Serviço Geológico do Brasil – CPRM TENDÊNCIA DA PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA NO CENTRO- OESTE E NO ESTADO DO TOCANTINS Francisco Marcuzzo Serviço Geológico do Brasil – CPRM Sumário  1. INTRODUÇÃO  2. MATERIAL E MÉTODOS  3. RESULTADOS E DISCUSSÃO 3.1. Distribuição temporal e análise de regressão mensal 3.2. Análise estatística  4. CONCLUSÕES Serviço Geológico do Brasil – CPRM 1. INTRODUÇÃO Motivações para o estudo - O estudo de chuvas no Brasil tem como maior dificuldade a pouca disponibilidade de dados, ou sua inexistência, em algumas áreas do país. - Dados disponíveis do projeto: Disponibilidade Hídrica do Brasil - Atlas Pluviométrico e Estudo de Chuvas Intensas. Serviço Geológico do Brasil – CPRM 1. INTRODUÇÃO  Objetivo do estudo Analisar a precipitação pluvial histórica, com 30 anos de dados, e tendência futura das chuvas na região Centro-Oeste e no Estado do Tocantins, através de um estudo com regressão linear e medidas de tendência central e de dispersão dos valores. Serviço Geológico do Brasil – CPRM 2. MATERIAL E MÉTODOS Caracterização da Área de Estudo -O Centro-Oeste do Brasil possui uma área de 1.606.990,8 km². -O Estado do Tocantins possui uma área de 277.615,01 km². - Biomas: Amazônia, Cerrado, Pantanal e Mata Atlântica. Serviço Geológico do Brasil – CPRM 2. MATERIAL E MÉTODOS Cerrado Amazônia Pantanal Mata Atlântica Unidade Federativa -------------------------------------- % -------------------------------------- Goiás 96,7 - - 3,3 Mato Grosso 39,7 54,0 6,3 - Mato Grosso do Sul 60,6 - 25,3 14,2 Distrito Federal 100,0 - - - Tocantins 91,1 8,9 - - Serviço Geológico do Brasil – CPRM 2. MATERIAL E MÉTODOS Caracterização Climatológica - Principais mecanismos atmosféricos na região Centro- Oeste e Estado do Tocantins são: - Massa de ar equatorial continental, presente entre a primavera e o verão, advinda do efeito térmico e da elevada umidade. Serviço Geológico do Brasil – CPRM 2. MATERIAL E MÉTODOS Caracterização Climatológica - A massa de ar polar atlântica é caracterizada pelo acúmulo do ar polar e atua com maior frequência no inverno, no sentido sul para o norte, e favorece a queda de temperatura e estiagem por ser uma massa desprovida de umidade. Serviço Geológico do Brasil – CPRM 2. MATERIAL E MÉTODOS Caracterização Climatológica -A massa tropical continental que atua principalmente a sul do Estado de Mato Grosso do Sul caracterizando um inverno, e inicio de primavera, quente e seco. Serviço Geológico do Brasil – CPRM 2. MATERIAL E MÉTODOS Caracterização Climatológica -A massa tropical atlântica, que atua principalmente no Estado de Goiás e Mato Grosso do Sul caracterizando um verão chuvoso e reforçando características do país tropical. Caracterização Climatológica Verão Inverno Massas: Massas: Equatorial Continental Polar Atlântica Tropical Continental Tropical Atlântica Serviço Geológico do Brasil – CPRM 2. MATERIAL E MÉTODOS Caracterização Climatológica - O clima predominante na região Centro-Oeste e Estado do Tocantins é o clima tropical com estação seca no inverno (Aw). Serviço Geológico do Brasil – CPRM 3. Resultados e Discussão 3.1. Distribuição temporal e análise de regressão mensal Janeiro y = -1,6156x + 279,93 R² = 0,0704 400 -17% 350 300 250 200 150 100 50 0 Precipitação - mm 1977 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 Serviço Geológico do Brasil – CPRM 3. Resultados e Discussão 3.1. Distribuição temporal e análise de regressão mensal Fevereiro y = -0,0692x + 221,04 R² = 0,0001 400 -1% 350 300 250 200 150 100 50 0 Precipitação - mm 1977 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 Serviço Geológico do Brasil – CPRM 3. Resultados e Discussão 3.1. Distribuição temporal e análise de regressão mensal Março y = 0,9855x + 203,27R² = 0,0394 300 +14% 270 240 210 180 150 120 90 60 30 0 Precipitação - mm 1977 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 Serviço Geológico do Brasil – CPRM 3. Resultados e Discussão 3.1. Distribuição temporal e análise de regressão mensal Abril y = 0,1392x + 124,39 R² = 0,0015 210 +3% 180 150 120 90 60 30 0 Precipitação - mm 1977 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 Serviço Geológico do Brasil – CPRM 3. Resultados e Discussão 3.1. Distribuição temporal e análise de regressão mensal Maio y = -0,0399x + 61,625 R² = 0,0005 100 -2% 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Precipitação - mm 1977 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 Serviço Geológico do Brasil – CPRM 3. Resultados e Discussão 3.1. Distribuição temporal e análise de regressão mensal Junho y = -0,1085x + 25,619 R² = 0,0035 80 -12% 70 60 50 40 30 20 10 0 Precipitação - mm 1977 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 Serviço Geológico do Brasil – CPRM 3. Resultados e Discussão 3.1. Distribuição temporal e análise de regressão mensal Julho y = -0,1416x + 14,92 R² = 0,0196 35 -28% 30 25 20 15 10 5 0 Precipitação - mm 1977 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 Serviço Geológico do Brasil – CPRM 3. Resultados e Discussão 3.1. Distribuição temporal e análise de regressão mensal Agosto y = -0,2558x + 24,605 R² = 0,0157 80 -17% 70 60 50 40 30 20 10 0 Precipitação - mm 1977 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 Serviço Geológico do Brasil – CPRM 3. Resultados e Discussão 3.1. Distribuição temporal e análise de regressão mensal Setembro y = -0,6198x + 73,729 R² = 0,0528 120 -25% 105 90 75 60 45 30 15 0 Precipitação - mm 1977 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 Serviço Geológico do Brasil – CPRM 3. Resultados e Discussão 3.1. Distribuição temporal e análise de regressão mensal Outubro y = -0,5547x + 135,12 R² = 0,0549 180 -12% 160 140 120 100 80 60 40 20 0 Precipitação - mm 1977 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 Serviço Geológico do Brasil – CPRM 3. Resultados e Discussão 3.1. Distribuição temporal e análise de regressão mensal Novembro y = -0,5696x + 192,45 R² = 0,0369 240 -9% 210 180 150 120 90 60 30 0 Precipitação - mm 1977 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 Serviço Geológico do Brasil – CPRM 3. Resultados e Discussão 3.1. Distribuição temporal e análise de regressão mensal Dezembro y = -0,7164x + 254,12 R² = 0,0352 400 -8% 360 320 280 240 200 160 120 80 40 0 Precipitação - mm 1977 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 Serviço Geológico do Brasil – CPRM 3. Resultados e Discussão Precipitação Anual y = -3,6x + 1610,8 Centro-Oeste e TO R² = 0,0787 2000 -6,5% 1800 1600 1400 1200 1000 800 600 400 200 0 Precipitação - mm 1977 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 Serviço Geológico do Brasil – CPRM 300 20000 Precipitação 250 Variação 15000 3. Resultados e Discussão 200 10000 150 3.2. Análise estatística 5000 100 050 0 -5000 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Meses Mês Mediana Média Máxima Mínima Variação (%) Desvio Padrão Janeiro 262,41 254,88 345,63 143,81 240,33 53,62 Fevereiro 213,53 219,97 390,81 131,01 298,31 49,97 Março 225,20 218,55 290,18 127,95 226,80 43,72 Abril 119,47 126,55 200,00 73,83 270,89 31,18 Maio 58,58 61,01 96,78 11,24 860,82 16,39 Junho 18,98 23,94 78,23 1,22 6431,86 16,16 Julho 9,49 12,73 32,33 1,02 3172,94 8,92 Agosto 14,57 20,64 76,15 0,42 18013,22 17,97 Setembro 64,04 64,12 111,54 20,28 550,06 23,74 Outubro 123,46 126,52 167,51 81,54 205,44 20,83 Novembro 183,20 183,62 229,45 124,83 183,81 26,09 Dezembro 240,65 243,02 360,88 192,09 187,88 33,61 Média Anual 1541,08 1555,53 1798,61 1326,72 135,57 111,89 Precipitação - mm Variação - % Chuvas no Cerrado do MT: Precipitação Anual y = -3,6876x + 1722,2 -6,22% R² = 0,0752Cerrado do Mato Grosso 2000 1800 1600 1400 1200 1000 800 600 400 200 0 Precipitação - mm 1977 1978 1979 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Chuvas no Cerrado do TO: Precipitação Anual y = -4,1591x + 1742,8 Cerrado do Tocantins R² = 0,0334 2250 -6,94% 2000 1750 1500 1250 1000 750 500 250 0 Precipitação - mm 1977 1978 1979 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Chuvas no Cerrado do MS: Precipitação Anual y = -5,4558x + 1468,6 Cerrado do Mato Grosso do Sul R² = 0,0876 1800 -10,9% 1600 1400 1200 1000 800 600 400 200 0 Precipitação - mm 1977 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 Chuvas no Cerrado do MS: Chuvas no Cerrado do MS: 250 12000 Precipitação Variação 10000200 8000 150 6000 100 4000 50 2000 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Meses Precipitação - mm Variação (%) Chuvas no Cerrado do MS: y = -1,4119x + 225 y = 0,0996x + 160,11 y = -0,2753x + 159,94 Feveveiro Março y = -0,0453x + 97,64Janeiro R² = 0,0327 R² = 0,0004 R² = 0,0018 Abril R² = 0,0001 400 300,0240 200 270,0 350 210 175 240,0 300 180 210,0 150 250 150 180,0 125 200 120 150,0 100 150 120,090 75 90,0 100 60 50 60,0 50 30 30,0 25 0 0 0,0 0 y = -0,332x + 97,763 y = 0,121x + 46,136 y = -0,1339x + 31,28 Maio Agosto y = 0,1719x + 32,065 R² = 0,0032 Junho R² = 0,0007 Julho R² = 0,0029 R² = 0,0016 200,0 180 90 150 140 180,0 160 80 130 160,0 120 140 70 110 140,0 120 60 100 120,0 90 100 50 80 100,0 40 7080 80,0 60 60,0 60 30 50 40 40,0 40 20 30 20,0 20 20 10 10 0,0 0 0 0 y = -0,924x + 97,91 Setembro Outubro y = -0,0602x + 127,5 Novembro y = -0,6778x + 164,37 y = -1,9879x + 228,88 R² = 0,0302 R² = 0,0001 R² = 0,0181 Dezembro R² = 0,1245 210 200 300 320 270 175 180 280 240 150 150 240210 125 180 200120 100 150 160 90 120 75 120 60 90 50 80 60 30 25 4030 0 0 0 0 Precipitação - mm Precipitação - mm Precipitação - mm 1977 1977 1977 1979 1979 1979 1981 1981 1981 1983 1983 1983 1985 1985 1985 1987 1987 1987 1989 1989 1989 1991 1991 1991 1993 1993 1993 1995 1995 1995 1997 1997 1997 1999 1999 1999 2001 2001 2001 2003 20032003 2005 20052005 Precipitaçã - mm Precipitação - mm Precipitação - mm 1977 1977 1977 1979 1979 1979 1981 1981 1981 1983 1983 1983 1985 1985 1985 1987 1987 1987 1989 1989 1989 1991 1991 1991 1993 1993 1993 1995 1995 1995 1997 1997 1997 1999 1999 1999 2001 2001 2001 2003 2003 2003 2005 2005 2005 Precipitação - mm Precipitação mm Precipitação - mm 1977 1977 1977 1979 1979 1979 1981 1981 1981 1983 1983 1983 1985 1985 1985 1987 1987 1987 1989 1989 1989 1991 1991 1991 1993 1993 1993 1995 1995 1995 19971997 1997 19991999 1999 2001 2001 2001 2003 2003 2003 2005 2005 2005 Precipitação - mm Precipitação- mm Precipitação - mm 1977 1977 1977 1979 1979 1979 1981 1981 1981 1983 1983 1983 1985 1985 1985 1987 1987 1987 1989 1989 1989 1991 1991 1991 1993 1993 1993 1995 1995 1995 1997 1997 1997 1999 1999 1999 2001 2001 2001 2003 2003 2003 2005 2005 2005 Chuvas no Cerrado do MS: • DISTRIBUIÇÃO TEMPORAL E TENDÊNCIA DE PRECIPITAÇÃO NO BIOMA DA MATA ATLÂNTICA DO ESTADO DE GOIÁS Fonte IBGE: www.ibge.gov.br -13,08% Precipitação Anual y = -6,6598x + 1528,5 Mata Atlântica de Goiás R² = 0,056 2000 1750 1500 1250 1000 750 500 250 0 Precipitação - mm 1977 1978 1979 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 • DISTRIBUIÇÃO TEMPORAL E TENDÊNCIA DE PRECIPITAÇÃO NO BIOMA DA MATA ATLÂNTICA DO ESTADO DE GOIÁS Janeiro y = -2,3943x + 302,5 Fevereiro y = 0,9047x + 172,14 M arço y = 1,6229x + 177,03 R² = 0,042 R² = 0,009 R² = 0,0254 500 360 420 450 390320 360 400 280 330 350 300 240 270 300 200 240 250 210 160 200 180 150 150 120 120 100 80 90 60 50 40 30 0 0 0 Abril y = -0,3756x + 91,148 M aio y = 1,9843x + 48,794 Junho y = -0,1397x + 15,507 R² = 0,0056 R² = 0,1461 R² = 0,0038200 160 90 180 140 80 160 70 140 120 60 120 100 50 100 80 40 80 60 60 30 40 40 20 20 20 10 0 0 0 Pr ecipitação - mm Precipitação - mm 1977 1977 1979 1979 1981 1981 1983 1983 1985 1985 1987 1987 1989 1989 1991 1991 1993 1993 1995 1995 1997 1997 1999 1999 2001 2001 2003 2003 2005 2005 Precipitação - mm Precipitação - mm 1977 1977 1979 1979 1981 1981 1983 1983 1985 1985 1987 1987 1989 1989 1991 1991 1993 1993 1995 1995 1997 1997 1999 1999 2001 2001 2003 2003 2005 2005 Precipitação - mm Pr ecipitação - mm 1977 1977 1979 1979 1981 1981 1983 1983 1985 1985 1987 1987 1989 1989 1991 1991 1993 1993 1995 1995 1997 1997 1999 1999 2001 2001 2003 2003 2005 2005 • DISTRIBUIÇÃO TEMPORAL E TENDÊNCIA DE PRECIPITAÇÃO NO BIOMA DA MATA ATLÂNTICA DO ESTADO DE GOIÁS Julho y = -0,263x + 11,054 Agosto y = -0,4358x + 21,677 Setembro y = -0,3501x + 49,809 R² = 0,0428 R² = 0,0313 R² = 0,0128 45 90 110 40 80 100 90 35 70 80 30 60 70 25 50 60 20 40 50 15 30 40 30 10 20 20 5 10 10 0 0 0 Outubro y = -1,2556x + 126,84 Novembro y = -1,4713x + 221,96 Dezembro y = -1,8729x + 293,87 R² = 0,0613 R² = 0,0427 R² = 0,0402 220 330 480 200 300 440 180 270 400 160 240 360 320 140 210 280 120 180 240 100 150 200 80 120 160 60 90 120 40 60 80 20 30 40 0 0 0 Precipitação - mm Precipitação - mm 1977 1977 1979 1979 1981 1981 1983 1983 1985 1985 1987 1987 1989 1989 1991 1991 1993 1993 1995 1995 1997 1997 1999 1999 2001 2001 2003 2003 2005 2005 Precipitação - mm Precipitação - mm 1977 1977 1979 1979 1981 1981 1983 1983 1985 1985 1987 1987 1989 1989 1991 1991 1993 1993 1995 1995 1997 1997 1999 1999 2001 2001 2003 2003 2005 2005 Precipitação - mm Precipitação - mm 1977 1977 1979 1979 1981 1981 1983 1983 1985 1985 1987 1987 1989 1989 1991 1991 1993 1993 1995 1995 1997 1997 1999 1999 2001 2001 2003 2003 2005 2005 Tendência futura mensal e anual – MATA ATLÂNTICA DO ESTADO DE GOIÁS Precipitação pluviométrica, percentagem de variação dos dados em relação aos extremos observados do período histórico de 1977 a 2006 300 3000 Precipitação250 2500 Variação 2000 200 1500 150 1000 100 500 50 0 0 -500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 M eses Projeção Futura 320 1550 Jan Fev 280 1500 Mar 1450 240 Abr 1400 Mai 200 1350 Jun 160 Jul 1300 Ago 120 1250 Set 80 1200 Out Nov 40 1150 Dez 0 1100 Anual 1977 a 2006 2011 2016 2021 2026 2031 Precipitação - mm Precipitação - mm Var iação - % Conclusões Básicas: -Melhorar a quantidade e qualidade da rede hidrometeorológica. -Volume das chuvas esta diminuindo. -Séries históricas mais longas. -Estudos de correlação “CAUSA” e “EFEITO”. Serviço Geológico do Brasil – CPRM Francisco Marcuzzo Pesquisador em Geociências francisco.marcuzzo@cprm.gov.br www.cprm.gov.br