MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA PROJETO CADASTRO DE FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUA SUBTERRÂNEA VALE DO JEQUITINHONHA DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE BOTUMIRIM-MG Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético Ministério de 2005 Minas e Energia M INISTÉRIO DE M INAS E ENERG IA Silas Rondeau Cavalcante Silva M inistro de Estado SECRETARIA EXECUTIVA Nelson José HubnerM oreira Secretário Executivo SECRETARIA DE PLANEJAM ENTO E SECRETARIA DE GEOLOGIA, M INERAÇÃO DESENVO LVIM ENTO ENERG ÉTICO E TRANSFO RM AÇÃO M INERAL M árcio Pereira Zim m erm am Cláudio Scliar Secretário Secretário PRO G RAM A LUZ PARA TODO S SERVIÇO G EO LÓ G ICO DO BRASIL – CPRM Aurélio Pavão Diretor do Program a Agam enon Sérgio Lucas Dantas Diretor-Presidente PRO GRAM A DE DESENVO LVIM ENTO ENERG ÉTICO DO S ESTADOS E JoséRibeiro M endes M UNICÍPIO S Diretor de Hidrologia e Gestão Territorial PRO DEEM Luiz Carlos Vieira M anoel Barretto da Rocha Neto Diretor Diretorde Geologia e Recursos M inerais Álvaro Rogério Alencar Silva Diretorde Adm inistração e Finanças Fernando Pereira de Carvalho Diretor de Relações Institucionais e Desenvolvim ento Frederico Cláudio Peixinho Chefe do Departam ento de Hidrologia Fernando Antonio Carneiro Feitosa Chefe da Divisão de Hidrogeologia e Exploração Ivanaldo Vieira G om es da Costa Superintendente Regionalde Salvador JoséW ilson de Castro Tem óteo Superintendente Regionalde Recife Hélbio Pereira Superintendente Regionalde Belo Horizonte Darlan Filgueira M aciel Chefe da Residência de Fortaleza Francisco Batista Teixeira Chefe da Residência Especial de Teresina COORDENAÇÃO GERAL Pedro Antônio de Alm eida Couto Josem ar M oura Bezerril Junior Vânia Passos Borges Julio Vale de Oliveira Frederico Cláudio Peixinho - DEHID Kênia Nogueira Diógenes SUREG-BH M arcos Aurélio C. de Góis Filho COORDENAÇÃO TÉCNICA M ário W ardi Junior Angélica Garcia Soares Fernando Antônio C. Feitosa - DIHEXP M atheus M edeiros M endes Carneiro Eduardo Jorge M achado Sim ões M aurício Vieira Rios - CPRM Ely Soares de Oliveira COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVO- M ichel Pinheiro Rocha Haroldo Santos Viana FINANCEIRA Narcelya da Silva Araújo Reynaldo M urilo D. Alves de Brito Nicácia Débora da Silva José Em ílio C. Oliveira - DIHEXP Oscar Rodrigues Aciolly Júnior EM DESTAQUE Paula Francinete da Silveira Baia APOIO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO Alm ir Araújo Pacheco - SUREG-BE Paulo Eduardo M elo Costa Sara M aria Pinotti Benvenuti - DIHEXP Ana Cláudia Vieira - SUREG-PA Paulo Fernando Rodrigues Galindo Bráulio Robério Caye - SUREG-PA Pedro Herm ano Barreto M agalhães COORDENAÇÃO REGIONAL Carlos J. B. Aguiar - SUREG-M A Raim undo Correa da Silva Neto Geraldo de B. Pim entel - SUREG-PA Ram iro Francisco Bezerra Santos Jaim e Quintas dos S. Colares - REFO José Cláudio Viegas C. - SUREG-SA Raul Frota Gonçalves José Alberto Ribeiro - REFO Paulo Pontes Araújo - SUREG-BE Rodrigo Araújo de M esquita Oderson A. de Souza Filho - REFO Tom ás E. Vasconcelos - SUREG-GO Rom ero Am aral M edeiros Lim a Francisco C. Lages C.Filho - RESTE Rosângela de Assis Nicolau João Alfredo da C. L. Neto - SUREG-RE RECENSEADORES Saulo M oreira de Andrade - CPRM José Carlos da Silva - SUREG-RE Sérvulo Fernandez Cunha Luis Fernando C. Bonfim - SUREG-AS Acácio Ferreira Júnior Thiago de M enezes Freire Haroldo Santos Viana – SUREG-BH Adriana de Jesus Felipe Valdirene Carneiro Albuquerque M aria Antonieta Alcântara M ourão - Álerson Falieri Suarez Vicente Calixto Duarte Neto - CPRM SUREG-BH Alm ir Gom es Freire - CPRM Vilm ar Souza Leal - CPRM Ângela Aparecida Pezzuti W agner Ricardo R. de Alkim im EQUIPE TÉCNICA DE CAMPO Antônio Celso R. de M elo - CPRM W alter Lopes de M oraes Junior Antônio Edílson Pereira de Souza REFO Antônio Jean Fontenele M enezes TEXTO Ângelo Trévia Vieira Antônio M anoel M arciano Souza ORGANIZAÇÃO Felicíssim o M elo Antônio M arques Honorato Francisco Alves Pessoa Arm ando Arruda Câm ara F.- CPRM Haroldo Santos Viana Jader Parente Filho Carlos Alberto G. de Andrade - CPRM José Roberto de Carvalho Gom es Celso Viana M aciel ILUSTRAÇÕES Liano Silva Veríssim o Cícero René de Souza Barbosa Elizabeth de Almeida Cadete Costa, Luiz da Silva Coelho Cláudio M árcio Fonseca Vilhena Haroldo Santos Viana, Márcio Ferreira Robério Bôto de Aguiar Claudionor de Figueiredo Augusto Cleiton Pierre da Silva V iana RESTE Cristiano Alves da Silva EDITORAÇÃO Edivaldo Fateicha - CPRM Antônio Reinaldo Soares Filho Eduardo Benevides de Freitas Sarah Costa Cordeiro Carlos Antônio Luz Eduardo Fortes Crisóstom os Elizabeth de Almeida Cadete Costa Cipriano Gom es Oliveira Eliom ar Coutinho Barreto Heinz Alfredo Trein Em anuelly de Alm eida Leão BANCO DE DADOS Ney Gonzaga de Souza Em erson Garret M enor Em icles Pereira C. de Souza Coordenação SUREG-RE Érika Peconick Ventura Francisco Edson M endonça Gom es Ari Teixeira de O liveira Erval M anoel Linden - CPRM Breno Augusto Beltrão Ewerton Torres de M elo Administração Cícero Alves Ferreira Fábio de Andrade Lim a Fábio de Souza Pereira Eriveldo da Silva M endonça Cristiano de Andrade Am aral Dunaldson Eliezer G. A da Rocha Fábio Luiz Santos Faria Franklin de M oraes Francisco Augusto A. Lim a Consistência Frederico José Cam pelo de Souza Francisco Edson Alves Rodrigues Janólfta Leda Rocha Holanda Jardo Caetano dos Santos Francisco Ivanir M edeiros da Silva José W ilson de Castro Tem óteo Francisco José Vasconcelos Souza MAPAS DE PONTOS D’ÁGUA João de Castro M ascarenhas Francisco Lim a Aguiar Junior Jorge Luiz Fortunato de M iranda Francisco Pereira da Silva - CPRM Execução Luiz Carlos de Souza Júnior Frederico Antônio Araújo M eneses Nelson Baptista de Oliveira R. Costa M anoel Júlio da Trindade G. Galvão Geancarlo da Costa Viana Graziela da Silva Rocha Oliveira Saulo de Tarso M onteiro Pires Genivaldo Ferreira de Araújo Sérgio M onthezum a S. Guerra Gustavo Lira M eyer NORM ALIZAÇÃO BIBLIOGRÁFICA Sim eones Neri Pereira Haroldo Brito de Sá Valdecílio Galvão Duarte de Carvalho Henrique Cristiano C. Alencar M aria M adalena Costa Ferreira Vanildo Alm eida M endes Jam ile de Souza Ferreira Jaqueline Alm eida de Souza SUREG-SA Jefté Rocha Holanda João Carlos Fernandes Cunha Edvaldo Lim a M ota João Luis Alves da Silva Edm ilson de Souza Rosa Joelza de Lim a Enéas Herm ínio Brasil Vilaverde Lopes Jorge Ham ilton Quidute Goes João Cardoso Ribeiro M . Filho José Carlos Lopes - CPRM Luis Henrique M onteiro Pereira Joselito Santiago Lim a PROJETO CADASTRO DE FONTES DE ABASTECIM ENTO POR ÁGUA SUBTERRÂNEA Executado pela Com panhia de Pesquisa de Recursos M inerais – CPRM Superintendência Regional de Belo Horizonte CPRM – Superintendência Regional de Belo Horizonte Av. Brasil, 1731 – Bairro Funcionários Belo Horizonte – M G – 30140-002 Fax: (31) 3261-5585 Tel: (31) 3261-0391 http://www.cprm.gov.br Ficha catalográfica Companhia de Pesquisa de Recursos M inerais – CPRM Projeto Cadastro de Abastecimento por Águas Subterrâneas, Estados de M inas Gerais e Bahia: diagnóstico do município de Botumirim, M G .– Haroldo Santos Viana, *Reynaldo M urillo D. A. de Brito, *Adriana de Jesus Felipe, *Ângela Aparecida Pezzuti, *M aurício Vieira Rios. Belo Horizonte: CPRM , 2004. 14p., il.,71 volumes, inclui planilha de dados e mapa de pontos de água. (Série SUBPROGRAM A: Levantamentos de dados Hidrogeológicos Básicos) versão digital e convencional. 1- Hidrogeologia. 2- Recursos Hídricos. I- Título. II- Viana, H. S. III- Brito,R. M . D.A. de. IV- Felipe, A. J. V –Pezzuti, A. A. VI - Rios, M . V. VII- Série. *Equipe de Campo CDU 556.3 V614p Direitos Autorais desta edição: CPRM – Serviço Geológico do Brasil É permitida a reprodução parcial desta publicação desde que mencionada a fonte. APRESENTAÇÃO A CPRM – Serviço Geológico do Brasil, cuja m issão é gerar e difundir conhecim ento geológico e hidrológico básico para o desenvolvim ento sustentável do Brasil, desenvolve no Nordeste brasileiro, para o M inistério de M inas e Energia, ações visando o aum ento da oferta hídrica, que estão inseridas no Program a de Água Subterrânea para a região Nordeste, em sintonia com os program as do governo federal. Executado por interm édio da Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial, desde o início o program a é orientado para um a filosofia de trabalho participativa e interdisciplinar e, atualm ente, para fom entar ações direcionadas para inclusão social e redução das desigualdades sociais, priorizando ações integradas com outras instituições, visando assegurar a am pliação dos recursos naturais e, em particular, dos recursos hídricos subterrâneos, de form a com patível com as dem andas da região nordestina. É neste contexto que está sendo executado o Projeto Cadastro de Fontes de Abastecim ento por Água Subterrânea, localizado no sem i-árido do Nordeste, que engloba os estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernam buco, Alagoas, Sergipe e Bahia, e norte de M inas Gerais e do Espírito Santo. Em bora com m últiplas finalidades, este Projeto visa atender diretam ente às necessidades do PRODEEM , no que se refere à indicação de poços tubulares em condições de receber sistem as de bom beam ento por energia solar. Assim , esta contribuição técnica de significado alcance social do M inistério de M inas e Energia, em parceria com as Secretarias de Energia e de M inas e M etalurgia e com o Serviço G eológico do Brasil, servirá para dar suporte aos program as de desenvolvim ento da região, com inform ações consistentes e atualizadas e, sobretudo, dará subsídios ao Program a Fom e Zero, no tocante às ações efetivas para o abastecim ento público e ao com bate à fom e das com unidades sertanejas do sem i-árido nordestino. José Ribeiro M endes Diretor de Hidrologia e Gestão Territorial CPRM – Serviço Geológico do Brasil M inistério de M inas e Energia Secretaria de Energia /Secretaria de M inas e M etalurgia Program a de D esenvolvim ento Energético de Estados e M unicípios-PRO DEEM CPRM -Serviço G eológico do Brasil Diretoria de Hidrologia e G estão Territorial PRO JETO CADASTRO DE FONTES DE ABASTECIM ENTO PO R ÁGUA SUBTERRÂNEA ESTADO DE M INAS GERAIS E BAHIA DIAGNÓSTICO DO M UNICÍPIO DE BOTUM IRIM -M G ORG ANIZAÇÃO DO TEXTO Haroldo Santos Viana EQ UIPE DE CAM PO Reynaldo M urilo Drum ond Alves de Brito Cordena Adriana de Jesus Felipe Ângela aparecida Pezzuti M aurício Vieira Rios Recnsador Belo Horizonte 2005 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO..........................................................................................................................1 2. ÁREA DE ABRANGÊNCIA...........................................................................................................1 Figura 1 – Área de abrangência do projeto...........................................................................1 3. METODOLOGIA........................................................................................................................2 4. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE BOTUMIRIM ....................................................................2 4.1 Localização e Acesso ...........................................................................................................2 4.2 Aspectos Socioeconômicos...................................................................................................3 4.3 Aspectos Fisiográficos .........................................................................................................3 Figura 2 – Localização do município de Botumirim ................................................................4 4.4 Geologia ............................................................................................................................4 5. RECURSOS HÍDRICOS..............................................................................................................5 5.1 - Águas Superficiais.............................................................................................................5 5.2 - Águas Subterrâneas..........................................................................................................5 5.2.1 - Domínios Hidrogeológicos ...........................................................................................5 FIGURA 3 – Geologia simplificada do município de Botumirim ................................................6 5.2.2 - Diagnóstico dos Pontos Cadastrados ............................................................................7 Figura 4 – Natureza da propriedade dos terrenos onde existem poços tubulares......................7 Figura 5 – Situação dos poços tubulares públicos..................................................................8 Figura 6 – Situação dos poços tubulares privados .................................................................8 Figura 7 – Uso da água ......................................................................................................9 Figura 8– Poços tubulares em uso e passíveis de funcionamento............................................9 5.2.3 Características Físicas dos Poços Tubulares .....................................................................9 5.2.4 Aspectos Quantitativos ................................................................................................10 Quadro 2 – Estimativa da disponibilidade instalada atual e potencial dos poços do município de Botumirim....................................................................................................10 5.2.5 Aspectos Qualitativos ..................................................................................................10 Figura 9– Qualidade das águas subterrâneas do município de Botumirim ..............................11 6. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES .........................................................................................11 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................................................................................................12 APÊNDICE - Planilha de Dados das Fontes de Abastecimento ........................................................13 ANEXO 1 - Mapa de Pontos de Água............................................................................................14 PRO JETO CADASTRO DE FO NTES DE ABASTECIM ENTO PO R ÁG UA SUBTERRÂNEA - BOTUM IRIM – M INAS G ERAIS 1. INTRODUÇÃO O Polígono das Secas apresenta um regime pluviométrico marcado por extrema irregularidade de chuvas, no tempo e no espaço. Nesse cenário, a escassez de água constitui um forte entrave ao desenvolvimento socioeconômico e, até mesmo, à subsistência da população. A ocorrência cíclica das secas e seus efeitos catastróficos são por demais conhecidos e remontam aos primórdios da história do Brasil. Esse quadro de escassez poderia ser modificado em determinadas regiões, através de uma gestão integrada dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos. Entretanto, a carência de estudos de abrangência regional, fundamentais para a avaliação da ocorrência e da potencialidade desses recursos, reduz substancialmente as possibilidades de seu manejo, inviabilizando uma gestão eficiente. Além disso, as decisões sobre a implementação de ações de convivência com a seca exigem o conhecimento básico sobre a localização, caracterização e disponibilidade das fontes de água superficiais e subterrâneas. Para um efetivo gerenciamento dos recursos hídricos, principalmente num contexto emergencial, como é o caso das secas, merece atenção a utilização das fontes de abastecimento de água subterrânea, pois esse recurso pode tornar-se significativo no suprimento hídrico da população e dos rebanhos. Neste sentido, um fato preocupante é o desconhecimento generalizado, em todos os setores, tanto do número quanto da situação das captações existentes, fato este agravado quando se observa a grande quantidade de captações de água subterrânea no semi-árido, principalmente em rochas cristalinas, desativadas e/ou abandonadas por problemas de pequena monta, em muitos casos passíveis de serem solucionados com ações corretivas de baixo custo. Para suprir as necessidades das instituições e demais segmentos da sociedade atuantes na região nordestina, no atendimento à população quanto à garantia de oferta hídrica, principalmente nos momentos críticos de estiagem, a CPRM está realizando o Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea em consonância com as diretrizes do Governo Federal e consoante propósitos apresentados pelo Ministério de Minas e Energia. Este Projeto tem como objetivo a realização do cadastro de todos os poços tubulares, poços amazonas representativos, fontes naturais, barragens subterrâneas e reservatórios superficiais significativos (barragens, açudes, barreiros) em uma área, inicial, de 722.000 km2 da região Nordeste do Brasil, excetuando-se as áreas urbanas das regiões metropolitanas. 2. ÁREA DE ABRANGÊNCIA A área de abrangência do projeto de cadastramento (figura 1) estende-se pelos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo. CE RN PB PI PE AL SE BA MG ES Figura 1 – Área de abrangência do projeto PRO JETO CADASTRO DE FO NTES DE ABASTECIM ENTO PO R ÁG UA SUBTERRÂNEA - BOTUM IRIM – M INAS G ERAIS 1 3. METODOLOGIA O planejamento operacional para a realização desse projeto teve como base a experiência da CPRM no cadastramento de poços dos estados do Ceará e Sergipe, executado em 1998 e 2001, respectivamente. Os trabalhos de campo foram executados por microrregião, com áreas variando de 15.000 a 25.000 km2. Cada área foi levantada por uma equipe coordenada por um técnico da CPRM e composta, em média, por dois recenseadores, na maioria recém-formados de nível superior dos cursos de Geologia e Geografia, selecionados e treinados pela CPRM. A Superintendência Regional de Belo Horizonte- SUREG/BH realizou o cadastro da bacia do rio Jequitinhonha, área de grande escassez hídrica, e que abrange 67 municípios no estado de Minas Gerais e 4 municípios na Bahia. O trabalho contemplou o cadastramento das fontes de abastecimento por água subterrânea (poço tubular, poço escavado e fonte natural), com determinação das coordenadas geográficas pelo uso do Global Positioning System (GPS) e obtenção de todas as informações passíveis de serem coletadas através de uma visita técnica (caracterização do poço, instalações, situação da captação, dados operacionais, qualidade da água, uso da água e os aspectos ambientais, geológicos e hidrológicos). Os dados coletados foram consistidos e repassados sistematicamente à Divisão de Hidrogeologia e Exploração da CPRM, em Fortaleza, para alimentarem um banco de dados. Com esses dados, foram confeccionados os mapas de pontos d’água dos municípios inseridos na área de atuação do projeto e que acompanham os relatórios diagnósticos. Na elaboração dos mapas de pontos d’água, foi utilizada a base planimétrica do Banco de Dados do Sistema Geominas 1999, da Companhia de Processamento de Dados do Estado de Minas Gerais – PRODEMGE, acrescida de informações extraídas de cartas em formato raster do IBGE em escala 1:100 000. A confecção dos mapas e a inserção dos dados temáticos foi executada no programa ArcGIS. Há municípios em que ocorrem alguns casos de poços plotados fora dos limites do mapa municipal. Tais casos decorrem de: a) imprecisão dos traçados dos limites municipais ao nível da escala de trabalho adotada; b) problemas existentes na cartografia estadual; c) informações incorretas prestadas aos recenseadores; d) erro na obtenção das coordenadas; e) diferença entre o datum usado no GPS e na cartografia. Além desse produto impresso, todas as informações coligidas estão disponíveis em meio digital, através de um CD ROM, permitindo a sua contínua atualização. 4. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE BOTUMIRIM 4.1 Localização e Acesso O município de Botumirim está localizado na região norte do estado de Minas Gerais (figura 2), pertence a bacia do Jequitinhonha, com sede nas coordenadas geográficas 16,87ºS de latitude e 43,01ºW de longitude (PNUD, 2000). A sua área total ocupa 1.571,85 km2, e está contida nas folhas topográficas Bocaiúva (SE-23-X-C-III), Montes Claros (SE-23- X-A-VI), Itacambira, (SE-23-X-D-I), Botumirim (SE-23-X-B-IV), Grão Mogol (SE-23-X-B-V) e Minas Novas (SE-23-X-D-II), escala 1:100.000, editada pelo IBGE. A sede municipal encontra-se a 948,00m de altitude e dista 556km de Belo horizonte, capital do estado, sendo acessada a partir dessa cidade por rodovia municipal 72km até BR- 251, BR-135 e BR-040. O município pertence à área mineira da SUDENE, possuindo dois distritos - Adão Colares e Santa Cruz de Botumirim PRO JETO CADASTRO DE FO NTES DE ABASTECIM ENTO PO R ÁG UA SUBTERRÂNEA - BOTUM IRIM – M INAS G ERAIS 2 4.2 Aspectos Socioeconômicos Os dados sócio-econômicos relativos ao município de Botumirim foram obtidos a partir de pesquisa ao site do IBGE, censo 2.000 (IBGE, 2000). A população registrada neste censo foi de 6.834 pessoas residentes na área. A população urbana totaliza 3.306 habitantes (48,37%) e população rural de 3.528 habitantes (51,62%). A densidade demográfica e o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH) são respectivamente, de 4,35 habitantes/km2 e de 0,618 (PNUD, 2000). O sistema educacional restringe-se aos cursos de 10 e 20 graus, com 23 estabelecimentos de ensino fundamental e uma de ensino médio, demonstrando assim a sua fragilidade, fazendo com que a população tenha que se deslocar para outros municípios à procura de cursos técnicos ou mesmo de nível superior, o que é uma praxe na maioria dos municípios da região norte de Minas Gerais. Hoje a grande maioria da população se desloca para Montes Claros, cidade mais próxima e onde se desenvolve o melhor ensino da região. O município é desprovido de meio culturais e de lazer (IBGE, 2000). A maioria da população encontra-se na faixa etária acima de 10 anos. A taxa de alfabetização para esta faixa é de 80,60% (IBGE, 2000). A rede geral de abastecimento de água atende a 46,23% dos domicílios, enquanto 23,39% dos domicílios são providos por poços ou nascentes na propriedade e 30,38% possuem outra forma de abastecimento de água.(IBGE, 2000) Não existe esgotamento sanitário. Os dados do censo do IBGE demonstram que 50,40% dos domicílios têm fossa séptica e 49,63% não tem instalação sanitária. Pequena parcela do lixo gerado é coletada (20,70%) pelo serviço de limpeza, enquanto 79,30% é queimado ou jogado em terreno baldio ou logradouro ou ainda nas drenagens. Na agricultura há produção de café (420,0ha), banana (10,0ha) laranja (20,0ha), A agricultura permanente é de subsistência, sendo os principais produtos de cana-de-açucar, mandioca, feijão, milho e na pecuária criação de galináceos, bovinos, suínos e eqüinos. O reflorestamento é uma das atividades principais do município, sendo o eucalipto o mais cultivado, notadamente para produção de carvão vegetal, é o maior responsável pela geração de empregos e de divisas. (IBGE, 2000) 4.3 Aspectos Fisiográficos O clima da região é tropical, com período seco de abril a setembro, A precipitação máxima ocorre durante os meses de Novembro, Dezembro e Janeiro. A temperatura média anual é de 25,30C com índice pluviométrico médio de 1.110 mm. O cerrado representa o principal tipo de vegetação. Acima da cota de 750 m, às margens do rio Jequitinhonha é possível observar grandes plantações de eucalipto. A paisagem predominante de relevo é montanhosa, entrecortada por chapadas e várzeas. A altitude máxima é atingida na serra do Cantagalo (1.525 m) e a mínima é de 640 m no rio Jequitinhonha, no limite do município entre Minas Novas e Berilo (ENCICLOPÉDIA, 1998). . PROJETO CADASTRO DE FO NTES DE ABASTECIM ENTO PO R ÁG UA SUBTERRÂNEA - BOTUM IRIM – M INAS G ERAIS 3 BR135 M ontes Claros Paracatu BR040 BR116 Governador Valadares BH BR381 Juiz de Fora 0 150 300 kilôm etros Figura 2 – Localização do município de Botumirim 4.4 Geologia A figura 3 mostra a distribuição espacial das principais unidades litoestratigráficas que ocorrem na área do município (CPRM, 2003 contendo modificações apresentadas por HEINECK et al., 2003 e SOUZA et al., 2002). O embasamento é localmente denominado de Complexo Ortognáissico de Porteirinha (A3p), caracterizado por ortognaisses do tipo TTG, granito, granulito, migmatito e anfibolito, rochas metaultramáficas e intercalações de rochas supracrustais (unidades metavulcanossedimentares), de idade estimada Arqueana. A Suíte Rio Itacambiruçu (PPyri) representada por granitóides de posicionamento tectônico duvidoso, é constituída de corpos de granulação média a grossa, com textura variando de equigranular a porfirítica e exibindo feições ígneas preservadas. O granodiorito Botomirim (PPybo), definido como uma rocha plutônica de composição granítica, possui idade semelhante aos dos granitóides da suíte anterior. A foliação, quando observada, é restrita aos bordos dos corpos. Estratigraficamente acima dessas unidades, de idade paleoproterozóica tardia a mesoproterozóica, encontra-se o Supergrupo Espinhaço. Os ambientes responsáveis pela acumulação desses depósitos foram, sobretudo fluviais e marinhos costeiros no início da sedimentação (leques aluviais, sistemas fluviais entrelaçados) e posteriormente, marinhos rasos (sob influência de marés). No município é representado pelo Supergrupo Espinhaço Indiviso (PMe) constituído de quartzito, muscovita quartzito, quartzito arcoseano e/ou ferruginoso, lentes de metaconglomerado, quartzo filito e mica xisto. De forma geral apresenta mergulho suave a moderado, para leste. PRO JETO CADASTRO DE FO NTES DE ABASTECIM ENTO PO R ÁG UA SUBTERRÂNEA - BOTUM IRIM – M INAS G ERAIS 4 As unidades do neoproterozóico são representadas pelos litotipos do Grupo Macaúbas. No município é formado, na base, por quartzito com intercalações de filito, grafita filito e metaconglomerado (Formação Rio Peixe Bravo – NP1pb). Recobrindo esta formação ocorrem metadiamictitos, ricos em hematita, quartzitos e filitos (Formação Nova Aurora- NP12na) aos quais se sobrepõem metadiamictitos em geral maciços, com intercalações de quartzito e filito (Formação Serra do Catuni – NP12sc). Os metassedimentos anteriores estão sobrepostos por uma associação de metarritimito (filito quartzo-mica-xisto e quartzito) e metadiamictito, sucedidos por quartzito e sericita filito e quartzo mica-xisto gradados (Formação Chapada Acauã – NP12ch). As coberturas detríticas (NQd), em parte colúvio-eluviais e com ocorrência eventual de lateritas, recobrem parte das seqüências anteriores e ocupam, em geral, as cotas mais elevadas. Para esses sedimentos pode-se atribuir uma origem residual pela atuação de ciclo erosivo em rochas mais antigas, resultando na desagregação, alteração e laterização. Esses depósitos superficiais são caracterizados por sedimentos diversificados, tanto na sua composição, quanto na sua distribuição; via de regra são formados de cascalho fino, areia, material síltico-argiloso, e porções limonitizadas, em finas camadas ou em blocos e concreções. 5. RECURSOS HÍDRICOS 5.1 - Águas Superficiais A rede de drenagem local apresenta um padrão dendrítico formada pela drenagem principal do rio Jequitinhonha. As principais drenagens são o rio do Peixe, ribeirão da Onça e ribeirão Cantagalo. Todos os cursos d´água do município de Botumirim fazem parte da bacia de contribuição do rio Jequitinhonha. 5.2 - Águas Subterrâneas 5.2.1 - Domínios Hidrogeológicos No município de Botumirim podem-se distinguir dois domínios hidrogeológicos: 1) de rochas cristalinas composto pelas rochas do Complexo Porteirinha do Arqueano e granitóides Botumirim e da Suite Rio Itacambiruçu e pelas rochas metamórficas do Supergrupo Espinhaço , Grupos Macaúbas; 2) de coberturas detríticas do Cenozóico. Esses domínios hidrogelógicos, podem ser enquadrados nos seguintes sistemas aqüíferos: granular e fissurado. Todo o conjunto é explotados por um total de 29 poços tubulares profundos. O sistema aqüífero granular é representado por sedimentos pouco consolidados, que são as coberturas detríticas laterizadas ou não, do Cenozoico; são constituídos de sedimentos arenosos, detríticos e/ou lateritas. Em termos hidrogeológicos possuem porosidade primária e boa permeabilidade. Os aqüíferos relacionados ao manto de decomposição são de ocorrência generalizada e mostram grande variabilidade de composição e de espessura (1 a 45m) determinada pelo tipo litológico originário, condições paleoclimáticas e condicionamento morfotectônico. São aqüíferos potencialmente fracos, mas importantes no processo de recarga dos aqüíferos fissurais subjacentes, através de filtração vertical. Não foi cadastrado poço tubular nesse aqüífero. PRO JETO CADASTRO DE FO NTES DE ABASTECIM ENTO PO R ÁG UA SUBTERRÂNEA - BOTUM IRIM – M INAS G ERAIS 5 FIGURA 3 – Geologia simplificada do município de Botumirim PRO JETO CADASTRO DE FO NTES DE ABASTECIM ENTO PO R ÁG UA SUBTERRÂNEA - BOTUM IRIM – M INAS G ERAIS 6 O sistema aqüífero fissurado ocorre na maior parte do município sendo representado por dois tipos de aqüíferos: associados às rochas granitóides, às rochas xistosas/quartzíticas. De modo geral, apresenta baixo potencial hidrogeológico dependente da densidade e intercomunicação das descontinuidades, aspecto que geralmente se traduz em reservatórios aleatórios e de pequena extensão. Nesse sistema predominam as fraturas, falhas e xistosidades que fornecem a porosidade secundária. Exibem, via de regra, baixa vazão o que, no entanto não diminui sua importância como alternativa de abastecimento em casos de pequenas comunidades ou como reserva estratégica em períodos prolongados de estiagem. O aqüífero granito-gnássico é representado na área pelo Complexo Ortognáissico Porteirinha, pela Suite Itacambiruçu e pelo granitóide Botumirim. São aqüíferos de baixa potencialidade hidrogeológica, ou seja, baixa vazão, aleatórios, descontínuos e de pequena extensão. O fato de não apresentarem boa circulação permite que as águas tornem-se mais salinizadas. Foram cadastrados 24 (vinte e quatro) poços nessa unidade aqüífera. Dos 24 poços cadastrados, 12 apresentaram valores informados de profundidades, variando de 38,0 a 132,0m, com média de 81,08m; 10 apresentaram vazões variando de 1,5 a 20,56m3/h; com mediana de 7,76 m3/h; e média de 9,42 m3/h; 5 poços apresentaram valores medidos de profundidades variando de 50,65 a 97,0m com média de 75,88m; vazões variando de 1,15 a 10,08 m3/h; mediana de 1,98m3/h e média de 3,57 m3/h; análises de condutividade elétrica de dezessete poços revelaram valores de STD (Sais Totais Dissolvidos) variando de 32,25mg/L a 363,0mg/L, classificando todos como água doce. O aqüífero xistoso/quartzítico é representado por metamorfitos do Supergrupo Espinhaço indiviso e do Grupo Macaúbas. Apresenta pouca produção de água estando o armazenamento condicionado às fraturas e xistosidades. Nesse aqüífero foram cadastrados 5(cinco) poços, sendo dois sobre a Formação Diamantina e três sobre a Formação Chapada Acauã. Os dados construtivos dos poços praticamente não existem, somente dados informados foram levantados, assim mesmo, restritos; somente dois poços com profundidades de 60,0 e 150,0m e vazões de dois poços com 1,6 1,8 e 10,5 m3/h; Em quatro poços as medidas de condutividade elétrica revelaram valores de STD variando de 46,50mg/L a 202,50mg/L. 5.2.2 - Diagnóstico dos Pontos Cadastrados O levantamento realizado no município registrou a presença de 29 poços tubulares profundos, sendo 26 públicos e 3 particulares, como mostra a figuras 4. Particular 10% Público 90% Figura 4 – Natureza da propriedade dos terrenos onde existem poços tubulares PRO JETO CADASTRO DE FO NTES DE ABASTECIM ENTO PO R ÁG UA SUBTERRÂNEA - BOTUM IRIM – M INAS G ERAIS 7 Quatro situações distintas foram identificadas na data da visita de campo: poços em operação, paralisados, não instalados e abandonados. Os poços em operação são aqueles que funcionavam normalmente. Os paralisados estavam sem funcionar temporariamente devido a problemas relacionados à manutenção ou quebra de equipamentos. Os não instalados representam aqueles poços que foram perfurados, tiveram um resultado positivo, mas não foram ainda equipados com sistemas de bombeamento e distribuição. E por fim, os abandonados, que incluem poços secos e poços obstruídos, representam os que não apresentam possibilidade de produção. A situação dessas obras, levando-se em conta seu caráter público ou particular, é apresentada em números absolutos no quadro 1 e em termos percentuais na figura 5 e figura 6. POÇOS TUBULARES Natureza do Poço Abandonado Em Operação Não instalado Paralisado Público 3 15 5 3 Privado - 2 1 - Quadro 1 – Situação dos poços cadastrados. Não Abandonado instalado 12% 12% Em Paralisado operação 19% 57% Figura 5 – Situação dos poços tubulares públicos Abandonado Não instalado 1% 33% Em Operação 67% Figura 6 – Situação dos poços tubulares privados Em relação ao uso da água dos poços, 13 (treze) são destinados ao uso dom éstico prim ário e secundário (água de consum o hum ano para beber e uso geral), 5 (cinco) ao uso dom éstico prim ário, secundário e suprim ento anim al, 2 (dois) ao uso dom éstico prim ário, secundário e industria, 1 (um ) ao uso dom éstico prim ário, secundário, suprim ento anim al e agricultura, 8 (oito) sem inform ação de uso. A figura 7 m ostra em term os percentuais as diferentes utilizações da água subterrânea. PROJETO CADASTRO DE FO NTES DE ABASTECIM ENTO PO R ÁG UA SUBTERRÂNEA - BOTUM IRIM – M INAS G ERAIS 8 sem informação Doméstico primário, 28% secundário,animal 17% Domestico primário, secundário,animal agricultura 3% Doméstico Doméstico primário,secundário primário,secúndario, 45% indústria 7% Figura 7 – Uso da água Quanto à distribuição dos poços tubulares, em relação aos domínios hidrogeológicos de superfície, 80,0% dos poços tubulares estão locados sobre rochas cristalinas do embasamento, e 20,0% em rochas xistosas/quartzíticas do Supergrupo Espinhaço e do Grupo Macaúbas. 20 18 16 14 12 10 15 8 8 6 4 2 2 0 1 Não Em operação instalados/Paralisados Particulares 2 1 Público 15 8 A figura 8 mostra a relação entre os poços tubulares atualmente em operação e os poços passíveis de entrar em funcionamento (paralisados e não instalados). Verifica-se que 8 (oito) poços públicos e um particular estão paralisados ou não instalados, mas passíveis de entrar em funcionamento, podendo virem a operar, somando suas descargas àquelas dos 17 (dezessete) poços que estão em uso. Figura 8– Poços tubulares em uso e passíveis de funcionamento 5.2.3 Características Físicas dos Poços Tubulares Foram cadastrados vinte e nove poços tubulares profundos, como acontece na maioria dos municípios, os dados técnicos de perfuração são incompletos ou inexistem. A não existência desses dados impede a realização de um diagnóstico hidrogeológico mais preciso e dificulta a instalação, manutenção e monitoramento dos poços tubulares. Os dados obtidos na etapa de campo, na sua maioria são informados, portanto pouco precisos, PRO JETO CADASTRO DE FO NTES DE ABASTECIM ENTO PO R ÁG UA SUBTERRÂNEA - BOTUM IRIM – M INAS G ERAIS 9 sendo que somente três poços apresentaram valores medidos 50,65m,80,0m e 97,0m; em cinco poços as vazões variam de 1,15m3/h a 10,08 m3/h, com mediana de 1,98m3l/h; 14 (quatorze) poços apresentaram dados informados de profundidades variando de 38,0m a 150,0m, com média de 84,50m; doze poços apresentaram vazões variando de 1,5 m3l/h a 20,56m3l/h, com mediana de 7,35m3l/h e média de 8,85m3l/h. A mediana das vazões medidas e informadas revela valor de 4,10m3/h 5.2.4 Aspectos Quantitativos Em relação ao aspecto quantitativo os dados calculados referem-se a poços com dados m medidos, que apresentam uma explotação sistemática através de equipamentos de bombeamento diversos. O objetivo básico é quantificar de forma referencial a produção de água subterrânea do município e verificar o aumento da oferta de água a partir das unidades de captação existentes não utilizadas (desativadas e não instaladas). Deve-se ressaltar, entretanto, que os números aqui apresentados representam uma estimativa baseada em médias de produtividade de todos os domínios hidrogeológicos, obtidas a partir de estudos estatísticos elementares. Uma determinação mais precisa da produtividade e potencialidade dos poços existentes teria que passar por estudos detalhados a partir da execução de testes de bombeamento em todos os poços. Em função da diretriz proposta, foi utilizado como referência o valor da mediana (4,10 m³/h), resultado de uma análise estatística simplificada de valores de vazões medidos e informados de 16 poços. Quadro 2 – Estimativa da disponibilidade instalada atual e potencial dos poços do município de Botumirim Estimativa da Estimativa da Expansão Disponibilidade Atual Poços Poços Aumento da Tubulares Poços Qm Qm total Desativados e Qm (m³/h) Qm total DisponibilidadAtivos (m³/h) (m³/h) Tamponados (m³/h) e Porcentagem Setor 15 4,1 61,5 8 4,1 32,8 47,06 Público Setor 2 4,1 8,2 1 4,1 4,1 5,88 Privado Total 17 - 69,7 9 - 36,9 52,94 O quadro 2 mostra que, considerando-se 17 poços tubulares em uso, pode-se inferir uma produção atual da ordem de 69,70 m³/h de água para todo o município de Botumirim. Caso seja implantada uma política de recuperação e/ou instalação dos poços que atualmente não estão em uso, estima-se que seria possível atingir um aumento da ordem de 52,94% (36,90 m³/h) em relação à atual oferta de água subterrânea. 5.2.5 Aspectos Qualitativos Do ponto de vista qualitativo, foram considerados para classificação das águas, os seguintes intervalos de STD (Sólidos Totais Dissolvidos): 0 a 500m g/L Água Doce 501 a 1.500m g/L Água Salobra >1.500m g/L Água Salgada PROJETO CADASTRO DE FO NTES DE ABASTECIM ENTO PO R ÁG UA SUBTERRÂNEA - BOTUM IRIM – M INAS G ERAIS 10 As análises foram feitas apenas com base na medição da condutividade elétrica, que leva em conta o total de sólidos dissolvidos na amostra de água, não sendo possível individualizar a quantidade de cada sal isoladamente. Embora o limite de potabilidade do MS para STD seja 1.000 mg/l, como não se tem dados relativos a outros tipos de sais, como cloretos, foi adotado por segurança o limite de 500 mg/l para água doce. Para transformar condutividade elétrica em STD, tomou-se como multiplicador o fator 0,75, parâmetro calculado no Projeto Cadastramento de Poços Tubulares da Microrregião de Montes Claros (CPRM, 2002). Foram coletadas e analisadas amostras de água de 22 poços tubulares, tendo como resultado valores variando de 32,25mg/L a 363,0mg/L, com um valor médio de 125,22mg/L. A classificação das águas do município, considerando poços em operação, paralisados e não instalados é apresentada na figura 9. Os resultados mostraram que todos os poços analisados são de água doce. 20 15 15 10 5 1 4 0 Em Operação Não instalado Paralisado Doce 15 4 1 Figura 9– Qualidade das águas subterrâneas do município de Botumirim 6. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES A análise dos dados referentes ao cadastramento de poços executado no município de Botumirim permitiu estabelecer as seguintes conclusões: Existem dois domínios hidrogeológicos distintos: de terrenos cristalinos compostos pelas rochas do Complexo Porteirinha do Arqueano e granitóides Botumirim e da Suite Rio Itacambiruçu e pelas rochas metamórficas do Supergrupo Espinhaço e Grupo Macaúbas; 2) de coberturas detríticas do Cenozóico; Em termos de domínio hidrogeológico predomina o das rochas cristalinas do Paleoproterozóico/Proterozóico, via de regra apresenta um baixo potencial para produção de água subterrânea, materializado por pequenas vazões. 80,00% dos poços cadastrados no município pertencem a esse domínio. Os 20,0% restantes estão sobre o Supergrupo Espinhaço e Formação Chapada Acauã do Grupo Macaúbas. Quanto às Coberturas Cenozóicas, não foram cadastrados poços captando esses sedimentos. A situação atual dos poços tubulares existentes no município é a seguinte: Natureza do poço Abandonado Em operação Não instalado Paralisado Público 3 15 5 3 Particular - 2 1 - PRO JETO CADASTRO DE FO NTES DE ABASTECIM ENTO PO R ÁG UA SUBTERRÂNEA - BOTUM IRIM – M INAS G ERAIS 11 Em termos de qualidade das águas subterrâneas, os resultados mostraram que em todos os poços analisados (22), todos apresentaram valores de STD característicos de água doce. Com base nas conclusões acima estabelecidas podem-se tecer as seguintes recomendações: Os poços desativados e não instalados deveriam ser objeto de programas de recuperação e instalação, para aumentar a oferta de água da região; Todos os poços deveriam sofrer manutenção periódica para assegurar o seu funcionamento, principalmente em tempos de estiagens prolongadas; Para assegurar a boa qualidade da água do ponto de vista bacteriológico, devem ser adotadas em todos os poços, medidas de proteção sanitária. Tendo em vista a necessidade de uma melhor caracterização da qualidade da água para adequação de seu uso, é recomendável a realização de uma análise físico-química completa em cada poço tubular existente no município. Utilizar da melhor forma possível a água superficial existente no município. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CPRM – Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais. Mapa Geológico de Minas Gerais. Belo Horizonte: CPRM/COMIG, 2003. Escala 1:1.000.000. Meio Digital. CPRM – Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais. Projeto São Francisco. Província Mineral do Brasil. Caracterização Hidrogeológica da Microrregião de Montes Claros. Belo Horizonte: CPRM/COMIG, 2002. 1 CD. ENCICLOPÉDIA dos Municípios Mineiros. Belo Horizonte: Armazém de Idéias, 1998.2v. HEINECK, C.A., VIEIRA.S., DRUMOND, J.B.V., LEITE, C.A.L., LACERDA FILHO, J.V., VALENTE, C.R., LOPES, R.C., MOLOUF, R.F., OLIVEIRA, I.W.B., OLIVEIRA, C.C., SACHS, L.L.B., PAES, V.J.C., JUNQUEIRA, P.A., NETTO, C. Folha SE.23 — Belo Horizonte. In: SCHOBBENHAUS, C., GONÇALVES, J.H., SANTOS, J.O.S., ABRAM, M.B., LEÃO NETO, R., MATOS, G.M.M., VIDOTI, R.M., RAMOS, M.A.B., JESUS, J.D.A., (eds.). Carta Geológica do Brasil ao Milionésimo, Sistema de Informações Geográficas. Programa Geologia do Brasil. Brasília: CPRM, 2004. CD-ROM. IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. IBGE cidades. 2000. Disponível em acesso em 20 jan. de 2004. PNUD – PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO. Atlas de Desenvolvimento Humano para o Brasil. 2000 Disponível em: acesso em:25 jan.2004. PRODEMGE – processamento de Dados de Minas Gerais. Base de dados GEOMINAS. Disponível em Acesso em 15 jan. 2004. SOUZA, J.D., KOSIN, M., TEIXEIRA, L.R., MARTINS, A.A.M., BENTO, R.V., BORGES, V.P., LEITE, C.A., ARCANJO, J.B., LOUREIRO, H.S.C, SANTOS, R.A., NEVES, J.P., CARVALHO, L.M., PEREIRA, L.H.M. Folha SD.24 - Salvador. In: SCHOBBENHAUS, C., GONÇALVES. J.H., SANTOS, J.O.S., ABRAN, M.B., LEÃO NETO, R., MATOS, G.M.M., VIDOTI, R.M., RAMOS, M.A.B., JESUS, J.D.A., (eds). Carta Geológica do Brasil ao Milionésimo, Sistema de Informações Geográficas. Programa Geologia do Brasil. Brasília: CPRM, 2004. CD- ROM. PRO JETO CADASTRO DE FO NTES DE ABASTECIM ENTO PO R ÁG UA SUBTERRÂNEA - BOTUM IRIM – M INAS G ERAIS 12 neração A PÊN DICE Planilha de Dados das Fontes de Abastecim ento PROJETO CADASTRO DE FO NTES DE ABASTECIM ENTO PO R ÁG UA SUBTERRÂNEA - BOTUM IRIM – M INAS G ERAIS 13 Projet Cadstro da Infra- Estrua Hídrica do Nordest M unicípio: Botumir Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio CF786 Sim Não CORREGO DA VENDA M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público RUA 1º DE M ARCO Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 170250, 430950, Aço 8 0,27 Com pressor de ar Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 10 2 N 300 Óleo Diesel 5 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Em O peração Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Boa Boa Boa Regular 1 3 211 Lím pida Inodoro Com unitário Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição 5 Distanc. Inform ante Funcionário LEOGENI0 M ARCO S Adriana J Felipe Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio CF787 Sim Sim CAFE - ANDRE VIEIRA M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público RUA 1º DE M ARCO 29/10/1998 CO NSTRO LI PREFEITURA M UNICIP Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 170032, 430850, 80 Aço 6 0,71 Com pressor de ar Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 10 2 N Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Paralisado Problem as com Equipam ento Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Ruim 1224 8.05 M edido 53.84 Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição Distanc. Inform ante Funcionário TELES Adriana J Felipe Projet Cadstro da Infra- Estrua Hídrica do Nordest M unicípio: Botumir Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio CF788 Sim Sim M AZACAO M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público RUA 1º DE M ARCO 08/11/1987 G EO SO L PREFEITURA M UNICIP Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 170343, 430547, 97 Aço 6 0,57 Com pressor de ar Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 10 2 N Óleo Diesel 10 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Paralisado Problem as com Equipam ento Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Boa Regular 1152 2.7 M edido 76.5 Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição Distanc. Inform ante Funcionário LEO G ENIO Adriana J Felipe Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio CF795 Sim Não BO NITO M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM 2000 PREFEITURA M UNICIP Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 164814, 425738, 122 Aço 6 0,6 Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição N 300 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Não Instalado Indefinido Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Regular 4.4 M edido 62 Turva Com O dor Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição Distanc. Inform ante Funcionário M auricio Vieira Rios Projet Cadstro da Infra- Estrua Hídrica do Nordest M unicípio: Botumir Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio CF796 Sim Sim CANTAGALO M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público RUA 1º DE M ARCO 09/08/1985 CPRM PREFEITURA M UNICIP Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 170237, 430803, 50,65 Aço 6 0,39 Bom ba subm ersa Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 2 S M onofásica 50 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Paralisado Problem as com Equipam ento Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Boa Regula Boa Regular 3425 1.71 M edido 27.25 Com unitário Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição 15 S Distanc. Inform ante Funcionário LEO G ENIO Adriana J Felipe Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio CF797 Sim Sim TO AZINHO M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante DO M ING O S RO DRIG UES NEVES -DO ADO A PREF Público 03/11/1987 G EO SO L PREFEITURA M UNICIP Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 165525, 430558, 70 Aço 6 0,54 Bom ba subm ersa Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 60 2 S M onofásica 5 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Em O peração Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Boa Boa Regular 1980 4.8 M edido 52.9 1 7 48 Lím pida Inodoro Com unitário Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição 3 Distanc. Inform ante Funcionário DO M ING O S RO DRIG UES DAS NEVES Adriana J Felipe Projet Cadstro da Infra- Estrua Hídrica do Nordest M unicípio: Botumir Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio CF798 Sim Não CASA DE TELHA M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante HERM ES FERREIRA Público Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 165203, 430709, Aço 6 0,76 Bom ba subm ersa Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 1 1/2 S M onofásica 5 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Em O peração Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Boa Regula Boa 1 7 210 Lím pida Com O dor Com unitário Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição 2 Distanc. Inform ante Funcionário LEO G ENIO Adriana J Felipe Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio CF799 Sim Sim FAZENDA TROM BA M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público 20/09/1998 CO NSTRO LI PREFEITURA M UNICIP Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 165020, 430641, 80 Aço 6 0,69 Bom ba subm ersa Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 54 2 S M onofásica Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Em O peração Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Boa Regula Regular 10080 7.2 M edido 28.21 1 7 188 Lím pida Inodoro Com unitário Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição 10 Distanc. Inform ante Funcionário LEO G ENIO Adriana J Felipe Projet Cadstro da Infra- Estrua Hídrica do Nordest M unicípio: Botumir Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio CF800 Sim Não CASAS PO PULARES (CASINHA) M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público RUA 1º DE M ARCO Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 165145, 430019, Aço 6 0,58 Bom ba subm ersa Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 2 S M onofásica 10 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Paralisado Uso Estratégico Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Regul Regula Boa Ruim Com unitário Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição 30 Distanc. Inform ante Funcionário LEO G ENIO Adriana J Felipe Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DE904 Sim Não PAU D'AGUA M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM 1982 PREFEITURA M UNICIP Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 164642, 430101, 38 Aço 6 0,1 Com pressor de ar Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 1 N 20 Óleo Diesel 5 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Em O peração Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Regul Boa Boa Regular 2124 2.52 Inform ado 22.32 1 2 87 Lím pida Inodoro Com unitário Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição 5 Distanc. Inform ante Funcionário M ARIA A. O . SILVA M auricio Vieira Rios Projet Cadstro da Infra- Estrua Hídrica do Nordest M unicípio: Botumir Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DE905 Sim Não CABACAS - ASSO CIACAO CO M . CABRAS M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante ASSO CIACAO DE A. CO LARES (CO M . CABACAS) Público SITIO CARRAPATO 1996 ASSO CIACAO CO M . C Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 164217, 430443, 88 Aço 6 0,89 Bom ba subm ersa Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 48 4 1 1/2 S M onofásica 5 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Em O peração Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Boa Boa Boa Boa 14000 3 7 278 Lím pida Inodoro Com unitário Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição 9 Distanc. Inform ante Funcionário VALDEM AR P. DA SILVA M auricio Vieira Rios Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DE906 Sim Não ADAO CO LARES - SEDE AV. FRANCISCO M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM 2002 CO PASA PREFEITURA M UNICIP Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 164225, 430537, Aço 6 0,8 Bom ba subm ersa Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 12,5 3 S Trifásica Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Não Instalado Indefinido Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Regular Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição Distanc. Inform ante Funcionário 20 VALDOM IRO R. DE SOUZA M auricio Vieira Rios Projet Cadstro da Infra- Estrua Hídrica do Nordest M unicípio: Botumir Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DE907 Sim Não ADAO CO LARES - SEDE - AV. BEIRA RIO M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM 1987 PREFEITURA M UNICIP Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 164228, 430541, Aço 6 0,39 Bom ba subm ersa Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 5,5 2 S M onofásica 5 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Em O peração Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Boa Boa Boa Boa 6 7 285 Lím pida Inodoro Com unitário Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição 461 Distanc. Inform ante Funcionário 15 VALDOM IRO R. DE SOUZA M auricio Vieira Rios Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DE908 Sim Não ADAO CO LARES - FAZENDA G ILU M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM PREFEITURA M UNICIP Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 164242, 430619, Aço 6 0,7 Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição S M onofásica Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Abandonado Seco Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Ruim Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição Distanc. Inform ante Funcionário VALDOM IRO R. DE SOUZA M auricio Vieira Rios Projet Cadstro da Infra- Estrua Hídrica do Nordest M unicípio: Botumir Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DE909 Sim Não ADAO CO LARES - FAZENDA G ILU M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM 2000 PREFEITURA M UNICIP Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 164242, 430619, Aço 6 1,28 Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição S M onofásica Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Abandonado Seco Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Ruim Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição Distanc. Inform ante Funcionário VALDO M IRO M auricio Vieira Rios Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DE911 Sim Não BOTUM IRIM - SEDE M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM 1998 CO PASA Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 165132, 430036, 102 Aço 8 0,85 Bom ba subm ersa Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 76 12,5 2 S Trifásica 130 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Em O peração Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Boa Boa Boa Boa 13000 10 7 56 Lím pida Inodoro Com unitário Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição 779 Distanc. Inform ante Funcionário O SVALDO PIRES PEIXO TO M auricio Vieira Rios Projet Cadstro da Infra- Estrua Hídrica do Nordest M unicípio: Botumir Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DE912 Sim Não BOTUM IRIM - SEDE M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante Público 1982 CO PASA Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 165134, 430042, 69 Aço 8 0,85 Bom ba subm ersa Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 54 10 2 S Trifásica 130 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Em O peração Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Boa Boa Boa Boa 20560 10 7 43 Lím pida Inodoro Com unitário Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição 779 Distanc. Inform ante Funcionário 45 O SVALDO PIRES PEIXO TO M auricio Vieira Rios Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DE913 Sim Não BOTUM IRIM - SEDE - M ATADOURO M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM CO PASA Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 165136, 430044, Aço 8 0,77 Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição S Trifásica Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Abandonado Seco Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Boa Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição Distanc. Inform ante Funcionário O SVALDO PIRES PEIXO TO M auricio Vieira Rios Projet Cadstro da Infra- Estrua Hídrica do Nordest M unicípio: Botumir Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DE914 Sim Não ADAO CO LARES - FAZENDA CANASTRA (F M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante FLO RIANO ANTO NIO DE M AG ALHAES FERREIRA Particular F́AZENDA CANASTRA 1998 AQ UACENTER FLO RIANO ANTO NIO D Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 164322, 430635, 56 Aço 6 0,47 Bom ba subm ersa Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 2 S M onofásica 1 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Em O peração Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Boa Boa Regul Regular 20000 1 7 107 Lím pida Inodoro Particular Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição 1 Distanc. Inform ante Funcionário M ARIA DA G LO RIA A. FERREIRA M auricio Vieira Rios Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DE915 Sim Não M OCAM BINHO (ANTENOR) M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM 2001 PREFEITURA M UNICIP Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 164748, 430511, 132 Aço 6 0,47 Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição N 3000 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Não Instalado Indefinido Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água 4000 2.5 Inform ado 160 Turva Inodoro Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição Distanc. Inform ante Funcionário ANTENO R ELIAS DO S SANTO S M auricio Vieira Rios Projet Cadstro da Infra- Estrua Hídrica do Nordest M unicípio: Botumir Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DE916 Sim Não PO CO ES M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM 1987 G EO SO L PREFEITURA M UNICIP Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 164627, 430709, 90 Aço 6 0,61 Com pressor de ar Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 88 10 2 S M onofásica 5 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Em O peração Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Boa Boa Boa Regular 4212 4 1 92 Lím pida Inodoro Com unitário Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição 12 Distanc. Inform ante Funcionário JO AO DE DEUS P. O LIVEIRA M auricio Vieira Rios Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DE917 Sim Não G ADO BRAVO - FAZENDA G AM ELEIRA M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM 1999 DNOCS PREFEITURA M UNICIP Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 164441, 431125, 66 Aço 6 0,71 Bom ba subm ersa Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 1 1/2 N 30 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Não Instalado Falta de Energia Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Regular 11314 Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição Distanc. Inform ante Funcionário VALDO M auricio Vieira Rios Projet Cadstro da Infra- Estrua Hídrica do Nordest M unicípio: Botumir Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DE918 Sim Não CIRO ROM AO - CORREGO DA FABRICA M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM 1998 CO NSTRO LI PREFEITURA M UNICIP Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 164104, 431034, 60 Aço 6 0,2 Bom ba subm ersa Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 1 1/2 N 1500 Solar 3 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Em O peração Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Boa Ruim Regul Boa 3500 1 2 116 Lím pida Inodoro Com unitário Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição Distanc. Inform ante Funcionário LIDIA S. S. DE O LIVEIRA M auricio Vieira Rios Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DE919 Sim Não TRACADAL - FAZENDA SANTA LO CIA - PA M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PRO JETO PARATERRA Público FAZENDA SANTA LUCIA - TRACADAL Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 164211, 430920, PVC Aditiva 6 0,16 Bom ba subm ersa Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 42 S Trifásica 35 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo Paralisado Problem as com Equipam ento Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Regul Boa 5 Inform ado 217 Turva Inodoro Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição Distanc. Inform ante Funcionário ISALINO FRANCISCO ASSIS M auricio Vieira Rios Projet Cadstro da Infra- Estrua Hídrica do Nordest M unicípio: Botumir Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DF994 Sim Não FAZENDA AGUA CLARA M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante M ATEUS SEVERO RO DRIG UES Particular FAZENDA AG UA CLARA 01/10/1994 PREFEITURA M UNICIP Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 165343, 425649, 60 Aço 6 0,74 Com pressor de ar Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 7,5 2 S M onofásica 6 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo N Em O peração Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Regul Regula Regul Regular 2 2 214 Lím pida Inodoro Com unitário Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição 3 S M INA D'AGUA Distanc. Inform ante Funcionário LUIS CUSTO DIO SANTANA Angela Aparecida Pezzuti Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DF995 Sim Não G ENTIO M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante W ILSO N CO LARIS DE O LIVEIRA Particular FAZENDA PARAISO 1996 SO LASTRO NIC Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 165350, 424612, 150 Aço 6 0,66 Bom ba subm ersa Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 1 1/2 N 1000 Solar 10 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo N Em O peração Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Regul Regula Regul Regular 1600 24 7 185 Lím pida Inodoro Com unitário Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição 4 S SANTA CRUZ 6000 Distanc. Inform ante Funcionário W ILSO N CO LARIS DE O LIVEIRA Angela Aparecida Pezzuti Projet Cadstro da Infra- Estrua Hídrica do Nordest M unicípio: Botumir Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DF996 Sim Não SANTA CRUZ III M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante ELIDIO NUNES DO URADO Particular SANTA CRUZ III 1998 SO LARJACK Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 165400, 424645, Aço 6 0,51 Bom ba subm ersa Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 1 1/2 N 2000 Solar 500 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo N Não Instalado Indefinido Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Regular 10500 24 7 270 Lím pida Inodoro Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição Distanc. Inform ante Funcionário Angela Aparecida Pezzuti Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DF997 Sim Não SANTA CRUZ I M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público R. JOSE DA CRUZ , 9 - CENTRO 1987 Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 165436, 424739, Aço 6 0,3 Com pressor de ar Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 5 1 1/2 S Trifásica 10 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo N Em O peração Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Regul Regula Regul Regular 120 Lím pida Inodoro Com unitário Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição 120 Distanc. Inform ante Funcionário RUBENS PINHEIRO JARDIM Angela Aparecida Pezzuti Projet Cadstro da Infra- Estrua Hídrica do Nordest M unicípio: Botumir Código do Poço Ponto no Cadastro Código SiagasNatureza do Ponto Foto F. TécLocalidade UF M unicípio DF998 Sim Não SANTA CRUZ II M G Botum irim Proprietário do Terreno Em Terreno Endereço Proprietário Construído em Construtor Contratante PREFEITURA M UNICIPAL DE BO TUM IRIM Público 1997 Latitude LongitudeTipo Form ação Natureza do Aquífero Profundidade Tipo Revest.Diam . IntAlt. Boca Condicções Sanitárias Equip. bom beam ento 165429, 424733, Aço 6 0,97 Bom ba subm ersa Crivo B. Potência Diam . TuboData Energia Elétrica Distância O utras fontes de energia Reservatório Capacidade Distribuição 4,5 2 S M onofásica 10 Dessal.Fabricante DessalinizadorM anut.Situação Dessal. M otivo Paralisação Situação poço M otivo N Em O peração Sis B. Sis D. Abrigo Prot. Sanit.Vazão M .Vazão I. Nível Estático N.D. Regim e Bom beam ento Cond. Elétrica Cor Odor Uso Água Regul Regula Regul Regular 5 5 120 Lím pida Inodoro Com unitário Nr.Fam . Com plem ento abastecim ento Local Com plem ento Distância Fontes de poluição 120 Distanc. Inform ante Funcionário RUBENS PINHEIRO JARDIM Angela Aparecida Pezzuti AN EXO 1 M apa de Pontos de Água PROJETO CADASTRO DE FO NTES DE ABASTECIM ENTO PO R ÁG UA SUBTERRÂNEA - BOTUM IRIM – M INAS G ERAIS 14 M INISTÉRIO DE M INAS E ENERGIA SECRETARIA DE M INAS E M ETALURGIA COM PANHIA DE PESQUISA DE RECURSOS M INERAIS PROJETO CADASTRO DE FONTES DE ABASTECIM ENTO POR BOTUM IRIM - M G PRODEEM - Program a de Desenvolvim ento Energético de Estados e M unicípios ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO VALE DO JEQUINHONHA 43°10' 43°5' 43°0' 42°55' 42°50' 42°45' 376 384 392 400 408 416 424 40' 16° 40' 16° DE918 M Rio It L biru M DE919 çuM DE905MDE906 C DE907 Adão Colares ! 8.152 DE909M 8.152 DE908 DE914 nd o _ uç C aó ór r ç rr. L Ca o-d'ág ua jinha . O lh ór r C DE917 co M n órr. doG elu 45' C 16°45' 16° r ór r. no C eli e Cp órr. A roeira o Curra linh rr. CCó DE916 Córr. João C M orreia DE904 õe s ç MCórr. Lo . Pogr r órr. dador ór C ó C eLaje8.144 C 8.144 C u ó DF182 c C ó rra .m rr. Bonito DE915Mh. oBarreirinho CF795 M Córr. Cura órr. a ult Ta ãCórr. Sep o M elancia al Có C Córr. rr ó Br oa Vist a P r ie. dI adm ebaúba 50' 16° 50' 16° io Bananal CF799 R M r. CP óin rd ra . aquari DE911 8.136 DE912 órr. lC va 8.136 DE913 MM a O TUM IRIM M C órrB P CF798 C s ClaC raó M rr. C ór a r. CF800 da ntôni o sa Tde r ATelha m to b. Ni o n C rue Só R Córr.rr. Buriti a Filipa r a ib e Antônio str . Córr. E órrC DF994 DF995 al MoM _o . P é r _DF996 Có rr Cr. Có r C órr. do l C órr. Curra DF997 C ldo MM DF998rra r.Cur Santa Cruzde Botum irim Có ! 55'16° 55' 16° CF797 Córr. Bd P o M a o çod S C ór 8.128 Có ina rrr.Boca Córr. F 8.128 a ua pão rs Dcim ó anta d e rr. un nt Tabatin ib.Rib eirão doP Córr e.Agueiro Córr. do O uro Podre órr. DuaC sB zinhoR a o dib e C n .Can . Capã m t rr a Cd órr Rio. Jeq C rqu . eja o C h o C rdur ó zin a rr. ã o órr. C do velór C t o o r o. Cd r.a CórO nç a a 0' Có b 17°0' r a 17° r S Córr8.120 . aq . J ic 8.120 lo uin abut C tag a ho Jacu órr. AgoCF787 n rr. Córr. stF inig hu oei CM r r óó a rr. ZC ó ab C el re r. a C ntó arr. P Medr aa i ria afim rr M o Capivara ór r. Có a rr a Córr .M erician .Folha CF796 CF786 M M Córr. do aC h Có e r arg in rr. .M P C Vaza ag lm ito órr. ão CF788 M São J C oórr. ão .da 8.112 C órr. 8.112 a erioca Rib s C . dór o Giga 5' al 17°5' Palm i t 17° Córr. tá ã o Córr. a Go u ra B ur rd G a n nseca ib Gigant e Córr. Fo .do m bo a Gr Q u a rr. Có ia P a M ar rr. Có tiv E . d a órr hoC Curr a Có r 8.104 Pe 8.104dro edaGrande 10' 17° 10' 17° LEG ENDA CONVENÇÕES POÇO TUBULAR PÚBLICO POÇO TUBULAR PRIVADO Rodovia secundária M Em operação _ Em operação Rodovia principal M Paralisado _ Paralisado Ferrovia M Não instalado _ Não instalado8.096 8.096 Rio, córrego M Abandonado _ Abandonado Z Poço escavado § Fonte natural Barragem , açude 376 384 392 400 408 416 424 43°10' 43°5' 43°0' 42°55' 42°50' 42°45' Chefe de Equipe: Eng. De M inas Reynaldo M . D. Alves de Brito Recenseadores: Álerso Falieri Suarez M auricio Vieira Rios Adriana de Jesus Felipe M APA DE PONTOS D'ÁGUA O Projeto Cadastro de Fontes de Abastecim ento por Água Subterrânea, na ESCALA 1:100.000 bacia do rio Jequitinhonha, foi executado LO CALIZAÇÃO DO M UNICÍPIO pela CPRM - Serviço Geológico do Brasil, LO CALIZAÇÃO DO PROJETO sob a coordenação da Divisão de 2 1 0 2 4 6 km Hidrogeologia e Exploração - DIHEXP do BO TUM IRIM - M G Departam ento de Hidrologia - DEHID/RJ, na Superintendência Regional de Belo Horizonte - SUREG/BH. Base planim étrica extraída do Banco de PROJEÇÃO TRANSVERSA DE M ERCATOR Dados do Sistem a G EOM INAS, 1999 da Cia. De Processam ento de Dados do DATUM HORIZONTAL: SAD-69 Estado de M inas Gerais - PRO DEM G E. Dados Tem áticos inseridos com base em inform ações fornecidas pela equipe técnica O rigem da quilom etragem TM : Equador e M eridiano 42º W . Gr., do Projeto. Base planim étrica preparada na acrescidas as constantes: 10.000km e 500km , respectivam ente. GERIDE/CPRM /BH, pela geógrafa Rosângela G. Bastos de Souza e pelos desenhistas cartográficos Elizabeth de A CPRM agradece a gentileza de com unicação de falhas Alm eida Cadete Costa, M árcio Ferreira ou om issões verificadas nesta Folha. Augusto e Terezinha Ignácia de Carvalho. Editoração cartográfica executada na GEHITE/CPRM /BH, pelo geólogo Nelson Baptista de O. R. Costa e pela geógrafa Graziela da Silva Rocha Oliveira. 2004 Córr. do Batalhão Córr. arrasco do Córr. T ir ma a adal Córr. André Vieira Cap C im Bó rarr. c Córr. C r. go Cr ara Córr. São Gil Córr. Buriti ilo Córr. Sim ão Alves Córr. Anana z seiro órr - .d de o-S Ve itr ora ri s a Rib. da C r a. nastra . F urro lVel C órr.do Encantado ga Córr. da O n dça Córr. Piãod o . N C Córr ó. Cai ht a Mt p a a u tias C Córr. Água s Córr. Capão achoeira a rr. C ó Tom a Aqui Córr. Santo Córr. doRetiro R i Córr. Santa M aria Santa Cruz uiti honha Cutia ór r. C a r Se rr. C ó uriti r. Br ela tin Se n rr. CóCórr. do Bra ço l T go unr dre uroP o O o órr . S C ó . C i ga . C eix ib.R lê ab e L und o F íb a r Có rCó ga La r O nç a err inha G-655 S ib M R R rr.Ve r Có Ro d órr. do C oF ar r. d qu Có to saca R nde órr. Ca v C . Có rr d Ve re órr.C ca m a a Rib . b nto s a o G S rró r. ro C ór d -65 5 baiam a M G a elh a m V órr. R o C bin o intad a P M rr. Córr. N rra s C ó nt e r Cór d galoa da Enxada a Cór r. C b o omr r Ou T r. do da C ór rr. Có nco rroBr . Có a en d da V . va C ór r ra r. G DEZEMBRO/2004