MAPAS DA DISTRIBUIÇÃO ANUAL E MENSAL DE CHUVA E HIETROGRAMAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE TERESINA/PI 1 2 Francisco F. N. Marcuzzo & Jean Ricardo da Silva do Nascimento Resumo – O mapeamento de espacialização de chuva em territórios municipais identificam regiões de interesse para o planejamento dos recursos hídricos urbano/rural da região estudada. O objetivo deste trabalho é apresentar o mapeamento da distribuição espacial mensal e anual, além de hietogramas, da precipitação pluviométrica dos municípios região metropolitana de Teresina/PI, cujos territórios estão próximos ao divisor de águas das sub-bacias 34 e 35. Na espacialização dos dados pontuais de chuva utilizaram-se os dados do Atlas Pluviométrico do Brasil, publicado pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) sem seu site, com média de 1977 a 2006. Neste trabalho de distribuição espacial mensal do volume da precipitação pluviométrica no território dos municípios da região metropolitana de Teresina/PI, observou-se que o inicio do ano hidrológico é o mês de dezembro, com média (1977 a 2006) de 95,5mm, sendo que os meses com precipitação média superior a média dos 12 meses do ano (108,6mm) foram (decrescente): março (306,0mm), abril (249,7mm), fevereiro (235,2mm) e janeiro (205,3mm). Verificou-se nos mapas, que de janeiro a agosto, o maior volume de precipitação pluviométrica se deu na parte Norte da região metropolitana de Teresina, e de Setembro a Dezembro foi à parte Sudoeste mais chuvosa. Palavras-Chave – Piauí, Rio Parnaíba, Atlas Pluviométrico do Brasil. Abstract – The mapping of rainfall spatialization in municipal territories identifies regions of interest for urban / rural water resource planning in the region studied. The objective of this work is to present the mapping of the monthly and annual spatial distribution, as well as hietograms, of the pluviometric precipitation of the metropolitan area of Teresina / PI, whose territories are close to the watershed of sub-basins 34 and 35. In the data were collected from the Geological Survey of Brazil (SGB/CPRM) in its website, with an average of 1977 to 2006. In this work of monthly spatial distribution of the volume of rainfall in the territory of municipalities in the metropolitan region of Teresina / PI, it was observed that the beginning of the hydrological year is the month of December, with a mean (1977 to 2006) of 95.5 mm, with months with mean rainfall above 12 months of the year (108.6mm) were (decreasing): March (306.0mm), April (249.7mm), February (235.2mm) and January (205.3mm). It was verified in the maps that, from January to August, the greatest rainfall volume occurred in the northern part of the metropolitan region of Teresina, and from September to December it was the driest Southwest. Keywords – Piauí State, River Parnaíba, Atlas Pluviometric of Brazil. 1. INTRODUÇÃO Estudar a espacialização do volume mensal e anual da precipitação pluviométrica média, além de hietogramas, pode auxiliar o planejamento urbano/rural municipal e estadual. O trabalho publicado por Da Silva (2009) mostra que com base em um estudo sobre a precipitação irregular do Nordeste do Brasil, observou-se a necessidade do monitoramento pluviométrico por meio de emprego de índices climáticos. Em um estudo temporal e de 1) Pesquisador em Geociências, SGB / CPRM - Serviço Geológico do Brasil / Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais - Rua Banco da Província, no105 - Santa Teresa - Porto Alegre/RS - CEP 90.840-030, Tel.:(51) 3406-7300. E-mail: francisco.marcuzzo@cprm.gov.br. 2) Pesquisador em Geociências, SGB / CPRM - Serviço Geológico do Brasil / Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais - Rua Goiás, 312 - Sul Teresina/ PI - CEP 64.001-620, Tel.: (86) 3222-4153. E-mail: jean.nascimento@cprm.gov.br. XIV Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste 1 espacialização mensal e anual das chuvas na bacia do rio Paraguai, Cardoso e Marcuzzo (2012) concluíram o período úmido vai de setembro a maio, e os meses referentes ao período seco são junho, julho e agosto. No estudo de espacialização do volume da precipitação pluviométrica mensal no município de São Carlos/SP, Marcuzzo (2017) verificou que o mês com mais pluviosidade é janeiro (264mm) e os dois meses com menor pluviosidade são julho (23mm) e agosto (25mm). Várias pesquisas, cujo conhecimento da distribuição espacial e temporal (nos meses do ano) da chuva, é importante para um melhor conhecimento e entendimento da região que está sendo estudada, melhorando a discussão dos resultados, como os trabalhos desenvolvidos por Araújo et al. (2017), Do Nascimento et al. (2017), Dos Santos (2017) e Gonçalves et al. (2017). O objetivo deste trabalho é apresentar o mapeamento da distribuição espacial mensal e anual da chuva dos municípios região metropolitana de Teresina/PI. 2. MATERIAL E MÉTODOS A área de estudo (Figura 1) que trata este artigo é constituída pelos municípios cujos territórios fazem parte da região metropolitana de Teresina/PI, criada pela lei complementar 112 de 19 de setembro de 2001 (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp112.htm). Figura 1 - Localização dos municípios da região metropolitana de Teresina/PI, com o divisor de águas entre as sub- bacia 34 (Rio Parnaíba) e 33 (Rio Pindaré, Rio Itapecuru, Rio Mearim, etc.). Os municípios são (Figuras 1, 2 e 3): Altos, Beneditinos, Coivaras, Curralinho, Demerval Lobão, José de Freitas, Lagoa Alegre, Lagoa do Piauí, Miguel Leão, Monsenhor Gil, Teresina e União, no Estado do Piauí, e o município de Timon no Maranhão. Nazária, que não constava inicialmente no projeto de lei 112/2001, foi oficialmente instalado como município após as eleições municipais que foram realizadas em 5 de outubro de 2008. Em primeiro de janeiro de 2009 o município de Nazária foi instalado com sua administração local composta por prefeito e vereadores XIV Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste 2 eleitos em 2008, começando a fazer parte, portanto, da região metropolitana de Teresina, pois foi emancipado do território municipal de Teresina. Existe um projeto de lei complementar, 108/2015 ( http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=1306959), cujo intuito é integrar à região metropolitana de Teresina os municípios maranhenses de Caxias, Matões e Parnarama. Os municípios aqui estudados (Figuras 1 e 2) estão localizados na divisa entre as sub- bacias 35 e 34 (MARCUZZO, 2016). Utilizou-se dados das séries históricas publicados por Pinto et al. (2011), também disponibilizados por BRASIL (2013). Vários outros estudos de espacialização de chuvas utilizaram os dados do Atlas Pluviométrico do Brasil, publicado pelo Serviço Geológico do Brasil, como os apresentados por Cardoso et al. (2011), Simon et al. (2013), Marcuzzo et al. (2011), Marcuzzo (2013), Marcuzzo e Melati (2016), Melati e Marcuzzo (2016), Marcuzzo e Melati (2017), Marcuzzo (2017a,b) e Marcuzzo et al. (2017). No mapeamento da distribuição da chuva, a espacialização dos dados seguiu-se o método de interpolação melhor observado no estudo de Marcuzzo et al. (2011). Demais dados das estações pluviométricas no território da região metropolitana de Teresina, extraídos da Tabela de Atributos do material do Atlas Pluviométrico do Brasil, bem como os gráficos produzidos nos resultados deste estudo, podem ser observados e baixados do seguinte endereço eletrônico: https://drive.google.com/file/d/10oQyjwiwhcabpOlQ2D29VfLGONh-NAqt/view?usp=sharing. Figura 2 – Altimetria e biomas (Caatinga e Cerrado) da região metropolitana de Teresina/PI. 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO As Figuras de 3, 4 e 5 mostram a espacialização da chuva mensal e anual no território dos municípios região metropolitana de Teresina/PI, e a Figura 6 o hietograma da média de 1977 a 2006, segundo os dados do Atlas Pluviométrico do Brasil publicado por Pinto et al. (2011). Considerando as estações do ano para o hemisfério Sul do Planeta, nota-se que do verão até o meio do inverno (janeiro a agosto) as partes Norte/Noroeste da região metropolitana de Teresina concentram o maior volume de chuva, enquanto do final do inverno ao final da primavera (setembro a dezembro) a região Oeste/Sudoeste possuem o maior volume de chuva. Considerando o mapa de espacialização anual de chuva, nota-se que a parte Norte da região metropolitana de Teresina concentra o maior volume de chuva, enquanto a porção Sul e principalmente Sudeste, ficam com os menores volumes de chuva anual. O mês de março foi o com mais volume de chuva (Figura 8), foi março, com 306,0mm, e julho o mais seco, com 7,4mm. Os meses considerados úmidos, de -1 dezembro a maio, possuem média de 199,0mm.mês , enquanto os meses considerados secos, de -1 junho a novembro, possuem média de 18,1mm.mês . Um maior detalhamento da precipitação pluviométrica no Brasil, com outros mapas de distribuição de chuva, pode ser verificado em Pinto et al. (2011) e, em outra sub-bacia do rio Tietê, em Marcuzzo (2016) e em Marcuzzo (2017), além de outros estudos como em Cardoso e Marcuzzo (2010), Costa et al. (2012), Romero et al. (2013), Cardoso et al. (2014), Romero et al. (2015), Kich XIV Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste 3 et al. (2015), Oliveira et al. (2015) e Oliveira e Marcuzzo (2016). Dos Santos (2017) mostra que a altura anual de chuva no município de Teresina foi de 1.356,3 mm, para o período de 1987 a 2016, valor muito próximo ao obtido de 1.386,1 no posto pluviométrico, em Teresina (Figura 6), utilizado no projeto do Atlas Pluviométrico do Brasil para o período de 1977 a 2006. As Figuras apresentadas neste trabalho, além de outros materiais de apoio, com melhor resolução (mais pixels), podem ser baixadas pelos endereços (“links”) na internet disponibilizados no Quadro 1. Verão Janeiro Fevereiro Verão Outono Março Abril Outono Maio Junho Figura 3 - Espacialização pluviométrica na área dos municípios região metropolitana de Teresina/PI de janeiro (verão) a junho (outono), separados segundo as estações do ano para o hemisfério Sul do Planeta. XIV Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste 4 Inverno Julho Agosto Inverno Primavera Setembro Outubro Primavera Novembro Dezembro Figura 4 - Espacialização pluviométrica na área dos municípios região metropolitana de Teresina/PI de julho (inverno) a dezembro (primavera), separados segundo as estações do ano para o hemisfério Sul do Planeta. Com a publicação da EMBRAPA (2002), verifica-se que a precipitação é um dos elementos meteorológicos que exerce maior influencia sobre as condições ambientais. Os trabalhos publicados por Marcuzzo (2013), Marcuzzo e Goularte (2013), Marcuzzo e Cardoso (2013) e Melati e Marcuzzo (2015) ressaltam que a informação dos períodos mais e menos úmidos é importante para o planejamento dos recursos hídricos nas áreas urbanas e rurais, visando à determinação do ano hidrológico local, que, segundo os dados utilizados neste estudo, na região metropolitana de Teresina, o ano hidrológico vai de dezembro a novembro. XIV Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste 5 Figura 5 - Espacialização da chuva média anual (1977 a 2006), na região metropolitana de Teresina/PI. Hietograma Médio (1977 a 2006 ) das Oito Estações Pluviométricas no Território da Região Metropolitana de Teresina (Lei 375 112/2001) Utilizadas no Projeto do Atlas Pluviométrico do Brasil TERESINA JOSE DE FREITAS 350 UNIAO ALTOS 325 BENEDITINOS DEMERVAL LOBAO MONSENHOR GIL FRANCINOPOLIS 300 Média dos Meses no Ano Média dos Meses Com Mais Chuva no Ano 275 Média dos Meses Com Menos Chuva no Ano 250 199,0 225 200 175 150 125 108,6 100 75 50 25 18,1 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Hietograma Médio (1977 a 2006 ) das Estações Pluviométricas no Território da Região Metropolitana de Teresina (Lei 112/2001) Utilizadas no Projeto do Atlas Pluviométrico do Brasil 325 Média Média dos Meses no Ano 300 Média dos Meses Com Mais Chuva no Ano Média dos Meses Com Menos Chuva no Ano 275 250 225 199,0 200 175 150 125 108,6 100 75 50 25 18,1 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Figura 6 – Hietograma com a média, de 1977 a 2006, das oito estações pluviométricas separadas e a média. XIV Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste 6 Precipitação Pluviométrica (mm) Precipitação Pluviométrica (mm) 205,3 235,2 306,0 249,7 102,3 20,1 7,4 7,7 8,7 19,6 45,1 95,5 Quadro 1 - Figuras, com melhor resolução para visualização de detalhes deste estudo, e demais materiais para baixar. Endereços (“links”) para Baixar Utilizando o Navegador de Internet Material ------------ Mapas Para Impressão das Figuras Deste Trabalho em PDF (Folha A1) ------------ Figura 1 – Localização PDF https://drive.google.com/file/d/1b0UVWY82NgWcrokL4g1T8smOSNQJloFG/view?usp=sharing Figura 2 – Altimetria PDF https://drive.google.com/file/d/1JtXPXHEs7Fh_pXGmK5xxOV_FSq8Jbp1G/view?usp=sharing Figura 2 – Biomas PDF https://drive.google.com/file/d/12h8gI28k-7XrxvUXt9_iCu7G1S-leIc0/view?usp=sharing Figura 3 – Janeiro PDF https://drive.google.com/file/d/1-dIpP3nIdLn7sWiJWJUS1rtUTEOkbsfL/view?usp=sharing Figura 3 - Fevereiro PDF https://drive.google.com/file/d/1Z0FIS5AoGTSpqeQFf2vfFjdREDBw8REu/view?usp=sharing Figura 3 - Março PDF https://drive.google.com/file/d/1Nk00RAuI3q2Q86Z1rGdKs2XYR4aN-ByV/view?usp=sharing Figura 3 - Abril PDF https://drive.google.com/file/d/103LQs8MZFl_CbSv4A7r54VaWGxaBZ9oK/view?usp=sharing Figura 3 - Maio PDF https://drive.google.com/file/d/1PxnD16Et8RJoFItZNDwNk5xH9XkUmGgv/view?usp=sharing Figura 3 - Junho PDF https://drive.google.com/file/d/1YG5zlbbRMJb1M5yirKRt3mF7Y3i0lII4/view?usp=sharing Figura 4 - Julho PDF https://drive.google.com/file/d/1Fa-1ILBMutPU_0ycIr03Ypl7UwVEbg7V/view?usp=sharing Figura 4 - Agosto PDF https://drive.google.com/file/d/11odi3KCkk5mIDgLaNnG7EaZM5V0StCXt/view?usp=sharing Figura 4 - Setembro PDF https://drive.google.com/file/d/1F-PsydDelk0s2i-vc4OQlQGdU4DQstVk/view?usp=sharing Figura 4 - Outubro PDF https://drive.google.com/file/d/1OLCq1AjCStmQtKrqAasN8nlTlyqYlx-n/view?usp=sharing Figura 4 - Novembro PDF https://drive.google.com/file/d/15-wDdMmaDlePEajT77bgK-nre5m1viMi/view?usp=sharing Figura 4 - Dezembro PDF https://drive.google.com/file/d/1PbxME1Q3ZTeeAkgdeEby3EGIQRSzSPn2/view?usp=sharing Figura 5 – Chuva Anual PDF https://drive.google.com/file/d/1-4_AewJRQ9O6lLn8X2Jmclf2pKm9J7bB/view?usp=sharing Figura 6 - Hietograma Mensal Estações https://drive.google.com/file/d/10oQyjwiwhcabpOlQ2D29VfLGONh-NAqt/view?usp=sharing Figura 6 - Hietograma Mensal Média https://drive.google.com/file/d/10oQyjwiwhcabpOlQ2D29VfLGONh-NAqt/view?usp=sharing ----------------- Material de Interesse Utilizado e/ou Produzido Neste Trabalho ------------------- Este Artigo em PDF https://drive.google.com/file/d/1c8ydPpRm6FMAH3UnL8n4_ON_WpZuOmLw/view?usp=sharing Pôster Apresentação em PDF https://drive.google.com/file/d/1Cmhpea9ZHAlatPLG7dCII2kDWsvG2WEj/view?usp=sharing Mapas das bacias hidrográficas do Brasil https://drive.google.com/folderview?id=0B5YK_fCaGOyfb1FrV1lmSXB3ZUE&usp=sharing Atlas Pluviométrico do Brasil http://www.cprm.gov.br/publique/Hidrologia/Mapas-e-Publicacoes/Atlas-Pluviometrico-do-Brasil-1351.html 4. CONCLUSÃO Com este trabalho de distribuição espacial mensal do volume da precipitação pluviométrica no território dos municípios da região metropolitana de Teresina/PI, verificou-se que o inicio do ano hidrológico é o mês de dezembro, com média (1977 a 2006) de 95,5mm, sendo que os meses com precipitação média superior a média dos 12 meses do ano (108,6mm) foram (decrescente): março (306,0mm), abril (249,7mm), fevereiro (235,2mm) e janeiro (205,3mm). Notou-se nos mapas, que de janeiro a agosto, o maior volume de precipitação pluviométrica se deu na parte Norte da região metropolitana de Teresina, e de Setembro a Dezembro foi a parte Sudoeste mais chuvosa. Considerando o volume anual de chuva na região metropolitana de Teresina, nota-se que a área territorial dos municípios de União e Lagoa Alegre, alcançam valores acima de 1.500mm, enquanto Beneditinos, Coivaras e Lagoa do Piauí, ficam com valores médios abaixo de 1.200mm. AGRADECIMENTO Os autores agradece ao SGB/CPRM pelo fomento e a bibliotecária Ana Lucia Borges Fortes Coelho do SGB/ CPRM de Porto Alegre/RS pela ajuda constante com as referências bibliográficas. REFERÊNCIAS ARAUJO, J. P. M.; LEÃO, J. de C.; FERNANDES, R. J. A. R.; DE SOUZA, C. D.; ROCHA, B. da SILVA. Rede neural artificial para previsão de enchentes do rio Parnaíba na cidade de Teresina/PI. In: XXII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2017, Florianópolis. Anais... Porto Alegre: ABRH, 2017. v. 1. p. 1 a 8. Disponível em: . 26/01/2018. BRASIL. Agência Nacional de Águas. Hidroweb. Sistema de informações hidrológicas. 2013. Disponível em: . Acesso em: 11 ago. 2017. BRASIL. Agência Nacional de Águas. Inventário das estações fluviométricas. 2. ed. Brasília, 2009. Disponível em: . Acesso em 26 ago. 2017. CARDOSO, M. R. D.; FARIA, T. G.; MARCUZZO, F. F. N. Distribuição temporal e tendência de precipitação no bioma da Mata Atlântica do estado de Goiás. 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