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Submissões Recentes

Item
Cartografia de risco geológico: Luciara, MT
SOUZA, Anderson Alves de; SILVA, José Antonio da
Este trabalho apresenta os resultados do mapeamento de áreas de risco geológico executado no município de Luciara/MT, entre os dias 13 e 20 de abril de 2026. Atualmente, o município conta com uma população estimada de 2.616 habitantes (IBGE 2025), com área urbanizada de 0,89 km² (IBGE, 2019), e com IDHM de 0,676 (PNUD, 2010). Durante os levantamentos de campo foram identificadas 2 áreas de risco relacionadas a enchente e inundação, sendo 1 de risco muito alto e 1 de risco alto, perfazendo 2 residências e 8 pessoas, representando 0,30 % da população do município. As conclusões apontam que as áreas de risco geológico cartografadas decorrem principalmente das ocupações inadequadas do território e das características naturais do meio físico.
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Cartografia de risco geológico: São Félix do Araguaia, MT
SOUZA, Anderson Alves de; SILVA. José Antonio da
Este trabalho apresenta os resultados do mapeamento de áreas de risco geológico executado no município de São Félix do Araguaia/MT, entre os dias 7 a 12 de abril de 2026. Atualmente, o município conta com uma população estimada de 14.604 habitantes (IBGE 2025), com área urbanizada de 16.682 km² (IBGE, 2025), e com IDHM de 0,668 (PNUD, 2010). Durante os levantamentos de campo foram identificadas 3 (três) áreas de risco relacionadas a alagamento, enchente, inundação e enxurrada, com risco muito alto, perfazendo 199 residências e 796 pessoas, representando 5,45 % da população do município. As conclusões apontam que as áreas de risco geológico cartografadas decorrem principalmente das ocupações inadequadas do território e das características naturais do meio físico.
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Atlas pluviométrico do Brasil: equações Intensidade-Duração-Frequência (desagregação de precipitações diárias): estação pluviométrica Praia Grande, código 02949001 (ANA), município Praia Grande, SC
WESCHENFELDER, Adriana Burin; PICKBRENNER, Karine; PINTO, Eber José de Andrade
Este trabalho apresenta a equação Intensidade-Duração-Frequência (IDF) estabelecida para o município de Praia Grande/SC. As séries de dados utilizadas no estudo foram elaboradas a partir de registros contínuos de precipitação da estação Praia Grande, código 02949001 (ANA), localizada no mesmo município. A metodologia para definição da equação utilizando séries de duração parcial está descrita em detalhes em Pinto (2013). A distribuição de frequência ajustada aos dados foi a Exponencial, com os parâmetros calculados pelo método dos momentos-L. As equações adotadas para representar a família de curvas IDF podem ser aplicadas para durações entre 10min e 24h e são recomendadas para tempos de retorno até 50 anos. A aplicação da equação IDF elaborada para o município de Praia Grande permite associar intensidades de precipitação, nas diferentes durações, a frequências de ocorrência, as quais serão utilizadas no dimensionamento de estruturas hidráulicas. Também pode ser utilizada de forma inversa, ou seja, estimar a frequência de um evento de precipitação ocorrido numa determinada duração, definindo se o evento foi raro ou ordinário, dentro da caracterização de chuva extrema local.
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Atlas pluviométrico do Brasil: equações Intensidade-Duração-Frequência (desagregação de precipitações diárias): estação pluviométrica Arenápolis (Canaã), código 01456001 (ANA), município Nova Mutum, MT
FURTUNATO, Osvalcélio Mercês; PICKBRENNER, Karine; PINTO, Eber José de Andrade
Este trabalho apresenta a equação Intensidade-Duração-Frequência (IDF) estabelecida para o município de Arenápolis/MT e recomendada para Nova Mutum/MT. A série de dados utilizada no estudo foi elaborada a partir de registros de precipitações diárias máximas por ano hidrológico da estação pluviométrica Arenápolis (Canaã), código 01456001 (ANA), localizada a cento e oito km do município de Nova Mutum. A metodologia para definição da equação por desagregação das precipitações diárias está descrita em detalhes em Pinto (2013). A distribuição de frequência ajustada aos dados diários foi a Gumbel, com os parâmetros calculados pelo método dos momentos-L. A desagregação dos quantis diários em outras durações foi efetuada com as relações entre alturas de chuvas de diferentes durações obtidas da equação IDF estabelecida por Pfafstetter (1982) para o município de Cuiabá/MT. As equações ajustadas para representar a família de curvas IDF podem ser aplicadas para durações entre 5min e 24h e são recomendadas para tempos de retorno até 100 anos. A aplicação da equação IDF recomendada para o município de Nova Mutum permite associar intensidades de precipitação, nas diferentes durações, a frequências de ocorrência, as quais serão utilizadas no dimensionamento de estruturas hidráulicas. Também pode ser utilizada de forma inversa, ou seja, estimar a frequência de um evento de precipitação ocorrido numa determinada duração, definindo se o evento foi raro ou ordinário, de acordo com a caracterização de chuva extrema local.
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Cartografia de risco geológico: Porto Esperidião, MT
SOUZA, Anderson Alves de; SILVA, José Antonio da
Este trabalho apresenta os resultados do mapeamento de áreas de risco geológico executado no município de Porto Esperidião/MT, entre os dias 20 e 25 de abril de 2026. Atualmente, o município conta com uma população estimada de 10.088 habitantes (IBGE 2025), com área urbanizada de 2,95 km² (IBGE, 2019), e com IDHM de 0,652 (PNUD, 2010). Durante os levantamentos de campo foram identificadas 5 áreas de risco relacionadas a enchente, inundação, enxurrada, deslizamento e voçorocamento, com variações de risco alto a muito alto, perfazendo 65 residências e 260 pessoas, representando 2,57 % da população do município. As conclusões apontam que as áreas de risco geológico cartografadas decorrem principalmente das ocupações inadequadas do território e características naturais do meio físico.