveram desempenho melhor que o modelo NS baseado apenas em excesso de infiltração para o caso das bacias semiáridas semiúmidas do estudo. Outro caso utilizando o modelo hidrológico HEC-HMS ocorreu na pesquisa de Wang et al (2016) [64], na bacia hidrográfica de Hailiutu, região semiárida do noroeste da China, calibrado para o período entre 1978 e 1992. Nesse caso o modelo subestimou sistematicamente as vazões no período de inverno e primavera, e algumas vazões no período de verão, devido à discrepância entre a resposta não-linear de chuva-vazão na bacia e a estrutura linear do modelo de Contabilidade de Umidade do Solo (SMA) utilizado. Além disso, os resultados apontaram que devido à indisponibilidade de dados da bacia não foi possível o modelo simular corretamente o escoamento, não sendo possível validá-lo, e desta forma, numa última análise, o modelo foi considerado insatisfatório no desempenho geral. Como o MODHAC foi desenvolvido visando, inclusive, atender às características do semiárido (Lanna, 1997) [45], o mesmo tem destaque e apresenta bons resultados em aplicações no nordeste brasileiro. Cabral et al. (2016) [16] cita que outros estudos que utilizaram o modelo HEC-HMS tiveram desempenho inferiores à sua experiência com o mesmo modelo, contudo cita que outros autores tiveram desempenho semelhante usando o modelo concentrado do MODHAC. MELO (2010) cita em sua dissertação ao utilizar o MODHAC na bacia do Moxotó, que, segundo a EMPARN – Empresa de 37 Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte, o modelo já foi utilizado no Plano Estadual de Recursos Hídricos do Ceará, e nos Planos Diretores de diversas bacias na Bahia, além do Projeto de Transposição do rio São Francisco. Como o Projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] também utilizou o MODHAC no estudo das vazões do semiárido e é objeto de estudo nesta pesquisa, além de todos estes trabalhos citados no Nordeste, optou-se por utilizar esse modelo, justificando seu uso no trabalho aqui desenvolvido. 2.2 MODHAC – Modelo Hidrológico Auto-Calibrável O MODHAC – Modelo Hidrológico Auto-Calibrável foi desenvolvido pelo IPH - Instituto de Pesquisas Hidráulicas da UFRGS para uso em bacias tanto do semiárido nordestino, como de clima temperado úmido do Sul do Brasil (Lanna, 1997) [45], sendo aqui neste trabalho utilizado o MODHAC 2000 Versão 1.08. Trata-se de um modelo hidrológico do tipo concentrado, ou seja, não considera explicitamente a variabilidade espacial do processo hidrológico e as características fisiográficas da bacia, mas pode ser utilizado como um modelo distribuído numa bacia composta por sub-bacias interconectadas. Porém aqui nesta pesquisa, foi aplicado de forma tal que, cada sub-bacia é representada pela área de drenagem da estação fluviométrica modelada. Este modelo matemático simula a fase terrestre do ciclo hidrológico, processo da transformação chuva-vazão, com ou sem calibração automática. Foi optado aqui o estudo manual da calibração dos parâmetros para melhor sensibilidade e refinamento dos mesmos, sem uso da opção automática para tal finalidade. Conforme manual do MODHAC (Lanna, 1997) [45], os fenômenos do ciclo hidrológico ocorrem pela evaporação direta da chuva, pela evaporação ou evapotranspiração dos reservatórios superficial e subsuperficial, pelo escoamento superficial e pela infiltração, podendo neste caso sair da bacia para outras bacias de maior ordem ou para um aquífero. O escoamento da bacia observado no exutório é 38 dado pelo escoamento superficial e subterrâneo, onde o primeiro resulta da soma do escoamento direto com o hipodérmico, e o segundo ocorre pela percolação da água oriunda dos reservatórios subsuperficial e subterrâneo. O escoamento direto surge da água não evaporada da chuva, não interceptada pelo reservatório superficial e nem infiltrada no solo e o escoamento hipodérmico surge da água rejeitada na infiltração devido à saturação do reservatório subsuperficial. O processo de armazenamento da água na bacia é simulado através de três reservatórios fictícios: armazenamento superficial, armazenamento subsuperficial, e armazenamento subterrâneo. Figura 1 - Representação esquemática dos processos do ciclo hidrológico no MODHAC. Fonte: Manual do MODHAC (Lanna, 1997) [45]. O processamento do ciclo hidrológico se dá da seguinte forma no MODHAC: A precipitação passa por um filtro corretivo inicial, cuja necessidade surge das deficiências ocorridas na obtenção dos dados por baixa densidade pluviométrica ou 39 erros sistemáticos de leitura, posteriormente esta precipitação alimenta a evapotranspiração potencial (ETP) podendo ser ou não ser suprida. Se houver água remanescente neste processo, esta alimentará o reservatório superficial (vegetação e depressões topográficas), onde será reavaliada a ETP não atendida, situação que ocorrerá mesmo sem chuva se o reservatório não estiver vazio. Havendo extravasamento deste reservatório formar-se-á o escoamento superficial, ocorrendo tanto neste último como no reservatório superficial a percolação para o reservatório subsuperficial e subterrâneo. A água do reservatório subsuperficial poderá atender a ETP ainda remanescente, além de ser responsável pelo escoamento de base, e em caso de extravasamento, atenderá o escoamento hipodérmico. A água do reservatório subterrâneo também formará o escoamento de base e, em caso de extravasamento, verterá para o reservatório subsuperficial que poderá vir a atender seus escoamentos. Em versões anteriores a água subterrânea poderia se perder por infiltração profunda, mas foi retirada esta opção por falta de uso a partir da versão 97. A Figura 1 demonstra esquematicamente os processos do ciclo hidrológico no MODHAC. Para iniciar a modelagem exige-se que seja fornecida a área da bacia, o tipo de intervalo de simulação e de computação, mês e ano inicial da série dos dados hidrológicos, os valores da série de dados pluviométricos, de evapotranspiração potencial, e de vazões observadas para posterior comparação com as vazões calculadas (Figura 2). As séries devem ser fornecidas em arquivos com estruturas rigorosamente definidas segundo o manual do MODHAC (Lanna, 1997) [45]. Os parâmetros para calibração são em número de 14, conforme Tabela 1. Apesar do grande número de parâmetros para calibração, alguns destes podem ser considerados constantes ou desconsiderados na calibração em função das características da bacia a ser modelada, reduzindo assim o trabalho de ajuste. 40 Tabela 1 – Lista dos parâmetros do MODHAC. Parâmetros Descrição e Observações RSPX Capacidade máxima do reservatório superficial [mm]. Valores baixos estão associados a solos permeáveis, e valores altos estão associados à existência de açudes, depressões e zonas impermeáveis. Controla o retardo na reposta ao escoamento superficial. RSSX Capacidade máxima do reservatório subsuperficial [mm]. Afeta o aumento da abstração da água por evapotranspiração, como também da sustentação dos escoamentos durante curtos períodos de estiagem. RSBX Capacidade máxima do reservatório subterrâneo [mm]. Afeta a sustentação de escoamentos durante longos períodos de estiagem, devendo ser nulo ou próximo a zero onde houver escoamentos nulos. RSBY Armazenamento mínimo para ocorrer contribuição do reservatório subterrâneo ao escoamento de base [mm]. Controla a fuga ou contribuições ao escoamento de base. Está relacionado com ASBX e ASBY. IMAX Permeabilidade do solo [mm].. Infiltração máxima possível. IMIN Infiltração mínima [mm]. Apenas chuvas maiores que IMIN produzirão escoamento superficial. IDEC Coeficiente empírico de infiltração (0-1) [adimensional]. Afeta a transição entre o ponto onde toda água é infiltrada (escoamento superficial nulo) e ponto de infiltração máxima. IDEC próximo de zero, implica em volume de chuva remanescente igual a IMAX. ASP Expoente da lei de esvaziamento do reservatório superficial [adimensional]. O aumento colabora com o retardo da resposta dos escoamentos. ASS Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subsuperficial [adimensional]. Colabora com o translado do escoamento hipodérmico. ASBX Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo [adimensional]. Ao aumentar este parâmetro antecipa o escoamento subterrâneo, e ao diminuir translada o para o futuro. ASBY Ajuste da curva de recessão do hidrograma [adimensional]. RSBY=0 implica em ASBY nulo. Afeta o ajuste das curvas de recessão do hidrograma durante a estiagem. PRED Correção da precipitação [adimensional]. PRED=999 em caso de não haver correção. Se a precipitação está superestimada, deverá receber um valor positivo, caso contrário receberá um valor negativo. Só deverá ajustado após pré-ajustamento dos parâmetros mais sensíveis e quando houver inconsistências. CEVA Evapotranspiração do solo [adimensional]. Valores próximos de 01 aumentará a abstração de água por evapotranspiração, caso de pequenas bacias com solos homogêneos em regiões semiáridas, e, ao contrário, valores próximos à zero está relacionado a regiões temperadas com boa cobertura vegetal, ou grande bacias com alto grau de heterogeneidade pedológica, independente do clima. CHET Fração da ETP suprida diretamente da chuva [adimensional] Afeta o volume total de água escoado na bacia. 41 Figura 2 - Janela de “informações gerais” de uma sub-bacia no MODHAC. Fonte: Autor, 2017. Os resultados produzidos pelo MODHAC são fornecidos em arquivos externos, como pode ser observado no editor de texto TextPad (HELIOS SOFTWARE SOLUTIONS, 2015) [37] na Figura 3, porém podem ser visualizados graficamente no programa, como se observa na Figura 4. Figura 3 – Janelas das saídas dos produtos MODHAC no editor de texto Textpad. Fonte: Autor, 2017. 42 Figura 4 - Janelas das saídas dos produtos dentro do MODHAC. Fonte: Autor, 2017. 43 3 MATERIAIS E MÉTODOS 3.1 Região de Estudo: Semiárido dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. 3.1.1 Localização A região estudada é a parte do semiárido nordestino brasileiro pertencente aos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, localizada entre os paralelos 03°30’ e 09°30’ S e meridianos 41°30’ e 35°13’ W, dentro da Zona UTM 24 Sul em sua maior parte. Este território possui uma área de 281.965 km² que ocupa 108.956 km² ou 73,20% do Ceará, 48.752 km² ou 92,22% do Rio Grande do Norte, 45.788 km² ou 81,01% da Paraíba, e 78.469 km² ou 79,91% de Pernambuco, envolvendo 79,11% da área total destes estados, 17,75% do Nordeste e 3,31% da área terrestre do Brasil. A área do estudo envolve parte da Bacia 3 – Atlântico, trecho Norte/Nordeste e parte da Bacia 4 – Rio São Francisco, região com predominância de rios intermitentes, ocupando totalmente ou parcialmente as Sub-Bacias 34, 35, 36, 37, 38, 39, 48 e 49, definidas pela DHN-Divisão Hidrográfica Nacional instituída pelo CNRH-Conselho Nacional de Recursos Hídricos (BRASIL, 2003) [13], sendo estas limitadas pela área definida pelo polígono do semiárido (INSA, 2014) [43] dentro dos estados estudados como se observa na Figura 5. 44 Figura 5 - Localização da região do semiárido estudada dentro dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Fonte: Autor, 2017. 45 3.1.2 Vegetação A vegetação do semiárido estudado é compreendida em sua maior parte por áreas de Savana Estépica ou Caatinga, e área antropizadas, sendo 56,78% desta primeira, e 41,74% pela vegetação afetada pela ação do homem. Na região estudada, como se observa na Figura 6, encontra-se a Floresta Estacional Semidecidual (Floresta Tropical Subcaducifólia) no oeste do semiárido potiguar, ocupando uma pequena área de aproximadamente 203 km²; A Floresta Ombrófila Aberta (Faciações da Floresta Ombrófila Densa) ocupando uma parte pouco significante ao noroeste do semiárido do Ceará com 150 km²; A Savana Estépica (Caatinga do Sertão árido) com 160.114 km²; e áreas de tensão ecológica, ou seja, quando entre duas ou mais regiões fitoecológicas ou tipo de vegetação, se contatam, justapondo-se ou interpenetrando- se, constituindo transições florísticas ou contatos edáficos (vegetação condicionada ao solo), (IBGE, 2004, 2012) [40] [39]. Na região semiárida estudada, encontram-se pequenas áreas desta tensão ecológica entre a Savana Estépica e a Floresta Estacional, localizadas ao Norte do Rio Grande do Norte, e na região interestadual entre o sudeste da Paraíba e nordeste de Pernambuco, ocupando uma área total de aproximadamente 3.000 km². Ainda há uma pequena porção de vegetação com influência marinha, a restinga, em torno de 270 km², uma vez que a área estudada se estende até o limite oceânico ao norte do Estado do Rio Grande do Norte. Cita Damasco (2009) [26] em sua dissertação que a restinga é a vegetação que reveste as areias costeiras, desde formações herbáceas, em praias e ante-dunas, como formações arbustivas, abertas ou fechadas, chegando a florestas, cujo dossel possui altura variável, não ultrapassando os 20 metros. 46 Figura 6 - Vegetação do semiárido da região dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Pernambuco. Fonte: Autor, 2017. Adaptado das camadas de informações dos tipos de vegetação no Semiárido Brasileiro, INSA (2014) [43]. 47 3.1.3 Hidrografia A área do semiárido estudada envolve bacias hidrográficas dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. A hidrografia é extensa, como se pode observar na Figura 7 e Figura 8, e as caracterizações a seguir são restritas às bacias hidrográficas dos rios que possuem as estações escolhidas para o estudo. Para uma melhor compreensão utilizou-se a DHN-Divisão Hidrográfica Nacional instituída pelo CNRH-Conselho Nacional de Recursos Hídricos (BRASIL, 2003), restringindo-se estas a cada estado brasileiro estudado, para definição dos diagramas unifilares. As estações fluviométricas pertencentes ao Estado do Ceará estão associadas a 03 sub-bacias da DHN, são elas as Sub-Bacias 34, 35 e 36, onde há 12 regiões hidrográficas estaduais, conforme mapa das bacias hidrográficas do Ceará, segundo IPECE (2007) [41]. A pequena parte da Sub-Bacia 34, bacia do rio Parnaíba (ANA, 2001a) [3], dentro do Estado do Ceará corresponde parcialmente às bacias dos rios Macambira e Poti, conforme diagrama unifilar da Figura 9. Segundo Luna et al. (2005)[46], o rio Poti nasce na Serra dos Cariris Novos, em cotas próximas à altitude de 800m, na divisa dos Estados do Piauí e Ceará, tendo uma extensão de 192,5 km em território cearense, na microrregião dos Sertões de Crateús. O trecho cearense do rio Poti tem origem no município de Quiterianópolis, atravessa o município de Novo Oriente, e segue até o limite estadual com o Piauí em Crateús- CE. Descendo o rio Poti a partir de sua nascente, após o limite estadual entre o Ceará e Piauí, encontra-se o rio Macambira pela margem direita, com extensão de aproximadamente de 168 km, com a maior parte dentro do município de Serra da Ibiapaba- CE, segundo a Base Cartográfica Contínua 1:250.000 do IBGE (2013) [38] e mapas virtuais do MMA (2010) [49]. 48 Figura 7 – Bacias hidrográficas dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Pernambuco. Fonte: Autor, 2017. 49 Figura 8 - Bacias hidrográficas da Divisão Hidrográfica Nacional para a área de estudo e estacões fluviométricas selecionadas. Fonte: Autor, 2017. 50 Figura 9 – Esquemas de localização das estações fluviométricas analisadas na Sub- Bacia 34. 3 4 7 4 0 0 0 0 3 4 7 3 0 0 0 2216 km² 1031 km² Barragem Carnaubal 34741000 10730 km² Barragem Flor do Campo LEGENDA: Limite Estadual Rio afluente estudado Rio Principal Barragem no rio. Código Estação Fluviométrica Área km² Fonte: Autor, 2017. Limite Estadual 51 A Sub-Bacia 35 é a “área de drenagem compreendida entre a foz do rio Parnaíba, exclusive, e a foz do rio Jaguaribe, exclusive” (ANA, 2001a), e possui quase toda sua área inserida no Estado do Ceará. No entanto a região semiárida desta sub-bacia fica ao sul, nos municípios de Ipu, Ipueiras, Hidrolândia, Novas Russas, Catunda, Santa Quitéria, entre outros, estendendo-se numa região menor a leste, próximo aos municípios de Ibaretama, Ocará e parte de Morada Nova, todos no Ceará, segundo cartografia do IBGE (2013) [38], MMA (2010) [49], e IPECE (2007) [41]. Desta forma apenas alguns trechos das nascentes dos rios principais das bacias estaduais do Ceará se destacam, conforme diagrama unifilar apresentado na Figura 10. A bacia do rio Coreaú possui ao sudeste uma porção muito pequena dentro da região semiárida do Ceará, mas este rio foi incluído devido ao fato da estação Moraújo – 35125000 apresentar dados de vazões consistidas compatíveis com o objetivo da pesquisa. Consta no site do COMITÊ DE BACIA HIDROGRÁFICA DO COREAÚ (2006) [19], que o rio Coreaú nasce da confluência entre os riachos Jatobá e Caiçara, oriundos do sopé da Serra da Ibiapaba, percorrendo 167,5 km até desaguar no Oceano Atlântico. O seu percurso parte de uma altitude aproximada de 750 m, atravessando os municípios cearenses de Frecheirinha, Coreaú, Moraújo, Uruoca, Granja e finalmente atingindo sua foz em Camocim, conforme a Base Cartográfica Contínua 1:250.000 do IBGE (2013)[38] e mapas virtuais do MMA (2010) [49]. O rio Acaraú possui nascentes no semiárido no município de Monsenhor Tabosa- CE nas Serras São Gonçalo, numa altitude aproximada de 940 m. Seu percurso de 378 km banha os municípios cearenses de Tamboril, Nova Russas, Ipueiras, Ipu, Hidrolândia, Pires Ferreira, Varjota, Santa Quitéria, Cariré, Groaíras, Sobral, Massapê, Santana do Acaraú, Morrinho, Marco, Bela Cruz, Acaraú, Cruz, e Acaraú. Os rios afluentes que possuem as estações estudadas são, pela margem esquerda, o rio Jatobá, e pela margem direita, o Riacho do Macaco, e em seguida o rio Groaíras, como se pode observar na Base Cartográfica Contínua 1:250.000 do IBGE (2013)[38] e mapas virtuais do MMA (2010) [49]. 52 Figura 10 – Esquemas de localização das estações fluviométricas analisadas na Sub- Bacia 35. 35125000 1498 km² 35223000 698 km² Barragem Carão 35210000 35235000 35275000 1563 km² 3653 km² 11273 km² Barragem 35258000 Araras 35240000 2375 km² 1530 km² Barragem Serrote (Edson Queiroz) 35830000 1599 km² Barragem Barragem Pompeu Sobrinho Pacajus LEGENDA: Oceano Atlântico O Rio afluente estudado c Rio Principal Barragem no rio. e Código a Estação Fluviométrica Área km² Fonte: Autor, 2017. n o Oceano Atlântico 53 O último curso d´água principal estudado da Sub-Bacia 35 é o rio Choró, com comprimento de 200 km, apresenta declividades muito altas na origem do rio, na zona montanhosa das Serras do Estevão, da Palha e Conceição. No trecho entre as barragens de Pompeu Sobrinho e Pacajus, observa-se predomínio de áreas agrícolas e antropizadas, com uso de irrigação difusa e mata ciliar praticamente erradicada, como consta na Revisão do Plano de Gerenciamento das Águas das Bacias Metropolitanas (COGERH, 2010) [21]. O rio Choró é um dos rios principais da Bacia Estadual Metropolitana, que nasce no semiárido, a aproximadamente 200 m de altitude, no município de mesmo nome, Choró-CE. Este segue banhando os municípios cearenses de Quixadá, Itapiúna, Itapiúna, Capistrano, Baturité, Araçoiaba, Barreira, Chorozinho, Cascavel e Beberibe, até sua foz no Oceano Atlântico, conforme Base Cartográfica Contínua 1:250.000 do IBGE (2013)[38] e mapas virtuais do MMA (2010) [49]. A Sub-Bacia 36, bacia do rio Jaguaribe (ANA, 2001a), é a maior sub-bacia da DNH dentro do Estado do Ceará. Está totalmente imersa dentro da região semiárida, e em nível estadual sua bacia hidrográfica segue dividida em Alto Jaguaribe, Médio Jaguaribe e Baixo Jaguaribe até sua foz no Atlântico. Alguns de seus afluentes se destacam como bacias hidrográficas estaduais. Pela margem direita encontra-se a bacia do rio Salgado e pela margem esquerda a bacia do rio Banabuiú, formando as 05 regiões hidrográficas do Estado do Ceará inclusas na Sub-Bacia 36, segundo cartografia do IBGE (2013) [38], MMA (2010) [49], e IPECE (2007) [41]. O diagrama unifilar da Sub-Bacia 36 pode ser observado na Figura 11. O rio Jaguaribe nasce da junção dos rios Trici e Carrapateiras, e segue até o açude de Orós, formando a região hidrográfica do Alto Jaguaribe. Entrando no Médio Jaguaribe, no trecho após o açude de Orós e limitado pela ponte Peixe Gordo, na BR- 116, este rio se encontrava perenizado por Orós até sua foz (COGERH, 2000) [20]. Em 2003 começou a operar o maior açude público do Brasil, o Castanhão (nome oficial: Açude Público Padre Cícero) dentro do Médio Jaguaribe, superando o Açude de Orós em capacidade de acumulação, conforme site do DNOCS (2017) [30]. 54 Figura 11 – Esquemas de localização das estações fluviométricas analisadas na Sub- Bacia 36. Barragem Quixeramobim Barragem Barragem 36520000 Patu Pedras Brancas 7038 km² Barragem Serafim 36470000 36580000 4525 km² 17237 km² Barragem Banabuiú Barragem de Orós 36070000 36160000 36320000 36390000 13671 km² 20824 km² 39689 km² 48283 km² Barragem 36130000 Castanhão 36045000 36290000 6183 km² 3454 km² 12203 km² 36125000 Barragem 3632 km² Lima Campos 36270000 8910 km² LEGENDA: O O c e a n o A t lâ n t ic o Rio afluente estudado c Rio Principal Barragem no rio. e Código Fonte: Autor, 2017. Á r ae a k m ² Estação Fluviométrica n o Oceano Atlântico 55 Por fim, segue-se o trecho da região do Baixo Jaguaribe desde a ponte Peixe Gordo até desaguar no Oceano Atlântico, na cidade de Fortim-CE (COGERH, 2000) [20]. Sua nascente está a uma altitude aproximada de 480m na serra da Joaninha (MMA, 2010) [49], fazendo um percurso de 610 m, segundo Paula et al. (2006) [54], através dos municípios de Tauá, Arneiroz, Aiuaba, Saboeiro, Jucás, Cariús, Iguatu, Quixelô, Orós, Icó, Jaguaribe, Jaguaribara, Alto Santo, São João do Jaguaribe, Tabuleiro do Norte, Limoeiro do Norte, Quixeré, Russas, Jaguaruana, Itaiçaba, Aracati, e Fortim, todos no Ceará, segundo IBGE (2013) [38], e MMA (2010) [49]. O rio Salgado, principal afluente da margem direita do rio Jaguaribe, nasce com o nome de rio Batateira numa altitude de 728 m (MAGALHÃES e OLIVEIRA, 2009) [47] em Crato-CE, no pé da serra do Araripe, e segue 224 km até a foz no rio Jaguaribe banhando os municípios de Juazeiro do Norte, Missão Velha, Aurora, Lavras da Mangabeira, Cedro, e Icó, todos igualmente no Estado do Ceará, conforme IBGE (2013) [38], e MMA (2010) [49]. O rio Banabuiú, principal afluente da margem esquerda do rio Jaguaribe, percorre aproximadamente 314 km sempre no Ceará entre sua nascente em Pedra Branca, na Serra da Pipoca, e sua foz no rio Jaguaribe, segundo o site Diário do Nordeste (2014) [28]. A partir de uma altitude de aproximadamente 540 m, banha os municípios de Pedra Branca, Mombaça, Senador Pompeu, Quixeramobim, Banabuiú, Jaguaretama, Morada Nova, até desaguar em Limoeiro do Norte, conforme IBGE (2013) [38], e MMA (2010) [49]. Apenas um afluente da sua margem esquerda apresenta estação estudada, o rio Quixeramobim. As Sub-Bacias 37 e 38 estão quase que totalmente inclusas nos estados do Rio Grande do Norte e Paraíba. Porém a Sub-Bacia 37 está completamente inserida na área de estudo e a Sub-Bacia 38 parcialmente, ficando de fora o litoral Paraibano, e o litoral leste do Rio Grande do Norte. A Sub-Bacia 37 é a “área de drenagem composta entre a foz do rio Jaguaribe, exclusive, e a foz do rio Açu, inclusive” (ANA, 2001a) [3]. É composta principalmente por duas bacias: Bacia do rio Apodi, e Bacia do rio Piranhas-Açu, sendo esta última 56 interestadual envolvendo os Estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte. Ambas as bacias possuem seus rios desembocando nas salinas produtoras de sal da região (MUEHE, 2006) [50]. O rio Apodi ou rio Mossoró, como também é conhecido, possui todas as estações fluviométricas do estudo dessa bacia em seu leito principal. Totalmente compreendido no Estado do Rio Grande do Norte, nasce numa altitude acerca de 325 m entre os município de Paraná e Tenente Ananias, percorre aproximadamente 291 km banhando os municípios de José da Penha, Marcelino Vieira, Rafael Fernandes, Pau dos Ferros, São Francisco do Oeste, Tabuleiro Grande, Riacho da Cruz, Itaú, Apodi, Felipe Guerra, Governador Dix-Sept Rosado, Mossoró, até desaguar no Oceano Atlântico, entre os municípios de Grosso e Areia Branca, segundo a Base Cartográfica Contínua 1:250.000 do IBGE (2013)[38] e mapas virtuais do MMA (2010) [49]. O rio Piranhas-Açu nasce no município de Bonito de Santa Fé-PB com nome de Rio Piranhas, entrando no estado do Rio Grande do Norte pelo Município de Piranhas-RN, e ao passar pela barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves com capacidade de acumulação de 2,4 bilhões de metro cúbico que o pereniza, no município de Assu-RN, recebe o nome de Piranhas-Açu, segundo Freitas et al. (2012) [34]. Contudo o curso principal da bacia deste rio, o qual é definido pelo curso que gera maior drenagem segundo a resolução nº399 da ANA de 22 de julho de 2004 (BRASIL, 2004) [12], nasce em seu afluente, o rio Piancó, cuja nascente fica no município de Santa Inês–PB, conforme ANA (2016) [7]. É neste trecho que se localiza o complexo Corema- Mãe D´água com capacidade de acumulação de 1,36 bilhão de metro cúbico que também pereniza o fluxo d´água nesta bacia no lado do Estado da Paraíba, conforme Freitas et al. (2012) [34]. Os municípios banhados pelo rio Piranhas-Açu ao longo dos seus 454 km são, na Paraíba: Bonito de Santa Fé, Monte Horebe, São José de Piranhas, Cajazeira, São João do Rio Peixe, Nazarezinho, Marizópolis, Sousa, Aparecida, São Domingos, Pombal, Paulista, Riacho dos Cavalos, São Bento. No Rio Grande do Norte: Jardim de Piranhas, 57 São Fernando, Jucurutu, São Rafael, Açu, Itajá, Ipangaçu, Afonso Bezerra, Carnaubais, Alto do Rodrigues, Pendências, até desaguar no Oceano Atlântico no município de Macau. A Sub-Bacia 38 é constituída pela “área de drenagem composta entre a foz do rio Açu, exclusive, e a foz do rio Paraíba, inclusive” (ANA, 2001a) [3]. Esta possui, entre os rios estudados no semiárido, 03 bacias no estado do Rio Grande do Norte, 01 bacias no estado da Paraíba, e 03 bacias, entre estes dois estados citados, ou seja, algumas destas bacias possuem rios de domínio federal, pertencentes à União, segundo o inciso III do art. 20 da Constituição Federal de 1988 (BRASIL, 1988) [11]. Analisando a partir do Estado do Rio Grande do Norte indo em direção à Paraíba, o primeiro rio estudado é o rio Maxaranguape que, como a maioria das bacias desta região, só possui uma estação selecionada para o estudo em função da disponibilidade da série histórica. Este rio tem uma de suas nascentes no município de Pureza-RN, conforme Oliveira et al. (2011). Porém, segundo a mesma fonte juntamente com a Base Cartográfica Contínua 1:250.000 do IBGE (2013) [38] e MMA (2010) [49], o curso principal da bacia do rio Maxaranguape nasce no município de João Câmara - RN, numa altitude acerca de 258 m, e percorre aproximadamente 100 km até desaguar no Oceano Atlântico. Os municípios banhados por esse rio após a região de sua nascente são Touros, Pureza, Poço Branco, Taipu, chegando ao fim de seu percurso na sua foz entre os municípios de Ceará-Mirim e Maxaranguape, todos no Rio Grande do Norte. A região hidrográfica seguinte é formada pela bacia do rio Ceará-Mirim, cujo curso d´água parte de sua nascente a uma altitude aproximada de 245m, conforme IBGE (2013) e MMA (2010), na Serra de Santa Rosa, no município de Lajes-RN, percorrendo 120 km, até atingir o Oceano Atlântico em Extremoz-RN (BERTRAND, 2010). Entre estes dois municípios, em seu percurso, este rio banha os municípios norte-rio- grandenses de Pedra Preta, Caiçara do Rio do Vento, Jardim de Angicos, Bento Fernandes, João Câmara, Poço Branco, e Taipu, conforme Base Cartográfica Contínua 1:250.000 do IBGE (2013). 58 O rio Potengi possui 176 km de extensão, e surge no município de Cerro-Corá-RN (TEIXEIRA, 2015) [59]. Nasce numa altitude acerca de 610 m, e segue banhando os municípios de São Tomé, Barcelona, Riachuelo, São Paulo do Potengi, São Pedro, Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante, todos no Rio Grande do Norte, até desaguar no Oceano Atlântico no município de Natal, conforme IBGE (2013) e MMA (2010). A partir da análise da Base Cartográfica Contínua 1:250.000 do IBGE (2013) [38] e mapas virtuais do MMA (2010) [49], observa-se que os rios Trairi e Jacu deságuam na Lagoa Guaraíras, a qual está diretamente ligada ao Oceano Atlântico. Ainda segundo as mesmas fontes, o curso principal do rio Trairi nasce entre os municípios de Jaçanã- RN e Nova Floresta-PB, numa altitude em torno de 660 m, próximo à Serra de Cuité, percorre 206 km no Rio Grande do Norte através dos municípios de Coronel Exequiel, Campo Redondo, Santa Cruz, Tangará, São José do Campestre, Januário Cicco, Presidente Juscelino, Lagoa Salgada, Lagoa de Pedras, Monte Alegre, Vera Cruz, São José de Mipibu, Nísian Floresta, até sua foz no município de Senador Georgino Avelino. A estação estudada na bacia deste rio se localiza no afluente da margem esquerda, no rio Inharé. A bacia do rio Trairi situa-se em quase sua totalidade dentro do Estado do Rio Grande do Norte, apenas uma pequena área de pouca importância para o estudo aqui tratado está localizada na Paraíba. Contudo, apesar dos rios Trairi e jacu terem a mesma foz (como já foi dito) o curso principal do rio Jacu, diferentemente do rio Trairi, possui sua bacia dividida significativamente entre os Estados do Rio Grande do Norte e da Paraíba. De acordo com essas fontes, ele nasce entre os municípios paraibanos de Barra de Santa Rosa e Sossego, numa altitude aproximada de 615 m, e segue, percorrendo seus 221 km de extensão, banhando o município paraibano de Cuité, saindo do Estado da Paraíba, e entrando no Rio Grande do Norte pelo município de Japi, passando pelos municípios de Monte das Gameleiras, São José do Campestre, Lagoa D´anta, Serrinha, Santo Antônio, Passagem, Várzea, Jundiá, Espírito 59 Santo, Goianinha até finalmente encontrar seu exutório entre os municípios de Arês e Tibau do Sul. Outro rio interestadual é o Curimataú. Seu curso principal nasce em Pocinhos-PB, numa altitude próxima de 590 m, percorrendo 227 km através dos municípios paraibanos de Esperança, Remígio, Algodão de Jandaíra, Barra de Santa Rosa, Casserengue, Damião, Cacimba de Dentro, Solânea, Dona Inês, Bananeiras-PB, Belém, Campo de Santana, Caiçara, Logradouro, atravessando para o Estado do Rio Grande do Norte no município potiguar de Nova Cruz, passando por Montanhas, Pedro Velho, até desembocar no Oceano Atlântico na divisa dos municípios de Canguaretama, e Baía Formosa, segundo IBGE (2013) e MMA (2010). Com 437 km de extensão de curso principal da bacia, o rio Paraíba, segundo a resolução nº399 da ANA de 22 julho de 2004 (BRASIL, 2004) [12], nasce no município de São Sebastião do Umbuzeiro-PB, numa altitude aproximada de 735 m, e segue banhando os seguintes municípios do estado homônimo: São João do Tigre, Camalaú, Congo, Caraúbas, Barra de São Miguel, São Domingos do Cariri, Cabaceiras, Boqueirão, Barra de Santana, Alcantil, Santa Cecília, Gado Bravo, Umbuzeiro, Aroeiras, Natuba, Itatuba, Salgado de São Félix, Mogeiro, Itabaiana, São José dos Ramos, Pilar, São Miguel de Taipu, Cruz do Espírito Santo, Santa Rita, Bayeux, João Pessoa, até o encontro com o Oceano Atlântico no município de Cabedelo, conforme análise da Base Cartográfica Contínua 1:250.000 do IBGE (2013) [38] e MMA (2010) [49]. Um rio afluente foi analisado na presente pesquisa. Trata-se do Taperoá, afluente pela margem esquerda, que deságua nas águas represadas pelo Açude Epitácio Pessoa, com capacidade de 411.000.000 m³, segundo Xavier et al. (2014). As estações de monitoramento fluviométrico cujos dados foram analisados nessas sub-bacias têm sua localização indicada nos diagramas unifilares representados na Figura 12 e Figura 13, respectivamente. 60 Figura 12 – Esquemas de localização das estações fluviométricas analisadas na Sub- Bacia 37. Barragem Barragem Pau dos Ferros Santa Cruz 37030000 37080000 37084000 37090000 2197 km² 6588 km² 7690 km² 9786 km² Barragem Pilões 3 7 3 4 0 0 0 0 4 5 5 5 k m ² 3 7 2 6 0 0 0 0 Barragens 1451 km² do Sistema Coremas Mãe D’água Barragem Eng. Armando 37380000 Ribeiro 8583 km² Gonçalves 37410000 37470000 37710150 15212 km² 21639 km² 38061 km² 37570000 9714 km² LEGENDA: 37440000 Oceano Atlântico 2943 km² O 37559000 Rio afluente estudado 6316 km² c Rio Principal Barragem Barragem no rio. Passagem e das Traíras Código 37430000 E s t a ç ã o F lu v io m é t r i c a Áraea km² 1651 km² 37515000 1868 km² n Barragem Barragem Boqueirão o Jatobá de Parelhas A Fonte: Autor, 2017. t l â Oceano Atlântico 61 Figura 13 – Esquemas de localização das estações fluviométricas analisadas na Sub- Bacia 38. 38129000 697 km² Barragem Poço Branco 38170000 2441 km² L E G E N D A : 38380000 Oceano Atlântico 2448 km² O Rio afluente estudado c R io P r i n c ip a l Barragem no rio. e 38440000 C ó d i g o 3 3 2 k m ² a Estação Fluviométrica Área km² n Lagoa Barragem o Japi II 38500000 1338 km² Barragem A Cacimba da Várzea 38650000 t 2170 km² l Barragem â Taperoá 38850000 n 3181 km² t 38830000 38860000 5033 km² 13648 km² i Barragem Barragem c Cordeiro Épitácio Pessoa Fonte: Autor, 2017. o Oceano Atlântico 62 A Sub-Bacia 39 é formada pela “área de drenagem composta entre a foz do rio Paraíba, exclusive, e a foz do rio São Francisco, exclusive” (ANA, 2001b) [3]. Essa sub- bacia é constituída por sistemas fluviais que chegam ao litoral dos Estados de Pernambuco e Alagoas. Contudo, a pesquisa aqui desenvolvida compreende apenas áreas do primeiro estado. As bacias pernambucanas estudadas nesta região hidrográfica são: Bacia do rio Capibaribe, Ipojuca e Una, representadas na Figura 14. Os rios destas bacias de modo geral se deslocam de oeste pra leste para desaguar no Oceano Atlântico, e possuem aproximadamente metade de suas áreas de drenagens dentro da região semiárida estudada, onde se encontram suas nascentes, daí envolverem poucas estações adequadas no estudo, além de conter a maior parte intermitente destes cursos d´águas (PERNAMBUCO, 1998) [55]. O rio Capibaribe nasce nas encostas da Serra de Jacarará, a uma altitude aproximada de 1.000 m, em Jataúba-PE e tem uma extensão de 270 km (PERNAMBUCO, 1998) [55]. Segue seu curso banhando os municípios pernambucandos de Brejo da Madre de Deus, Santa Cruz do Capibaribe, Taquaritinga do Norte, Toritama, Caruaru, Vertentes, Frei Miguelinho, Riacho das Almas, Surubim, Cumaru, Salgadinho, Passira, Limeiro, Feira Nova, Lagoa do Carro, Lagoa do Itaenga, Carpina, Paudalho, São Lourenço da Mata, Camaragibe, até a sua foz em Recife, conforme IBGE (2013) [38] e MMA (2010) [49]. Destaca-se o reservatório de Jucazinho, nesta zona semiárida, com capacidade de 240.800 m³ para fins de abastecimento, localizado no município de Surubim-PE. O rio Ipojuca tem sua nascente nas encostas da Serra do Pau d’Arco, a uma altitude aproximada de 900m, em de Arcoverde-PE e possui uma extensão de 294 km (PERNAMBUCO, 1998) [55]. Segue com suas águas banhando os municípios pernambucanos de Pesqueira, Porção, Sanharó, São bento do Una, Belo Jardim, Tacaimbó, São Caitano, Caruaru, Bezerros, Sairé, Gravatá, Chã Grande, Primavera, Pombos, Vitória de Santo Antão, Escada, até desaguar no município de Ipojuca (IBGE, 2013) [38] e (MMA, 2010) [49]. Seu estuário sofreu significativas modificações com a instalação do Complexo Portuário de Suape (PERNAMBUCO, 1998) [55]. 63 Figura 14 – Esquemas de localização das estações fluviométricas analisadas na Sub- Bacia 39. Barragem Jucazinho 39130000 2443 km² Barragem Poço Fundo 39340000 1973 km² 39540000 2628 km² LEGENDA: Oceano Atlântico O Rio afluente estudado c Rio Principal Barragem no rio. e Código a Estação Fluviométrica Área km² n Fonte: Autor, 2017. o A t Oceano Atlântico 64 O último rio estudado da Sub-Bacia 39 é o Una. Este nasce na Serra da Boa Vista, a uma altitude da ordem de 900 m, no município de Capoeiras-PE, e seu percurso tem uma extensão de 255 km aproximadamente (PERNAMBUCO, 1998) [55]. Os municípios pernambucanos que seguem banhados pelo rio Una são: São Bento do Una, Cachoeirinha, Altinho, Agrestina, São Joaquim do Monte, Belém de Maria, Bonito, Catende, Palmares, Água Preta, Tamandaré, até seu exutório em Barreiros (IBGE, 2013) [38] e (MMA, 2010) [49]. A região hidrográfica da Sub-Bacia 48 é definida como a “área de drenagem compreendida entre a foz do rio Salitre, exclusive, e a confluência do rio Pajeú, inclusive”, (ANA, 2001b) [4]. No estudo aqui realizado, apenas foi avaliado a Sub- Bacia 48 em Pernambuco, que se localiza na região do interior do sertão, a oeste da bacia pernambucana do Pajeú, margem esquerda do rio São Francisco. O diagrama unifilar encontra-se representado na Figura 15. Como esta região apresenta um regime hídrico intermitente e pontos de monitoramentos com séries pouco significantes, apenas a bacia do rio Pajeú apresenta estações com qualidade adequadas ao estudo. O rio Pajeú e seus afluentes compõe a maior bacia hidrográfica pernambucana com 16.808,70 km² (17,02% do Estado). O Pajeú nasce na Serra do Balanço, no município pernambucano de Brejinho, a uma altitude aproximada de 800 m, em local próximo ao limite estadual de Pernambuco e da Paraíba, percorre uma extensão de 347 km até desaguar no lago de Itaparica formado pela barragem no rio São Francisco (PERNAMBUCO, 1998) [55]. A partir de Brejinho, os municípios pernambucanos banhados pelo curso d´água são Itapetim, São José do Egito, Tuparetama, Ingazeira, Tabira, Iguaraci, Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Flores, Triunfo, Calumbi, Serra Talhada, Mirandiba, Carnaubeira, Floresta, e Itacuruba (IBGE, 2013) [38] e (MMA, 2010) [49]. Um afluente aqui estudado encontra-se pela margem esquerda: o Riacho do Navio. 65 Figura 15 – Esquemas de localização das estações fluviométricas analisadas na Sub- Bacia 48. Barragem Barra do Juá 48880000 Barragem 2263 km² Brotas 48820000 48860000 3537 km² 12276 km² Barragem Serrinha LEGENDA: Limite Estadual Rio afluente estudado Rio Principal Rio São Francisco B a r r a g e m n o r io Código Estação Fluviométrica Área km² Fonte: Autor, 2017. Limite Estadual 66 A região hidrográfica da Sub-Bacia 49 é definida como a “área de drenagem compreendida entre a confluência do rio Pajeú, exclusive, e a foz do rio São Francisco”, (ANA, 2001b) [4]. Do mesmo modo que ocorre na região hidrográfica anteriormente apresentada, no estudo aqui realizado, foi analisada somente a porção da Sub-Bacia 49 em Pernambuco, drenada pelo rio Moxotó e seus afluentes, que se localiza na região do interior do sertão pernambucano, entre a Sub-Bacia 48 e a Sub- Bacia 39, margem esquerda do rio São Francisco. O diagrama unifilar encontra-se representado na Figura 15. O rio Moxotó forma uma bacia hidrográfica interestadual que nasce em Sertânia- PE, perto do limite Pernambuco-Paraíba, com denominação de riacho Passagem da Pedra, com extensão de 220 km, dos quais 66 km se estendem pelo limite Pernambuco-Alagoas, (PERNAMBUCO, 1998) [55] e surge numa altitude aproximada de 550m (IBGE, 2013) [38] e (MMA, 2010) [49]. Os municípios em Pernambuco banhados pelo rio Moxotó a partir de Sertânia são Custódia, Ibimirim, onde está localizado o reservatório Engenheiro Francisco Sabóia (também conhecido como Poço da Cruz, o de maior capacidade de acumulação de água em Pernambuco, com 503 milhões de metros cúbicos), Inajá, Tacaratu (margem direita pernambucana), desaguando no rio São Francisco entre Jatobá-PE, município da margem direita do Moxotó, e a margem esquerda Alagoana, conforme Base Cartográfica Contínua 1:250.000 do IBGE (2013) [38]. 67 Figura 16 – Esquemas de localização da estação fluviométrica analisada na Sub-Bacia 49. Barragem Eng. Francisco Saboia 49160000 8241 km² LEGENDA: Limite Estadual Rio Principal Rio São Francisco Barragem no rio Código Estação Fluviométrica Área km² Fonte: Autor, 2017. Limite Estadual 68 3.1.4 Características Climáticas Conforme as divisões climáticas obtidas do INSA (2014), representada na Figura 17, a área estudada possui a maior parte classificada como semiárido, envolvendo, dentro da área de pesquisa, quase que totalmente parte do Estado do Ceará, e grande parte dos Estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, onde estes últimos ainda se dividem significativamente com a parte da área Árida. Ocorre ainda o clima Subúmido Seco, em algumas regiões, como no Planalto da Ibiapaba, a Oeste do Ceará, em parte da Chapada do Araripe, na divisa do Ceará e Pernambuco, nas divisas de Pernambuco com a Paraíba, e na divisa tríplice deste último com o Rio Grande do Norte e Ceará, ocorrendo muitas vezes em cotas acima de 600 m de altitude. O clima Subúmido úmido ocorre pouco significativamente em três locais, em parte de dois municípios cearenses, Ipueiras e Poranga, no noroeste do Ceará, ao norte do semiárido do Planalto da Ibiapaba, também no leste da Chapada do Araripe, envolvendo cinco municípios cearenses, Crato, Barbalha, Missão Velha, Jardim, e Porteiras, e uma pequena área em Pernambuco, dentro do Município de Buíque, no extremo Sul do Planalto da Borborema. E por fim, sem representatividade significativa, o clima Úmido tem seu registro no extremo Norte do Planalto da Ibiapaba, no limite do semiárido aqui estudado. O trimestre mais chuvoso na área de estudo, representado na Figura 18, ocorre em grande parte dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, exceção ao leste deste, na região Oeste e central da Paraíba, atingindo os meses de fevereiro, março e abril. Já o trimestre mais chuvoso em Pernambuco se divide em regiões, a Oeste chove mais nos meses de janeiro, fevereiro e março, e no litoral Leste as maiores chuvas acontecem nos meses de maio, junho e julho. Entre esses extremos territoriais do estado a estação a mais chuvosa não é bem definida, dependendo dos fenômenos atmosféricos que geram as precipitações. De acordo com o projeto Atlas Pluviométrico do Brasil (CPRM, 2011) [22], representado parcialmente na Figura 19, a área em estudo possui uma variação de 69 isoietas de pluviometria média anual entre 400 mm a 1300 mm. No entanto esses valores são extremos e os valores máximos só ocorrem quando o limite do semiárido se aproxima do litoral no Rio Grande do Norte ou do Ceará, por exemplo, demonstrando a irregularidade espacial das chuvas. Na Figura 19 é possível observar que precipitações médias acima de 900 mm anuais, só ocorrem no interior em pontos localizados, como no Sul do Ceará, a nordeste da Chapada do Araripe, e em torno da divisa tríplice dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba. No centro-oeste do semiárido pernambucano ainda se observam pontualmente precipitações médias anuais numa faixa em torno de 700 mm, envolvendo alguns municípios pernambucanos como Itaíba, Tupanatinga, Buíque, Pedra e Arcoverde. A região de área significativa com menor precipitação média anual, em torno de 400 mm, se localiza na Paraíba, envolvendo os sete municípios: Boa Vista, Cabaceiras, Boqueirão, Caturité, São Domingos do Cariri, Barra de São Miguel e Riacho de Santo Antônio, e no Ceará, nos municípios de Irauçuba e Ipueiras, ao Norte e a noroeste do semiárido do estado, respectivamente. De forma geral o Estado do Ceará apresenta isoietas de precipitações médias anuais no semiárido em torno de 400 mm a 1200 mm, com média em torno de 750 mm, o Rio Grande do Norte entre 500 mm e 1300 mm, média de 632 mm, a Paraíba de 400 mm até 1000 mm, média de 636 mm, e Pernambuco variando de 500 mm a 1000 mm, com média de 581 mm. 70 Figura 17 – Divisões Climáticas do semiárido da região dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Pernambuco. Fonte: Autor, 2017. Adaptado das camadas de informações climatológicas do MMA obtida em INSA (2014). 71 Figura 18 – Trimestre mais chuvoso do semiárido da região dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Pernambuco. Fonte: Autor, 2017. Adaptado a partir das camadas de informações do mapa do trimestre mais chuvoso do projeto Atlas Pluviométrico do Brasil (CPRM, 2011) [22]. 72 Figura 19 – Isoietas (1977-2006) do semiárido da região dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Pernambuco. Fonte: Autor, 2017. Adaptado das isoietas do projeto Atlas Pluviométrico do Brasil (CPRM, 2011) [22] e MDT- modelo digital de terreno obtido do SRTM do site do Serviço Geológico dos Estados Unidos, via ArcExplorer (USGS, 2012) [63]. 73 3.1.5 Relevo O relevo nordestino brasileiro resulta de milhões de anos de transformações devido aos movimentos das placas tectônicas do período Triássico (225 a 200 milhões de anos atrás), na separação da Pangeia em Gondwana (América do Sul, África, Austrália e Índia), e Laurásia (América no Norte, Europa, Ásia, e Ártico), até o período entre 165 e 65 milhões de anos atrás, quando ocorreu a separação de Gondwana, formando o continente Sul-Americano, onde se encontra o nordeste brasileiro, e o continente africano, seguido do surgimento do Oceano Atlântico entre estes continentes (USGS, 2012a) [62]. Conforme representado na Figura 20, existem 12 tipos de relevos pertencentes à área de estudo: a Chapada do Araripe, entre os Estados do Ceará e Pernambuco, com cotas entre 433 e 1.004 m, segundo MDT da região; a Chapada dos Rios Tonã/Jatobá com altitudes entre 292 a 1075 metros, compreendida principalmente pela Bacia Jatobá; a Depressão Sertaneja com cotas altimétricas entre 01 e 1134 metros; a Leste do Planalto da Borborema, no limite da área de estudo, surge uma pequena área paraibana pouco significativa percentualmente, associada às Colinas Pré-Litorâneas, cujas altitudes apresentam-se entre 69 e 504 metros; o Patamar Sertanejo, com altitudes extraídas do MDT entre 318 e 973 metros; o Planalto Sertanejo com altitudes entre 145 a 1186 metros; o Planalto da Borborema, o mais importante elemento geomorfológico da parte oriental das áreas susceptíveis a desertificação, possuindo altitudes entre 93 a 1199 metros; o Planalto da Ibiapaba com altitudes que variam entre 93 a 973 metros; os Planaltos Residuais Sertanejos que são elementos descontínuos do relevo, que surgem sobre a Depressão Sertaneja, com altitudes variando entre 51 e 1032 metros; as Planícies Fluviais e/ou Fluviolacustres com cotas altimétricas variando no trecho potiguar abaixo de 144 metros, na porção cearense abaixo dos 437 metros, e na região interestadual atingindo cotas de até 747 metros de altitude; as planícies Marinhas, Fluviomarinhas e/ou Fluviolacustres, que 74 compreendem cotas abaixo dos 209 metros; e por fim, os Tabuleiros Costeiros com cotas obtidas pelo MDT abaixo dos 320 metros de altitude. Figura 20 – Mapa do relevo do semiárido da região dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Pernambuco Fonte: Autor, 2017. Adaptado das camadas de informações do Relevo do Semiárido Brasileiro, INSA (2014) [43]. 75 Figura 21 - Mapa de Altitude do semiárido da região dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Pernambuco Fonte: Autor, 2017. MDT- modelo digital de terreno obtido do SRTM do site do Serviço Geológico dos Estados Unidos, via ArcExplorer (USGS, 2012b) [63]. 76 3.1.6 Geologia Do ponto de vista das províncias estruturais do Escudo Atlântico, a maior parte do semiárido estudado está sobre a Província Borborema (Figura 23). Porém ainda há uma pequena porção noroeste desta região semiárida na Bacia Parnaíba, no Ceará, e outra pequena porção Sudoeste no Cráton São Francisco, em Pernambuco. A região em estudo, em sua maior parte, é formada por rochas ígneas e metamórficas, conforme se pode observar na Figura 22, totalizando mais de 79% da área estudada, dando origem ao que é chamado de Cristalino. O Estado do Ceará, segundo o Plano Estratégico de Recursos Hídricos do Ceará (CEARÁ, 2009) [17], possui 75% do território constituído por rochas cristalinas do embasamento Pré-Cambriano, superpostas por conjuntos estruturais pertencentes às bacias sedimentares Paleozoicas e Mesozoicas bordejando os limites do Estado nas porções Nordeste, Sul, e Oeste, com faixas de sedimentos de neoformação constituindo os ambientes litorâneos e pré-litorâneos. O Estado do Rio Grande do Norte, segundo Angelim (2007) [8], possui 65% de seu território com substrato constituído por rochas Pré-Cambrianas, sendo o restante recoberto por rochas sedimentares meso-cenozoicas. O Substrato Pré-Cambriano compreende três domínios tectonoestruturais: Domínio Jaguaribeano, a oeste, Domínio Rio Piranhas-Seridó, parte central, e Domínio São José do Campestre, a leste, limitados por duas zonas de cisalhamento: Portalegre, a Oeste, e Picuí-João Câmara, a Leste O Estado da Paraíba, segundo o Plano Estadual de Recursos Hídricos da Paraíba (PERH-PB) (PARAÍBA, 2006) [52], encontra-se 89% sobre rochas pré-cambrianas, complementado por bacias sedimentares fanerozóicas, rochas vulcânicas cretáceas, coberturas plataformais paleógenas/neógenas e formações superficiais quaternárias. Nela se encontram os domínios Cearense, Rio Grande do Norte e Transversal. O Estado de Pernambuco, segundo Gomes (2001) [36], é formado 90% por rochas Pré-Cambrianas, recobertas, em menor proporção, por bacias sedimentares 77 paleo/mesozoica interiores, destacando-se a do Araripe, São José do Belmonte, Mirandiba, Carnaubeira, Betânia, Fátima e Jatobá, e por bacias litorâneas ou costeiras meso/cenozoicas, sendo elas a do Cabo e Pernambuco. Figura 22 – Mapa de contexto geológico do semiárido da região dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Pernambuco. Fonte: Autor, 2017. Adaptado das camadas de informações da Geologia ao milionésimo (CPRM, 2010) [23]. 78 Figura 23 - Província Borborema: principais domínios tectônicos e zonas de cisalhamento. Fonte: Modificado pelo Autor (2017) a partir de Bizzi et al., 2003; Castro et al., 2012 apud Pitombeira, 2014 [56]. 79 3.1.7 Hidrogeologia A água subterrânea, como o próprio nome já diz, é aquela encontrada no subsolo e sua potencialidade é definida pela rocha em que se encontra armazenada. Os principais tipos geológicos, onde a água subterrânea se encontra armazenada são: rochas sedimentares (aquíferos porosos), rochas cristalinas (aquíferos fissurais), e rochas carbonáticas (aquíferos cársticos) (CPRM, 2015) [25]. Duas das características mais importantes, na questão da água subterrânea, são a potabilidade, e a potencialidade hídrica. A potabilidade de modo geral está associada à qualidade da água para consumo humano e seus usos, que está relacionada às substâncias tóxicas e patogênicas em níveis aceitáveis, cuja regulamentação é tratada na Portaria nº 2.914 de 2011 (BRASIL, 2011) [14] para água destinada ao consumo humano proveniente de sistema e solução alternativa de abastecimento de água, como também na Resolução CONAMA nº 396 de 2008 (BRASIL, 2008) [15] ao se tratar dos Valores Máximos Permitidos (VMP) para usos preponderantes no Anexo 01, incluindo ai o consumo humano da água subterrânea. A potencialidade hídrica, no caso a potencialidade hidrogeológica, está associada à capacidade de recarga do aquífero e do potencial explotável dos recursos hídricos subterrâneos. No caso dos aquíferos porosos, a água encontra-se preenchendo os espaços vazios porosos desta formação geológica. Nesses comumente encontram-se as águas de melhores qualidades do ponto de vista de potabilidade, como de potencialidade hídrica. Devido a estas características, torna-se bastante intenso o uso da água subterrânea para o abastecimento das cidades (CPRM, 2015) [25]. Os aquíferos fissurais são constituídos por rochas ígneas e metamórficas, ou seja, rochas cristalinas, onde a água se armazena através de sistemas interconectados de fendas, quebramentos ou fraturas destas, e por isto apresenta baixa qualidade do ponto de vista para consumo humano ou outros usos, sendo muitas vezes necessário processos de dessalinização para a utilização dessas águas, como apresenta também baixa quantidade devido à baixas produção de vazão (CPRM, 2015) [25]. 80 Os aquíferos cársticos surgem do armazenamento da água em fraturas, como no caso dos aquíferos fissurais, mas se diferenciam destes últimos porque dissolvem a rocha formando grandes fendas, canais, e cavernas, gerando grandes volumes de armazenamentos que podem dar origem a grandes vazões, porém com qualidade restrita devido à água invariavelmente ser rica em carbonatos (água dura), contudo podendo ser usada para diversos fins, inclusive, se tratada para atingir os padrões de potabilidade, pode ser utilizada para abastecimento humano (CPRM, 2015) [25]. Como observado na Figura 24, a área do semiárido pertencente aos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco é composta em sua maior parte de embasamento cristalino de má vocação hidrogeológica (CPRM, 2015) [25], ocorrendo a hidrolitologia fraturada em cerca de 81% da área estudada, 04% do tipo cárstico, restando 15% de bacias sedimentares e coberturas, onde se encontra os melhores aquíferos da região. No Apêndice A se encontram detalhadas as principais formações hidrogeológicas da região estudada, tanto do ponto de vista de potencialidade hídrica como de qualidade da água. 81 Figura 24 - Domínios Hidrolitológicos do semiárido dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Fonte: Autor, 2017. Adaptado da Camada de informação dos Domínios Hidrolitológicos da Síntese Hidrogeológica do Nordeste ao Milionésimo (CPRM, 2015) [25]. 82 3.1.8 Solos Os solos da região de estudo são descritos em função do 1º nível categórico a partir do Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SANTOS, 2014) [57], conforme a Figura 25. São eles: Argissolos: Seu nome deriva do latim, argilla, “argila”, indicando solos formados por processos de acumulação de argila. Apresenta-se em terceiro lugar em ocupação territorial na área estudada cobrindo 17,0% da região estudada; Cambissolos: Cambiare, do latim, que significa trocar, mudar, indicando solos em formação/transformação; Chernossolos: Seu nome tem origem russa, chern, “preto”, indicando solos ricos em matéria orgânica, de coloração escura; Gleissolos: Gley, de origem russa, significa “massa pastosa de solo”, devido ao excesso de água presente; Latossolos: O termo tem origem no latim, lat, que significa “material muito alterado”; Luvissolos: É a classe de solos mais abrangente na região cobrindo cerca de 29,8% da área estudada, especificamente com a subordem Luvissolos Crômicos. De modo geral, são definidos como solos minerais, não hidromórficos; Neossolos: Do grego, neo, “novo”, indicando solos pedologicamente pouco evoluídos, seja pela pouca ação dos processos pedogenéticos, seja pela característica do próprio material primário (mais resistente, ou composição) ou ainda pela influência do clima, relevo ou tempo, que podem contribuir ou limitar os processos de modificação. Ocupam o segundo lugar ocupando cerca de 28,6% da área semiárida estudada aqui neste trabalho; Planossolos: Oriundo do latim, da palavra planus, “plano”, indicando que sua formação se deu em planícies ou depressões com encharcamento estacional; 83 Vertissolos: Seu nome tem origem na palavra latina vertere, “virar”, “inverter”, fazendo referência a movimento de material de solo na superfície e que atinge a subsuperfície (expansão/contração), daí o termo horizonte vértico. Figura 25 – Tipo de solos da região do no semiárido dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Fonte: Autor, 2017. Adaptado da Camada de informação de Solos do Semiárido Brasileiro INSA (2014) [43]. 84 3.2 Metodologia A primeira etapa desta pesquisa foi avaliar a extensão da validade dos parâmetros das estações fluviométricas modeladas no MODHAC obtidos no projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] para a área de estudo: Região semiárida dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. O Objetivo é verificar a aplicabilidade dos parâmetros calibrados para regiões próximas as áreas já modeladas. Para esta avaliação são necessários os dados de vazão observada, área de drenagem das estações fluviométricas, pluviometria, evapotranspiração, e os parâmetros para uso no MODHAC. Todos os dados foram organizados para compatibilização com o passo de tempo utilizado na modelagem em nível mensal. Para determinação das vazões observadas, foram levantadas as estações fluviométricas com dados de vazão para a área de estudo de modo a formar um banco com dados da CPRM e da ANA. As vazões observadas foram selecionadas a partir das vazões consistidas deste banco através do programa HIDRO (ANA, 2017) [6], disponibilizado no site da ANA, hoje na sua versão 1.3. Os períodos selecionados foram aqueles mais adequados do ponto de vista de qualidade dos dados, uma vez que períodos com grandes falhas nas vazões observadas afetariam as análises estatísticas drasticamente ao serem comparadas com vazões calculadas que foram obtidas de série de precipitações onde não ocorreram falhas. Em seguida estas vazões observadas foram processadas para geração de arquivos tipo texto formatados no padrão de entrada do programa MODHAC. Foi utilizado o banco do projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] com dados pluviométricos homogeneizados e estendidos para o período entre 1933 a 2000 para cálculo das séries históricas das precipitações médias, a partir dos polígonos de Thiessen, nas áreas de drenagens das vazões observadas das estações fluviométricas selecionadas. Este banco foi construído na época do projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] de forma a extrapolar os dados pluviométricos para estações instaladas ou 85 extintas entre 1933 e 2001, de modo que todas as estações pluviométricas deste banco possuíssem o mesmo tamanho de série histórica. No entanto foram identificados problemas de valores negativos nos dados de chuva no ano de 2001 em 56 estações deste banco localizadas numa parte significativa do Estado do Ceará. Para resolver tal problema resolveu-se restringir o período final de todas as estações do banco até o ano 2000, já que a série não teria perdas significativas pela falta do ano 2001. Contudo também foi identificado no banco do Atlas Nordeste valores de chuva bem diferentes daqueles da ANA para algumas estações avaliadas, porém não havia segurança em corrigir estes dados do Atlas Nordeste e optou-se por mantê-los como estavam ainda que em alguns casos o período chuvoso de algumas estações em certos anos divergisse entre estas duas fontes. As áreas de drenagem das estações fluviométricas foram determinadas através de modelo digital de terreno elaborado a partir de dados SRTM (Shuttle Radar Topography Mission) obtido do site do Serviço Geológico dos Estados Unidos, via ArcExplorer (USGS, 2012) [63]. O SRTM, do inglês, Missão Topográfica por Radar Aerotrasnportado, é o resultado da missão espacial que obteve um modelo digital do terreno da Terra entre 56º S e 60º N para geração de cartas topográficas digitais terrestres de alta resolução (EMBRAPA, 2010) [31]. Sendo assim o processo de obtenção das áreas foi realizado em ArcGIS Desktop v10 (ESRI, 2017) [32] em modo semiautomático, uma vez que existiam falhas no SRTM obtido que impediram o modo automático por completo. A partir das coordenadas do inventário pluviométrico da ANA, foi criada uma camada de informação das estações do banco pluviométrico 1933 a 2000 para determinação do polígono de Thiessen de toda a área de estudo utilizando a ferramenta do Arctoolbox do ArcGIS Desktop v10 (ESRI, 2017) [32]. Para cada área de drenagem estudada foi feito um recorte da camada de informação do polígono de Thiessen revelando as estações pluviométricas envolvidas e os valores de suas áreas de influência. Foi construída uma planilha em Microsoft Excel (2010) para o cálculo da série de precipitação média ponderada a partir da 86 seleção das estações pluviométrica e de suas áreas de influência. Com esta seleção e o banco pluviométrico de 1933 a 2000 de toda a área de estudo, gerou-se uma série histórica de mesmo período para cálculo da precipitação média ponderada em cada área de drenagem estudada. Uma vez obtida esta série pluviométrica, tornou-se possível gerar os dados de entrada do período a ser estudado na modelagem do MODHAC, formatando-se os dados de acordo com os critérios deste modelo para dados pluviométricos. Posteriormente, os dados pluviométricos foram salvos em arquivos através do Microsoft Excel (2010) com a extensão .prn que depois era modificada para a extensão .plu no formato de leitura do MODHAC. Os valores de evapotranspiração utilizados foram aqueles do projeto do Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] obtidos a partir das médias mensais de longo período, quando mantidos os parâmetro do MODHAC na região. Observou-se que no projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] foi estimado o dado de evapotranspiração a partir dos dados de evaporação. Essa estimativa foi mantida nos estudos aqui desenvolvidos. Então para o caso de estimativas de novos parâmetros do MODHAC, foram utilizados os dados de evaporação disponibilizados pelo site do INMET – Instituto Nacional de Meteorologia (INMET, 2009) [42]. Os resultados foram avaliados comparando-se as vazões observadas e as vazões calculadas pelo MODHAC perante valores estatísticos de máximo, médio, mínimo, desvio padrão, coeficiente de variação, total do período e seus desvios em relação ao total observado, correlação, coeficiente de determinação e eficiência em planilha Microsoft Excel (2010). Foram considerados satisfatórios valores do Coeficiente de Eficiência de Nash-Sutcliffe acima de 0,75 e aceitáveis entre 0,75 e 0,36, de acordo com Gotschalk e Motovilov (2000 Apud COLLISCHONN, 2001) [18], critérios utilizados também por Dantas (2012) [27] e Alves (2017) [2] em seus estudos com modelos hidrológicos no rio Una, e Santos (2013) [58] na bacia do rio Mundaú. O Coeficiente de Eficiência de Nash-Sutcliffe (R2) varia de – ꝏ a 01, e pode ser obtido com a seguinte equação: 87 2 ∑𝑛𝑖=1(𝑄𝑖,𝑜𝑏𝑠−𝑄𝑖,𝑐𝑎𝑙)𝑅2 = 1 − 2 Eq. 01 ∑𝑛𝑖=1(𝑄𝑖,𝑜𝑏𝑠−𝑄𝑜𝑏𝑠) Onde n é o número total de dados do evento, Qi,obs é a vazão observada e Qi,cal é a vazão calculada, ambas no tempo i, e Qobs é a vazão média observada no período. O coeficiente de Nash e Sutcliffe (R2) tem 01 como valor máximo que corresponde a um ajuste perfeito entre vazões calculadas e observadas. O valor de R2 é fortemente influenciado por erros nas vazões máximas, sendo assim, quando R2 se aproxima de 01, o modelo está bem ajustado para as cheias COLLISCHONN (2001) [18]. Em uma segunda etapa foram estudadas bacias da área de estudo no intuito de obter os parâmetros para simulação no MODHAC em regiões cujos parâmetros, oriundos do projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5], não foram aceitáveis para a regionalização por motivos de homogeneidade, surgindo assim novos parâmetros para abranger uma área maior no semiárido nordestino dentro dos estados estudados. Foram selecionadas as áreas onde se observou homogeneidade dos parâmetros para o cálculo de vazão, e construído um mapa que busca representar a validade espacial destes parâmetros com restrições perante as áreas estudadas. A terceira etapa consistiu em gerar vazões calculadas em períodos recentes em regiões parametricamente homogêneas, comparando-as com as recentes vazões observadas consistidas quando disponível para confirmação da validade temporal. Para tal, foi construído um novo banco de dados pluviométrico com séries recentes da ANA e CPRM. Observa-se que neste banco não há permanência das séries pluviométricas ao longo do tempo para todas as estações de uma determinada área estudada, uma vez que novas estações surgem, e outras são extintas. Isto impacta diretamente na determinação do polígono de Thiessen para determinação da série da precipitação média da bacia, já que para cada surgimento ou extinção de uma estação pluviométrica ao longo do período estudado nesta etapa, seria necessário construir 88 um novo polígono de Thiessen. Para contornar este problema, foram selecionadas apenas as estações pluviométricas que se mantinham ao longo da série de vazão observada, e assim determinando apenas um polígono de Thiessen ao longo do período para cada área de drenagem estudada nesta etapa, e posteriormente calcular a série histórica da precipitação média sobre esta área para uso na entrada de dados no MODHAC. Ou seja, a partir do número total inicial de estações pluviométricas existentes para uma determinada área de drenagem, foi feito um filtro selecionando apenas as estações com séries pluviométricas continuas no tempo compatível com o período do hidrograma para construir um único polígono de Thiessen para esta análise. 89 3.2.1 Dados Hidrológicos 3.2.1.1 Dados Fluviométricos A partir do inventário da ANA e do banco construído com dados da CPRM e ANA, foram selecionadas 170 estações com dados de série de vazão que se encontravam nos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. As estações localizadas no Rio São Francisco possuem área de drenagem fora da área de estudo e não foram selecionadas. Destas 170, foram selecionadas séries de estações fluviométricas com no mínimo 08 anos consecutivos de dados consistidos que não apresentassem falhas significativas para representar as vazões observadas no MODHAC e que também possuíssem significativamente áreas de drenagens consideradas parcialmente ou completamente dentro do polígono do semiárido. A Tabela 2 apresenta as 51 estações selecionadas para o estudo de seus dados para posterior modelagem no MODHAC. Tabela 2– Estações Fluviométricas da ANA/CPRM analisadas no estudo (Coordenadas Geográficas com Datum: SIRGAS 2000). Período Nome Área Código Rio UF com vazão Longitude Latitude (Continua) (km²) consistida 34730000 Croatá Macambira CE 1962 - 2014 -40,91083 -4,41556 1031 34740000 Saudoso Macambira CE 1996 - 2014 -41,12500 -4,61972 2216 34741000 Oiticica Poti CE 2004 - 2014 -41,08306 -5,02972 10730 35125000 Moraujo Coreau CE 1980 - 2008 -40,68530 -3,46472 1498 Fazenda 35210000 Acaraú CE 1962 - 2007 -40,54920 -4,37750 1563 Cajazeiras 35223000 Flores Jatobá CE 1999 - 2007 -40,56220 -4,34500 698 35235000 Várzea do Grosso Acaraú CE 1970 - 2007 -40,43000 -4,14417 3653 Riacho dos 35240000 Trapiá CE 1968 - 2007 -40,31780 -4,19500 1530 Macacos 35258000 Fazenda Paraná Groaíras CE 1984 - 2007 -40,12640 -4,09694 2375 35275000 Sobral Acaraú CE 1973 - 2007 -40,33890 -3,68833 11273 35830000 Caio Prado Choro CE 1934 - 2007 -38,94330 -4,65778 1599 90 Período Nome Área Código Rio UF com vazão Longitude Latitude (Continua) (km²) consistida 36045000 Malhada Riacho Conceição CE 1979 - 2010 -39,96170 -6,64611 3454 36070000 Sítio Patos Jaguaribe CE 2000 - 2010 -39.63860 -6.52056 13671 36125000 Sítio Poço Dantas Rio dos Bastiões CE 1967 - 2010 -39,50860 -6,55778 3632 36130000 Cariús Rio Cariús CE 1984 - 2010 -39,49972 -6,53444 6183 36160000 Iguatu Jaguaribe CE 1912 - 2010 -39,29330 -6,37444 20824 Lavras da 36270000 Salgado CE 1961 - 1997 -38,96670 -6,75000 8910 Mangabeira 36290000 Icó Salgado CE 1957 - 2010 -38,86720 -6,40667 12203 36320000 Jaguaribe Jaguaribe CE 1977 - 2010 -38,63310 -5,89972 39689 36390000 Peixe Gordo Jaguaribe CE 1961 - 2005 -38,19780 -5,22750 48283 36470000 Senador Pompeu Banabuiu CE 1912 - 2005 -39,38110 -5,59583 4525 36520000 Quixeramobim Quixeramobim CE 1911 - 2005 -39,29220 -5,20139 7038 36580000 Morada Nova II Banabuiu CE 1973 - 2005 -38,44640 -5,12194 17237 37030000 Pau dos ferros Apodí-Mossoró RN 1964 - 2006 -38,20080 -6,11139 2197 37080000 Pedra de abelhas Apodí-Mossoró RN 1964 - 2005 -37,68420 -5,59333 6588 Governador Dix- 37084000 Apodí-Mossoró RN 1986 - 2006 -37,51500 -5,45000 7690 Sept Rosado 37090000 Mossoró Apodí-Mossoró RN 1986 - 2005 -37,36220 -5,21944 9786 37260000 Antenor Navarro Rio do Peixe PB 1963 - 2005 -38,44810 -6,73528 1451 37340000 Piancó Piancó PB 1963 - 2006 -37,92810 -7,20444 4555 37410000 Sítio Vassouras Piranhas-Açu PB 1962 - 2006 -37,79750 -6,72583 15212 Jardim de 37470000 Piranhas-Açu RN 1962 - 2006 -37,35250 -6,37806 21639 Piranhas 37515000 Sítio Volta Seridó RN 1979 - 2006 -36,78500 -6,59361 1868 37559000 Caicó Seridó RN 1986 - 2005 -37,09060 -6,45111 6316 37570000 São Fernando Seridó RN 1963 - 2006 -37,18030 -6,37028 9714 37710150 Sítio Acauã II Piranhas-Açu RN 1985 - 2006 -36,89110 -5,61639 38061 38129000 Dom Marcolino Maxaranguape RN 1999 - 2006 -35,38750 -5,46667 697 38170000 Ceará-Mirim Ceará-mirim RN 1969 - 2006 -35,42140 -5,63000 2441 38380000 Telha Potengi RN 1972 - 2005 -35,59420 -5,86694 2448 38440000 Santa Cruz Riacho Inharé RN 1921 - 1936 -35,99470 -6,24278 332 São José do 38500000 Jacu RN 1984 - 2006 -35,68470 -6,33722 1339 Campestre Fazenda 38650000 Curimataú PB 1981 - 2006 -35,52890 -6,60528 2170 Alagamar 91 Período Nome Área Código Rio UF com vazão Longitude Latitude (Conclusão) (km²) consistida 38830000 Caraúbas Paraíba PB 1973 - 2006 -36,50530 -7,72111 5033 38850000 Poço de Pedras Taperoá PB 1970 - 2004 -36,43360 -7,39806 3181 38860000 Bodocongó Paraíba PB 1970 - 2006 -35,99970 -7,52833 13648 39130000 Toritama Capibaribe PE 1973 - 2009 -36,05780 -8,01278 2443 39340000 Caruaru Ipojuca PE 1973 - 2006 -36,01080 -8,30278 1973 39540000 Capivara Una PE 1977 - 2006 -35,91530 -8,49750 2628 Afogados da 48820000 Pajeú PE 1964 - 2004 -37,64220 -7,74306 3537 Ingazeira 48860000 Floresta Pajeú PE 1973 - 2007 -38,57670 -8,60889 12276 48880000 Ilha Grande Riacho do Navio PE 1964 - 2007 -38,16640 -8,52750 2263 49160000 Inajá Moxotó PE 1977 - 2007 -37,82690 -8,91778 8241 Possuem vazões sem falhas e consistidas pelo menos entre 2000-2004 Possuem vazões sem falhas e consistidas pelo menos entre 2000-2007 Possuem vazões sem falhas e consistidas pelo menos entre 2000-2009 Destas 51 estações fluviométricas, 49 têm dados consistidos a partir de 2000, e apenas 02 estações, 36270000 e 38440000, não possuem dados de vazão consistida neste mesmo período. Porém, destas 49 estações, para uma caracterização estatística inicial, observa-se que apenas 04 têm dados de vazão consistida sem falhas entre 2000 e 2009 (10 anos), além destas últimas há mais 04 estações com dados ente 2000 e 2007 (08 anos), e há pelo menos mais 06 estações fluviométricas atendendo ao período entre 2000 e 2004 (05 anos) sem falhas com vazões consistidas, ou seja, apenas 08 estações atendem um período mensal contínuo sem falhas de 08 anos de vazões consistidas, isto é, 96 dados de vazões mensais consecutivas, a partir do ano 2000. Então para avaliação de séries recentes perante a regionalização, só há 08 estações com séries confiáveis que possam ser consideradas representativas hidrologicamente na área de estudo. Todas as outras estações só podem ter avaliações do passado hidrológico para o caso de regiões hidrologicamente homogêneas. 92 Ao analisar as estações 38129000, 38170000, 38380000, 38440000, 38500000, e 38650000 foi constatado que seus dados estavam comprometidos por muitas falhas impossibilitando uma análise mais consistente e representativa gerando uma lacuna numa grande parte do Rio Grande do Norte, nas bacias Maxaranguape, Ceará-Mirim, Potengi, uma pequena parte montante da bacia do Trairi, bacia do Jacu, e Curimataú. Reduzindo de 51 para 45 estações fluviométricas. Os relatórios do Atlas não dispunham das séries históricas das vazões observadas das estações fluviométricas ou calculadas no MODHAC, apenas foi possível obter séries de algumas estações em arquivos de textos e planilhas digitais, e em algumas delas havia algum tipo de divergência entre o dado disponível na ANA e dos estudos do Atlas. Possivelmente oriundo de tratamentos de dados posteriores na ANA que possam ter modificados os antigos dados de vazão dessas estações. Contudo, isto não gerou problemas significativos para o desenvolvimento da pesquisa aqui realizada. 3.2.1.2 Dados Pluviométricos Foram utilizados dois bancos de dados pluviométricos: Um oriundo do projeto do Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] de 1933 a 2000, originalmente de 1933 a 2001, e outro oriundo dos dados disponíveis na ANA contemplando registros mais recentes para compatibilidade do período estudado das estações fluviométricas. Isto foi necessário porque o banco do Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] possui séries pluviométricas consistidas no projeto de modo a fixar todas as séries históricas das estações deste banco em um tamanho único de 68 anos, sejam estações extintas ou que surgiram neste período. Além disto, este foi o banco utilizado para se obter os parâmetros do MODHAC e é importante avaliar a regionalização com as mesmas precipitações utilizadas na época do projeto. Contudo ele não possui dados recentes, sendo necessário construir outro banco de dados pluviométricos para o período após o ano 2000. Outro fato é que o banco tinha dados corrompidos em 56 estações, 93 principalmente para o ano de 2001, daí ter sido reduzida a sua série até o ano 2000, sendo feitas outras correções através da substituição dos dados corrompidos pelos dados consistentes da ANA. Sendo assim o banco do projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] corrigido possui 830 estações pluviométricas no período de 1933 a 2000, e o segundo banco do período posterior a 2000 possui 228 estações pluviométricas com dados oriundos da ANA com pelo menos o período entre 2000 e 2007 (08 anos) sem falhas. 3.2.1.3 Dados Evaporimétricos Como já foi dito, quando necessário os dados de evapotranspiração foram estimados a partir dos dados de evaporação disponíveis. Foram calculadas médias para cada mês do ano para entrada no MODHAC, uma vez que não há séries longas de evaporação, como há para vazões e precipitações, que possam ser utilizadas como séries históricas para dados de entrada no programa. Sendo assim estes cálculos foram realizados em função dos dados disponíveis da estação climatológica mais próxima da área de drenagem da estação fluviométrica a ser modelada. Assim, a maioria das modelagens no MODHAC realizadas no presente estudo, manteve os dados de evapotranspiração utilizados no projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] correspondentes aos parâmetros calibrados das estações fluviométricas já estudadas. Posteriormente aos estudos aqui realizados, foi possível obter normais climatológicas de evaporação do INMET (INMET, 2009) [42]. O Apêndice B apresenta uma listagem das estações climatológicas que foram catalogadas para área de estudo que podem fornecer tais dados diretamente do INMET para melhores estimativas do dado de evapotranspiração. 94 4 RESULTADOS E DISCUSSÕES As análises de regionalização dos parâmetros ocorreram segundo a metodologia descrita aplicando-se os parâmetros pré-calibrados das estações fluviométricas do projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] ou estabelecidas nesta pesquisa, para ajustar às vazões registradas nas estações fluviométricas próximas. A avaliação se deu em nível mensal comparando a vazão calculada no MODHAC com a vazão observada das estações fluviométricas modeladas. Os resultados foram discutidos perante as análises estatísticas do coeficiente de correlação (Pearson) (r), coeficiente de determinação (r²), mas foi norteada principalmente pelo coeficiente de Nash-Sutcliffe (R2), onde estações modeladas que tiveram valores de R2 acima de 0,36 foram consideradas aceitáveis, conforme COLLISCHONN (2001) [18]. Outros parâmetros estatísticos são descritos no Apêndice C. As unidades dos valores de vazão nos gráficos do MODHAC são apresentadas em milímetros por mês (por metro quadrado). Se necessário, a conversão desta vazão para a unidade de metro cúbico por segundo se faz multiplicando essa vazão (mm/mês), pela área de drenagem (km²), por 1000 e dividindo-se esse total pelo produto do número de dias do mês em questão por 86.400. A seguir são apresentados os parâmetros pré-estabelecidos e evapotranspiração estimada para as estações calibradas do projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] para a região semiárida do estudo. São elas: Iguatu e Icó no Ceará, Piancó e Poço de Pedras na Paraíba, Ilha Grande, Toritama, e Capivara em Pernambuco. Posteriormente são discutidos os resultados encontrados e estabelecidos os parâmetros que melhor representam a vazão simulada em relação aos dados registrados em cada estação fluviométrica. 95 Tabela 3 – Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto 36160000- Iguatu (1962-1980). Sigla Valor Descrição RSPX 97 Capacidade máxima do reservatório superficial (mm). RSSX 376,6 Capacidade máxima do reservatório sub-superficial (mm). RSBX 30,05 Capacidade máxima do reservatório subterrâneo (mm). RSBY 145,8 Armazenamento mínimo para que ocorra contribuição do reservatório subterrâneo ao escoamento de base (mm). IMAX 50 Permeabilidade do solo (mm). IMIN 0,4969 Infiltração mínima (mm). IDEC 0,3025 Coeficiente de infiltração (fração). ASP 3,902 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório superficial ASS 0,1017 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório sub-superficial. ASBX 0,4585 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento superior a RSBY. ASBY 0,0066192 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento inferior a RSBY. PRED 999 Correção da precipitação. CEVA 0,99 Parâmetro da lei de evapotranspiração do solo (fração). CHET 1 Fração da evapotranspiração potencial. Dados Evaporimétricos (Média de 04 postos da bacia) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 190,8 138,55 104,15 105,67 136,07 159,90 216,37 265,65 281,47 282,97 262,25 247,47 Tabela 4 – Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto 36290000- Icó (1959-1987). Sigla Valor Descrição RSPX 121 Capacidade máxima do reservatório superficial (mm). RSSX 519,3 Capacidade máxima do reservatório sub-superficial (mm). RSBX 19,67 Capacidade máxima do reservatório subterrâneo (mm). RSBY 145,8 Armazenamento mínimo para que ocorra contribuição do reservatório subterrâneo ao escoamento de base (mm). IMAX 78,91 Permeabilidade do solo (mm). IMIN 0,4969 Infiltração mínima (mm). IDEC 0,2275 Coeficiente de infiltração (fração). ASP 1,668 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório superficial ASS 0,1017 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório sub-superficial. ASBX 0,4585 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento superior a RSBY. ASBY 0,0379 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento inferior a RSBY. PRED 999 Correção da precipitação. CEVA 1 Parâmetro da lei de evapotranspiração do solo (fração). CHET 1 Fração da evapotranspiração potencial. Dados Evaporimétricos (Média de 04 postos da bacia) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 190,8 138,55 104,15 105,67 136,07 159,90 216,37 265,65 281,47 282,97 262,25 247,47 96 Tabela 5 – Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto Piancó (1964-1981). Sigla Valor Descrição RSPX 49,82 Capacidade máxima do reservatório superficial (mm). RSSX 530 Capacidade máxima do reservatório sub-superficial (mm). RSBX 0 Capacidade máxima do reservatório subterrâneo (mm). RSBY 0 Armazenamento mínimo para que ocorra contribuição do reservatório subterrâneo ao escoamento de base (mm). IMAX 181 Permeabilidade do solo (mm). IMIN 2 Infiltração mínima (mm). IDEC 0,29 Coeficiente de infiltração (fração). ASP 0,01 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório superficial ASS 0,08 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório sub-superficial. ASBX 0 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento superior a RSBY. ASBY 0 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento inferior a RSBY. PRED 999 Correção da precipitação. CEVA 0,7459 Parâmetro da lei de evapotranspiração do solo (fração). CHET 0,9 Fração da evapotranspiração potencial. Dados Evaporimétricos – Posto 82689-São Gonçalo Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 187 131 120 113 142 154 191 227 238 245 244 214 Tabela 6 – Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto Poço de Pedras (1964-1981). Sigla Valor Descrição RSPX 40 Capacidade máxima do reservatório superficial (mm). RSSX 300 Capacidade máxima do reservatório sub-superficial (mm). RSBX 20 Capacidade máxima do reservatório subterrâneo (mm). RSBY 20 Armazenamento mínimo para que ocorra contribuição do reservatório subterrâneo ao escoamento de base (mm). IMAX 24,18 Permeabilidade do solo (mm). IMIN 7 Infiltração mínima (mm). IDEC 0,7964 Coeficiente de infiltração (fração). ASP 0,2525 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório superficial ASS 0,9555 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório sub-superficial. ASBX 0,5 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento superior a RSBY. ASBY 0,5 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento inferior a RSBY. PRED 999 Correção da precipitação. CEVA 0,1 Parâmetro da lei de evapotranspiração do solo (fração). CHET 0,8 Fração da evapotranspiração potencial. Dados Evaporimétricos – Posto 82792-Monteiro Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 232,8 177,7 156,4 116,4 114,6 127,0 156,4 205,7 238,9 263,0 266,1 272,5 97 Tabela 7 – Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto Ilha Grande (1968-1978). Sigla Valor Descrição RSPX 6,5 Capacidade máxima do reservatório superficial (mm). RSSX 288 Capacidade máxima do reservatório sub-superficial (mm). RSBX 0 Capacidade máxima do reservatório subterrâneo (mm). RSBY 0 Armazenamento mínimo para que ocorra contribuição do reservatório subterrâneo ao escoamento de base (mm). IMAX 228,5 Permeabilidade do solo (mm). IMIN 31,65 Infiltração mínima (mm). IDEC 0,534 Coeficiente de infiltração (fração). ASP 0,4478 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório superficial ASS 0,152 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório sub-superficial. ASBX 0 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento superior a RSBY. ASBY 0 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento inferior a RSBY. PRED 999 Correção da precipitação. CEVA 0,3 Parâmetro da lei de evapotranspiração do solo (fração). CHET 0,8 Fração da evapotranspiração potencial. Dados Evaporimétricos – Posto Floresta Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 194,7 152,3 140,4 130,0 128,9 132,8 145,4 181,7 218,7 174,0 248,9 224,6 Tabela 8 – Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto Toritama. (1973-1986) Sigla Valor Descrição RSPX 8 Capacidade máxima do reservatório superficial (mm). RSSX 239,2 Capacidade máxima do reservatório sub-superficial (mm). RSBX 0 Capacidade máxima do reservatório subterrâneo (mm). RSBY 0 Armazenamento mínimo para que ocorra contribuição do reservatório subterrâneo ao escoamento de base (mm). IMAX 267,7 Permeabilidade do solo (mm). IMIN 8,813 Infiltração mínima (mm). IDEC 0,4546 Coeficiente de infiltração (fração). ASP 0,1776 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório superficial ASS 0,1 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório sub-superficial. ASBX 0 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento superior a RSBY. ASBY 0 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento inferior a RSBY. PRED 999,9 Correção da precipitação. CEVA 0,3 Parâmetro da lei de evapotranspiração do solo (fração). CHET 0,75 Fração da evapotranspiração potencial. Dados Evaporimétricos – Posto Surubim Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 218,0 185,0 150,8 129,8 97,2 68,6 68,5 98,3 129,5 192,6 208,1 217,7 98 Tabela 9 – Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto Capivara (1978-1993). Sigla Valor Descrição RSPX 17,3 Capacidade máxima do reservatório superficial (mm). RSSX 103 Capacidade máxima do reservatório sub-superficial (mm). RSBX 0 Capacidade máxima do reservatório subterrâneo (mm). RSBY 0 Armazenamento mínimo para que ocorra contribuição do reservatório subterrâneo ao escoamento de base (mm). IMAX 100 Permeabilidade do solo (mm). IMIN 0 Infiltração mínima (mm). IDEC 0,19 Coeficiente de infiltração (fração). ASP 0,9 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório superficial ASS 0,18 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório sub-superficial. ASBX 0 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento superior a RSBY. ASBY 0 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento inferior a RSBY. PRED 999 Correção da precipitação. CEVA 0,3 Parâmetro da lei de evapotranspiração do solo (fração). CHET 0,9 Fração da evapotranspiração potencial. Dados Evaporimétricos - Posto Recife Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 131,9 114,2 97,8 155,2 70,2 76,4 90,9 113,9 113,3 138,4 144,1 143,4 4.1 36160000 – Iguatu Esta é uma das estações calibradas no projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] para representar a região do semiárido do Ceará. Os períodos modelados foram de 1962 a 1980, 1980 a 2000, e 2001 a 2009. Logo, inicialmente foi reavaliada a modelagem do período de 1962 a 1980, no intuito de obter as mesmas estatísticas do projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5]. Naquele projeto não foi calculado o coeficiente de Nash- Sutcliffe, apenas coeficiente de correlação e determinação, r de 0,97 e r² de 0,94, respectivamente. As vazões observadas do projeto Atlas Nordeste foram obtidas, e apresentaram pouca divergência em relação às vazões observadas do banco fluviométrico do estudo aqui presente, banco com dados da CPRM/ANA. As vazões calculadas pelo MODHAC para o período entre 1962 e 1980, período originalmente calibrado para essa estação no projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] apresentaram um resultado muito bom quando comparadas as vazões observadas do banco 99 fluviométrico dessa pesquisa ou quando comparada às vazões observadas do projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5]. Os indicadores de ajustes foram R2 igual a 0,89, r de 0,96 e r² de 0,93, ou seja, bem semelhante às estatísticas encontradas no relatório daquele projeto. Tal diferença deve ter ocorrido porque o cálculo da precipitação no projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] utilizou apenas 34 estações, e aqui foram utilizados 55 postos. Continuando a avaliação dos períodos com os parâmetros de Iguatu, entre 1980 e 2000, o coeficiente de Nash-Sutcliffe apresentou uma redução em seu valor para 0,57, continuando ainda aceitável. Porém, quando considerado o período entre 2001 e 2009, as vazões calculadas não se apresentaram compatíveis com as vazões observadas, apresentando um R2 negativo. Há alguns fatores que devem ser levados em consideração para este último período. O primeiro fator observado foi no histórico da estação que se encontra no inventário do banco de dados da Hidroweb: a estação chega a apresentar vazões calculadas com desvios de 1.540,9% em 13/06/2000 com relação à vazão medida pelos hidrotécnicos, e não se sabe se houve modificação da curva-chave com o surgimento deste problema para o cálculo das vazões para o período posterior. Além disso, consta também, tanto no histórico como no banco de dados, que para os meses de fevereiro a junho de 2004, período que teve chuvas intensas significativas, não houve observação devido à falta de réguas linimétricas. Mesmo estimando um período significativo de cinco meses, não se chegou a um resultado aceitável. Além de tudo, ao avaliar o período de 2001 a 2009, foi utilizado o banco de dados pluviométricos bruto, não sendo aquele consistido para o projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] e utilizado para obter os parâmetros do MODHAC para essa estação entre 1962 e 1980. Essa mudança diminuiu o número anterior de 55 postos com dados consistidos para apenas 14 estações pluviométricas com dados brutos, o que pode ter afetado a representação pluviométrica desta região. A estação Iguatu também foi modelada com os parâmetros de Icó, apesar da estação de Icó apresentar, em sua própria modelagem, coeficientes estatísticos inferiores ao de Iguatu, com r de 090, e r² de 0,81, no projeto Atlas Nordeste (ANA, 100 2006) [5]. No entanto tanto para o período de 1962 a 1980 quanto para o período de 1981 a 2000, os coeficientes de Nash-Sutcliffe foram melhores que na modelagem anterior, apresentando R2 de 0,92 e 0,82, respectivamente. Contudo, para o período de 2001 a 2009, o coeficiente de eficiência atingiu o valor de 0,47 fazendo com que os parâmetros de Icó apresentem melhor qualidade de modelagem que os parâmetros de Iguatu. Por este motivo, os parâmetros de Icó foram considerados os mais adequados para realizar a modelagem de Iguatu em quaisquer períodos. Tabela 10 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36160000 – Iguatu. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1962-1980 0.96 0.93 0.89 Muito Bom Iguatu Média 4 estações 1981-2000 0.85 0.72 0.57 Aceitável Iguatu Média 4 estações 2001-2009 0.63 0.40 -0.78 Insuficiente Icó Média 4 estações 1962-1980 0.96 0.92 0.92 Muito Bom Icó Média 4 estações 1981-2000 0.91 0.82 0.82 Muito Bom Icó Média 4 estações 2001-2009 0.75 0.57 0.47 Aceitável Figura 26 - Modelagem da estação 36160000 – Iguatu, período 1962-1980 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). 101 Figura 27 – Modelagem da estação 36160000 – Iguatu, período 1981-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). Figura 28 – Modelagem da estação 36160000 – Iguatu, período 2001-2009 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). Após os resultados da modelagem dessa estação, estudou-se o quanto os dados estimados de evapotranspiração impactam na modelagem, avaliando a sensibilidade do modelo perante a natureza desses dados. Para isto optou-se em realizar uma modelagem utilizando os dados do INMET (INMET, 2009) [42], a partir das normais climatológicas da estação climatológica de Iguatu, que foi comparada com os resultados da modelagem da mesma estação fluviométrica utilizando as médias evaporimétricas das quatro estações climatológicas, adotadas no projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5]. Ou seja, mantendo-se os parâmetros de Iguatu, porém variando os dados estimados de evapotranspiração para a modelagem da mesma estação. Lembrando que os dados do INMET (INMET, 2009) [42] são as normais climatológicas de evaporação do evaporímetro de Piché, que aqui nesse estudo são usados como estimativa para o dado de evapotranspiração, mantendo-se a mesma 102 metodologia do Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5], conforme já foi dito. As estatísticas da modelagem de Iguatu com os parâmetros também de Iguatu para o período de 1962 a 1980 apresentam r de 0,96, r² de 0,93 e R2 de 0,89, conforme Tabela 10. Utilizando as normais climatológicas do INMET (INMET, 2009) [42], as estatísticas obtidas foram r de 0,96, r² de 0,92, e R2 de 0,59, apresentando uma redução na qualidade da modelagem inicial. Ou seja, os parâmetros do MODHAC, quando calibrados para uma estação, trabalham operando conjuntamente com o dado de evapotranspiração potencial, comportando-se como mais uma variável que não pode ser tratada a parte dos parâmetros do MODHAC. Daí a necessidade de se manter, quando se pretende comparar os resultados de regionalização de parâmetros, o mesmo conjunto de dados de evapotranspiração potencial. Como o referencial de aplicação do modelo foi aquele desenvolvido para o Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5], os dados das Normais Climatológicas não foram utilizados nas diversas análises. Registre-se, porém, a praticidade de seu uso por representarem de forma razoavelmente distribuída às diversas regiões. A Figura 29 representa a comparação das vazões calculadas, mantendo-se os parâmetros e alternando a evapotranspiração estimada (Tabela 11). Observa-se, de modo previsível, que, devido ao fato de os valores das normais climatológicas de evaporação serem inferiores à média das quatro estações utilizadas no Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5], as vazões calculadas no MODHAC são maiores para o primeiro caso (linha vermelha) que para o segundo (linha verde). As vazões máximas mensais do período em mm ocorrem em abril de 1974 atingindo 135,6 mm (vazão Observada), 199 mm (Vazão Calculada com Normais Climatológicas), e 159,6 mm (Vazão Calculada com Média de quatro estações evaporimétricas). Ou seja, a mudança da estimativa do dado evaporimétrico gerou um aumento de 39,4 mm em relação à vazão obtida com a média (quase 25% de aumento em relação aos 159,6 mm), e um desvio de 46,8% em relação à vazão observada, revelando a sensibilidade presente nos dados estimados de evapotranspiração. 103 Tabela 11 – Dados Evaporimétricos utilizados na estimativa da Evapotranspiração para modelagem da estação de Iguatu. Dados Evaporimétricos (Média de 04 postos da bacia – projeto Atlas Nordeste) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 190,8 138,55 104,15 105,67 136,07 159,90 216,37 265,65 281,47 282,97 262,25 247,47 Dados Evaporimétricos (Normais Climatológicas do INMET) – 82686 - Iguatu Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 158,8 103,7 90,2 80,2 95,7 127,9 172,6 205,3 217,5 230,1 215,5 203,1 Figura 29 – Vazões calculadas no MODHAC da estação Iguatu para a evapotranspiração estimada pela Normal Climatológica do INMET da estação e pela média de 04 estações da região (Atlas Nordeste). Período 1962-1980. Figura 30 - Vazões calculadas no MODHAC da estação Iguatu para a evapotranspiração estimada pela Normal Climatológica do INMET da estação e pela média de 04 estações da região (Atlas Nordeste) com foco na vazão máxima do período de outubro/1973 a setembro/1974. 104 4.2 36290000 – Icó Como Iguatu, essa estação também foi modelada com o MODHAC no projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] para representar a região do semiárido cearense. Os períodos estudados aqui se subdividem de 1959 a 1987, 1988 a 1999, e 2000 a 2007. Utilizando os parâmetros calibrados no projeto Atlas Nordeste para essa estação, foram obtidos coeficientes de correlação, determinação e de Nash-Sutcliffe de 0,90, 0,81 e 0,79, respectivamente, para o período de 1959 a 1987. Como no caso de Iguatu, os valores estatísticos do projeto Atlas Nordeste não envolvem o coeficiente de eficiência de Nash-Sutcliffe, apenas o coeficiente de correlação, r igual a 0,90, e de determinação, r² igual a 081. Sendo assim, foi possível obter os mesmos valores estatísticos do relatório do Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5]. Para o período de 1988 a 1999, apresenta-se uma perda na qualidade da modelagem ao observar os valores estatísticos com r de 0,81, r² de 0,65 e R2 de 0,50. A princípio, o motivo de isso ocorrer, não está relacionado aos dados pluviométricos, pois na transição entre os períodos é utilizado o mesmo banco consistido do Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] e os dados fluviométrico apresentaram apenas 07 estimativas numa sequência de 144 dados fluviométricos do período. Contudo, atipicamente, o período de 1988 a 1993 apresentou vazão nula entre os meses de julho a dezembro, situação que não se observa nos 20 anos anteriores. Observando o período de 1990 a 1996 (Figura 32), surgem picos de cheias, mas sem ser observada presença de chuvas significativas proporcionais a esse comportamento. Ocorre que o riacho São João, afluente do rio Salgado, possui confluência a montante de onde está a estação de Icó. Esse afluente possui o Açude Lima Campos com capacidade de acumulação de 66.382.000 m³ e suspeita-se que devido à ocorrência dos 06 anos de estiagem, essa barragem pode ter liberado água sazonalmente através do afluente para o rio Salgado com a finalidade de regularização, o que explicaria a diminuição da eficiência na modelagem por uma situação atípica no período de 1988 a 1999, em relação ao período de 1959 a 1987. Apesar disso, a modelagem ainda foi considerada aceitável. 105 A modelagem de Icó com seus parâmetros originais para o período de 2000 e 2007 apresentou coeficiente de Nash-Sutcliffe de 0,37. Valor considerado ainda aceitável, porém próximo do limite tolerável de 0,36. A análise com os parâmetros de Iguatu na modelagem da estação de Icó não apresentou nenhum resultado aceitável do ponto de vista do coeficiente Nash- Sutcliffe para quaisquer períodos, como pode se observar na Tabela 12. Tabela 12 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36290000 – Icó. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Icó Média 4 estações 1959-1987 0.90 0.81 0.79 Muito Bom Icó Média 4 estações 1988-1999 0.81 0.65 0.50 Aceitável Icó Média 4 estações 2000-2007 0.81 0.65 0.37 Aceitável Iguatu Média 4 estações 1959-1987 0.87 0.75 0.28 Insuficiente Iguatu Média 4 estações 1988-1999 0.79 0.63 0.15 Insuficiente Iguatu Média 4 estações 2000-2007 0.75 0.56 -0.69 Insuficiente Figura 31 - Modelagem da estação 36290000 – Icó, período 1959-1987 (Parâmetros e ETP de Icó e Iguatu). Figura 32 - Modelagem da estação 36290000 – Icó, período 1988-1999 (Parâmetros e ETP de Icó e Iguatu). 106 Figura 33 - Modelagem da estação 36290000 – Icó, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Icó e Iguatu). 4.3 34741000 – Oiticica Essa estação se encontra bem a Oeste no Ceará, na bacia do rio Parnaíba (ANA, 2001a) [3] (Sub-Bacia 34). As estações cearenses de Iguatu e Icó, apesar da distância (Sub-Bacia 36), são as mais próximas com parâmetro definidos para o estudo. Devido à instalação dessa estação ter ocorrido em 2004, o período de vazões consistidas disponíveis, selecionado para o estudo foi entre 2005 e 2011. Os resultados obtidos pelos parâmetros de Iguatu e Icó não foram satisfatórios, conforme se observa na Tabela 14. Deste modo, não foi possível regionalizar os parâmetros de Iguatu e Icó para essa estação. Diante disto, foi necessário obter novos parâmetros para a modelagem dessa estação. Os dados de evapotranspiração para entrada no MODHAC foram estimados pelas Normais Climatológicas do INMET da estação de Crateús. Os parâmetros da estação de Oiticica obtidos são apresentados na Tabela 13: 107 Tabela 13 - Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto Oiticica (2005-2011). Sigla Valor Descrição RSPX 300 Capacidade máxima do reservatório superficial (mm). RSSX 200 Capacidade máxima do reservatório sub-superficial (mm). RSBX 0 Capacidade máxima do reservatório subterrâneo (mm). RSBY 0 Armazenamento mínimo para que ocorra contribuição do reservatório subterrâneo ao escoamento de base (mm). IMAX 80 Permeabilidade do solo (mm). IMIN 0,5 Infiltração mínima (mm). IDEC 0,1 Coeficiente de infiltração (fração). ASP 0,5 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório superficial ASS 0,1 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório sub-superficial. ASBX 0 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento superior a RSBY. ASBY 0 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento inferior a RSBY. PRED 999 Correção da precipitação. CEVA 1 Parâmetro da lei de evapotranspiração do solo (fração). CHET 1 Fração da evapotranspiração potencial. Dados Evaporimétrico (82583 – Crateús) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 242.5 138.4 106.3 86.8 119.1 178.6 248.5 310.0 350.7 373.0 353.3 315.1 Tabela 14 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 34740001 – Oiticica. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 2005-2011 0.50 0.24 -4.83 Insuficiente Icó Média 4 estações 2005-2011 0.53 0.27 -2.53 Insuficiente Oiticica Crateús 2005-2011 0.80 0.64 0.55 Aceitável No processo da obtenção dos parâmetros, foi anulada a contribuição subterrânea nos parâmetros RSBX, RSBY, ASBX e ASBY compatível com a ocorrência de vazões nulas na estação. O parâmetro mais sensível na modelagem foi o RSPX, que trata da capacidade máxima do reservatório superficial. Através do seu ajuste, principalmente, foi possível obter hidrograma de vazões calculadas com pico de vazões mais próximas daquelas observadas na estação, levando a coeficiente de Nash-Sutcliffe aceitável na modelagem do período. Os parâmetros obtidos para Oiticica foram criados para atender a necessidade de uma possível regionalização desses para a modelagem das estações da Sub-Bacia 34: Croatá e Saudoso. No entanto, já se 108 percebe a frágil relação entre a vazão observada da estação e a vazão calculada do MODHAC através dos baixos valores dos coeficientes estatísticos obtidos (Tabela 14), o que sugere que a regionalização desses parâmetros para a modelagem dessas outras estações encontre dificuldades de se concretizar. Figura 34 - Modelagem da estação 34740001 – Oiticica, período 2005-2011 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). 4.4 34740000 – Saudoso Essa estação se encontra no extremo Oeste do Ceará, e as estações de Iguatu, Icó e Oiticica tiveram seus parâmetros regionalizados para a modelagem dessa estação. O período de vazões consistidas para avaliação da regionalização dos parâmetros pré-calibrados foi de 2000 a 2011. Os coeficientes de Nash-Sutcliffe obtidos com a modelagem dos parâmetros disponíveis para avaliação da regionalização não apresentaram resultados satisfatórios, como pode se observar na Tabela 15. Desta forma, a região estudada não apresentou parâmetros regionalizados que apresentem uma modelagem eficiente. Tabela 15 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 34740000 – Saudoso. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 2000-2011 0.78 0.60 -2.09 Insuficiente Icó Média 4 estações 2000-2011 0.83 0.68 -0.26 Insuficiente Oiticica Crateús 2000-2011 0.63 0.39 -0.27 Insuficiente 109 Figura 35 – Modelagem da estação 34740000 – Saudoso, período 2000-2011 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). 4.5 34730000 – Croatá A estação está localizada no extremo Oeste, e foram adotados os parâmetros da estação Iguatu, Icó e Oiticica para o estudo da regionalização. Os períodos de vazões consistidas selecionados para o estudo são de 1987 a 2000, e 2000 a 2009. Os resultados obtidos com as modelagens através dos parâmetros regionalizados não apresentaram coeficientes de Nash-Sutcliffe aceitáveis para a eficiência da modelagem (Tabela 16). Desta forma não foi possível regionalizar quaisquer parâmetros para a área de drenagem da estação de Croatá em quaisquer períodos. Tabela 16 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 34730000 – Croatá. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1987-2000 0.65 0.42 0.12 Insuficiente Iguatu Média 4 estações 2000-2009 0.62 0.38 -10.01 Insuficiente Icó Média 4 estações 1987-2000 0.72 0.52 0.22 Insuficiente Icó Média 4 estações 2000-2009 0.67 0.45 -5.00 Insuficiente Oiticica Crateús 1987-2000 0.77 0.60 0.02 Insuficiente Oiticica Crateús 2000-2009 0.73 0.53 -4.47 Insuficiente 110 Figura 36 – Modelagem da estação 34730000 – Croatá, período 1987-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). Figura 37 – Modelagem da estação 34730000 – Croatá, período 2000-2009 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). 4.6 35125000 - Moraújo Os dados consistidos de vazão dessa estação estão disponíveis para o período entre 1982 e 2008 que foi subdividido em dois: 1982-2000 e 2001-2008. Como essa estação está localizada no Ceará, na Sub-Bacia 35, primeiramente ela foi modelada utilizando os parâmetros calibrados para a estação fluviométrica de Iguatu e posteriormente com aqueles de Icó. Para o primeiro período foram utilizados os dados de 10 estações pluviométricas e para o segundo os dados de 06 postos para determinação da série pluviométrica média mensal através dos polígonos de Thiessen. Abaixo seguem os coeficientes estatísticos obtidos por uso dos parâmetros das estações pré-calibradas e por períodos analisados: 111 Tabela 17 – Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 35125000- Moraújo. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1982-2000 0.86 0.74 0.73 Aceitável Iguatu Média 4 estações 2001-2008 0.83 0.69 0.57 Aceitável Icó Média 4 estações 1982-2000 0.88 0.77 0.75 Aceitável Icó Média 4 estações 2001-2008 0.85 0.72 0.48 Aceitável No caso da modelagem utilizando os parâmetros de Iguatu, ambos os períodos obtiveram bons resultados, ainda que a área de drenagem esteja quase que completamente fora do limite do semiárido adotado no estudo. Contudo, ao utilizar os parâmetros e dados de evapotranspiração de Icó, também foi possível obter bons resultados, porém invertidos em termos de qualidade cronologicamente do ponto de vista do coeficiente R2. Ou seja, no primeiro período (1982-2000), a modelagem de Moraújo com os parâmetros de Icó foram melhores que com os parâmetros de Iguatu, quando se observam todos os coeficientes estatísticos. Isso se inverte no segundo período (2001-2008) com melhor modelagem para os parâmetros de Iguatu, mas apenas do ponto de vista de R2, já que r e r² continuam mais bem qualificados ainda quando Moraújo é modelado com os parâmetros de Icó. Então, para a estação de Moraújo, pode-se utilizar tanto os parâmetros de Iguatu como de Icó para modelagem desta estação em qualquer período analisado. No entanto, os valores de vazões calculadas no MODHAC se forem aplicados para uso de análise mensal de cheias para um período mais recente apresentarão melhor correspondência com os valores observados quando a modelagem de Moraújo utiliza os parâmetros de Iguatu por apresentar R2 mais próximo do valor unitário. 112 Figura 38 – Modelagem da estação 35125000 - Moraújo, período 1982-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). Figura 39 - Modelagem da estação 35125000 - Moraújo, período 2001-2008 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). 4.7 35210000 – Fazenda Cajazeiras A estação está localizada na região semiárida cearense, portanto as estações mais próximas com parâmetros já estabelecidos são Iguatu, Icó e Oiticica. Os parâmetros dessas estações foram utilizados para modelar dois períodos das vazões consistidas disponíveis da estação Fazenda Cajazeiras: 1982 a 1999, e 2000 a 2007. A modelagem para esses dois períodos a partir dos parâmetros das estações de Iguatu e Icó apresentou resultados bastante satisfatórios, com o modelo apresentando melhor eficiência no primeiro período. A modelagem com os parâmetros de Oiticica só apresentou bons resultados no primeiro período. Sendo assim, a modelagem com os parâmetros de Iguatu foi a que apresentou coeficientes de Nash-Sutcliffe (R2) superiores às modelagens avaliadas (Tabela 18), indicando os 113 parâmetros de Iguatu como os melhores para modelar a estação de Fazenda Cajazeiras para quaisquer períodos. Tabela 18 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 35210000 – Fazenda Cajazeiras. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1982-1999 0.90 0.81 0.81 Muito Bom Iguatu Média 4 estações 2000-2007 0.89 0.79 0.73 Aceitável Icó Média 4 estações 1982-1999 0.93 0.86 0.80 Muito Bom Icó Média 4 estações 2000-2007 0.88 0.78 0.62 Aceitável Oiticica Crateús 1982-1999 0.86 0.74 0.73 Aceitável Oiticica Crateús 2000-2007 0.50 0.25 0.22 Insuficiente Figura 40 – Modelagem da estação 35210000 – Fazenda Cajazeiras, período 1982- 1999 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). Figura 41 – Modelagem da estação 35210000 – Fazenda Cajazeiras, período 2000- 2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). 114 4.8 35223000 – Flores O período de vazão consistida disponível e adequada ao estudo se encontra entre 2000 e 2007. Como essa estação se encontra no Ceará, a modelagem sugerida aqui é feita a partir da calibração de Iguatu, Icó e Oiticica. O resultado da modelagem utilizando os parâmetros e ETP de Iguatu levaram a valores de R2 de 0,37, próximo do limiar inferior aceitável, porém surpreendentemente positivo para uma estação que apresenta vazão média mensal de 50% de permanência nula, e vazão diária de 40% de permanência nula. Utilizando os parâmetros e ETP de Icó na modelagem dessa estação não foi possível atingir resultados satisfatórios, obtendo-se um R2 de 0,31, apesar dos valores de r e r² semelhantes aos obtidos pela modelagem de Iguatu. Utilizando os parâmetros de Oiticica a modelagem atingiu os piores resultados diante dos coeficientes estatísticos, conforme Tabela 19. Tabela 19 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 35223000 – Flores. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 2000-2007 0.69 0.47 0.37 Aceitável Icó Média 4 estações 2000-2007 0.69 0.48 0.31 Insuficiente Oiticica Crateús 2000-2007 0.48 0.23 0.18 Insuficiente Figura 42 - Modelagem da estação 35223000 – Flores, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). 115 4.9 35235000 - Várzea do Grosso Para essa estação dispõe-se de um período de vazão consistida entre 1970 e 2007, contudo a partir de 1982 surgem falha nos dados, além de dados duvidosos. Desta forma o período analisado foi dividido em: 1970 a 1980, 1986 a 1999, e 2000 a 2007. Essa estação se encontra no Estado do Ceará e foi modelada com os dados de calibração de Iguatu e Icó. A modelagem inicial com os parâmetros e ETP de Iguatu apresentaram resultados muito bons com R2 igual a 0,81 para o período de 1970 a 1980. Contudo para os períodos de 1986 a 1999 e 2000 a 2007, obteve-se R2 de 0,07, e 0,11, respectivamente. Apesar do Açude Araras (DNOCS, 2017) [29] se encontrar a montante da estação, sua construção se deu na década de 50, ou seja, a princípio não se pode afirmar com certeza que sua interferência justifique a descontinuidade da compatibilidade com a modelagem da década de 70 na mesma estação. Além disso, os picos das chuvas, que antes coincidiam proporcionalmente com o comportamento da vazão na década de 70, foram descontinuados aleatoriamente entre 1986 e 1999 e 2000 e 2007, sugerindo problemas nos dados ou mudança hidrológica do comportamento da estação que comprometem o estudo. Ao modelar essa estação com os parâmetros e ETP de Icó no período de 1970 a 1980 obteve-se R2 de 0,73. Um resultado bastante aceitável, porém inferior àquele obtido anteriormente com os parâmetros e ETP de Iguatu para o mesmo período, inclusive quando se observam os outros coeficientes na Tabela 20 para r e r². Para o período entre 1986 e 1999 a modelagem a partir de Icó para essa estação foi aceitável, obtendo-se um R2 de 0,38, diferindo bastante dos resultados obtidos com a modelagem de Iguatu para essa estação no mesmo período. No Entanto, para o período mais recente, também não foi possível obter uma modelagem satisfatória dos dados de Várzea do Grosso a partir dos parâmetros e ETP de Icó, obtendo-se valor de R2 igual a 0,26, e queda de r e r² na mudança de período. Portanto, parado o período de 2000 a 2007, não houve modelagem satisfatória para essa estação. Isso ocorre na transição entre os bancos de dados pluviométricos, onde a quantidade e 116 qualidade destes dados podem ter tido influência nessa modelagem, já que o cálculo da série de precipitação média sobre a área de drenagem dessa estação foi realizado a partir de dois bancos de origens distintas: o banco do Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] (1933-2000) e o banco da ANA (a partir de 2000). Houve redução no número de estações disponíveis o cálculo: antes de 2000 foi possível utilizar 17 estações pluviométricas, caindo-se para apenas 09 postos no período de 2000 e 2007. Tais fatos podem ter comprometido a avaliação da pluviometria, não se descartando também a possível influência da qualidade dos dados fluviométricos dessa estação. Tabela 20 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 35235000- Várzea do Grosso. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1970-1980 0.91 0.83 0.81 Muito Bom Iguatu Média 4 estações 1986-1999 0.52 0.27 0.07 Insuficiente Iguatu Média 4 estações 2000-2007 0.38 0.14 0.11 Insuficiente Icó Média 4 estações 1970-1980 0.89 0.79 0.73 Aceitável Icó Média 4 estações 1986-1999 0.63 0.39 0.38 Aceitável Icó Média 4 estações 2000-2007 0.51 0.26 0.26 Insuficiente Figura 43 - Modelagem da estação 35235000 - Várzea do Grosso, período 1970–1980 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). 117 Figura 44 - Modelagem da estação 35235000 - Várzea do Grosso, período 1986-1999 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). Figura 45 - Modelagem da estação 35235000 - Várzea do Grosso, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). 4.10 35240000 - Trapiá Devido sua localização no Ceará, mais uma vez, os parâmetros e ETP de Iguatu e Icó foram utilizados para modelagem dessa estação. Foram selecionados dois períodos para análise das vazões consistidas: 1987-2000 e 2000-2007. Utilizando os parâmetros de Iguatu para a modelagem dessa estação, ambos os períodos foram considerados como aceitáveis com R2 igual a 0,53 e 0,39, respectivamente, embora as primeiras tentativas de modelagem no segundo período foram reprovadas devido à seleção das estações pluviométricas não refletirem o comportamento pluviométrico da área da drenagem da estação. Na modelagem dessa estação com os parâmetros e ETP de Icó, obteve-se para o primeiro e segundo 118 período valores de, R2 de 0,43 e 0,30, respectivamente. Desta forma foi satisfatória a modelagem para o período entre 1987 e 2000, mas isso não ocorreu para o período entre 2000 e 2007. Logo a modelagem da estação de Trapiá, utilizando os parâmetros de Iguatu, apresentou melhor coeficiente de Nash-Sutcliffe (R2) em quaisquer períodos e deve ser adotado para tal, ainda que os coeficientes de determinação (r²) entre as duas modelagens com distintos parâmetros apresentem diferenças para o primeiro período e sejam os mesmos para o segundo período. Tabela 21 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 35240000- Trapiá. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1987-2000 0.76 0.57 0.53 Aceitável Iguatu Média 4 estações 2000-2007 0.73 0.53 0.39 Aceitável Icó Média 4 estações 1987-2000 0.79 0.62 0.43 Aceitável Icó Média 4 estações 2000-2007 0.73 0.53 0.30 Insuficiente Figura 46 - Modelagem da estação 35240000 - Trapiá, período 1987-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). Figura 47 - Modelagem da estação 35240000 - Trapiá, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). 119 4.11 35258000 – Fazenda Paraná A estação cearense está à jusante da barragem de Serrote (Açude Edson Queiroz) e foi modelada pelos parâmetros de Iguatu e Icó. Os períodos selecionados com vazões consistidas para análise são de 1993 a 2000, e 2000 a 2007. Os resultados obtidos com a modelagem da estação Fazenda Paraná utilizando os parâmetros selecionados para o estudo apresentaram valores de R2 entre 0,05 e 0,29 para quaisquer períodos (Tabela 22). A influência da barragem nas vazões observadas é evidente, ocorrendo picos de cheias sem necessariamente ocorrer precipitação. Seria necessário o conhecimento da série de vazão da barragem para modelar a área incremental sem influência da mesma, o que não foi objeto de estudo nessa pesquisa. Desta forma, não foi possível regionalizar quaisquer parâmetros para esta área. Tabela 22 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 35258000 – Fazenda Paraná. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Icó Média 4 estações 1993-2000 0.62 0.38 0.29 Insuficiente Icó Média 4 estações 2000-2007 0.50 0.24 0.24 Insuficiente Iguatu Média 4 estações 1993-2000 0.59 0.34 0.05 Insuficiente Iguatu Média 4 estações 2000-2007 0.54 0.29 0.28 Insuficiente Figura 48 – Modelagem da estação 35258000 – Fazenda Paraná, período 1993-2000 (Parâmetros e ETP de Icó e Iguatu). 120 Figura 49 – Modelagem da estação 35258000 – Fazenda Paraná, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Icó e Iguatu). 4.12 35275000 – Sobral A estação está localizada no Ceará, e, portanto, também foi modelada por parâmetros e dados de evapotranspiração das estações Iguatu, Icó e Oticica pertencentes à região mais próxima. O período modelado foi dividido em duas partes: 1974 a 1990, e 2000 a 2007, uma vez que apresenta falhas significativas entre 1991 e 1994, comprometendo o tamanho da série na década de 90, além da necessidade de manter a modelagem do período de 2000 a 2007 a partir de apenas um dos bancos pluviométricos, no caso o banco com dados da ANA, para uma melhor análise da influência da série de precipitação média no processo. Incialmente a modelagem se baseou nos parâmetros e ETP de Iguatu. A análise do período entre 1974 e 2007 teve uma queda significativa de qualidade na modelagem da estação Sobral. Apesar de se apresentar muito bem no período entre 1974 e 1990, com R2 igual a 0,83, no período de 2000 a 2007 o R2 caiu para 0,66. Utilizando os parâmetros de Icó na modelagem de Sobral também se percebeu essa queda, mais com menor intensidade, saindo de um R2 de 0,75 (1974-1990) para 0,65 (2000-2007). Na avaliação dos parâmetros de Oiticica a variação de R2 se agravou, passando de uma avaliação muito boa, com R2 igual a 0,77 (1974-1990) para uma eficiência de modelagem insuficiente (R2 igual a 0,30). Isso pode ser consequência da mudança do banco de dados pluviométrico, já que o número de estações pluviométricas 121 disponíveis para o cálculo da série passou de 35 para 23 postos (queda de 34% no número de postos). Outra hipótese é a variação na qualidade das vazões consistidas, que logo após 1990 começam a apresentar falhas frequentes e muitos dados estimados. Contudo, todas as modelagens da estação Sobral se mantiveram aceitáveis no primeiro período, mas avaliando todos os períodos perante aos coeficientes de eficiência de Nash-Sutcliffe as melhores modelagens foram aquelas com os parâmetros de Iguatu. Tabela 23 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 35275000 – Sobral. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1974-1990 0.94 0.88 0.83 Muito Bom Iguatu Média 4 estações 2000-2007 0.82 0.66 0.66 Aceitável Icó Média 4 estações 1974-1990 0.94 0.88 0.75 Aceitável Icó Média 4 estações 2000-2007 0.84 0.71 0.65 Aceitável Oiticica Crateús 1974-1990 0.89 0.80 0.77 Muito Bom Oiticica Crateús 2000-2007 0.64 0.40 0.30 Insuficiente Figura 50 - Modelagem da estação 35275000 - Sobral, período 1974-1990 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). 122 Figura 51 - Modelagem da estação 35275000 - Sobral, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). 4.13 35830000 - Caio Prado O período analisado da vazão consistida da estação foi entre 1985 e 2007, divididos em dois períodos, um entre 1985 e 2000, e outro entre 2000 e 2007. A estação situa-se no Ceará e as estações pré-modeladas selecionadas para melhor avaliar a regionalização são Iguatu e Icó. Utilizando os parâmetros de Iguatu nesta modelagem, o primeiro e segundo período apresentaram R2 igual a 0,64 e 0,40, respectivamente. Já utilizando os parâmetros de Icó a redução do R2 também ocorreu, saindo de um valor aceitável de 0,54 para um valor insuficiente de 0,34. Com isso rejeita-se o uso dos parâmetros de Icó em ambos os períodos. Uma consideração a fazer é que todos os postos disponíveis para o cálculo da série pluviométrica média se encontravam fora da área de drenagem da estação no período de 2000 a 2007, um pouco diferente da situação encontrada no período de 1985 a 2000 que ainda tinha 03 postos internos à área de 1600 km². Além do mais, diante desta situação, é possível que os postos pluviométricos externos à área de drenagem de Caio Prado não representem o comportamento hidrológico da região, sendo necessário obter dados pluviométricos consistentes dentro da área de drenagem para avaliações mais rigorosas nesse período mais recentes. 123 Tabela 24 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 35830000 - Caio Prado. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1985-2000 0.88 0.77 0.64 Aceitável Iguatu Média 4 estações 2000-2007 0.64 0.40 0.40 Aceitável Icó Média 4 estações 1985-2000 0.91 0.84 0.54 Aceitável Icó Média 4 estações 2000-2007 0.60 0.36 0.34 Insuficiente Figura 52 - Modelagem da estação 35830000 - Caio Prado, período 1985-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). Figura 53 - Modelagem da estação 35830000 - Caio Prado, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). 4.14 36045000 – Malhada Os dados consistidos de vazão desta estação oferecem um período de 1980 a 2010 que foi dividido em duas sequências: 1980 a 2000, e 2001 a 2010. Como a estação está no Estado do Ceará, foram igualmente utilizados os parâmetros de 124 Iguatu e Icó para verificar a possibilidade de regionalização na modelagem desta estação. Os parâmetros de Iguatu foram primeiramente avaliados na modelagem de Malhada. O primeiro período teve sua avaliação considerada aceitável, conforme se observa na Tabela 25, no entanto o segundo período foi avaliado como insuficiente, apresentando coeficientes de correlação, determinação e de Nash-Sutcliffe de 0,81, 0,65 e -0,95, respectivamente. Como não foi possível identificar nenhuma interferência que justifique tal mudança, é possível que a mudança das 13 estações pluviométricas do primeiro período para apenas outras 06 no segundo período, bem como a variação da qualidade da consistência entre os dois bancos de dados pluviométricos para o cálculo da série pluviométrica média mensal possam ter afetado a continuidade da validade destes parâmetros. No entanto, a modelagem de Malhada com os parâmetros estabelecidos para Icó apresentaram bons resultados em todos os períodos. Obtendo-se R2 de 0,73 e 0,42, para o primeiro e segundo o período, respectivamente. Contudo percebe-se uma variação muito maior de R2 que de r² na transição dos períodos, sugerindo que houve pouca variação de modo geral no ajustamento entre as vazões observadas e calculadas no MODHAC, mas houve significativa redução da eficiência do modelo em estimar as cheias observadas, ainda que os resultados obtidos sejam classificados como aceitáveis na regionalização dos parâmetros de Icó para uso na modelagem de Malhada. Tabela 25 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36045000 – Malhada. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1980-2000 0.79 0.63 0.61 Aceitável Iguatu Média 4 estações 2001-2010 0.81 0.65 -0.95 Insuficiente Icó Média 4 estações 1980-2000 0.88 0.77 0.73 Aceitável Icó Média 4 estações 2001-2010 0.85 0.72 0.42 Aceitável 125 Figura 54 - Modelagem da estação 36045000 – Malhada, período 1980-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). Figura 55 - Modelagem da estação 36045000 – Malhada, período 2001-2010 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). 4.15 36070000 – Sítio Patos Essa estação está localizada no semiárido cearense, e por isto sua modelagem foi realizada utilizando-se os parâmetros das estações de Iguatu, Icó e Oiticica. Essa estação foi instalada em 2000, de modo que foi selecionado apenas o período de 2000 a 2009 com vazões consistidas para o estudo. A modelagem de Sítio Patos apresentou resultados satisfatórios apenas com os parâmetros de Icó, obtendo-se coeficiente de Nash-Sutcliffe (R2) de 0,52. 126 Tabela 26 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36070000 – Sítio Patos. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 2000-2009 0.66 0.44 -0.94 Insuficiente Icó Média 4 estações 2000-2009 0.78 0.61 0.52 Aceitável Oiticica Crateús 2000-2009 0.62 0.38 0.34 Insuficiente Figura 56 – Modelagem da estação 36070000 – Sítio Patos, período 2000-2009 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). 4.16 36125000 – Sítio Poço Dantas A estação está localizada no Ceará, e as estações de Iguatu e Icó são as mais próximas para avaliar se seus parâmetros são aplicáveis à modelagem dessa estação. Os períodos avaliados são de 1974 a 2000, e de 2001 a 2010. A aplicação dos parâmetros de Iguatu não apresentou eficiência suficiente em nenhum período para a modelagem da estação de Sítio Poço Dantas quando analisado o coeficiente de Nash-Sutcliffe. No entanto, os parâmetros de Icó aplicado à modelagem dessa estação apresentaram uma boa evolução de aceitação deste coeficiente, partindo de um R2 de 0,58, no primeiro período, para um R2 de 0,72, no segundo período. Desta forma os parâmetros de Icó são os mais adequados para serem utilizados na modelagem dessa estação, estabelecendo a regionalização destes parâmetros para a região. 127 Tabela 27 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36125000 – Sítio Poço Dantas. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1974-2000 0.82 0.67 -0.10 Insuficiente Iguatu Média 4 estações 2001-2010 0.75 0.56 0.23 Insuficiente Icó Média 4 estações 1974-2000 0.86 0.73 0.58 Aceitável Icó Média 4 estações 2001-2010 0.85 0.72 0.72 Aceitável Figura 57 - Modelagem da estação 36125000 – Sítio Poço Dantas, período 1974-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). Figura 58 – Modelagem da estação 36125000 – Sítio Poço Dantas, período 2001-2010 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). 4.17 36130000 – Cariús Essa estação foi modelada pelos parâmetros das estações mais próximas, Iguatu e Icó, por todas se situarem na mesma região do semiárido cearense. As vazões observadas e consistidas selecionadas para o estudo se encontram no período de 128 1984 a 2009. Este período foi subdividido em dois para efeito de estudo: 1984 a 2000, e 2001 a 2009. A modelagem com os parâmetros de Iguatu não apresentou bons resultados em nenhum período. No entanto, os parâmetros de Icó se revelaram bem adequados à modelagem de Cariús para todo o período analisado, com todos os coeficientes estatísticos acima dos valores obtidos pela modelagem de Iguatu, conforme se pode observar na Tabela 28. Principalmente o coeficiente de Nash- Sutcliffe (R2) com valores de 0,70, e 0,63, para o primeiro e segundo período, respectivamente. Desta forma confirma-se a regionalização dos parâmetros de Icó para a região da estação de Cariús. Tabela 28 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36130000 – Cariús. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1984-2000 0.85 0.73 0.28 Insuficiente Iguatu Média 4 estações 2001-2009 0.80 0.63 0.04 Insuficiente Icó Média 4 estações 1984-2000 0.87 0.75 0.70 Aceitável Icó Média 4 estações 2001-2009 0.85 0.72 0.63 Aceitável Figura 59 – Modelagem da estação 36130000 – Cariús, período 1984-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). 129 Figura 60 – Modelagem da estação 36130000 – Cariús, período 2001-2009 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). 4.18 36270000 - Lavras da Mangabeira O período de vazões consistidas para esta estação é de 1962 a 1996, não havendo dados consistentes mais recentes. Como essa estação situa-se no Ceará, as estações mais próximas pré-calibradas são Iguatu e Icó. Inicialmente se avaliou dois períodos, um de 1962 a 1980, correlacionado com o período de calibração da estação Iguatu, e outro entre 1981 e 1996. Utilizando-se os parâmetros de Iguatu, para o primeiro período obteve-se R2 de 0,39, relativamente próximo do limite aceitável de 0,36. No entanto o valor de R2 de 0,51 indicou uma melhora na eficiência do modelo na passagem para o segundo período, ainda que não se possa avaliar essa evolução para um período mais recente. Aplicando-se os parâmetros de Icó na modelagem de Lavras da Mangabeira, obteve-se coeficiente de Nash-Sutcliffe bem melhores, com R2 de 0,77 para o primeiro período, e R2 de 0,73, para o segundo período. Confirma-se assim a regionalização dos parâmetros de Icó para a região de Lavras da Mangabeira, pelo menos entre 1962 e 1996. 130 Tabela 29 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36270000- Lavras da Mangabeira. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1962-1980 0.88 0.78 0.39 Aceitável Iguatu Média 4 estações 1981-1996 0.85 0.71 0.51 Aceitável Icó Média 4 estações 1962-1980 0.89 0.79 0.77 Muito Bom Icó Média 4 estações 1981-1996 0.87 0.76 0.73 Aceitável Figura 61 - Modelagem da estação 36270000 - Lavras da Mangabeira, período 1962- 1980 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). Figura 62 – Modelagem da estação 36270000 - Lavras da Mangabeira, período 1981- 1996 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). 131 4.19 36320000 – Jaguaribe Essa estação está localizada no Ceará entre dois reservatórios de grande acumulação, Orós e Castanhão, porém, ainda assim, procurou-se estudar a regionalização dos parâmetros das estações mais próximas calibradas, Iguatu e Icó, na modelagem dessa estação. O período selecionado com vazões consistidas foi dividido em dois: um entre 1981 e 2000, e outro mais recente entre 2000 e 2007, para averiguar efeito da transição entre os bancos de dados pluviométricos em 2000. A modelagem da estação de Jaguaribe para o primeiro período foi satisfatória, tanto para os parâmetros de Iguatu, como para os parâmetros de Icó, com melhor coeficiente de Nash-Sutcliffe (R2) para a modelagem com os parâmetros de Icó, como pode se observar na Tabela 30. No entanto, para o período de 2000 a 2007, nenhuma modelagem com os parâmetros dessas estações obteve êxito. A explicação mais provável para diminuição drástica do coeficiente de Nash-Sutcliffe na mudança dos períodos é a mudança da quantidade de postos pluviométricos para determinação da série pluviométrica média mensal para a área de drenagem de Jaguaribe, que sai de 107 postos para apenas 44, bem como a influência de qualidade entre os bancos utilizados: o banco consistido do Atlas Nordeste (1933-2000), e o banco com dados brutos a partir de 2000 obtidos da CPRM/ANA. Os dados fluviométricos não parecem estar relacionados com a perda da eficiência do modelo, uma vez que o período de 2000 a 2007 não apresenta quantidade significativa de falhas ou de dados estimados, ou algum efeito de controle de barragens. Sendo assim, não foi possível regionalizar, para um período mais recente, quaisquer parâmetros nessa estação. 132 Tabela 30 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36320000 – Jaguaribe. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1982-2000 0.85 0.73 0.59 Aceitável Iguatu Média 4 estações 2000-2007 0.49 0.23 -1.99 Insuficiente Icó Média 4 estações 1982-2000 0.9 0.81 0.81 Muito Bom Icó Média 4 estações 2000-2007 0.65 0.41 -0.12 Insuficiente Figura 63 – Modelagem da estação 36320000 – Jaguaribe, período 1982-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). Figura 64 – Modelagem da estação 36320000 – Jaguaribe, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). 4.20 36390000 – Peixe Gordo A estação apresenta dados de vazão com falhas entre 1985 e 1995, e posteriormente só há dados entre 1996 a 2005. Desta forma preferiu-se analisar a maior série contínua de 1962 a 1980, já que 1981 a 1984 apresenta graves falhas na 133 série de vazão. Para avaliar o período mais recente, foi selecionado o período de 1998 a 2005. Pela sua localização no semiárido cearense, os parâmetros de Iguatu e Icó foram utilizados para verificar a possibilidade de regionalização. Tanto a modelagem utilizando os parâmetros de Iguatu, como a modelagem utilizando os parâmetros de Icó levou para valores do coeficiente de Nash-Sutcliffe de 0,75, ou seja, com boa aceitação da eficiência na modelagem, sendo o parâmetro de Icó um pouco melhor quando se observa os coeficientes de determinação, onde Icó apresenta r² de 0,88, melhor que o de Iguatu com r² de 0,76. Para o período de 1998 a 2005, ambos os conjuntos de parâmetros tiveram um mau desempenho e foram considerados insuficientes para a modelagem. Novamente é possível que a causa seja a quantidade de estações utilizadas. O banco de dados do Atlas Nordeste tem 126 estações pluviométricas disponíveis para o cálculo da série de precipitação média mensal sobre a área de drenagem de Peixe Gordo, enquanto esse número de postos diminui para 58 no período posterior a 2000, para o banco com dados pluviométricos mais recentes. Tabela 31 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36390000 – Peixe Gordo. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1962-1980 0.87 0.76 0.75 Muito Bom Iguatu Média 4 estações 1998-2005 0.41 0.16 -17.12 Insuficiente Icó Média 4 estações 1962-1980 0.94 0.88 0.75 Muito Bom Icó Média 4 estações 1998-2005 0.54 0.29 -6.45 Insuficiente Figura 65 - Modelagem da estação 36390000 – Peixe Gordo, período 1962-1980 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). 134 Figura 66 - Modelagem da estação 36390000 – Peixe Gordo, período 1998-2005 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). 4.21 36470000 - Senador Pompeu A estação situa-se no semiárido do Ceará, e as estações pré-modeladas mais próximas são Iguatu, Icó e Oiticica. O período disponível de vazões consistidas para esta estação é de 1973 a 2007, e aqui foi divido em três subperíodos: 1973 a 1980, compatível com o período da calibração dos parâmetros de Iguatu, 1981-1999, e 2001-2007, para avaliar a transição entre os bancos de dados pluviométricos utilizados. As simulações para o primeiro e o segundo período apresentaram valores do coeficiente de Nash-Sutcliffe muito bons para ambos os parâmetros das estações de Iguatu e Icó, porém Icó apresentou melhores resultados. Enquanto Iguatu apresentou R2 de 0,81 e 0,78, respectivamente para o primeiro e segundo período, com os parâmetros de Icó obteve-se R2 de 0,83 em ambos, além de coeficientes de r e r² também melhores para 1973 a 1980, como 1981 a 1999, como apresentado na Tabela 32. Os parâmetros de Oiticica se apresentaram aceitáveis para a modelagem do primeiro e segundo período, mas com qualidades inferiores do ponto de vista estatístico aos atingidos com os parâmetros de Iguatu e Icó. Contudo, nenhum dos parâmetros dessas três estações atingiu R2 suficiente para a aceitação da eficiência da modelagem da estação Senador Pompeu para o período mais recente entre 2001 e 2007. Novamente se atribui o ocorrido à redução no número de postos 135 pluviométricos disponíveis para o cálculo da série de precipitação (de 18 postos antes de 2000 para 09 postos). Tabela 32 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36470000 - Senador Pompeu. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1973-1980 0.91 0.83 0.81 Muito Bom Iguatu Média 4 estações 1981-1999 0.89 0.79 0.78 Muito Bom Iguatu Média 4 estações 2000-2007 0.49 0.23 0.23 Insuficiente Icó Média 4 estações 1973-1980 0.93 0.87 0.83 Muito Bom Icó Média 4 estações 1981-1999 0.93 0.86 0.83 Muito Bom Icó Média 4 estações 2000-2007 0.58 0.33 0.31 Insuficiente Oiticica Crateús 1973-1980 0.75 0.56 0.47 Aceitável Oiticica Crateús 1981-1999 0.86 0.74 0.70 Aceitável Oiticica Crateús 2000-2007 0.41 0.17 0.13 Insuficiente Figura 67 - Modelagem da estação 36470000 - Senador Pompeu, período 1973-1980 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). Figura 68 - Modelagem da estação 36470000 - Senador Pompeu, período 1981-1999 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). 136 Figura 69 - Modelagem da estação 36470000 - Senador Pompeu, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). 4.22 36520000 – Quixeramobim A estação situa-se no semiárido cearense, sendo os parâmetros de modelagem das estações de Iguatu, Icó e Oiticica os mais adequados para estudar a regionalização desses parâmetros devido à proximidade dessas estações com Quixeramobim. O período de análise se divide em 1982 a 2000, e 2001 a 2008. Os parâmetros utilizados de Iguatu e Icó apresentaram boa eficiência de modelagem para ambos os períodos, com mais ênfase para o primeiro período, onde ambos superaram o limite superior de aceitação de 0,75 do coeficiente de Nash- Sutcliffe. A modelagem com o parâmetro de Oiticica também apresentou bons resultados para o primeiro período, porém não atingiu R2 suficiente para o segundo período. Sendo assim, a melhor modelagem foi obtida com os parâmetros de Icó em função dos valores estatísticos obtidos em todos os períodos, como se pode observar na Tabela 33. Tabela 33 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36520000 – Quixeramobim. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1982-2000 0.92 0.84 0.82 Muito Bom Iguatu Média 4 estações 2001-2008 0.71 0.50 0.46 Aceitável Icó Média 4 estações 1982-2000 0.93 0.86 0.84 Muito Bom Icó Média 4 estações 2001-2008 0.77 0.58 0.58 Aceitável Oiticica Crateús 1982-2000 0.83 0.69 0.66 Aceitável Oiticica Crateús 2001-2008 0.58 0.34 0.31 Insuficiente 137 Figura 70 - Modelagem da estação 36520000 – Quixeramobim, período 1982-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). Figura 71 - Modelagem da estação 36520000 – Quixeramobim, período 2001-2008 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó e Oiticica). 4.23 36580000 – Morada Nova II O período de análise dessa estação foi dividido entre 1982 a 2000, e 2000 a 2007. Os parâmetros de Iguatu e Icó também foram escolhidos para modelar essa estação por serem as estações mais próximas pré-calibradas para o estudo. O primeiro período apresentou coeficiente de eficiência de Nash-Sutcliffe aceitável para ambas as modelagens das estações de Iguatu e Icó, sendo melhor para a estação de Icó como pode ser observado na Tabela 34. Porém para o segundo período nenhuma modelagem atendeu ao coeficiente de Nash-Sutcliffe. A redução de 56 estações pluviométricas no primeiro período para 21 no segundo pode ter ligação com a perda da qualidade da modelagem. 138 Tabela 34 – Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36580000 – Morada Nova II. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1982-2000 0.82 0.68 0.64 Aceitável Iguatu Média 4 estações 2000-2007 0.42 0.17 0.14 Insuficiente Icó Média 4 estações 1982-2000 0.87 0.75 0.74 Aceitável Icó Média 4 estações 2000-2007 0.49 0.23 0.23 Insuficiente Figura 72 – Modelagem da estação 36580000 – Morada Nova II., período 1982-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). Figura 73 - Modelagem da estação 36580000 – Morada Nova II., período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Iguatu e Icó). 139 4.24 37340000 – Piancó Essa estação é umas das que foram calibradas no projeto Atlas Nordeste (ANA, 2006) [5] como sendo a mais representativa da bacia do Piranhas-Açu. O relatório desse projeto informa que foram obtidos coeficientes de correlação (r) e determinação (r²) de 0,85 e 0,75, respectivamente, para o período de 1964 a 1981. Para as modelagens com os parâmetros de Piancó nos estudos aqui desenvolvidos, o período de 1964 a 1981 obteve r, r² e R2 de 0,86, 0,74 e 0,71, na devida ordem. Para os períodos de 1982 a 1999, e 1999 a 2006, obteve-se também resultados bem satisfatórios como observado na Tabela 35, mantendo os parâmetros desta calibração para todos os períodos modelados dessa estação. No entanto, como no caso de Iguatu e Icó, avaliou-se também se os parâmetros de Icó superariam em eficiência de modelagem os parâmetros de Piancó. No primeiro período, os parâmetros de Icó apresentaram uma boa modelagem do ponto de vista estatístico, obtendo valores de r, r² e R2 de 0,82, 67, e 0,66, respectivamente, mas não superaram os de Piancó. Contudo, para o período de 1982 a 1999, os parâmetros de Icó surpreendentemente originaram os mesmos coeficientes estatísticos, se igualando na modelagem aos parâmetros de Piancó, como se observa na Tabela 35. Porém, no período mais recente de 1999 a 2006, os coeficientes estatísticos da modelagem com os parâmetros de Icó não superam aqueles da modelagem de Piancó. Assim, são considerados os parâmetros de Piancó para representar sua própria região na modelagem com o MODHAC. Tabela 35 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37340000 – Piancó. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Piancó São Gonçalo Rel. 1964-1981 0.86 0.74 0.71 Aceitável Piancó São Gonçalo Rel. 1982-1999 0.87 0.75 0.75 Aceitável Piancó São Gonçalo Rel. 1999-2006 0.82 0.67 0.64 Aceitável Icó Média 4 estações 1964-1981 0.82 0.67 0.66 Aceitável Icó Média 4 estações 1982-1999 0.87 0.75 0.75 Aceitável Icó Média 4 estações 1999-2006 0.69 0.48 0.45 Aceitável 140 Figura 74 – Modelagem da estação 37340000 – Piancó, período 1964-1981 (Parâmetros e ETP de Piancó e Icó). Figura 75 – Modelagem da estação 37340000 – Piancó, período 1982-1999 (Parâmetros e ETP de Piancó e Icó). Figura 76 – Modelagem da estação 37340000 – Piancó, período 1999-2006 (Parâmetros e ETP de Piancó e Icó). 141 4.25 37090000 – Mossoró Essa estação está situada na bacia do Apodi, no semiárido do Rio Grande do Norte. Foram avaliados os parâmetros das estações cearenses de Iguatu, Icó, e os parâmetros da estação paraibana de Piancó para os períodos de 1987 a 2000, e de 1998 a 2005 sem serem obtidos resultados satisfatórios. Sendo assim, foi necessário estabelecer novos parâmetros para a região. Os dados de evapotranspiração foram estimados a partir dos dados evaporimétricos da estação 82590 - Apodi. As diversas tentativas em se obter os parâmetros se concentraram em obter coeficientes estatísticos para o período antes de 2000, uma vez que os dados pluviométricos do banco Atlas Nordeste são consistidos e se dispõe de mais postos para representar a série pluviométrica média mensal da região. O período mais recente também foi avaliado, mas como ocorreu com todos os outros parâmetros avaliados, não foi possível estabelecer uma modelagem aceitável. Como em Oiticica, o parâmetro mais sensível na modelagem de Mossoró foi o RSPX, que trata da capacidade máxima do reservatório superficial, cujo ajuste permitiu obter o hidrograma de vazões calculadas com pico de vazões mais próximas daquelas observadas na estação do que os resultados obtidos com as modelagens com os parâmetros regionalizados das estações de Iguatu, Icó e Piancó. Os parâmetros obtidos para Mossoró seguem na Tabela 36: 142 Tabela 36 - Parâmetros do MODHAC e dados de Evaporação para o posto 37090000 - Mossoró (1987-2000) Sigla Valor Descrição RSPX 300 Capacidade máxima do reservatório superficial (mm). RSSX 300 Capacidade máxima do reservatório sub-superficial (mm). RSBX 30 Capacidade máxima do reservatório subterrâneo (mm). RSBY 1 Armazenamento mínimo para que ocorra contribuição do reservatório subterrâneo ao escoamento de base (mm). IMAX 30 Permeabilidade do solo (mm). IMIN 0,5 Infiltração mínima (mm). IDEC 0,3 Coeficiente de infiltração (fração). ASP 100 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório superficial ASS 0,035 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório sub-superficial. ASBX 0,0001 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento superior a RSBY. ASBY 0,005 Expoente da lei de esvaziamento do reservatório subterrâneo para armazenamento inferior a RSBY. PRED 999 Correção da precipitação. CEVA 0,99 Parâmetro da lei de evapotranspiração do solo (fração). CHET 1 Fração da evapotranspiração potencial. Dados Evaporimétricos (82590 - Apodi) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 162 136 118 106 126 147 185 202 227 233 215 201 Tabela 37 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37090000 – Mossoró. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Iguatu Média 4 estações 1987-2000 0.67 0.45 -4.01 Insuficiente Iguatu Média 4 estações 1998-2005 0.41 0.16 -2.64 Insuficiente Icó Média 4 estações 1987-2000 0.73 0.52 -1.55 Insuficiente Icó Média 4 estações 1998-2005 0.54 0.28 -0.50 Insuficiente Piancó São Gonçalo 1987-2000 0.67 0.44 -2.13 Insuficiente Piancó São Gonçalo 1998-2005 0.59 0.35 -1.13 Insuficiente Mossoró Apodi 1987-2000 0.91 0.82 0.79 Muito Bom Mossoró Apodi 1998-2005 0.91 0.82 0.20 Insuficiente Apesar de os coeficientes de correlação (r) e determinação (r²) não variarem e se manterem bem satisfatórios na mudança de períodos, o coeficiente de Nash-Sutcliffe teve uma redução significativa, não atingindo valores aceitáveis nessa transição. Os resultados insuficientes da modelagem entre 1998 e 2005 para o novo parâmetro de Mossoró podem ser atribuídos à variação da qualidade e quantidades dos postos pluviométricos utilizados para obter a série pluviométrica média mensal sobre a 143 região. Para o período de 1987 a 2000 foram utilizadas 38 estações pluviométricas com dados consistidos, enquanto que no período de 1998 a 2005 foram utilizadas apenas 11 estações que aderiram ao critério de séries disponíveis brutas sem falhas pelo menos entre 2000 e 2007 para a área da estação de Mossoró (9786 km²). Portanto, houve redução de aproximadamente 72% no número de postos pluviométricos disponíveis para execução da modelagem. Soma-se a esse fato, o comportamento fluviométrico da estação, que forma patamares para vazões baixas, semelhantes a efeitos de represamentos para uso a fio d’água, o que também afeta a modelagem. Figura 77 - Modelagem da estação 37090000 - Mossoró, período 1987-2000 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó, Piancó e Mossoró). Figura 78 – Modelagem da estação 37090000 - Mossoró, período 1998-2005 (Parâmetros e ETP de Iguatu, Icó, Piancó e Mossoró). 144 4.26 37084000 - Governador Dix-Sept Rosado A estação situa-se na bacia do Apodi, no Estado do Rio Grande do Norte, e os parâmetros regionalizados para modelagem pertencem às estações de Icó, Piancó e Mossoró. Os períodos avaliados com vazões consistidas são de 1987 a 2000, e 1999 a 2006. Do ponto de vista estatístico, todos os períodos avaliados para quaisquer parâmetros utilizados na modelagem dessa estação não apresentaram resultado satisfatório, exceção ao período de 1987 a 2000 que foi modelado com os parâmetros de Mossoró, que apresentou para R2 valor de 0,84. A eficiência da modelagem com os parâmetros de Mossoró não se manteve no período seguinte. Tal falta de continuidade, pode ser devida à redução de estações pluviométricas disponíveis para o cálculo da série de precipitação média mensal, de 32 para 11 postos, na mudança entre bancos pluviométricos consistidos e brutos; ou falhas encontradas nos dados fluviométricos neste período. As informações estatísticas se encontram na Tabela 38. Tabela 38 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37084000 – Governador Dix-Sept Rosado. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Icó Média 4 estações 1987-2000 0.68 0.46 -2.86 Insuficiente Icó Média 4 estações 1999-2006 0.51 0.26 -5.20 Insuficiente Piancó São Gonçalo Rel. 1987-2000 0.62 0.38 -3.65 Insuficiente Piancó São Gonçalo Rel. 1999-2006 0.50 0.25 -9.38 Insuficiente Mossoró São Gonçalo Rel. 1987-2000 0.92 0.84 0.84 Muito Bom Mossoró São Gonçalo Rel. 1999-2006 0.83 0.68 -3.83 Insuficiente 145 Figura 79 - Modelagem da estação 37084000 – Governador Dix-Sept Rosado, período 1987-2000 (Parâmetros e ETP de Icó, Piancó e Mossoró). Figura 80 – Modelagem da estação 37084000 – Governador Dix-Sept Rosado, período 1999-2006 (Parâmetros e ETP de Icó, Piancó e Mossoró). 4.27 37080000 – Pedra de Abelhas Essa estação está localizada na bacia do Apodi, Rio Grande do Norte, e em sua modelagem foram utilizados os parâmetros de Icó, Piancó e Mossoró para avaliação da regionalização. Os períodos selecionados de vazões consistidas para o estudo foi de 1964 a 1987, 1988 a 2000, e 1998 a 2005. Os resultados obtidos das modelagens com os diversos parâmetros para o primeiro período levou a melhores coeficientes estatísticos com os parâmetros de Icó e Piancó, com se observa na Tabela 39. No entanto, para o período de 1988 a 2000, e 1998 a 2005, os parâmetros de Mossoró apresentaram os melhores coeficientes 146 estatísticos na modelagem de Pedras de Abelhas, mesmo com grande interferência da barragem de Santa Cruz a montante. Destaca-se o segundo período com coeficiente de Nash-Sutcliffe de 0,81, bem acima do limite superior de aceitação. Tabela 39 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37080000 – Pedra de Abelhas. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Icó Média 4 estações 1964-1987 0.81 0.65 0.58 Aceitável Icó Média 4 estações 1988-2000 0.70 0.49 -0.99 Insuficiente Icó Média 4 estações 1998-2005 0.50 0.24 -0.61 Insuficiente Piancó São Gonçalo Rel. 1964-1987 0.79 0.63 0.55 Aceitável Piancó São Gonçalo Rel. 1988-2000 0.66 0.44 -1.33 Insuficiente Piancó São Gonçalo Rel. 1998-2005 0.55 0.29 -1.23 Insuficiente Mossoró Apodi 1964-1987 0.76 0.57 0.00 Insuficiente Mossoró Apodi 1988-2000 0.90 0.81 0.81 Muito Bom Mossoró Apodi 1998-2005 0.94 0.88 0.57 Aceitável Figura 81- - Modelagem da estação 37080000 – Pedra de Abelhas, período 1964- 1987 (Parâmetros e ETP de Icó, Piancó e Mossoró). Figura 82 – Modelagem da estação 37080000 – Pedra de Abelhas, período 1988-2000 (Parâmetros e ETP de Icó, Piancó e Mossoró). 147 Figura 83 – Modelagem da estação 37080000 – Pedra de Abelhas, período 1998-2005 (Parâmetros e ETP de Icó, Piancó e Mossoró). 4.28 37030000 – Pau dos Ferros A estação está localizada no Rio Grande do Norte, a jusante da barragem de Pau dos Ferros e é a primeira mais a montante no curso principal do rio Apodi. Foram selecionados os parâmetros de Icó, Piancó e Mossoró para avaliar a regionalização. Os períodos de análise selecionados que possuem vazões consistidas estão entre os anos de 1964 e 1984, 1985 e 1999, e 1999 e 2006. A avaliação do primeiro período perante os parâmetros obteve sucesso para aqueles de Icó e Piancó, com valores de coeficientes de correlação e determinação idênticos, e coeficiente de Nash-Sutcliffe um pouco melhor para os parâmetros de Piancó. Ou seja, ambos possuem parâmetros adequados para a modelagem dessa estação no período entre 1964 e 1984. No segundo período, os parâmetros de Icó e Piancó também se mantiveram aceitáveis. Porém, para os períodos de 1985 a 1999, e entre 1999 a 2006, a modelagem com os parâmetros de Mossoró superaram as outras do ponto de vista de todos os coeficientes estatísticos, mesmo com a interferência da barragem de Pau dos Ferros, principalmente com respeito ao coeficiente de Nash-Sutcliffe, como se pode observar na Tabela 40. 148 Tabela 40 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37030000 – Pau dos Ferros. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Icó Média 4 estações 1964-1984 0.70 0.49 0.46 Aceitável Icó Média 4 estações 1985-1999 0.86 0.74 0.73 Aceitável Icó Média 4 estações 1999-2006 0.43 0.18 0.10 Insuficiente Piancó São Gonçalo Rel. 1964-1984 0.70 0.49 0.47 Aceitável Piancó São Gonçalo Rel. 1985-1999 0.82 0.68 0.67 Aceitável Piancó São Gonçalo Rel. 1999-2006 0.46 0.20 -0.17 Insuficiente Mossoró Apodi 1964-1984 0.71 0.50 0.29 Insuficiente Mossoró Apodi 1985-1999 0.90 0.82 0.81 Aceitável Mossoró Apodi 1999-2006 0.70 0.48 0.47 Aceitável Figura 84- - Modelagem da estação 37030000 – Pau dos Ferros, período 1964-1984 (Parâmetros e ETP de Icó, Piancó e Mossoró). Figura 85 – Modelagem da estação 37030000 – Pau dos Ferros, período 1985-1999 (Parâmetros e ETP de Icó, Piancó e Mossoró). 149 Figura 86 – Modelagem da estação 37030000 – Pau dos Ferros, período 1999-2006 (Parâmetros e ETP de Icó, Piancó e Mossoró). 4.29 37260000 – Antenor Navarro Essa estação situa-se no Estado da Paraíba e por pertencer a uma área próxima às estações de Icó, no Ceará, Piancó, na Paraíba e Mossoró, no Rio Grande do Norte, sua modelagem foi avaliada perante os parâmetros dessas três estações. O período de vazões consistidas possui uma ausência de dados fluviométricos entre 1973 e 1984. Dessa forma, os períodos avaliados foram de 1964 a 1972 e 1985 a 2000. Foram observadas ausências das vazões consistidas de 2004 no banco de dados fluviométrico, com falhas significativas nos anos de 2002 e 2003, o que levou à rejeição de uma avaliação de períodos mais recentes dessa estação, uma vez que as vazões consistidas disponíveis se limitam a 2005, o que implicaria que para uma série fluviométrica mínima de 08 anos (entre 1998 e 2005), três anos estariam comprometidos previamente, o que inviabilizaria a avaliação segura da regionalização dos parâmetros da modelagem. Conforme a Tabela 41, a modelagem do primeiro período dessa estação não obteve sucesso com os parâmetros avaliados de Icó e Piancó, apenas para os parâmetros de Mossoró. Os coeficientes estatísticos indicaram uma satisfatória eficiência na modelagem para o segundo período apenas para os parâmetros de Icó e Piancó, com os parâmetros de Icó obtendo uma pequena vantagem. Desta forma, estabeleceu-se que a modelagem da região dessa estação tem melhor eficiência com 150 a regionalização dos parâmetros de Icó para o período de 1985 a 2000, não se identificando maiores dificuldades por efeitos de escala apesar da pequena área da estação (1451 km²). Tabela 41 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37260000 – Antenor Navarro. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Piancó São Gonçalo Rel. 1964-1972 0.43 0.17 -0.48 Insuficiente Piancó São Gonçalo Rel. 1985-2000 0.77 0.59 0.51 Aceitável Icó Média 4 estações 1964-1972 0.70 0.49 0.32 Insuficiente Icó Média 4 estações 1985-2000 0.78 0.61 0.54 Aceitável Mossoró Apodi 1964-1972 0.83 0.69 0.69 Aceitável Mossoró Apodi 1985-2000 0.74 0.55 0.12 Insuficiente Figura 87 – Modelagem da estação 37260000 – Antenor Navarro, período 1964-1972 (Parâmetros e ETP de Piancó, Icó e Mossoró). Figura 88 – Modelagem da estação 37260000 – Antenor Navarro, período 1985-2000 (Parâmetros e ETP de Piancó, Icó e Mossoró). 151 4.30 37410000 – Sítio Vassouras Esta estação paraibana foi modelada com os parâmetros de Icó, Piancó e Mossoró para se avaliar a possibilidade da regionalização. Os períodos selecionados para o estudo de vazões consistidas dessa estação foram 1964 a 1981, 1982 a 1991 e 1999 a 2006. O primeiro período apresentou bons resultados na modelagem dessa estação com o uso dos diversos parâmetros avaliados. No entanto, com valores idênticos, os melhores coeficientes de Nash-Sutcliffe ocorreram com o uso dos parâmetros de Icó e Piancó, obtendo-se r de 0,84, r² de 0,71 e R2 de 0,68. No período de 1982 a 1991, apenas a modelagem com o parâmetro de Mossoró não conseguiu um coeficiente de eficiência (R2) aceitável. Sendo assim, as modelagens com os parâmetros de Icó e Piancó foram eleitas como as melhores para regionalização dos parâmetros, com Icó sendo o mais bem avaliado neste período. Já para o período de 1999 a 2006 nenhum dos parâmetros avaliados apresentou eficiência na modelagem da estação de Sítio Vassouras, embora, do ponto de vista dos coeficientes de determinação (r²), o parâmetro de Mossoró ainda se manteve razoavelmente adequado, apresentando valores acima de 0,67 em todos os períodos avaliados. Essa diminuição do coeficiente de eficiência (R2) na transição entre os períodos anteriores e o mais recente provavelmente deve-se a redução dos postos na troca de banco de dados pluviométricos, que reduziu de 55 para apenas 10 estações disponíveis. Os coeficientes estatísticos podem ser observados na Tabela 42. 152 Tabela 42 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37410000 – Sítio Vassouras. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Piancó São Gonçalo Rel. 1964-1981 0.84 0.71 0.68 Aceitável Piancó São Gonçalo Rel. 1982-1999 0.84 0.70 0.51 Aceitável Piancó São Gonçalo Rel. 1999-2006 0.68 0.46 -0.16 Insuficiente Mossoró Apodi 1964-1981 0.86 0.74 0.52 Aceitável Mossoró Apodi 1982-1999 0.85 0.73 -0.04 Insuficiente Mossoró Apodi 1999-2006 0.82 0.67 -0.04 Insuficiente Icó Média 4 estações 1964-1981 0.84 0.71 0.68 Aceitável Icó Média 4 estações 1982-1999 0.86 0.74 0.55 Aceitável Icó Média 4 estações 1999-2006 0.69 0.47 0.29 Insuficiente Figura 89 – Modelagem da estação 37410000 – Sítio Vassouras, período 1964-1981 (Parâmetros e ETP de Piancó, Mossoró e Icó). Figura 90 – Modelagem da estação 37410000 – Sítio Vassouras, período 1982-1999 (Parâmetros e ETP de Piancó, Mossoró e Icó). 153 Figura 91 – Modelagem da estação 37410000 – Sítio Vassouras, período 1999-2006 (Parâmetros e ETP de Piancó, Mossoró e Icó). 4.31 37710150 – Sítio Acauã II Esta estação é que se situa mais a jusante no rio Piranhas-Açu, localizada no Rio Grande do Norte, e se encontra a jusante de um grande reservatório: a barragem Armando Ribeiro Gonçalves. Esse posto foi modelado com os parâmetros de Piancó e Mossoró para avaliar a possibilidade de regionalização. Os períodos avaliados que dispunham de vazões consistidas foram os anos entre 1986 e 2000, e 1999 e 2006. Dos períodos avaliados, apenas para o período entre 1986 e 2000, modelado com os parâmetros de Mossoró, se obteve sucesso. Essa modelagem obteve coeficiente de eficiência (R2) de 0,47, e foi o maior dentre as avaliações, como pode se observar na Tabela 43. Os baixos coeficientes estatísticos podem estar associados à operação do reservatório, embora concluído em 1980. Uma maneira de modelar a estação sem a interferência do mesmo seria obter a área de contribuição incremental que não envolva o barramento, e calcular a vazão sem a parcela desta área, sendo para isso importante obter e descontar a contribuição da vazão do reservatório, o que não foi possível realizar no estudo aqui desenvolvido, para o cálculo da vazão observada. Em seguida, obter-se a série de precipitação média mensal sobre área incremental para a entrada de dados pluviométricos no MODHAC e assim modelar-se a estação Sítio Acauã II sem a interferência do reservatório. 154 Tabela 43 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37710150 – Sítio Acauã II. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Piancó São Gonçalo Rel. 1986-2000 0.67 0.45 0.30 Inaceitável Piancó São Gonçalo Rel. 1999-2006 0.29 0.08 -0.11 Inaceitável Mossoró Apodi 1986-2000 0.77 0.60 0.47 Aceitável Mossoró Apodi 1999-2006 0.62 0.38 0.23 Inaceitável Figura 92 – Modelagem da estação 37710150 – Sítio Acauã II, período 1986-2000 (Parâmetros e ETP de Piancó e Mossoró). Figura 93 – Modelagem da estação 37710150 – Sítio Acauã II, período 1999-2006 (Parâmetros e ETP de Piancó e Mossoró). 155 4.32 37470000 – Jardim de Piranhas Esta estação potiguar está situada na divisa entre os Estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte e tem uma importância ímpar, pois monitora as vazões do rio Piranhas-Açu entre esses estados. Os parâmetros selecionados para a regionalização pertencem às estações de Piancó e Mossoró. Os períodos de vazões consistidas selecionados para o estudo são de 1972 a 2000, e 1999 a 2006. Os resultados obtidos para o primeiro período foram satisfatórios para ambos os parâmetros, com melhores ajustes observados por meio dos coeficientes estatísticos para os parâmetros de Piancó (Tabela 44). No entanto, para o segundo período apenas a modelagem com os parâmetros de Mossoró atingiu uma eficiência aceitável, com R2 igual a 0,44. Tabela 44 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37470000 – Jardim de Piranhas. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Mossoró Apodi 1972-2000 0.85 0.72 0.38 Aceitável Mossoró Apodi 1999-2006 0.79 0.62 0.44 Aceitável Piancó São Gonçalo Rel. 1972-2000 0.86 0.74 0.70 Aceitável Piancó São Gonçalo Rel. 1999-2006 0.76 0.57 0.01 Insuficiente Figura 94 – Modelagem da estação 37470000 – Jardim de Piranhas, período 1972- 2000 (Parâmetros e ETP de Mossoró e Piancó). 156 Figura 95 – Modelagem da estação 37470000 – Jardim de Piranhas, período 1999- 2006 (Parâmetros e ETP de Mossoró e Piancó). 4.33 37570000 – São Fernando A estação está situada no Rio Grande do Norte, no rio Seridó, afluente pela margem direita do rio Piranhas Açu. Os parâmetros selecionados para avaliação da regionalização pertencem às estações de Piancó e Mossoró. Os resultados com os parâmetros de Piancó originaram melhores coeficientes de Nash-Sutcliffe que os parâmetros de Mossoró para o primeiro período, contudo a situação se inverteu para o segundo período, onde os coeficientes estatísticos da modelagem com os parâmetros de Mossoró se apresentaram bem melhores que a modelagem com os parâmetros de Piancó, como se pode observar na Tabela 45. Tabela 45 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37570000 – São Fernando. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Mossoró Apodi 1963-2000 0.72 0.51 0.46 Aceitável Mossoró Apodi 1999-2006 0.77 0.59 0.59 Aceitável Piancó São Gonçalo Rel. 1963-2000 0.82 0.67 0.66 Aceitável Piancó São Gonçalo Rel. 1999-2006 0.55 0.29 -6.90 Insuficiente 157 Figura 96 - Modelagem da estação 37570000 – São Fernando, período 1963-2000 (Parâmetros e ETP de Mossoró e Piancó). Figura 97 - Modelagem da estação 37570000 – São Fernando, período 1999-2006 (Parâmetros e ETP de Mossoró e Piancó). 4.34 37559000 – Caicó A estação está localizada no Rio Grande do Norte, na margem direita do Rio Piranhas-Açu, no afluente: rio Seridó. Aqui também foram selecionados os parâmetros de Mossoró e Piancó para avaliar a regionalização. Foi selecionado apenas o período de vazões consistidas entre 1988 a 2000, uma vez que o período mais recente possui ausência dos dados fluviométricos de 2004 e falhas significativas nos anos de 2002, e 2003, e vazão nula para todo o ano de 2001, provavelmente devido a interferência do barramento Passagem das Traíras a montante da estação, concluída em 1994. 158 Os resultados das modelagens para o período avaliado com os parâmetros selecionados de ambas as estações não atingiram coeficientes de Nash-Sutcliffe aceitáveis, não sendo possível a regionalização desses parâmetros para a área dessa estação, provavelmente pelo fato de as vazões serem muito influenciadas pelo reservatório a montante. Tabela 46 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37559000 – Caicó. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Mossoró Apodi 1988-2000 0.08 0.01 -19.73 Insuficiente Piancó São Gonçalo 1988-2000 0.43 0.18 -23.38 Insuficiente Figura 98 – Modelagem da estação 37559000 – Caicó, período 1988-2000 (Parâmetros e ETP de Mossoró e Piancó). 4.35 38850000 - Poço de Pedras Os parâmetros do MODHAC para essa estação paraibana localizada no rio Taperoá, afluente do rio Paraíba, foram obtidos do projeto Atlas Nordeste, o qual cita que o Projeto de Transposição de Águas do São Francisco considera que essa estação é a que melhor representa o comportamento da bacia do rio Paraíba. Os parâmetros pré-calibrados de Poço de Pedras foram validados para o período entre 1964 a 1981, com r e r² de 0,89 e 0,79, respectivamente. Os parâmetros utilizados para avaliar a regionalização pertencem à própria estação Poço de Pedras, Piancó, Mossoró, Ilha Grande e Toritama. Os períodos selecionados de vazões consistidas foram 1970 a 159 1977 e 1986 a 1999. Outros intervalos possuem ausência de vazões consistidas ou apresentaram muitas falhas. As modelagens do período de 1970 a 1977 atingiram bons resultados para quase todos aquelas que utilizaram os parâmetros avaliados aqui, exceção ao parâmetro da estação de Mossoró cuja simulação apresentou R2 de 0,05, insuficiente para a modelagem. Nesse período foram obtidos os melhores coeficientes de Nash-Sutcliffe (R2) na modelagem com os parâmetros de Ilha Grande, com um conjunto de coeficientes estatísticos praticamente idênticos aos obtidos pela modelagem com os parâmetros de Toritama (R2 igual a 0,84 para esse período). Os coeficientes de correlação e determinação obtidos foram melhores que aqueles do Atlas Nordeste, conforme Tabela 47. Porém, unanimemente nenhuma das cinco modelagens com os parâmetros avaliados tiveram sucesso no período de 1986 a 1999. Todas elas apresentaram R2 abaixo de valores aceitáveis. Isso deve ter ocorrido pela interferência da construção do açude Taperoá II (1983) a montante da estação que afetou seu comportamento hidrológico. Isso se confirma observando as vazões nulas mensais que ocorrem a partir da permanência de 68% no primeiro período, e 36% no segundo período. A vazão média mensal do primeiro período é de 8,14 m³/s, enquanto o segundo período cai para 1,50 m³/s, mesmo com a precipitação mensal média se mantendo em 47 mm para ambos os períodos na área de drenagem da estação. Tabela 47 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 38850000 – Poço de Pedras. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Poço de Pedras Monteiro 1970-1977 0.90 0.80 0.42 Aceitável Poço de Pedras Monteiro 1986-1999 0.42 0.17 -15.54 Insuficiente Piancó São Gonçalo 1970-1977 0.93 0.86 0.69 Aceitável Piancó São Gonçalo 1986-1999 0.54 0.30 -0.56 Insuficiente Mossoró Apodi 1970-1977 0.84 0.70 0.05 Insuficiente Mossoró Apodi 1986-1999 0.48 0.23 0.15 Insuficiente Ilha Grande Floresta Rel. 1970-1977 0.92 0.85 0.84 Muito Bom Ilha Grande Floresta Rel. 1986-1999 0.49 0.24 -5.98 Insuficiente Toritama Surubim 1970-1977 0.92 0.84 0.84 Muito Bom Toritama Surubim 1986-1999 0.40 0.16 -10.61 Insuficiente 160 Figura 99 – Modelagem da estação 38850000 – Poço de Pedras, período 1970-1977 (Parâmetros e ETP de Poço de Pedras, Piancó, Mossoró, Ilha Grande e Toritama). Figura 100 – Modelagem da estação 38850000 – Poço de Pedras, período 1986-1999 (Parâmetros e ETP de Poço de Pedras, Piancó, Mossoró, Ilha Grande e Toritama). 4.36 37515000 – Sítio Volta Esta estação é a que fica mais a montante no rio Seridó, afluente da margem direita do rio Piranhas-Açu, no Rio Grande do Norte. Para a modelagem dessa estação, os parâmetros selecionados são os das estações de Mossoró, Piancó e Poço de Pedras. O período de vazões consistidas avaliado na regionalização desses parâmetros é de 1980 a 2000. Períodos mais recentes possuem série de vazões comprometida: vazões nulas nos anos de 1998, 1999, 2001, e 2005, falhas de dados mensais significativas em 2002, ausência dos anos de 2003 e 2004, possivelmente 161 devido à barragem a montante dessa estação: Boqueirão de Parelhas (Ministro João Alves). A regionalização dos parâmetros dessas três estações para a modelagem de Sítio Volta obteve sucesso apenas para a modelagem de Piancó, com coeficiente de Nash- Sutcliffe (R2) igual a 0,38, próximo ao limite inferior de aceitação de 0,36. Os coeficientes estatísticos obtidos nas modelagens são apresentados na Tabela 48. Tabela 48 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 37515000 – Sítio Volta. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Mossoró Apodi 1980-2000 0.49 0.23 0.17 Insuficiente Piancó São Gonçalo Rel. 1980-2000 0.64 0.40 0.38 Aceitável Poço de Pedras Monteiro 1980-2000 0.53 0.28 -2.91 Insuficiente Figura 101 – Modelagem da estação 37515000 – Sítio Volta, período 1980-2000 (Parâmetros e ETP de Mossoró, Piancó e Poço de Pedras). 4.37 38860000 – Bodocongó A estação Bodocongó está localizada no curso principal do rio Paraíba, a jusante de uma grande barragem: Açude Epitácio Pessoa (Boqueirão). Para avaliar a possibilidade de regionalização, foram selecionados os parâmetros de Poço de Pedras e Ilha Grande. Os períodos selecionados com vazões consistidas são 1970 a 2000, 1984 a 2000, e 1999 a 2006. 162 Conforme se observa na Tabela 49, nenhuma modelagem obteve coeficientes de Nash-Sutcliffe aceitáveis, não sendo possível, a princípio, modelar eficientemente essa estação. Os dados fluviométricos estão comprometidos antes de 1984, como se observa na Figura 102 do período de 1970 a 2000. Também para os anos posteriores de 1984 e 2000, não foi possível atingir resultados satisfatórios. Observando os gráficos das vazões observadas e calculadas pelo MOHAC, percebe-se a influência do reservatório Boqueirão (concluído em 1957) observando que os picos nas vazões calculadas, gerada pela precipitação, não ocorrem nas vazões monitoradas pela estação. Para avaliar a regionalização sem sua influência é necessário a série de vazão afluente da barragem para abater da vazão monitorada na estação para entrada, como vazão observada no MODHAC, da área incremental, ou seja, a área de drenagem da estação sem a área de drenagem do reservatório. E posteriormente determinar a precipitação apenas dessa área incremental para assim executar a modelagem sem a influência do reservatório com os parâmetros a serem avaliados. Assim, não há como afirmar se os parâmetros são adequados ou não, pelo comprometimento da série de vazões. Tabela 49 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 38860000 - Bodocongó. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Poço de Pedras Monteiro 1970-2000 0.43 0.19 -0.93 Insuficiente Poço de Pedras Monteiro 1984-2000 0.59 0.35 -2.15 Insuficiente Poço de Pedras Monteiro 1999-2006 0.09 0.01 -21.52 Insuficiente Ilha Grande Floresta 1970-2000 0.45 0.20 -0.15 Insuficiente Ilha Grande Floresta 1984-2000 0.60 0.37 -0.42 Insuficiente Ilha Grande Floresta 1999-2006 0.16 0.03 -11.99 Insuficiente 163 Figura 102 – Modelagem da estação 38860000 - Bodocongó, período 1970-2000 (Parâmetros e ETP de Poço de Pedras e Ilha Grande). Figura 103 – Modelagem da estação 38860000 - Bodocongó, período 1999-2006 (Parâmetros e ETP de Poço de Poço de Pedras e Ilha Grande). 4.38 38830000 – Caraúbas A estação é a que fica mais a montante no curso principal do rio Paraíba e possui a montante o Açude Cordeiro com capacidade de 69 milhões de metros cúbicos. A regionalização foi realizada com a seleção dos parâmetros das estações de Poço de Pedras e Toritama. Os períodos selecionados para o estudo são 1973 a 1981, 1982 a 2000. Ausência de dados mensais de vazões de alguns anos posteriores a 2000 inviabilizaram estudos mais recentes. Todas as regionalizações não obtiveram sucesso devido à influência do açude Cordeiro nas vazões observadas, uma vez que as precipitações não geram resposta nas vazões monitoradas da estação pela interferência do barramento. 164 Tabela 50 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 38830000 – Caraúbas. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Poço de Pedras Monteiro 1973-1981 0.81 0.64 -2.73 Insuficiente Poço de Pedras Monteiro 1982-2000 0.60 0.36 -10.37 Insuficiente Toritama Surubim 1973-1981 0.85 0.73 0.05 Insuficiente Toritama Surubim 1982-2000 0.45 0.21 -7.74 Insuficiente Figura 104 – Modelagem da estação 38830000 – Caraúbas, período 1973-1981 (Parâmetros e ETP de Poço de Pedras e Toritama). Figura 105 – Modelagem da estação 38830000 – Caraúbas, período 1982-2000 (Parâmetros e ETP de Poço de Pedras e Toritama). 4.39 48880000 – Ilha Grande Trata-se de uma das estações calibradas no projeto Atlas Nordeste para representar parte da região do semiárido pernambucano. Essa estação está localizada no riacho do Navio, na bacia do rio Pajeú, a jusante do Açude Barra do Juá. No 165 projeto essa estação foi calibrada para o período de 1968 a 1978, antes da construção desse barramento (1982). Aqui os parâmetros de Ilha Grande e Piancó serão utilizados para avaliar a possibilidade da regionalização mesmo com a interferência do açude. Os períodos selecionados de vazões consistidas são de 1968 a 1978, 1985 a 1997, e 2000 a 2007. Os períodos de 1979 a 1984 e entre 1998 a 1999 apresentam-se com muitas falhas ou ausência de dados e foram rejeitados. Para o período de 1968 a 1978, ao qual foram atribuídos os parâmetros de Ilha Grande no Atlas Nordeste, aqui nesse estudo obteve-se R2 um pouco melhor para a modelagem com os parâmetros da estação de Piancó. Os coeficientes de correlação e determinação obtidos na calibração dos parâmetros de Ilha Grande no projeto Atlas Nordeste foram de 0,93 e 0,87, respectivamente, para este mesmo período. Já aqui, nos estudos da regionalização dos parâmetros, nenhuma das estações pré- calibradas conseguiu tais estatísticas em suas modelagens, como se pode observar na Tabela 51. Essa diferença pode ser devido à alteração dos dados fluviométricos originais em relação aos utilizados aqui no estudo. Às vezes os dados hidrológicos recebem novo tratamento e são substituídos no banco de dados da ANA. Das 13 estações pluviométricas utilizadas no cálculo da série de precipitação média em ambas as pesquisas, 11 são comuns aos dois estudos, então dificilmente a diferença entre os coeficientes estatísticos obtidos aqui e no Atlas Nordeste foi gerada pela diferença da pluviometria. Seguindo com a regionalização dos parâmetros de Piancó e Ilha Grande para o período 1985 a 1997, nenhuma modelagem obteve valor de R2 aceitável. Contudo, para o período de 2000 a 2007, ambos os conjuntos de parâmetros das estações avaliadas obtiveram R2 aceitáveis, destacando-se a modelagem com os parâmetros de Piancó com todas as estatísticas superiores as de Ilha Grande. Assim, é recomendável utilizar os parâmetros de Piancó tanto para o período de 1968 a 1978, como de 2000 a 2007 na modelagem da estação de Ilha Grande. 166 Tabela 51 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 48880000 – Ilha Grande. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Piancó São Gonçalo 1968-1978 0.84 0.70 0.68 Aceitável Piancó São Gonçalo. 1985-1997 0.72 0.51 -0.72 Insuficiente Piancó São Gonçalo 2000-2007 0.82 0.68 0.53 Aceitável Ilha Grande Floresta 1968-1978 0.86 0.74 0.65 Aceitável Ilha Grande Floresta 1985-1997 0.70 0.49 -5.78 Insuficiente Ilha Grande Floresta 2000-2007 0.72 0.52 0.45 Aceitável Figura 106 – Modelagem da estação 48880000 – Ilha Grande, período 1968-1978 (Parâmetros e ETP de Piancó e Ilha Grande). Figura 107 – Modelagem da estação 48880000 – Ilha Grande, período 1985-1997 (Parâmetros e ETP de Piancó e Ilha Grande). 167 Figura 108 – Modelagem da estação 48880000 – Ilha Grande, período 2000-2007 (Parâmetros e ETP de Piancó e Ilha Grande). 4.40 48820000 – Afogados da Ingazeira Este posto fluviométrico pernambucano é o ponto de monitoramento mais à montante localizado no curso principal do rio Pajeú entre as estações estudadas. As estações cujos parâmetros pré-calibrados foram utilizados na modelagem dessa estação são Piancó, Poço de Pedras e Ilha Grande. Para avaliar a regionalização desses parâmetros foram selecionadas as vazões consistidas dos períodos de 1964 a 1974, e 2000 a 2005, pois o período entre 1975 e 1999 sofre muita influência da barragem de montante, Brotas (inaugurada em 1976). Nesse período se encontram muitas falhas e períodos de vazão nula, além de ausência de dados de vazões entre 05/1975 a 12/1993. A avaliação da regionalização para o primeiro período apenas indica bons resultados para a modelagem dessa estação com os parâmetros de Piancó, obtendo- se R2 de 0,52. No segundo período, os parâmetros de Piancó não atingiram R2 suficiente para a eficiência da modelagem. Apenas os parâmetros das estações Poço de Pedras e Ilha Grande obtiveram coeficiente de Nash-Sutcliffe (R2) aceitáveis, com Poço de Pedras apresentando maior valor para R2. 168 Tabela 52 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 48820000 – Afogados de Ingazeira. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Piancó São Gonçalo Rel. 1964-1974 0.74 0.54 0.52 Aceitável Piancó São Gonçalo Rel. 2000-2005 0.87 0.75 0.22 Inaceitável Poço de Pedras Monteiro 1964-1974 0.70 0.49 -1.52 Inaceitável Poço de Pedras Monteiro 2000-2005 0.76 0.57 0.42 Aceitável Ilha Grande Floresta Rel. 1964-1974 0.70 0.49 -0.08 Inaceitável Ilha Grande Floresta Rel. 2000-2005 0.79 0.62 0.36 Aceitável Figura 109 – Modelagem da estação 48820000 – Afogados de Ingazeira, período 1964-1974 (Parâmetros e ETP de Poço de Piancó, Poço de Pedras e Ilha Grande). Figura 110 – Modelagem da estação 48820000 – Afogados de Ingazeira, período 2000-2005 (Parâmetros e ETP de Piancó, Poço de Pedras e Ilha Grande). 169 4.41 48860000 – Floresta A estação pertence ao Estado de Pernambuco, e está localizada no rio Pajeú, sendo o último posto fluviométrico antes desse rio se encontrar com o São Francisco. Encontra-se a montante dessa estação o Açude Serrinha, com capacidade de acumulação de 311 milhões de metros cúbicos, concluída em 1996. As estações selecionadas para avaliar a regionalização de seus parâmetros foram Piancó, Poço de Pedras e Ilha Grande. Os períodos selecionados para o estudo foram entre 1985 a 1993, e 2004 a 2008. Entre 1994 e 2003, há muitas falhas. Para se avaliar o período mais recente foi tolerado um período curto de 05 anos, 2004 a 2007 com dados consistidos e 2008 com dados brutos. Os parâmetros de Piancó apresentaram modelagem satisfatória para estação de Floresta no período de 1985 a 1993, e para o período de 2004 a 2008, obteve R2 de 0,39, bem próximo do limite tolerável de aceitabilidade da modelagem (0,36), semelhante aos resultados obtidos com os parâmetros de Ilha Grande que apresentaram R2 de 0,36 na modelagem para o período de 1985 a 1993. Todas as outras tentativas de modelagens a partir dos parâmetros regionalizados se mostraram insuficientes. Desta forma os parâmetros de Piancó foram os que demonstraram melhores resultados na modelagem de Floresta. Tabela 53 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 48860000 – Floresta. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Piancó São Gonçalo 1985-1993 0.89 0.80 0.80 Muito Bom Piancó São Gonçalo 2004-2008 0.64 0.40 0.39 Aceitável Poço de Pedras Monteiro 1985-1993 0.85 0.72 -0.74 Insuficiente Poço de Pedras Monteiro 2004-2008 0.48 0.23 -2.10 Insuficiente Ilha Grande Floresta 1985-1993 0.86 0.74 0.36 Aceitável Ilha Grande Floresta 2004-2008 0.56 0.30 -0.54 Insuficiente 170 Figura 111 – Modelagem da estação 48860000 – Floresta, período 1985-1993 (Parâmetros e ETP de Piancó, Poço de Pedras e Ilha Grande). Figura 112 – Modelagem da estação 48860000 – Floresta, período 2004-2008 (Parâmetros e ETP de Piancó, Poço de Pedras e Ilha Grande). 4.42 49160000 – Inajá O posto fluviométrico de Inajá situa-se no rio Moxotó, afluente do rio são Francisco e possui a barragem de Engenheiro Francisco Saboia (inaugurada em 1959) a montante com a capacidade máxima de armazenamento de 504 milhões de metros cúbicos. Os parâmetros pré-calibrados para modelagem escolhidos para avaliar a regionalização foram o da estação Piancó, Ilha Grande e Poço de Pedras. O período analisado foi entre 1978 a 1992. Períodos após 1992 possuem muitas falhas mensais no banco de dados, inviabilizando uma análise consistente mais recente. A influência do reservatório é inegável, demostrada nos picos de cheias das vazões monitoradas desproporcionais à precipitação ao longo do período, às vezes os picos 171 de vazões surgem sem precipitação, às vezes não ocorrendo ou ocorrendo com menor intensidade na presença de uma precipitação significativa. Para um estudo mais elaborado, seria necessário obter a série de vazão do reservatório e modelar a área incremental. Dessa forma, não foi possível regionalizar quaisquer parâmetros para modelagem da estação de Inajá, conforme se podem ver nos resultados obtidos na Tabela 54 . Tabela 54 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 49160000 - Inajá. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Piancó São Gonçalo 1978-1992 0.61 0.36 -0.87 Insuficiente Ilha Grande Floresta 1978-1992 0.54 0.29 -5.94 Insuficiente Poço de Pedras Monteiro 1978-1992 0.57 0.32 -12.52 Insuficiente Figura 113 – Modelagem da estação 49160000 - Inajá, período 1978-1992 (Parâmetros e ETP de Piancó, Ilha Grande e Poço de Pedras). 172 4.43 39130000 – Toritama O posto fluviométrico pernambucano de Toritama é a estação nesse estudo mais próxima da cabeceira do seu rio, o Capibaribe. Situando-se a montante da Barragem de Jucazinho e a jusante do Açude Poço Fundo. Essa é uma estação cujos parâmetros foram calibrados no projeto Atlas Nordeste. Os parâmetros selecionados para avaliar a regionalização dessa região foram aqueles pertencentes à própria estação, e da estação Capivara. O período estudado é aquele em que ocorreu a calibração, 1973 a 1986, cujos coeficientes estatísticos obtidos são r e r² iguais a 0,88 e 0,77. Também foram estudados os períodos de 1987 a 2000, e 2001 a 2008. Os bons resultados obtidos com os parâmetros de Toritama na modelagem desenvolvida aqui no estudo se assemelham àqueles obtidos pelo projeto Atlas Nordeste para o período (Tabela 55). Os parâmetros de Capivara também levaram a coeficiente de Nash-Sutcliffe aceitável na modelagem do período, contudo inferiores aos obtidos pelos parâmetros de Toritama, continuando este último o mais adequado na modelagem do período entre 1973 a 1986. No entanto, as modelagens dos outros períodos não levaram a coeficientes estatísticos satisfatórios para quaisquer parâmetros. O relatório do Atlas Nordeste, sobre essa estação, relata que o reservatório Poço Fundo (construção em 1987) impacta significativamente o regime hidrológico local no período após sua construção. Sendo assim, não foi possível regionalizar parâmetros nessa região para períodos mais recentes devido à influência de barramento. Tabela 55 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 39130000 - Toritama. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Toritama Surubim 1973-1986 0.87 0.76 0.76 Muito Bom Toritama Surubim 1987-2000 0.16 0.02 -5.92 Insuficiente Toritama Surubim 2001-2008 0.38 0.14 -1.53 Insuficiente Capivara Recife 1973-1986 0.86 0.75 0.68 Aceitável Capivara Recife 1987-2000 0.17 0.03 -1.82 Insuficiente Capivara Recife 2001-2008 0.56 0.31 -1.18 Insuficiente 173 Figura 114 – Modelagem da estação 39130000 - Toritama, período 1973-1986 (Parâmetros e ETP de Toritama e Capivara). Figura 115 – Modelagem da estação 39130000 - Toritama, período 1987-2000 (Parâmetros e ETP de Toritama e Capivara). Figura 116 – Modelagem da estação 39130000 - Toritama, período 2001-2008 (Parâmetros e ETP de Toritama e Capivara). 174 4.44 39540000 – Capivara Esta estação fluviométrica está situada no alto curso do rio Una e foi avaliada a regionalização dos parâmetros a partir das estações de Toritama e da mesma. Esse posto foi calibrado no projeto Atlas Nordeste, para o período de 1978 a 1993, obtendo-se coeficientes estatísticos de r e r² iguais a 0,90 e 0,81, respectivamente. O período de vazões consistidas selecionado para os estudos aqui desenvolvidos foram de 1978 a 1993, compatível com os estudos do Atlas Nordeste e 1998 a 2006, para avaliar a validade dos parâmetros para um período mais recente. O primeiro período, como era de se esperar, apresentou bons resultados de modelagem tanto para os parâmetros de Toritama, como para os de Capivara que superaram as estatísticas daqueles obtidos na calibração no projeto Atlas Nordeste. Porém o período mais recente não atingiu uma modelagem satisfatória, apresentando R2 insuficiente, conforme se observa Tabela 56. Na transição entre períodos, há também a transição de bancos pluviométricos consistidos para brutos, e por isto a disponibilidade de estações diminuiu de 17 para apenas 03 postos no cálculo da série da precipitação média, o que pode ter interferido na representação do comportamento hidrológico regional e afetado a modelagem da estação para períodos recentes, independente dos parâmetros utilizados no MODHAC. Tabela 56 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 36540000 – Capivara. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Toritama Surubim 1978-1993 0.85 0.71 0.60 Aceitável Toritama Surubim 1998-2006 0.57 0.32 -3.11 Insuficiente Capivara Recife 1978-1993 0.90 0.82 0.82 Muito Bom Capivara Recife 1998-2006 0.71 0.50 -3.43 Insuficiente 175 Figura 117 – Modelagem da estação 39540000 - Capivara, período 1978-1993 (Parâmetros e ETP de Toritama e Capivara). Figura 118 – Modelagem da estação 39540000 - Capivara, período 1998-2006 (Parâmetros e ETP de Toritama e Capivara). 4.45 39340000 – Caruaru Esta estação fluviométrica está localizada no rio Ipojuca, cuja área de drenagem fica localizada entre as áreas de drenagem da estação Capivara (Rio Una) e Toritama (Rio Capibaribe), e por isso tais estações foram selecionadas para avaliação da regionalização dos seus parâmetros na modelagem da estação Caruaru. O período selecionado foi escolhido compatibilizando com os períodos de calibração das estações com parâmetros pré-calibrados, sendo assim se analisou os períodos de 1973 a 1986 e de 1978 a 1992, compatíveis com Toritama e Capivara, respectivamente. Não há vazões consistidas no banco de dados entre 04/1994 e 176 12/1999, e entre 2000 e 2006 há várias sequências de cinco até oito meses sem dados, impossibilitando uma análise mais consistente de períodos mais recentes. Apesar dos coeficientes estatísticos de correlação e determinação para todos os períodos se apresentarem razoavelmente bem para as modelagens com os parâmetros de Toritama e Capivara, apenas a modelagem com os parâmetros de Toritama apresentou coeficiente de Nash-Sutcliffe aceitáveis para os períodos analisados. Tabela 57 - Coeficientes estatísticos obtidos na modelagem da estação 39340000 - Caruaru. Parâmetro ETP Período r r² R2 Avaliação Toritama Surubim 1973-1986 0.87 0.76 0.64 Aceitável Toritama Surubim 1978-1992 0.81 0.65 0.45 Aceitável Capivara Recife 1973-1986 0.82 0.66 0.29 Insuficiente Capivara Recife 1978-1992 0.78 0.61 0.06 Insuficiente Figura 119 – Modelagem da estação 39340000 - Caruaru, período 1973-1986 (Parâmetros e ETP de Toritama e Capivara). Figura 120 – Modelagem da estação 39340000 - Caruaru, período 1978-1992 (Parâmetros e ETP de Toritama e Capivara). 177 4.46 Mapa dos Parâmetros Regionalizados. Para melhor entendimento, apresenta-se um mapa com as áreas de drenagens das estações estudadas, diferenciando-as por cores relacionadas aos parâmetros regionalizados aceitos para suas áreas. A regionalização representada está sujeita às restrições descritas na análise. As áreas listradas em vermelho apontam onde a regionalização dos parâmetros associado à cor da área local teve coeficiente de Nash-Sutcliffe acima de 0,36 para períodos recentes, ou seja, após o ano 2000. Há algumas áreas que não tiveram regionalização de parâmetros de apenas uma estação antes de 2000 e foram circundadas com a cor dos parâmetros conflitantes à cor de preenchimento dos parâmetros associados à área de drenagem da estação (Pedras de Abelhas, Pau dos Ferros, Jardim de Piranhas, São Fernando, Afogados da Ingazeira e Antenor Navarro) ou circundada por uma cor cinza associada a não regionalização entre períodos regionalizáveis (Ilha Grande). Áreas de cor cinza com hachuras em formato de grades informam regiões onde não foi possível trazer parâmetros de outras regiões para modelagem no MODHAC das estações fluviométricas dessas áreas, mas que em alguns casos, podem vir a ser reestudadas, como no caso de barramentos, e ainda podem ter seus parâmetros regionalizados. Áreas sem informação dentro da área de estudo, semiárido do Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco, ocorreram por ausência de estações fluviométricas com séries consistidas disponíveis para avaliação da regionalização, ou estações existentes com séries curtas de vazões ou ainda com dados fluviométricos significativamente comprometidos para realização de um estudo. O mapa se encontra na Figura 121. 178 Figura 121 – Mapa dos Parâmetros MODHAC Regionalizados. Fonte: Autor, 2018. 179 5 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES O estudo aqui desenvolvido proporcionou o levantamento de informações diversas sobre o semiárido nordestino, analisando dados de séries hidrológicas em quatros estados. Ficou evidente que as regionalizações tiveram maior sucesso nos estados que possuem séries hidrológicas mais antigas e mais consistentes, como no caso do Ceará, que teve boa parte do seu semiárido regionalizado ainda que as estações analisadas estivessem distantes das estações pré-calibradas. O Rio Grande do Norte foi prejudicado nas avaliações da regionalização, pois dispõe de poucas estações nas bacias do Oeste do estado, e por estarem comprometidas impossibilitou o estudo dessa região. Ainda assim, foram obtidos bons resultados na bacia do Apodi e do Piranhas-Açu. A Paraíba foi a que teve proporcionalmente maior área de seu semiárido estudado, contudo apresentou áreas sem regionalização dos parâmetros. Infelizmente o Estado de Pernambuco foi o mais prejudicado em termo de área avaliada pela regionalização, já que praticamente todo o sertão ficou de fora da análise, por não possuir estações fluviométricas com séries longas, consistentes e disponíveis. Além disso, grande parte da área estudada não teve sucesso na regionalização dos parâmetros. Uma parcela das áreas não regionalizadas se deve à interferência de reservatórios. Tal situação não significa que os parâmetros utilizados não possam levar a bons resultados. Seria necessário ampliar o estudo para considerar apenas as áreas incrementais após os reservatórios e deduzir das séries de vazões as defluências desses reservatórios, o que se propõe como pesquisas futuras. Por outro lado, diversas séries de vazões simuladas a jusante de alguns reservatórios foram aprovadas nos critérios de ajuste do modelo mesmo com a interferência dos mesmos. O fato de as simulações acontecerem com passo de tempo mensal minimiza esse efeito, também porque muitos dos reservatórios atuam como regularizadores da vazão do rio a jusante. Portanto, sugere-se para estudos futuros o 180 levantamento das séries de vazões dos reservatórios para modelagem da área incremental sem influência desses no estudo da regionalização de parâmetros. Nas análises, observou-se que o efeito de escala não foi percebido. As áreas que rejeitaram os parâmetros de outras regiões em sua modelagem, não tiveram respaldo no efeito de escala, já que normalmente não eram sub-bacias de outras áreas regionalizadas, e quando o foram, apresentaram problemas de dados fluviométricos, pluviométricos, ou interferência de barramentos. Modelos hidrológicos são importantes nos estudos de recursos hídricos, contudo quanto maior o número de parâmetros, mais difícil se torna a calibração. O modelo utilizado teve sua escolha definida por conta de diversas aplicações já desenvolvidas, o que permitiu nesta pesquisa utilizar resultados dessas aplicações. Ainda que o MODHAC tenha maneiras de diminuir o número de parâmetros em função de condições de contorno para região semiárida, anulando a componente do reservatório subterrâneo, deve-se pensar na necessidade de se desenvolver modelos focados para estas áreas semiáridas com menos parâmetros e melhores interfaces que evitem tantos trabalhos manuais em sua operação. No estudo aqui desenvolvido foram analisadas 45 estações fluviométricas, onde existiam de dois a três períodos por estação a serem avaliados e com duas ou mais estações pré-calibradas para avaliar a regionalização para cada período. Como o MODHAC não se liga a um banco de dados para selecionar diversos períodos para análise, isso tudo é feito manualmente pelo usuário, o que leva a um trabalho exaustivo, lento e que precisa de demasiada atenção para se evitar erros na avaliação de grandes regiões. Além disso, o enorme avanço nas técnicas de geoprocessamento e do conhecimento do terreno devem ser utilizados tanto para facilitar o trabalho do usuário como para aprimorar os resultados. Portanto, propõe-se que novos modelos de simulação hidrológica mais adequados ao semiárido, integrados a técnicas de geoprocessamento, sejam objeto de estudos futuros. Por fim, resta observar que as deficiências das bases de dados pluviométricos foram avaliadas como responsáveis pela redução da qualidade das simulações dos 181 períodos mais recentes em relação ao da série consistida e homogeneizada pela ANA até o ano 2001 para os estudos do Atlas Nordeste. A atualização desse trabalho de forma sistemática certamente pode melhorar as simulações. Porém, ainda assim, restam grandes lacunas de observação que requerem melhoria da rede por um lado, e por outro, utilização de outras estratégias como a utilização de dados de precipitação estimados por satélite. 182 REFERÊNCIAS [1] ADAM, E. O.; ELbasit, M. A. M. A.; TESFAMICHAEL, S.; AHMED, F. Integration of Satellite Rainfall Data and Curve Number Method for Runoff Estimation Under Semi-Arid Wadi System. ISPRS - International Archives of the Photogrammetry, Remote Sensing and Spatial Information Sciences. v. XLII- 3/W2, p. 1-7, 2017. Disponível em: . Acessado em: 28 dezembro 2017. [2] ALVES, F. H. B. A. Sistema de Previsão de Enchentes: Integração de Modelos de Previsão de Chuva, Simulação Hidrológica e Hidrodinâmica. 2017. 169 p. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil) – Universidade Federal de Pernambuco, CTG, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil, 2017. Meio Digital. [3] ANA. 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Seu perfil configura-se da seguinte forma: Sistema Aquífero Superior (Exu e Arajara), aquiclude Santana, Sistema Aquífero Médio (Rio Batateira/Abaiara/Missão Velha), aquiclude Brejo Santo, e por fim, o Sistema Aquífero Inferior (Base da Brejo Santo e Mauriti), nesta configuração os principais aquíferos são o Mauriti e o sistema Rio Batateira/Abaiara/Missão Velha. O primeiro com vazões abaixo de 05 m³/h, e o segundo com vazões que alcançam 300 m³/h. Estudos desenvolvidos na CPRM em parceria com a Universidade do Federal do Ceará propuseram para o vale do Cariri, com seus dois aquíferos, reservas renováveis de 360 milhões de m³, reservas permanentes (excluindo o Mauriti) de 14 bilhões de m³, recursos explotáveis de 450 milhões de m³/ano, com uma disponibilidade total de 54 milhões de m³/ano;  Na Bacia do Apodi, com sua maior parte na área costeira Norte do Rio Grande do Norte e menor parte no Nordeste do Ceará, formado por dois importantes aquíferos da Bacia Potiguar: O mais importante, o Aquífero Açu, poroso, livre a semiconfinado, e o sobreposto Aquífero Jandaíra, livre e cárstico, limitado na sua porção inferior por sedimentos pouco permeáveis da base da Formação Jandaíra e topo da Formação Açu, e assim, formando uma camada confinante a 193 semiconfinante em uma parte do Aquífero Açu. A configuração das cargas hidráulicas entre estes dois aquíferos permitem ocorrências de drenança vertical ascendente ou descendente. O Aquífero Açu apresenta vazões até 50 m³/h, na região cearense, e no Aquífero Jandaíra encontram-se vazões de até 300 m³/h com reservas explotáveis de 125.000.000 m³.  Na Bacia do Parnaíba, localizada no limite Oeste entre o Piauí e o Ceará, onde há ocorrência do aquífero Serra Grande, mas que, nesta localidade, apresenta baixo potencial, com vazões menores que 10 m³/h, atendendo apenas demandas pontuais, porém com água de boa qualidade;  Nas Bacias de Iguatu/Malhada Vermelha/ Lima Campos/Icó, localizadas no centro do Estado do Ceará, formado por 03 unidades aquíferas: Icó, Malhada Vermelha, e Lima campos, apresentando potencial hidrogeológico baixo, com vazões médias da ordem de 03 m³/h;  Na Bacia de Lavras da Mangabeira, localizada na região sudeste do Estado do Ceará, composta pelas Formações Serrote do Limoeiro e Iborepi. Estudos da CPRM em parceria com a Universidade Federal do Ceará propõe uma potencialidade de 4,6 milhões de m³/ano e uma disponibilidade instalada de cerca de 01 milhão de m³/ano, sendo a CAGECE - Companhia de Água e Esgoto do Ceará, a maior extratora desta água para abastecimento;  No Aquífero Barreiras, que são constituídos por rochas da porção centro norte a todo o litoral do Estado do Rio Grade do Norte, com caráter livre a semiconfinado, abastecendo a maior parte oriental deste Estado, incluindo a capital Natal. Com grandes variações de vazões entre 05 e 100m³/h, numa área de frágil equilíbrio ambiental.  Nos Aquíferos Aluviais, que se formam através de depósitos na Bacia Potiguar sobre rochas cristalinas e sobre sedimentos da Formação Barreiras na costa leste. Os principais aquíferos aluviais na região da Bacia Potiguar são o de Açu/Carnaubais, o da planície aluvial do Apodi, e aqueles da região de Upanema e Afonso Bezerra. Estes são recarregados pelas precipitações e rios 194 nos períodos de cheia, e são principalmente afetados pela evapotranspiração. Eventualmente ocorrem vazões acima de 10m³/h.  Na Bacia Rio do Peixe, situa-se no estremo Oeste do Estado da Paraíba, formada por 03 sub-bacias sedimentares: Brejo das Freiras, Sousa e Pombal. Segundo estudos da CPRM e a Universidade Federal de Campina Grande, esta bacia apresenta baixo potencial para a produção de água subterrânea, conforme se observou na cidade de Souza um poço seco com profundidade de 972 metros até encontro com o embasamento cristalino, e em Exu, um poço de 498 metros que produziu apenas 7,5 m³/h somente nos 152 metros superiores.  Na Bacia do Jatobá, localizada na porção central do Estado de Pernambuco, envolvendo total ou parcialmente os municípios de Ibimirim-PE, Inajá-PE, Buíque-PE, Tupanatinga-PE, Petrolândia-PE, Petrolândia-PE, Tacaratu-PE, Manari-PE, Arcoverde-PE, Itaíba-PE e Sertânia-PE. Formado por pelo sistema Santana/Exu, sistema Marizal/São Sebastião/Ilhas, e pelo aquífero Inajá/Tacaratu, sendo os dois primeiros com comportamento hidrogeológico desprezível, e o último e mais importante manancial desta bacia, apresentando poços com vazões de até 100 m³/h.  Na Bacia de Mirandiba, situa-se distribuída em 03 municípios: Mirandiba-PE, São José do Belmonte-PE, e Serra Talhada-PE. O principal manancial desta bacia é o Sistema Aquífero Inajá/Tacaratu, apresentado poços com vazões acima de 100 m³/h, alguns deles reforçando abastecimento de cidades, como a sede municipal de Mirandiba-PE;  Na Bacia de Betânia, localizada na porção central de Pernambuco, distribuída nos municípios de Betânia-PE, Calumbi-PE, Flores-PE, Floresta-PE, e Serra Talhada-PE. Funciona em grande parte como divisor de águas entre aquelas bacias cujos rios correm em direção ao rio Pajeú, como as dos riachos São Domingos, riacho do Poço, e riacho do Gado, e as que drenam em direção em direção ao riacho do Navio, como os riachos das Vassouras e Olho D´água. Igualmente a Bacia de Mirandiba, o principal manancial desta bacia é o Sistema 195 Aquífero Inajá/Tacaratu, apresentado vazões acima de 100 m³/h, reforçando o abastecimento de distritos e povoados como Areias-PE, Santana-PE, Roças Velhas e Caiçarinha da Penha-PE, entre outros.  Na Bacia de Cedro, localizada na região fronteiriça entre Pernambuco e Ceará, distribuído nos municípios de Cedro-CE, Salgueiro-PE, São José do Belmonte- PE, Serrita-PE, e Verdejante-PE. É formada por duas sequências sedimentares, a inferior sobreposta ao embasamento, a Formação Mauriti, que representa o melhor aquífero desta bacia, e a superior, a Formação Brejo santo, considerado um aquiclude que condiciona os arenitos da Formação Mauriti em aquíferos livres ou confinados;  Na Bacia de São José do Belmonte, situa-se na porção centro-norte de Pernambuco, no município de mesmo nome, englobando ainda os municípios de Mirandiba-PE, Serra Talhada-PE, e Verdejante-PE. Seu principal manancial é o Aquífero Tacaratu que ocorre praticamente em toda a bacia, com poços rasos nas áreas de afloramentos, ou com poços profundos na porção confinada.  Na Bacia de Fátima ou Bacia de Afogados de Ingazeira, inserida na bacia hidrográfica do rio Pajeú, englobando parcialmente os municípios de Afogados de Ingazeira-PE, Carnaíba-PE, Flores-PE, e Custódia-PE. É constituída por dois principais aquíferos: Aquífero Fátima de água salobra a salinizada, e o outro mais importante, o Aquífero Tacaratu, que apresenta água de boa qualidade. Este último serve de abastecimento desde Vila de Fátima-PE aos municípios de Flores-PE e Custódia-PE;  Na Bacia de Carnaubeira da Penha, Situada na porção central do Estado de Pernambuco, envolvendo parte dos municípios de Mirandiba-PE, Serra Talhada- PE, Floresta-PE e o homônimo, Carnaubeira da Penha-PE. Os arenitos da Formação Tacaratu constituem o principal manancial desta bacia, com poços apresentando vazões da ordem de 10m³/h. O abastecimento de toda a população da sede de Carnaubeira da Penha é obtido pela explotação deste aquífero. 196 Rochas Fraturadas (Embasamento Cristalino) O entendimento do que envolve as Rochas Fraturadas na Síntese Hidrogeológica do Nordeste ao Milionésimo (CPRM, 2015) está relacionada às rochas metassedimentares (gnaisses, xistos, quartzitos, etc.) e àquelas do embasamento cristalino propriamente dito, tais como os granitos, granodioritos, migmatitos, etc. As vazões nestas regiões são muito baixas oscilando entre 01 e 02 m³/h. No cristalino do Rio Grande do Norte as águas são normalmente salinas, com teores de STD (Sólidos Totais Dissolvidos) superiores a 2.000 mg/L, mesmo assim se observa seu uso em pequenas atividades agrícolas e abastecimento de comunidades rurais. Lembrando que água com STD acima de 1000 mg/L já é considerado intragável para consumo humano, segundo a Organização Mundial da Saúde ( WHO, 2011) [65]. Qualidade das Águas Subterrâneas Conforme a Síntese Hidrogeológica do Nordeste ao Milionésimo (CPRM, 2015) [25], observa-se uma forte ligação entre a qualidade da água subterrânea com os Domínios Hidrolitológicos dos Estados nordestinos, com as zonas sedimentares apresentando águas de boa qualidade e as rochas cristalinas apresentando águas salinizadas. A seguir apresenta-se um resumo da qualidade das águas subterrâneas dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Pernambuco: 197 Domínios Hidrolitológicos e Distribuição da qualidade da água com base de Sólidos Totais Dissolvidos (STD em mg/L) no semiárido dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Dados do SIAGAS/CPRM. Fonte: Adaptado das camadas de informações dos Sólidos Totais Dissolvidos e Domínios Hidrolitológicos da Síntese Hidrogeológica do Nordeste ao Milionésimo (CPRM, 2015) [25]. Nesta síntese cita-se a existência de um bolsão de água muito salinizada na zona centro-norte no Estado do Ceará, e uma tendência de água menos salinizada no cristalino nas zonas próximas ao “arco” morfológico elevado constituído pela Serra da 198 Ibiapaba, e a Serra do Araripe, tendência essa associada provavelmente a índices pluviométricos maiores destas elevações. O aquífero Açu, na zona da bacia do Apodi, tem águas subterrâneas de boa qualidade, porém é mascarada devido as águas muito mineralizadas por carbonatos do aquífero Jandaíra. No Estado do Rio Grande do Norte, o Aquífero Barreiras destaca-se por apresentar baixos índices de STD. Nas áreas cristalinas deste estado, a salinidade das águas se incrementa na continuidade do planalto da Borborema. Observam-se, no Estado da Paraíba, os baixos índices de STD nas regiões de ocorrências dos domínios sedimentares (Araripe e Rio do Peixe). Bem diferentemente das áreas cristalinas na faixa Nordeste-Sudoeste onde se encontra novamente o planalto da Borborema e o elevado STD, só diminuído a salinidade das águas nestas rochas cristalinas ao Leste do estado e principalmente ao Oeste deste planalto. No Estado de Pernambuco, verifica-se o STD menor na porção centro-Sul e centro-noroeste, região da Bacia Jatobá e região da Bacia São José do Belmonte respectivamente, nos aquíferos Inajá e Tacaratu. Segue abaixo figuras dos estados estudados nesta pesquisa com a delimitação das áreas de viabilidade para o abastecimento por águas subterrâneas sugeridas pela Síntese Hidrogeológica do Nordeste ao Milionésimo (CPRM, 2015) [25]. 199 Área com potencial para abastecimento por águas subterrâneas no Estado do Ceará. Área com potencial para abastecimento por águas subterrâneas no Estado do Rio Grande do Norte. 200 Área com potencial para abastecimento por águas subterrâneas no Estado do Paraíba. Área com potencial para abastecimento por águas subterrâneas no Estado do Pernambuco. Fonte: As quatro figuras anteriores foram retiradas da Síntese Hidrogeológica do Nordeste ao Milionésimo (CPRM, 2015) [25]. 201 APÊNDICE B – INVENTÁRIO PLUVIOMÉTRICO E EVAPORIMÉTRICO Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) 0240000 CAMOCIM 35 CAMOCIM CE -2,90000 -40,83333 Sim 0240001 ACARAÚ 35 ACARAÚ CE -2,88333 -40,11667 Sim 0240004 GURIU 35 CAMOCIM CE -2,85000 -40,58333 Sim 0240006 JIJOCA 35 ACARAÚ CE -2,81667 -40,41667 Não 0241003 BARROQUINHA 35 CAMOCIM CE -2,98333 -41,08333 Não 0338001 PICI 35 FORTALEZA CE -3,75000 -38,58333 Sim 0338003 MONDUBIM 35 FORTALEZA CE -3,81639 -38,57917 Sim 0338005 MARACANAU 35 MARACANAU CE -3,90000 -38,63333 Sim 0338007 AQUIRAZ 35 AQUIRAZ CE -3,90000 -38,38333 Sim SÃO SÃO GONÇALO DO 0338008 35 GONÇALO DO CE -3,58333 -38,96667 Sim AMARANTE AMARANTE 0338013 SÍTIOS NOVOS 35 CAUCAIA CE -3,73333 -38,96667 Não SÃO 0338015 UMARITUBA 35 GONÇALO DO CE -3,66667 -38,98333 Não AMARANTE 0339001 AÇUDE CAXITORÉ 35 PENTECOSTE CE -3,75000 -39,36667 Sim 0339006 ALMOFADA 35 ACARAÚ CE -3,03333 -39,88333 Não 0339007 AMONTADA 35 ITAPIPOCA CE -3,38333 -39,83333 Sim 0339011 ARACATIARA 35 ITAPIPOCA CE -3,16667 -39,73333 Não 0339014 ITAPAGÉ 35 ITAPAGÉ CE -3,68333 -39,58333 Sim 0339016 BETÂNIA 35 ITAPIPOCA CE -3,26750 -39,64750 Sim 0339017 ICARAÍ 35 ITAPIPOCA CE -3,06667 -39,61667 Não 0339019 IRAPUÃ 35 PENTECOSTE CE -3,91667 -39,13333 Não 0339020 IRATINGA 35 ITAPAGÉ CE -3,73333 -39,53333 Sim 0339021 JUÁ 35 IRAUÇUBA CE -3,86667 -39,86667 Não 0339022 MATIAS 35 PENTECOSTE CE -3,93333 -39,06667 Não 0339024 MUNDAU 35 TRAIRI CE -3,18333 -39,36667 Sim 0339026 PARACURU 35 PARACURU CE -3,38333 -39,08333 Sim SÃO LUÍS DO 0339028 SÃO LUÍS DO CURU 35 CE -3,67389 -39,24167 Sim CURU SÃO 0339029 SERROTE 35 GONÇALO DO CE -3,55000 -39,16667 Não AMARANTE 0339030 TRAIRI 35 TRAIRI CE -3,28333 -39,25000 Sim 0339031 VERTENTES 35 ITAPAGÉ CE -3,93333 -39,56667 Sim 0339033 CRUXATI 35 ITAPIPOCA CE -3,26667 -39,65000 Não URUBURETAM 0339034 URUBURETAMA 35 CE -3,61667 -39,50000 Sim A 0340001 ARAQUEM 35 COREAÚ CE -3,61667 -40,81667 Não 0340002 AÇUDE AYRES DE SOUZA 35 SOBRAL CE -3,76667 -40,50000 Sim 0340003 AÇUDE ARACATIAÇU 35 SOBRAL CE -3,90000 -40,01667 Sim 0340005 FORQUILHA 35 FORQUILHA CE -3,80000 -40,25000 Sim MARTINÓPOL 0340008 MARTINOPOLE 35 CE -3,23333 -40,68333 Sim E 0340009 AÇUDE PATOS 35 SOBRAL CE -3,76667 -40,03333 Sim Sub-bacia Operando 202 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) SANTANA DO 0340010 SÃO VICENTE 35 CE -3,40000 -40,26667 Sim ACARAÚ 0340011 SOBRAL 35 SOBRAL CE -3,66667 -40,36667 Sim 0340012 TUCUNDUBA 35 SENADOR SÁ CE -3,16667 -40,43333 Sim 0340013 VÁRZEA DA VOLTA 35 MORAUJO CE -3,51667 -40,61667 Sim 0340014 CARIRE 35 CARIRE CE -3,95000 -40,46667 Sim FRECHEIRINH 0340015 FRECHEIRINHA 35 CE -3,76667 -40,81667 Sim A 0340016 GRANJA 35 GRANJA CE -3,11667 -40,83333 Sim 0340018 IBIAPINA 34 IBIAPINA CE -3,91667 -40,88333 Sim 0340019 IBUAÇU 35 GRANJA CE -3,38333 -40,91667 Sim 0340020 MARCO 35 MARCO CE -3,15000 -40,15000 Sim 0340023 MUCAMBO 35 MUCAMBO CE -3,90000 -40,76667 Sim SANTANA DO 0340024 MUTAMBEIRAS 35 CE -3,33333 -40,15000 Não ACARAÚ 0340025 PARACUA 35 URUOCA CE -3,36667 -40,78333 Não 0340026 PARAZINHO 35 GRANJA CE -3,03333 -40,66667 Não 0340029 TAPERA 35 CARIRE CE -3,85000 -40,53333 Sim 0340030 TIANGUÁ 34 TIANGUÁ CE -3,73333 -40,98333 Sim 0340031 UBAJARA 34 UBAJARA CE -3,85000 -40,91667 Sim 0340039 URUOCA 35 URUOCA CE -3,31667 -40,56667 Sim 0340041 MERUOCA 35 MERUOCA CE -3,45000 -40,48333 Sim 0340049 MASSAPÊ 35 MASSAPÊ CE -3,53333 -40,33333 Sim 0341010 CHAVAL 35 CHAVAL CE -3,03333 -41,23333 Sim 0341012 FAZENDA CARAUBAS 35 GRANJA CE -3,38333 -41,06667 Não 0341013 IBUGUAÇU 35 GRANJA CE -3,36667 -41,26667 Não SANTO ANTÔNIO DA 0341014 34 IBIAPINA CE -4,03278 -41,08306 Sim PINDOBA VIÇOSA DO 0341015 PADRE VIEIRA 34 CE -3,56667 -41,33333 Não CEARÁ VIÇOSA DO 0341016 VIÇOSA DO CEARÁ 35 CE -3,56417 -41,09417 Não CEARÁ 0437001 AROEIRAS 36 ARACATI CE -4,56667 -37,98333 Não 0437003 FORTIM 36 ARACATI CE -4,45000 -37,78333 Não 0437004 FORTIM 36 ARACATI CE -4,45000 -37,78333 Não 0437005 VIEIRA 36 RUSSAS CE -4,98333 -37,81667 Não 0437006 JAGUARUANA 36 JAGUARUANA CE -4,83333 -37,78333 Sim 0437008 MATA FRESCA 37 ARACATI CE -4,80000 -37,40000 Sim 0437009 PALHANO 36 PALHANO CE -4,75000 -37,96667 Sim 0437011 UMBURANAS 36 BEBERIBE CE -4,46667 -37,95000 Não AREIA 0437012 AREIA BRANCA 37 RN -4,95000 -37,13333 Sim BRANCA 0437013 TIBAU 37 GROSSOS RN -4,83333 -37,25000 Sim 0438003 ANTÔNIO DIOGO 35 REDENÇÃO CE -4,31667 -38,75000 Sim AÇUDE SANTO 0438007 36 RUSSAS CE -4,83333 -38,16667 Sim ANTÔNIO DE RUSSAS 0438008 AÇUDE RIACHÃO 35 PACATUBA CE -4,06667 -38,56667 Não 0438010 BATURITÉ 35 BATURITÉ CE -4,33333 -38,86667 Sim 0438011 BAÚ 35 PACATUBA CE -4,12139 -38,65917 Sim Sub-bacia Operando 203 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) LIMOEIRO DO 0438013 BIXOPA 36 CE -4,98333 -38,21667 Não NORTE MORADA 0438014 BOA ÁGUA 35 CE -4,83333 -38,61667 Não NOVA BOQUEIRÃO DO 0438015 35 BEBERIBE CE -4,58333 -38,21667 Sim CESÁRIO 0438019 CRISTAIS 35 CASCAVEL CE -4,48333 -38,35000 Não 0438021 CHOROZINHO 35 CHOROZINHO CE -4,30222 -38,49694 Sim 0438022 CRISTAIS 35 CASCAVEL CE -4,49750 -38,36056 Sim 0438023 CURUPIRA 35 ARACOIABA CE -4,53333 -38,56667 Não 0438024 DANIEL DE QUEIROS 36 PEREIRO CE -4,86667 -38,93333 Sim 0438025 FAZENDA SANTA MARIA 36 QUIXADÁ CE -4,98333 -38,81667 Não MORADA 0438026 FEITICEIRO 36 CE -4,86667 -38,35000 Não NOVA 0438028 GUAIUBA 35 PACATUBA CE -4,15389 -38,72583 Não MORADA 0438030 IBICUITINGA 36 CE -4,96667 -38,65000 Não NOVA MARANGUAP 0438031 ITAPEBUSSU 35 CE -4,01667 -38,93333 Sim E 0438032 ITAPIUNA 35 ITAPIUNA CE -4,58333 -38,95000 Sim 0438033 ITAPEIM 35 BEBERIBE CE -4,35000 -38,11667 Sim 0438036 PACOTI 35 PACOTI CE -4,21667 -38,91667 Sim 0438040 PATOS 35 RUSSAS CE -4,68333 -38,33333 Não 0438042 PITOMBEIRAS 35 CASCAVEL CE -4,43333 -38,33333 Sim 0438045 SALVA VIDAS 36 QUIXADÁ CE -4,96667 -38,91667 Sim 0438049 VAZANTES 35 ARACOIABA CE -4,41667 -38,68333 Sim 0438051 ACARAPÉ 35 ACARAPÉ CE -4,21667 -38,70000 Sim 0439002 IBUAÇU 36 BOA VIAGEM CE -4,75000 -39,80000 Não 0439003 PARAMOTI 35 PARAMOTI CE -4,08333 -39,25000 Sim QUIXERAMOBI 0439004 FAZENDA CAJAZEIRA 36 CE -4,80111 -39,61417 Não M 0439005 SALVAÇÃO 35 PARAMOTI CE -4,25000 -39,48333 Sim 0439006 CARIDADE 35 CARIDADE CE -4,23333 -39,18333 Sim 0439008 MULUNGU 35 MULUNGU CE -4,30000 -38,98333 Sim AÇUDE GENERAL GENERAL 0439009 35 CE -4,06667 -39,46667 Sim SAMPAIO SAMPAIO 0439010 PARAFUSO 35 CANINDÉ CE -4,26667 -39,65000 Sim QUIXERAMOBI 0439011 SÃO JOSÉ DA MACAOCA 36 CE -4,70000 -39,46667 Não M 0439012 LAGOA DO MATO 36 ITATIRA CE -4,66667 -39,61667 Sim 0439013 UBIRAÇU 35 CANINDÉ CE -4,41667 -39,61667 Sim SANTA 0439014 SANTA ROSA 35 CE -4,30000 -39,88333 Não QUITÉRIA 0439015 AÇUDE SALÃO 35 CANINDÉ CE -4,41667 -39,31667 Sim 0439016 AÇUDE ALTO ALEGRE 35 CARIDADE CE -4,08333 -39,03333 Sim 0439018 ARATUBA 35 ARATUBA CE -4,41667 -39,05000 Sim 0439021 AÇUDE SANTA MARIA 35 SOBRAL CE -4,08333 -39,93333 Sim 0439022 CUSTÓDIO 36 QUIXADÁ CE -4,98333 -39,16667 Não 0439023 JACAMPARI 36 BOA VIAGEM CE -4,71667 -39,93333 Sim Sub-bacia Operando 204 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) 0439024 FAZENDA FEIJÃO 35 QUIXADÁ CE -4,56667 -39,16667 Sim AÇUDE POMPEU 0439025 35 QUIXADÁ CE -4,80000 -39,11667 Sim SOBRINHO 0439027 QUEIMADAS 36 QUIXADÁ CE -4,88333 -39,18333 Sim FAZENDA MONTE QUIXERAMOBI 0439028 36 CE -4,88333 -39,38333 Sim ALEGRE M GUARAMIRAN 0439040 GUARAMIRANGA 35 CE -4,46667 -38,95000 Sim GA 0440000 RERIUTABA 35 RERIUTABA CE -4,15000 -40,58333 Sim 0440001 SÃO JOSÉ DAS LONTRAS 34 IPUEIRAS CE -4,55000 -40,96667 Não 0440002 HIDROLÂNDIA 35 HIDROLÂNDIA CE -4,41667 -40,40000 Sim 0440003 CURATIS 35 TAMBORIL CE -4,98333 -40,26667 Sim 0440004 CARNAUBAL 34 CARNAUBAL CE -4,16667 -40,95000 Sim 0440005 CROATÁ 34 CROATÁ CE -4,41639 -40,90417 Sim SANTA 0440006 MACARAU 35 CE -4,10000 -40,43333 Sim QUITÉRIA 0440007 TAMBORIL 35 TAMBORIL CE -4,83333 -40,33333 Sim 0440008 BOA ESPERANÇA 35 NOVA RUSSAS CE -4,70000 -40,28333 Não 0440009 CATUNDA 35 CATUNDA CE -4,66667 -40,20000 Sim MONSENHOR 0440011 ESPÍRITO SANTO 36 CE -4,91667 -40,03333 Sim TABOSA 0440012 GAZEA 35 IPUEIRAS CE -4,40000 -40,45000 Sim ENGENHEIRO JOÃO 0440013 35 IPUEIRAS CE -4,60000 -40,63333 Sim TOMÉ 0440014 IPUEIRAS 35 IPUEIRAS CE -4,53333 -40,71667 Sim SANTA 0440016 LOGRADOURO 35 CE -4,31667 -40,26667 Não QUITÉRIA 0440017 NOVA RUSSAS 35 NOVA RUSSAS CE -4,71667 -40,56667 Sim 0440018 PORANGA 34 PORANGA CE -4,73333 -40,91667 Sim 0440019 RIACHO DA MATA 34 CRATEÚS CE -4,93333 -40,75000 Não 0440020 SUCESSO 35 TAMBORIL CE -4,93333 -40,53333 Sim MONSENHOR 0440025 MONSENHOR TABOSA 35 CE -4,78333 -40,06667 Sim TABOSA SANTA 0440031 BOA VISTA 35 CE -4,48333 -40,01667 Sim QUITÉRIA 0440032 AÇUDE BONITO 35 IPÚ CE -4,35000 -40,60000 Sim 0441009 MACAMBIRA 34 PORANGA CE -4,78333 -41,10000 Não 0535000 CANA BRAVA 38 PUREZA RN -5,31667 -35,56667 Não 0535002 PIRIPIRI 38 MACAÍBA RN -5,85000 -35,35000 Sim 0535007 UFRN 38 NATAL RN -5,80000 -35,21667 Sim 0535011 TAIPU - PARTICULAR 38 TAIPU RN -5,61667 -35,60000 Sim SÃO PAULO DO SÃO PAULO 0535013 38 RN -5,90000 -35,76667 Sim POTENGI DO POTENGI 0535014 SÃO PEDRO 38 SÃO PEDRO RN -5,86667 -35,61667 Sim 0535016 JACUMÃ 38 CEARÁ-MIRIM RN -5,55000 -35,23333 Sim JOÃO CAMARA (BAIXA JOÃO 0535017 38 RN -5,53333 -35,81667 Sim VERDE) CÂMARA Sub-bacia Operando 205 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) 0535021 TOUROS 38 TOUROS RN -5,20000 -35,46667 Sim BENTO RIACHO DOS PAUS - 0535024 38 FERNANDES RN -5,70000 -35,76667 Não PARTICULAR (EX-BARRETO) POÇO BRANCO (SÍTIO POÇO 0535025 38 RN -5,61667 -35,66667 Sim CRAVOS) BRANCO 0535027 CEARÁ-MIRIM 38 CEARÁ-MIRIM RN -5,63333 -35,43333 Sim 0535028 BOM JESUS 38 BOM JESUS RN -5,98333 -35,61667 Sim 0535029 BARCELONA 38 BARCELONA RN -5,95000 -35,93333 Sim 0535036 PUREZA 38 PUREZA RN -5,53333 -35,53333 Sim IELMO 0535038 FAZENDA POTENJI 38 RN -5,84583 -35,52333 Sim MARINHO JARDIM DE 0536001 JARDIM DE ANGICOS 38 RN -5,65000 -36,00000 Sim ANGICOS 0536003 MONSENHOR HONÓRIO 37 PENDÊNCIAS RN -5,35000 -36,53333 Não SALINA HENRIQUE LAJES 0536004 37 MACAU RN -5,11667 -36,63333 Sim (MACAU) 0536009 LAJES (ITARETAMA) 38 LAJES RN -5,70000 -36,25000 Sim 0536011 RECANTO 38 CERRO CORÁ RN -5,86667 -36,28333 Sim 0536012 PEDRA PRETA 38 PEDRA PRETA RN -5,58333 -36,11667 Sim 0536014 GUAMARÉ 38 GUAMARÉ RN -5,11667 -36,31667 Sim PEDRO 0536015 CÓRREGOS 38 RN -5,28333 -36,28333 Não AVELINO 0536017 SÃO TOMÉ 38 SÃO TOMÉ RN -5,96667 -36,06667 Sim SANTANA 0536018 SANTANA DO MATOS 37 RN -5,96667 -36,65000 Sim DOS MATOS PEDRO 0536019 PEDRO AVELINO 37 RN -5,51667 -36,38333 Sim AVELINO 0536021 AÇU 37 AÇU RN -5,58333 -36,90000 Sim 0536022 PIXORE DE BAIXO 37 SÃO PEDRO RN -5,78333 -36,60000 Não 0536024 ANGICOS 37 ANGICOS RN -5,66667 -36,60000 Sim BARÃO DE SERRA 0536025 37 JUCURUTU RN -5,98333 -36,85000 Sim BRANCA CAIÇARA DO CAIÇARA DO RIO DOS 0536026 38 RIO DO RN -5,76667 -36,01667 Sim VENTOS VENTO 0536027 CARNAUBAIS 37 CARNAUBAIS RN -5,33333 -36,83333 Sim 0536028 PENDÊNCIAS 37 PENDÊNCIAS RN -5,25000 -36,71667 Sim 0536030 JANDAÍRA 38 JANDAÍRA RN -5,41667 -36,06667 Sim 0536031 SÃO RAFAEL 37 SÃO RAFAEL RN -5,80000 -36,91667 Sim AFONSO 0536032 AFONSO BEZERRA 37 RN -5,50000 -36,50000 Sim BEZERRA PEDRO 0536033 EPITÁCIO PESSOA 37 RN -5,00000 -36,00000 Não AVELINO SÃO BENTO 0536041 SÃO BENTO DO NORTE 37 RN -5,06667 -36,03333 Não DO NORTE LIMOEIRO DO 0537000 LAGOA DO ROCHA 37 CE -5,21667 -37,81667 Não NORTE Sub-bacia Operando 206 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) 0537001 ZE DA VOLTA 37 AÇU RN -5,50000 -37,18333 Sim OLHO D'ÁGUA DOS OLHO D'ÁGUA 0537002 37 RN -5,96667 -37,70000 Sim BORGES DO BORGES 0537003 BARAUNA 37 MOSSORÓ RN -5,08333 -37,63333 Sim CAMPO GRANDE AUGUSTO 0537005 37 RN -5,85000 -37,31667 Sim (AUGUSTO SEVERO) SEVERO 0537006 CARAUBAS 37 CARAÚBAS RN -5,78333 -37,56667 Sim FELIPE 0537008 PEDRA DE ABELHAS 37 RN -5,59333 -37,68417 Sim GUERRA RIACHO DA 0537009 RIACHO DA CRUZ 37 RN -5,93333 -37,96667 Sim CRUZ 0537010 ITAÚ 37 ITAÚ RN -5,83333 -37,98333 Sim 0537012 HIPÓLITO 37 MOSSORÓ RN -5,45000 -37,21667 Sim GOVERNADO GOVERNADOR DIX-SEPT 0537013 37 R DIX-SEPT RN -5,46667 -37,51667 Sim ROSADO ROSADO AÇUDE MALHADA SEVERIANO 0537014 37 RN -5,78333 -37,91667 Sim VERMELHA MELO GOVERNADO 0537015 RIACHO DO MATEUS 37 R DIX-SEPT RN -5,31667 -37,58333 Sim ROSADO 0537016 SANTANA 37 MOSSORÓ RN -5,33333 -37,30000 Não 0537017 SÍTIO DOS GOIS 37 APODI RN -5,45000 -37,80000 Sim FAZENDA NOVO 0537018 37 BARAÚNA RN -5,21667 -37,66667 Não HORIZONTE 0537019 UPANEMA 37 UPANEMA RN -5,64361 -37,25528 Sim 0537020 UMARIZAL 37 UMARIZAL RN -5,98333 -37,81667 Sim MOSSORÓ - 0537023 37 MOSSORÓ RN -5,20000 -37,35000 Sim PARTICULAR AUGUSTO 0537024 AÇUDE MORCEGO 37 RN -5,86667 -37,35000 Não SEVERO 0537027 PARAÚ 37 PARAÚ RN -5,78333 -37,10000 Sim 0537029 APODI 37 APODI RN -5,66667 -37,80000 Sim TABULEIRO 0538001 OLHO DAGUA DA BICA 36 CE -5,38333 -38,00000 Sim DO NORTE 0538002 POTIRETAMA 36 IRACEMA CE -5,70000 -38,16667 Não 0538003 ALTO SANTO 36 ALTO SANTO CE -5,51667 -38,25000 Sim 0538004 ALTO RECREIO 36 ALTO SANTO CE -5,58333 -38,11667 Não JAGUARETAM 0538006 BOM JARDIM 36 CE -5,46667 -38,61667 Não A JAGUARETAM 0538007 JAGUARETAMA 36 CE -5,51667 -38,75000 Não A 0538008 CASTANHÃO 36 ALTO SANTO CE -5,46694 -38,40750 Sim LIMOEIRO DO 0538009 LIMOEIRO DO NORTE 36 CE -5,13333 -38,10000 Sim NORTE SÃO JOÃO DO SÃO JOÃO DO 0538010 36 CE -5,28333 -38,26667 Sim JAGUARIBE JAGUARIBE Sub-bacia Operando 207 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) 0538011 SITIA 36 QUIXADÁ CE -5,16667 -38,66667 Sim JAGUARETAM 0538012 SÃO GONÇALO 36 CE -5,33333 -38,73333 Não A MORADA 0538014 CATITA 36 CE -5,33333 -38,51667 Não NOVA 0538015 AÇUDE NOVA FLORESTA 36 JAGUARIBE CE -5,95000 -38,91667 Sim 0538016 ANINGAS 36 JAGUARIBARA CE -5,71667 -38,68333 Não 0538017 AÇUDE VELAME 36 JAGUARIBARA CE -5,61667 -38,58333 Sim AÇUDE PEDRAS 0538018 36 QUIXADÁ CE -5,15000 -38,88333 Sim BRANCAS MORADA 0538019 CARNAÚBAS 36 CE -5,28333 -38,60000 Sim NOVA 0538020 AÇUDE EMA 36 IRACEMA CE -5,76667 -38,35000 Sim 0538021 MENDUBIM 36 QUIXADÁ CE -5,26667 -38,98333 Sim AÇUDE RIACHO DO 0538023 36 SOLONÓPOLE CE -5,68333 -38,96667 Sim SANGUE 0538027 AÇUDE BANABUIU 36 BANABUIU CE -5,32500 -38,92389 Sim TABOLEIRO 0538033 TABOLEIRO GRANDE 37 RN -5,93333 -38,06667 Sim GRANDE MORADA 0538034 MORADA NOVA 36 CE -5,11667 -38,38333 Sim NOVA 0539001 MOMBAÇA 36 MOMBAÇA CE -5,75000 -39,63333 Sim SENADOR 0539002 AÇUDE PATU 36 CE -5,58333 -39,41667 Sim POMPEU PIQUET 0539003 IBICUA 36 CE -5,91667 -39,41667 Não CARNEIRO 0539004 CARNAÚBAS 36 MOMBAÇA CE -5,85000 -39,73333 Sim PIQUET 0539005 PIQUET CARNEIRO 36 CE -5,81667 -39,41667 Sim CARNEIRO 0539006 JUATAMA 36 QUIXADÁ CE -5,08333 -39,03333 Sim QUIXERAMOBI 0539007 LACERDA 36 CE -5,43333 -39,35000 Não M QUIXERAMOBI 0539010 URUQUE 36 CE -5,15000 -39,16667 Sim M 0539011 MILHA 36 MILHA CE -5,68056 -39,20000 Sim SÃO JOSÉ DE 0539013 36 SOLONÓPOLE CE -5,88333 -39,06667 Não SOLONÓPOLE 0539014 CATOLÉ 36 MOMBAÇA CE -5,91667 -39,63333 Sim QUIXERAMOBI 0539016 QUIXERAMOBIM 36 CE -5,20000 -39,30000 Não M QUIXERAMOBI 0539017 COROATA 36 CE -5,03333 -39,33333 Sim M 0539018 FAZENDA JARDIM 36 QUIXADÁ CE -5,20000 -39,03333 Sim 0539019 ITABATINGA 36 SOLONÓPOLE CE -5,56667 -39,16667 Não PEDRA 0539021 RIACHÃO DO BANABUIU 36 CE -5,43333 -40,00000 Sim BRANCA PEDRA 0539022 TROIA 36 CE -5,53333 -39,91667 Não BRANCA Sub-bacia Operando 208 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) 0539023 SOLONÓPOLE 36 SOLONÓPOLE CE -5,70000 -39,01667 Sim QUIXERAMOBI 0539024 PRUDENTE DE MORAIS 36 CE -5,35000 -39,31667 Sim M QUIXERAMOBI 0539026 CASTELO 36 CE -5,28333 -39,43333 Não M 0539029 BOA VIAGEM 36 BOA VIAGEM CE -5,13333 -39,71667 Sim FAZENDA SÃO 0539030 36 MOMBAÇA CE -5,68333 -39,81667 Sim JERÔNIMO 0539031 BALCO 36 BOA VIAGEM CE -5,26667 -39,93333 Não PEDRA 0539034 MINEIROLÂNDIA 36 CE -5,51667 -39,61667 Sim BRANCA QUIXERAMOBI 0539035 MANITUBA 36 CE -5,21667 -39,56667 Não M 0539036 TATAIRA 36 SOLONÓPOLE CE -5,91667 -39,26667 Sim SENADOR 0539037 SENADOR POMPEU 36 CE -5,58000 -39,36806 Sim POMPEU PEDRA 0539038 PEDRA BRANCA 36 CE -5,45000 -39,71667 Não BRANCA 0539042 SANTO ANTÔNIO 36 BOA VIAGEM CE -5,18333 -39,78333 Não 0540000 CRATEÚS 34 CRATEÚS CE -5,20000 -40,66667 Sim INDEPENDÊN 0540002 COUTINHO 34 CE -5,83333 -40,68333 Sim CIA NOVO 0540003 NOVO ORIENTE 34 CE -5,53861 -40,77389 Sim ORIENTE NOVO 0540004 TRÊS IRMÃOS 34 CE -5,58333 -40,85000 Não ORIENTE INDEPENDÊN 0540005 TRANQUEIRAS 34 CE -5,58333 -40,55000 Sim CIA INDEPENDÊN 0540007 IAPI 34 CE -5,61667 -40,41667 Sim CIA 0540008 CABEÇA DA ONÇA 34 CRATEÚS CE -5,43333 -40,93333 Não 0540009 BARRA 34 CRATEÚS CE -5,30000 -40,56667 Não 0540011 IBIAPABA 34 CRATEÚS CE -5,06667 -40,93333 Não 0540012 CURIMATA 34 TAMBORIL CE -5,08333 -40,28333 Não 0540015 AÇUDE VÁRZEA DO BOI 36 TAUÁ CE -5,91667 -40,35000 Sim INDEPENDÊN 0540016 INDEPENDÊNCIA 34 CE -5,38333 -40,33333 Sim CIA 0540017 SANTO ANTÔNIO 36 TAUÁ CE -5,85000 -40,35000 Sim 0541012 OITICICA 34 CRATEÚS CE -5,05000 -41,08333 Não 0635002 PEDRO VELHO 38 PEDRO VELHO RN -6,45000 -35,23333 Sim SÃO JOSÉ DE 0635005 SÃO JOSÉ DE MIPIBU 38 RN -6,06667 -35,23333 Sim MIPIBU SERRA DE SÃO 0635007 SERRA DE SÃO BENTO 38 RN -6,41667 -35,63333 Sim BENTO PRESIDENTE 0635009 SERRA CAIADA 38 RN -6,10000 -35,70000 Sim JUSCELINO SANTO 0635011 SANTO ANTÔNIO 38 RN -6,30000 -35,46667 Sim ANTÔNIO Sub-bacia Operando 209 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) 0635012 AÇUDE TRAIRÍ 38 TANGARÁ RN -6,23333 -35,80000 Sim 0635016 NOVA CRUZ 38 NOVA CRUZ RN -6,46667 -35,43333 Sim LAGOA 0635017 LAGOA SALGADA 38 RN -6,11667 -35,48333 Sim SALGADA BOA SAÚDE (JANUÁRIO JANUÁRIO 0635018 38 RN -6,15000 -35,58333 Sim CICCO) CICCO 0635020 JAPI 38 JAPI RN -6,46667 -35,86667 Sim SÃO JOSÉ DO 0635021 AÇUDE JAPI II 38 RN -6,28333 -35,66667 Sim CAMPESTRE BASE FÍSICA DA EMPARN CANGUARETA 0635025 38 RN -6,38333 -35,11667 Sim (CANGUARETAMA) MA 0635027 ARACAGI 38 ARAÇAGI PB -6,85000 -35,36667 Não 0635028 ARARUNA 38 ARARUNA PB -6,51667 -35,73333 Sim 0635030 AREIA 38 AREIA PB -6,96667 -35,70000 Sim 0635033 BANANEIRAS 38 BANANEIRAS PB -6,76667 -35,63333 Sim CACIMBA DE 0635037 CACIMBA DE DENTRO 38 PB -6,63333 -35,78333 Não DENTRO 0635038 CAIÇARA 38 CAIÇARA PB -6,61667 -35,46667 Não 0635040 GUARABIRA 38 GUARABIRA PB -6,85000 -35,48333 Sim 0635043 JACARAU 38 JACARAÚ PB -6,66667 -35,28333 Não MAMANGUAP 0635044 MAMANGUAPE 38 PB -6,83333 -35,11667 Sim E 0635045 MATARACA 38 MATARACA PB -6,60000 -35,05000 Não 0635047 SALGADO 38 SOLÂNEA PB -6,78333 -35,88333 Não 0635048 SERRARIA 38 SERRARIA PB -6,81667 -35,63333 Sim 0635050 VILA MAIA 38 BANANEIRAS PB -6,80000 -35,58333 Não 0636001 AÇUDE CRUZETA 37 CRUZETA RN -6,41667 -36,78333 Sim 0636005 FLORANIA (FLORES) 37 FLORANIA RN -6,11667 -36,81667 Sim 0636007 AÇUDE GARGALHEIRAS 37 ACARI RN -6,40000 -36,58333 Sim SANTANA 0636009 SÃO JOSÉ DA PASSAGEM 37 RN -6,01667 -36,61667 Sim DOS MATOS 0636010 SÃO VICENTE (LUIZA) 37 SÃO VICENTE RN -6,21667 -36,68333 Sim 0636012 LAGOA NOVA 37 LAGOA NOVA RN -6,10000 -36,46667 Sim JARDIM DO 0636013 SÍTIO PASSAGEM 37 RN -6,58333 -36,78333 Sim SERIDÓ JARDIM DO 0636014 ZANGARELHAS 37 RN -6,60000 -36,73333 Não SERIDÓ CURRAIS 0636015 AÇUDE TOTORO 37 RN -6,20000 -36,53333 Sim NOVOS SANTANA DO 0636016 UMARI PRETO 37 RN -6,73333 -36,76667 Não SERIDÓ FAZENDA RIACHO CARNAUBA 0636017 37 RN -6,55000 -36,50000 Não FUNDO DOS DANTAS 0636018 PARELHAS 37 PARELHAS RN -6,68333 -36,66667 Sim 0636021 SANTA CRUZ 38 SANTA CRUZ RN -6,23333 -36,01667 Sim CAMPO 0636022 SERRA DO DOUTOR 38 RN -6,18333 -36,25000 Sim REDONDO Sub-bacia Operando 210 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) CORONEL 0636023 CORONEL EZEQUIEL 38 RN -6,38333 -36,21667 Sim EZEQUIEL 0636024 EQUADOR 37 EQUADOR RN -6,95000 -36,71667 Sim CURRAIS 0636025 CURRAIS NOVOS 37 RN -6,26667 -36,51667 Sim NOVOS 0636026 CERRO CORÁ 38 CERRO CORÁ RN -6,05000 -36,35000 Sim OURO BRANCO OURO 0636027 37 RN -6,70000 -36,95000 Sim (MANAIRAMA) BRANCO 0636031 ALGODÃO 38 REMÍGIO PB -6,88333 -36,03333 Não BARRA DE 0636032 BARRA DE SANTA ROSA 38 PB -6,71667 -36,06667 Sim SANTA ROSA 0636035 CUITÉ 38 CUITÉ PB -6,48333 -36,15000 Não 0636036 OLIVEDOS 38 OLIVEDOS PB -6,98333 -36,25000 Sim PEDRA 0636037 PEDRA LAVRADA 38 PB -6,75000 -36,46667 Sim LAVRADA 0636038 PICUI 38 PICUÍ PB -6,51667 -36,36667 Sim 0636040 SOSSEGO 38 CUITÉ PB -6,76667 -36,25000 Sim 0636042 SANTA LUZIA 37 SANTA LUZIA PB -6,86667 -36,93333 Não 0637000 PATÚ 37 PATÚ RN -6,10000 -37,63333 Sim 0637002 JOÃO DIAS 37 JOÃO DIAS RN -6,26667 -37,80000 Sim 0637004 CAICÓ 37 CAICÓ RN -6,45000 -37,10000 Sim 0637005 AÇUDE MUNDO NOVO 37 CAICÓ RN -6,38333 -37,06667 Sim AREIAS (EX-AÇUDE ANTÔNIO 0637007 37 RN -6,18333 -37,96667 Sim CORREDOR) MARTINS 0637009 LUCRECIA 37 LUCRÉCIA RN -6,11667 -37,81667 Sim JARDIM DE 0637010 AÇUDE LAGOINHA 37 RN -6,46222 -37,30250 Sim PIRANHAS 0637011 JUCURUTU 37 JUCURUTU RN -6,03333 -37,01667 Sim AUGUSTO 0637012 MARACANAU 37 RN -6,05000 -37,38333 Não SEVERO SERRA NEGRA DO SERRA NEGRA 0637013 37 RN -6,66667 -37,40000 Sim NORTE DO NORTE SÃO JOÃO DO SABUGI - SÃO JOÃO DO 0637014 37 RN -6,71667 -37,20000 Sim EMATER SABUGI 0637015 MARTINS 37 MARTINS RN -6,08333 -37,91667 Sim 0637016 PALMA 37 CAICÓ RN -6,66667 -37,01667 Sim ALMINO AFONSO (EX- ALMINO 0637018 37 RN -6,15000 -37,78333 Sim SÍTIO MILAGRES) AFONSO JARDIM DE 0637019 JARDIM DE PIRANHAS 37 RN -6,38333 -37,35000 Sim PIRANHAS 0637021 AÇUDE ITANS 37 CAICÓ RN -6,48333 -37,06667 Sim BELÉM DO BELÉM DO BREJO DO 0637022 37 BREJO DO PB -6,18333 -37,53333 Sim CRUZ CRUZ BREJO DO 0637023 BREJO DO CRUZ 37 PB -6,35000 -37,50000 Sim CRUZ CATOLÉ DO 0637025 CATOLÉ DO ROCHA 37 PB -6,35000 -37,75000 Sim ROCHA Sub-bacia Operando 211 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) 0637028 CONDADO 37 CONDADO PB -6,90000 -37,61667 Sim JENIPAPEIRO DO CATOLÉ DO 0637030 37 PB -6,46667 -37,55000 Não CARREIRO ROCHA 0637031 MALTA 37 MALTA PB -6,90000 -37,53333 Sim 0637032 POMBAL 37 POMBAL PB -6,76667 -37,81667 Sim SÃO JOSÉ DE SÃO JOSÉ DE 0637034 37 PB -6,85000 -37,33333 Sim ESPINHARAS ESPINHARAS 0637036 JERICÓ 37 JERICÓ PB -6,55000 -37,81667 Sim 0637037 SÃO MAMEDE 37 SÃO MAMEDE PB -6,91667 -37,10000 Sim LAVRAS DA LAVRAS DA 0638000 36 CE -6,75000 -38,95000 Não MANGABEIRA MANGABEIRA 0638001 CRUZEIRINHO 36 ICÓ CE -6,28333 -38,75000 Não 0638002 ICOZINHO 36 ICÓ CE -6,50000 -38,63333 Não 0638004 LIMA CAMPOS 36 ICÓ CE -6,40000 -38,95000 Sim 0638005 AÇUDE ORÓS 36 ORÓS CE -6,26667 -38,91667 Sim 0638006 UMARITUBA 36 UMARI CE -6,61667 -38,88333 Não LAVRAS DA LAVRAS DA 0638007 36 CE -6,76278 -38,96056 Sim MANGABEIRA MANGABEIRA 0638008 UMARI 36 UMARI CE -6,63333 -38,70000 Sim 0638009 CURRAL NOVO 36 JAGUARIBE CE -6,03333 -38,86667 Sim 0638010 AURORA 36 AURORA CE -6,95000 -38,96667 Sim 0638011 PEREIRO 36 PEREIRO CE -6,05000 -38,46667 Sim 0638013 IPAUMIRIM 36 IPAUMIRIM CE -6,78333 -38,71667 Sim 0638028 CAJAZEIRAS 37 CAJAZEIRAS PB -6,88333 -38,56667 Sim 0638029 BARRA DO JUÁ 37 TRIUNFO PB -6,53333 -38,56667 Sim CACHOEIRA 0638030 BALANÇAS 37 PB -6,98333 -38,73333 Não DOS ÍNDIOS SÃO JOÃO DO 0638033 ANTENOR NAVARRO 37 PB -6,73333 -38,45000 Sim RIO DO PEIXE 0638034 SÃO GONÇALO 37 SOUSA PB -6,83333 -38,35000 Sim 0638035 UIRAUNA 37 UIRAÚNA PB -6,51667 -38,41667 Sim 0638036 SOUSA 37 SOUSA PB -6,75000 -38,23333 Sim 0638037 ALEXANDRIA 37 ALEXANDRIA RN -6,41667 -38,01667 Sim SÍTIO ANGICOS (AÇUDE JOSÉ DA 0638038 37 RN -6,35000 -38,28333 Sim ARAPUÃ) PENHA 0638039 LUÍS GOMES 37 LUÍS GOMES RN -6,41667 -38,40000 Sim MARCELINO VIEIRA MARCELINO 0638040 37 RN -6,28333 -38,16667 Sim (PANATIS) VIEIRA PAU DOS 0638041 PAU DOS FERROS 37 RN -6,11667 -38,21667 Sim FERROS RAFAEL 0638042 SÍTIO GANGORRA 37 RN -6,21667 -38,26667 Sim FERNANDES 0638043 SÃO MIGUEL 37 SÃO MIGUEL RN -6,21667 -38,50000 Sim 0638044 AÇUDE BONITO 37 SÃO MIGUEL RN -6,21278 -38,42556 Sim TENENTE 0638045 TENENTE ANANIAS 37 RN -6,46667 -38,18333 Sim ANANIAS 0638046 AÇUDE PILÕES 37 PILÕES PB -6,66667 -38,51667 Sim Sub-bacia Operando 212 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) 0638047 ENGENHEIRO AVIDOS 37 CAJAZEIRAS PB -6,96667 -38,46667 Sim NAZAREZINH 0638048 NAZAREZINHO 37 PB -6,91667 -38,33333 Sim O SÃO JOSÉ DA SÃO JOSÉ DA LAGOA 0638049 37 LAGOA PB -6,93333 -38,16667 Sim TAPADA TAPADA 0638050 SÃO VICENTE 37 SOUSA PB -6,61667 -38,33333 Não 0638051 SÃO FRANCISCO 37 SOUSA PB -6,61667 -38,08333 Sim 0639000 MALHADA 36 CARIÚS CE -6,56667 -39,53333 Não 0639003 BARRO ALTO 36 IGUATU CE -6,45000 -39,40000 Sim 0639005 TRUSSU 36 ACOPIARA CE -6,16667 -39,78333 Não 0639006 CAIPÚ 36 CARIÚS CE -6,63333 -39,31667 Sim VÁRZEA 0639007 NARANIU 36 CE -6,66667 -39,25000 Não ALEGRE LAVRAS DA 0639008 QUITAIUS 36 CE -6,86667 -39,10000 Não MANGABEIRA 0639009 GRANJEIRO 36 GRANJEIRO CE -6,88333 -39,21667 Sim 0639010 CACHOEIRA 36 ASSARÉ CE -6,83333 -39,66667 Não LAVRAS DA 0639011 MANGABEIRA 36 CE -6,76667 -39,11667 Não MANGABEIRA 0639012 FLAMENGO 36 SABOEIRO CE -6,25000 -39,66667 Sim 0639013 CATARINA 36 CATARINA CE -6,13333 -39,86667 Sim 0639014 ASSARÉ 36 ASSARÉ CE -6,86667 -39,86667 Sim 0639015 ALTANEIRA 36 ALTANEIRA CE -7,00000 -39,73333 Sim CACHOEIRA DO 0639016 36 SABOEIRO CE -6,36667 -39,95000 Não SINFRÔNIO 0639017 POÇO COMPRIDO 36 JUCÁS CE -6,46667 -39,73333 Não 0639018 VÁRZEA DA CONCEIÇÃO 36 CEDRO CE -6,46667 -39,11667 Sim 0639019 MARRUAS 36 TAUÁ CE -6,03333 -39,96667 Sim 0639020 MARACAJÁ 36 IGUATU CE -6,16667 -39,08333 Sim 0639021 ACOPIARA 36 ACOPIARA CE -6,11667 -39,45000 Sim 0639022 TABOLEIRO DO MEIO 36 ACOPIARA CE -6,18333 -39,66667 Sim 0639023 TARRAFAS 36 ASSARÉ CE -6,68333 -39,75000 Não LAVRAS DA 0639024 ARROJADO 36 CE -6,66667 -39,01667 Sim MANGABEIRA 0639026 CEDRO 36 CEDRO CE -6,60000 -39,06667 Sim 0639029 FARIAS BRITO 36 FARIAS BRITO CE -6,91667 -39,56667 Sim 0639030 CARIÚS 36 CARIÚS CE -6,53333 -39,50000 Sim ANTONINA 0639031 ANTONINA DO NORTE 36 CE -6,71667 -39,96667 Sim DO NORTE 0639032 SUASSURANA 36 IGUATU CE -6,70000 -39,50000 Sim 0639033 SABOEIRO 36 SABOEIRO CE -6,53333 -39,90000 Sim VÁRZEA 0639034 VÁRZEA ALEGRE 36 CE -6,80000 -39,30000 Sim ALEGRE 0639035 IGUATU 36 IGUATU CE -6,36667 -39,30000 Sim 0639039 BRAVO 36 IGUATU CE -6,50000 -39,31667 Sim 0640002 TAUÁ 36 TAUÁ CE -6,01667 -40,28333 Sim Sub-bacia Operando 213 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) 0640003 ARNEIROZ 36 ARNEIROZ CE -6,32639 -40,15889 Sim CAMPOS 0640004 QUIXARIU 36 CE -6,81667 -40,28333 Não SALES 0640005 ESTREITO 36 ARNEIROZ CE -6,21667 -40,28333 Não CAMPOS 0640006 CARMELÓPOLES 36 CE -6,90000 -40,16667 Não SALES CAMPOS 0640008 AÇUDE POÇO DE PEDRA 36 CE -6,96667 -40,33333 Sim SALES 0640009 SÃO MARTINHO 36 TAUÁ CE -6,01667 -40,13333 Não 0640010 MARRECAS 36 TAUÁ CE -6,15000 -40,48333 Não 0640012 FAZENDA NOVA 36 AIUABA CE -6,50000 -40,36667 Sim 0640014 BARRA 36 AIUABA CE -6,60000 -40,31667 Sim 0640015 PARAMBU 36 PARAMBU CE -6,21667 -40,70000 Sim 0640016 TAUÁ 36 TAUÁ CE -6,01667 -40,43333 Sim 0640017 COCOCI 36 TAUÁ CE -6,41667 -40,50000 Sim 0640019 AIUABA 36 AIUABA CE -6,56667 -40,11667 Sim 0640020 FAZENDA MALHADA 36 PARAMBU CE -6,43333 -40,71667 Não 0734001 SANTA RITA 38 SANTA RITA PB -7,13333 -34,98333 Sim 0734003 JOÃO PESSOA 38 JOÃO PESSOA PB -7,11667 -34,88333 Sim 0734008 ALHANDRA 39 ALHANDRA PB -7,43333 -34,91667 Sim 0734011 IGARASSU 39 IGARASSU PE -7,83333 -34,90000 Não 0735002 UMBUZEIRO 38 UMBUZEIRO PB -7,70000 -35,66667 Sim 0735006 SAPÉ 38 SAPÉ PB -7,10000 -35,23333 Sim 0735007 PILAR 38 PILAR PB -7,10000 -35,28333 Sim 0735009 MULUNGU 38 MULUNGU PB -7,02944 -35,46806 Sim 0735011 MATA VIRGEM 38 UMBUZEIRO PB -7,73333 -35,81667 Sim FAZENDA LAGOA DOS 0735012 38 AROEIRAS PB -7,53333 -35,81667 Sim MARCOS 0735015 ITABAIANA 38 ITABAIANA PB -7,33333 -35,33333 Sim 0735017 INGÁ 38 INGÁ PB -7,28333 -35,61667 Sim 0735018 FAGUNDES 38 FAGUNDES PB -7,35000 -35,80000 Não CRUZ DO CRUZ DO ESPÍRITO 0735019 38 ESPÍRITO PB -7,15000 -35,08333 Sim SANTO SANTO CAMPINA 0735026 CAMPINA GRANDE 38 PB -7,21667 -35,86667 Não GRANDE 0735028 BODOCONGO 38 BOQUEIRÃO PB -7,53333 -35,98333 Sim 0735029 AROEIRAS 38 AROEIRAS PB -7,51667 -35,68333 Sim ALAGOA 0735030 ALAGOA NOVA 38 PB -7,06667 -35,78333 Sim NOVA ALAGOA 0735033 ALAGOA GRANDE 38 PB -7,05000 -35,63333 Sim GRANDE 0735035 ACAU 38 PILAR PB -7,11667 -35,35000 Não SANTA 0735036 PONTE DA BATALHA 38 PB -7,13000 -35,04750 Sim TERESINHA ALGODÃO DO MANSO FREI 0735037 39 PE -7,96667 -35,88333 Não (DNOCS) MIGUELINHO 0735038 ALIANÇA (PARAGUAÇU) 39 ALIANÇA PE -7,58333 -35,20000 Não 0735040 BIZARRA 39 BOM JARDIM PE -7,73333 -35,48333 Não Sub-bacia Operando 214 Estações Pluviométricas da ANA/CPRM (Coordenadas Geográficas com Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) 0735041 BOM JARDIM 39 BOM JARDIM PE -7,80000 -35,58333 Sim BUENOS 0735045 BUENOS AIRES 39 PE -7,78333 -35,36667 Não AIRES CARPINA (FLORESTA 0735046 39 CARPINA PE -7,85000 -35,25000 Sim DOS LEÕES) 0735048 CONDADO (GOIANINHA) 39 CONDADO PE -7,58333 -35,10000 Não SÃO 0735050 ENGENHO SÍTIO 39 LOURENÇO PE -7,96806 -35,15667 Sim DA MATA MACAPARAN 0735060 MACAPARANA (DNOCS) 39 PE -7,55000 -35,45000 Não A 0735061 MACHADOS 39 MACHADOS PE -7,68333 -35,51667 Não NAZARÉ DA 0735062 NAZARÉ DA MATA 39 PE -7,73333 -35,23333 Não MATA 0735067 SALGADINHO 39 SALGADINHO PE -7,94278 -35,63417 Sim ITAMBÉ (EX- 0735072 ITAMBÉ 39 PE -7,41667 -35,11667 Sim TAMBÉ) 0735074 TIMBAÚBA 39 TIMBAÚBA PE -7,51667 -35,31667 Sim NAZARÉ DA 0735080 USINA MATARI (IAA) 39 PE -7,66667 -35,13333 Não MATA 0735081 USINA MUSSUREPE 39 PAUDALHO PE -7,90000 -35,13333 Não SÃO 0735084 USINA TIUMA (IAA) 39 LOURENÇO PE -7,96667 -35,06667 Sim DA MATA 0735085 VERTENTES 39 VERTENTES PE -7,91667 -35,98333 Sim 0735087 VICÊNCIA 39 VICÊNCIA PE -7,66667 -35,31667 Não 0735088 CRUANJI 39 TIMBAÚBA PE -7,58333 -35,33333 Não 0735100 LIMOEIRO 39 LIMOEIRO PE -7,87889 -35,45194 Sim 0736002 TAPEROÁ 38 TAPEROÁ PB -7,20000 -36,83333 Sim 0736003 SUMÉ 38 SUMÉ PB -7,65000 -36,93333 Sim 0736005 SANTO ANDRÉ 38 GURJÃO PB -7,21667 -36,63333 Não 0736006 SANTA TEREZA 38 SOLEDADE PB -7,11667 -36,41667 Não 0736008 SOLEDADE 38 SOLEDADE PB -7,06667 -36,36667 Sim SERRA 0736009 SERRA BRANCA 38 PB -7,48333 -36,66667 Não BRANCA 0736010 SALGADINHO 37 SALGADINHO PB -7,10000 -36,85000 Sim SÃO JOSÉ SÃO JOSÉ DOS 0736011 38 DOS PB -7,38333 -36,81667 Não CORDEIROS CORDEIROS SÃO JOÃO DO 0736012 SÃO JOÃO DO CARIRI 38 PB -7,40000 -36,53333 Não CARIRI RIACHO SANTO 0736013 38 BOQUEIRÃO PB -7,70000 -36,15000 Sim ANTÔNIO 0736014 POCINHOS 38 POCINHOS PB -7,06667 -36,06667 Sim 0736015 JUAZEIRINHO 38 JUAZEIRINHO PB -7,06667 -36,58333 Não 0736016 GURJÃO 38 GURJÃO PB -7,26667 -36,48333 Não SERRA 0736017 COXIXOLA 38 PB -7,61667 -36,61667 Sim BRANCA 0736018 CONGO 38 CONGO PB -7,80000 -36,66667 Não Sub-bacia Operando 215 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) 0736020 CARAUBAS 38 CARAÚBAS PB -7,71667 -36,51667 Sim 0736021 CAMALAU 38 CAMALAÚ PB -7,91667 -36,86667 Sim 0736022 CABACEIRAS 38 CABACEIRAS PB -7,60000 -36,28333 Sim 0736023 BOQUEIRÃO 38 BOQUEIRÃO PB -7,48333 -36,11667 Não CAMPINA 0736024 BOA VISTA 38 PB -7,26667 -36,23333 Sim GRANDE BARRA DE 0736025 BARRA DE SÃO MIGUEL 38 PB -7,75000 -36,33333 Sim SÃO MIGUEL 0736026 FAZENDA BANANEIRAS 38 SUMÉ PB -7,51667 -36,96667 Sim 0736028 JATAÚBA (JATOBÁ) 39 JATAÚBA PE -7,96667 -36,48333 Não SANTA CRUZ 0736029 POÇO FUNDO 39 DO PE -7,93333 -36,33333 Não CAPIBARIBE SANTA CRUZ SANTA CRUZ DO 0736030 39 DO PE -7,95000 -36,20000 Não CAPIBARIBE CAPIBARIBE TAQUARITINGA DO TAQUARITING 0736031 39 PE -7,90000 -36,05000 Sim NORTE A DO NORTE SANTA CRUZ 0736032 SÍTIO MULUNGU 39 DO PE -7,88333 -36,38333 Não CAPIBARIBE SANTA CRUZ 0736033 SÍTIO SALGADO 39 DO PE -7,96667 -36,41667 Não CAPIBARIBE SANTA CRUZ 0736036 VILA DO PARÁ 39 DO PE -7,85000 -36,36667 Não CAPIBARIBE 0737002 TEIXEIRA 37 TEIXEIRA PB -7,21667 -37,26667 Sim SANTA 0737003 SANTA TERESINHA 37 PB -7,08333 -37,45000 Sim TERESINHA 0737004 PRATA 38 PRATA PB -7,68333 -37,10000 Sim SANTA 0737005 PORCOS 37 PB -7,13333 -37,33333 Não TERESINHA 0737006 PIANCÓ 37 PIANCÓ PB -7,21417 -37,92583 Sim 0737009 PATOS 37 PATOS PB -7,01667 -37,28333 Sim 0737010 PASSAGEM 37 PASSAGEM PB -7,13333 -37,06667 Sim 0737014 MONTEIRO 38 MONTEIRO PB -7,88333 -37,11667 Sim MÃE D'ÁGUA DE 0737015 37 MÃE D'ÁGUA PB -7,25000 -37,43333 Sim DENTRO 0737016 JURU 37 JURU PB -7,53333 -37,83333 Sim 0737017 IMACULADA 37 IMACULADA PB -7,38333 -37,50000 Sim 0737018 DESTERRO 38 DESTERRO PB -7,28333 -37,10000 Sim 0737019 AÇUDE COREMAS 37 COREMAS PB -7,01667 -37,96667 Sim 0737021 CATINGUEIRA 37 CATINGUEIRA PB -7,13333 -37,61667 Sim ÁGUA 0737022 ÁGUA BRANCA 37 PB -7,51667 -37,65000 Sim BRANCA AFOGADOS DA AFOGADOS 0737023 48 PE -7,73889 -37,64833 Sim INGAZEIRA (DNOCS) DA INGAZEIRA 0737025 CARNAIBA 48 CARNAIBA PE -7,80000 -37,81667 Não Sub-bacia Operando 216 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) 0737026 FÁTIMA 48 FLORES PE -7,95000 -37,71667 Não 0737027 FLORES 48 FLORES PE -7,86778 -37,97250 Sim 0737030 IRAJAI 48 IGUARACI PE -7,91667 -37,51667 Não 0737031 ITAPETIM (ITAPETINGA) 48 ITAPETIM PE -7,36667 -37,18333 Não 0737032 JABITACA (VARAS) 48 IGUARACI PE -7,83333 -37,38333 Não 0737033 JARDIM 48 TUPARETAMA PE -7,71667 -37,35000 Não 0737034 QUITIMBU 48 CUSTÓDIA PE -7,93333 -37,61667 Não 0737035 QUIXABA 48 CARNAIBA PE -7,71667 -37,86667 Não SÃO JOSÉ DO 0737036 SÃO JOSÉ DO EGITO 48 PE -7,46667 -37,28333 Sim EGITO 0738000 QUIXABINHA 36 MAURITI CE -7,50000 -38,75000 Sim 0738001 MAURITI 36 MAURITI CE -7,38333 -38,76667 Sim 0738003 0 -7,18333 -38,80000 Não 0738005 MARARUPA 36 MAURITI CE -7,25000 -38,76667 Não 0738006 BREJO SANTO 36 BREJO SANTO CE -7,49111 -38,98333 Sim 0738007 CUNCAS 36 BARRO CE -7,08333 -38,71667 Sim 0738008 MILAGRES 36 MILAGRES CE -7,30000 -38,93333 Sim 0738009 FAZENDA TIMBAUBA 37 AGUIAR PB -7,01667 -38,30000 Sim SERRA 0738010 SERRA GRANDE 37 PB -7,25000 -38,31667 Sim GRANDE SÃO JOSÉ DE 0738011 SÃO JOSÉ DE PIRANHAS 37 PB -7,11667 -38,50000 Sim PIRANHAS 0738012 BOA VENTURA 37 BOA VENTURA PB -7,40000 -38,21667 Não PRINCESA 0738013 PRINCESA ISABEL 37 PB -7,73333 -38,01667 Sim ISABEL NOVA 0738014 NOVA OLINDA 37 PB -7,46667 -38,05000 Sim OLINDA 0738015 MANAIRA 37 MANAIRA PB -7,70000 -38,16667 Sim 0738017 ITAPORANGA 37 ITAPORANGA PB -7,30000 -38,16667 Sim 0738018 IBIARA 37 IBIARA PB -7,48333 -38,41667 Sim SANTANA 0738019 GARROTES 37 DOS PB -7,38333 -38,00000 Não GARROTES 0738020 CONCEIÇÃO 37 CONCEIÇÃO PB -7,55000 -38,51667 Sim BONITO DE 0738022 BONITO DE SANTA FÉ 37 PB -7,31667 -38,51667 Sim SANTA FÉ 0738023 BOM JESUS 37 CONCEIÇÃO PB -7,35000 -38,36667 Não SÃO JOSÉ DE 0738024 ARAPUÃ 37 PB -7,06667 -38,58333 Sim PIRANHAS 0738025 AGUIAR 37 AGUIAR PB -7,08333 -38,18333 Sim SÃO JOSÉ DO 0738027 BOM NOME 48 PE -7,98333 -38,63333 Não BELMONTE SERRA 0738028 CAIÇARA 48 PE -7,85000 -38,56667 Não TALHADA SÃO JOSÉ DO SÃO JOSÉ DO 0738029 48 PE -7,86667 -38,78333 Sim BELMONTE BELMONTE SERRA 0738030 SERRA TALHADA 48 PE -7,98333 -38,30000 Sim TALHADA Sub-bacia Operando 217 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) 0738032 TRIUNFO 48 TRIUNFO PE -7,83333 -38,11667 Sim VERDEJANTE (RIACHO 0738036 48 VERDEJANTE PE -7,91667 -38,98333 Não VERDE) AEROPORTO(JUAZ. DO JUAZEIRO DO 0739000 36 CE -7,21667 -39,30000 Sim NORTE) NORTE 0739002 ARAJARA 36 BARBALHA CE -7,26667 -39,26667 Sim MISSÃO 0739003 JAMACARU 36 CE -7,40000 -39,13333 Sim VELHA 0739004 INGAZEIRA 36 AURORA CE -7,10000 -39,00000 Sim SANTANA DO 0739005 SANTANA DO CARIRI 36 CE -7,18333 -39,73333 Sim CARIRI 0739006 CRATO 36 CRATO CE -7,23333 -39,40000 Sim 0739009 AÇUDE TOMAZ OSTERNE 36 CRATO CE -7,08333 -39,48333 Sim 0739011 CARIRIAÇU 36 CARIRIAÇU CE -7,03333 -39,28333 Sim SANTANA DO 0739014 ARAPORANGA 36 CE -7,13333 -39,76667 Sim CARIRI 0739016 BARBALHA 36 BARBALHA CE -7,33333 -39,30000 Sim 0739020 BARBALHA 36 BARBALHA CE -7,31667 -39,30000 Sim 0739021 BODOCÓ 48 BODOCÓ PE -7,80000 -39,93333 Não 0739022 CEDRO (URUCUBA) 48 CEDRO PE -7,71667 -39,33333 Não 0739023 EXÚ (NOVO EXÚ) 48 EXÚ PE -7,51667 -39,71667 Sim 0739025 GRANITO 48 GRANITO PE -7,71667 -39,61667 Não 0739026 IPUEIRA 48 SERRITA PE -7,81667 -39,48333 Não 0739027 SERRA DAS TABOCAS 48 EXÚ PE -7,41667 -39,85000 Não 0739028 SERRITA (SERRINHA) 48 SERRITA PE -7,93333 -39,31667 Sim 0739029 SÍTIO DOS MOREIRAS 48 MOREILÂNDIA PE -7,73333 -39,55000 Sim 0739030 SÍTIO ESTACA 48 BODOCÓ PE -7,95000 -39,91667 Não 0739031 SANTA ROSA 48 SERRITA PE -7,76667 -39,16667 Não 0739032 TIMORANTE (BAIXIO) 48 EXÚ PE -7,68333 -39,78333 Não 0739034 FAZENDA COLINAS 48 GRANITO PE -7,91667 -39,68333 Não CAMPOS 0740006 CAMPOS SALES 36 CE -7,06667 -40,36667 Sim SALES ARARIPINA (SÃO 0740013 48 ARARIPINA PE -7,55000 -40,56667 Sim GONÇALO) AÇUDE ENGENHEIRO 0740015 48 OURICURI PE -7,86667 -40,15000 Sim CAMACHO BARRA DE SÃO PEDRO 0740016 48 OURICURI PE -7,83333 -40,33333 Sim (MANACA) 0740017 FEITORIA (SÃO FÉLIX) 48 BODOCÓ PE -7,53333 -40,10000 Sim 0740018 IPUBI 48 IPUBI PE -7,65000 -40,13333 Não 0740019 MORAIS 48 ARARIPINA PE -7,65000 -40,40000 Não NASCENTE (OLHO 0740020 48 ARARIPINA PE -7,83333 -40,45000 Não D'ÁGUA) 0740021 OURICURI 48 OURICURI PE -7,88333 -40,06667 Não 0740023 SERRA BRANCA 48 IPUBI PE -7,56667 -40,20000 Não 0740024 SERROLÂNDIA 48 IPUBI PE -7,41667 -40,18333 Não TRINDADE (ESPÍRITO 0740025 48 TRINDADE PE -7,75000 -40,25000 Sim SANTO) Sub-bacia Operando 218 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) CABO DE 0834000 ENGENHO ALGODOAIS 39 SANTO PE -8,31667 -34,98333 Não AGOSTINHO 0834005 RECIFE (CAXANGA) 39 RECIFE PE -8,03333 -34,88333 Não 0834014 RECIFE (CENTRAL) (RFN) 39 RECIFE PE -8,03333 -34,90000 Não 0835000 AMARAJI 39 AMARAGI PE -8,38333 -35,45000 Não GLÓRIA DO 0835001 APOTI (DUARTE DIAS) 39 PE -8,06667 -35,38333 Não GOITÁ BARRA DE 0835002 BARRA DO GUABIRABA 39 PE -8,41667 -35,66667 Não GUABIRABA 0835005 BARREIROS 39 BARREIROS PE -8,83333 -35,20000 Não 0835006 BENGALAS 39 PASSIRA PE -8,01667 -35,48333 Não 0835007 BEZERROS 39 BEZERROS PE -8,23333 -35,75000 Não CABO DE 0835008 CABO 39 SANTO PE -8,30000 -35,03333 Não AGOSTINHO 0835009 CARUARU 39 CARUARU PE -8,28333 -35,96667 Não CHÃ DE 0835012 CHÃ DE ALEGRIA 39 PE -8,00000 -35,21667 Não ALEGRIA 0835014 CORTES 39 CORTES PE -8,46667 -35,55000 Não RIO 0835015 CUCAU 39 PE -8,63333 -35,28333 Não FORMOSO CUMARU 0835016 39 CUMARU PE -8,01667 -35,70000 Não (MALHADINHA) SÃO 0835017 ENGENHO BELA ROSA 39 LOURENÇO PE -8,01667 -35,11667 Não DA MATA 0835022 ESCADA 39 ESCADA PE -8,36667 -35,23333 Sim 0835026 GAMELEIRA 39 GAMELEIRA PE -8,58333 -35,38333 Não GLÓRIA DO 0835027 GLÓRIA DE GOITA 39 PE -8,00000 -35,30000 Não GOITÁ 0835030 GRAVATA 39 GRAVATÁ PE -8,21667 -35,56667 Sim 0835035 MARAIAL 39 MARAIAL PE -8,80000 -35,83333 Não 0835036 MORENO 39 MORENO PE -8,11667 -35,08333 Não 0835037 PALMARES 39 PALMARES PE -8,68333 -35,60000 Sim RIO 0835044 RIO FORMOSO 39 PE -8,66667 -35,15000 Não FORMOSO 0835045 RUSSINHA 39 GRAVATÁ PE -8,16667 -35,46667 Não SÃO SÃO LOURENÇO DA 0835048 39 LOURENÇO PE -7,99861 -35,03194 Sim MATA II DA MATA SÃO JOAQUIM DO SÃO JOAQUIM 0835049 39 PE -8,41667 -35,85000 Não MONTE DO MONTE 0835050 SIRINHAEM 39 SIRINHAEM PE -8,58333 -35,11667 Não RIACHO DAS 0835051 SÍTIO BARRIGUDA 39 PE -8,10000 -35,86667 Não ALMAS SÃO 0835054 TAPACURA 39 LOURENÇO PE -8,16667 -35,18333 Não DA MATA Sub-bacia Operando 219 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) SÃO NOSSA SENHORA DA 0835067 39 LOURENÇO PE -8,05000 -35,10000 Não LUZ DA MATA VITÓRIA DE VITÓRIA DE SANTO 0835068 39 SANTO PE -8,11361 -35,28389 Sim ANTÃO ANTÃO 0835071 XEXEU 39 ÁGUA PRETA PE -8,81667 -35,61667 Não COLÔNIA 0835072 COLÔNIA LEOPOLDINA 39 AL -8,91667 -35,71667 Não LEOPOLDINA 0835073 IBATEGUARA 39 IBATEGUARA AL -8,98333 -35,93333 Não 0835106 CARUARU 39 CARUARU PE -8,30278 -36,01083 Sim SANTA MARIA DA SÃO JOÃO DO 0836001 38 PB -8,03333 -36,68333 Sim PARAÍBA TIGRE 0836002 ALAGOINHA 49 ALAGOINHA PE -8,48333 -36,81667 Não 0836003 ALTINHO 39 ALTINHO PE -8,48333 -36,08333 Não 0836004 BELO JARDIM 39 BELO JARDIM PE -8,33333 -36,45000 Não BREJO DA BREJO DA MADRE DE 0836005 39 MADRE DE PE -8,15000 -36,38333 Não DEUS DEUS CACHOEIRINH 0836007 CACHOEIRINHA 39 PE -8,48333 -36,23333 Não A 0836008 CAETÉS 39 CAETÉS PE -8,78333 -36,63333 Não CARAPOTOS (RIACHO 0836010 39 CARUARU PE -8,13333 -36,06667 Não DOCE) 0836011 CIMBRES 39 PESQUEIRA PE -8,35000 -36,85000 Não 0836015 GARANHUNS 39 GARANHUNS PE -8,88333 -36,48333 Não 0836018 IBIRAJUBA 39 IBIRAJUBA PE -8,58333 -36,18333 Não 0836019 JAPECANGA (CORDEIRO) 49 PEDRA PE -8,86667 -36,96667 Não 0836020 JUCATI (PINDORAMA) 39 JUPI PE -8,70000 -36,45000 Não 0836021 JUREMA 39 JUREMA PE -8,71667 -36,13333 Não 0836022 LAJEDO 39 LAJEDO PE -8,66667 -36,31667 Não BREJO DA 0836023 MANDACAIA 39 MADRE DE PE -8,10000 -36,28333 Não DEUS 0836024 PANELAS 39 PANELAS PE -8,66667 -36,03333 Sim 0836026 PAQUEVIRA (GLICÉRIO) 39 CANHOTINHO PE -8,91667 -36,11667 Não PARANATAMA 0836027 39 PARANATAMA PE -8,91667 -36,66667 Não (ITACOATIARA) 0836028 PASSAGEM DO TO 39 JATAÚBA PE -8,10000 -36,51667 Não 0836029 PEDRA 49 PEDRA PE -8,50000 -36,96667 Sim 0836032 PESQUEIRA 39 PESQUEIRA PE -8,36667 -36,70000 Sim 0836034 POÇÃO 39 POÇÃO PE -8,18333 -36,70000 Não 0836036 QUIPAPA 39 QUIPAPA PE -8,81667 -36,05000 Não SÃO BENTO 0836037 SÃO BENTO DO UNA 39 PE -8,51667 -36,36667 Sim DO UNA SÃO 0836039 SÃO CAETANO 39 PE -8,31667 -36,15000 Sim CAETANO 0836042 SALOBRO 39 PESQUEIRA PE -8,61667 -36,70000 Não 0836043 SANHARÓ 39 SANHARÓ PE -8,36556 -36,56028 Sim Sub-bacia Operando 220 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) BREJO DA 0836046 SÍTIO APOLINÁRIO 39 MADRE DE PE -8,08333 -36,45000 Não DEUS 0836048 SÍTIO LAGOA DO FÉLIX 39 PESQUEIRA PE -8,16667 -36,56667 Não 0836050 SÍTIO MUQUEM 39 JATAÚBA PE -8,10000 -36,60000 Não 0836052 TACAIMBO 39 TACAIMBÓ PE -8,31667 -36,30000 Não TARA (SANTO ANTÔNIO 0836053 49 PEDRA PE -8,73333 -36,86667 Sim DO TARA) 0836054 TORITAMA (TORRES) 39 TORITAMA PE -8,01667 -36,06667 Não SÃO SÃO SEBASTIÃO DO SEBASTIÃO 0837000 38 PB -8,15000 -37,01667 Sim UMBUZEIRO DO UMBUZEIRO 0837002 AMARO 49 BUÍQUE PE -8,76667 -37,05000 Não ARCOVERDE (RIO 0837003 49 ARCOVERDE PE -8,43333 -37,06667 Sim BRANCO) 0837007 BREJO DE SÃO JOSÉ 49 BUÍQUE PE -8,51667 -37,20000 Sim 0837008 BREJO DO PIORE 49 IBIMIRIM PE -8,61667 -37,53333 Não 0837009 BUÍQUE 49 BUÍQUE PE -8,61667 -37,16667 Sim 0837010 CARUALINA 49 SERTÂNIA PE -8,30000 -37,58333 Não 0837011 CUSTÓDIA 49 CUSTÓDIA PE -8,10000 -37,65000 Sim FAZENDA CACHOEIRA 0837013 48 BETÂNIA PE -8,18333 -37,91667 Não DO LEITE 0837014 FAZENDA CAIÇARA 49 CUSTÓDIA PE -8,35000 -37,75000 Não 0837015 FAZENDA GARCIA 49 ÁGUAS BELAS PE -8,96667 -37,01667 Não 0837016 FAZENDA JACARÉ 49 FLORESTA PE -8,41667 -37,93333 Não 0837017 FAZENDA MANARI 49 INAJÁ PE -8,98333 -37,63333 Não 0837019 FAZENDA SAÇÃO 49 ITAÍBA PE -8,90000 -37,28333 Não 0837021 HENRIQUE DIAS 49 SERTÂNIA PE -8,28333 -37,18333 Não 0837022 INAJÁ (ESPÍRITO SANTO) 49 INAJÁ PE -8,90000 -37,83333 Não 0837024 ITAÍBA 49 ITAÍBA PE -8,95000 -37,43333 Não 0837025 IBIMIRIM (JERITACO) 49 IBIMIRIM PE -8,38333 -37,63333 Sim JUAZEIRO DOS 0837026 49 INAJÁ PE -8,78333 -37,98333 Não CÂNDIDOS 0837027 MODERNA 49 SERTÂNIA PE -8,43333 -37,41667 Não 0837028 MOXOTÓ 49 IBIMIRIM PE -8,71667 -37,53333 Sim 0837029 POÇO ALEXANDRE 49 INAJÁ PE -8,66667 -37,86667 Não 0837030 AÇUDE POÇO DA CRUZ 49 IBIMIRIM PE -8,50000 -37,73333 Sim 0837031 PONTA DA VARGEM 49 BUÍQUE PE -8,58333 -37,31667 Não 0837032 RIO DA BARRA 49 SERTÂNIA PE -8,15000 -37,48333 Não SERTÂNIA (ALAGOA DE 0837033 49 SERTÂNIA PE -8,08333 -37,26667 Sim BAIXO) 0837035 SÍTIO DOS NUNES 48 FLORES PE -8,06667 -37,85000 Não TUPANATINGA (SANTA TUPANATING 0837036 49 PE -8,75000 -37,35000 Não CLARA) A 0837037 XILILI 49 SERTÂNIA PE -8,40000 -37,21667 Não 0837039 ALGODÕES 49 SERTÂNIA PE -8,31667 -37,38333 Sim 0837040 FAZENDA JACARÉ 48 FLORESTA PE -8,48333 -37,83333 Não Sub-bacia Operando 221 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) 0838000 AIRI (ROCHEDO) 48 FLORESTA PE -8,53917 -38,19278 Sim 0838001 AÇUDE BOA VISTA 48 SALGUEIRO PE -8,06667 -38,98333 Sim BELÉM DE BELÉM DE SÃO 0838004 48 SÃO PE -8,76500 -38,96056 Sim FRANCISCO FRANCISCO 0838005 BETÂNIA 48 BETÂNIA PE -8,28333 -38,03333 Sim 0838006 CARNAUBEIRA 48 MIRANDIBA PE -8,01667 -38,88333 Não 0838007 CARNAUBEIRA 48 FLORESTA PE -8,43333 -38,86667 Não 0838008 CARQUEJA 48 FLORESTA PE -8,33333 -38,41667 Não CONCEIÇÃO DAS 0838009 48 SALGUEIRO PE -8,30000 -38,93333 Sim CRIOULAS BELÉM DE 0838010 FAZENDA ANGICOS 48 SÃO PE -8,66667 -38,76667 Não FRANCISCO 0838012 FAZENDA JUAZEIRO 49 TACARATU PE -8,78333 -38,16667 Não FAZENDA MALHADA DA 0838013 48 FLORESTA PE -8,28333 -38,48333 Sim AREIA 0838014 FAZENDA OLHO D'ÁGUA 48 PETROLÂNDIA PE -8,66667 -38,20000 Não SERRA 0838015 FAZENDA QUIXABA 48 PE -8,08333 -38,43333 Não TALHADA 0838016 FAZENDA SÍTIO NOVO 49 FLORESTA PE -8,80000 -38,40000 Sim 0838017 FAZENDA SOARES 48 PETROLÂNDIA PE -8,88333 -38,21667 Não 0838018 FAZENDA SANTA PAULA 48 FLORESTA PE -8,38333 -38,33333 Não FAZENDA VÁRZEA 0838019 48 FLORESTA PE -8,61667 -38,38333 Não COMPRIDA 0838020 FLORESTA 48 FLORESTA PE -8,60000 -38,58333 Sim 0838023 ICÓ 49 PETROLÂNDIA PE -8,86667 -38,46667 Sim 0838024 ITACURUBA 48 ITACURUBA PE -8,81667 -38,71667 Não MIRANDIBA (SÃO JOÃO 0838025 48 MIRANDIBA PE -8,11667 -38,73333 Não DE CAMPOS) SERRA 0838026 TAUAPIRANGA 48 PE -8,16667 -38,21667 Não TALHADA SERRA 0838028 VARZINHA 48 PE -8,03333 -38,13333 Não TALHADA SANTA MARIA 0839000 ALGODOEIRO 48 PE -8,55000 -39,88333 Não DA BOA VISTA 0839001 AÇUDE ABOBORAS 48 PARNAMIRIM PE -8,06667 -39,43333 Não 0839002 CABROBÓ 48 CABROBÓ PE -8,50000 -39,31667 Sim 0839006 CANTO DAS PEDRAS 48 CABROBÓ PE -8,31667 -39,61667 Não 0839007 FAZENDA MACAMBIRA 48 CABROBÓ PE -8,40000 -39,45000 Não ICAIÇARA (POÇO 0839008 48 PARNAMIRIM PE -8,08333 -39,78333 Não CERCADO) 0839009 JACARÉ 48 PARNAMIRIM PE -8,26278 -39,84722 Sim 0839010 MURICI 48 CABROBÓ PE -8,31667 -39,15000 Não 0839011 OROCÓ 48 OROCÓ PE -8,61667 -39,60000 Não PARNAMIRIM 0839012 48 PARNAMIRIM PE -8,08333 -39,56667 Sim (LEOPOLDINA) 0839014 POÇO DO FUMO 48 PARNAMIRIM PE -8,17778 -39,73139 Sim SANTA MARIA 0839015 FAZENDA RODRIGUES 48 PE -8,38333 -39,88333 Sim DA BOA VISTA Sub-bacia Operando 222 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) 0839016 SALGUEIRO 48 SALGUEIRO PE -8,06667 -39,11667 Sim SANTA MARIA DA BOA SANTA MARIA 0839018 48 PE -8,80000 -39,83333 Sim VISTA DA BOA VISTA 0839021 TERRA NOVA 48 TERRA NOVA PE -8,21667 -39,38333 Não SANTA MARIA 0839023 URIMAMA 48 PE -8,43333 -39,95000 Não DA BOA VISTA 0839034 FAZENDA TAPERA 48 OROCÓ PE -8,52028 -39,64083 Sim 0840001 ARIZONA 48 AFRÂNIO PE -8,66667 -40,96667 Sim 0840002 AÇUDE JATOBÁ 48 OURICURI PE -8,00000 -40,30000 Não SANTA MARIA 0840003 BARRA BONITA 48 PE -8,81667 -40,20000 Não DA BOA VISTA 0840004 BEZERRO 48 OURICURI PE -8,38333 -40,21667 Não 0840006 CAMPO SANTO 48 OURICURI PE -8,31667 -40,56667 Não 0840007 CRISTÁLIA 48 PETROLINA PE -8,80000 -40,35000 Não 0840008 DORMENTES 48 PETROLINA PE -8,41667 -40,78333 Não FAZENDA POÇO DA 0840009 48 PETROLINA PE -8,53333 -40,65000 Não PEDRA SANTA MARIA 0840010 FAZENDA SÃO BENTO 48 PE -8,61611 -39,99944 Sim DA BOA VISTA 0840011 JACARÉ 48 OURICURI PE -8,08333 -40,20000 Não JUTAÍ (JATOBÁ DE STA. SANTA MARIA 0840012 48 PE -8,63333 -40,23333 Sim BARBARA) DA BOA VISTA 0840014 LAGOA 48 PETROLINA PE -8,50000 -40,41667 Não SANTA MARIA 0840015 LAGOA GRANDE 48 PE -8,99889 -40,27306 Sim DA BOA VISTA 0840016 MATIAS 48 PARNAMIRIM PE -8,18333 -40,05000 Não 0840017 PAU FERRO 48 PETROLINA PE -8,95000 -40,73333 Sim 0840018 RAJADA 48 PETROLINA PE -8,78333 -40,83333 Não SANTA CRUZ (CRUZ DE 0840019 48 OURICURI PE -8,26667 -40,25000 Sim MALTA) SANTA FILOMENA 0840021 48 OURICURI PE -8,13333 -40,58333 Sim (MUNDURI) 0840022 SÍTIO CARRETÃO 48 PETROLINA PE -8,70000 -40,61667 Não 0840023 URUAS 48 PETROLINA PE -8,95000 -40,50000 Não 0840024 VARGINHA 48 OURICURI PE -8,06667 -40,41667 Não CACHOEIRA DO 0841011 48 AFRÂNIO PE -8,63333 -41,15000 Não ROBERTO 0841015 AFRÂNIO 48 AFRÂNIO PE -8,48333 -41,00000 Não 0935001 FLECHEIRAS 39 FLEXEIRAS AL -9,28333 -35,71667 Não PASSO DE 0935002 FAZENDA BOA ESCOLHA 39 AL -9,13333 -35,73333 Não CAMARAGIBE 0935005 MACEIÓ 39 MACEIÓ AL -9,56667 -35,78333 Sim 0935010 MARAGOGI 39 MARAGOGI AL -9,01667 -35,23333 Não MATRIZ DE MATRIZ DE 0935011 39 AL -9,16667 -35,51667 Sim CAMARAGIBE CAMARAGIBE 0935012 MURICI - PONTE 39 MURICI AL -9,31361 -35,94972 Sim PASSO DE 0935013 PASSO DE CAMARAGIBE 39 AL -9,23333 -35,48333 Sim CAMARAGIBE 0935016 PORTO CALVO 39 PORTO CALVO AL -9,06667 -35,40000 Sim Sub-bacia Operando 223 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) PORTO DE PEDRAS PORTO DE 0935019 39 AL -9,16667 -35,30000 Sim (DNOS) PEDRAS 0935021 RIO LARGO 39 RIO LARGO AL -9,48333 -35,83333 Sim 0935024 SAÚDE 39 MACEIÓ AL -9,53333 -35,63333 Sim SÃO LUÍS DO 0935025 SÃO LUÍS DO QUITUNDE 39 QUITUNDE AL -9,33333 -35,55000 Sim PORTO DE 0935028 TATUAMUNHA 39 PEDRAS AL -9,23333 -35,35000 Sim BOM 0936000 BARRA DO BREJO 39 CONSELHO PE -9,20000 -36,61667 Não BOM 0936001 BOM CONSELHO 39 CONSELHO PE -9,16667 -36,68333 Sim 0936003 BREJÃO 39 BREJÃO PE -9,05000 -36,50000 Não 0936004 CORRENTES 39 CORRENTES PE -9,11667 -36,33333 Sim PAU BRANCO BOM 0936007 (IBIRATINGA) 49 CONSELHO PE -9,18333 -36,90000 Não 0936008 POÇO COMPRIDO 39 CORRENTES PE -9,03333 -36,41667 Não BOM 0936009 QUATI 49 CONSELHO PE -9,11667 -36,76667 Não 0936010 ATALAIA 39 ATALAIA AL -9,51667 -36,01667 Sim 0936014 CAPELA 39 CAPELA AL -9,43333 -36,08333 Não 0936015 CRAIBA 49 ARAPIRACA AL -9,61667 -36,78333 Não BOCA DA 0936016 FAZENDA VARRELA 39 MATA AL -9,70000 -36,05000 Sim 0936019 IGACI 39 IGACI AL -9,55000 -36,63333 Não 0936020 JUNQUEIRO 49 JUNQUEIRO AL -9,93333 -36,48333 Sim LAGOA DA 0936022 LAGOA DA CANOA 49 CANOA AL -9,82861 -36,50944 Sim LIMOEIRO DE 0936026 LIMOEIRO DE ANADIA 39 ANADIA AL -9,74472 -37,10250 Sim MAJOR 0936028 MAJOR ISIDORO 49 ISIDORO AL -9,53333 -36,98333 Sim MAR 0936031 MAR VERMELHO 39 VERMELHO AL -9,45000 -36,38333 Não PALMEIRA 0936032 MINADOR DO NEGRÃO 49 DOS ÍNDIOS AL -9,31667 -36,86667 Não SANTANA DO 0936033 MUNGUBA 39 MUNDAÚ AL -9,06667 -36,20000 Não PALMEIRA 0936034 PALMEIRA DOS ÍNDIOS 39 DOS ÍNDIOS AL -9,40000 -36,65000 Não QUEBRANGUL 0936041 QUEBRANGULO 39 O AL -9,30222 -36,47278 Sim UNIÃO DOS 0936044 ROCHA CAVALCANTI 39 PALMARES AL -9,10000 -36,06667 Não SANTANA DO 0936045 SANTANA DO MUNDAÚ 39 MUNDAÚ AL -9,16667 -36,21667 Não SÃO MIGUEL 0936046 SEBASTIÃO FERREIRA 39 DOS CAMPOS AL -9,80000 -36,06667 Não SÃO JOSÉ DA 0936047 SÃO JOSÉ DA LAJE 39 LAJE AL -9,01667 -36,05000 Não Sub-bacia Operando 224 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) SÃO MIGUEL DOS SÃO MIGUEL 0936048 CAMPOS 39 DOS CAMPOS AL -9,78333 -36,10000 Sim 0936049 SANTA EFIGÊNIA 39 CAPELA AL -9,30000 -36,13333 Não 0936050 TRAIPU 49 TRAIPU AL -9,96667 -36,98333 Sim TANQUE 0936052 TANQUE D'ARCA 39 AL -9,53333 -36,43333 Não D'ARCA UNIÃO DOS 0936053 UNIÃO DOS PALMARES 39 AL -9,16667 -36,05000 Sim PALMARES USINA CANSANÇÃO DO SÃO MIGUEL 0936056 39 AL -9,86667 -36,15000 Não SINIMBU DOS CAMPOS 0936057 VIÇOSA 39 VIÇOSA AL -9,38333 -36,25000 Sim 0936066 ARAPIRACA 49 ARAPIRACA AL -9,75000 -36,65000 Sim 0936070 ANADIA 39 ANADIA AL -9,68361 -36,30361 Sim 0936076 TRAIPU 49 TRAIPU AL -9,97278 -37,00333 Sim 0937000 ÁGUAS BELAS 49 ÁGUAS BELAS PE -9,11667 -37,11667 Sim 0937002 FAZENDA CRAIBAS 49 ITAÍBA PE -9,05000 -37,25000 Não POÇO DAS 0937004 POÇO DAS TRINCHEIRAS 49 AL -9,21667 -37,28333 Sim TRINCHEIRAS SANTANA DO 0937005 RIACHO GRANDE 49 AL -9,46667 -37,46667 Não IPANEMA SANTANA DO 0937006 SANTANA DO IPANEMA 49 AL -9,36722 -37,22917 Sim IPANEMA ÁGUA 0937007 ÁGUA BRANCA 49 AL -9,28333 -37,93333 Sim BRANCA 0937010 BATALHA 49 BATALHA AL -9,66667 -37,13333 Não 0937011 CACIMBINHAS 49 CACIMBINHAS AL -9,40000 -37,00000 Não 0937012 CAPIA DA IGREJINHA 49 CANAPI AL -9,18333 -37,43333 Sim DELMIRO 0937013 DELMIRO GOUVÉIA 49 AL -9,39278 -37,99417 Sim GOUVÉIA MATA 0937014 MATA GRANDE 49 AL -9,13333 -37,73333 Sim GRANDE OLHO D'ÁGUA DAS OLHO D'ÁGUA 0937016 49 AL -9,53333 -37,28333 Não FLORES DAS FLORES OLHO D'ÁGUA DO OLHO D'ÁGUA 0937017 49 AL -9,51667 -37,85000 Não CASADO DO CASADO PÃO DE 0937018 PÃO DE AÇÚCAR 49 AL -9,75250 -37,44667 Sim AÇÚCAR SANTANA DO 0937032 SANTANA DO IPANEMA 49 AL -9,37278 -37,24528 Sim IPANEMA PETROLÂNDIA 0938000 49 PETROLÂNDIA PE -9,06667 -38,30000 Sim (ITAPARICA) 0938002 TACARATU 49 TACARATU PE -9,10000 -38,15000 Sim 0938003 VILA DE VOLTA 49 PETROLÂNDIA PE -9,26667 -38,16667 Não 0940002 BOM SOSSEGO 48 PETROLINA PE -9,41667 -40,71667 Não 0940003 PAU D'ARCO 48 PETROLINA PE -9,23333 -40,40000 Não SANTA MARIA 0940005 MALHADA REAL 48 PE -9,03333 -40,01667 Sim DA BOA VISTA 0940006 PETROLINA 48 PETROLINA PE -9,38333 -40,50000 Sim 1036003 IGREJA NOVA 49 IGREJA NOVA AL -10,11667 -36,65000 Sim 1036004 PENEDO 49 PENEDO AL -10,28333 -36,58333 Sim 1036005 PENEDO 49 PENEDO AL -10,28500 -36,55639 Sim Sub-bacia Operando 225 Estações Pluviométricas - Atlas Nordeste 1933-2000 (Datum: SIRGAS 2000) Nome Código Município UF Latitude Longitude (Continuação) 1036007 PIAÇABUÇÚ 49 PIAÇABUÇÚ AL -10,40639 -36,42611 Sim 1036011 COLÔNIA PINDORAMA 49 CORURIPE AL -10,11667 -36,40000 Não 1036013 CORURIPE 39 CORURIPE AL -10,11667 -36,16667 Sim Sub-bacia Operando 226 Estações Pluviométricas – Banco secundário com pelo menos 2000-2007 sem falhas (Datum: SIRGAS 2000) Código Nome (Continuação) Município UF Latatitude Longitude Operando 239001 ITAREMA 35 ITAREMA CE -2.91667 -39.91667 Sim 240002 CAMOCIM 35 CAMOCIM CE -2.91667 -40.83333 Sim 240007 ACARAÚ 35 ACARAÚ CE -2.88333 -40.11667 Sim 240009 ARANAÚ 35 ACARAÚ CE -2.81667 -40.21667 Sim 240012 CRUZ 35 CRUZ CE -2.93333 -40.18333 Sim JIJOCA DE 240013 JIJOCA DE JERICOACOARA 35 CE -2.91667 -40.48333 Sim JERICOACOARA 338001 PICI 35 FORTALEZA CE -3.75000 -38.58333 Sim 338005 MARACANAU 35 MARACANAU CE -3.90000 -38.63333 Sim 338007 AQUIRAZ 35 AQUIRAZ CE -3.90000 -38.38333 Sim SÃO GONÇALO DO SÃO GONÇALO 338008 35 CE -3.58333 -38.96667 Sim AMARANTE DO AMARANTE SÃO GONÇALO 338014 UMARITUBA NOVA 35 CE -3.67000 -38.98167 Sim DO AMARANTE 338040 ITAITINGA 35 ITAITINGA CE -3.95000 -38.51667 Sim 338048 FUNCEME 35 FORTALEZA CE -3.73333 -38.56667 Sim 339000 AMONTADA 35 AMONTADA CE -3.36333 -39.82944 Sim 339004 PENTECOSTE 35 PENTECOSTE CE -3.78333 -39.26667 Sim 339014 ITAPAGÉ 35 ITAPAGÉ CE -3.68333 -39.58333 Sim SÃO LUÍS DO 339028 SÃO LUÍS DO CURU 35 CE -3.67389 -39.24167 Sim CURU 339030 TRAIRI 35 TRAIRI CE -3.28333 -39.25000 Sim 339034 URUBURETAMA 35 URUBURETAMA CE -3.61667 -39.50000 Sim 339036 PARACURU 35 PARACURU CE -3.41667 -39.03333 Sim 339037 ITAPAJE 35 ITAPAGÉ CE -3.68333 -39.58333 Sim 339040 PARAIPABA 35 PARAIPABA CE -3.40000 -39.16667 Sim 339045 FAZENDA SÃO JOÃO 35 APUIARES CE -3.94528 -39.41111 Sim 339047 ICARAÍ DE AMONTADA 35 AMONTADA CE -3.03333 -39.66667 Sim 339051 APUIARES 35 APUIARES CE -3.95000 -39.43333 Sim 339054 JUÁ 35 IRAUÇUBA CE -3.88278 -39.86694 Sim 339056 SÃO JOAQUIM 35 ITAPAGÉ CE -3.75000 -39.66667 Sim SÃO LUÍS DO 339078 SÃO LUÍS DO CURU 35 CE -3.66667 -39.26667 Sim CURU 339084 ITAPIPOCA 35 ITAPIPOCA CE -3.50000 -39.56667 Sim 340008 MARTINOPOLE 35 MARTINÓPOLE CE -3.23333 -40.68333 Sim 340014 CARIRE 35 CARIRE CE -3.95000 -40.46667 Sim 340015 FRECHEIRINHA 35 FRECHEIRINHA CE -3.76667 -40.81667 Sim 340017 GRANJA 35 GRANJA CE -3.13333 -40.83333 Sim 340023 MUCAMBO 35 MUCAMBO CE -3.90000 -40.76667 Sim SANTANA DO 340038 SANTANA DO ACARAÚ 35 CE -3.46667 -40.20000 Sim ACARAÚ Sub-bacia 227 Estações Pluviométricas – Banco secundário com pelo menos 2000-2007 sem falhas (Datum: SIRGAS 2000) Código Nome (Continuação) Município UF Latatitude Longitude Operando 340045 SOBRAL 35 SOBRAL CE -3.70000 -40.35000 Sim 340049 MASSAPÊ 35 MASSAPÊ CE -3.53333 -40.33333 Sim 340064 SOBRAL 35 SOBRAL CE -3.69667 -40.34000 Sim 340066 ALCANTARAS 35 ALCANTARAS CE -3.58333 -40.55000 Sim 340067 BELA CRUZ 35 BELA CRUZ CE -3.05750 -40.16833 Sim 340075 PESSOA ANTA 35 GRANJA CE -3.35000 -40.98333 Sim 340080 MORRINHOS 35 MORRINHOS CE -3.23333 -40.11667 Sim 340098 RAFAEL ARRUDA 35 SOBRAL CE -3.83333 -40.66667 Sim 340102 COREAU 35 COREAÚ CE -3.56667 -40.65000 Sim 340103 SENADOR SÁ 35 SENADOR SÁ CE -3.35000 -40.46667 Sim VIÇOSA DO 341018 VIÇOSA DO CEARÁ 35 CE -3.56417 -41.09417 Sim CEARÁ 341029 BARROQUINHA 35 BARROQUINHA CE -3.01667 -41.11667 Sim 437000 ARACATI 36 ARACATI CE -4.56667 -37.76667 Sim 437006 JAGUARUANA 36 JAGUARUANA CE -4.83333 -37.78333 Sim 437009 PALHANO 36 PALHANO CE -4.75000 -37.96667 Sim 437010 RUSSAS 36 RUSSAS CE -4.93333 -37.96667 Sim 437019 FORTIM 35 FORTIM CE -4.45000 -37.78333 Sim 437024 ITAIÇABA 36 ITAIÇABA CE -4.68333 -37.81667 Sim 438010 BATURITÉ 35 BATURITÉ CE -4.33333 -38.86667 Sim 438011 BAÚ 35 PACATUBA CE -4.12139 -38.65917 Sim 438012 CRISTAIS 35 CASCAVEL CE -4.48333 -38.35000 Sim 438015 BOQUEIRÃO DO CESÁRIO 35 BEBERIBE CE -4.58333 -38.21667 Sim 438021 CHOROZINHO 35 CHOROZINHO CE -4.30222 -38.49694 Sim 438022 CRISTAIS 35 CASCAVEL CE -4.49750 -38.36056 Sim 438031 ITAPEBUSSU 35 MARANGUAPE CE -4.01667 -38.93333 Sim 438032 ITAPIUNA 35 ITAPIUNA CE -4.58333 -38.95000 Sim 438036 PACOTI 35 PACOTI CE -4.21667 -38.91667 Sim 438053 CAPISTRANO 35 CAPISTRANO CE -4.46667 -38.90000 Sim 438059 SÍTIO TIMBAUBA MACORE 36 RUSSAS CE -4.83333 -38.23333 Sim 438061 CAIO PRADO 35 ITAPIUNA CE -4.65639 -38.94306 Sim 438067 BEBERIBE 35 BEBERIBE CE -4.21667 -38.11667 Sim 438072 IBICUITINGA 35 IBICUITINGA CE -4.96667 -38.63333 Sim 438082 CURUPIRA 35 OCARA CE -4.53333 -38.55000 Sim 438089 PINDORETAMA 35 PINDORETAMA CE -4.05000 -38.33333 Sim 438093 CAPIM GROSSO 36 RUSSAS CE -4.86667 -38.21667 Sim 438095 REDENÇÃO 35 REDENÇÃO CE -4.20000 -38.81667 Sim 438101 PACAJUS 35 PACAJUS CE -4.18333 -38.46667 Sim 438103 CHOROZINHO 35 CHOROZINHO CE -4.30000 -38.50000 Sim Sub-bacia 228 Estações Pluviométricas – Banco secundário com pelo menos 2000-2007 sem falhas (Datum: SIRGAS 2000) Código Nome (Continuação) Município UF Latatitude Longitude Operando 438110 CASCAVEL 35 CASCAVEL CE -4.13333 -38.23333 Sim 438114 PALMÁCIA 35 PALMÁCIA CE -4.15000 -38.83333 Sim 439001 QUIXADÁ 36 QUIXADÁ CE -4.96667 -39.03333 Sim 439006 CARIDADE 35 CARIDADE CE -4.23333 -39.18333 Sim 439030 ITATIRA 36 ITATIRA CE -4.53333 -39.61667 Sim FAZENDA MORADA GENERAL 439056 35 CE -4.01667 -39.43333 Sim NOVA SAMPAIO 439061 LAGOA DO MATO 36 ITATIRA CE -4.65000 -39.66667 Sim 439062 MACAOCA 36 MADALENA CE -4.75000 -39.93333 Sim 440000 RERIUTABA 35 RERIUTABA CE -4.15000 -40.58333 Sim 440007 TAMBORIL 35 TAMBORIL CE -4.83333 -40.33333 Sim 440014 IPUEIRAS 35 IPUEIRAS CE -4.53333 -40.71667 Sim 440017 NOVA RUSSAS 35 NOVA RUSSAS CE -4.71667 -40.56667 Sim GUARACIABA 440023 GUARACIABA DO NORTE 35 CE -4.18333 -40.75000 Sim DO NORTE 440030 SÃO BENEDITO 35 SÃO BENEDITO CE -4.05000 -40.86667 Sim 440034 HIDROLÂNDIA 35 HIDROLÂNDIA CE -4.41667 -40.40000 Sim CAMPO DE POUSO - 440041 35 RERIUTABA CE -4.23333 -40.46667 Sim ARARAS - EXT 440042 FAZENDA CAJAZEIRAS 35 HIDROLÂNDIA CE -4.36778 -40.53556 Sim 440043 FAZENDA PARANÁ 35 SANTA QUITÉRIA CE -4.09694 -40.12639 Sim 440069 VARJOTA 35 VARJOTA CE -4.18333 -40.48333 Sim 440071 PIRES FERREIRA 35 PIRES FERREIRA CE -4.25000 -40.65000 Sim 440078 IPÚ 35 IPÚ CE -4.31667 -40.70000 Sim IELMO 535038 FAZENDA POTENJI 38 RN -5.84583 -35.52333 Sim MARINHO 536035 MENDUBIM DE BAIXO 37 AÇU RN -5.63194 -36.91611 Sim 536036 PENDÊNCIAS 37 PENDÊNCIAS RN -5.25722 -36.72333 Sim 537008 PEDRA DE ABELHAS 37 FELIPE GUERRA RN -5.59333 -37.68417 Sim 537019 UPANEMA 37 UPANEMA RN -5.64361 -37.25528 Sim AUGUSTO 537034 AUGUSTO SEVERO 37 RN -5.86722 -37.31472 Sim SEVERO 537035 FAZENDA ANGICOS 37 MOSSORÓ RN -5.28889 -37.28889 Sim 537037 MOSSORÓ 37 MOSSORÓ RN -5.21944 -37.36222 Sim 537041 QUIXERÉ 36 QUIXERÉ CE -5.06667 -37.98333 Sim 538008 CASTANHÃO 36 ALTO SANTO CE -5.46694 -38.40750 Sim SÃO JOÃO DO 538010 SÃO JOÃO DO JAGUARIBE 36 CE -5.28333 -38.26667 Sim JAGUARIBE 538025 BANABUIU 36 BANABUIU CE -5.31667 -38.91667 Sim 538029 JAGUARIBE 36 JAGUARIBE CE -5.90000 -38.61667 Sim 538030 IRACEMA 36 IRACEMA CE -5.81667 -38.30000 Sim Sub-bacia 229 Estações Pluviométricas – Banco secundário com pelo menos 2000-2007 sem falhas (Datum: SIRGAS 2000) Código Nome (Continuação) Município UF Latatitude Longitude Operando 538031 ROLDÃO 36 MORADA NOVA CE -5.23333 -38.48333 Sim 538043 JAGUARIBE 36 JAGUARIBE CE -5.90222 -38.63139 Sim TABULEIRO DO 538044 PEIXE GORDO 36 CE -5.22472 -38.20056 Sim NORTE 538049 SÃO JOSÉ DO FAMA 36 IRACEMA CE -5.68333 -38.28333 Sim 538057 NOVA FLORESTA 36 JAGUARIBE CE -5.93333 -38.90000 Sim 538066 JAGUARETAMA 36 JAGUARETAMA CE -5.62000 -38.77000 Sim TABULEIRO DO 538069 TABULEIRO DO NORTE 36 CE -5.25000 -38.13333 Sim NORTE PIQUET 539005 PIQUET CARNEIRO 36 CE -5.81667 -39.41667 Sim CARNEIRO 539023 SOLONÓPOLE 36 SOLONÓPOLE CE -5.70000 -39.01667 Sim 539029 BOA VIAGEM 36 BOA VIAGEM CE -5.13333 -39.71667 Sim 539033 PEDRA BRANCA 36 PEDRA BRANCA CE -5.45000 -39.71667 Sim SENADOR 539037 SENADOR POMPEU 36 CE -5.58000 -39.36806 Sim POMPEU 539051 MOMBAÇA 36 MOMBAÇA CE -5.75000 -39.61667 Sim 539053 QUIXERAMOBIM 36 QUIXERAMOBIM CE -5.20139 -39.29167 Sim DEPUTADO DEPUTADO IRAPUAN 539058 36 IRAPUAN CE -5.91667 -39.26667 Sim PINHEIRO PINHEIRO SENADOR 539073 SENADOR POMPEU 36 CE -5.58333 -39.36667 Sim POMPEU 540044 OLIVEIRA 36 TAMBORIL CE -5.08333 -40.30000 Sim SÃO JOSÉ DE 635013 ENGENHO OLHO D'ÁGUA 38 RN -6.08528 -35.24861 Sim MIPIBU SÃO JOSÉ DO 635078 SÃO JOSÉ DO CAMPESTRE 38 RN -6.32861 -35.69583 Sim CAMPESTRE 635079 FAZENDA ALAGAMAR 38 BANANEIRAS PB -6.59833 -35.52917 Sim 636019 SANTA CRUZ 38 SANTA CRUZ RN -6.24278 -35.99472 Sim JARDIM DO 636045 SÍTIO VOLTA 37 RN -6.59361 -36.78500 Sim SERIDÓ JARDIM DE 637010 AÇUDE LAGOINHA 37 RN -6.46222 -37.30250 Sim PIRANHAS 637039 CAICÓ 37 CAICÓ RN -6.45111 -37.09056 Sim LAVRAS DA 638007 LAVRAS DA MANGABEIRA 36 CE -6.76278 -38.96056 Sim MANGABEIRA 638011 PEREIRO 36 PEREIRO CE -6.05000 -38.46667 Sim 638014 ICÓ 36 ICÓ CE -6.40889 -38.86361 Sim SÃO JOÃO DO 638032 ANTENOR NAVARRO 37 PB -6.73528 -38.44806 Sim RIO DO PEIXE 638044 AÇUDE BONITO 37 SÃO MIGUEL RN -6.21278 -38.42556 Sim LAVRAS DA 638056 LAVRAS DA MANGABEIRA 36 CE -6.75000 -38.96667 Sim MANGABEIRA Sub-bacia 230 Estações Pluviométricas – Banco secundário com pelo menos 2000-2007 sem falhas (Datum: SIRGAS 2000) Código Nome (Continuação) Município UF Latatitude Longitude Operando 638072 COMUNIDADE GROSSAS 36 PEREIRO CE -6.00000 -38.50000 Sim 638085 ORÓS 36 ORÓS CE -6.25000 -38.91667 Sim 638092 ERERÊ 36 ERERÊ CE -6.05000 -38.35000 Sim 638093 ICÓ 36 ICÓ CE -6.40000 -38.85000 Sim 639009 GRANJEIRO 36 GRANJEIRO CE -6.88333 -39.21667 Sim 639013 CATARINA 36 CATARINA CE -6.13333 -39.86667 Sim 639014 ASSARÉ 36 ASSARÉ CE -6.86667 -39.86667 Sim 639018 VÁRZEA DA CONCEIÇÃO 36 CEDRO CE -6.46667 -39.11667 Sim 639026 CEDRO 36 CEDRO CE -6.60000 -39.06667 Sim 639030 CARIÚS 36 CARIÚS CE -6.53333 -39.50000 Sim 639033 SABOEIRO 36 SABOEIRO CE -6.53333 -39.90000 Sim 639035 IGUATU 36 IGUATU CE -6.36667 -39.30000 Sim BARREIRAS DOS 639038 36 IGUATU CE -6.31667 -39.35000 Sim PARAIBANOS 639044 IGUATU 36 IGUATU CE -6.37444 -39.29333 Sim 639045 MALHADA 36 SABOEIRO CE -6.64611 -39.95944 Sim 639050 TRUSSU 36 ACOPIARA CE -6.08333 -39.73333 Sim 639071 RIACHO VERDE 36 VÁRZEA ALEGRE CE -6.86667 -39.38333 Sim 639072 QUIXELÔ 36 QUIXELÔ CE -6.23333 -39.18333 Sim 639084 IGUATU 36 IGUATU CE -6.36667 -39.30000 Sim 640002 TAUÁ 36 TAUÁ CE -6.01667 -40.28333 Sim 640003 ARNEIROZ 36 ARNEIROZ CE -6.32639 -40.15889 Sim 640015 PARAMBU 36 PARAMBU CE -6.21667 -40.70000 Sim 640042 ARNEIROZ 36 ARNEIROZ CE -6.31667 -40.15000 Sim 735009 MULUNGU 38 MULUNGU PB -7.02944 -35.46806 Sim SANTA 735036 PONTE DA BATALHA 38 PB -7.13000 -35.04750 Sim TERESINHA SÃO LOURENÇO 735050 ENGENHO SÍTIO 39 PE -7.96806 -35.15667 Sim DA MATA 735066 PAUDALHO 39 PAUDALHO PE -7.89417 -35.17333 Sim 735067 SALGADINHO 39 SALGADINHO PE -7.94278 -35.63417 Sim 735100 LIMOEIRO 39 LIMOEIRO PE -7.87889 -35.45194 Sim 735124 BODOCONGO 38 BOQUEIRÃO PB -7.52833 -35.99972 Sim 735157 CARPINA 39 CARPINA PE -7.84278 -35.18250 Sim 735158 SURUBIM 39 SURUBIM PE -7.85472 -35.76444 Sim 735159 VERTENTES 39 VERTENTES PE -7.91000 -35.98861 Sim 736000 TAPEROÁ II 38 TAPEROÁ PB -7.21750 -36.82889 Sim 736040 JATAÚBA 39 JATAÚBA PE -7.98639 -36.50056 Sim SANTA CRUZ DO SANTA CRUZ DO 736041 39 PE -7.96194 -36.20222 Sim CAPIBARIBE CAPIBARIBE Sub-bacia 231 Estações Pluviométricas – Banco secundário com pelo menos 2000-2007 sem falhas (Datum: SIRGAS 2000) Código Nome (Continuação) Município UF Latatitude Longitude Operando TAQUARITINGA DO TAQUARITINGA 736042 39 PE -7.90389 -36.04694 Sim NORTE DO NORTE 737006 PIANCÓ 37 PIANCÓ PB -7.21417 -37.92583 Sim AFOGADOS DA AFOGADOS DA 737023 48 PE -7.73889 -37.64833 Sim INGAZEIRA (DNOCS) INGAZEIRA 737027 FLORES 48 FLORES PE -7.86778 -37.97250 Sim 738006 BREJO SANTO 36 BREJO SANTO CE -7.49111 -38.98333 Sim 738008 MILAGRES 36 MILAGRES CE -7.30000 -38.93333 Sim 738049 PODIMIRIM 36 MILAGRES CE -7.29972 -38.98472 Sim 738060 BARRO 36 BARRO CE -7.16667 -38.76667 Sim SANTANA DO 739005 SANTANA DO CARIRI 36 CE -7.18333 -39.73333 Sim CARIRI 739006 CRATO 36 CRATO CE -7.23333 -39.40000 Sim 739007 MISSÃO VELHA 36 MISSÃO VELHA CE -7.25000 -39.13333 Sim 739011 CARIRIAÇU 36 CARIRIAÇU CE -7.03333 -39.28333 Sim 739016 BARBALHA 36 BARBALHA CE -7.33333 -39.30000 Sim 739038 JARDIM 36 JARDIM CE -7.58333 -39.28333 Sim JUAZEIRO DO 739065 JUAZEIRO DO NORTE 36 CE -7.21667 -39.31667 Sim NORTE 740006 CAMPOS SALES 36 CAMPOS SALES CE -7.06667 -40.36667 Sim 740011 CAMPOS SALES 36 CAMPOS SALES CE -7.06667 -40.36667 Sim 740043 SALITRE 35 SALITRE CE -7.28278 -40.46694 Sim SÃO LOURENÇO DA SÃO LOURENÇO 835048 39 PE -7.99861 -35.03194 Sim MATA II DA MATA 835135 CUMARU 39 CUMARU PE -8.01194 -35.69611 Sim 835137 POMBOS 39 POMBOS PE -8.14083 -35.39972 Sim CABO DE SANTO 835138 PIRAPAMA 39 PE -8.27917 -35.06333 Sim AGOSTINHO 835139 JACUÍPE 39 JACUÍPE AL -8.84194 -35.44750 Sim 835141 PALMARES 39 PALMARES PE -8.67944 -35.57722 Sim 836043 SANHARÓ 39 SANHARÓ PE -8.36556 -36.56028 Sim BREJO DA MADRE DE BREJO DA 836092 39 PE -8.14556 -36.37028 Sim DEUS MADRE DE DEUS 836093 POÇÃO 39 POÇÃO PE -8.18944 -36.70694 Sim 837038 INAJÁ 49 INAJÁ PE -8.92083 -37.83056 Sim 838000 AIRI (ROCHEDO) 48 FLORESTA PE -8.53917 -38.19278 Sim 838002 AÇUDE SERRINHA 48 MIRANDIBA PE -8.23972 -38.52778 Sim BELÉM DE SÃO BELÉM DE SÃO 838004 48 PE -8.76500 -38.96056 Sim FRANCISCO FRANCISCO 838021 FLORESTA 48 FLORESTA PE -8.60639 -38.57861 Sim Sub-bacia 232 Estações Pluviométricas – Banco secundário com pelo menos 2000-2007 sem falhas (Datum: SIRGAS 2000) Código Nome (Conclusão) Município UF Latatitude Longitude Operando 838031 SERRA TALHADA 48 SERRA TALHADA PE -8.00056 -38.24472 Sim 839009 JACARÉ 48 PARNAMIRIM PE -8.26278 -39.84722 Sim 839014 POÇO DO FUMO 48 PARNAMIRIM PE -8.17778 -39.73139 Sim BELÉM DE SÃO 839031 IBÓ 48 PE -8.62306 -39.23917 Sim FRANCISCO 839034 FAZENDA TAPERA 48 OROCÓ PE -8.52028 -39.64083 Sim SANTA MARIA DA BOA SANTA MARIA 839035 48 PE -8.80417 -39.82250 Sim VISTA DA BOA VISTA SANTA MARIA 840015 LAGOA GRANDE 48 PE -8.99889 -40.27306 Sim DA BOA VISTA 935012 MURICI - PONTE 39 MURICI AL -9.31361 -35.94972 Sim 935056 FAZENDA BOA FORTUNA 39 RIO LARGO AL -9.46750 -35.85639 Sim MARECHAL 935057 MARECHAL DEODORO 39 AL -9.71639 -35.89167 Sim DEODORO 936076 TRAIPU 49 TRAIPU AL -9.97278 -37.00333 Sim 936110 ATALAIA 39 ATALAIA AL -9.50722 -36.02333 Sim 936111 VIÇOSA 39 VIÇOSA AL -9.37917 -36.24917 Sim SÃO JOSÉ DA 936112 SÃO JOSÉ DA LAJE 39 AL -9.00417 -36.05111 Sim LAJE UNIÃO DOS 936113 UNIÃO DOS PALMARES 39 AL -9.15444 -36.03583 Sim PALMARES SANTANA DO 936114 SANTANA DO MUNDAÚ 39 AL -9.16889 -36.21972 Sim MUNDAÚ DELMIRO 937013 DELMIRO GOUVÉIA 49 AL -9.39278 -37.99417 Sim GOUVÉIA 937018 PÃO DE AÇÚCAR 49 PÃO DE AÇÚCAR AL -9.75250 -37.44667 Sim 937023 PIRANHAS 49 PIRANHAS AL -9.62611 -37.75611 Sim 1036005 PENEDO 49 PENEDO AL -10.28500 -36.55639 Sim 1036007 PIAÇABUÇÚ 49 PIAÇABUÇÚ AL -10.40639 -36.42611 Sim 1036062 CAMAÇARI 39 CORURIPE AL -10.03139 -36.30389 Sim Sub-bacia 233 O banco de dados de evaporação formado a partir das normais climatológicas de 1961 a 1990 obtidos do site do INMET (INMET, 2009) [42] formam um conjunto de estações que representam 38 municípios na área aqui estuda. Desta forma, podem-se selecionar os municípios relacionados com a região a ser modelada e calculada média aritmética de cada mês para estimar os dados de evapotranspiração no MODHAC. Abaixo segue a listagem com as estações meteorológicas, associadas aos seus municípios, cujas normais climatológicas estão disponíveis para a região de estudo. Estações Meteorológicas do INMET para a região estudada com normais climatológicas disponíveis (Coordenadas com Datum: SIRGAS 2000) Código Nome (Continua) UF Latitude Longitude 82294 Acaraú CE -2.88333 -40.13333 82491 Aracati CE -4.56667 -37.76667 82784 Barbalha CE -7.31667 -39.30000 82777 Campos Sales CE -7.00000 -40.38333 82583 Crateús CE -5.16667 -40.66667 82397 Fortaleza CE -3.75000 -38.55000 82487* Guaramiranga CE -4.28333 -39.00000 82686* Iguatu CE -6.36667 -39.30000 82493* Jaguaruana CE -4.78333 -37.76667 82785 Juazeiro do Norte CE -7.20000 -39.31667 82588 Morada Nova CE -5.11667 -38.36667 82586 Quixeramobim CE -5.16667 -39.28333 82392 Sobral CE -3.73333 -40.33333 82683* Tauá CE -6.00000 -40.41667 82795 Campina Grande PB -7.21667 -35.88333 82798 João Pessoa PB -7.10000 -34.86667 82792* Monteiro PB -7.88333 -37.06667 82689 São Gonçalo PB -6.75000 -38.21667 82890* Arcoverde PE -8.41667 -37.08333 82886* Cabrobó PE -8.51667 -39.33333 82895 Caruaru PE -8.28333 -35.96667 82887* Floresta PE -8.60000 -38.56667 82893 Garanhuns PE -8.88333 -36.51667 82898 Olinda PE -8.01667 -34.85000 82753 Ouricuri PE -7.90000 -40.05000 82892 Pesqueira PE -8.40000 -36.76667 82987 Petrolândia PE -9.06667 -38.31667 82983 Petrolina PE -9.36667 -40.46667 82900 Recife (Curado) PE -8.05000 -34.95000 234 Código Nome (Conclusão) UF Latitude Longitude 82797* Surubim PE -7.83333 -35.71667 82789* Triunfo PE -7.81667 -38.11667 82590 Apodí RN -5.61667 -37.81667 82596 Ceará Mirim RN -5.65000 -35.65000 82693 Cruzeta RN -6.43333 -36.58333 82691 Florânia RN -6.11667 -36.81667 82594 Macau RN -5.11667 -36.76667 82591 Mossoró RN -5.20000 -37.30000 82598* Natal RN -5.91667 -35.20000 “Para as estações assinaladas com asterisco (*) foi relaxada à exigência de se considerar apenas anos com "meses completos", no cômputo da média” (INMET (INMET, 2009) [42]. 235 APÊNDICE C – DADOS ESTATÍSTICOS DAS MODELAGENS Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36160000 – Iguatu. Iguatu Par Iguatu VAZÕES VAZÕES 1962-1980 OBSERVADAS GERADAS Vazões Observadas Atlas Nordeste (mm) (mm) MÁXIMA 135.55 159.63 MÉDIA 3.55 3.82 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 11.68 13.41 COEF. VARIAÇÃO (%) 329.36 351.00 TOTAL DO PERÍODO 808.45 871.11 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 7.75 Iguatu Par Iguatu VAZÕES VAZÕES 1962-1980 OBSERVADAS GERADAS Vazões Observadas CPRM/ANA (mm) (mm) MÁXIMA 134.68 159.63 MÉDIA 3.48 3.82 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 11.53 13.41 COEF. VARIAÇÃO (%) 331.48 351.00 TOTAL DO PERÍODO 792.73 871.11 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 9.89 VAZÕES VAZÕES Iguatu Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1981-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 120.24 116.94 MÉDIA 3.26 3.38 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 11.45 14.09 COEF. VARIAÇÃO (%) 351.18 416.90 TOTAL DO PERÍODO 782.25 811.33 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 3.72 VAZÕES VAZÕES Iguatu Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2001-2009 (mm) (mm) MÁXIMA 74.60 125.54 MÉDIA 3.36 5.32 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 10.45 17.74 COEF. VARIAÇÃO (%) 310.73 333.28 TOTAL DO PERÍODO 363.13 574.80 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 31.58 236 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36160000 – Iguatu. VAZÕES VAZÕES Iguatu Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1962-1980 (mm) (mm) MÁXIMA 135.55 131.61 MÉDIA 3.55 3.50 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 11.68 10.55 COEF. VARIAÇÃO (%) 329.36 301.24 TOTAL DO PERÍODO 808.45 798.17 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -1.27 VAZÕES VAZÕES Iguatu Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1981-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 120.24 87.27 MÉDIA 3.26 2.88 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 11.45 10.02 COEF. VARIAÇÃO (%) 351.18 348.06 TOTAL DO PERÍODO 782.25 690.97 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -11.67 VAZÕES VAZÕES Iguatu Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2001-2009 (mm) (mm) MÁXIMA 74.60 75.85 MÉDIA 3.36 4.43 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 10.45 10.98 COEF. VARIAÇÃO (%) 310.73 247.97 TOTAL DO PERÍODO 363.13 478.15 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 9.46 VAZÕES VAZÕES Iguatu Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1962-1980 ETP INMET (mm) (mm) MÁXIMA 135.55 198.99 MÉDIA 3.55 5.95 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 11.68 17.40 COEF. VARIAÇÃO (%) 329.36 292.28 TOTAL DO PERÍODO 808.45 1357.17 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 67.87 237 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36290000 – Icó. VAZÕES VAZÕES Icó Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1959-1987 (mm) (mm) MÁXIMA 126.81 153.91 MÉDIA 6.76 7.01 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 15.87 16.37 COEF. VARIAÇÃO (%) 234.71 233.36 TOTAL DO PERÍODO 2353.78 2440.76 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 3.70 VAZÕES VAZÕES Icó Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1988-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 68.18 106.65 MÉDIA 3.39 2.19 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.38 9.80 COEF. VARIAÇÃO (%) 247.41 447.62 TOTAL DO PERÍODO 487.75 315.22 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -35.37 VAZÕES VAZÕES Icó Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 79.67 90.10 MÉDIA 4.30 6.71 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 11.18 14.60 COEF. VARIAÇÃO (%) 260.02 217.50 TOTAL DO PERÍODO 0.81 1.00 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 23.26 VAZÕES VAZÕES Icó Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1959-1987 (mm) (mm) MÁXIMA 126.81 243.90 MÉDIA 6.76 8.56 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 15.87 24.51 COEF. VARIAÇÃO (%) 234.71 286.19 TOTAL DO PERÍODO 2353.78 2980.34 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 26.62 238 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36290000 – Icó. VAZÕES VAZÕES Icó Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1988-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 68.18 136.53 MÉDIA 3.39 2.44 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.38 12.40 COEF. VARIAÇÃO (%) 247.41 507.74 TOTAL DO PERÍODO 487.75 351.61 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -27.91 VAZÕES VAZÕES Icó Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 76.92 139.76 MÉDIA 4.27 7.65 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 10.99 20.14 COEF. VARIAÇÃO (%) 257.15 263.30 TOTAL DO PERÍODO 410.13 734.27 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 79.03 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 34741000 – Oiticica. VAZÕES VAZÕES Oiticica Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2005-2011 (mm) (mm) MÁXIMA 94.36 250.74 MÉDIA 2.74 7.32 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 11.60 31.49 COEF. VARIAÇÃO (%) 423.68 430.41 TOTAL DO PERÍODO 230.00 614.58 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 167.21 VAZÕES VAZÕES Oiticica Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2005-2011 (mm) (mm) MÁXIMA 94.36 210.78 MÉDIA 2.74 6.47 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 11.60 25.22 COEF. VARIAÇÃO (%) 423.68 389.92 TOTAL DO PERÍODO 230.00 543.31 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 136.22 239 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 34741000 – Oiticica. VAZÕES VAZÕES Oiticica Par Oiticica OBSERVADAS GERADAS 2005-2011 (mm) (mm) MÁXIMA 94.36 92.07 MÉDIA 2.74 2.58 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 11.60 12.82 COEF. VARIAÇÃO (%) 423.68 497.98 TOTAL DO PERÍODO 230.00 216.33 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -5.94 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 34740000 – Saudoso. VAZÕES VAZÕES Saudoso Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2000-2011 (mm) (mm) MÁXIMA 51.61 168.36 MÉDIA 4.75 5.52 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.10 19.57 COEF. VARIAÇÃO (%) 170.53 354.69 TOTAL DO PERÍODO 684.35 794.61 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 16.11 VAZÕES VAZÕES Saudoso Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2000-2011 (mm) (mm) MÁXIMA 51.61 118.71 MÉDIA 4.75 5.10 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.10 14.60 COEF. VARIAÇÃO (%) 170.53 286.54 TOTAL DO PERÍODO 684.35 733.94 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 7.25 VAZÕES VAZÕES Saudoso Par Oiticica OBSERVADAS GERADAS 2000-2011 (mm) (mm) MÁXIMA 51.61 114.44 MÉDIA 4.75 3.45 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.10 11.57 COEF. VARIAÇÃO (%) 170.53 335.42 TOTAL DO PERÍODO 684.35 496.66 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -27.43 240 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 34730000 – Croatá. VAZÕES VAZÕES Croatá Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1987-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 41.23 64.57 MÉDIA 6.87 2.39 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.53 6.99 COEF. VARIAÇÃO (%) 124.20 292.77 TOTAL DO PERÍODO 1153.41 401.21 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -65.22 VAZÕES VAZÕES Croatá Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2000-2009 (mm) (mm) MÁXIMA 49.02 240.96 MÉDIA 6.40 12.87 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 9.23 34.76 COEF. VARIAÇÃO (%) 144.31 269.99 TOTAL DO PERÍODO 767.67 1544.74 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 101.22 VAZÕES VAZÕES Croatá Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1987-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 41.23 45.11 MÉDIA 6.87 2.28 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.53 5.27 COEF. VARIAÇÃO (%) 124.20 230.63 TOTAL DO PERÍODO 1153.41 383.54 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -65.22 VAZÕES VAZÕES Croatá Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2000-2009 (mm) (mm) MÁXIMA 49.02 191.31 MÉDIA 6.40 11.27 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 9.23 27.22 COEF. VARIAÇÃO (%) 144.31 241.63 TOTAL DO PERÍODO 767.67 1351.84 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 76.10 241 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 34730000 – Croatá. VAZÕES VAZÕES Croatá Par Oiticica OBSERVADAS GERADAS 1987-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 41.23 19.03 MÉDIA 6.87 1.29 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.53 3.30 COEF. VARIAÇÃO (%) 124.20 256.33 TOTAL DO PERÍODO 1153.41 216.38 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -81.24 VAZÕES VAZÕES Croatá Par Oiticica OBSERVADAS GERADAS 2000-2009 (mm) (mm) MÁXIMA 49.02 185.49 MÉDIA 6.40 9.61 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 9.23 27.12 COEF. VARIAÇÃO (%) 144.31 282.10 TOTAL DO PERÍODO 767.67 1153.62 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 50.27 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação Moraújo – 35125000. Moraújo Par Iguatu VAZÕES VAZÕES OBSERVADAS GERADAS 1982-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 363.37 333.12 MÉDIA 18.02 16.02 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 48.03 46.50 COEF. VARIAÇÃO (%) 266.49 290.30 TOTAL DO PERÍODO 4109.43 3652.10 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -11.13 Moraújo Par Iguatu VAZÕES VAZÕES OBSERVADAS GERADAS 2001-2008 (mm) (mm) MÁXIMA 164.55 65.59 MÉDIA 11.48 7.27 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 27.63 14.19 COEF. VARIAÇÃO (%) 240.83 195.25 TOTAL DO PERÍODO 1101.61 697.73 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -36.66 242 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação Moraújo – 35125000. Moraújo Par Icó VAZÕES VAZÕES OBSERVADAS GERADAS 1982-2000 (mm) (mm) MAXIMA 363.37 244.93 MÉDIA 18.02 13.75 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 48.03 37.42 COEF. VARIAÇÃO (%) 266.49 272.02 TOTAL DO PERÍODO 4109.43 3136.05 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -23.69 VAZÕES VAZÕES Moraújo Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2001-2008 (mm) (mm) MAXIMA 164.55 45.47 MÉDIA 11.46 6.44 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 27.56 10.68 COEF. VARIAÇÃO (%) 240.46 165.89 TOTAL DO PERÍODO 1100.09 617.93 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -43.83 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 35210000 – Fazenda Cajazeiras. VAZÕES VAZÕES Fazenda Cajazeiras Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1982-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 283.58 230.45 MÉDIA 9.55 8.43 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 32.87 28.34 COEF. VARIAÇÃO (%) 344.19 335.98 TOTAL DO PERÍODO 2062.80 1821.71 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -11.69 VAZÕES VAZÕES Fazenda Cajazeiras Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 122.48 64.26 MÉDIA 6.35 5.56 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 18.35 11.79 COEF. VARIAÇÃO (%) 288.83 212.18 TOTAL DO PERÍODO 609.93 533.30 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -12.56 243 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 35210000 – Fazenda Cajazeiras. VAZÕES VAZÕES Fazenda Cajazeiras Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1982-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 283.58 200.45 MÉDIA 9.55 7.19 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 32.87 22.69 COEF. VARIAÇÃO (%) 344.19 315.72 TOTAL DO PERÍODO 2062.80 1552.02 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -24.76 . VAZÕES VAZÕES Fazenda Cajazeiras Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 122.48 48.05 MÉDIA 6.35 5.07 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 18.35 9.05 COEF. VARIAÇÃO (%) 288.83 178.32 TOTAL DO PERÍODO 609.93 487.01 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -20.15 VAZÕES VAZÕES Fazenda Cajazeiras Par Oiticica O B S E R VADAS GERADAS 1982-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 283.58 347.70 MÉDIA 9.55 6.22 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 32.87 28.66 COEF. VARIAÇÃO (%) 344.19 460.99 TOTAL DO PERÍODO 2062.80 1343.05 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -34.89 VAZÕES VAZÕES Fazenda Cajazeiras Par Oiticica OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 122.48 50.71 MÉDIA 6.35 3.42 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 18.35 7.91 COEF. VARIAÇÃO (%) 288.83 231.21 TOTAL DO PERÍODO 609.93 328.29 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -46.18 244 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 35223000 – Flores. Flores Par Iguatu VAZÕES VAZÕES OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 459.42 149.37 MÉDIA 17.87 10.87 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 60.22 22.86 COEF. VARIAÇÃO (%) 337.00 210.27 TOTAL DO PERÍODO 1715.62 1043.51 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -39.18 Flores Par Icó VAZÕES VAZÕES OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 459.48 116.19 MÉDIA 17.87 9.72 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 60.23 18.17 COEF. VARIAÇÃO (%) 337.00 186.93 TOTAL DO PERÍODO 1715.82 933.18 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -45.61 VAZÕES VAZÕES Flores par Oiticica OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 459.48 131.22 MÉDIA 17.87 7.81 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 60.23 19.33 COEF. VARIAÇÃO (%) 337.00 247.46 TOTAL DO PERÍODO 1715.82 749.88 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -56.30 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 35235000 - Várzea do Grosso. VAZÕES VAZÕES Várzea do Grosso Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1970-1980 (mm) (mm) MÁXIMA 438.50 341.23 MÉDIA 12.27 9.55 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 46.08 35.16 COEF. VARIAÇÃO (%) 375.59 368.30 TOTAL DO PERÍODO 1619.60 1260.01 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -22.20 245 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 35235000 - Várzea do Grosso VAZÕES VAZÕES Várzea do Grosso Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1986-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 153.97 132.34 MÉDIA 8.78 7.40 MÍNIMA 0.19 0.00 DESVIO PADRÃO 21.02 20.33 COEF. VARIAÇÃO (%) 239.50 274.94 TOTAL DO PERÍODO 1474.70 1242.48 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -15.75 VAZÕES VAZÕES Várzea do Grosso Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 197.97 82.88 MÉDIA 6.86 6.86 MÍNIMA 0.50 0.00 DESVIO PADRÃO 24.16 13.76 COEF. VARIAÇÃO (%) 352.35 200.69 TOTAL DO PERÍODO 658.33 658.10 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -0.04 VAZÕES VAZÕES Várzea do Grosso Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1970-1980 (mm) (mm) MÁXIMA 438.50 313.37 MÉDIA 12.27 8.42 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 46.08 30.23 COEF. VARIAÇÃO (%) 375.59 358.86 TOTAL DO PERÍODO 1619.60 1112.08 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -31.34 VAZÕES VAZÕES Várzea do Grosso Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1986-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 153.97 102.95 MÉDIA 8.78 6.15 MÍNIMA 0.19 0.00 DESVIO PADRÃO 21.02 14.45 COEF. VARIAÇÃO (%) 239.50 234.79 TOTAL DO PERÍODO 1474.70 1034.02 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -29.88 246 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 35235000 - Várzea do Grosso. VAZÕES VAZÕES Várzea do Grosso Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 197.97 49.11 MÉDIA 6.86 6.16 MÍNIMA 0.50 0.00 DESVIO PADRÃO 24.16 10.21 COEF. VARIAÇÃO (%) 352.35 165.62 TOTAL DO PERÍODO 658.33 591.76 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -10.11 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 35240000 - Trapiá. VAZÕES VAZÕES Trapiá Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1987-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 150.95 90.49 MÉDIA 7.28 4.40 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 22.30 13.00 COEF. VARIAÇÃO (%) 306.38 295.43 TOTAL DO PERÍODO 1222.73 739.04 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -39.56 VAZÕES VAZÕES Trapiá Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 173.48 61.30 MÉDIA 9.77 4.66 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 25.88 10.51 COEF. VARIAÇÃO (%) 264.92 225.66 TOTAL DO PERÍODO 937.72 447.29 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -52.30 Trapiá Par Icó V A Z Õ ES OBSERVADAS VAZÕES GERADAS 1987-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 150.95 60.63 MÉDIA 7.28 3.75 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 22.30 8.59 COEF. VARIAÇÃO (%) 306.38 228.86 TOTAL DO PERÍODO 1222.73 630.44 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -48.44 247 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 35240000 - Trapiá. VAZÕES VAZÕES Trapiá Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 173.48 38.55 MÉDIA 9.77 4.24 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 25.88 7.70 COEF. VARIAÇÃO (%) 264.92 181.31 TOTAL DO PERÍODO 937.72 407.48 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -56.55 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 35258000 – Fazenda Paraná. VAZÕES VAZÕES Fazenda Paraná - Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1993-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 24.34 20.84 MÉDIA 2.05 1.47 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 3.39 3.72 COEF. VARIAÇÃO (%) 165.38 253.25 TOTAL DO PERÍODO 196.81 140.97 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -28.37 VAZÕES VAZÕES Fazenda Paraná Par- Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 67.21 34.53 MÉDIA 2.82 2.22 MÍNIMA 0.01 0.00 DESVIO PADRÃO 9.38 5.65 COEF. VARIAÇÃO (%) 332.28 254.51 TOTAL DO PERÍODO 271.08 213.19 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -21.36 VAZÕES VAZÕES Fazenda Paraná Par- Icó OBSERVADAS GERADAS 1993-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 24.34 15.56 MÉDIA 2.05 1.55 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 3.39 3.00 COEF. VARIAÇÃO (%) 165.38 193.66 TOTAL DO PERÍODO 196.81 148.68 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -24.46 248 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 35258000 – Fazenda Paraná. VAZÕES VAZÕES Fazenda Paraná -Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 67.21 26.12 MÉDIA 2.82 2.23 MÍNIMA 0.01 0.00 DESVIO PADRÃO 9.38 4.40 COEF. VARIAÇÃO (%) 332.28 197.12 TOTAL DO PERÍODO 271.08 214.21 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -20.98 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 35275000 - Sobral. VAZÕES VAZÕES Sobral Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1974-1990 (mm) (mm) MÁXIMA 399.85 325.14 MÉDIA 16.49 11.28 MÍNIMA 0.44 0.17 DESVIO PADRÃO 47.34 35.47 COEF. VARIAÇÃO (%) 287.12 314.47 TOTAL DO PERÍODO 3363.74 2301.13 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -31.59 VAZÕES VAZÕES Sobral Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 72.46 49.97 MÉDIA 5.38 4.65 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 12.19 9.24 COEF. VARIAÇÃO (%) 226.46 198.60 TOTAL DO PERÍODO 516.83 446.46 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -13.62 VAZÕES VAZÕES Sobral Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1974-1990 (mm) (mm) MÁXIMA 399.85 297.49 MÉDIA 16.49 9.54 MÍNIMA 0.44 0.32 DESVIO PADRÃO 47.34 29.00 COEF. VARIAÇÃO (%) 287.12 303.89 TOTAL DO PERÍODO 3363.74 1946.46 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -42.13 249 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 35275000 - Sobral. VAZÕES VAZÕES Sobral Par Icó O BSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 72.46 34.56 MÉDIA 5.38 4.45 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 12.19 7.36 COEF. VARIAÇÃO (%) 226.46 165.44 TOTAL DO PERÍODO 516.83 426.89 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -17.40 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 35275000 - Sobral. VAZÕES VAZÕES Sobral Par Oiticica OBSERVADAS GERADAS 1974-1990 (mm) (mm) MÁXIMA 399.85 328.60 MÉDIA 16.49 9.45 MÍNIMA 0.44 0.00 DESVIO PADRÃO 47.34 37.85 COEF. VARIAÇÃO (%) 287.12 400.62 TOTAL DO PERÍODO 3363.74 1927.51 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -42.70 VAZÕES VAZÕES Sobral Par Oiticica OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 72.46 18.09 MÉDIA 5.38 2.75 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 12.19 4.85 COEF. VARIAÇÃO (%) 226.46 176.47 TOTAL DO PERÍODO 516.83 263.68 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -48.98 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 35830000 - Caio Prado. VAZÕES VAZÕES Caio Prado Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1985-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 141.21 93.98 MÉDIA 8.36 5.05 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 24.68 13.59 COEF. VARIAÇÃO (%) 295.09 268.85 TOTAL DO PERÍODO 1605.67 970.22 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -39.58 250 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 35830000 - Caio Prado. VAZÕES VAZÕES Caio Prado Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 128.98 41.41 MÉDIA 4.89 4.63 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 16.24 8.92 COEF. VARIAÇÃO (%) 331.85 192.70 TOTAL DO PERÍODO 469.86 444.57 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -5.38 VAZÕES VAZÕES Caio Prado Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1985-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 141.21 55.12 MÉDIA 8.36 4.53 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 24.68 9.77 COEF. VARIAÇÃO (%) 295.09 215.51 TOTAL DO PERÍODO 1605.67 870.23 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -45.80 VAZÕES VAZÕES Caio Prado Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 128.98 32.74 MÉDIA 4.89 4.39 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 16.24 7.38 COEF. VARIAÇÃO (%) 331.85 168.08 TOTAL DO PERÍODO 469.86 421.23 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -10.35 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36045000 – Malhada. VAZÕES VAZÕES Malhada Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1980-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 65.21 62.69 MÉDIA 2.26 2.03 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 7.57 7.04 COEF. VARIAÇÃO (%) 335.42 347.06 TOTAL DO PERÍODO 568.64 511.24 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -10.09 251 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36045000 – Malhada. VAZÕES VAZÕES Malhada Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2001-2010 (mm) (mm) MÁXIMA 60.50 113.60 MÉDIA 1.56 3.93 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 6.80 13.74 COEF. VARIAÇÃO (%) 435.98 349.68 TOTAL DO PERÍODO 187.30 471.56 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 151.77 VAZÕES VAZÕES Malhada Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1980-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 65.21 44.55 MÉDIA 2.26 1.88 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 7.57 5.23 COEF. VARIAÇÃO (%) 335.42 278.52 TOTAL DO PERÍODO 568.64 473.23 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -16.78 VAZÕES VAZÕES Malhada Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2001-2010 (mm) (mm) MAXIMA 60.50 63.96 MÉDIA 1.56 3.41 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 6.80 9.06 COEF. VARIAÇÃO (%) 435.98 265.87 TOTAL DO PERÍODO 187.30 409.05 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 118.40 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36070000 – Sítio Patos. VAZÕES VAZÕES Sítio Patos Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2000-2009 (mm) (mm) MÁXIMA 56.82 121.54 MÉDIA 2.26 3.96 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.45 15.39 COEF. VARIAÇÃO (%) 373.90 389.06 TOTAL DO PERÍODO 271.07 474.76 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 75.15 252 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36070000 – Sítio Patos. VAZÕES VAZÕES Sítio Patos Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2000-2009 (mm) (mm) MÁXIMA 56.82 71.85 MÉDIA 2.26 3.24 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.45 9.07 COEF. VARIAÇÃO (%) 373.90 280.30 TOTAL DO PERÍODO 271.07 388.26 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 43.24 VAZÕES VAZÕES Sítio Patos Par Oiticica OBSERVADAS GERADAS 2000-2009 (mm) (mm) MÁXIMA 56.82 18.10 MÉDIA 2.26 1.58 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.45 3.70 COEF. VARIAÇÃO (%) 373.90 234.81 TOTAL DO PERÍODO 271.07 189.06 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -30.25 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36125000 – Sítio Poço Dantas. VAZÕES VAZÕES Sítio Poço Dantas Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1974-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 82.78 132.45 MÉDIA 3.27 4.39 MÍNIMA 0.00 0.14 DESVIO PADRÃO 9.22 15.57 COEF. VARIAÇÃO (%) 281.60 354.49 TOTAL DO PERÍODO 1060.67 1422.67 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 34.13 VAZÕES VAZÕES Sítio Poço Dantas Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2001-2010 (mm) (mm) MÁXIMA 91.06 106.13 MÉDIA 4.95 6.21 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.08 17.20 COEF. VARIAÇÃO (%) 263.95 276.80 TOTAL DO PERÍODO 594.48 745.47 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 25.40 253 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36125000 – Sítio Poço Dantas. VAZÕES VAZÕES Sítio Poço Dantas Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1974-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 82.78 105.88 MÉDIA 3.27 3.78 MÍNIMA 0.00 0.08 DESVIO PADRÃO 9.22 11.47 COEF. VARIAÇÃO (%) 281.60 303.43 TOTAL DO PERÍODO 1060.67 1224.29 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 15.43 VAZÕES VAZÕES Sítio Poço Dantas Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2001-2010 (mm) (mm) MÁXIMA 91.06 79.62 MÉDIA 4.95 5.31 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.08 11.87 COEF. VARIAÇÃO (%) 263.95 223.66 TOTAL DO PERÍODO 594.48 636.76 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 7.11 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36130000 - Cariús. VAZÕES VAZÕES Cariús Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1984-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 116.54 178.84 MÉDIA 4.93 5.17 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.16 20.06 COEF. VARIAÇÃO (%) 266.88 388.20 TOTAL DO PERÍODO 1005.74 1054.33 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 4.83 VAZÕES VAZÕES Cariús Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2001-2009 (mm) (mm) MÁXIMA 121.57 143.16 MÉDIA 5.09 8.21 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 15.67 24.25 COEF. VARIAÇÃO (%) 307.72 295.30 TOTAL DO PERÍODO 549.97 886.94 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 61.27 254 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36130000 - Cariús. VAZÕES VAZÕES Cariús Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1984-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 116.54 121.85 MÉDIA 4.93 4.32 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.16 14.41 COEF. VARIAÇÃO (%) 266.88 333.70 TOTAL DO PERÍODO 1005.74 880.99 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -12.40 VAZÕES VAZÕES Cariús Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2001-2009 (mm) (mm) MÁXIMA 121.57 104.13 MÉDIA 5.09 7.01 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 15.67 17.32 COEF. VARIAÇÃO (%) 307.72 246.96 TOTAL DO PERÍODO 549.97 757.47 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 37.73 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36270000 – Lavras da Mangabeira. VAZÕES VAZÕES Lavras da Mangabeira Par Iguatu - OBSERVADAS GERADAS 1962-1980 (mm) (mm) MÁXIMA 89.76 146.41 MÉDIA 5.57 7.66 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.05 19.36 COEF. VARIAÇÃO (%) 234.19 252.76 TOTAL DO PERÍODO 1270.07 1746.83 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 37.54 VAZÕES VAZÕES Lavras da Mangabeira Par Iguatu - OBSERVADAS GERADAS 1981-1996 (mm) (mm) MÁXIMA 178.07 250.16 MÉDIA 8.26 5.88 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 18.73 24.08 COEF. VARIAÇÃO (%) 226.85 409.23 TOTAL DO PERÍODO 1585.37 1129.83 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -28.73 255 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36270000 – Lavras da Mangabeira. VAZÕES VAZÕES Lavras da Mangabeira Par Icó - OBSERVADAS GERADAS 1962-1980 (mm) (mm) MÁXIMA 89.76 99.37 MÉDIA 5.57 6.45 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.05 13.25 COEF. VARIAÇÃO (%) 234.19 205.56 TOTAL DO PERÍODO 1270.07 1470.06 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 15.75 VAZÕES VAZÕES Lavras da Mangabeira Par Icó - OBSERVADAS GERADAS 1981-1996 (mm) (mm) MÁXIMA 178.07 144.96 MÉDIA 8.26 4.71 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 18.73 15.42 COEF. VARIAÇÃO (%) 226.85 327.25 TOTAL DO PERÍODO 1585.37 904.61 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -42.94 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36320000 – Jaguaribe. VAZÕES VAZÕES Jaguaribe – Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1982-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 145.51 171.28 MÉDIA 4.04 3.97 MÍNIMA 0.19 0.12 DESVIO PADRÃO 13.46 16.56 COEF. VARIAÇÃO (%) 333.34 417.18 TOTAL DO PERÍODO 920.96 905.02 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -1.73 VAZÕES VAZÕES Jaguaribe Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 57.32 120.24 MÉDIA 2.44 4.60 MÍNIMA 0.08 0.00 DESVIO PADRÃO 7.11 13.88 COEF. VARIAÇÃO (%) 291.65 302.11 TOTAL DO PERÍODO 234.18 441.19 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 88.40 256 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36320000 – Jaguaribe. VAZÕES VAZÕES Jaguaribe Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1982-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 145.51 122.99 MÉDIA 4.04 3.39 MÍNIMA 0.19 0.00 DESVIO PADRÃO 13.46 12.19 COEF. VARIAÇÃO (%) 333.34 359.69 TOTAL DO PERÍODO 920.96 772.41 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -16.13 VAZÕES VAZÕES Jaguaribe Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 57.32 70.55 MÉDIA 2.44 4.22 MÍNIMA 0.08 0.00 DESVIO PADRÃO 7.11 9.48 COEF. VARIAÇÃO (%) 291.65 224.83 TOTAL DO PERÍODO 234.18 404.94 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 72.92 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36390000 – Peixe Gordo. VAZÕES VAZÕES Peixe Gordo Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1962-1980 (mm) (mm) MÁXIMA 172.38 137.27 MÉDIA 6.88 5.28 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 18.33 14.98 COEF. VARIAÇÃO (%) 266.49 283.48 TOTAL DO PERÍODO 1568.17 1204.92 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -23.16 VAZÕES VAZÕES Peixe Gordo Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1998-2005 (mm) (mm) MÁXIMA 25.13 120.46 MÉDIA 1.31 3.52 MÍNIMA 0.18 0.00 DESVIO PADRÃO 2.98 13.42 COEF. VARIAÇÃO (%) 227.77 380.89 TOTAL DO PERÍODO 125.75 338.26 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 168.98 257 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36390000 – Peixe Gordo. VAZÕES VAZÕES Peixe Gordo Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1962-1980 (mm) (mm) MÁXIMA 172.38 109.91 MÉDIA 6.88 4.69 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 18.33 11.00 COEF. VARIAÇÃO (%) 266.49 234.65 TOTAL DO PERÍODO 1568.17 1068.80 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -31.84 VAZÕES VAZÕES Peixe Gordo Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1998-2005 (mm) (mm) MÁXIMA 25.13 70.81 MÉDIA 1.31 3.26 MÍNIMA 0.18 0.00 DESVIO PADRÃO 2.98 9.11 COEF. VARIAÇÃO (%) 227.77 279.82 TOTAL DO PERÍODO 125.75 312.59 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 148.57 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36470000 - Senador Pompeu. VAZÕES VAZÕES Senador Pompeu Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1973-1980 (mm) (mm) MÁXIMA 129.46 145.23 MÉDIA 6.55 5.42 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 19.57 20.45 COEF. VARIAÇÃO (%) 298.87 377.48 TOTAL DO PERÍODO 628.45 520.13 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -17.24 Senador Pompeu Par Iguatu V AZÕES OBSERVADAS VAZÕES GERADAS 1981-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 201.63 166.20 MÉDIA 5.08 4.61 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 18.43 17.31 COEF. VARIAÇÃO (%) 362.60 375.34 TOTAL DO PERÍODO 1158.80 1051.66 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -9.25 258 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36470000 - Senador Pompeu. VAZÕES VAZÕES Senador Pompeu Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 105.95 59.40 MÉDIA 4.45 4.27 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 15.69 9.00 COEF. VARIAÇÃO (%) 352.78 210.83 TOTAL DO PERÍODO 426.83 409.77 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -4.00 VAZÕES VAZÕES Senador Pompeu Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1973-1980 (mm) (mm) MÁXIMA 129.46 105.63 MÉDIA 6.55 4.79 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 19.57 15.13 COEF. VARIAÇÃO (%) 298.87 315.57 TOTAL DO PERÍODO 628.45 460.20 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -26.77 Senador Pompeu Par Icó VAZÕES OBSERVADAS VAZÕES GERADAS 1981-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 201.63 137.13 MÉDIA 5.08 4.09 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 18.43 12.98 COEF. VARIAÇÃO (%) 362.60 317.00 TOTAL DO PERÍODO 1158.80 933.51 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -19.44 VAZÕES VAZÕES Senador Pompeu Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 105.95 31.10 MÉDIA 4.45 4.07 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 15.69 6.47 COEF. VARIAÇÃO (%) 352.78 159.19 TOTAL DO PERÍODO 426.83 390.28 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -8.56 259 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36470000 - Senador Pompeu. VAZÕES VAZÕES Senador Pompeu Par Oiticica OBSERVADAS GERADAS 1973-1980 (mm) (mm) MÁXIMA 129.46 171.73 MÉDIA 6.55 4.33 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 19.57 20.13 COEF. VARIAÇÃO (%) 298.87 465.42 TOTAL DO PERÍODO 628.45 415.28 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -33.92 VAZÕES VAZÕES Senador Pompeu Par Oiticica OBSERVADAS GERADAS 1981-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 201.63 142.79 MÉDIA 5.08 3.02 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 18.43 12.64 COEF. VARIAÇÃO (%) 362.60 419.27 TOTAL DO PERÍODO 1158.80 687.56 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -40.67 VAZÕES VAZÕES Senador Pompeu Par Oiticica OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 105.95 15.22 MÉDIA 4.45 2.42 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 15.69 4.27 COEF. VARIAÇÃO (%) 352.78 176.45 TOTAL DO PERÍODO 426.83 232.47 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -45.54 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36520000 – Quixeramobim. VAZÕES VAZÕES Quixeramobim Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1982-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 146.21 161.69 MÉDIA 4.83 4.29 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 15.66 16.66 COEF. VARIAÇÃO (%) 324.47 388.67 TOTAL DO PERÍODO 1100.24 977.14 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -11.19 260 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36520000 – Quixeramobim. VAZÕES VAZÕES Quixeramobim Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2001-2008 (mm) (mm) MÁXIMA 50.55 51.36 MÉDIA 2.45 2.90 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.25 7.57 COEF. VARIAÇÃO (%) 336.35 260.91 TOTAL DO PERÍODO 235.34 278.58 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 18.37 VAZÕES VAZÕES Quixeramobim Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1982-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 146.21 135.16 MÉDIA 4.83 3.72 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 15.66 12.48 COEF. VARIAÇÃO (%) 324.47 335.43 TOTAL DO PERÍODO 1100.24 848.51 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -22.88 VAZÕES VAZÕES Quixeramobim Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2001-2008 (mm) (mm) MÁXIMA 50.55 28.71 MÉDIA 2.45 2.83 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.25 5.69 COEF. VARIAÇÃO (%) 336.35 201.07 TOTAL DO PERÍODO 235.34 271.61 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 15.41 VAZÕES VAZÕES Quixeramobim Par Oiticica OBSERVADAS GERADAS 1982-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 146.21 175.83 MÉDIA 4.83 3.06 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 15.66 14.77 COEF. VARIAÇÃO (%) 324.47 482.30 TOTAL DO PERÍODO 1100.24 698.01 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -36.56 261 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36520000 – Quixeramobim. VAZÕES VAZÕES Quixeramobim Par Oiticica OBSERVADAS GERADAS 2001-2008 (mm) (mm) MÁXIMA 50.55 15.94 MÉDIA 2.45 1.61 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.25 3.61 COEF. VARIAÇÃO (%) 336.35 224.73 TOTAL DO PERÍODO 235.34 154.17 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -34.49 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36580000 – Morada Nova II. VAZÕES VAZÕES Morada Nova II Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1982-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 150.22 156.11 MÉDIA 4.86 4.61 MÍNIMA 0.26 0.00 DESVIO PADRÃO 16.60 17.04 COEF. VARIAÇÃO (%) 341.83 369.64 TOTAL DO PERÍODO 1107.19 1051.26 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -5.05 VAZÕES VAZÕES Morada Nova II Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 90.95 38.46 MÉDIA 2.30 2.85 MÍNIMA 0.09 0.00 DESVIO PADRÃO 9.95 5.92 COEF. VARIAÇÃO (%) 432.51 207.54 TOTAL DO PERÍODO 220.91 273.74 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 23.91 VAZÕES VAZÕES Morada Nova II Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1982-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 150.22 128.00 MÉDIA 4.86 4.13 MÍNIMA 0.26 0.00 DESVIO PADRÃO 16.60 12.95 COEF. VARIAÇÃO (%) 341.83 313.46 TOTAL DO PERÍODO 1107.19 942.05 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -14.91 262 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 36580000 – Morada Nova II. VAZÕES VAZÕES Morada Nova II Par Icó OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 90.95 24.82 MÉDIA 2.30 2.93 MÍNIMA 0.09 0.00 DESVIO PADRÃO 9.95 4.95 COEF. VARIAÇÃO (%) 432.51 169.07 TOTAL DO PERÍODO 220.91 280.88 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 27.15 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37340000 – Piancó. VAZÕES VAZÕES Piancó Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1964-1981 (mm) (mm) MÁXIMA 117.60 108.69 MÉDIA 7.05 7.21 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 17.49 17.81 COEF. VARIAÇÃO (%) 248.03 247.08 TOTAL DO PERÍODO 1522.72 1557.26 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 2.27 VAZÕES VAZÕES Piancó PAR Piancó OBSERVADAS GERADAS 1982-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 230.46 161.35 MÉDIA 6.73 6.10 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 20.93 18.88 COEF. VARIAÇÃO (%) 311.10 309.34 TOTAL DO PERÍODO 1452.92 1318.62 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -9.24 VAZÕES VAZÕES Piancó PAR Piancó OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 145.22 88.93 MÉDIA 6.87 4.65 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 19.75 13.41 COEF. VARIAÇÃO (%) 287.54 288.32 TOTAL DO PERÍODO 659.39 446.66 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -32.26 263 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37340000 – Piancó. VAZÕES VAZÕES Piancó Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1964-1981 (mm) (mm) MÁXIMA 117.60 133.61 MÉDIA 7.05 6.86 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 17.49 16.58 COEF. VARIAÇÃO (%) 248.03 241.79 TOTAL DO PERÍODO 1522.72 1481.52 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -2.71 VAZÕES VAZÕES Piancó PAR Icó OBSERVADAS GERADAS 1982-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 230.46 187.64 MÉDIA 6.73 6.19 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 20.93 18.53 COEF. VARIAÇÃO (%) 311.10 299.59 TOTAL DO PERÍODO 1452.92 1335.96 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -8.05 VAZÕES VAZÕES Piancó PAR Icó OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 145.22 100.70 MÉDIA 6.87 4.29 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 19.75 11.76 COEF. VARIAÇÃO (%) 287.54 274.19 TOTAL DO PERÍODO 659.39 411.81 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -37.55 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37090000 – Mossoró. VAZÕES VAZÕES Mossoró Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1987 - 2000 (mm) (mm) MÁXIMA 55.83 180.71 MÉDIA 1.77 4.99 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 6.69 18.23 COEF. VARIAÇÃO (%) 377.85 365.18 TOTAL DO PERÍODO 297.29 838.74 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 182.13 264 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37090000 – Mossoró. VAZÕES VAZÕES Mossoró Par Iguatu OBSERVADAS GERADAS 1998-2005 (mm) (mm) MÁXIMA 53.51 116.76 MÉDIA 2.30 4.14 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 6.40 13.18 COEF. VARIAÇÃO (%) 278.46 318.52 TOTAL DO PERÍODO 220.59 397.14 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 80.04 VAZÕES VAZÕES Mossoró Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1987-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 55.83 143.12 MÉDIA 1.77 4.51 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 6.69 14.08 COEF. VARIAÇÃO (%) 377.85 312.53 TOTAL DO PERÍODO 297.29 756.91 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 154.60 VAZÕES VAZÕES Mossoró Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1998-2005 (mm) (mm) MÁXIMA 53.51 67.11 MÉDIA 2.30 3.90 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 6.40 8.93 COEF. VARIAÇÃO (%) 278.46 228.74 TOTAL DO PERÍODO 220.59 374.70 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 69.87 VAZÕES VAZÕES Mossoró Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1987 - 2000 (mm) (mm) MÁXIMA 55.83 131.81 MÉDIA 1.77 4.57 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 6.69 14.81 COEF. VARIAÇÃO (%) 377.85 324.37 TOTAL DO PERÍODO 297.29 767.06 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 158.02 265 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37090000 – Mossoró. VAZÕES VAZÕES Mossoró Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1998-2005 (mm) (mm) MÁXIMA 53.51 76.13 MÉDIA 2.30 3.95 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 6.40 11.38 COEF. VARIAÇÃO (%) 278.46 288.50 TOTAL DO PERÍODO 220.59 378.72 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 71.69 VAZÕES VAZÕES Mossoró par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1987-2000 (mm) (mm) MAXIMA 55.83 78.24 MÉDIA 1.77 1.82 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 6.69 7.29 COEF. VARIAÇÃO (%) 377.85 400.20 TOTAL DO PERÍODO 297.29 305.90 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 2.90 VAZÕES VAZÕES Mossoró par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1998-2005 (mm) (mm) MAXIMA 53.51 102.91 MÉDIA 2.30 2.28 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 6.40 10.81 COEF. VARIAÇÃO (%) 278.46 474.89 TOTAL DO PERÍODO 220.59 218.47 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -0.96 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37084000 - Governador Dix- Sept Rosado. VAZÕES VAZÕES Governador Dix-Sept Rosado Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1987-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 50.33 133.24 MÉDIA 1.41 4.53 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 5.69 13.75 COEF. VARIAÇÃO (%) 403.74 303.36 TOTAL DO PERÍODO 236.59 761.23 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 221.75 266 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37084000 - Governador Dix- Sept Rosado. VAZÕES VAZÕES Governador Dix-Sept Rosado Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 27.26 73.41 MÉDIA 1.05 4.77 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 3.77 9.89 COEF. VARIAÇÃO (%) 360.84 207.24 TOTAL DO PERÍODO 100.40 457.95 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 356.15 VAZÕES VAZÕES Governador Dix-Sept Rosado Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1987-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 50.33 121.59 MÉDIA 1.41 4.58 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 5.69 14.48 COEF. VARIAÇÃO (%) 403.74 316.32 TOTAL DO PERÍODO 236.59 769.18 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 225.11 VAZÕES VAZÕES Governador Dix-Sept Rosado Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 27.26 78.30 MÉDIA 1.05 5.29 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 3.77 12.81 COEF. VARIAÇÃO (%) 360.84 242.35 TOTAL DO PERÍODO 100.40 507.43 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 405.44 VAZÕES VAZÕES Governador Dix-Sept Rosado Par OBSERVADAS GERADAS Mossoró 1987-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 64.04 69.49 MÉDIA 1.79 1.79 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 7.24 6.71 COEF. VARIAÇÃO (%) 403.75 375.84 TOTAL DO PERÍODO 301.07 300.00 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -0.36 267 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37084000 - Governador Dix- Sept Rosado. VAZÕES VAZÕES Governador Dix-Sept Rosado Par OBSERVADAS GERADAS Mossoró 1999-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 27.26 102.00 MÉDIA 1.05 2.69 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 3.77 10.96 COEF. VARIAÇÃO (%) 360.84 406.58 TOTAL DO PERÍODO 100.40 258.67 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 157.65 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37080000 – Pedra de Abelhas VAZÕES VAZÕES Pedra de Abelhas Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1964-1987 (mm) (mm) MÁXIMA 180.98 249.90 MÉDIA 7.49 8.40 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 21.40 22.70 COEF. VARIAÇÃO (%) 285.67 270.28 TOTAL DO PERÍODO 2157.57 2418.94 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 12.11 VAZÕES VAZÕES Pedra de Abelhas Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1988-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 63.02 131.93 MÉDIA 2.12 4.68 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 7.61 14.27 COEF. VARIAÇÃO (%) 359.53 304.85 TOTAL DO PERÍODO 330.41 730.06 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 120.96 VAZÕES VAZÕES Pedra de Abelhas Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1998-2005 (mm) (mm) MÁXIMA 55.15 69.31 MÉDIA 1.32 4.32 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 7.17 9.43 COEF. VARIAÇÃO (%) 543.16 218.43 TOTAL DO PERÍODO 126.70 414.60 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 227.24 268 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37080000 – Pedra de Abelhas VAZÕES VAZÕES Pedra de Abelhas Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1964-1987 (mm) (mm) MÁXIMA 180.98 223.96 MÉDIA 7.49 8.61 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 21.40 22.93 COEF. VARIAÇÃO (%) 285.67 266.21 TOTAL DO PERÍODO 2157.57 2480.60 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 14.97 VAZÕES VAZÕES Pedra de Abelhas Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1988-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 63.02 120.45 MÉDIA 2.12 4.72 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 7.61 14.85 COEF. VARIAÇÃO (%) 359.53 314.51 TOTAL DO PERÍODO 330.41 736.60 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 122.94 VAZÕES VAZÕES Pedra de Abelhas Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1998-2005 (mm) (mm) MÁXIMA 55.15 76.89 MÉDIA 1.32 4.76 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 7.17 12.07 COEF. VARIAÇÃO (%) 543.16 253.41 TOTAL DO PERÍODO 126.70 457.38 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 261.00 VAZÕES VAZÕES Pedra de Abelhas Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1964-1987 (mm) (mm) MÁXIMA 180.98 380.50 MÉDIA 7.49 6.50 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 21.40 32.45 COEF. VARIAÇÃO (%) 285.67 499.23 TOTAL DO PERÍODO 2157.57 1872.07 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -13.23 269 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37080000 – Pedra de Abelhas VAZÕES VAZÕES Pedra de Abelhas Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1988-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 63.02 67.37 MÉDIA 2.12 1.89 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 7.61 7.02 COEF. VARIAÇÃO (%) 359.53 370.30 TOTAL DO PERÍODO 330.41 295.58 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -10.54 VAZÕES VAZÕES Pedra de Abelhas Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1998-2005 (mm) (mm) MÁXIMA 55.15 96.04 MÉDIA 1.32 2.55 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 7.17 10.55 COEF. VARIAÇÃO (%) 543.16 413.36 TOTAL DO PERÍODO 126.70 244.95 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 93.34 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37030000 – Pau dos Ferros. VAZÕES VAZÕES Pau dos Ferros Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1964-1984 (mm) (mm) MÁXIMA 220.62 220.35 MÉDIA 6.91 7.62 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 23.87 20.57 COEF. VARIAÇÃO (%) 345.46 269.80 TOTAL DO PERÍODO 1741.14 1921.05 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 10.33 VAZÕES VAZÕES Pau dos Ferros Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1985-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 303.21 207.03 MÉDIA 6.60 7.26 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 28.78 22.36 COEF. VARIAÇÃO (%) 436.39 307.79 TOTAL DO PERÍODO 1187.29 1307.54 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 10.13 270 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37030000 – Pau dos Ferros. VAZÕES VAZÕES Pau dos Ferros Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 119.75 39.41 MÉDIA 2.31 5.09 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.16 8.43 COEF. VARIAÇÃO (%) 570.01 165.72 TOTAL DO PERÍODO 221.70 488.59 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 120.39 VAZÕES VAZÕES Pau dos Ferros Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1964-1984 (mm) (mm) MÁXIMA 220.62 194.97 MÉDIA 6.91 7.95 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 23.87 20.65 COEF. VARIAÇÃO (%) 345.46 259.71 TOTAL DO PERÍODO 1741.14 2003.26 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 15.05 VAZÕES VAZÕES Pau dos Ferros Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1985-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 303.21 183.27 MÉDIA 6.60 7.19 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 28.78 21.88 COEF. VARIAÇÃO (%) 436.39 304.44 TOTAL DO PERÍODO 1187.29 1293.47 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 8.94 VAZÕES VAZÕES Pau dos Ferros Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 119.75 65.79 MÉDIA 2.31 6.31 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.16 13.09 COEF. VARIAÇÃO (%) 570.01 207.43 TOTAL DO PERÍODO 221.70 605.64 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 173.18 271 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37030000 – Pau dos Ferros. VAZÕES VAZÕES Pau dos Ferros Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1964-1984 (mm) (mm) MÁXIMA 220.62 353.60 MÉDIA 6.91 5.70 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 23.87 27.62 COEF. VARIAÇÃO (%) 345.46 484.80 TOTAL DO PERÍODO 1741.14 1435.86 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -17.53 VAZÕES VAZÕES Pau dos Ferros Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1985-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 303.21 342.13 MÉDIA 6.60 5.05 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 28.78 28.38 COEF. VARIAÇÃO (%) 436.39 561.91 TOTAL DO PERÍODO 1187.29 909.05 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -23.43 VAZÕES VAZÕES Pau dos Ferros Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 119.75 56.30 MÉDIA 2.31 2.71 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.16 7.51 COEF. VARIAÇÃO (%) 570.01 277.38 TOTAL DO PERÍODO 221.70 259.93 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 17.25 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37260000 – Antenor Navarro. VAZÕES VAZÕES Antenor Navarro Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1964-1972 (mm) (mm) MÁXIMA 82.88 86.11 MÉDIA 3.68 6.74 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.55 16.41 COEF. VARIAÇÃO (%) 367.98 243.57 TOTAL DO PERÍODO 397.68 727.65 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 82.97 272 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37260000 – Antenor Navarro. VAZÕES VAZÕES Antenor Navarro Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1985-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 174.17 185.57 MÉDIA 5.22 6.56 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 19.79 20.69 COEF. VARIAÇÃO (%) 379.09 315.35 TOTAL DO PERÍODO 1002.10 1259.42 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 25.68 VAZÕES VAZÕES Antenor Navarro Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1964-1972 (mm) (mm) MÁXIMA 82.88 97.21 MÉDIA 3.68 6.29 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.55 14.63 COEF. VARIAÇÃO (%) 367.98 232.70 TOTAL DO PERÍODO 397.68 679.05 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 70.75 VAZÕES VAZÕES Antenor Navarro Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1985-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 174.17 209.83 MÉDIA 5.22 6.52 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 19.79 20.58 COEF. VARIAÇÃO (%) 379.09 315.80 TOTAL DO PERÍODO 1002.10 1250.99 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 24.84 VAZÕES VAZÕES Antenor Navarro Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1964-1972 (mm) (mm) MÁXIMA 82.88 71.07 MÉDIA 3.68 3.38 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.55 11.37 COEF. VARIAÇÃO (%) 367.98 336.50 TOTAL DO PERÍODO 397.68 364.99 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -8.22 273 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37260000 – Antenor Navarro. VAZÕES VAZÕES Antenor Navarro Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1985-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 174.17 342.29 MÉDIA 5.22 4.71 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 19.79 27.61 COEF. VARIAÇÃO (%) 379.09 586.58 TOTAL DO PERÍODO 1002.10 903.77 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -9.81 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37410000 – Sítio Vassouras. VAZÕES VAZÕES Sítio Vassouras Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1964-1981 (mm) (mm) MÁXIMA 162.72 141.17 MÉDIA 8.39 8.55 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 19.59 19.86 COEF. VARIAÇÃO (%) 233.43 232.15 TOTAL DO PERÍODO 1812.60 1847.55 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 1.93 VAZÕES VAZÕES Sítio Vassouras Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1982-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 196.29 199.03 MÉDIA 5.50 6.90 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 16.81 21.46 COEF. VARIAÇÃO (%) 305.54 310.77 TOTAL DO PERÍODO 1188.58 1491.41 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 25.48 VAZÕES VAZÕES Sítio Vassouras Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 75.93 76.68 MÉDIA 4.14 6.52 MÍNIMA 0.40 0.00 DESVIO PADRÃO 10.52 15.14 COEF. VARIAÇÃO (%) 254.29 232.26 TOTAL DO PERÍODO 397.20 625.70 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 57.53 274 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37410000 – Sítio Vassouras. VAZÕES VAZÕES Sítio Vassouras Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1964-1981 (mm) (mm) MÁXIMA 162.72 299.00 MÉDIA 8.39 5.50 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 19.59 25.47 COEF. VARIAÇÃO (%) 233.43 463.01 TOTAL DO PERÍODO 1812.60 1188.07 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -34.45 VAZÕES VAZÕES Sítio Vassouras Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1982-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 196.29 353.70 MÉDIA 5.50 5.29 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 16.81 29.04 COEF. VARIAÇÃO (%) 305.54 548.88 TOTAL DO PERÍODO 1188.58 1142.64 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -3.87 VAZÕES VAZÕES Sítio Vassouras Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 75.93 134.38 MÉDIA 4.14 3.99 MÍNIMA 0.40 0.00 DESVIO PADRÃO 10.52 17.52 COEF. VARIAÇÃO (%) 254.29 439.41 TOTAL DO PERÍODO 397.20 382.80 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -3.63 VAZÕES VAZÕES Sítio Vassouras Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1964-1981 (mm) (mm) MÁXIMA 162.72 166.11 MÉDIA 8.39 8.15 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 19.59 19.56 COEF. VARIAÇÃO (%) 233.43 239.97 TOTAL DO PERÍODO 1812.60 1760.38 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -2.88 275 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37410000 – Sítio Vassouras. VAZÕES VAZÕES Sítio Vassouras Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1982-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 196.29 224.49 MÉDIA 5.50 6.99 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 16.81 21.73 COEF. VARIAÇÃO (%) 305.54 310.87 TOTAL DO PERÍODO 1188.58 1509.76 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 27.02 VAZÕES VAZÕES Sítio Vassouras Par Icó OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 75.93 68.71 MÉDIA 4.14 5.68 MÍNIMA 0.40 0.00 DESVIO PADRÃO 10.52 11.45 COEF. VARIAÇÃO (%) 254.29 201.49 TOTAL DO PERÍODO 397.20 545.35 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 37.30 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37710150 – Sítio Acauã II. VAZÕES VAZÕES Sítio Acauã II Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1986-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 82.05 88.43 MÉDIA 4.01 4.38 MÍNIMA 0.14 0.00 DESVIO PADRÃO 12.72 13.40 COEF. VARIAÇÃO (%) 317.06 306.16 TOTAL DO PERÍODO 722.03 787.84 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 9.11 VAZÕES VAZÕES Sítio Acauã II Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 130.54 62.20 MÉDIA 3.60 4.05 MÍNIMA 0.22 0.00 DESVIO PADRÃO 15.50 11.38 COEF. VARIAÇÃO (%) 430.34 281.03 TOTAL DO PERÍODO 345.86 388.82 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 12.10 276 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37710150 – Sítio Acauã II. VAZÕES VAZÕES Sítio Acauã II Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1986-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 82.05 67.57 MÉDIA 4.01 1.66 MÍNIMA 0.14 0.00 DESVIO PADRÃO 12.72 5.95 COEF. VARIAÇÃO (%) 317.06 357.47 TOTAL DO PERÍODO 722.03 299.46 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -58.53 VAZÕES VAZÕES Sítio Acauã II Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 130.54 30.25 MÉDIA 3.60 1.53 MÍNIMA 0.22 0.00 DESVIO PADRÃO 15.50 3.81 COEF. VARIAÇÃO (%) 430.34 249.10 TOTAL DO PERÍODO 345.86 146.98 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -57.50 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37470000 – Jardim de Piranhas VAZÕES VAZÕES Jardim de Piranha Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1972-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 204.83 354.30 MÉDIA 6.78 5.20 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 19.80 28.33 COEF. VARIAÇÃO (%) 292.04 544.82 TOTAL DO PERÍODO 2359.94 1809.31 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -23.33 VAZÕES VAZÕES Jardim de Piranha Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 64.73 83.69 MÉDIA 3.60 2.90 MÍNIMA 0.14 0.00 DESVIO PADRÃO 8.98 10.94 COEF. VARIAÇÃO (%) 249.36 377.15 TOTAL DO PERÍODO 345.62 278.40 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -19.45 277 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37470000 – Jardim de Piranhas VAZÕES VAZÕES Jardim de Piranha Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1972-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 204.83 199.00 MÉDIA 6.78 7.41 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 19.80 20.90 COEF. VARIAÇÃO (%) 292.04 282.13 TOTAL DO PERÍODO 2359.94 2577.76 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 9.23 VAZÕES VAZÕES Jardim de Piranha Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 64.73 65.62 MÉDIA 3.60 5.61 MÍNIMA 0.14 0.00 DESVIO PADRÃO 8.98 13.24 COEF. VARIAÇÃO (%) 249.36 235.96 TOTAL DO PERÍODO 345.62 538.80 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 55.90 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37570000 – São Fernando VAZÕES VAZÕES São Fernando Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1963-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 143.82 207.18 MÉDIA 3.82 1.57 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 12.61 10.75 COEF. VARIAÇÃO (%) 330.26 683.36 TOTAL DO PERÍODO 1740.92 717.50 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -58.79 VAZÕES VAZÕES São Fernando Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 31.98 17.74 MÉDIA 0.70 1.02 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 3.48 2.70 COEF. VARIAÇÃO (%) 494.27 266.23 TOTAL DO PERÍODO 67.64 97.47 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 44.10 278 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37570000 – São Fernando VAZÕES VAZÕES São Fernando Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1963-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 143.82 114.87 MÉDIA 3.82 3.45 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 12.61 11.77 COEF. VARIAÇÃO (%) 330.26 341.18 TOTAL DO PERÍODO 1740.92 1573.55 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -9.61 VAZÕES VAZÕES São Fernando Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 31.98 74.35 MÉDIA 0.70 3.20 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 3.48 10.91 COEF. VARIAÇÃO (%) 494.27 341.22 TOTAL DO PERÍODO 67.64 306.96 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 353.81 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37559000 – Caicó. VAZÕES VAZÕES Caicó Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1988-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 12.72 100.00 MÉDIA 0.58 1.50 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 1.94 8.71 COEF. VARIAÇÃO (%) 334.44 581.50 TOTAL DO PERÍODO 90.33 233.72 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 158.75 VAZÕES VAZÕES Caicó Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1988-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 12.72 74.98 MÉDIA 0.58 2.63 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 1.94 10.01 COEF. VARIAÇÃO (%) 334.44 380.30 TOTAL DO PERÍODO 90.33 410.55 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 354.52 279 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 38850000 – Poço de Pedras. VAZÕES VAZÕES Poço de Pedras Par Poço de Pedras OBSERVADAS GERADAS 1970-1977 (mm) (mm) MÁXIMA 142.60 210.27 MÉDIA 6.70 7.00 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 18.94 28.75 COEF. VARIAÇÃO (%) 282.61 410.52 TOTAL DO PERÍODO 643.32 672.42 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 4.52 VAZÕES VAZÕES Poço de Pedras Par Poço de Pedras OBSERVADAS GERADAS 1986-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 48.33 152.84 MÉDIA 1.24 5.26 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 4.39 18.77 COEF. VARIAÇÃO (%) 354.33 356.81 TOTAL DO PERÍODO 208.35 883.91 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 324.24 VAZÕES VAZÕES Poço de Pedras Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1970-1977 (mm) (mm) MÁXIMA 142.60 81.61 MÉDIA 6.70 2.75 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 18.94 10.75 COEF. VARIAÇÃO (%) 282.61 391.50 TOTAL DO PERÍODO 643.32 263.54 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -59.03 VAZÕES VAZÕES Poço de Pedras Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1986-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 48.33 58.68 MÉDIA 1.24 1.51 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 4.39 6.45 COEF. VARIAÇÃO (%) 354.33 428.29 TOTAL DO PERÍODO 208.35 253.13 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 21.49 280 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 38850000 – Poço de Pedras. VAZÕES VAZÕES Poço de Pedras Par Ilha Grande OBSERVADAS GERADAS 1970-1977 (mm) (mm) MÁXIMA 142.60 133.51 MÉDIA 6.70 5.01 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 18.94 18.63 COEF. VARIAÇÃO (%) 282.61 371.76 TOTAL DO PERÍODO 643.32 481.19 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -25.20 VAZÕES VAZÕES Poço de Pedras Par Ilha Grande OBSERVADAS GERADAS 1986-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 48.33 93.67 MÉDIA 1.24 3.72 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 4.39 12.83 COEF. VARIAÇÃO (%) 354.33 345.19 TOTAL DO PERÍODO 208.35 624.37 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 199.67 VAZÕES VAZÕES Poço de Pedras Par Toritama OBSERVADAS GERADAS 1970-1977 (mm) (mm) MÁXIMA 142.60 120.40 MÉDIA 6.70 5.54 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 18.94 17.66 COEF. VARIAÇÃO (%) 282.61 318.77 TOTAL DO PERÍODO 643.32 531.94 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -17.31 VAZÕES VAZÕES Poço de Pedras Toritama OBSERVADAS GERADAS 1986-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 48.33 103.95 MÉDIA 1.24 5.52 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 4.39 15.51 COEF. VARIAÇÃO (%) 354.33 281.21 TOTAL DO PERÍODO 208.35 926.77 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 344.81 281 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 38850000 – Poço de Pedras. VAZÕES VAZÕES Poço de Pedras Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1970-1977 (mm) (mm) MÁXIMA 142.60 10.32 MÉDIA 6.70 0.67 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 18.94 1.80 COEF. VARIAÇÃO (%) 282.61 270.41 TOTAL DO PERÍODO 643.32 63.84 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -90.08 VAZÕES VAZÕES Poço de Pedras Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1986-1999 (mm) (mm) MÁXIMA 48.33 7.62 MÉDIA 1.24 0.43 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 4.39 1.19 COEF. VARIAÇÃO (%) 354.33 278.24 TOTAL DO PERÍODO 208.35 71.61 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -65.63 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37515000 – Sítio Volta. VAZÕES VAZÕES Sítio Volta Par Mossoró OBSERVADAS GERADAS 1980-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 147.08 107.50 MÉDIA 2.76 1.51 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.15 9.46 COEF. VARIAÇÃO (%) 476.61 626.45 TOTAL DO PERÍODO 695.43 380.34 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -45.31 VAZÕES VAZÕES Sítio Volta Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1980-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 147.08 83.54 MÉDIA 2.76 2.70 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.15 10.57 COEF. VARIAÇÃO (%) 476.61 391.82 TOTAL DO PERÍODO 695.43 679.99 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -2.22 282 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 37515000 – Sítio Volta. VAZÕES VAZÕES Sítio Volta Par Poço de Pedras OBSERVADAS GERADAS 1980-2000 (mm) (mm) MÁXIMA 147.08 256.16 MÉDIA 2.76 7.78 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.15 29.98 COEF. VARIAÇÃO (%) 476.61 385.38 TOTAL DO PERÍODO 695.43 1960.71 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 181.94 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 38860000 – Bodocongó. VAZÕES VAZÕES Bodocongó Par Poço de Pedras OBSERVADAS GERADAS 1970-2000 mm mm MÁXIMA 150.84 219.99 MÉDIA 7.77 5.89 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 16.56 24.60 COEF. VARIAÇÃO (%) 213.17 417.47 TOTAL DO PERÍODO 2890.37 2192.22 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -24.15 VAZÕES VAZÕES Bodocongó Par Poço de Pedras OBSERVADAS GERADAS 1984-2000 mm mm MÁXIMA 150.84 219.99 MÉDIA 2.64 7.61 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 12.84 27.33 COEF. VARIAÇÃO (%) 486.35 359.29 TOTAL DO PERÍODO 538.62 1551.84 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 188.11 VAZÕES VAZÕES Bodocongó Par Poço de Pedras OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 mm mm MÁXIMA 36.64 143.59 MÉDIA 0.91 4.00 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 3.92 18.26 COEF. VARIAÇÃO (%) 429.84 456.18 TOTAL DO PERÍODO 87.44 384.32 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 339.50 283 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 38860000 – Bodocongó. VAZÕES VAZÕES Bodocongó Par Ilha Grande OBSERVADAS GERADAS 1970-2000 mm mm MÁXIMA 150.84 140.13 MÉDIA 7.77 4.26 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 16.56 16.62 COEF. VARIAÇÃO (%) 213.17 390.03 TOTAL DO PERÍODO 2890.37 1585.06 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -45.16 VAZÕES VAZÕES Bodocongó Par Ilha Grande OBSERVADAS GERADAS 1984-2000 mm mm MÁXIMA 150.84 140.13 MÉDIA 2.64 5.58 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 12.84 18.72 COEF. VARIAÇÃO (%) 486.35 335.35 TOTAL DO PERÍODO 538.62 1138.70 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 111.41 VAZÕES VAZÕES Bodocongó Par Ilha Grande OBSERVADAS GERADAS 1999-2006 mm mm MÁXIMA 36.64 114.24 MÉDIA 0.91 3.02 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 3.92 14.04 COEF. VARIAÇÃO (%) 429.84 464.56 TOTAL DO PERÍODO 87.44 290.19 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 231.86 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 38830000 – Caraúbas. Caraúbas Par Poço de Pedras V A Z Õ E S VAZÕES 1973-1981 OBSERVADAS GERADAS (mm) (mm) MÁXIMA 63.33 184.61 MÉDIA 4.12 5.84 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 10.28 27.08 COEF. VARIAÇÃO (%) 249.11 463.50 TOTAL DO PERÍODO 445.47 631.04 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 41.66 284 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 38830000 – Caraúbas. Caraúbas Par Poço de Pedras V A Z Õ E S VAZÕES 1982-2000 OBSERVADAS GERADAS (mm) (mm) MÁXIMA 87.04 251.02 MÉDIA 1.93 8.52 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.14 30.74 COEF. VARIAÇÃO (%) 422.50 360.77 TOTAL DO PERÍODO 439.29 1942.54 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 342.20 Caraúbas Par Toritama V A Z ÕES VAZÕES 1973-1981 OBSERVADAS GERADAS (mm) (mm) MÁXIMA 63.33 110.06 MÉDIA 4.12 5.07 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 10.28 17.14 COEF. VARIAÇÃO (%) 249.11 337.93 TOTAL DO PERÍODO 445.47 547.77 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 22.96 Caraúbas Par Toritama V A Z ÕES VAZÕES 1982-2000 OBSERVADAS GERADAS (mm) (mm) MÁXIMA 87.04 220.00 MÉDIA 1.93 8.55 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.14 25.67 COEF. VARIAÇÃO (%) 422.50 300.33 TOTAL DO PERÍODO 439.29 1948.99 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 343.66 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 48880000 – Ilha Grande. VAZÕES VAZÕES Ilha Grande Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1968-1978 (mm) (mm) MÁXIMA 77.29 51.73 MÉDIA 1.78 1.12 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.09 5.79 COEF. VARIAÇÃO (%) 455.43 517.73 TOTAL DO PERÍODO 234.34 147.51 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -37.02 285 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 48880000 – Ilha Grande. VAZÕES VAZÕES Ilha Grande Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1985-1997 (mm) (mm) MÁXIMA 34.13 50.84 MÉDIA 1.23 1.26 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 3.13 5.74 COEF. VARIAÇÃO (%) 254.51 456.87 TOTAL DO PERÍODO 192.16 196.14 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 2.11 VAZÕES VAZÕES Ilha Grande Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 107.62 62.97 MÉDIA 3.73 1.26 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 14.39 6.95 COEF. VARIAÇÃO (%) 385.69 553.10 TOTAL DO PERÍODO 358.26 120.55 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -66.34 VAZÕES VAZÕES Ilha Grande Par Ilha Grande OBSERVADAS GERADAS 1968-1978 mm mm MÁXIMA 77.29 79.48 MÉDIA 1.78 2.21 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.09 9.26 COEF. VARIAÇÃO 455.43 418.33 TOTAL DO PERÍODO 234.34 292.26 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 24.72 VAZÕES VAZÕES Ilha Grande Par Ilha Grande OBSERVADAS GERADAS 1985-1997 (mm) (mm) MÁXIMA 34.13 78.01 MÉDIA 1.23 2.47 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 3.13 9.93 COEF. VARIAÇÃO (%) 254.51 401.48 TOTAL DO PERÍODO 192.16 385.90 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 100.82 286 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 48880000 – Ilha Grande. VAZÕES VAZÕES Ilha Grande Par Ilha Grande OBSERVADAS GERADAS 2000-2007 (mm) (mm) MÁXIMA 107.62 129.77 MÉDIA 3.73 2.81 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 14.39 14.17 COEF. VARIAÇÃO (%) 385.69 503.82 TOTAL DO PERÍODO 358.26 270.05 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -24.62 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 48820000 – Afogados da Ingazeira. VAZÕES VAZÕES Afogados da Ingazeira Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1964-1974 (mm) (mm) MÁXIMA 118.72 72.77 MÉDIA 4.06 4.20 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.88 12.35 COEF. VARIAÇÃO (%) 342.03 294.36 TOTAL DO PERÍODO 535.70 554.00 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 3.42 VAZÕES VAZÕES Afogados da Ingazeira Par Piancó - OBSERVADAS GERADAS 2000-2005 (mm) (mm) MÁXIMA 508.87 86.26 MÉDIA 13.44 3.05 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 79.30 11.70 COEF. VARIAÇÃO (%) 590.15 383.58 TOTAL DO PERÍODO 967.47 219.66 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -77.30 VAZÕES VAZÕES Afogado de Ingazeira Par OBSERVADAS GERADAS Poço de Pedras 1964-1974 (mm) (mm) MÁXIMA 118.72 176.18 MÉDIA 4.06 9.47 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.88 28.65 COEF. VARIAÇÃO (%) 342.03 302.49 TOTAL DO PERÍODO 535.70 1250.23 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 133.38 287 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 48820000 – Afogados da Ingazeira VAZÕES VAZÕES Afogados da Ingazeira Par OBSERVADAS GERADAS Poço de Pedras 2000-2005 (mm) (mm) MÁXIMA 508.87 237.10 MÉDIA 13.44 6.64 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 79.30 29.59 COEF. VARIAÇÃO (%) 590.15 445.53 TOTAL DO PERÍODO 967.47 478.23 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -50.57 VAZÕES VAZÕES Afogados da Ingazeira Par OBSERVADAS GERADAS Ilha Grande 1964-1974 (mm) (mm) MÁXIMA 118.72 112.27 MÉDIA 4.06 7.27 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 13.88 19.77 COEF. VARIAÇÃO (%) 342.03 271.74 TOTAL DO PERÍODO 535.70 960.28 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 79.26 VAZÕES VAZÕES Afogados da Ingazeira Par OBSERVADAS GERADAS Ilha Grande 2000-2005 (mm) (mm) MÁXIMA 508.87 170.31 MÉDIA 13.44 5.97 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 79.30 22.85 COEF. VARIAÇÃO (%) 590.15 382.47 TOTAL DO PERÍODO 967.47 430.15 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -55.54 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 48860000 – Floresta. VAZÕES VAZÕES Floresta Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1985-1993 (mm) (mm) MÁXIMA 102.19 84.51 MÉDIA 4.95 4.20 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 14.31 13.03 COEF. VARIAÇÃO (%) 289.21 310.32 TOTAL DO PERÍODO 534.30 453.40 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -15.14 288 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 48860000 – Floresta. VAZÕES VAZÕES Floresta Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 2004-2008 (mm) (mm) MÁXIMA 123.89 82.02 MÉDIA 7.13 6.86 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 20.60 16.35 COEF. VARIAÇÃO (%) 288.66 238.23 TOTAL DO PERÍODO 428.09 411.68 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -3.83 VAZÕES VAZÕES Floresta Par Poço de Pedras OBSERVADAS GERADAS 1985-1993 (mm) (mm) MÁXIMA 102.19 205.14 MÉDIA 4.95 8.86 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 14.31 28.88 COEF. VARIAÇÃO (%) 289.21 325.97 TOTAL DO PERÍODO 534.30 956.95 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 79.10 VAZÕES VAZÕES Floresta Par Poço de Pedras OBSERVADAS GERADAS 2004-2008 (mm) (mm) MÁXIMA 123.89 224.79 MÉDIA 7.13 14.27 MÍNIMA 0.00 0.01 DESVIO PADRÃO 20.60 40.62 COEF. VARIAÇÃO (%) 288.66 284.66 TOTAL DO PERÍODO 428.09 856.28 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 100.02 VAZÕES VAZÕES Floresta Par Ilha Grande OBSERVADAS GERADAS 1985-1993 mm mm MÁXIMA 102.19 131.31 MÉDIA 4.95 7.15 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 14.31 20.80 COEF. VARIAÇÃO 289.21 290.87 TOTAL DO PERÍODO 534.30 772.19 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 44.52 289 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 48860000 – Floresta. VAZÕES VAZÕES Floresta Par Ilha Grande OBSERVADAS GERADAS 2004-2008 (mm) (mm) MÁXIMA 123.89 162.93 MÉDIA 7.13 11.58 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 20.60 29.82 COEF. VARIAÇÃO (%) 288.66 257.60 TOTAL DO PERÍODO 428.09 694.60 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 62.25 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 49160000 – Inajá. VAZÕES VAZÕES Inajá Par Piancó OBSERVADAS GERADAS 1978-1992 (mm) (mm) MÁXIMA 47.81 50.70 MÉDIA 1.37 1.65 MÍNIMA 0.15 0.00 DESVIO PADRÃO 4.08 6.99 COEF. VARIAÇÃO (%) 298.29 424.44 TOTAL DO PERÍODO 246.05 296.37 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 20.45 VAZÕES VAZÕES Inajá Par Ilha Grande OBSERVADAS GERADAS 1978-1992 (mm) (mm) MÁXIMA 47.81 98.31 MÉDIA 1.37 3.22 MÍNIMA 0.15 0.00 DESVIO PADRÃO 4.08 12.19 COEF. VARIAÇÃO (%) 298.29 378.55 TOTAL DO PERÍODO 246.05 579.70 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 135.60 VAZÕES VAZÕES Inajá Par Poço de Pedras OBSERVADAS GERADAS 1978-1992 (mm) (mm) MÁXIMA 47.81 134.71 MÉDIA 1.37 3.81 MÍNIMA 0.15 0.00 DESVIO PADRÃO 4.08 16.71 COEF. VARIAÇÃO (%) 298.29 438.67 TOTAL DO PERÍODO 246.05 685.78 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 178.72 290 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 39130000 – Toritama. VAZÕES VAZÕES Toritama Par Toritama OBSERVADAS GERADAS 1973-1986 mm mm MÁXIMA 132.62 107.37 MÉDIA 4.30 4.45 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 14.75 13.57 COEF. VARIAÇÃO 343.23 304.71 TOTAL DO PERÍODO 721.75 748.16 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 3.66 VAZÕES VAZÕES Toritama Par Toritama OBSERVADAS GERADAS 1987-2000 mm mm MÁXIMA 37.56 52.07 MÉDIA 0.94 3.01 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 3.33 8.37 COEF. VARIAÇÃO 354.11 277.72 TOTAL DO PERÍODO 158.01 506.50 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 220.55 VAZÕES VAZÕES Toritama Par Toritama OBSERVADAS GERADAS 2001-2008 mm mm MÁXIMA 44.62 63.05 MÉDIA 2.68 4.22 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 6.83 11.27 COEF. VARIAÇÃO 254.31 267.07 TOTAL DO PERÍODO 260.36 409.36 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 57.23 VAZÕES VAZÕES Toritama Par Capivara OBSERVADAS GERADAS 1973-1986 mm mm MÁXIMA 132.62 158.89 MÉDIA 4.30 4.25 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 14.75 16.55 COEF. VARIAÇÃO 343.23 389.82 TOTAL DO PERÍODO 721.75 713.25 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -1.18 291 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 39130000 – Toritama. VAZÕES VAZÕES Toritama PAR Capivara OBSERVADAS GERADAS 1987-2000 mm mm MÁXIMA 37.56 33.07 MÉDIA 0.94 1.87 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 3.33 5.00 COEF. VARIAÇÃO 354.11 268.18 TOTAL DO PERÍODO 158.01 313.35 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 98.31 VAZÕES VAZÕES Toritama Par Capivara OBSERVADAS GERADAS 2001-2008 mm mm MÁXIMA 44.62 91.10 MÉDIA 2.68 4.15 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 6.83 12.05 COEF. VARIAÇÃO 254.31 289.91 TOTAL DO PERÍODO 260.36 403.02 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 54.79 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 39540000 – Capivara. Capivara Par Toritama V AZÕES OBSERVADAS VAZÕES GERADAS 1978-1993 (mm) (mm) MÁXIMA 83.74 66.60 MÉDIA 3.78 3.98 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.94 10.64 COEF. VARIAÇÃO (%) 236.42 267.64 TOTAL DO PERÍODO 726.27 763.40 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 5.11 VAZÕES VAZÕES Capivara Par Toritama OBSERVADAS GERADAS 1998-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 56.82 110.62 MÉDIA 3.57 8.43 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.67 20.20 COEF. VARIAÇÃO (%) 243.08 239.66 TOTAL DO PERÍODO 385.09 910.44 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 136.42 292 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 39540000 – Capivara. VAZÕES VAZÕES Capivara Par Capivara OBSERVADAS GERADAS 1978-1993 (mm) (mm) MÁXIMA 83.74 71.99 MÉDIA 3.78 3.07 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.94 9.03 COEF. VARIAÇÃO (%) 236.42 294.22 TOTAL DO PERÍODO 726.27 589.16 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) -18.88 VAZÕES VAZÕES Capivara Par Capivara OBSERVADAS GERADAS 1998-2006 (mm) (mm) MÁXIMA 56.82 149.95 MÉDIA 3.57 8.65 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 8.67 22.52 COEF. VARIAÇÃO (%) 243.08 260.29 TOTAL DO PERÍODO 385.09 934.57 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 142.69 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 39340000 – Caruaru. VAZÕES VAZÕES Caruaru Par Toritama OBSERVADAS GERADAS 1973-1986 (mm) (mm) MÁXIMA 93.67 104.94 MÉDIA 4.52 5.18 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 11.67 14.13 COEF. VARIAÇÃO (%) 258.12 272.67 TOTAL DO PERÍODO 759.45 870.57 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 14.63 VAZÕES VAZÕES Caruaru Par Toritama OBSERVADAS GERADAS 1978-1992 (mm) (mm) MÁXIMA 93.67 104.94 MÉDIA 3.37 4.11 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 9.62 12.12 COEF. VARIAÇÃO (%) 285.37 294.72 TOTAL DO PERÍODO 606.74 740.24 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 22.00 293 Dados estatísticos obtidos na modelagem da estação 39340000 – Caruaru. VAZÕES VAZÕES Caruaru Par Capivara OBSERVADAS GERADAS 1973-1986 (mm) (mm) MÁXIMA 93.67 154.09 MÉDIA 4.52 5.08 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 11.67 16.67 COEF. VARIAÇÃO (%) 258.12 327.94 TOTAL DO PERÍODO 759.45 853.96 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 12.44 VAZÕES VAZÕES Caruaru Par Capivara OBSERVADAS GERADAS 1978-1992 (mm) (mm) MÁXIMA 93.67 154.09 MÉDIA 3.37 3.89 MÍNIMA 0.00 0.00 DESVIO PADRÃO 9.62 14.58 COEF. VARIAÇÃO (%) 285.37 374.73 TOTAL DO PERÍODO 606.74 700.45 DESVIO ENTRE TOTAIS (%) 15.45