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Submissões Recentes

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Nota técnica: Cotas de inundação e de interesse em relação seção de réguas das estações fluviométricas: Passo São Lourenço (85642000), Santa Cruz–Montante (85830000), Rio Pardo (85900000) e São Jerônimo (87020000) – municípios de Cachoeira do Sul, Santa Cruz do Sul, Vera Cruz, Rio Pardo e São Jerônimo
MARCUZZO, Francisco Fernando Noronha; ZANETTI, Heber Paz
O mapeamento de cotas de inundação e de interesse dos municípios, pelo corpo técnico da hidrologia do Serviço Geológico do Brasil (SGB), constitui um subsídio geoespacial indispensável para o ordenamento territorial e a mitigação de desastres em municípios propensos a eventos hidrológicos extremos. A determinação rigorosa do gradiente altimétrico viabiliza a modelagem de manchas de inundação, o zoneamento de áreas de restrição e a calibração de sistemas de alerta precoce. Na prática, a coleta de dados de alta resolução geométrica é otimizada pela tecnologia GNSS via método RTK (Real Time Kinematic), que emprega receptores base e receptor móvel para a obtenção instantânea de vetores tridimensionais com acurácia centimétrica. Contudo, as altitudes obtidas diretamente pelos sistemas de posicionamento global são de natureza geométrica (h), calculadas em relação a um elipsoide geométrico abstrato e desprovidas de significado físico para a dinâmica dos fluidos. Como o escoamento superficial da água é governado estritamente pelo potencial gravitacional, torna-se mandatória a conversão desses valores para altitude normal. Para essa compatibilização, os arquivos brutos RINEX oriundos do RTK são pós-processados na plataforma automatizada IBGE-PPP (Posicionamento Por Ponto Preciso). O serviço do IBGE aplica correções de efemérides precisas, parâmetros orbitais e modelagem geodinâmica para refinar o posicionamento espacial. A componente física vertical é solucionada pela integração do modelo nacional de ondulação geoidal (hGeoDRS), que estima o quase-geoide ou anomalia de altitude. Esse processamento vincula os dados ao Sistema Geodésico Brasileiro, gerando uma base altimétrica hidrologicamente consistente e de alta confiabilidade para simulações hidráulicas urbanas.
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Cartografia de risco geológico: Wenceslau Braz, MG
MORAES, Carla Cristina Magalhães de; FACURI, Gabriel Guimarães
Este trabalho apresenta os resultados do mapeamento de áreas de risco geológico executado em Wenceslau Braz/MG, entre os dias 03 e 07 de agosto de 2026. Durante os levantamentos de campo, foram identificadas 8 áreas de risco relacionadas aos processos de deslizamento, enxurrada, inundação, queda e erosão, sendo todos de risco alto, totalizando 47 edificações e 188 pessoas, representando 7,98 % da população do município. As conclusões apontam que as áreas de risco geológico cartografadas decorrem principalmente das construções inadequadas em um meio físico que requer maior rigor técnico para ser ocupado em segurança.
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Cartografia de risco geológico: Piranguçu, MG
MORAES, Carla Cristina Magalhães de; FACURI, Gabriel Guimarães
Este trabalho apresenta os resultados do mapeamento de áreas de risco geológico executado no município de Piranguçu/MG, entre os dias 3 e 6 de agosto de 2026. Durante os levantamentos de campo, foram identificadas 5 áreas de risco relacionadas aos processos de deslizamento, enxurrada, inundação e queda de blocos de rocha, todas classificadas como de risco alto, perfazendo 78 domicílios e estabelecimentos e 312 pessoas em situação de risco, representando 5,03% da população do município. As conclusões apontam que as áreas de risco geológico cartografadas decorrem principalmente das construções inadequadas do território e das características naturais do meio físico que demandam planejamento maior para ocupação.
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Cartografia de risco geológico: atualização de mapeamento: Cachoeiro de Itapemirim, ES
HOELZEL, Marlon; ELLDORF, Bruno
Este trabalho apresenta os resultados da atualização do mapeamento de áreas de risco geológico executado no município de Cachoeiro de Itapemirim/ES, entre os dias 04 e 19/08/2026. Durante os levantamentos de campo foram identificadas um total de 57 áreas de risco, com 41 áreas de risco alto e 16 áreas de risco muito alto, que englobam uma estimativa de 15.366 edificações e 61.464 pessoas, representando aproximadamente 30 % da população do município. Estas áreas de risco estão associadas a processos de deslizamento, inundação, enxurrada, queda de blocos de rocha, erosão e corrida de massa. Com relação ao mapeamento anterior, realizado em 2019, os resultados atuais mostram que houve significativo aumento da população envolvida em áreas de risco, por levar em consideração os efeitos do evento climático extremo, registrado em janeiro de 2020, que superou em danos e atingimento, os eventos anteriormente presenciados. As conclusões apontam que as áreas de risco cartografadas decorrem principalmente das ocupações inadequadas do território e características naturais do meio físico.
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Cartografia de risco geológico: Aracitaba, MG
SOUZA, João Luiz Matta de; LIMA, Gilberto
Este trabalho apresenta os resultados do mapeamento de áreas de risco geológico executado no município de Aracitaba/MG, entre os dias 12 e 17 de julho de 2026. Durante os levantamentos de campo foram identificadas 6 áreas de risco alto, relacionadas a processos de inundação, deslizamento e erosão. Estima-se que cerca de 30 residências e 120 pessoas estejam diretamente expostas às áreas cartografadas, o que representa aproximadamente 0,17 % da população do município. As conclusões apontam que as áreas de risco geológico cartografadas decorrem principalmente das ocupações inadequadas do território e características naturais do meio físico.